Susan Sarandon lembra de exemplo de Paul Newman no Dia Internacional da Mulher
Susan Sarandon aproveitou o tema do Dia Internacional das Mulheres para prestar homenagem a um homem exemplar. Em entrevista à rádio BBC, ela revelou que, há 20 anos, o ator americano Paul Newman lhe deu a parte do seu salário para que ela ganhasse o mesmo que ele nas filmagens de “Fugindo do Passado” (1998). A atriz contou nesta quinta (8/3) que o contrato da produção do filme de 1998 tinha uma cláusula que previa que todos os protagonistas deveriam ganhar o mesmo que o ator com o salário mais alto. Mas ela descobriu que, apesar disto e de ela ter a mesma carga de trabalho dos demais, a paridade salarial só era aplicada aos colegas homens – Newman e Gene Hackman. Ao saber dessa diferença, Newman resolveu agir. “Ele deu um passo à frente e disse: ‘Bem, vou lhe dar parte do meu cachê’. Ele era uma joia”, afirmou Sarandon sobre a atitude do amigo. Paul Newman faleceu em setembro de 2008 e foi um dos atores mais queridos e idolatrados de Hollywood. Ele foi indicado a dez Oscars, venceu um (por “A Cor do Dinheiro”) e recebeu dois prêmios honorários da Academia – um pela carreira e outro humanitário. Sarandon deu a entrevista em Londres durante a divulgação do seu mais recente projeto, o documentário “Bombshell: The Hedy Lamarr Story”, sobre a atriz e inventora Hedy Lamarr (1914-2000). Ela é produtora do filme.
Trailer legendado do Grinch revela novo malvado favorito
A Universal divulgou um novo pôster e o primeiro trailer legendado do desenho do “Grinch”. A prévia tem uma abordagem de “malvado favorito”. Assim, em vez de apresentar a trama clássica de ódio ao Natal, o vídeo explora o mau humor e maldades cotidianas do personagem-título. Uma das curiosidades é o uso da música “Happy”, chiclete de Pharrell Williams. O reforço positivo da trilha de “Meu Malvado Favorito 2” (2013) ressurge como um incômodo insuportável na vida do Grinch. Os paralelos ainda incluem um cachorro agindo como se fosse um minion. Ao mesmo tempo, as cenas destacadas subaproveitam seu dublador famoso. Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) não tem diálogos, apenas faz grunhidos na pele esverdeada da criatura criada por Dr. Seuss. Vale lembrar que o famoso personagem infantil também já foi dublado pelo ícone do terror Boris Karloff (“Frankenstein”) na animação “Como o Grinch Roubou o Natal” (1966) e, mais recentemente, vivido por Jim Carrey no longa com atores reais “O Grinch” (2000). A nova versão foi escrita, claro, pela dupla de “Meu Malvado Favorito”, Ken Daurio e Cinco Paul, em sua terceira adaptação de personagens de Dr. Seuss – após as animações “O Lorax: Em Busca da Trúfula Perdida” (2012) e “Horton e o Mundo Dos Quem!” (2008). Já a direção foi compartilhada por um quarteto, Yarrow Cheney (“Pets: A Vida Secreta dos Bichos”), Scott Mosier (criador da série animada “Clerks”, baseada em “O Balconista”), Peter Candeland (animador da série “Aladdin”) e Matthew O’Callaghan (“George, o Curioso”). A estreia está marcada para 8 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ewan McGregor é Christopher Robin no teaser legendado da nova fábula da Disney
A Disney divulgou a versão legendada do teaser de “Christopher Robin”, nova fábula com atores baseada em seu catálogo de animações clássicas. Mas apesar de trazer os personagens de “O Ursinho Pooh”, o filme não conta nenhuma história conhecida dos livros de A.A. Milne. Na verdade, a premissa remete a um filme de Steven Spielberg: “Hook” (1991), sobre o Peter Pan adulto. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano de Milne, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo por ter que demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Segundo a sinopse, Robin terá que achar uma maneira de ajudar o velho amigo sem perder tudo o que conquistou como adulto. Ewan McGregor (série “Fargo”) interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Os dois já tinham participado de outras filmagens de fábulas da Disney. Ela viveu a mãe de Cinderela em, claro, “Cinderela” (2015), e ele foi Lumière em “A Bela e a Fera” (2017). Curiosamente, este é o segundo filme recente sobre Christopher Robin. “Adeus Christopher Robin” mostrava a infância real do menino e trazia Domhnall Gleeson e Margot Robbie no papel de seus pais. Foi lançado direto em streaming no Brasil. Já a produção da Disney tem direção de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e estreia marcada para 2 de agosto no país, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Perda Total: Comédia de ação dos criadores de Workholics ganha novo trailer legendado
