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Filme

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30 de junho de 2026
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    Danny Boyle é anunciado como diretor do próximo filme de James Bond

    25 de maio de 2018 /

    O cineasta britânico Danny Boyle foi confirmado como diretor do próximo filme do agente secreto James Bond, que será interpretado novamente por Daniel Craig. A participação da dupla, alvo de diversas notícias anteriores, foi oficializada nesta sexta (25/5) pelos produtores Michael G. Wilson e Barbara Broccoli. “Estamos felizes de anunciar que o excepcionalmente talentoso Danny Boyle dirigirá Daniel Craig em sua quinta interpretação de James Bond, no 25º filme da série”, disserem em comunicado. O longa-metragem, que ainda não teve o título definido nem sinopse divulgada, começará a ser rodado em dezembro nos estúdios Pinewood, perto de Londres. A estreia está programada para 25 de outubro de 2019 no Reino Unido. Vale lembrar que uma das condições impostas por Boyle para dirigir o filme, conforme apurado pela imprensa, incluía liberdade para criar um roteiro próprio. Segundo o site Deadline, o diretor já planejava fazer um thriller de espionagem quando foi sondado para assumir a franquia de 007. Sua proposta para os produtores consistia em transformar sua ideia original num filme de James Bond. Boyle teria trabalhado com John Hodge, com quem colaborou em seis filmes – entre eles o recente “Trainspotting: Sem Limites” – para criar a história. O problema é que o estúdio já tinha um roteiro pronto para o filme – da dupla Neal Purvis e Robert Wade, que escreve para a saga 007 desde “O Mundo Não É o Bastante”, lançado em 1999. Isto originou um impasse, porque Boyle informou que não pretendia filmar se não fosse o seu roteiro. Após ouvir a premissa do cineasta, os produtores teriam lhe dado um tempo específico para finalizar o roteiro, antes de decidir o que fazer. Caso preferissem o roteiro de Purvis e Wade, buscariam outro diretor. Com o anúncio oficial, o próximo filme de James Bond será dirigido por um vencedor do Oscar. Boyle venceu a estatueta da Academia dos Estados Unidos por “Quem Quer Ser Um Milionário”, em 2009. A produção marcará um reencontro do diretor com o ator Daniel Craig. Responsável pela abertura das Olimpíadas de Londres, Boyle comandou Craig numa cena de paraquedismo em que ele viveu justamente 007 nos jogos olímpicos. A Universal será responsável pela distribuição internacional do filme.

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  • Filme

    Diretor de Logan filmará “uma história de Star Wars” de Boba Fett

    25 de maio de 2018 /

    O diretor James Mangold, responsável por “Logan”, vai comandar o próximo spin-off da franquia “Star Wars”, que será focado em Boba Fett, o caçador de recompensas espacial. Embora a Lucasfilm e a Disney não tenham feito um anúncio oficial, fontes da revista The Hollywood Reporter informaram que o diretor co-escreverá o roteiro com Simon Kinberg, que também produzirá o longa. Os dois já trabalharam juntos em “Logan”, filme de super-herói produzido pelo primeiro, que rendeu a Mangold uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado – dividida com Michael Green e Scott Frank. Boba Fett foi apresentado em “O Império Contra-Ataca”, de 1980, e rapidamente se tornou um personagem querido pelos fãs, apesar do papel relativamente pequeno e da qualificação como um dos vilões da trama. Na trilogia que serviu de prólogo para a saga, George Lucas mostrou a origem do caçador de recompensas, dando ainda mais destaque para ele. Mas as principais histórias do personagem foram originadas no chamado “universo expandido”, publicadas em livros e quadrinhos que não são oficialmente reconhecidos como integrantes do cânone oficial. Além desse projeto, a Lucasfilm estaria desenvolvendo spin-offs centrados em outros personagens, como Obi-Wan Kenobi. Stephen Daldry (“Trash: A Esperança Vem do Lixo”) é quem estaria em negociações para dirigir o longa do mentor de Luke Skywalker.

