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Filme

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    A Favorita lidera indicações ao prêmio do cinema independente britânico

    31 de outubro de 2018 /

    A principal premiação do cinema independente britânico, conhecida pela sigla BIFA (British Independent Film Awards), anunciou os indicados a sua edição deste ano. E o filme “A Favorita”, do grego Yorgos Lanthimos, saiu na frente com 13 indicações. Todas as três atrizes principais do longa receberam reconhecimento, destacando Olivia Colman na categoria de Melhor Atriz, por sua interpretação da fragilizada Rainha Anne, que se vê manipulada por duas conselheiras diferentes, interpretadas por Rachel Weisz e Emma Stone, qualificadas pelos próprios produtores do longa como Atrizes Coadjuvantes. Weisz, por sinal, foi duplamente indicada. Ela também disputa o prêmio de Melhor Atriz por “Desobediência”, drama do diretor Sebastián Lelio (“Uma Mulher Fantástica”) em que faz par romântico com Rachel McAdams, também indicada, mas como Coadjuvante. O segundo filme com mais indicações foi o thriller “American Animals”, de Bart Layton, que disputa 11 categorias. Ele é seguido por “Beast”, de Michael Pearce, com 10 indicações, e “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, de Lynne Ramsay, com 8. Todos os filmes citados disputam o troféu de Melhor Filme Independente Britânico do ano. Contrariando discursos machistas dos homens responsáveis pelas seleções dos festivais de Cannes e Veneza, a premiação revela grande equilíbrio entre contribuições masculinas e femininas na lista dos melhores de 2018, As mulheres, inclusive, dominam categorias como melhor revelação e, ao todo, representam 40% das indicadas em todas as categorias. A cerimônia de premiação do BIFA acontece no dia 2 dezembro. Confira abaixo lista completa de indicações. Melhor Filme Independente Britânico “American Animals”, de Bart Layton “Beast”, de Michael Pearce “Desobediência”, de Sebastián Lelio “A Favorita”, de Yorgos Lanthimos “Você Nunca Esteve Realmente Aqui”, de Lynne Ramsay Melhor Direção Andrew Haigh, por “A Rota Selvagem” Yorgos Lanthimos, por “A Favorita” Bart Layton, por “American Animals” Michael Pearce, por “Beast” Lynne Ramsay, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Melhor Roteiro Deborah Davis & Tony McNamara, por “A Favorita” Bart Layton, por “American Animals” Sebastián Lelio & Rebecca Lenkiewicz, por “Desobediência” Michael Pearce, por “Beast” Lynne Ramsay, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Melhor Atriz Gemma Arterton, por “The Escape” Jessie Buckley, por “Beast” Olivia Colman, por “A Favorita” Maxine Peake, por “Funny Cow” Rachel Weisz, por “Desobediência” Melhor Ator Joe Cole, por “A Prayer Before Dawn” Steve Coogan, por “Stan & Ollie” Rupert Everett, por “The Happy Prince” Joaquin Phoenix, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Charlie Plummer, por “A Rota Selvagem” Melhor Atriz Coadjuvante Nina Arianda, por “Stan & Ollie” Rachel McAdams, por “Desobediência” Emma Stone, por “A Favorita” Rachel Weisz, por “A Favorita” Molly Wright, por “Apostasy” Melhor Ator Coadjuvante Steve Buscemi, por “A Rota Selvagem” Barry Keoghan, por “American Animals” Alessandro Nivola, por “Desobediência” Evan Peters, por “American Animals” Dominic West, por “Colette” Melhor Revelação Jessie Buckley, por “Beast” Michaela Coel, por “No Ritmo da Sedução” Liv Hill, por “Jellyfish” Marcus Rutherford, por “Obey” Molly Wright, por “Apostasy” Melhor Estreia em Direção Richard Billingham, por “Ray & Liz” Daniel Kokotajlo, por “Apostasy” Matt Palmer, por “Calibre” Michael Pearce, por “Beast” Leanne Welham, por “Pili” Melhor Estreia em Roteiro Karen Gillan, por “The Party’s Just Beginning” Daniel Kokotaklo, por “Apostasy” Bart Layton, por “American Animals” Matt Palmer, por “Calibre” Michael Pearce, por “Beast” Melhor Estreia em Produção Kristian Brodie, por “Beast” Jacqui Davies, por “Ray & Liz” Anna Griffin, por “Calibre” Marcie MacLellan, por “Apostasy” Faye Ward, por “Stan & Ollie” Melhor Documentário “Being Frank: The Chris Sievey Story”, de Steve Sullivan “Evelyn”, de Orlando von Einsiedel “Island”, de Steven Eastwood “Nae Pasaran”, de Felipe Bustos Serra “Under the Wire”, de Christopher Martin Melhor Filme Independente Internacional “Capernaum”, de Nadine Labaki “Guerra Fria”, de Pawel Pawlikowski “Domando o Destino”, de Chloé Zhao “Roma”, de Alfonso Cuarón “Assunto de Família”, de Hirokazu Koreeda Melhor Elenco “A Favorita” “Beast” “American Animals” “Stan & Ollie” “Apostasy” Melhor Fotografia Ole Bratt Birkeland, por “American Animals” Magnus Nordenhof Jonk, por “A Rota Selvagem” Robbie Ryan, por “A Favorita” Tom Townend, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” David Ungaro, por “A Prayer Before Dawn” Melhor Figurino Jacqueline Durran, por “Paterloo” Andrea Flesch, por “Colette” Sandy Powell, por “A Favorita” Guy Sperenza, por “Stan & Ollie” Alyssa Tull, por “An Evening with Beverly Luff Linn” Melhor Edição Joe Bini, por “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” Marc Boucrot, por “A Prayer Before Dawn” Nick Fenton, Julian Hart & Chris Hill, por “American Animals” Yorgos Macropsaridis, por “A Favorita” Ben Wheatley, por “Happy New Year, Colin Burstead” Melhores Efeitos Especiais “O Homem das Cavernas” “Dead in a Week (Or Your Money Back)” “Paterloo”

