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Filme

Filme de “Jaspion” será gravado no Brasil

A Sato Company desenvolve longa do herói japonês com roteiro em análise pela Toei

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Animação ficou em 1º lugar no feriado de 4 de Julho, mas abriu abaixo de todos os filmes anteriores de “Meu Malvado Favorito”

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5 de julho de 2026
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    Dublador de Big Hero 6 vai viver Mutano na série dos Titãs

    19 de outubro de 2017 /

    O ator Ryan Potter (da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon) entrou no elenco de “Titans”, a série dos Novos Titãs. Ele vai viver Garfield Logan, mais conhecido como Mutano (Beast Boy, em inglês), herói esverdeado capaz de se transformar em qualquer animal. Curiosamente, ele também faz parte do universo Marvel, como dublador de Hiro Hamada na série “Big Hero 6”, adaptação do filme “Operação Big Hero” (2014), que estreia em novembro no canal pago Disney XD. Ela se junta a Brenton Thwaites (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que foi escalado como Dick Grayson/Asa Noturna, Anna Diop (série “24: Legacy”) como Estelar, Teagan Croft (da novela australiana “Home and Away”) como Ravena, Alan Ritchson (série “Blood Drive”) como Rapina, Minka Kelly (série “Friday Night Lights”) como Columba, e Lindsey Gort (série “The Carrie Diaries”) como a detetive de polícia Amy Rohrbach. A série “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e implodir “A Torre Negra”, pontos baixos de uma carreira em franca decadência. Sua genialidade promete um novo fenômeno, desta vez em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. A produção será a segunda tentativa de transformar os heróis juvenis da DC Comics em série. O canal pago TNT chegou a encomendar um piloto, mas acabou rejeitando o projeto no ano passado. O roteirista, por sinal, era o mesmo Akiva Goldsman. Desta vez, a série está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics. Ainda não há previsão para a estreia de “Titans” ou do lançamento do serviço de streaming.

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    Cena inédita de Arrow traz Oliver Queen citando Bruce Wayne

    19 de outubro de 2017 /

    A rede CW divulgou uma cena inédita da 6ª temporada de “Arrow”. Extraída do episódio “Tribute”, mostra Oliver Queen (Stephen Amell) tendo que lidar com a divulgação de uma foto que o expõe como Arqueiro Verde. O divertido é o exemplo que ele usa para questionar a veracidade da imagem, citando Bruce Wayne como alguém que poderia ter o rosto photoshopado numa foto de super-herói. O episódio vai ao ar nesta quinta (19/10) nos Estados Unidos. A 6ª temporada de “Arrow” chega em 26 de outubro no Brasil, pelo canal pago Warner. Mayor by day. Hero by night. Stream the #Arrow premiere before tomorrow's new episode on The CW: https://t.co/zCi32rKGdv pic.twitter.com/2cEQUQbTFk — Arrow (@CW_Arrow) October 18, 2017

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    Estreias da semana incluem alguns dos piores e melhores filmes americanos do ano

