Entrevista falsa de Ennio Morricone rende polêmica internacional com Quentin Tarantino
Uma entrevista falsa com o compositor Ennio Morricone, publicada pela versão alemã da revista Playboy, ganhou o mundo no fim de semana por suas frases sensacionalistas. No texto, o vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora por “Os Oito Odiados” (2015) chama o diretor Quentin Tarantino de “cretino” e diz que seus filmes são um “lixo”. “O homem é um cretino. Ele apenas rouba dos outros e depois coloca tudo junto. Não há nada de original nisso. E ele nem ao menos é um diretor. Não pode ser comparado com diretores reais de Hollywood como John Huston, Alfred Hitchcock e Billy Wilder. Eles eram incríveis. Tarantino apenas reaproveita coisas velhas”, publicou a revista como sendo uma frase dita por Morricone. Na entrevista que não aconteceu, o compositor ainda teria chamado os filmes de Tarantino de “lixo” e explicado parte de seu problema com o diretor: “Ele me telefona do nada e quer uma trilha pronta em poucos dias, isso me deixa louco, porque é impossível”. Assim que as declarações bombásticas começaram a ser citadas na Itália e nos Estados Unidos – também foi parar em sites brasileiros – , o célebre compositor italiano emitiu um comunicado afirmando jamais ter dado esta entrevista. Além de elogiar Tarantino e seus filmes, Morricone também afirmou que processaria a publicação alemã. Leia abaixo a íntegra da manifestação de Morricone. “Chegou ao meu conhecimento que a Playboy da Alemanha publicou um artigo em que chamei Tarantino de cretino e considero seus filmes um lixo. Isso é totalmente falso. Eu não dei uma entrevista para a Playboy da Alemanha e ainda mais, eu nunca chamei Tarantino de cretino e certamente não considero seus filmes um lixo. Eu requisitei ao meu advogado na Itália para que tome medidas civis e penais. Considero Tarantino um ótimo diretor. Eu gosto muito da minha colaboração com ele e do relacionamento que desenvolvemos durante o tempo que passamos juntos. Ele é corajoso e tem uma personalidade enorme. Eu confio em Tarantino por ser uma das pessoas responsáveis por me dar um Oscar, o que é com certeza um dos maiores reconhecimentos da minha carreira, e sou eternamente grato pela oportunidade de compor música para seu filme. Em Londres, durante uma entrevista coletiva, na frente de Tarantino, afirmei claramente que considero Quentin um dos maiores diretores desta época. E nunca falaria mal da Academia – uma instituição importante que me deu dois dos mais importantes importantes reconhecimentos da minha carreira”. A Playboy alemã ainda não se manifestou a respeito da polêmica. A versão da entrevista disponibilizada na internet é assinada pela “redação da Playboy”. Atualmente, Tarantino trabalha num novo filme, “Era Uma Vez em Hollywood”, cujo título referencia dois clássicos musicados por Morricone, “Era uma Vez no Oeste” (1968) e “Era uma Vez na América” (1984), ambos dirigidos pelo mestre Sergio Leone. Estrelado por Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e muitos outros astros, “Era Uma Vez em Hollywood” tem previsão de lançamento para agosto.