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    Eiza González e Rebecca Hall entram em Godzilla vs Kong

    30 de outubro de 2018 /

    As atrizes Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) foram confirmadas no elenco de “Godzilla vs Kong”, que vai juntar os monstros do estúdio Legendary. “Godzilla vs Kong” será continuação de “Godzilla II: Rei dos Monstros” e voltará a trazer parte do elenco daquele filme, como Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”), além de Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”) e Brian Tyree Henry (“Atlanta”). O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de lançamento para maio de 2020, exatamente um ano após “Godzilla II: Rei dos Monstros”.

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    Cineasta de Operação Overlord vai dirigir novo filme de Flash Gordon

    30 de outubro de 2018 /

    O diretor australiano Julius Avery, que está prestes a se tornar mais conhecido do público com o lançamento do terror “Operação Overlord”, foi contratado pela Fox para escrever e dirigir uma nova versão de “Flash Gordon” no cinema. O projeto está em desenvolvimento há bastante tempo e já teve Matthew Vaughn (“Kingsman” e “Kick-Ass”) cotado para dirigir. Vaughn, em vez disso, vai produzir a nova adaptação. Ele teria sido um dos incentivadores da contratação de Avery para o longa. “Flash Gordon” será o terceiro filme de Avery, que estreou com o thriller australiano “Sangue Jovem” (2014), estrelado por Ewan McGregor, Brenton Thwaites e Alicia Vikander, e está apavorando com “Overlord”, que tem 93% de aprovação no Rotten Tomatoes e estreia na próxima semana (8/11) no Brasil. O diretor se define como fã de Flash Gordon e foi rapidamente contratado após apresentar para o estúdio como imaginaria um resgate do personagem. Criado pelo gênio dos quadrinhos Alex Raymond em 1934, “Flash Gordon” acompanha o herói do título num planeta alienígena chamado Mongo, onde vai parar com sua namorada e um cientista russo, aliando-se à revolucionários que pretendem derrubar o ditador Ming, um líder sanguinário com planos para a conquista da Terra. Repleto de mulheres fatais, com direito às primeiras minissaias da História, além de naves espaciais, raios laser, homens-leões e homens com asas, a obra de Raymond já foi adaptada em três filmes na época dos seriados de aventura dos anos 1930 e 1940, cujo visual avançado chegou a servir de referência para “Guerra nas Estrelas” e “O Império Contra-Ataca”. O personagem também ganhou um filme em 1980, que tentou pegar carona justamente no sucesso de “Guerra nas Estrelas”, mas o resultado decepcionou os fãs dos quadrinhos e é mais lembrado por sua trilha sonora, composta pela banda Queen, e por ter virado piada na comédia “Ted”, de Seth MacFarlane. Caso seja bem-sucedida, a produção pode inaugurar uma nova franquia baseada em quadrinhos na Fox, que vai perder os “X-Men” para a Marvel, em consequência de sua aquisição pela Disney. Relembre abaixo a famosa música tema de “Flash Gordon” de 1980.