    19 de outubro de 2017 /

    A quinta (19/10) enxuta tem apenas oito estreias nos cinema, das quais sete são americanas. É consequência da Mostra de São Paulo, que monopolizou o circuito alternativo com uma programação que beira 400 obras neste ano. Apesar disso, entre os americanos há produções indies geniais, que se destacaram no circuito dos festivais internacionais. Mas quem prefere filmes genéricos de Hollywood também estará bem servido, com a opção de assistir alguns dos piores lançamentos do ano. Clique nos títulos de cada filme para ver os trailers de todas as estreias da semana. A distribuição mais ampla pertence a “Tempestade – Planeta em Fúria”, que chega ao mesmo tempo nos cinemas dos EUA. Mistura de “O Dia Depois de Amanhã” (2004) e “Armageddon” (1998), é tão fraco que foi escondido da imprensa norte-americana, para não abrir com avaliações podres no Rotten Tomatoes. O filme marca a estreia na direção do roteirista Dean Devlin, que escreveu “Independence Day” (1994), marco do cinema de catástrofe em escala apocalíptica. Na trama, uma rede de satélites criados para controlar o clima é hackeada e passa a desencadear tempestades pelo mundo inteiro, num efeito em cadeia que eventualmente levará à destruição da Terra. O elenco conta com Gerard Butler (“Invasão à Casa Branca”), Abbie Cornish (“Sucker Punch”), Ed Harris (série “Westworld”), Jim Sturgess (“Um Dia”), Katheryn Winnick (série “Vikings”) e Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”). Ainda pior, “Além da Morte” é o terror mais mal-avaliado do ano, com rejeição unânime da crítica – após também ter sido escondido da imprensa. Ele chegou a ter 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes, um consenso absoluto, ficando com avaliação final de 5%. Remake/reboot de “Linha Mortal” (Flatliners), conta a mesma história, mas sem o apelo visual do longa de 1990. Um grupo de médicos residentes – liderados por Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Diego Luna (“Rogue One”) – , decide investigar o que há após a morte, experimentando morrer por alguns minutos e voltar para compartilhar o que viram. O resultado é uma versão sobrenatural dos “12 passos” dos Alcoólatras Anônimos, com assombrações do além forçando arrependimentos e pedidos de desculpas por atos cometidos pelos médicos em seus passados. O nível se mantém com a única estreia nacional da semana, “A Comédia Divina”, que lembra a comédia da Globo “Vade Retro”, tanto pelo tema como pela participação da atriz Monica Iozzi. É a primeira comédia de Toni Venturi, que até então tinha feito só filmes sérios como “Cabra-Cega” (2004) e “Estamos Juntos” (2011), além de documentários premiados. Apesar do título, não se trata de uma versão besteirol de “A Divina Comédia” de Dante Alighieri, mas de outra obra literária, o conto de Machado de Assis “A Igreja do Diabo”, atualizado para os dias de hoje. Murilo Rosa (“Área Q”) vive o diabo, que resolve melhorar sua imagem com o projeto de abrir sua igreja na Terra e ocupar um canal de TV para conquistar mais fiéis. Para isso, conta com a ajuda de uma repórter ambiciosa, vivida por Monica Iozzi, e o samba enredo ainda inclui Zezé Motta (a eterna “Chica da Silva”) no papel de Deus. A programação inclui mais três comédias. A fraquinha “De Volta para Casa” traz Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) como uma mãe divorciada de duas meninas, que resolve comemorar seu aniversário de 40 anos ficando com um rapaz com idade para ser seu filho. Para complicar, sua mãe chega de surpresa e convida o jovem e mais dois amigos para morar com elas. E é claro que o ex-marido também reaparece morrendo de ciúmes. 31% no Rotten Tomatoes. As demais são produções independentes elogiadíssimas. Com 84% de aprovação, “A Guerra dos Sexos” recria os bastidores da partida de tênis intersexual que quebrou o recorde de audiência da TV americana nos anos 1970. O jogo lendário aconteceu em 1973, entre a jovem tenista Billie Jean King, 2ª melhor jogadora do mundo naquele ano, e o tenista aposentado Bobby Riggs, de 55 anos, ex-campeão de Wimbledon. E foi mesmo uma guerra dos sexos, colocando em jogo duas visões distintas de mundo. De um lado, o machismo que se recusava a admitir a possibilidade da igualdade feminina, e do outro a luta pioneira do feminismo, que ainda precisava provar a capacidade das mulheres para o mundo. Os papéis principais são interpretados por Emma Stone (“La La Land”) e Steve Carell (“A Grande Aposta”), que voltam a contracenar após o sucesso da comédia “Amor a Toda Prova” (2011). O roteiro é de Simon Beaufoy (“Quem Quer Ser um Milionário?”) e a direção do casal Jonathan Dayton e Valerie Faris (a dupla de “Pequena Miss Sunshine”). Já “Doentes de Amor”, escrita e estrelada por Kumail Nanjiani (série “Silicon Valley”), venceu os prêmios do público nos festivais de SXSW e Lonarno. O filme usa o romance como comentário cultural, acompanhando o protagonista paquistanês que, diante do adoecimento da namorada, precisa conviver com a família dela. A aprovação é de impressionantes 98% no Rotten Tomatoes. Curiosamente, há outro filme sobre romance e doença na programação. Mas se trata de um melodrama fraquinho, “Uma Razão para Recomeçar”. Só 40% de aprovação. Completa a lista, o filme mais impressionante da semana: “Bom Comportamento”, que é um banho de adrenalina, com 89% no Rotten Tomatoes. Filmado pelos irmãos Safdie (“Amor, Drogas e Nova York”) nas ruas de Nova York, numa tática de guerrilha, o thriller traz Robert Pattinson inspiradíssimo – o ator arrancou elogios rasgados por seu desempenho no Festival de Cannes deste ano. Pattinson vive um jovem trapaceiro que usa seu carisma e capacidade de improvisação para se safar em momentos de pressão. Após um roubo a uma agência bancária dar errado, seu irmão e cúmplice com problemas mentais (vivido pelo diretor Ben Safdie) acaba preso e o protagonista precisa correr contra o tempo para levantar dinheiro para a fiança e evitar que ele morra de tanto apanhar na detenção. Conforme o tempo passa, os golpes se acumulam e a ação não para.