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  • Filme

    Joaquin Phoenix e John C. Reilly são irmãos pistoleiros em trailers de comédia

    25 de maio de 2018 /

    A UGC divulgou o pôster francês, duas fotos e dois trailers de “The Sisters Brothers”, comédia passada no Velho Oeste, em que Joaquin Phoenix (“Ela”) e John C. Reilly (“Guardiões da Galáxia”) são irmãos pistoleiros. O filme é dirigido pelo cineasta francês Jacques Audiard (“Ferrugem e Osso”) e um dos trailers também é para o mercado francês. Na trama, os irmãos chamados Sisters (irmãs, em inglês) são contratados para matar um prospector de ouro (papel de Riz Ahmed, de “Rogue One”), que desenvolveu uma fórmula química revolucionária para o garimpo. Por conta disso, ele é protegido por outro pistoleiro (vivido por Jake Gyllenhaal, de “Animais Noturnos”). Com tom de humor negro, “The Sisters Brothers” será o primeiro filme de Audiard desde sua conquista da Palma de Ouro no Festival de Cannes 2015 com o drama de imigrantes “Dheepan – O Refúgio”. Baseado no livro homônimo de Patrick Dewitt (roteirista de “Terri”), o filme ainda não tem previsão de estreia, o que sugere um plano de lançamento nos festivais do final do ano.

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  • Filme

    Remake do clássico Papillon ganha 18 fotos, pôster e primeiro trailer

    24 de maio de 2018 /

    A produtora Bleecker Street divulgou 18 fotos, o pôster e o primeiro trailer do remake do filme clássico “Papillon” (1973), drama de prisão estrelado originalmente pelos grandes Steve McQueen e Dustin Hoffman. Na nova versão, os papéis são desempenhados por atores que fizeram carreira na TV: Charlie Hunnam (protagonista da série “Sons of Anarchy”) e Rami Malek (astro da série “Mr. Robot”). E esta não é a única diferença gritante. Comparado ao original, repleto de lama e sujeira, a prévia transforma o inferno prisional da trama num paraíso tropical. Baseado no mesmo livro escrito por Henri Charrière, o protagonista da historia real, a trama acompanha um criminoso francês condenado e cumprir pena de trabalhos forçados na Guiana Francesa. Lá, ele sofre com a brutalidade dos carcereiros e tenta escapar várias vezes, ao lado de um prisioneiro frágil, mas inteligente e supostamente rico, Louis Dega, que se torna seu amigo e o ajuda em seus planos de fuga. O elenco ainda inclui Eve Hewson (a filha de Bono, que está no vindouro “Robin Hood”), Tommy Flanagan (também da série “Sons of Anarchy”), Roland Møller (“Atômica”), Michael Socha (série “Once Upon a Time”) A nova versão foi escrita por Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”). E aí continuam as comparações. Vale lembrar que o roteiro original foi escrito por ninguém menos que o lendário Dalton Trumbo – um dos poucos roteiristas de Hollywood cuja própria vida rendeu um filme (“Trumbo”). O remake ainda marca a estreia do dinamarquês Michael Noer (“Nordvest”) em Hollywood. Já o original era uma obra de Franklin J. Schaffner, veterano cineasta de clássicos como “Patton” (1970) e “Planeta dos Macacos” (1968). A justificativa por trás desse e de outros remakes inferiores é que as novas gerações não conhecem os filmes originais, porque se recusam a ver clássicos. Com o aumento da influência da Netflix na formação cinematográfica da população, isso tende a se tornar uma realidade irreversível. O fast food feito com receita gourmet estreia em 24 de agosto nos Estados Unidos, após ter passado no Festival de Toronto do ano passado sem render maiores comentários.

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    Novo trailer legendado de Arranha-Céu: Coragem Sem Limite conta o filme quase todo