A Netflix divulgou um novo primeiro trailer legendado de “Perda Total” (Game Over, Man!), comédia de ação em que três garçons/faxineiros resolvem enfrentar criminosos altamente armados, que invadiram um evento cheio de famosos no hotel em que eles trabalham em Los Angeles. A premissa junta a ambientação do prédio angeleno cheio de reféns de “Duro de Matar” (1988) com a ideia de que um empregado qualquer – digamos, o cozinheiro de “A Força em Alerta” (1992) – pode vencer um exército de sequestradores. Ao menos, o roteiro é de comédia. O filme é estrelado por Adam Devine, Anders Holm e Blake Anderson. Além de atuar, Anders Holm também escreveu o roteiro. Já a direção é de Kyle Newacheck. Os quatro (Devine, Holm, Anderson e Newacheck) trabalharam juntos na série “Workholics”, que eles mesmos criaram. A estreia está marcada para 20 de abril.
Trailer legendado de Santa Clarita Diet traz Drew Barrymore sanguinária
A Netflix divulgou novas fotos, o pôster e o trailer legendado da 2ª temporada de “Santa Clarita Diet”, a série em que Drew Barrymore (“Juntos e Misturados”) vira zumbi. A prévia tem mais sangue, mais podridão, mais zumbis e mais… especulação imobiliária. Criada por Victor Fresco (série “Better Off Ted”), a série acompanha um casal de corretores imobiliários que tem sua vida suburbana perfeita colocada em cheque por um vírus zumbi. Quando a mulher começa a manifestar desejos carnais, em mais de um sentido, o marido se esforça para manter as aparências. O elenco inclui Timothy Olyphant (série “Justified”) como o marido de Barrymore, além de Liv Hewson (série “Dramaworld”) como a filha do casal e Skyler Gisondo (“Férias Frustradas”) como o nerd adolescente que os ajuda a lidar com a transformação da mãe suburbana numa impiedosa canibal. As cenas antecipadas mostram novos desdobramentos surreais da situação da protagonista, além de alguns dos convidados dos próximos episódios, entre eles Gerald McRaney (série “House of Cards”), Joel McHale (série “Community”) e Zachary Knighton (“As Calouras”). A 2ª temporada estreia em 23 de março.
Farofeiros invadem os cinemas nas estreias da semana
A programação desta quinta (8/3) está sortida, com besteirol, ação e até lançamentos para celebrar o Dia Internacional da Mulher. São 13 longas e uma dica: reflita bem antes de encarar as filas, porque muitos dessas produções vão logo logo enjoar de tanto reprisar na TV. Clique nos títulos abaixo para assistir aos trailers de todas as estreias. “Os Farofeiros” tem a maior distribuição, levando a mais de 500 telas a décima parceria entre o diretor Roberto Santucci e o roteirista Paulo Cursino – no curto espaço de oito anos. Fábrica de hits, a dupla é responsável pelos blockbusters “De Pernas pro Ar” e “Até que a Sorte nos Separe”, e mantém algumas características “autorais”, como elenco de humoristas da TV, personagens caricatos e interpretações histéricas. As piadas do novo trabalho giram em torno do velho tema das “férias frustradas”, mas em vez de acompanhar uma família, reúne “colegas da firma” numa viagem para o litoral, onde tudo dá errado. Com direito a todos os clichês esperados, a história é melhor resolvida – e engraçada – que outras da dupla, ainda que seja inevitável pensar que funcionaria melhor com personagens e praia paulistas ou como lançamento de verão – ou, melhor ainda, como série do Multishow. Em outros anos, “Encantados” também flertaria com o grande público. Mas o filme já era datado quando foi feito, em 2014, tendo “desencantado” nos cinemas apenas agora – e trazendo consigo o “assediador” José Mayer, justamente no Dia da Mulher… A trama é uma versão tupiniquim dos romances adolescentes