Jeremy Renner entra no elenco do novo filme de Spawn
O ator Jeremy Renner foi confirmado no elenco da nova adaptação dos quadrinhos de “Spawn”. Ele interpretará o detetive Twitch Williams, como já alegavam alguns rumores. Falando ao site Deadline, Todd McFarlane, que criou o personagem e vai dirigir o filme, comentou a escalação do ator. “Como diretor de primeira viagem, queria me rodear das pessoas mais talentosas e habilidosas em todas as frentes. Tive sorte o suficiente para ter [o produtor] Jason Blum e, então, Jamie Foxx, e sabia que a pessoa que mais apareceria na tela era o policial Twitch Williams. Precisávamos de uma pessoa forte, porque ele será a cara do filme. Usei minha abordagem ingênua de novo e disse ‘vamos começar do topo e ir descendo’. Jeremy estava no topo. Sou muito fã dele. O personagem não precisa ser um bodybuilder ou lindo. Procurava alguém que você conhecesse antes, alguém que conseguisse mostrar o luto de uma pessoa qualquer. Vi Jeremy fazer isso em mais do que alguns filmes. Ele estava no topo da minha lista, simplesmente gosto do Jamie.” Jason Blum, produtor do longa, também comentou a chegada do ator ao elenco. “Jeremy era a escolha ideal para Twitch Williams. Ele radia honestidade, inteligência e ar de trabalhador, carisma do homem comum, as mesmas qualidades que tornam Twitch um personagem tão atraente.” Jamie Foxx terá o papel-título. Na trama, Al Simmons é um agente da CIA que é traído duas vezes por seus amigos e morto. Mas é convencido a retornar à vida como um guerreiro do inferno, aceitando em troca poder se reencontrar com sua esposa. Mas como Spawn percebe que está preso a uma criatura demoníaca e sua mulher seguiu em frente e se casou com seu melhor amigo. O diretor afirmou ao site Comic Book que o longa não deve contar exatamente a história de origem do personagem, e que Spawn será um “anti-herói de poucas palavras”. Criado por McFarlane em 1991, “Spawn” foi o maior sucesso da então recém-criada editora Image Comics, vendendo 1,7 milhão de exemplares de seu primeiro número. No auge de sua popularidade, “Spawn” gerou linhas de brinquedos, videogames e uma série de animação na HBO, além de um filme de 1997 da New Line, estrelado por Michael Jai White. A nova filmagem vai acontecer 21 anos após o fracasso daquele filme – único longa live action da carreira do diretor Mark A.Z. Dippé. Destruído pela crítica – teve só 18% de aprovação no Rotten Tomatoes – , rendeu apenas US$ 87,8 milhões de bilheteria em todo o mundo. A produção marcará o segundo longa de Foxx baseado em quadrinhos. Ele viveu o vilão Electro em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, de 2014. Já Jeremy Renner é especialista no gênero, tendo vivido o herói Gavião Arqueiro em quatro filmes da Marvel. “Spawn” também a segunda adaptação recente de um personagem de McFarlane, que também é o criador de “Venom”, cujo filme individual estreia em outubro.
