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    Artista do Desastre presta homenagem fascinante ao “pior filme do mundo”

    11 de fevereiro de 2018 /

    Quem já viu “The Room” não esquece. O filme de Tommy Wiseau é uma experiência como poucas, um mergulho num lago de ruindade tão profundo que a única opção de sobrevivência é encarar aquilo com humor. Considerado por muitos como o pior filme de todos os tempos, “The Room” foi aos poucos ganhando status de cult e agora volta aos holofotes com este delicioso “Artista do Desastre”, dirigido e estrelado por James Franco. “Artista do Desastre” retrata a gênese por trás da obra-prima da desgraça, contando o encontro de Wiseau (vivido pelo próprio Franco, absurdamente fascinante) e o jovem aspirante a ator Greg Sestero (Dave Franco), quando ambos tentaram a sorte e o sucesso em Los Angeles, ainda no início deste século. Assim como em “Ed Wood” (1994), de Tim Burton, o olhar de Franco sobre Wiseau e sua obra é de um certo carinho: um cara completamente sem noção, mas que acredita estar fazendo o melhor trabalho e que vai persistir até o fim para realizar a sua visão, custe o que custar – seja em termos financeiros como também de esgotamento físico e mental dos demais envolvidos. Baseado no livro de mesmo nome, o filme investe em estabelecer boa parte do que é exibido em “The Room” com um toque autobiográfico: é como se Wiseau usasse seu filme para fazer uma catarse, exorcizando seus demônios, suas inseguranças e suas neuras em relação a sua atuação, seus amigos e sua figura excêntrica. Ainda que não seja obrigatório, fica claro que ter visto “The Room” ajuda bastante na apreciação do filme, visto que há diversas piadas internas que somente os iniciados irão captar. De qualquer maneira, “Artista do Desastre” é um filme fascinante, uma comédia deslavada que fala sobre a indústria e seus aspectos mais cruéis com inteligência e que ainda oferece ao mundo a oportunidade de conhecer Tommy Wiseau, uma das figuras mais extravagantes a surgir no planeta Terra. Atenção para os créditos finais, em que são comparadas diversas cenas do original com as sequências refeitas por Franco, e na cena pós-créditos, em que o próprio Wiseau dá as caras.

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    O Destino de uma Nação destaca atuação de Gary Oldman e fascínio por Churchill

    11 de fevereiro de 2018 /

    “O Destino de uma Nação” foi o segundo filme proveniente do Reino Unido, no ano de 2017, a colocar Winston Churchill (1874-1965) em evidência. O outro foi “Churchill”, de Jonathan Teplitzky, que focaliza o estadista se questionando e sendo questionado no período decisivo da vitória, na 2ª Guerra Mundial, quando da invasão da Normandia, no famoso Dia D. O ator Bryan Cox compôs Churchill muito bem. Aqui, a proeza de compor Churchill coube a Gary Oldman, que está ótimo, irreconhecível ao viver o papel. É o favorito para o Oscar de Melhor Ator, por sinal. A situação é outra, é o período anterior, em que a Inglaterra cogitava negociar com Hitler e Mussolini, entregando parcialmente os pontos, tentando salvar o que pudesse. O que virou o jogo foi justamente a liderança e o arrojo do primeiro ministro Winston Churchill, que, sendo capaz de ouvir seu povo, passou a contar com ele, o que acabou possibilitando a salvação milagrosa do exército britânico, encurralado em Dunquerque. Um líder político capaz de decidir com firmeza, ainda que tivesse suas próprias dúvidas e medo de errar, é fundamental numa hora dessas. A história tem suas próprias determinantes e seu próprio ritmo, mas as pessoas fazem muita diferença e imprimem sua marca nos acontecimentos. Não surpreende a fixação na figura de Churchill ser tão forte até os dias de hoje. Não só para louvar seu papel e liderança decisivos, mas para mostrar o lado questionável e polêmico do político. Isso fica claro, tanto em “O Destino de uma Nação” quanto em “Churchill”. Neste último, até surpreende pela figura vulnerável que apresenta. Mas “O Destino de uma Nação” parece muito mais convincente, ao valorizar, numa medida que parece justa, a figura decisiva do Primeiro Ministro, que passou para a História, com honras e glórias. Porém, tanto o personagem era polêmico que, depois da vitória na guerra, perdeu as eleições na Inglaterra. A batalha de Dunquerque, que consistia em resgatar os soldados britânicos da morte certa, foi, em 2017, também objeto do filme “Dunkirk”, de Christopher Nolan, que acaba sendo um complemento perfeito para “O Destino de uma Nação”, ambos na disputa do Oscar 2018. A presença do personagem de Churchill em dois filmes diferentes produz um exercício interessante, para entender a complexa figura sob diferentes ângulos, além do papel importante de sua mulher, Clementine, aqui no desempenho de Kristin Scott Thomas, e de sua secretária pessoal (Lily James), em momentos marcantes de suas decisões. Joe Wright faz um filme convencional na forma, mas bastante interessante de se ver, pela história que conta e pelo envolvimento emocional com o personagem e seus dilemas políticos. A questão política está bem trabalhada no filme, suas tensões e seu suspense funcionam como elementos que fisgam o espectador.