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    Chloe Moretz e Jack O’Connell vão viver Bonnie e Clyde em novo filme sobre os gângsteres

    30 de outubro de 2018 /

    A famosa história do casal de gângsteres dos anos 1930 Bonnie e Clyde vai ganhar um novo filme. Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) foram confirmados nos papéis de Bonnie Parker e Clyde Barrow na produção, intitulada “Love Is a Gun”. O filme é baseada no livro de mesmo nome, do jornalista Jeff Guinn, que investiga a trajetória do casal de criminosos para descobrir o Hollywood não contou sobre sua relação explosiva e crimes violentos. A indústria cinematográfica americana já abordou os crimes do casal em diversas produções, como “Gangsters em Fúria” (1958) e mais famosamente “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967). Este último é considerado um marco do cinema americano, o primeiro hit de uma nova estética violenta nos cinemas, que o subtítulo nacional entrega, e um importante passo para o surgimento da chamada Nova Hollywood. O longa dirigido por Arthur Penn concorreu a 10 estatuetas do Oscar, inclusive de Melhor Filme, mas acabou perdendo para outra grande produção, “No Calor da Noite”. A produção é tão famosa que foi homenageada pelo Oscar por ocasião de seus 50 anos, em 2017, com a participação dos protagonistas originais, Warren Beatty e Faye Dunaway, na entrega do troféu de Melhor Filme. E o vencedor não foi “La La Land”, como também entrou para a História da premiação. O roteiro de “Love Is a Gun” é assinado por de Sheldon Turner (“Amor Sem Escalas”) e Johnny Newman (“Narcos”) e a direção está a cargo do espanhol Kike Maíllo, que estreia em Hollywood após o sucesso do thriller “Toro” em seu país natal. O filme ainda não tem previsão de estreia. Além desta produção, a história do casal também está sendo filmada para a Netflix, no longa “The Highwaymen”, que junta Kevin Costner (“O Homem de Aço”) e Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) como os policiais que caçaram os dois gângsteres. A foto abaixo mostra os verdadeiros Bonnie Parker e Clyde Barrow.

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    Jennifer Lawrence cria empresa produtora para seus filmes

    30 de outubro de 2018 /

    Seguindo a deixa das colegas Reese Witherspoon (“Big Little Liars”) e Margot Robbie (“Eu, Tonya”), a atriz Jennifer Lawrence (“X-Men: Apocalipse”) resolveu fundar a sua própria companhia de produção, chamada Excellent Cadaver, ao lado da parceria de negócios Justine Polsky. E a empresa já fechou com a distribuidora Makeready, que apóia projetos de cinema e TV independentes, para realizar seus primeiros projetos. Além disso, a iniciativa renderá créditos de produção para Lawrence em seus próximos filmes, entre eles “Burial Rites”, do diretor Luca Guadagnino (“Me Chame pelo Seu Nome”), e “Bad Blood”, de Adam McKay (“A Grande Aposta”). Os dois filmes são baseadas em histórias reais. “Burial Rites” adapta o livro homônimo de Hannah Kent sobre Agnes Magnusdottir, a última mulher a ser executada publicamente na Islândia, em 1830. Ela foi sentenciada por matar dois homens e incendiar suas casas. Já “Bad Blood” traz Lawrence como Elizabeth Holmes, empresária do setor médico que enganou o mundo por anos ao dizer que sua companhia, a Theranos, havia desenvolvido uma forma revolucionária de testar sangue, mesmo em minúsculas quantidades. Quando a farsa foi descoberta, ela perdeu uma fortuna que já se acumulava em US$ 9 bilhões. Outros projetos da atriz incluem “Zelda”, cinebiografia da escritora Zelda Fitzgerald, a ser dirigida por Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), e “Project Delirium”, filme sobre as experiências do governo americano com armas químicas e o seus efeitos em oficiais das forças armadas, que ela própria pretende dirigir, fazendo sua estreia na função. Sem créditos de produção, ela também aparecerá em “X-Men: Fênix Negra”, reprisando o papel de Mística. Este, por sinal, é o único dos projetos de Lawrence com estreia prevista: para junho de 2019.