Continuação de Mamma Mia ganha quatro vídeos animados de bastidores
A Universal divulgou quatro vídeos bastante animados de bastidores “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”, que destacam coreografias, figurinos e músicas da produção, além de elogios de Meryl Streep para a atriz escolhida para viver sua versão jovem na produção, a inglesa Lily James (“Em Ritmo de Fuga”). A sequência do sucesso de 2008, inspirado pelas músicas da banda Abba, volta a reunir os atores do primeiro filme e ainda dobra o elenco, graças a uma trama paralela de flashback que mostra como os personagens eram na juventude. A premissa dos flashbacks é a gravidez da personagem de Amanda Seyfried, filha de Streep no musical. Enquanto o primeiro filme mostrou a jovem tentando descobrir qual dos ex-namorados da mãe era seu verdadeiro pai, o novo mostra como sua mãe lidou com a gravidez adolescente, revelando seu envolvimento com os três galãs de seu passado – vividos, no presente, por Pierce Bronsan, Stellan Skarsgård e Colin Firth, e por Jeremy Irvine (“A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte”), Josh Dylan (“Aliados”) e o citado Hugh Skinner nos anos 1970 – , todos prestes a virar avôs. Além deles, o elenco destaca Alexa Davies (também da série “Harlots”), Jessica Keenan Wynn (vista na série “Billions”), Andy Garcia (“Caça-Fantasmas”) e a cantora Cher, que vive a mãe de Meryl Streep e vó de Amanda Seyfeld na trama. Com roteiro e direção de Ol Parker (“O Exótico Hotel Marigold”), “Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!” tem estreia marcada para 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Versão animada do clássico Caninos Brancos ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer de “White Fang”, versão animada do clássico literário “Caninos Brancos”, de Jack London. Produção francesa dirigida por Alexandre Espigares, que venceu o Oscar de Melhor Curta Animado por “Mr Hublot” (2013), o filme conta a famosa história do lobo mestiço que conhece a amizade e o ódio dos humanos ao longo de sua existência, durante a Corrida do Ouro no Alasca, ao final do século 19. Sofrendo mil tormentos, o animal aprende que para sobreviver é preciso adaptar-se sempre e sempre. O filme teve première no Festival de Sundance 2018 e foi disponibilizado em streaming no fim de semana nos EUA. Entretanto, ainda não está disponível na Netflix do Brasil.
Johnny Depp é processado por agressão em integrante de seu novo filme
O ator Johnny Depp vai enfrentar mais um processo. Um integrante da equipe de seu mais recente filme, “City of Lies”, deu entrada numa ação civil nesta segunda-feira (9/7), acusando-o de tê-lo agredido durante a produção. A agressão vazou para a imprensa em maio e, pelo visto, não houve acordo para manter o caso fora dos tribunais. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles (EUA). Segundo a vítima, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Entretanto, essa história foi considerada suficiente para um processo. Anteriormente conhecido como “LAbyrinth”, “City of Lies” acompanha a investigação policial do assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990, mesmo tema da recém-finalizada série “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes e entra em choque com a polícia da cidade. Parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). E rendeu uma minissérie completa, “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Além disso, todas as teorias sobre as mortes dos rappers ganharam nova luz com o testemunho voluntário de um cúmplice dos crimes, que se apresentou na semana passada, após ser diagnosticado com câncer terminal. “City of Lies” será lançado nos cinemas americanos no dia 7 de setembro, mas ainda não tem previsão de estreia no Brasil.
Tab Hunter (1931 – 2018)
O ator americano Tab Hunter, galã do cinema dos anos 1950, morreu na noite de domingo (8/7), três dias antes de completar 87 anos, de causa não revelada. Nascido Arthur Andrew Kelm em 11 de julho de 1931, em Nova York, ele era um jovem atlético que, aos 15 anos, conseguiu se alistar na Guarda Costeira da Califórnia, mentindo sua idade. Assumindo o nome artístico de Tab Hunter, fez sua estréia no cinema aos 19 anos no clássico noir “O Fugitivo de Santa Marta” (1950), de Joseph Losey, e logo se tornou uma das estrelas mais populares de Hollywood, com uma aparência que rendia suspiros das meninas – seu apelido era literalmente “o cara dos suspiros”. Louro, de olhos azuis e físico invejável, Hunter era considerado um dos homens mais bonitos que já foram