Joel Barcellos (1936 – 2018)
Morreu o ator Joel Barcellos na madrugada deste sábado (10/11) em Rio das Ostras, na Região dos Lagos, no Rio. Conhecido do público televisivo como Chico Belo na segunda versão da novela “Mulheres de Areia” (1993), ele teve trabalhos muito mais relevantes no cinema, onde concentrou sua carreira com mais de 60 filmes. Nascido em Vitória, em 27 de novembro de 1936, Barcelos apareceu pela primeira vez em tela grande em 1955, no filme “Trabalhou Bem, Genival!”, na época das chanchadas, mas foi se destacar com o movimento cinematográfico mais importante da década seguinte, o Cinema Novo. Ele atuou na antologia “Cinco Vezes Favela” (1962), sob direção de Leon Hirszman, nos longas “Os Fuzis” (1964), clássico de Ruy Guerra, “O Desafio” (1966), de Paulo César Saraceni, “A Grande Cidade ou As Aventuras e Desventuras de Luzia e Seus 3 Amigos Chegados de Longe” (1966), de Cacá Diegues, e mais dois filmes de Leon Hirszman, “A Falecida” (1965) e “Garota de Ipanema” (1967), além de figurar no mítico “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha. Também estrelou “Trópico” (1968), do italiano Gianni Amico, o que lhe abriu as portas do mercado internacional, levando-o a trabalhar no clássico “O Conformista” (1970), de Bernardo Bertolucci, após ser exilado do Brasil durante o auge da repressão da ditadura militar. Fez ainda alguns papéis na TV italiana e a sci-fi francesa “France Société Anonyme” (1974), de Alain Corneau, antes de retornar em 1975, quando retomou a carreira no país como um dos atores mais ativos do cinema nacional. Fez filmes históricos como “Anchieta, José do Brasil” (1977), de Paulo César Saraceni, “Batalha dos Guararapes” (1978), de Paulo Thiago, “Agonia” (1978), de Julio Bressane, “Luz del Fuego”(1982), de David Neves, “Rio Babilônia” (1982), de Neville de Almeida, e “O Segredo da Múmia” (1982), de Ivan Cardoso. Foi também, além de ator, diretor e roteirista dos longas “O Rei dos Milagres” (1971) e “Paraíso no Inferno” (1977). Por isso, fez pouca televisão, atividade a que só foi se dedicar com mais afinco no período posterior ao fechamento da Embrafilme, quando a indústria cinematográfica nacional implodiu no desgoverno de Fernando Collor durante os anos 1990. A lista inclui as minisséries “Tereza Batista” (1992), “Memorial de Maria Moura” (1994), “Engraçadinha… Seus Amores e Seus Pecados” (1995) e “A Justiceira” (1997), sem esquecer sua única novela, “Mulheres de Areia”, todas na Globo. Mas seus últimos trabalhos foram, como deveriam ser, filmes: “O Homem Nu” (1997), dirigido por Hugo Carvana, e “A Dama do Estácio” (2012), um média-metragem dirigido por Eduardo Ades. Nos últimos anos, o artista sofreu dois AVCs e estava bastante debilitado. Em 2012, após passar mal em um mergulho em Rio das Ostras, onde morava, alguns jornais chegaram a noticiar a sua morte erroneamente, desmentida no dia seguinte. Stephan Nercessian, que trabalhou com o ator em “Mulheres de Areia”, comentou a morte de Joel, a quem considerava um de seus grandes amigos. “Ele era um parceirão. Fizemos muita farra juntos. Ele foi um amigo, pai de família e artista fora do comum. Ele teve um trabalho marcante no cinema brasileiro. Que Deus o tenha, pescador Joel”, disse ao UOL.
Atriz de Punho de Ferro entra em Godzilla vs Kong
A atriz Jessica Henwick, que viveu a heroína Colleen Wing na série “Punho de Ferro”, entrou no filme “Godzilla vs Kong”, crossover dos monstros do estúdio Legendary. A produção não teve sinopse nem descrição de personagens divulgadas, enquanto segue reunindo um grande elenco. Henwick vai se juntar a Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”) e Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), além de Millie Bobby Brown (“Stranger Things”), Kyle Chandler (“Bloodline”) e Zhang Ziyi (“O Tigre e o Dragão”). Os três últimos aparecerão antes em “Godzilla II: Rei dos Monstros”. “Godzilla vs Kong” será continuação desse filme. O longa tem direção de Adam Wingard (“Bruxa de Blair”) e previsão de estreia para maio de 2020, exatamente um ano após o lançamento de “Godzilla II: Rei dos Monstros”.
John Boyega e Letitia Wright vão estrelar adaptação da sci-fi romântica Entre as Estrelas
Os atores John Boyega (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”) vão estrelar uma nova ficção científica. A dupla vai protagonizar “Hold Back the Stars”, que adapta o romance homônimo de Katie Khan, lançado no Brasil com o nome de “Entre as Estrelas”. A trama acompanha um homem e uma mulher que revisitam memórias de sua vida amorosa em uma Terra utópica, quando, na verdade, estão presos no vácuo do espaço, com apenas 90 minutos de oxigênio restantes. O roteiro da adaptação foi escrito pela estreante Christy Hall, a direção é de Mike Cahill (que já filmou duas sci-fis indies, “A Outra Terra” e “O Universo do Olhar”) e a produção está a cargo de Shawn Levy (“Stranger Things”). “Hold Back the Stars” ainda não tem previsão de estreia.