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    Halloween leva 340 mil pessoas aos cinemas em sua estreia no Brasil

    30 de outubro de 2018 /

    “Halloween” repetiu no Brasil o sucesso de suas primeiras semanas na América do Norte, assumindo a liderança da bilheteria em sua estreia nacional. De quinta a domingo (28/3), a sequência do clássico de 1978 arrecadou quase R$ 5,1 milhões e levou mais de 340 mil pessoas aos cinemas brasileiros. Com isso, “Venom” finalmente deixou o 1ª lugar, após permanecer como o filme mais visto do país por quatro semanas. Neste final de semana, a produção fez R$ 3,8 milhões e agora totaliza R$ 64 milhões e um público de mais de 4 milhões de espectadores no país. O Top 5 se completa com “Nasce uma Estrela” (R$ 2,8 milhões), “Fúria em Alto Mar” (R$ 1,48 milhões) e o brasileiro “Tudo por um Popstar” (R$ 1,42 milhões).

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    Diretor de It: A Coisa vai filmar versão americana do mangá Ataque dos Titãs

    30 de outubro de 2018 /

    O diretor Andy Muschietti definiu seu próximo projeto. Ele vai continuar na Warner após terminar a produção de “It: A Coisa – Parte 2” para dirigir a adaptação americana do mangá e anime “Ataque dos Titãs” (Attack on Titan). Fenômeno de vendas no Japão, o mangá de Hajime Isayama já teve mais de 76 milhões de exemplares comercializados desde seu lançamento em 2009. A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, que retrata a humanidade enclausurado em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para destruir a civilização. Decidido a enfrentar os gigantes, o protagonista Eren Yeager, sua irmã adotiva Mikasa Ackerman e seu amigo de infância Armin Arlert se unem para vingar a morte de entes queridos e tentar reconquistar a Terra. A história já foi adaptada num anime cultuadíssimo de 2013, dirigido por Tetsurō Araki (da série anime “Death Note”), e também ganhou versão “live action” nos cinemas japoneses, lançada em duas partes em 2015. Mas a ideia de realizar uma versão americana é daqueles projetos que parecem feitos para reforçar a teimosia de Hollywood. Além de investir milhões em adaptações de games que nunca fazem sucesso, os estúdios americanos agora insistem em filmar mangás, mesmo diante do prejuízo de “Ghost in the Shell” e das críticas negativas que acompanham esse tipo de projeto, com acusações de apropriação cultural e embranquecimento de elenco – veja-se também a versão de “Death Note” da Netflix. E vem aí “Alita: Anjo de Combate”, com estreia prevista para fevereiro. A produção da americanização de “Ataque dos Titãs” está a cargo de David Heyman (das franquias “Harry Potter” e “Animais Fantástico”) e ainda não há previsão de estreia.

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    Deadpool 2 será relançado para menores com cenas inéditas filmadas em segredo

    30 de outubro de 2018 /

    “Deadpool 2” vai mesmo ganhar uma nova versão de cinema para menores, com censura indicativa de 13 anos nos Estados Unidos. E a Fox está considerando o projeto como um filme novo, com direito a título diferente. Vai se chamar “The Deadpool Before Christmas’ (“Deadpool Antes do Natal” em tradução literal), uma referência ao título original da animação em stop-motion “The Nightmare Before Christmas”, conhecida no Brasil como “O Estranho Mundo de Jack” (1993). A alteração visa deixar claro que não se trata de uma simples reedição do material original. O ator Ryan Reynolds filmou cenas inéditas e exclusivas, em segredo, para o “novo filme”, que chegará aos cinemas americanos em 21 de dezembro, quatro dias antes do Natal. Os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick confirmaram os detalhes em entrevista para o site /Film. “Nós definitivamente filmamos coisas inéditas”, disse Wernick. “E recentemente também. Depois que ‘Deadpool 2’ saiu, sentamos para conversar sobre novos projetos e então Ryan teve uma ótima ideia para enquadrar o filme para uma censura de 13 anos, todos nós ficamos animados e procuramos o estúdio. Eles disseram: ‘Sim, vamos fazer isso. Ligue as câmeras’. Cerca de dois meses depois, estávamos no set filmando novamente. Ryan estava usando o traje e o time estava de volta, Dave Leitch e Ryan e todos nós, nos divertindo muito. Então estamos super animados com isso.” Eles não revelaram quem mais participou das filmagens extras, mas como Ryan Reynolds anunciou o projeto no Twitter com uma imagem de Deadpool lendo um livro infantil para Fred Savage, parodiando o clássico “A Princesa Prometida” (1987), há especulações sobre o envolvimento do ator no projeto. O filme de Natal de Deadpool não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Zac Efron vai estrelar filme musical de super-heróis