projetados numa tela grande. E os estúdios souberam explorar seus atributos ao estampá-lo descamisado em pôsteres de filmes como “Ilha do Deserto” (1952), “A Volta à Ilha do Tesouro” (1954) e “Montanhas em Fogo” (1956). Entretanto, sua beleza escondia um segredo, e o sucesso em Hollywood fez com que sua verdadeira inclinação sexual passasse décadas trancada num armário. Hunter manteve um relacionamento com o ator Anthony Perkins (de “Psicose”) e foi parceiro de mais de 30 anos do produtor Allan Glaser, mas só foi assumir-se como gay em 2005, ao publicar uma autobiografia, “Tab Hunter Confidential: The Making of a Movie Star”, que se tornou um sucesso de vendas nos EUA. O livro foi transformado num documentário pela Netflix em 2015 e servirá de base para um filme sobre seu romance com Perkins, atualmente em produção. Para entender o tamanho da sua popularidade durante o auge de sua carreira, basta saber que ele desbancou Elvis Presley das paradas de sucesso com sua primeira gravação como cantor. E ele nem era realmente um cantor. Como galã, estrelou dezenas de filmes, mas sua carreira só foi se tornar séria após “Qual Será Nosso Amanhã” (1955), um clássico do mestre Raoul Walsh, que acompanhava um grupo de jovens marines entre cenas românticas na vida civil e dramáticas durante a guerra no Pacífico. O pico veio três anos depois com o musical “O Parceiro de Satanás” (1958), adaptação do fenômeno da Broadway “Damn Yankees!”, em que viveu um jogador de beisebol que fazia um pacto com o diabo. O filme lhe permitiu dançar como secretamente sempre sonhou, e quem ouvir atentamente a produção poderá verificar seu êxtase ao final de uma coreografia, com uma exaltação não cortada ao coreógrafo (“That was wonderful, Fosse!”), o ainda jovem e já genial Bob Fosse. Ao longo de sua filmografia, ele também contracenou com alguns dos maiores machões de Hollywood, como Robert Mitchum (“Dominados pelo Terror”, de 1954), John Wayne (“Mares Violentos”, 1955), Clint Eastwood (“Lutando Só Pela Glória”, 1958) e Gary Cooper (“Heróis de Barro”, 1959), sem esquecer de Van Heflin, com quem apareceu em três dos filmes já listados. E formou par romântico com algumas das mulheres mais desejadas do cinema, como Natalie Wood (“Impulsos da Mocidade”, de 1956) e Sophia Loren (“Mulher Daquela Espécie”, 1959). A Warner chegou a tentar vender Wood e Hunter como um casal, fazendo com que participassem de vários encontros forjados para serem fotografados juntos. Este esforço foi por água abaixo e sua carreira foi colocada em risco depois que a revista Confidential publicou uma reportagem sobre sua prisão em uma festa frequentada por gays logo após sua chegada em Hollywood. A partir desse escândalo, o ator, que chegou a ter seu próprio programa de TV em 1960, “The Tab Hunter Show”, precisou se contentar com papéis menores ou estrelar filmes B. Ele ainda conseguia papéis pequenos em grandes filmes, como a comédia “O Ente Querido” (1965), de Tony Richardson, e o western “Roy Bean – O Homem da Lei!” (1972), estrelado por Paul Newman e dirigido pelo genial John Huston. Mas a maior parte de seus trabalhos passaram mesmo a ser produções independentes. Apesar disso, algumas viraram cult, casos de “Operação Bikini” (1963) e “Mar Raivoso” (1964), repletos de integrantes da Turma da Praia (filmes de surfe da década de 1960), e o terror “Monstros da Cidade Submarina” (1965), com Vincent Price. Já veterano, o astro ressurgiu com tudo nos anos 1980. Foi convidado a participar de “Grease 2: Os Tempos da Brilhantina Voltaram” (1982) e emplacou uma curiosa parceria com a transexual Divine em dois filmes marginais e cultuadíssimos: “Polyester” (1981), do diretor John Waters, e “A Louca Corrida do Ouro” (1985), de Paul Bartel. Seu último trabalho também apresentou um talento que sua época de galã escondia: roteirista. Ele coestrelou e escreveu o filme “Dark Horse” (1992), um melodrama de chorar muito, sobre a amizade entre uma garota rebelde e seu cavalo, que ganhou críticas bastante elogiosas. A esta altura, porém, ele decidiu se afastar dos holofotes para curtir sua relação com o produtor Allan Glaser, com quem trabalhou nas filmagens de “A Louca Corrida do Ouro”. Em uma entrevista do ano passado, Hunter fez uma balanço da carreira e comentou: “Se eu tivesse saído do armário durante minha carreira na década de 1950, eu não teria tido uma carreira. Nada mudou muito em Hollywood em 60 anos. Eu realmente não falei sobre minha sexualidade até escrever minha autobiografia, porque minha carreira cinematográfica já tinha acabado há muito tempo.”