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    Mostra de São Paulo traz realmente o melhor do cinema mundial em 2017

    18 de outubro de 2017 /

    A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que abre com a exibição para convidados de “Human Flow”, de Ai Weiwei, nesta quarta (18/10), promete ser bastante diversa do evento do ano passado. A partir de quinta, o festival concentrará nos cinemas paulistanos o melhor do cinema mundial atual, incluindo o filme que conquistou a Palma de Ouro do Festival de Cannes, “The Square”, de Ruben Östlund, o vencedor do Festival de Toronto, “Três Anúncios Para um Crime”, de Martin McDonagh, a obra premiada com o troféu de Melhor Direção do Festival de Berlim, “O Outro Lado da Esperança”, de Aki Kaurismaki, o novo drama de Michael Haneke, “Happy End”, e muito, muito mais. A força da seleção demonstra que o evento virou a página de sua crise financeira e criativa, após uma edição de 2016 que privilegiava mais retrospectivas que obras de referência do cinema atual. A diferença é tanta que, ao contrário do Festival do Rio, que diminuiu sua seleção como reflexo da crise econômica, a Mostra ampliou a quantidade de títulos exibidos, programando quase 400 filmes. Também diferente da opção carioca, o evento paulista não buscou enfatizar o cinema autoral mais óbvio – e comercial – , deixando Hollywood de lado para se focar num cinema, como diz sua denominação, internacional. Por isso, traz nada menos que 13 títulos que disputam vagas no Oscar de Melhor Filme de Língua Estrangeira: o argentino “Zama”, o sul-coreano “O Motorista de Táxi”, “Scary Mother” da Geórgia, o iraniano “Respiro”, o irlandês “Granito”, o islandês “A Sombra da Árvore”, o neozelandês “Mil Cordas”, o tcheco “Mães no Gelo”, o russo “Loveless”, o suíço “Mulheres Divinas”, o venezuelano “El Inca”, além do sueco “The Square” e o austríaco “Happy End”, já citados. Isto não significa que o cinema americano foi ignorado. Mas há mais ousadia. Basta verificar a grande quantidade de filmes sem distribuição assegurada no país em sua seleção, que, ao contrário do que houve com a lista do Festival do Rio, não foi precedida por diversos releases de distribuidoras informando que a maioria estará em breve nos cinemas. Para o cinéfilo, isto é a chave do paraíso. Em comum com o Festival do Rio, e reflexo de uma tendência mundial, há uma forte presença de cineastas femininas na seleção. Do total dos 394 títulos, 98 são dirigidos por mulheres, sendo 18 de brasileiras. Um dos filmes que tende a gerar as maiores filas, por seu perfil absolutamente cult, é sobre e de uma mulher: “Nico, 1988”, de Susanna Nicchiarelli, cinebiografia da modelo, atriz e cantora da banda Velvet Underground, que venceu a seção Horizontes do Festival de Veneza. Este ano, o cartaz da Mostrafoi assinado pelo artista plástico chinês Ai Weiwei, que também é diretor do filme de abertura, será aberta com a projeção de “Human Flow”, documentário sobre a crise mundial dos refugiados. Apesar dos problemas de embarque para o Brasil, ele é esperado ao longo do evento, assim como os outros homenageados: a cineasta belga Agnès Varda (“As Duas Faces da Felicidade”), que vai receber o Prêmio Humanidade e ganhará uma retrospectiva de onze longas, o diretor italiano Paul Vecchiali (“O Estrangeiro”), que também ganha retrospectiva e vem ao festival para receber o Prêmio Leon Cakoff, e o ator Paulo José (“Quincas Berro d’Água”), que será homenageado com documentários sobre sua trajetória e também receberá o troféu que leva o nome do criador da Mostra. Sim, as retrospectivas não sumiram. Apenas não engoliram a programação como no ano passado. Haverá também uma retrospectiva do cinema suíço, pouquíssimo conhecido no Brasil, com destaque para a obra do diretor Alain Tanner (“Jonas Que Terá Vinte e Cinco Anos no Ano 2000”), e exibições especiais, como uma projeção da obra-prima do cinema mudo “O Homem Mosca” (1923), grande sucesso de Harold Lloyd, ao ar livre no parque do Ibirapuera, e de clássicos do cinema brasileiro no vão livre do MASP, na Avenida Paulista. A Mostra Internacional de Cinema de São Paulo acontece entre os dias 19 de outubro e 1 de novembro, e a lista completa dos filmes, horários e locais de exibição podem ser conferidos no site oficial do evento.