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    Me Chame pelo Seu Nome vence prêmio de Roteiro Adaptado

    11 de fevereiro de 2018 /

    O filme “Me Chame pelo Seu Nome” venceu na noite de sábado (10/1) o prêmio de Melhor Adaptação de Cinema do 30º USC Scripter Award, premiação que destaca roteiristas que transpõem obras literárias para as telas. O troféu foi entregue para o veterano James Ivory e o autor do livro original, André Aciman. O Scripter Award não tem nenhuma relação com a premiação da Academia, já que seus eleitores não são profissionais de cinema, mas acadêmicos da UCS (University of Southern California). Mas, por coincidência, nos últimos sete anos o filme que se saiu vencedor do troféu universitário também venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado – desde “A Rede Social” (2010). No USC Scripter Award, “Me Chame Pelo Seu Nome” enfrentou todos os seus concorrentes no Oscar: “Artista do Desastre”, “A Grande Jogada”, “Logan”, e “Mudbound”, além de mais dois filmes, “Mulher-Maravilha” e “Z: A Cidade Perdida”. Na categoria Melhor Adaptação para TV, o prêmio foi entregue para o roteirista Bruce Miller pelo primeiro episódio da série “The Handmaid’s Tale”, baseada na obra da escritora Margaret Atwood.

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    Criador de Deadpool detona trailer do filme de Venom

    11 de fevereiro de 2018 /

    O artista de quadrinhos Rob Liefeld, criador de Deadpool, Cable e vários outros personagens que vão virar filmes da Fox, usou o Twitter para criticar o trailer de “Venom”. A prévia gerou comentários negativos por não mostrar o personagem-título. “Sony, pare de reclamar os críticos e expressar sua insatisfação, que eles estão falando a verdade. Vocês apressaram um teaser que não estava pronto. Olhem no espelho”, escreveu Liefeld. “Venom” traz Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) no papel-título e tem direção de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”). A estreia está marcada para 4 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Sony, stop calling bloggers and expressing your dissatisfaction that they are reflecting the truth. You ran that teaser that wasn’t ready for prime time! Look in the mirror. — robertliefeld (@robertliefeld) February 8, 2018

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    Jean-Pierre Jeunet diz que a A Forma da Água plagiou cena de Delicatessen