    24 de maio de 2018 /

    A Universal pode ter feito um favor ao público com o novo trailer legendado de “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”. A prévia resume o filme quase inteiro, deixando em aberto apenas a resolução, embora já mostre como Dwayne Johnson salva sua família desse thriller genérico, que parece um mashup de “Duro de Matar” (1988) com “Inferno na Torre” (1974). Portanto, se um amigo lhe contar o final, não esqueça de agradecer ao estúdio pelo vídeo que revela todas as reviravoltas e ajuda a economizar o preço do ingresso. Também foi divulgado um novo pôster, que pode ser conferido abaixo. No filme, Johnson é um ex-agente do FBI, que, após perder a perna numa explosão, vira consultor de segurança. E durante uma consultoria internacional se vê tendo que salvar sua família de criminosos fortemente armados num arranha-céu em chamas, saltando entre prédios e fazendo diversos malabarismos a dezenas de metros do solo com uma perna prostética. Isto mesmo, feito um super-herói de dar inveja no Homem-Aranha. O elenco inclui Neve Campbell (“Panico”), Pablo Schreiber (“Covil de Ladrões”), Byron Mann (série “Arrow”), Adrian Holmes (também de “Arrow”), Chin Han (“Ghost in the Shell”), Roland Møller (“Atômica”) e a menina Kayden Magnuson (série “The Whispers”). O filme tem roteiro e direção de Rawson Marshall Thurber, que só fez comédias em toda a sua carreira. Por sinal, a mais recente, “Um Espião e Meio” (2016), também foi estrelada por Johnson. A estreia está marcada para 12 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Idris Elba vai dirigir e estrelar nova versão de O Corcunda de Notre Dame

    24 de maio de 2018 /

    O ator britânico Idris Elba (“Thor: Ragnarok”) vai dirigir e protagonizar uma nova adaptação do clássico “O Corcunda de Notre Dame”, de Victor Hugo, que será produzida pela Netflix. Ainda sem título oficial, o projeto será um musical, e Elba também vai produzir as canções da trilha sonora. “O Corcunda de Notre Dame” narra a história de Quasimodo, um corcunda deformado e renegado pela população de Paris que encontra na tradicional catedral parisiense um lar seguro. Ele acaba se apaixonando pela cigana Esmeralda e a salva após uma confusão, mas isso não impede a turba de considerá-lo um monstro. A obra já foi adaptada inúmeras vezes no cinema, desde o cinema mudo, com Lon Chaney no papel principal, passando por uma versão com Anthony Quinn e Gina Lolobrigida nos anos 1950, até a animação da Disney de 1996.

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    Liam Neeson será o novo chefe dos Homens de Preto no cinema

    24 de maio de 2018 /

    O ator Liam Neeson (“Busca Implacável”) vai trocar seus thrillers violentos habituais pela comédia de ação como o chefe da divisão britânica dos Homens de Preto, no spin-off da franquia, também conhecida como “MIB” (abreviatura de Men in Black, homens de preto em inglês). A produção vai trazer Chris Hemsworth e Tessa Thompson, que trabalharam juntos em “Thor: Ragnarok”, como uma nova dupla de Homens de Preto, sob direção de F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”). O filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas anteriores, focando-se em outra divisão da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O roteiro aprovado pela Sony foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). Apesar de ainda não ter título oficial, o spin-off de “Homens de Preto” já tem data de estreia: 14 de junho de 2019.

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    Problemas de bastidores fizeram de Han Solo o filme mais caro da franquia Star Wars

    24 de maio de 2018 /

    A demissão da dupla de diretores formada por Phil Lord e Chris Miller (de “Anjos da Lei”), após cinco meses de filmagens de “Han Solo: Uma História Star Wars” teve preço. Segundo informações da revista Variety, refilmagens de cenas já finalizadas, mais o salário de Ron Howard, chamado para substituir os demitidos, além da extensão das filmagens, levaram a produção a custar por volta de US$ 250 milhões. Isto faz com que a produção de “Han Solo” tenha gasto US$ 5 milhões a mais que “Star Wars: O Despertar da Força”, até então o filme mais caro da franquia, além de US$ 50 milhões a mais que o orçamento de “Rogue One”, a primeira “Uma História Star Wars” – que também passou por refilmagens extensas. A reportagem da Variety também revela a extensão das refilmagens de “Han Solo”, que teria chegado a quase 70% do material para que o resultado final tivesse o estilo do novo diretor, cuja missão, ao entrar a bordo, era alinhá-lo aos demais títulos da franquia, de acordo com a visão criativa da presidente da Lucasfilm, Kathleen Kennedy. Os problemas de bastidores e os altíssimos custos devem ser superados com um bom rendimento da obra, que promete abrir com uma sólida bilheteria mundial neste fim de semana. “Han Solo: Uma História Star Wars” estreou na quinta-feira (23/5) no Brasil.