sobrenaturais que foram tendência em Hollywood há meia década atrás. Gira em torno da filha de um influente político paraense, que tem visões de um índio bonitão nas águas da Ilha de Marajó. Se o samba-enredo parece conhecido é porque a combinação de folclore, rios místicos e “realismo fantástico” tem sido a base de sucessos noveleiros como “Pantanal” (1990) e “Velho Chico” (2016) – sem esquecer que já há uma versão adulta similar, “Ele, o Boto” (1987). A direção é de Tizuka Yamasaki, que chegou a ser apontada como diretora promissora nos anos 1980, antes de se especializar em filmes da Xuxa. Os filmes B dos EUA Os três filmes americanos da semana foram rodados com baixo orçamento e chegam com atraso no Brasil. Caso mais extremo, “Medo Profundo” foi lançado há oito meses nos Estados Unidos, ocasião em que virou uma das maiores surpresas do ano passado. Custou US$ 5,5 milhões e faturou US$ 44,3 milhões só no mercado doméstico, apesar da trama limitada, que mostra as atrizes Mandy Moore (série “This Is Us”) e Claire Holt (série “The Originals”) presas no fundo do mar, cercadas por tubarões e contando os minutos de oxigênio que lhes restam. Sem maiores pretensões, o suspense aquático sobreviveu à cotação medíocre, de 55% de aprovação no Rotten Tomatoes, para sair direto em DVD em vários países. O Brasil é o último lugar do mundo em que será projetado. Apesar de mais verba para efeitos visuais, “O Passageiro” segue a fórmula de filme B das parcerias anteriores entre o ator Liam Neeson e o diretor Jaume Collet-Serra. Como sempre, o protagonista vive o homem errado, que vira alvo de alguém que irá se arrepender até o fim da exibição. O diretor, que já tentara matar o astro num acidente de carro, de avião e a pé nas ruas, desta vez o coloca numa trem em seu trajeto cotidiano para casa. Ao ser abordado no vagão por uma mulher misteriosa (Vera Farmiga), ele acaba envolvido numa conspiração criminal que ameaça não apenas a sua vida, como a de todos ao seu redor. Um pouco acima da linha da mediocridade, atingiu 58% no Rotten Tomatoes e faturou US$ 36,2 milhões em três meses em cartaz na América do Norte. No “ajuste final”, foi salvo pelo público internacional, que pagou quase o dobro para ver o que Tony Scott filmaria em 2017 se ainda fosse vivo. Outra história de ação ferroviária, “15h17 – Trem para Paris” acabou virando um docudrama com direção do veterano Clint Eastwood. A trama acompanha três americanos de férias na Europa, que usam seu treinamento militar para impedir o ataque de um terrorista armado em um trem que viaja de Amsterdã para Paris. A premissa de filme de Steven Seagal dos anos 1990 aconteceu de verdade em 2015 e foi abordada por Eastwood com um tratamento quase documental, ao optar por dirigir os próprios três amigos, interpretando a si mesmos na recriação da viagem em que viraram heróis. Para ter assunto, o filme também mostra como eles se conheceram desde a infância e seu treinamento militar, e ainda serve como propaganda para o alistamento militar nos Estados Unidos. O resultado não convenceu, com 15% de aprovação. Orçado em US$ 30 milhões, dará prejuízo com apenas US$ 35,2 milhões em dois meses. O empoderamento do circuito limitado As melhores opções em cartaz começam com a produção britânica “Daphne”. Trata-se de uma anti-comédia romântica sobre a personagem-título, que transita pela noite de Londres entre bebedeiras e sexo casual, enquanto navega uma crise existencial a espera de um atrasado amadurecimento. A atriz Emily Beecham, mais conhecida como A Viúva da série “Into the Badlands”, foi premiada no Festival de Torino e indicada ao BIFA (premiação indie britânica) pelo papel. Já o filme tem só 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Número Um” é um suspense feminista passado no mundo das grandes corporações. Bastante atual, o longa francês acompanha sua protagonista numa campanha para ser promovida à CEO de sua empresa, defrontando-se com um rival sexista pelo cargo, que faz tudo para lembrá-la de “seu lugar”, inclusive jogar sujo para vê-la chorar como “mulherzinha”. Escrito, dirigido e estrelado por mulheres, destaca a interpretação de Emmanuelle