    11 de fevereiro de 2018 /

    O cineasta francês Jean-Pierre Jeunet, até hoje lembrado por “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001), acusou Guillermo del Toro de copiar uma cena de “Delicatessen” (1991), seu primeiro filme, em “A Forma da Água”. As cenas tem elementos similares, mas a execução é completamente diferente. Em comum, há um casal sentado, ouvindo uma música antiga numa TV em preto e branco, e fazendo movimentos ao som das canções. Em “A Forma da Água”, Sally Hawkins e Richard Jenkins imitam a coreografia de sapateado num sofá. Em “Delicatessen”, Dominique Pinon e Marie-Laure Dougnac apenas balançam para cima e para baixo, forçando as molas de uma cama. Compare abaixo. Apesar das diferenças, Jeunet garante que foi plagiado. Não só isso, decidiu tomar satisfações. Em entrevista ao jornal Ouest-France, Jeunet disse que conversou com Del Toro sobre o caso: “Falei para ele ‘Você tem muita imaginação, muito talento. Por que roubar as ideias de outros?’. E ele me disse: ‘Devemos tudo a Terry Gilliam’. Então, ele acha que não rouba nada dos outros, porque Terry Gilliam influenciou todos nós. Quando ele dirige uma cena de um casal sentado na beirada de uma cama dançando com os pés, com a música de fundo na TV, é tão copiado de Delicatessen que falei para mim mesmo que ele não tem respeito próprio”. Embora tenha visto uma cama na cena do sofá de “A Forma da Água”, o diretor francês afirmou que não ficou bravo com o mexicano, apenas desapontado. “Guillermo tem talento suficiente para não fazer isso. [Mas] é óbvio que ele tinha ‘Delicatessen’ em mente”. Em janeiro, “A Forma da Água” também foi acusado de plagiar a peça “Let Me Hear Your Whisper”. Neste caso, as semelhanças são brutais. O longa de Guillermo del Toro recebeu 13 indicações ao Oscar 2018 e já está em cartaz no Brasil.

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    Tudo que Quero: Dakota Fanning é trekker autista em trailer legendado de drama indie

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de “Tudo que Quero” (Please Stand By), drama indie americano que presta homenagem aos fãs de “Star Trek”. Na prévia, Dakota Fanning (“Amaldiçoada”) é uma jovem autista obcecada pelo universo trekker, que sonha escrever para a franquia. Até que uma competição de roteiros para uma nova história da série a faz fugir dos cuidados da terapeuta e da irmã mais velha para chegar à fronteira final: Los Angeles. Mas nem todas as novas formas de vida que encontra se mostram amistosas, o que faz com que reviravoltas transformem sua jornada numa grande aventura. O bom elenco da produção também inclui Toni Colette (“Uma Longa Queda”) como a terapeuta e Alice Eve (que já estrelou um filme da franquia, “Além da Escuridão: Star Trek”) como a irmã mais velha. Outras participações incluem Jessica Rothe (“A Morte te Dá Parabéns”), Michael Stahl-David (série “Narcos”), Marla Gibbs (da série clássica “Os Jeffersons”), River Alexander (“O Verão da Minha Vida”), Tony Revolori (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Patton Oswalt (série “Agents of SHIELD”) como um policial geek. O roteiro é de Michael Golamco (editor de textos da série “Grimm”) e a direção do polonês Ben Lewin, de 71 anos de idade, cujo trabalho mais recente foi o premiado drama indie “As Sessões” (2012). Para completar, a trilha é do guitarrista brasileiro Heitor Pereira (da franquia “Meu Malvado Favorito”). A estreia está marcada para 26 de abril no Brasil.

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    Pôster de Os Incríveis 2 destaca a volta de Edna Moda

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Disney-Pixar divulgou um novo pôster de “Os Incríveis 2”, que destaca a personagem Edna Moda, responsável pela criação dos uniformes dos super-heróis do título. A arte foi desenvolvida especialmente para a New York Fashion Week. Além dela, a continuação do clássico de 2004 vai trazer de volta a incrível família Parr: Sr. Incrível (Bob Parr), Mulher-Elástica (Helen Parr) e os filhos Violeta (Violet Parr), Flecha (Dash Parr) e Zezé (Jack-Jack Parr) – que continuam a ser dublados, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone (Lucius Best). E, claro, Brad Bird segue dando voz a Edna. Sem esquecer que ele é o diretor do longa, que tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Charlize Theron é coberta de adesivos em pôster de comédia

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Focus Features divulgou o pôster de “Tully”, comédia que volta a juntar Charlize Theron com o diretor e a roteirista de “Jovens Adultos”. A imagem mostra a atriz com o rosto repleto de adesivos infantis. Charlize não vive a personagem-título, mas a mãe de duas crianças pequenas e um bebê recém-nascido, que não consegue dar conta da família. Para salvá-la da estafa, entra em cena a tal Tully, uma “Mary Poppins” moderna, babá cheia de sorrisos e juventude, vivida por Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”). Segundo a sinopse, a mãe e a babá acabam desenvolvendo uma grande amizade. O elenco também inclui Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como o marido. Escrita por Diablo Cody e dirigida por Jason Reitman, “Tully” tem estreia marcada para 20 de abril nos Estados Unidos e apenas dois meses depois, em 21 de junho, no Brasil.