Kenneth Branagh vira Shakespeare na primeira foto de All Is True
Depois de muito filmar obras de Shakespeare, como “Henrique V”, “Othello”, “Hamlet” e “Muito Barulho por Nada”, o ator e diretor Kenneth Branagh finalmente vai viver o próprio Shakeaspeare no cinema. E além de estrelar, também vai dirigir o filme, intitulado “All Is True”, que teve sua primeira foto divulgada. Veja acima. Escrito pelo comediante Ben Elton, que ficou conhecido pelos roteiros hilários da série clássica britânica “Black-Adder” e que recentemente abordou Shakespeare na série de comédia “Upstart Crow”, “All Is True” é descrito como um “olhar sobre os últimos dias da vida do renomado dramaturgo William Shakespeare”. Além de Branagh, o elenco do filme também destaca Judi Dench (“007 – Operação Skyfall”) e Ian McKellen (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). A estreia está marcada para 21 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Mel Gibson vai interpretar ator excêntrico em suspense criminal
O ator Mel Gibson (“Pai em Dose Dupla 2”) vai se juntar a Charlie Hunnam (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”) em um filme de investigação criminal chamado “Waldo”. Trata-se de uma adaptação do best-seller “Last Looks”, de Howard Michael Gould, um roteirista de TV (criador da série “Instant Mom”). O livro gira em torno de Charlie Waldo (Hunnam), um ex-detetive da polícia de Los Angeles que se tornou recluso, vivendo na mata, mas que é tirado da aposentadoria para trabalhar de forma privada na investigação do assassinato da esposa de um astro excêntrico da TV, que tem como principal suspeito seu próprio empregador. Gibson viverá o astro excêntrico suspeito. O longa será dirigido pelo britânico Tim Kirkby, responsável por alguns episódios de comédias como “Veep” e “Fleabag”, e que estreou no cinema neste ano com a comédia “Action Point”, um fracasso de crítica e bilheteria estrelado por Johnny Knoxville (“Jackass”). As filmagens começarão no primeiro semestre de 2019 e ainda não há previsão de estreia.
Anna Kendrick vai estrelar sua primeira sci-fi espacial
A atriz Anna Kendrick (“Um Pequeno Favor”) vai estrelar a primeira ficção científica de sua filmografia, após 15 anos de carreira – iniciada em 2003 com a comédia adolescente “Campo de Estrelas”. No filme, intitulado “Stowaway”, ela viverá a pesquisadora médica de uma espaçonave. A trama vai se passar durante uma viagem da Terra para Marte, quando um passageiro clandestino é descoberto à bordo e provoca intriga entre a tripulação. “Stowaway” será dirigido por Joe Penna, que estreou em longa-metragem este ano, com o drama de sobrevivência “Arctic”, estrelado pelo dinamarquês Mads Mikkelsen (“Rogue One: Uma História Star Wars”) e selecionado pelo Festival de Cannes. Penna também assina o roteiro com Ryan Morrison, com quem trabalhou em “Arctic”. Não há previsão para a estreia.