    29 de outubro de 2018 /

    O ator Zac Efron vai estrelar mais um musical, o sexto de sua carreira, após três “High School Musical” (2006-2008), “Hairspray” (2007) e o recente “O Rei do Show” (2017). Desta vez, trata-se de uma mistura de musical com filme de super-herói. Ele vai se juntar a Kate Hudson (“Horizonte Profundo: Desastre no Golfo”) e Craig Robinson (“Ghosted”) no elenco do filme, intitulado “Blood Moon”, que vai acompanhar uma jovem com superpoderes que escapa de um sanatório em Nova Orleans, nos EUA. Roteiro e direção são de Ana Lily Amirpour, cineasta responsável pelos cultuados “Garota Sombria Caminha pela Noite” (2011) e “Amores Canibais” (2016). “Blood Moon” é inspirado em “aventuras dos anos 1980 e 1990”, segundo a descrição do estúdio. Com sequências musicais e tom bem-humorado, o longa se apoia em uma trilha sonora bem diversa, que vai do heavy metal ao tecno italiano. A produção é de John Lesher, que venceu o Oscar por “Birdman” (2014), e deve começar ainda em 2019, mas ainda não há previsão de estreia.

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    Lena Dunham vai adaptar best-seller Uma Esperança Mais Forte que o Mar para Steven Spielberg e J.J. Abrams

    29 de outubro de 2018 /

    A atriz e roteirista Lena Dunham, criadora das séries “Girls” e “Camping”, vai escrever a adaptação para o cinema do best-seller “Uma Esperança Mais Forte que o Mar” (A Hope More Powerful Than the Sea), de Melissa Fleming, que retrata a história real de uma refugiada síria que sobreviveu quatro dias em alto mar quando o seu barco naufragou a caminho da Europa. O filme vai ter produção de uma dupla de peso, os cineastas Steven Spielberg e J.J. Abrams, que voltam a trabalhar juntos sete anos depois da sci-fi “Super 8” (2011). Não há informações sobre se algum deles também vai dirigir o filme. O nome do diretor não foi divulgado pela Paramount, que vai distribuir o longa, ainda sem data de estreia definida. A refugiada da história, Doaa Al Zamel, tinha 19 anos e não sabia nadar. E não só se sobreviveu como salvou dois bebês quando seu barco naufragou, levando cerca de 500 pessoas, entre elas seu noivo, para a morte no Mediterrâneo em 2014. Hoje em dia, ela vive na Suécia. O último filme escrito por Dunham foi “Caminho Para o Coração”, lançado em 2012, antes da estreia da série “Girls”, na HBO. Como atriz, ela vai aparecer a seguir em “Era Uma Vez em Hollywood”, próximo filme de Quentin Tarantino.

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    Amy Winehouse ganha clipe inédito para divulgar novo documentário

    29 de outubro de 2018 /

    A cantora Amy Winehouse vai ganhar um novo documentário em Blu-ray, “Back to Black”, que inclui cenas inéditas de um show privado, feito em Londres na noite em que ela venceu cinco Grammys. A apresentação, aberta apenas a convidados, aconteceu no dia 10 de fevereiro de 2008, no Riverside Studios, e foi apenas parcialmente exibida na TV, dentro da cerimônia do Grammy. Com o lançamento do Blu-ray previsto para a próxima sexta (2/11) no Reino Unido, a gravadora Eagle Rock divulgou a íntegra de uma música do show como clipe. Trata-se da versão ao vivo de “Love Is A Losing Game”. A gravação integra o que está sendo chamado de “bônus” do lançamento, com subtítulo de “An Intimate Evening In London”. A parte principal do material é dedicado a histórias de bastidores do disco “Back to Black”, segundo trabalho de estúdio de Amy Winehouse. Produzido por Mark Ronson, o disco de 2006 traz inúmeros sucessos, como a música-título, “Rehab” e “You Know I’m No Good”, que catapultaram a cantora ao estrelato, culminando na consagração do Grammy. A trajetória de Amy Winehouse, que morreu de intoxicação alcoólica aos 27 anos em 2011, já rendeu o documentário “Amy” (2015), do britânico Asif Kapadia, vencedor do Oscar da categoria, e há planos para uma cinebiografia com atores, atualmente em desenvolvimento.