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    Assaltantes invadem a casa de Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli

    24 de maio de 2018 /

    Assaltantes armados invadiram a casa de Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli, localizada no bairro do Morumbi, em São Paulo, na manhã de quarta-feira (23/5). Os criminosos teriam usado três veículos na ação. O assalto foi confirmado pela Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP), mas não há informação sobre se o casal estava na residência no momento do crime. Os atores não fizeram comentários. Procurado pelo UOL, Riccelli disse que não iria falar, mas reforçou que a família passa bem. Um vizinho gravou a tentativa de assalto e essa gravação foi entregue à delegacia responsável pela investigação do caso. Foi ele quem, ao ver a movimentação, alertou a polícia. No boletim de ocorrência, registrado no 34º Delegacia de Polícia de São Paulo, consta que o assalto correu às 11h30 da manhã. “A polícia civil foi informada que aproximadamente sete homens portando armas longas em três carros renderam o vigia, deixando-o por aproximadamente 30 minutos em um dos carros, enquanto entraram na casa e roubaram alguns pertences.” A informação que chegou a circular, de que os bandidos haviam rendido o casal, não foi confirmada pela Secretaria de Segurança Pública, que ainda apura o crime. Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli estão juntos há 37 anos. Eles se conheceram quando estrelaram juntos a novela “Aritana”, produzida pela extinta TV Tupi, no ano de 1978. E além de continuarem casados, até hoje trabalham juntos. Os projetos mais recentes do casal também incluem o filho Kim Riccelli. Além de filmes, ele também estão envolvidos com a série “A Vida Secreta dos Casais” no canal pago HBO.

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    China ultrapassa América do Norte como maior mercado de cinema do mundo

    24 de maio de 2018 /

    A China superou a América do Norte e se tornou o maior mercado cinematográfico do mundo no primeiro trimestre de 2018, segundo dados chineses e americanos. As vendas de ingressos na China chegaram a 20,21 bilhões de yuans (cerca de US$ 3,17 bilhões) entre janeiro e março deste ano, de acordo com o órgão especializado China Movie Data Information Network, graças, principalmente, a blockbusters locais. No mesmo período, a arrecadação dos cinemas na América do Norte foi de US$ 2,8 bilhões. Cerca de 75% das bilheterias na China foram geradas por filmes do próprio país. Entre os dez filmes mais bem sucedidos estão sete produções locais. O filme de ação “Operação Mar Vermelho”, sobre uma missão antipirataria do exército chinês no Mar Vermelho, lidera as bilheterias, com 3,6 bilhões de yuans. O investimento na abertura de mais cinemas e o período de férias do Ano Novo chinês contribuíram para o aumento da arrecadação durante o começo do ano. Resta saber se Estados Unidos e Canadá compensarão a diferença durante a temporada de férias da América do Norte, que começa em junho.

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    Han Solo é a maior estreia dos cinemas nesta semana