Devos, indicada ao César (o Oscar francês) pelo desempenho. Outra história feminina francesa, “O Filho Uruguaio” acompanha a busca de uma mãe pelo filho pequeno, sequestrado pelo próprio pai. Após quatro anos do divórcio, sem que a polícia o tenha localizado, a mãe resolve procurar o filho por conta própria, planejando um reencontro no Uruguai. A realidade, porém, não acontece como em seus sonhos. O que não é exatamente inesperado. A maternidade também é o tema de “Uma Espécie de Família”, novo suspense do argentino Diego Lerman (“Refugiado”), que venceu o troféu de Melhor Filme do Festival de Chicago, Melhor Roteiro do Festival de San Sebastian e tem oito indicações ao “Oscar argentino”. A trama acompanha uma médica que viaja ao interior, num local distante, para o parto de uma jovem pobre. Pretendendo adotar o bebê, ela é surpreendida por um esquema de extorsão e, quando percebe a verdade sobre a situação em que se meteu, entra em desespero. No papel principal, a espanhola Bárbara Lennie foi coberta de elogios pela imprensa platina. Ela já tem o Goya (o Oscar espanhol) de Melhor Atriz por “A Garota de Fogo” (2014). E os documentários A programação se completa com quatro documentários brasileiros. O melhor é “Torquato Neto – Todas as Horas do Fim”, que resgata um dos expoentes menos lembrados da Tropicália. Culpa dele próprio, que se matou jovem. Jornalista, poeta, compositor, cineasta, deixou alguns clássicos da MPB como legado. “Santoro – O Homem e Sua Música” também resgata ícone esquecido da cultura brasileira do século 20. O amazonense Cláudio Santoro (1919-1989) chegou a ser considerado um dos maiores compositores eruditos do mundo. Mas, em vez de consagração, sofreu perseguição no Brasil por ser comunista. Impedido de exercer sua arte, precisou dar aulas particulares e até criar bois para sobreviver. Por fim, “Pra Ficar na História” registra os esforços de um gaúcho que criou um museu ao ar livre sobre a imigração italiana e “A Imagem da Tolerância” aborda o culto a Nossa Senhora de Aparecida.
Verdade ou Desafio: Terror com astros de Pretty Little Liars e Teen Wolf ganha trailer legendado
A Universal Pictures divulgou o trailer legendado do terror “Verdade ou Desafio” (Truth or Dare), que transforma o joguinho adolescente do título num pesadelo sobrenatural. A trama acompanha um grupo de amigos que vê seu passatempo inofensivo de uma noite de férias no México virar um jogo de horror, que não quer parar e irá persegui-los até matar a todos. O jogo é simples: responda a verdade para uma pergunta íntima ou cumpra um desafio. Caso contrário, acidentes trágicos acontecem. O elenco inclui atores conhecidos de séries adolescentes, como Lucy Hale (“Pretty Little Liars”), Tyler Posey (“Teen Wolf”), Violet Beane (“The Flash”), Aurora Perrineau (“Chasing Life”), Nolan Gerald Funk (“Awkward”), Sophia Ali (“Faking It”) e Landon Liboiron (“Hemlock Grove”). A direção é de Jeff Wallow (“Kick-Ass 2”) e a produção é da Blumhouse, produtora de “Corra!”, “Fragmentado”, “A Morte te Dá Parabéns” e inúmeros sucessos do gênero. A estreia está marcada para 5 de maio no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Trailer de Tully mostra esgotamento de Charlize Theron em nova comédia da equipe de Jovens Adultos
A Focus Features divulgou o segundo trailer de “Tully”, comédia que volta a juntar Charlize Theron com o diretor e a roteirista de “Jovens Adultos”. A prévia mostra a atriz esgotada pela rotina de ser mãe de duas crianças pequenas e um bebê recém-nascido. Mas ela não é a personagem-título. Tully, na verdade, é uma “Mary Poppins” moderna, uma babá cheia de sorrisos e juventude, vivida por Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”). Segundo a sinopse, a mãe e a babá acabam desenvolvendo uma grande amizade. O elenco também inclui Ron Livingston (“Invocação do Mal”) como o marido, além de Mark Duplass (série “The Mindy Project”), Emily Haine (série “Fargo”) e Elaine Tan (série “Hand of God”). Escrita por Diablo Cody e dirigida por Jason Reitman, “Tully” tem lançamento marcado para 20 de abril nos Estados Unidos e apenas dois meses depois, em 25 de junho, no Brasil.