Animação “sem diretor” O Parque dos Sonhos ganha primeiro trailer dublado
A Paramount divulgou o primeiro trailer da animação “O Parque dos Sonhos” (Wonder Park), que conta a história de um parque de diversões onde a imaginação de June, uma menina de 12 anos, ganha vida. Escrito pela dupla Josh Appelbaum e André Nemec (de “As Tartarugas Ninja”), o longa curiosamente não teve o nome do diretor divulgado. Isto porque Dylan Brown, animador de “Os Incríveis” e diretor do curta “Festa-Sauro Rex” (da franquia “Toy Story”), foi dispensado da função após surgirem denúncias de comportamento inapropriado. David Feiss (das séries animadas “A Vaca e o Frango” e “Eu Sou o Máximo”) teria assumido a direção, mas o estúdio não fez anúncio oficial. E este não foi o único contratempo da produção, que trocou um dos dubladores, Jeffrey Tambor, após ele ser demitido da série “Transparent” sob acusações de assédio. As vozes remanescentes são dubladas em inglês por Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”), Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado”), Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe”), Kenan Thompson (da série “Kenan & Kel”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Norbert Leo Butz (série “Bloodline”), Ken Hudson Campbell (“Cruzeiro das Loucas”), o apresentador John Oliver e a menina Brianna Denski (“Desejo e Esperança”) como June. Mas a prévia é dublada em português. Mais que dublada, é “lida”, já que uma narração insistente repete exatamente as palavras escritas em português na tela. Vale comparar abaixo com a versão original, em inglês, onde o reforço redundante é dispensado – aparentemente, as crianças americanas sabem ler. A estreia está marcada para março de 2019 no Brasil, e logo em seguida o filme vai virar uma série no canal pago Nickelodeon.
Intervenção: Novo filme policial do autor de Tropa de Elite começa a ser filmado
O novo filme do autor de “Tropa de Elite” começou a ser filmado no Rio. Chama-se “Intervenção” e desta vez o roteirista Rodrigo Pimentel, o ex-capitão da Polícia Militar que é coautor dos dois “Tropa de Elite” (2007 e 2010) e uma das inspirações para o personagem Capitão Nascimento, vai abordar o fracasso das UPPs. No lugar da truculência e a corrupção da polícia exploradas nos dois filmes dirigidos por José Padilha, a nova produção pretende denunciar as condições precárias a que foram submetidos os agentes do projeto de segurança pública, inaugurado em 2008 com a promessa de levar paz às comunidades. Com direção de Caio Cobra (em seu segundo filme na função, após o ainda inédito “Virando a Mesa”), “Intervenção” é estrelado por Marcos Palmeira (“Mandrake”), que raspou a cabeça para viver o Major Douglas, símbolo de uma polícia ciente de sua incapacidade de combater o tráfico. “Meu personagem é descrente. Já sabe que a UPP não vai dar certo, porque os políticos e a Justiça não estão interessados no assunto tanto quanto deveriam. Seu foco é preservar a corporação”, revelou Marcos Palmeira ao jornal O Globo, num intervalo das filmagens. Segundo a publicação, Pimentel montou sua trama após ouvir cerca de 200 relatos, em mais de 20 visitas a UPPs ao longo da última década. “O policial de UPP é um sobrevivente. Se ele tivesse recursos, equipamentos, rádios funcionando, colete, munição, helicóptero… ele conseguiria fazer frente ao tráfico. Mas não tem”, resume o roteirista. Já o diretor revelou que “o filme não tem mocinho nem bandido, mas pessoas em situação-limite”. A produção conta no set com a consultoria de policiais, alguns deles contratados para integrar o elenco, mas pretende evitar o maniqueísmo ao construir uma história com personagens de lados diferentes da situação. A trama acompanha Larissa (Bianca Comparato, da série “3%”, que assumiu o papel após Anitta ter recusado o convite por “conflitos de agenda”), uma policial militar recém-concursada, que vê no projeto de pacificação uma solução para a violência. Ela vive um conflito familiar com a irmã, Flávia (Dandara Mariana, da novela “A Força do Querer”), funcionária de uma ONG de direitos humanos que fiscaliza os abusos e erros da PM nas comunidades. A história do filme sofre uma reviravolta após uma apreensão de roubo de carga, quando uma troca de tiros mata um morador e um vídeo de toda a ação vai parar nas redes sociais. Larissa atribui a tragédia a um juiz que, dias antes, mandou soltar o traficante responsável pela ação criminosa. “Diante do cenário desolador, vendo seus colegas expostos e seu sonho ruir, a PM parte para uma vingança cega”, afirma a sinopse oficial enviada à imprensa. “Intervenção” será distribuído pela Paris Filmes e vai chegar aos cinemas já em 15 de novembro.