    24 de maio de 2018 /

    O novo filme da franquia “Star Wars”, centrado na juventude de Han Solo, chega em mais de mil salas de cinema nesta quinta (25/5). A trama conta tudo o que os fãs já sabem sobre a origem do personagem, mas nunca tinham visto, e acrescenta algumas reviravoltas, além de ter um grande diferencial em relação aos demais títulos da franquia: é o primeiro que se passa na época do Império sem a presença de rebeldes em missão para destruir a Estrela da Morte. Com clima de aventura espacial, o filme também é mais leve que a recente trilogia – apesar de seus bastidores, que pesaram com a demissão e substituição dos diretores durante as filmagens. Um passatempo que agrada, mas sem empolgar muito. Com 71% de aprovação no Rotten Tomatoes, é o terceiro pior “Star Wars” já feito, acima apenas dos dois péssimos primeiros “Episódios” da trilogia dos anos 1990 – a nota cai ainda mais, para 63% apenas com a cotação da imprensa, isto é sem o aval dos blogueiros nerds. Como os cinemas de shopping center ainda estão passando “Deadpool 2” e “Vingadores: Guerra Infinita”, os demais lançamentos disputam espaço no circuito alternativo. Nada menos que 10 filmes – quatro deles brasileiros. Melhor das opções, a comédia “Tully” volta a reunir a equipe de “Jovens Adultos” (2011): a atriz Charlize Theron, a roteirista Diablo Cody e o diretor Jason Reitman. A trama mostra a atriz esgotada pela rotina de ser mãe de duas crianças pequenas e um bebê recém-nascido. Mas ela não é a personagem-título. Tully, na verdade, é uma “Mary Poppins” moderna, uma babá cheia de sorrisos e juventude, vivida por Mackenzie Davis (série “Halt and Catch Fire”). Ao lidar com as dificuldades da maternidade nos dias atuais com humor e honestidade, o filme conquistou a simpatia da crítica, obtendo 87% de críticas positivas. Detalhe: a nota é a mesma entre nerds e imprensa. Na prática, isto significa que todos concordam que “Tully” é melhor que o “Han Solo”. Vale a pena conferir também o lançamento europeu “Réquiem para Sra. J”, longa de estreia do sérvio Bojan Vuletic, em que a protagonista, mergulhada na depressão após um ano da morte do marido, planeja seu suicídio para não ter mais que lidar com as filhas, mas não sem antes planejar seu enterro. A premissa dramática esconde, na verdade, boa dose de humor negro. Como curiosidade, a programação internacional inclui ainda o terceiro lançamento do sul-coreano Hong Sang-soo no país em sete meses. O cineasta roda um filme atrás do outro, assim aproveitou que estava em Cannes para exibir uma dessas obras e filmou rapidamente “A Câmera de Claire” com a atriz francesa Isabelle Huppert – que ele já tinha dirigido em “A Visitante Francesa”, em 2012. Mas quem chama mais atenção é a bela Kim Min-hee, que estrelou os outros dois filmes mais recentes de Sang-soo e neste reprisa as situações dos anteriores – vagueia na praia como em “Na Praia à Noite Sozinha” e tem problemas no emprego como em “O Dia Depois”. Na seleção brasileira, o melhor é o documentário “A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro”, uma viagem nostálgica pela imprensa antes da internet. “Antes que eu Me Esqueça”, supostamente uma comédia, revela-se um senhor melodrama. Já o besteirol “Alguém Como Eu” e o esotérico “Rio Mumbai”, que viajam literal e figurativamente, apelam a elementos fantásticos para fazer graça e drama. E conseguem ser realmente um espanto. Confira abaixo todos os filmes, com sinopses oficiais e trailers, que estreiam nesta semana nos cinemas – inclusive os menos cotados. Han Solo: Uma História Star Wars | EUA | Sci-Fi As aventuras do emblemático mercenário Han Solo (Alden Ehrenreich) e seu fiel escudeiro Chewbacca (Joonas Suotamo) antes dos eventos retratados em “Guerra nas Estrelas”, inclusive encontrando com Lando Calrissian (Donald Glover). Tully | EUA | Comédia Marlo (Charlize Theron), mãe de três filhos, sendo um deles um recém-nascido, vive uma vida muito atarefada, e, certo dia, ganha de presente de seu irmão uma babá para cuidar das crianças durante a noite. Antes um pouco hesitante, Marlo acaba se surpreendendo com Tully (Mackenzie Davis). Uma Escala em Paris | EUA, França | Drama Gina (Lindsay Burdge), uma comissária de bordo americana, que depois de uma temporada sozinha e deprimida pelo suicídio de seu namorado, acaba conhecendo e se apaixonando por Jérôme (Damien Bonnard), um garçom parisiense. E, quando finalmente decide ficar na França para viver este amor, surge Clémence (Esther Garrel), um antigo amor de Jérôme que transformará a vida de Gina em uma rede de desilusões e loucura. Olhos do Deserto | Canadá, França | Drama Gordon (Joe Cole), um operador de hexapod, uma espécie de robô aranha, e Ayusha (Lina El Arabi), uma jovem do Oriente Médio, estão desenvolvendo uma relação aparentemente impossível. Ele, que é um guardião de um oleoduto no deserto através dos olhos do robô, acaba se apaixonando pela moça, a quem observa diariamente. O único problema é que, para o azar dos dois, ele controla o sistema do outro lado do mundo, na América. Colheita Amarga | Canadá | Drama Ucrânia, 1930. Yuri (Max Irons), artista nascido numa família de guerreiros cossacos, se esforça para conseguir uma aprovação dos parentes e tem a vida transformada quando o Exército Vermelho invade seu país e sua família é perseguida pelo regime stalinista. Réquiem para Sra. J | Sérvia, Bulgária, Macedônia, Rússia, França | Drama Sra. J. (Mirjana Karanovic) passa seus dias desolada. Viúva e desempregada, ela se sente cansada e solitária, mesmo morando com suas duas filhas e sua sogra. Entendiada, decide cometer suicídio, mas antes precisa resolver algumas tarefas importantes, como preparar sua lápide ao lado do finado esposo. A Câmera de Claire | França, Coreia do Sul | Drama Numa viagem de trabalho ao Festival de Cannes, Jeon Man-hee (Kim Min-hee) é demitida por sua chefe, que não revela o real motivo da demissão. Ao mesmo tempo, Claire (Isabelle Huppert), uma professora que sonha em trabalhar como poeta, sai pelas ruas tirando fotos em sua câmera Polaroid. Essas duas mulheres se conhecem e tornam-se amigas. Por acaso, as imagens de Claire ajudam Jeon a compreender melhor o momento pelo qual está passando. Alguém Como Eu | Brasil | Comédia Helena (Paolla Oliveira) e Alex (Ricardo Pereira) são um casal que, como todos os outros, vivem diferentes fases em seu relacionamento. Depois de alguns meses de dúvidas sobre o seu namoro, Helena passa a imaginar como seria se Alex fosse uma mulher, mas sua obsessão pelo assunto vai transformar seus devaneios em algo que a atrapalha. Antes que eu Me Esqueça | Brasil | Comédia Aos 80 anos de idade, Polidoro (José de Abreu) é um soberbo juiz aposentado que vive sozinho e mal tem contato com o filho Paulo (Danton Mello), pianista fracassado. Quando sua filha mais próxima, Bia (Letícia Isnard), entra com uma ação para interditá-lo, ele decide investir seus fundos numa boate de striptease em Copacabana. Rio Mumbai | Brasil | Drama Nelson (Pedro Sodré) é um jovem jornalista casado com Maria (Clara Choveaux). Um dia, o rapaz passa a presenciar estranhas experiências e é convencido por seu vizinho, um velho cientista (Bruce Gomlevsky), de que tais acontecimentos estão ligados a viagens no tempo. Maria, por sua vez, descobre por meio de um diário de bordo que há uma conexão atemporal entre eles. A Vida Extra-Ordinária de Tarso de Castro | Brasil | Documentário A história do Brasil nos anos 1960, 70 e 80 é revisitada através de um panorama da vida de Tarso de Castro, jornalista criador do Pasquim e membro de uma geração de intelectuais que se opunham à ditadura militar.