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    Veja o trailer de Human Flow, filme que abre a Mostra de São Paulo

    18 de outubro de 2017 /

    A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de “Human Flow”, documentário do artista chinês Ai Weiwei, que abre a Mostra de São Paulo 2017 em evento para convidados nesta quarta (18/10). A prévia mostra uma procissão sem fim, que atravessa mais de duas dezenas de países em três continentes, revelando a miséria e a tragédia criadas pela crise mundial de refugiados, com imagens paradoxalmente belíssimas. “Human Flow” teve première mundial no Festival de Veneza, onde recebeu cinco prêmios paralelos. O que mais chama atenção na produção é o fato de utilizar 12 diretores de fotografia diferentes, entre eles o próprio Ai Weiwei e o premiado australiano Christopher Doyle (“Herói”, “Poesia sem Fim”). O filme vai chegar aos cinemas brasileiros com o subtítulo “Não Existe Lar Se Não Há para Onde Ir” no dia 16 de novembro, duas semanas após o final da Mostra.

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    Diretor do filme de abertura da Mostra de São Paulo é barrado no aeroporto de Nova York

    18 de outubro de 2017 /

    O artista multimídia chinês Ai Weiwei, diretor de “Human Flow”, filme que abre nesta a 41ª Mostra de São Paulo, foi barrado no aeroporto ao tentar embarcar de Nova York para o Brasil na manhã desta quarta-feira (18/10). Ai Weiwei relatou em seu perfil no Instagram que enfrentou problemas com a empresa United Airlines para embarcar para São Paulo. A equipe da companhia não o deixou entrar em seu voo, alegando que seu visto para o Brasil teria expirado. Weiwei iniciou então uma odisseia burocrática. Após duas horas no aeroporto, em que acionou o distribuidor do filme no Brasil, decidiu ir pessoalmente ao consulado brasileiro em Nova York, que expediu uma carta confirmando a validade do visto. Ele afirmou que retornaria para tentar viajar durante a noite. “Esta noite vou tentar voar para São Paulo novamente com o mesmo visto. Gostaria de chegar ao festival o mais rápido possível e sinto muito por perder as entrevistas e a abertura devido a este incidente com a United Airlines”, contou o artista no Instagram. Veja abaixo a sucessão de posts em que ele narra o episódio. A exibição de “Human Flow” abre a Mostra de São Paulo em evento para convidados na noite desta quarta (18/10), no Auditório Ibirapuera, e integra a programação do festival. O filme segue o tema da crise global dos refugiados, que também inspira sua obra “Hands Without Bodies”, que estampa o pôster da edição 2017 da Mostra. On October 17 at 10:10pm, I was at the Newark airport waiting to board United Airlines flight 149 to go to São Paulo. In Brazil, I would be giving interviews and attending the São Paulo Film Festival opening premiere featuring Human Flow. At Gate C121, the ground crew checked my passport and visa, then claimed that my visa has expired and I could not board the plane. We tried to explain to the airline staff that the visa is still valid, but they insisted it has expired and had to pull our luggages off the plane. Uncertain of the validity of the visa, we waited at the airport for over two hours for the luggage to be returned to us. Afterwards