Polonês Guerra Fria lidera lista de indicados ao “Oscar Europeu”
A Academia de Cinema Europeu divulgou este sábado (10/11), durante a realização do Festival de Sevilha, a lista dos indicados a sua premiação anual, os European Film Awards, considerados o Oscar da Europa, que vai acontecer na cidade andaluza no dia 15 de dezembro. O filme “Guerra Fria”, do cineasta polonês Pawel Pawlikowski, lidera a lista com cinco indicações. Além de disputar o troféu de Melhor Filme Europeu de 2018, “Guerra Fria” concorre às categorias de Direção, Ator (Tomasz Kot), Atriz (Joanna Kulig) e Roteiro – também a cargo do cineasta. Filmado em preto e branco como o longa anterior do diretor, “Ida” (2013), o drama aborda um romance entre um casal muito diferente, durante os anos 1950. Palikowski já venceu o Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira com “Ida” e este ano recebeu o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes por seu novo drama, que estreia no Brasil em 7 de fevereiro. Três filmes conseguiram quatro indicações: os italianos “Dogman”, de Mateo Garrone, e “Feliz como Lázaro”, de Alice Rohrwacher, e o sueco “Border”, de Ali Abassi. Estes três, mais “Guerra Fria” e o belga “Girl”, de Lukas Dhont, estão na disputa do prêmio de Melhor Filme. Duas produções indicadas tem coprodução brasileira: “Diamantino”, dos portugueses Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, que concorre a Melhor Comédia, e “Me Chame Pelo Seu Nome”, do italiano Luca Guadagnino, indicado ao Prêmio do Público, escolhido por votação popular. Confira abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Filme Europeu Border – Ali Abbasi Guerra Fria – Pawel Pawlikowski Dogman – Matteo Garrone Girl – Lukas Dhont Feliz como Lázaro – Alice Rohrwacher Melhor Documentário Europeu A Woman Captured – Bernadett Tuza-Ritter Bergman – 100 Anos – Jane Magnusson Of Fathers and Sons – Talal Derki The Distant Barking of Dogs – Simon Lereng Wilmont The Silence of Others – Almudena Carracedo & Robert Bahar Melhor Diretor Europeu Ali Abbasi – Border Matteo Garrone – Dogman Samuel Maoz – Foxtrot Pawel Pawlikowski – Guerra Fria Alice Rohrwacher – Feliz como Lázaro Melhor Atriz Europeia Marie Bäumer – 3 Days in Quiberon Halldóra Geirharðsdóttir – Woman at War Joanna Kulig – Guerra Fria Bárbara Lennie – Petra Eva Melander – Border Alba Rohrwacher – Feliz como Lázaro Melhor Ator Europeu Jakob Cedergren – Culpa Rupert Everett – The Happy Prince Marcello Fonte – Dogman Sverrir Gudnason – Borg vs McEnroe Tomasz Kot – Guerra Fria Victor Polster – Girl Melhor Roteiro Europeu Ali Abbasi, Isabella Eklöf & John Ajvide Lindqvist – Border Matteo Garrone – Dogman Gustav Möller & Emil Nygaard Albertsen – Culpa Pawel Pawlikowski – Guerra Fria Alice Rohrwacher – Feliz como Lázaro Melhor Animação Europeia Another Day of Life – Raul de la Fuente & Damian Nenow O Homem das Cavernas – Nick Park A Ganha-Pão – Nora Twomey Caninos Brancos – Alexandre Espigares Melhor Comédia Europeia Assim É a Vida – Eric Toledano & Olivier Nakache Diamantino – Gabriel Abrantes & Daniel Schmidt A Morte de Stalin – Armando Iannucci Melhor Descoberta Europeia – Prêmio FIPRESCI Girl – Lukas Dhont Um Dia – Zsófia Szilágyi Scary Mother – Ana Urushadze Culpa – Gustav Möller Those Who Are Fine – Cyril Schäublin Não Me Toque – Adina Pintilie Prêmio do Público Europeu Borg vs McEnroe – Janus Metz Assim É a Vida – Olivier Nakache, Eric Toledano Me Chame Pelo Seu Nome – Luca Guadagnino Dunkirk – Christopher Nolan O Destino de uma Nação – Joe Wright Em Pedaços – Fatih Akin A Morte de Stalin – Armando Ianucci Valerian e a Cidade dos Mil Planetas – Luc Besson Victoria & Abdul: O Confidente da Rainha – Stephen Frears
Vídeo legendado destaca os novos Animais Fantásticos de Newt Scamander
A Warner divulgou um vídeo legendado de bastidores de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, que destacam os animais fantásticos do título. A escritora J.K. Rowling e o ator Eddie Redmayne, intérprete do protagonista Newt Scamander comentam as novas criaturas e o retorno de alguns animais favoritos do primeiro filme. A trama, que foi ambientada em Nova York no longa anterior, acontecerá agora em Londres e Paris, e apresentará ainda mais ligações com a saga de “Harry Potter”. A história começa meses após os acontecimentos de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, com Gellert Grindelwald (Johnny Depp) reunindo novos seguidores para sua causa, que considera os bruxos superiores aos demais humanos. Somente Alvo Dumbledore (Jude Law), que um dia foi considerado o melhor amigo do vilão, poderá acabar com seus planos sombrios. No entanto, para que essa intervenção realmente ocorra, o futuro diretor de Hogwarts precisará da ajuda do ex-aluno Newt Scamander, que voltará a reunir Tina (Katherine Waterston), Jacob (Dan Fogler) e Queenie (Alison Sudol) em uma aventura por um mundo mágico repleto de perigos. Novamente escrito por J.K. Rowling e dirigido por David Yates, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” estreia na quinta-feira (15/11) no Brasil.