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  • Filme

    Surge a primeira sinopse de Vingadores 4 e ela fala em sacrifícios

    23 de maio de 2018 /

    Uma sinopse da continuação de “Vingadores: Guerra Infinita” surgiu na revista Licensing Global, dedicada a produtos licenciados, e tudo leva a crer que se trata de um texto oficial. A descrição de “Vingadores 4”, ainda sem título definido, é bastante genérica, mas fãs acreditam que ela reforça as diversas teorias sobre viagem no tempo para mudar os eventos do filme anterior. A sinopse diz: “Culminação de 22 filmes interconectados, o quarto episódio da saga dos ‘Vingadores’ irá levar o público a testemunhar o momento decisivo dessa jornada épica. Nossos queridos heróis irão realmente entender o quão frágil é a realidade e os sacrifícios que devem ser feitos para mantê-la”. Nas redes sociais, muitos fãs estão teorizando que a referência à “frágil realidade” esteja ligada à possibilidade de que uma viagem no tempo venha para ajudar os Vingadores a derrotar Thanos (Josh Brolin) após os eventos trágicos de “Guerra Infinita”. Mas a sinopse também traz a palavra “sacrifícios”, o que poderia significar uma troca trágica, de modo que mortos voltariam, mas alguns heróis teriam que morrer em seus lugares. E aí entra em questão o fato de os contratos dos atores que vivem os Vingadores originais, como Chris Evans (Capitão América), Chris Hemwsorth (Thor) e Robert Downey Jr (Homem de Ferro) estão chegando ao fim. Ainda sem título oficial, “Vingadores 4” estreia em 2 de maio de 2019.