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    Próxima comédia do diretor de Um Pequeno Favor terá músicas inéditas de George Michael

    29 de outubro de 2018 /

    A próxima comédia romântica do diretor Paul Feig (“Caça-Fantasmas”, “Um Pequeno Favor”) vai contar com músicas inéditas do falecido astro George Michael. A informação foi confirmada por uma representante do cantor ao jornal britânico The Guardian. O envolvimento de George Michael tinha sido revelado em julho pela comediante Bryony Kimmings, uma das roteiristas de “Last Christmas”. O filme é baseada na canção de mesmo nome do grupo Wham!, que projetou o cantor. “Quando cheguei à bordo, George estava disposto a fazer e já tinha assinado contrato, mas ele acabou falecendo”, revelou Kimmings. O projeto, a produção e o roteiro original foram desenvolvidos pela atriz Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”) e se passa em Londres, acompanhando um romance entre Emilia Clarke (“Game of Thrones”) e Henry Golding (“Podres de Ricos”), que acontece durante as comemorações do Natal. Além de músicas inéditas, o filme terá hits do cantor, falecido em 2016, aos 53 anos. A previsão de estreia do longa, produzido pela Universal Pictures, é para novembro de 2019.

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    Último filme do ex-casal Amber Heard e Johnny Depp tem segunda pior estreia de todos os tempos nos EUA

    28 de outubro de 2018 /

    O último filme em que o ex-casal Amber Heard e Johnny Depp compartilhou as telas finalmente foi lançado nos Estados Unidos, cinco anos depois de sua filmagem e de intensas batalhas judiciais. O resultado de tanta luta foi um fracasso épico. Lançado em 613 cinemas dos Estados Unidos, “London Fields” arrecadou míseros US$ 160 mil. O valor representa a segunda pior estreia de todos os tempos para um lançamento amplo registrado pelo site especializado Box Office Mojo. O BOM considera lançamento amplo qualquer filme com distribuição em mais de 600 telas. Dentro deste critério, apenas um filme teve desempenho pior em todo o banco de dados da publicação, que cobre bilheterias desde 1980: o patriota “Proud American”, em 2008. Para completar o fiasco, “London Fields” obteve avaliação de 0% na média do Rotten Tomatoes. O filme foi rodado em 2013 e faria sua estreia mundial no Festival de Toronto de 2015. Mas o diretor Matthew Cullen barrou o lançamento ao renunciar à obra, denunciando alterações bizarras dos produtores Christopher Hanley e sua esposa, a roteirista Roberta Handley. Eles incluíram uma dublê de corpo de Amber Heard para que a produção tivesse cenas de nudez e sexo que não fizeram parte das filmagens originais. Ao saber disso, a atriz entrou com um processo contra os responsáveis. “As filmagens com a dublê de corpo inclui uma cena explícita de sexo pornográfico que Heard nunca teria aceitado em fazer”, garantiu o advogado da atriz na ocasião, juntando-se ao esforço do diretor para barrar o lançamento do filme por “fraude”. Os produtores responderam com seu próprio processo por perdas e danos, já que estariam sendo prejudicados financeiramente pela impossibilidade de lançar o longa. “London Fields” seria a estreia de Cullen no cinema, após se destacar fazendo videoclipes, como o de “Dark Horse”, de Katy Perry. A trama é uma adaptação do romance “Campos de Londres” de Martin Amis, publicado em 1989, e acompanha Nicola Six (papel de Amber), uma clarividente que tem uma premonição sobre seu assassinato iminente. Isto a leva a se envolver com três homens, tentando descobrir qual deles vai matá-la. O elenco inclui ainda Billy Bob Thornton, Jim Sturgess, Theo James, Jason Isaacs, Cara Delevingne e Jaimie Alexander, além do ex-marido de Amber, Johnny Depp, que topou fazer uma pequena figuração na época em que estava apaixonado. Os produtores acabaram entrando em acordo extra-judicial com a atriz e o diretor. Não está claro se as cenas polêmicas foram retiradas, mas é provável que sim, já que o filme foi vendido para a distribuidora independente GVN Releasing, especializada em lançamentos evangélicos, que, entretanto, não investiu em marketing, já que a estreia aconteceu sem grande alarde. Para dar noção do tamanho do fracasso, o terror “Suspiria” fez mais dinheiro que “London Fields” no fim de semana com um lançamento limitado em duas salas apenas. Não há previsão de lançamento do filme no Brasil.

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