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    Jóhann Johánnsson (1969 – 2018)

    10 de fevereiro de 2018 /

    O compositor de trilha sonoras Jóhann Johánnsson, duas vezes indicado ao Oscar da categoria, morreu em Berlim na sexta-feira (9/2), de causas ainda desconhecidas, com apenas 48 anos de idade. A informação foi confirmada por seu empresário neste sábado, mas não há maiores detalhes. Nascido em Reykjavík, capital da Islândia, em 1969, Johánnsson começou a trabalhar com trilhas no filme “The Icelandic Dream” (2000), antes de lançar seu primeiro álbum solo, “Englabörn”, em 2002. Sua estreia no cinema norte-americano aconteceu no drama indie “For Ellen” (2012), imediatamente seguida pelo thriller “Os Suspeitos” (2013), que inaugurou uma parceria bem-sucedida com o cineasta canadense Denis Villeneuve. Ele voltou a trabalhar com Villeneuve em “Sicario: Terra de Ninguém” (2015), que lhe rendeu sua primeira indicação ao Oscar, e “A Chegada” (2016), que causou forte impressão pela trilha eletrônica minimalista. Johánnsson também disputou o Oscar pela trilha da cinebiografia britânica “A Teoria de Tudo” (2014), de James Marsh, que lhe rendeu o Globo de Ouro da categoria. Sua experiência cinematográfica não se restringiu à composição. A inclinação para criar música de vanguarda o levou a trabalhar com o diretor Darren Aronofsky na concepção do impactante design de som de “Mãe!” (2017). Ele também dirigiu, roteirizou, fotografou e musicou o curta documental “End of Summer” (2014), em que registrou as semelhanças entre os extremos do mundo, da Islândia e da Antártida. Além disso, musicou a série islandesa “Trapped” (2016), dirigida por seu compatriota Baltazar Kormákur. Seus últimos trabalhos foram as trilhas do drama britânico “The Mercy”, segunda parceria com James Marsh, que estreou no dia de sua morte no Reino Unido, e da produção americana “Maria Madalena”, de Garth Davis, ainda inédita nos cinemas.

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    Último papel de Reg E. Cathey foi como pai de Luke Cage na inédita 2ª temporada da série

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Marvel divulgou um comunicado lamentando a morte do ator Reg E. Cathey (“Quarteto Fantástico”), que faleceu na sexta (9/2) de câncer no pulmão, e informando que seu último papel será na série “Luke Cage”. Ele vai interpretar o pai do personagem-título. “Todos na Marvel Television estão profundamente entristecidos pela perda de Reg E. Cathey. Foi uma honra trabalhar com ele e conhece-lo. Nossas mais profundas condolências vão para sua família e amigos. Na 2ª temporada de ‘Luke Cage’, Reg interpreta James Lucas, o pai de Luke. Fomos sortudos o suficiente de viver a magia que foi a última perfomance de Reg”, diz o comunicado. Mike Colter, intérprete de Luke Cage, também prestou sua homenagem no Twitter. “Entre com suavidade nessa noite acolhedora, meu irmão. Foi uma honra passar um tempo com você no set, conhecê-lo como pessoa e artista. Você fará falta, e meus pêsames para a sua família. Eu te saúdo, Reg E. Cathey”, escreveu o ator. A 2ª temporada de “Luke Cage” ainda não recebeu data de estreia na Netflix. Go gentle into that good night my brother. It was an honor spending time with you on set. Getting to know you as a person and an artist. You will be missed. Condolences to your family. I salute you. #Reg E. Cathey? https://t.co/4tNWpRoZrm — Mike Colter (@realmikecolter) February 10, 2018

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    John Krasinski introduz o terror de Um Lugar Silencioso em vídeo legendado de bastidores