San Diego Comic-Con vai revelar a versão estendida de Deadpool 2
A versão estendida de “Deadpool 2” terá sua première mundial na San Diego Comic-Con, de acordo com a programação do evento. Trata-se de uma versão sem cortes, desenvolvida pelo diretor David Leich com piadas que não entraram no filme, que ganhará sua primeira projeção para o público durante a convenção dos fãs de quadrinhos. Em maio, Leitch falou pela primeira vez do projeto e adiantou algumas sequências que fariam parte dessa versão. “A cena do suicídio está lá e tem uma cena de café da manhã na mansão X. Terá mais coisas da Dominó e várias piadas novas”, revelou. A princípio, esperava-se que a edição especial fosse lançada em Blu-ray. De todo modo, a Fox pretende fazer disso um grande evento, levando integrantes do elenco e equipe do filme para a Comic Con. Imagina-se que haverá alguma surpresa, mas maiores detalhes não foram divulgados. A San Diego Comic-Con 2018, também conhecida como a Comic Con original, acontece entre os dias 18 e 22 de julho nos Estados Unidos.
Josh Brolin vai estalar os dedos para deletar metade de uma comunidade do Reddit dedicada a Thanos
Um fórum gigantesco do Reddit, formado por fãs da Marvel e dedicado ao vilão Thanos, de “Vingadores: Guerra Infinita”, anunciou que irá deletar metade da sua comunidade de 468 mil seguidores em homenagem à filosofia do personagem. E isso chamou atenção dos irmãos Russo, que se tornaram usuários do grupo, intitulado ThanosDidNothingWrong (Thanos não fez nada errado, em tradução literal). Não só entraram na brincadeira, como postaram um vídeo em que pediram ao ator Josh Brolin, intérprete de Thanos, para gravar um estalar de dedos para o evento. Veja abaixo. A ação está programada para esta segunda (9/7) e vai entrar nos recordes mundiais do Guinness, como o maior banimento de usuários ativos de um fórum online em uma hora. Claro que há uma reviravolta prevista, discretamente organizada para não dar cara de engodo ao evento espetacular. Não se chama “Vingadores 4”, mas é algo parecido, um novo subreddit: Soul World, uma referência à Joia da Alma, para abrigar aqueles que forem deletados. Lá, os deletados poderão aguardar com Gamora a volta ao fórum principal em 2 de maio de 2019 – data de estreia de “Vingadores 4”. https://t.co/UEB05k7FwO — Russo Brothers (@Russo_Brothers) July 8, 2018
Chris Hemsworth é flagrado no set da filmagem do spin-off de Homens de Preto
Começaram as filmagens do spin-off da franquia “MIB: Homens de Preto”. Os paparazzi do site Just Jared flagraram o ator Chris Hemsworth (o Thor) no domingo (8/7) de cara limpa e gravata nos bastidores da produção, que está sendo rodada em Londres. Ele vai viver um dos novos Homens de Preto, ao lado de Tessa Thompson, com quem trabalhou recentemente em “Thor: Ragnarok”. Além deles, os atores Liam Neeson (“Busca Implacável”), Rafe Spall (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Kumail Nanjiani (“Doentes de Amor”) também estão confirmado na produção da Sony, que será dirigida por F. Gary Gray (“Velozes e Furiosos 8”). O filme não contará com a participação dos atores Will Smith e Tommy Lee Jones, que estrelaram os três longas anteriores, focando-se em outra divisão da organização secreta dedicada a policiar e acobertar a presença de alienígenas na Terra. A ideia é relançar os “Homens de Preto” sem reinventar a franquia, do mesmo modo como “Jurassic World” fez com “Jurassic Park”. O roteiro foi escrito por Matt Holloway e Art Marcum, que assinaram juntos “Homem de Ferro” (2008) e “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017). Apesar de ainda não ter título oficial, o spin-off de “Homens de Preto” já tem data de estreia: 14 de junho de 2019.