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  • Etc,  Filme,  Série

    Clint Walker (1927 – 2018)

    23 de maio de 2018 /

    Morreu Clint Walker, astro da série clássica “Cheyenne” e um dos “12 Condenados”. O ator americano faleceu na segunda-feira (21/5) em sua casa no interior da Califórnia, aos 90 anos, de um problema cardíaco. Norman Eugene Walker nasceu em 30 de maio de 1927, em Hartford, Illinois. Ele deixou a escola aos 16 anos para encontrar emprego – primeiro em uma fábrica local, depois na marinha mercante. Em 1948 ele se casou com a primeira de suas três esposas, com quem teve uma filha. Aspirando uma vida melhor, a família mudou-se para Las Vegas, onde o jovem arranjou trabalho como segurança no Sands Hotel. Foi lá que o ator Van Johnson, impressionado com seu porte físico, sugeriu que ele explorasse a atuação. O jovem seguiu o conselho e começou a fazer testes para compôr figuração. Até que foi-lhe oferecida a oportunidade de conhecer o lendário diretor Cecil B. DeMille, que preparava a produção de seu último épico, “Os Dez Mandamentos” (1956). Mas a caminho do estúdio, ele viu uma mulher mais velha atrapalhada com seu carro, pedindo ajuda para trocar um pneu. Ele não pensou duas vezes, mesmo que o tempo perdido na boa ação pudesse lhe custar o papel. Quando chegou à reunião, DeMille lhe disse severamente: “Você está atrasado, jovem”. Conforme ele conta esta história, em sua biografia, Walker lembrou-se de pensar: “Uh-oh. Minha carreira terminou antes de começar!” Ele tentou se justificar, explicando que havia parado para ajudar alguém na estrada, sendo inesperadamente interrompido por DeMille. “Sim, eu sei tudo sobre isso. Aquela mulher era minha secretária”. Walker conseguiu um papel um pouco mais destacado, como capitão dos guardas. Isto lhe abriu as portas em Hollywood. E, logo depois, um novo encontro com outra lenda de Hollywood mudou sua vida para sempre. A começar por seu nome. Norman virou Clint por decisão de Jack Warner, da Warner Bros., ao contratá-lo para viver seu primeiro grande papel, Cheyenne Bodie, um cowboy destemido e de bom coração, que acabou enfrentando inúmeros bandidos na televisão. O nome do personagem, por sua vez, era herança da tribo que o criou. Os pais do rapaz foram mortos por índios desconhecidos, mas ele foi encontrado vivo por uma tribo Cheyenne, que o criou dos 10 aos 18 anos, quando ele decidiu retornar para a civilização branca. Apesar de seu passado traumático, Bodie mantinha uma atitude positiva e compreensiva em relação aos nativos americanos, algo ainda pouco comum no gênero conhecido como “bangue-bangue” por ter mais tiros que tolerância. Lançada em 1955, “Cheyenne” foi uma das primeiras séries produzidas pela Warner e a primeira de temática western da TV americana. Parecia até cinema em comparação às demais atrações televisivas da época, tamanho o cuidado tomado pelo estúdio para inaugurar o gênero. A série fez tanto sucesso que virou, de fato, cinema. Dois episódios de 1957 foram reunidos numa edição especial e lançados como um filme nos Estados Unidos. O impacto da produção também inspirou o surgimento de outras séries e, de uma hora para outra, a programação televisiva se viu cercada por um tiroteio de cowboys rivais. Clint Walker não tinha quase experiência como ator quando foi selecionado por Jack Warner para a produção. Tampouco sabia andar a cavalo – aprendeu na marra. Mas tinha um físico e uma estatura imponente, que deixava os demais atores na sombra. Tanto que as cenas de briga de “Cheyenne” costumavam ser difíceis de filmar, porque Walker ocupava toda a tela. Não só era muito alto, com 1,80 metro, mas também tinha um peitoral de fisiculturista. E a série aproveitava ao máximo para enfatizar estas qualidades, filmando-o descamisado em diversas ocasiões, mesmo quando o enredo não pedia. Na época, um crítico do jornal The New York Times chegou a defini-lo como “o maior e mais bonito herói ocidental a montar um cavalo, com um par de ombros capaz de rivalizar com o de King Kong”. “Cheyenne” só não aproveitou