we returned to New York City arriving the hotel at 1am. Over the following hours till this morning, we made numerous phone calls and wrote messages to our contacts in Brazil, our film distributor. the Brazilian embassy in Berlin and the Brazilian consulate in New York. All have confirmed that my visa is valid and I should have been allowed to board the plane. It was the airline's mistake to deny me from the flight. Tonight I will try to fly to São Paulo once again with the same visa. I would like to be there at the film festival as soon as possible, and feel terribly sorry for missing the interviews and the opening premiere due to this incident with United Airlines. @humanflowmovie #humanflow Uma publicação compartilhada por Ai Weiwei (@aiww) em Out 18, 2017 às 7:16 PDT To get an official declaration of the validity of my visa, I am at the Consulate General of Brazil in New York City. @united airlines @humanflowmovie #humanflow @publicartfund #goodfences Uma publicação compartilhada por Ai Weiwei (@aiww) em Out 18, 2017 às 8:37 PDT Official letter from Vice Consul Guilherme Rochas, Consulate General of Brazil, New York City. "Therefore we confirm that MR. WEIWEI AI current Brazilian visa is valid for multiple entries for a period of 90 days starting on August 5th, 2017." @united Airlines #saopaulofilmfestival @humanflowmovie #humanflow @publicartfund #goodfences Uma publicação compartilhada por Ai Weiwei (@aiww) em Out 18, 2017 às 8:45 PDT

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    Bright: Superprodução da Netflix com Will Smith ganha novas fotos e vídeo legendado de bastidores

    18 de outubro de 2017 /

    A Netflix divulgou oito fotos e um vídeo legendado de bastidores de “Bright”, superprodução que volta a juntar Will Smith e o diretor David Ayer, de “Esquadrão Suicida”. A prévia traz depoimentos do diretor e do elenco e reforça como a premissa é similar a “Alien Nation”, apesar disso servir apenas para iniciar a história. “Bright” substitui os aliens do filme de 1988 por criaturas de contos de fadas, ao mostrar a parceria de dois policiais, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton), que precisam trabalhar juntos, de forma relutante. A trama toma seu rumo durante uma patrulha noturna, em que a dupla entra em contato com uma varinha mágica, a arma mais poderosa do universo. Cercados de inimigos, eles devem trabalhar juntos para proteger uma jovem elfa (Lucy Fry, da série “11.22.63”) e sua relíquia mágica, que em mãos erradas pode destruir o mundo. O roteiro é de Max Landis (“Victor Frankenstein”) e o elenco também inclui Noomi Rapace (“Prometheus”), Edgar Ramírez (“A Garota no Trem”), Ike Barinholtz (“Esquadrão Suicida”), Alex Meraz (“A Saga Crepúsculo”), Dawn Olivieri (série “House of Lies”) e Brad William Henke (série “Orange Is the New Black”). A produção representa o mais caro investimento da Netflix num único filme. Só o roteiro custou US$ 3 milhões, numa das mais caras aquisições dos últimos anos da indústria cinematográfica. Além disso, US$ 45 milhões serão destinados ao pagamento dos cachês, inclusive o salário de Will Smith, e mais US$ 45 milhões cobriram as despesas de filmagens. Primeira superprodução feito para o streaming, “Bright” estreia em 22 de dezembro.