Rebel Wilson vai estrelar e produzir adaptação de quadrinhos inéditos da Image Comics
A atriz Rebel Wilson adquiriu os direitos de “Crowded”, uma publicação em quadrinhos ainda inédita da Image Comics, com o objetivo de estrelar e produzir a adaptação para o cinema. Criado por Christopher Sebela e desenhada por Ro Stein e Ted Brandt, “Crowded” se passa em um futuro próximo, quando a economia mundial é todo a movida a aplicativos e onde uma plataforma de crowdfunding que financia assassinatos chamados Reapr é a última moda. A história começa quando uma mulher chamada Charlie, que leva uma vida normal tranquila, tem seu mundo virado do avesso ao virar um alvo em Reapr, com uma recompensa multimilionária. Desesperada, ela contrata a única pessoa que pode pagar: Vita, a guarda-costas pior avaliada do aplicativo Dfend. As duas têm que trabalhar juntas para derrubar os aspirantes a assassinos e descobrir quem quer Charlie morta antes que o período de 30 dias da campanha termine, ou suas vidas acabem. O escritor dos quadrinhos, Sebela, atuará como consultor da produção, que será realizada pela companhia da atriz, Camp Sugar. O próximo passo é contratar um roteirista para a adaptação. A empresa de Wilson, Camp Sugar, está atualmente em fase de pós-produção em seu primeiro projeto, “The Hustle”, remake de “Os Safados” (1988), estrelado por Wilson e Anne Hathaway. Enquanto isso, o primeiro exemplar de “Crowded” será lançado em agosto nos Estados Unidos. Veja as capas divulgadas abaixo.
O Terceiro Assassinat leva os dramas familiares de Hirokazu Koreeda ao tribunal
Notabilizado por histórias de temáticas familiares e humanas, o cineasta japonês Hirokazu Koreeda tornou-se figura recorrente em festivais internacionais nos últimos anos. Seu cinema é constantemente comparado ao do grande mestre Yasujiro Ozu, o que pode parecer um exagero a princípio, mas a consistência que Koreeda vem alcançando nessa fase digamos, madura da carreira, faz com que as comparações não sejam levianas. Tal momento culminou neste ano com a Palma de Ouro no Festival de Cannes, pelo ainda inédito “Shoplifters”. Em “O Terceiro Assassinato” o cineasta arrisca-se num outro gênero, o suspense. Embora a trama tenha os elementos mais característicos do estilo, Koreeda encontra maneiras de colocar a sua assinatura – afinal, como de hábito, o diretor também é o roteirista do filme – fazendo com que a investigação criminal caminhe para uma abordagem humanística, deixando de lado possíveis situações mais urgentes e tensas para privilegiar o desenvolvimento mais cadenciado dos personagens, explorando suas relações familiares, além de questões mais metafísicas sobre justiça, assassinato, morte. O resultado é um filme que é difícil falar mal, embora não empolgue para elogios. Depois de cumprir pena por um duplo assassinato, Misumi (Kôji Yakusho) encontra-se novamente preso, réu confesso de um latrocínio envolvendo o seu patrão. Shigemori (Masaharu Fukuyama) é o advogado contratado para evitar a pena de morte ao réu, e logo se vê confuso com as constantes mudanças nas conversas com seu cliente, que toda hora conta uma história diferente em relação ao crime. Conforme a investigação dos advogados avança, a trama vai se revelando mais intrincada do que aparentava, e o simples caso de latrocínio passa a esconder mais elementos por trás. Como já foi dito, o filme nem pretende se vender como thriller, portanto a investigação em si não é o foco, mas sim a reflexão acerca das versões sobre o crime, as possíveis motivações, além dos acontecimentos inesperados que percorrem a trama. A investigação