Diretor de X-Men: Fênix Negra vai filmar remake de Fuga do Século 23
A Warner retomou seus planos de realizar um remake de “Fuga do Século 23” (Logan’s Run). O projeto já tem quase duas décadas e trocou de roteiristas e diretores inúmeras vezes. Mas agora vai, parece, talvez. Segundo o site Deadline, o estúdio quer levar às telas um roteiro de Peter Craig (das duas partes de “Jogos Vorazes: A Esperança”) com direção de Simon Kinberg, também roteirista, que vai estrear oficialmente como diretor em “X-Men: Fênix Negra”. Esta equipe foi definida após o estúdio recusar os projetos de, entre outros diretores, Joseph Kosinski (“Tron: Legacy”), Bryan Singer (“X-Men: Apocalipse”) e Nicolas Winding Refn (“Demônio de Neon”), além de roteiros de Alex Garland (“Ex-Machina” e “Aniquilação”), Tim Sexton (“Filhos da Esperança”) e Ryan Condal (criador de “Colony”). A história original é baseada num romance cultuado de ficção de científica, escrito por William F. Noland e George Clayton em 1967. A história se passa no futuro distópico e seu protagonista chamado Logan (Michael York, no filme original) é um caçador de foragidos de uma rígida lei populacional, que determina que todas as pessoas que completam 21 anos sejam mortas. Mas quando chega sua vez, ele também decide escapar. A adaptação cinematográfica original também se tornou cult e rendeu até uma série de TV, mas trazia uma diferença em relação à trama literária: os adultos eram condenados à morte ao completar 30 anos. Lançado em 1976, tinha direção de Michael Anderson (“1984”) e também foi estrelado por Jenny Agutter (“Equus”), Peter Ustinov (“Quo Vadis”) e Farrah Fawcett (série “As Panteras”). Curiosamente, a Warner tinha contratado Kinberg para escrever o roteiro e produzir a adaptação em 2015. Três anos depois, o projeto tem outro roteirista e Kinberg virou diretor.
Atriz de The Americans sofre grave acidente de carro e perde a filha de 4 anos
A atriz Ruthie Ann Miles, que interpretou a coreana Young Hee Seong na série “The Americans”, perdeu a filha de quatro anos e foi parar no hospital devido a um grave acidente de carro na segunda-feira (5/3), em Nova York. A filha morreu na batida, assim como outra criança, de 1 ano, filho de uma amiga que estava no carro. O carro da atriz foi abalroado em um cruzamento por outro veículo que passou pelo sinal vermelho. Segundo o jornal The Daily News, o motorista de 46 anos que provocou a batida afirma ter sofrido uma convulsão e não se lembra de nada do acidente. Ruthie, que está gravida, está internada e estável, assim como sua amiga. O motorista responsável pela batida também se encontra hospitalizado. A atriz conquistou em 2015 o Tony Award, o Oscar do teatro, pela peça “O Rei e Eu”, na Broadway. Além de aparecer em metade dos episódios da 4ª temporada de “The Americans”, ela também participou da série “Elementary” no ano passado.