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    Novo pôster de Liga da Justiça junta os super-heróis da DC Comics

    18 de outubro de 2017 /

    A Warner divulgou um novo pôster da “Liga da Justiça”, que junta Batman (Ben Affleck), Mulher-Maravilha (Gal Gadot), Flash (Ezra Miller), Aquaman (Jason Momoa) e Ciborgue (Ray Fisher). O cartaz também foi disponibilizado em versão nacional, onde a única mudança é o título em português. Confira abaixo. A arte continua a tendência de ignorar a presença de Superman (Henry Cavill) no filme, apesar de incluir o símbolo do herói no rodapé. Um segredo bobo, que o público já está cansado de saber. Dirigido por Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e refeito por Joss Whedon (“Os Vingadores”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Josh Brolin revela ter contrato para viver Cable em quatro filmes de super-heróis

    18 de outubro de 2017 /

    O ator Josh Brolin (“Homens de Preto 3”) revelou que viverá o mutante Cable em quatro filmes de super-heróis do universo dos X-Men. O personagem será introduzido em “Deadpool 2” e voltará no spin-off “X-Force”, que introduzirá a equipe de super-heróis liderada por Cable. “Primeiramente eu estava inseguro. Minha esposa pediu para eu ler o roteiro e eu li. Li no meu telefone. Achei hilário, descompromissado. Eu não tinha ideia do tamanho da comunidade de fãs. E hoje eu acho que fizemos um ótimo trabalho”, disse Brolin, em entrevista ao site Collider, durante a divulgação do filme de bombeiros “Only the Brave”. Na entrevista, ele confirma a produção de “X-Force” e sua participação em “Deadpool 3”, e ainda brinca: “Estamos chamando isso de ‘nossa série limitada'”, em referência à quantidade de vezes que irá aparecer como Cable a partir de 2018. Confira abaixo. A continuação de “Deadpool” (2016) terá os mesmos roteiristas, Rhett Reese e Paul Wernick, com reforço de Drew Goddard (“Perdido em Marte”), mas sofreu uma mudança de diretor, com David Leitch (“Atômica”) no lugar de Tim Miller. A estreia vai acontecer em maio de 2018.

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    Sandra Bullock vai estrelar nova sci-fi do roteirista de A Chegada

    18 de outubro de 2017 /

    A atriz Sandra Bullock (“Gravidade”) vai estrelar uma produção original da Netflix. Trata-se de “Bird Box”, nova sci-fi escrita por Eric Heisserer após “A Chegada” (2016). Baseado em romance homônimo do escritor Josh Malerman, o filme conta a história de uma mulher e duas crianças que são vendadas e conduzidas ao longo de um rio em meio a um cenário pós-apocalíptico. A direção está a cargo da dinamarquesa Susanne Bier, vencedora do Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira por “Em um Mundo Melhor” (2011) e o elenco também inclui Sarah Paulson (“American Crime Story”), John Malkovich (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”), Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”), LilRel Howery (“Corra!”) e Danielle Macdonald (“Patti Cake$”). Ainda não há previsão para o início das filmagens. O projeto faz parte do plano ambicioso da Netflix de se tornar o maior estúdio de “cinema” do mundo.