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount divulgou a versão legendada do vídeo de bastidores do terror “Um Lugar Silencioso” (A Quiet Place), que, além de comentários do diretor e ator John Krasinski (“Detroit em Rebelião”), traz as mesmas cenas do comercial exibido nos Estados Unidos durante o Super Bowl (final do campeonato americano de futebol, maior audiência e espaço comercial mais cobiçado da TV americana). “Um Lugar Silencioso” é o primeiro filme em que Krasinski e sua esposa, Emily Blunt (“A Garota no Trem”), trabalham juntos. O ator também assina a direção, após comandar as comédia indies “Brief Interviews with Hideous Men” (2009) e “Família Hollar” (2016). Rodado em relativo sigilo, o filme registra uma família que se afasta da civilização para viver no mais completo silêncio, numa fazenda isolada. O motivo do silêncio são criaturas terríveis, que reagem ao menor barulho. A origem desses monstros está sendo tratada com o mesmo silêncio da trama no material de divulgação. O roteiro também foi trabalhado por Krasinski em parceria com a dupla Scott Beck e Bryan Woods, que fizeram juntos o terror de sobrevivência “Nightlight” (2015). Além do casal, o elenco inclui as crianças Millicent Simmonds (“Sem Fôlego”) e Noah Jupe (“Extraordinário”). A estreia está marcada para 12 de abril no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Remake de Um Salto para a Felicidade ganha novo trailer com Anna Faris

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Pantelion Films divulgou o segundo trailer de “Overboard”, remake da comédia clássica “Um Salto para a Felicidade” (1987), um dos grandes sucessos do diretor Garry Marshall (“Uma Linda Mulher”), originalmente estrelado pelo casal Goldie Hawn e Kurt Russell. A nova versão conta a mesma história, mas troca o gênero dos personagens. Desta vez, a loira é pobre e o homem rico. Anna Faris (série “Mom”) é uma mãe solteira que faz bico de faxineira e, após ser mal-tratada por um milionário, perde seu emprego. Mas o destino lhe permite uma oportunidade de ouro para se vingar. Isto acontece quando o personagem vivido pelo mexicano Eugenio Derbez (“Não Aceitamos Devoluções”) cai de seu um iate e perde a memória, esquecendo que é rico e arrogante. A mulher se apresenta no hospital como sua esposa e o leva para casa, fazendo-o cuidar das crianças e trabalhar em três empregos, crente que realmente é seu marido pobre. Além de Faris e Derbez, o elenco também conta com Eva Longoria (série “Desperate Housewives”) como a dona de uma pizzaria que emprega Kate. O papel não consta do filme original, mas é descrito de forma similar ao do melhor amigo do personagem de Russel – vivido por Michael G. Hagerty em 1987. O remake tem roteiro e direção de Bob Fisher e Rob Greenberg. O primeiro é roteirista de comédias de sucesso, como “Penetras Bons de Bico” (2005) e “Família do Bagulho” (2013) e fará sua estreia como diretor, enquanto Greenberg criou a série “We Are Men” e dirigiu episódios de várias sitcoms – de “Scrubs” a “How I Met Your Mother”. A estreia está marcada para 20 de abril nos Estados Unidos. Já o lançamento no Brasil ficou para alguns meses depois de sair em streaming, Blu-ray americano e DVD de camelô brasileiro, em 25 de outubro. Ruim para a Paramount, responsável pela distribuição nacional, se manter esta data.

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    Jay Duplass é ex-presidiário apaixonado em trailer de drama indie

    10 de fevereiro de 2018 /

    A Orchard divulgou o trailer do drama indie “Outside In”, escrito e estrelado por Jay Duplass (série “Transparent”), no papel de um ex-presidiário com dificuldades de se ajustar à vida fora das grades. Ccondenado por um crime que não cometeu, ele confunde gratidão e amor em relação à sua antiga professora (Eddie Falco, da série “Nurse Jackie”), que lutou durante 20 anos para libertá-lo. O problema é que ela é casada e tem uma filha adolescente (Kaitlyn Dever, de “Detroit em Rebelião”). O filme tem direção de Lynn Shelton (“Encalhados” e “A Irmã da Sua Irmã”), que também coescreveu o roteiro, e o elenco ainda inclui Ben Schwartz (série “House of Lies”), Matt Malloy (“A Guerra dos Sexos”) e Aaron Blakely (série “Man in the High Castle”). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto do ano passado e a estreia vai acontecer direto na internet, após exibição no Festival SXSW (South by Southwest) em março. Não há expectativa de lançamento no Brasil.

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