Filme de Edir Macedo já vendeu 3 milhões de ingressos antecipados
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, batizada de “Nada a Perder – Contra Tudo. Por Todos”, já vendeu 3,1 milhões de ingressos antecipados durante um mês de pré-venda, segundo a Paris Filmes, produtora do longa. Em termos de comparação, a produção bíblica “Os Dez Mandamentos” vendeu pouco menos de 3 milhões na pré-venda e, após a estreia, se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos desde a criação da Embrafilme, em 1970, com 11,2 milhões. O recorde é controvertido, porque, apesar de esgotar ingressos, os cinemas não encheram. A ação envolveu a Igreja Universal, que teria distribuído ingressos nos cultos. A comunicação da igreja, na época, negou a compra de ingressos e afirmou apenas apoiar, “juntamente com nossos grupos voluntários e de projetos beneficentes em todo Brasil, que o público em geral tenha a oportunidade de assistir ao filme.” O mesmo envolvimento acontece agora com o filme do líder da Universal. “Nada a Perder”, que só chega aos cinemas em 29 de março, já esgotou algumas sessões do fim de semana de estreia nas principais capitais do país. Nas redes Cinépolis e Cinemark, a maior parte das sessões só têm ingressos disponíveis nas primeiras fileiras. No caso do Cinépolis, a compra do ingresso tem sido impulsionada pelo sorteio de uma viagem a Israel, “com um acompanhante e seu líder religioso”, e mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Mas a divulgação só está começando. De acordo com o colunista do UOL Flávio Ricco, a Record tem montado uma megaoperação para promover o filme. Além de uma série especial para o “Jornal da Record” e reportagens para o “Domingo Espetacular”, o plano inclui a exibição de 16 chamadas diárias até o dia do lançamento e o envio de uma equipe ao exterior para colher depoimentos de atores famosos que já interpretaram personalidades marcantes em filmes biográficos. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Ewan McGregor é Christopher Robin no primeiro teaser da nova fábula da Disney
A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Christopher Robin”, nova fábula com atores baseada em seu catálogo de animações clássicas. Entretanto, apesar de trazer os personagens de “O Ursinho Pooh”, a premissa remete a um filme de Steven Spielberg: “Hook” (1991), sobre o Peter Pan adulto. Para quem não lembra, Christopher Robin era o único personagem humano da obra infantil de A.A. Milne, inspirado no próprio filho do escritor. Nos livros originais e nos desenhos da Disney, ele é um menino curioso e de imaginação fértil. Mas, no filme, surge como um homem de negócios atormentado por ter que priorizar o trabalho à sua esposa e filha. Sofrendo por ter que demitir diversos funcionários, a última coisa que precisa é voltar a ver Pooh. Mas é exatamente o que acontece. O ursinho ressurge em sua vida, pedindo sua ajuda para encontrar seus amigos novamente. Segundo a sinopse, Robin terá que achar uma maneira de ajudar o velho amigo sem perder tudo o que conquistou como adulto. Ewan McGregor (série “Fargo”) interpreta o Robin adulto e Hayley Atwell (a “Agent Carter”) vive sua esposa. Os dois já tinham participado de outras filmagens de fábulas da Disney. Ela viveu a mãe de Cinderela em, claro, “Cinderela” (2015), e ele foi Lumière em “A Bela e a Fera” (2017). Curiosamente, este é o segundo filme recente sobre Christopher Robin. “Adeus Christopher Robin” mostrava a infância real do menino e trazia Domhnall Gleeson e Margot Robbie no papel de seus pais. Foi lançado direto em streaming no Brasil. Já a produção da Disney tem direção de Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e estreia marcada para 2 de agosto no país, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ansel Elgort negocia estrelar musical sobre a vida do escritor de A Pequena Sereia
Ansel Elgort pode estrelar um musical inspirado na via do escritor de fábulas Hans Christian Andersen. Segundo o site The Hollywood Reporter, as negociações estão adiantadas com a Fox 2000, que planeja criar um filme na linha de “O Rei do Show”, sucesso de bilheterias do conglomerado Fox. O dinamarquês Hans Christian Andersen criou inúmeros clássicos infantis, como as fábulas de “O Patinho Feio”, “O Soldadinho de Chumbo”, “A Pequena Sereia”, “A Rainha da Neve”, “A Polegarzinha”, etc. O roteiro está a cargo de David Magee (“O Retorno de Mary Poppins”) e a parte musical está sendo desenvolvida por Stephen Schwartz, responsável pelo fenômeno “Wicked” na Broadway e o musical clássico “Godspell – A Esperança”. Além disso, as filmagens contarão com os produtores de “Chicago” e dos remakes de “Hairspray” e “Footloose”, Craig Zadan e Neil Meron. Vale lembrar que a vida do escritor de fábulas encantadas já rendeu um musical de Hollywood. Intitulado, justamente, “Hans Christian Andersen”, o filme foi lançado em 1952 com o cantor Danny Kaye no papel principal.