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    Novo filme de Denzel Washington foi reeditado pelo próprio ator

    18 de outubro de 2017 /

    O diretor Dan Gilroy revelou ter reeditado o suspense dramático “Roman J. Israel, Esq” com o auxílio do ator Denzel Washington, após o filme ser exibido no Festival de Toronto e dividir a opinião da crítica. A nova versão tem arrancado críticas entusiasmadas, em franco contraste às opiniões anteriores. Em entrevista ao site Deadline, Gilroy confirmou que diretores realmente não gostam de trazer atores para participar do trabalho de montagem final, mas a exibição em Toronto, que também foi primeira vez que ele viu o filme projetado, demonstrou que a performance de Washington era tão boa que merecia ancorar melhor a produção. Além disso, Washington é também um diretor de cinema. “Denzel trouxe tanto para a sala de edição”, disse Gilroy. “Ele dirigiu três filmes e estrelou o quê… mais de 40 filmes? Ele tem instintos incríveis e é muito objetivo para tirar o máximo de opiniões externas como as que recebemos em Toronto. Muitos atores só se concentram em seu próprio personagem, por isso a ideia de ter um ator na sala de edição costuma ser um problema, mas, com Denzel, eu ficava ansioso por sua chegada. Nós dois trabalhamos muito de perto na edição, junto com o irmão John (o editor John Gilroy), e ele foi um recurso inestimável em todos os níveis”. Ao todo, foram cortados 12 minutos da duração da história, a trilha sonora sofreu intervenção e cenas tiveram sua ordem alterada para ampliar ou redefinir o dilema do protagonista. Denzel foi o responsável por mudar as músicas que o personagem ouve no filme – jazz e soul clássicos. E Gilroy usou as músicas para reorientar o drama interno de seu personagem. “Cortamos gordura até o músculo. Percebemos que o personagem de Denzel era tão forte que podíamos focar mais no enredo em torno dele. Você nunca o viu vulnerável assim. É uma transformação importante, fisicamente e emocionalmente. Observando a reação do público, percebemos que, além de seu caráter, havia uma história que funcionaria melhor se fosse enxugada e reorientada”. Este tipo de mudança após a exibição num festival não é muito comum, mas costuma dar certo. Neste ano, o filme “Terra Selvagem”, de Taylor Sheridan, cortou cerca de quatro minutos após sua première no Festival de Sundance. E ao exibir a nova versão em Cannes, Sheridan foi premiado com o Melhor Diretor na seção Um Certo Olhar. “Roman J. Israel, Esq.” é segundo suspense dramático de Dan Gilroy, após sua estreia na direção com o excelente “O Abutre” (2014). Roteirista experiente (autor de “Gigantes de Aço”, “O Legado Bourne” e “Kong: Ilha da Caveira”), Gilroy subverte expectativas na trama, que se insinua como um típico drama urbano, em que o protagonista é um advogado veterano que ninguém respeita. Líder de protestos na juventude, Roman J. Israel virou um sujeito antiquado e acaba demitido. Mas não há uma reviravolta edificante que conduza à sua recuperação. Diante da falta de opções, ele usa uma informação privilegiada, sobre o paradeiro de uma fortuna ilegal, para mudar de vida. Só que a falcatrua desperta a desconfiança do chefe da quadrilha, que passa a ameaçá-lo e colocar sua vida em risco. O elenco também inclui Colin Farrell (“Animais Fantásticos e Onde Encontrá-los”), Shelley Hennig (série “Teen Wolf”), Carmen Ejogo (“Alien: Covenant”), Nazneen Contractor (série “Heroes: Reborn”), Tony Plana (série “Ugly Betty”) e Niles Fitch (série “This Is Us”). A estreia está marcada para o dia 3 de novembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Nancy Drew inspira projeto de nova série de mistério