Strange Angel é renovada para a 2ª temporada
A plataforma de streaming CBS All Access renovou “Strange Angel” para sua 2ª temporada. A série conta a incrível história real de Jack Parsons, que na série é interpretado por Jack Reynor (“Transformers: A Era da Extinção”). Brilhante e ambicioso trabalhador dos anos 1930, Parsons começou como faxineiro de uma fábrica de produtos químicos em Los Angeles, mas teve sonhos fantásticos que o levaram a criar a ciência dos foguetes espaciais. Ao longo de sua jornada, ele adentrou um mundo misterioso que incluiu rituais de magia sexual e o séquito do ocultista Aleister Crowley. A produção tem credenciais cinematográficas, criada pelo roteirista Mark Heyman (de “Cisne Negro”), dirigida pelos cineastas David Lowery (“Meu Amigo, o Dragão”) e Ben Wheatley (“Free Fire”) e com produção de Ridley Scott (“Todo o Dinheiro do Mundo”). O elenco ainda destaca Bella Heathcote (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Rupert Friend (série “Homeland”), Peter Mark Kendall (série “The Americans”), Rade Serbedzija (“Busca Implacável 2”), Greg Wise (série “The Crown”), Zack Pearlman (série “Shameless”), Keye Chen (série “Silicon Valley”), Dan Donohue (série “Damnation”), Michael Gaston (série “The Leftovers”) e Elena Satine (série “The Gifted”) A estreia está marcada para 14 de junho nos Estados Unidos.
Tom Cruise interrompe filmagens do novo Top Gun para aprender a pilotar avião a jato
A mania de realizar suas próprias cenas de ação levou Tom Cruise a suspender temporariamente a produção de “Top Gun: Maverick”. É que ele entrou num curso para aprender a pilotar os jatos em que seu personagem voa. Aos 56 anos de idade, Cruise ainda insiste em pular de prédios, dirigir motocicletas e pular de aviões. Nem o fato de ter quebrado o tornozelo fazendo um salto durante a produção de “Missão Impossível: Efeito Fallout” diminuiu seu ímpeto. De acordo com o jornal Daily Mail, o ator, que também é produtor de “Top Gun: Maverick”, decidiu fazer as suas próprias cenas a bordo dos aviões de caça, ao contrário do que ocorreu na produção original dos anos 1980, para aumentar o grau de realismo. Para “Missão Impossível: Efeito Fallout” ele já teve aulas de voo, onde aprendeu a pilotar um helicóptero. Enquanto aprende a comandar um jato, a produção dá uma pausa das filmagens. Mas isso não deve afetar o cronograma de lançamento, já que Cruise também recrutou seu diretor e roteirista favorito, Christopher McQuarrie (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), para reescrever o roteiro e acrescentar mais cenas de ação. A pausa servirá para McQuarrie terminar a nova versão da história. Com direção de Joseph Kosinski, que já tinha trabalho com Cruise em “Oblivion” (2013), o filme tem estreia prevista para junho de 2020.