seus belos olhos azuis porque era produzida em preto e branco. Mas quando ele apareceu nos primeiros filmes em Technicolor, seu fã-clube aumentou. O ator aproveitou a popularidade da série para estrelar alguns westerns durante as pausas da produção. Assim, projetou-se no cinema. Os filmes da época incluem “O Rifle de 15 Tiros” (1958), “A Lei do Mais Valente” (1959) e “Ouro que o Destino Carrega” (1961), todos dirigidos por Gordon Douglas – e o último coestrelado pelo futuro 007 Roger Moore. Além de viver outros cowboys no cinema, ele também viveu o mesmo cowboy em outras séries. “Cheyenne” deu origem a um universo compartilhado de séries de cowboys da Warner, que incluíam “Bronco”, “Sugarfoot”, “Colt. 45”, “Lawman” e a popular “Maverick”. Body até apareceu num episódio de “Maverick” de 1960, mas a principal ligação das séries se deu por conta de uma personagem vivida por Diane Brewster, que após ser introduzida num capítulo de “Cheyenne” fez quatro aparições em “Maverick”. A série ficou no ar por sete temporadas, até 1963. Ou, mais exatamente, até o fim do contrato de Clint Walker. O ator queria ter saído da produção antes, já que tinha muitos convites para filmar e, durante um impasse na longa negociação com a Warner, chegou até a ser substituído provisoriamente por outro cowboy em sua própria série: Bronco, personagem que depois ganhou um spin-off. Ao sair de “Cheyenne”, ele também decidiu dar um tempo nos papéis de cowboys. Foi fazer uma comédia – que virou clássico – , “Não Me Mandem Flores” (1964), como coadjuvante de Rock Hudson e Doris Day. Estrelou o único filme dirigido pelo cantor Frank Sinatra, o drama de guerra “Os Bravos Morrem Lutando” (1965). Foi parar nas selvas da Índia na aventura “Maya” (1966). E, principalmente, se alistou na missão histórica de “Os 12 Condenados”, o clássico de 1967 que estabeleceu a fórmula dos filmes de anti-heróis, os malvados necessários, reunidos para atingir um objetivo capaz de redimi-los ou matá-los. Nada menos que o esquadrão suicida original. Muito copiado, o filme dirigido pelo mestre Robert Aldrich acompanhava um grupo de militares americanos presos por crimes de guerra, recrutados pelo major vivido por Lee Marvin para atingir um alvo importante atrás das linhas nazistas, durante a 2ª Guerra Mundial. As chances de sucesso eram pequenas, de retornar com vida menores ainda, mas se fossem capazes de realizar o feito, eles teriam as sentenças comutadas e ainda seriam considerados heróis. Ao lado de Clint Walker, toparam a proposta personagens vividos por Charles Bronson, Donald Sutherland, Jim Brown, Telly Savalas, o cantor Trini López e até o cineasta John Cassavetes. Foi um estouro de bilheteria, que ganhou continuações, imitações e até uma série nos anos 1980. Também foi o ponto alto da carreira de Walker, que ao tentar retomar os filmes de cowboy, pensando em reviver seus dias de glória, acabou enveredando por um punhado de produções B que esgotaram seus créditos como ator de cinema. No melhor deles, “O Grande Búfalo Branco” (1977), voltou a contracenar com Charles Bronson. A falta de novos sucessos o fez reaparecer na TV, numa profusão de participações especiais, inclusive como interesse amoroso de Lucille Balle no clássico sitcom “The Lucy Show”. Mas foi como seu velho personagem, Cheyenne Brody, que retomou a atenção do público. Cheyenne Brody reapareceu depois de 30 anos sumido, em plenos anos 1990, em duas oportunidades: num telefilme do personagem “The Gambler” (vivido pelo cantor Kenny Rogers), que reunia diversos cowboys clássicos da TV, e num episódio do revival da série “Kung Fu” de 1995. Esta foi também a última aparição de Clint Walker como ator. Depois disso, ele ainda trabalhou como dublador em “Pequenos Guerreiros” (1998), aventura infantil de Joe Dante, sobre um grupo de soldados de brinquedo criados com tecnologia de ponta que decidem levar sua missão a sério demais. Na produção, ele voltou a se juntar com alguns de seus co-protagonistas de “Os 12 Condenados”.

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