    18 de outubro de 2017 /

    A NBC está desenvolvendo uma série sobre “Nancy Drew”, a famosa detetive adolescente da literatura juvenil. Segundo o site Deadline, os produtores são os mesmos que tentaram emplacar um programa com a personagem na rede CBS em 2015: Joan Rater e Tony Phelan, ambos produtores de “Grey’s Anatomy” e “Madame Secretary”. Na ocasião, o projeto nem chegou à fase de piloto. A diferença é que a tentativa anterior imaginava a vida da protagonista como adulta, após sua carreira de detetive mirim. A nova abordagem vai se centrar numa história fictícia sobre a suposta escritora dos livros de Drew. A autora se envolve em um mistério de assassinato na vida real e resolve recorrer a suas duas melhores amigas de infância – justamente as que foram a inspiração para todos os livros. Na verdade, Nancy Drew foi criada por um homem, o editor Edward Stratemeyer em 1930, como contraparte feminina para sua série de detetives juvenis dos Hardy Boys. As histórias eram publicadas sob o pseudônimo de Carolyn Keene, mas eram escritas por diversos escritores-fantasmas diferentes. A ideia dos produtores de considerar o pseudônimo como uma pessoa real é uma forma de recuperar a premissa da série recusada – com uma escritora adulta de histórias de detetive mirim no lugar da versão adulta da própria detetive mirim. Além de Nancy, os livros incluíam suas duas melhores amigas, Bess Marvin e George Fayne. Em seu contexto original, ela era uma pré-adolescente que vivia com seu pai na cidadezinha de River Heights, resolvendo mistérios que envolviam os jovens da vizinhança. A menina só começou a crescer a partir dos anos 1980, quando uma nova série literária, “The Nancy Drew Files”, passou a incluir enredos românticos. Os mistérios de Nancy Drew já venderam mais de 80 milhões de exemplares em todo o mundo, tendo sido traduzidos em 45 línguas diferentes. A personagem também já apareceu em cinco filmes e duas séries televisivas (nos anos 1970 e 1990), além de games de computador e produtos variados. O filme mais antigo, “Nancy, A Detetive”, é de 1938. O mais recente foi lançada no cinema em 2007. Intitulado “Nancy Drew e o Mistério de Hollywood”, trazia Emma Roberts (série “Scream Queens”) no papel-título. Para virar série, o projeto precisará passar pela produção e aprovação do piloto, que por enquanto não tem cronograma previsto.

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    Estreia de filme em que Benedict Cumberbatch vive Thomas Edison é adiada após escândalo sexual

    18 de outubro de 2017 /

    Em meio ao escândalo sexual que envolve Harvey Weinstein, a produtora The Weinstein Company decidiu adiar a estreia do esperado filme “The Current War”, que traz Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como Thomas Edison. Desde a sua primeira exibição no Festival de Toronto, o longa era considerado um forte candidato a o Oscar, mas a empresa percebeu que não terá a menor chance de disputar o troféu neste ano e o tirou da programação. A mudança aconteceu depois de o roteirista do longa, Michael Mitnik (“O Doador de Memórias”), ter cancelado a sua participação no Festival de Nova York. De acordo com a revista Variety, Mitnik considerou “inapropriado” promover a obra em meio ao escândalo. Sua estreia estava programada para 24 de novembro nos Estados Unidos, mas agora só chegará aos cinemas em 2018, em data a ser determinada. Mais de 40 mulheres já declararam terem sido abusadas pelo produtor desde que a atriz Ashley Judd tomou coragem para ser a primeira a denunciar publicamente o comportamento do magnata, numa reportagem do jornal The New York Times, publicada em 5 de outubro. Em pouco mais de uma semana, diversas estrelas famosas compartilharam suas experiências de terror com Weinstein, entre elas Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow, Rose McGowan, Léa Seydoux e Cara Delevingne. Uma reportagem ainda mais polêmica, da revista New Yorker, apresentou as primeiras denúncias de estupro, inclusive da atriz Asia Argento. Após o escândalo ser revelado, Weinstein foi demitido da própria produtora, The Weinsten Company, teve os créditos de produtor retirado de todos os projetos em andamento de que participa e foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, responsável pelo Oscar, e pelo BAFTA, a Academia britânica, além do Sindicato dos Produtores dos Estados Unidos (PGA). Ele também deve enfrentar um processo criminal.

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