
Divulgação/Olhar Digital
Paolla Oliveira estreia no terror com “Herança de Narcisa”
Atriz interpreta duas personagens no drama sobrenatural e dispensou dublês em cenas físicas
Primeiro terror da carreira
Paolla Oliveira estreia no terror em “Herança de Narcisa”, trama sobrenatural que venceu a mostra Novos Rumos do Festival do Rio e chega aos cinemas na próxima quinta-feira (9/7). A atriz afirmou que aceitou o papel com receio, justamente por não ser fã do gênero e se considerar medrosa.
O que Paolla Oliveira disse?
Durante coletiva de imprensa do filme, realizada na terça (30/6), a intérprete de Heleninha Roitman em “Vale Tudo” contou que chegou a hesitar antes de aceitar o projeto. “Sou medrosa, tá? Sou uma mulher que não é adepta dos filmes de terror”, confessou, aos risos.
A insegurança inicial diminuiu quando ela leu o roteiro. Segundo a atriz, a tensão já estava presente na escrita, antes mesmo de ganhar forma nas filmagens.
Qual é a história do filme?
Definido pelos realizadores Clarissa Appelt (“A Casa de Cecília”) e Daniel P. Dias como um drama sobrenatural, “Herança de Narcisa” aborda ancestralidade feminina, relações entre mães e filhas e heranças emocionais transmitidas entre gerações.
Na narrativa, Paolla interpreta Ana, uma mulher que volta à casa onde passou a infância para resolver questões ligadas à herança deixada pela mãe. O retorno, porém, abre espaço para acontecimentos sobrenaturais e memórias familiares que passam a assombrar a personagem.
A atriz também vive Narcisa, a mãe morta e figura central para os mistérios da trama. A dupla função tornou o trabalho mais complexo e exigiu uma construção feita em parceria com os diretores.
Cenas físicas dispensaram dublês
Paolla afirmou que a mistura entre drama e terror ajudou a encontrar o tom das personagens. “Todos os pontos foram me ajudando a criar as relações. O próprio terror me ajudou. Como eu coloco essa mulher tão intensa dentro dessa casa a ponto de a gente se interessar pela história dela? Foi delicioso descobrir cada parte.”
A atriz também contou que realizou diversas sequências sem dublês. A decisão ajudou a dar uma resposta corporal à personagem, algo que ela considera parte importante de seu processo de criação.
“Fui fazendo as minhas cenas sem dublês, eles [os diretores] quase morreram. E isso também dá uma sensação no corpo. Eu sou muito física. Então criar essa personagem também foi no dia a dia”, disse.
Veja o trailer