Francis Lai (1932 – 2018)
Morreu o célebre compositor Francis Lai, autor de várias trilhas de cinema, entre elas a de “Love Story”, que lhe rendeu um Oscar em 1971. Ele tinha 86 anos e faleceu na quarta (7/11) na cidade francesa de Nice, de causa desconhecida. Nascido em Nice, Francis Lai foi para Paris com pouco mais de 20 anos para tocar acordeon e integrar a vibrante cena musical do bairro de Montmartre. Em 1965, conheceu o jovem cineasta Claude Lelouch, que o convidou a desenvolver a trilha do filme “Um Homem, uma Mulher”, lançado no ano seguinte. O resultado da primeira trilha de Lai se tornou um marco do cinema. Com seu corinho “da-ba-da-ba-da”, a música-tema virou fenômeno internacional — e uma das gravações mais parodiadas de sua época. A trilha foi indicada ao Globo de Ouro, assim como a parceria seguinte de Lai e Lelouch, “Viver por Viver” (1967). Foi o começo de uma relação duradoura e bem-sucedida entre o cineasta e o compositor, que resultou numa profusão de trilhas que acompanharam a filmografia quase completa de Lelouch. “Francis Lai era o homem da minha vida, um anjo disfarçado de acordeonista”, disse na quarta Lelouch, em entrevista à rádio RTL. “Fizemos 35 filmes juntos e tivemos uma história de amor que durou 50 anos”. O alcance da trilha de “Um Homem, uma Mulher” também abriu as portas de Hollywood para o compositor francês, que no ano seguinte musicou seu primeiro filme falado em inglês, a comédia “Toureiro sem Sorte” (1967), com Peter Sellers e Britt Ekland. Seguiram-se mais comédias, filmes de guerra, suspenses e em pouco tempo Lai passou a dominar o mercado, assinando trilhas de nada menos que dez filmes apenas no ano de 1970 – entre eles, os clássicos “Passageiro da Chuva”, de René Clement, e “Love Story”, de Arthur Hiller, que o consagrou de vez. Ele seguiu em ritmo alucinado durante a década de 1970, bisando suas parcerias com Lelouch, Clement, mas também expandido sua conta bancária até com filmes eróticos, como “Emmanuelle 2” (1975) e o controvertido “Bilitis” (1977) – que ironicamente lhe rendeu a primeira de suas quatro indicações ao César (o Oscar francês). As parcerias com Lelouch foram pontos altos de sua filmografia nas décadas seguintes, rendendo clássicos como “Retratos da Vida” (1981), a continuação “Um Homem, uma Mulher: 20 Anos Depois” (1986), “Itinerário de um Aventureiro” (1988) e “Os Miseráveis” (1995), entre outros, mas também merece destaque o excelente “Olhos Negros (1987), de Nikita Mikhalkov. Ao morrer, Lai trabalhava na trilha de “Les Plus Belles Années”, a derradeira colaboração com seu primeiro e último parceiro de cinema, que Lelouch pretende lançar em 2019. Relembre abaixo alguns dos primeiros e mais famosos trabalhos do compositor.
Chris Hemsworth vira mercenário na primeira foto do novo filme da equipe de Vingadores: Guerra Infinita
A Netflix divulgou nas redes sociais a primeira foto de “Dhaka”, que traz Chris Hemsworth (“Thor: Ragnarok”) de arma em punho, em clima de “Os Mercenários”. A produção marca o reencontro do ator com a equipe de “Vingadores: Guerra Infinita”. “Dhaka” foi escrito por Joe Russo, um dos irmãos diretores do filme dos Vingadores, e dirigido por Sam Hargrave, dublê do Universo Cinematográfico Marvel, que faz sua estreia como cineasta. Ele chegou a trabalhar como diretor assistente dos Russo em “Vingadores: Guerra Infinita”. O filme tira seu nome da capital do Bangladesh e traz Hemsworth como um mercenário contratado para salvar o filho de um empresário rico. Precisando lidar com crises de identidade e problemas emocionais, ele enfrentará uma das missões mais difíceis de sua vida. Junto da foto, a Netflix ecoou a premissa com frases do ator sobre as filmagens. Ele diz que “Dhaka” traz “algumas das mais intensas sequências de ação que eu já fiz” e que o resultado será “surreal” Filmado na Índia e na Indonésia, “Dhaka” será um dos primeiros lançamentos da produtora independente dos irmãos Russo, a AGBO, e ainda não tem previsão de estreia.