é morna, mas caminha sempre para frente, a passos curtos. O fato da investigação ser conduzida por advogados e não policiais, como assistimos comumente, tem influência determinante no clima da produção. Koreeda é hábil ao mostrar que, em termos legais, é mais importante seguir num caminho que vai indicar melhores chances de reverter a sentença do que necessariamente descobrir toda a “verdade” do caso. Quando investe nessa lógica argumentativa mais seca e direta, o filme ganha matizes interessantes, contrastando com seu tom filosófico. A decupagem é segura e econômica, e alcança momentos de destaque nas cenas que se refletem no vidro na sala de interrogatório, em que o jogo de compreensão entre advogado e réu torna-se mais elevado, funcionando como um ponto de virada para a trama. Tais cenas também são destaque por conta da atuação elusiva e magnética de Kôji Yakusho. Muito diferente do clichê de um homem que cometeu um terceiro homicídio – atormentado ou atormentador – , Misumi é uma figura educada e gentil, que parece que chegou naquela condição por força das circunstâncias da vida. Sua construção é bastante precisa e paciente, principalmente na maneira como desenvolve suas diferentes versões e motivações, convencendo como homem desatento que às vezes não fala coisa com coisa por ter um parafuso a menos, mas que também demonstra ter capacidade para ser o oposto disso, alguém que sempre possui uma visão ampla da situação e joga de acordo com isso. Ao mesmo tempo, as digressões de Koreeda sobre os temas abordados são pertinentes mas não rompem nada. Competem com a trama detetivesca, fazendo com que o filme alcance um meio termo que pode parecer satisfatório devido a perícia da direção, mas que no fundo é um atestado de que o filme não possui impacto. A trilha sonora excessivamente convencional, com o piano emotivo já ouvido tantas vezes, também não contribui. É uma “tradição” do cinema de Koreeda uma espécie de desprezo a um desenvolvimento narrativo convencional, embarcando em jornadas sem conflitos aparentes. Só que quando o diretor coloca tal proposta num gênero como o suspense, isso acaba criando demandas que o filme nem parece interessado em cumprir. Não que a experiência tenha sido mal sucedida, mas apenas não parece ter havido o ajuste necessário para que houvesse aqui o mesmo nível de envolvimento que há nas histórias mais pessoais que o diretor escolhe contar, e que parecem abarcar melhor sua proposta. De todo modo, Koreeda segue sendo um dos cineastas mais interessantes de se acompanhar na atualidade, mesmo quando se aventura em caminhos inesperados. Por mais que o resultado não empolgue, ainda é possível enxergar ali cinema de gente grande.
Brie Larson anuncia o final das filmagens de Capitã Marvel
A atriz Brie Larson publicou nas redes sociais uma foto em que comemora o final das filmagens de “Capitã Marvel”, próximo filme da Marvel a chegar aos cinemas. A imagem traz uma claquete sobre um calendário, onde o dia 6 de julho aparece como a última marcação. Além da protagonista, o co-diretor Ryan Fleck (que divide o cargo com Anna Boden), também comemorou o término das filmagens. “O nosso é o próximo”, escreveu o cineasta nas redes sociais. Passado nos anos 90, o filme também traz em seu elenco Samuel L. Jackson, Jude Law, Ben Mendelsohn, Annette Bening e Gemma Chan. A estreia está marcada para 14 de março nos cinemas brasileiros. Uma publicação compartilhada por Brie (@brielarson) em 8 de Jul, 2018 às 1:35 PDT We got next… Uma publicação compartilhada por Ryan Fleck (@fleck.ryan) em 6 de Jul, 2018 às 5:32 PDT












