Alita: Anjo de Combate ganha seu terceiro e melhor trailer legendado
A Fox divulgou o pôster e o terceiro trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”. Melhor prévia até agora, o vídeo se concentra nos aspectos dramáticos da história, deixando as cenas de ação para o final. A estratégia confere maior humanidade para a personagem-título, ao mesmo tempo em que usufrui de grande aprimoramento nos efeitos visuais, que contrastam com a aparência caricata da introdução de Alita no primeiro trailer, revelado no ano passado. Apesar de manter a opção de retratar a protagonista ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes, além do esqueleto metálico, Alita está fisicamente mais parecida com sua intérprete, a jovem Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”). A opção estética dos olhos grandes dá à produção uma aparência de anime, replicando a característica mais marcante dos quadrinhos e animação japoneses desde Osamu Tezuka. E, como muitos sabem, o material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990. Entretanto, toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que ela perdeu suas memórias e passa a tratá-la como sua filha. Mas Alita demonstra ser uma expert em artes marciais e logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. No filme, o personagem interpretado por Christoph Waltz (“Django Livre”) se chama Dr. Dyson Ido. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“Para Todos os Garotos que Já Amei”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia, que foi adiada pela terceira vez, está atualmente marcada para o dia 14 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Roma: Filme de Afonso Cuarón que venceu o Festival de Veneza ganha impactante trailer legendado
A Netflix divulgou o pôster, quatro fotos e o segundo trailer legendado de “Roma”, filme vencedor do Festival de Veneza 2018. O título não diz respeito à cidade italiana, mas a um bairro de classe média da Cidade do México, onde trabalha a protagonista, uma empregada doméstica. A prévia impactante mostra uma evolução dramática de momentos intimistas para cenas épicas de revolta popular, ao acompanhar a doméstica Cleo (a estreante Yalitza Aparicio), que testemunha as mudanças sociais e políticas no México durante os anos 1970. A trama filmada em preto e branco é baseada nas lembranças de infância do diretor Alfonso Cuarón, em seu primeiro filme após vencer o Oscar por “Gravidade” (2013). A sinopse oficial define o longa como “uma homenagem de Cuarón às mulheres que o criaram” e como o seu “projeto mais pessoal até hoje”. Cuarón não fazia um filme situado no México há 17 anos, desde “E Sua Mãe Também” (2001). “Roma” terá uma estreia em circuito limitado de cinemas – regra para disputar o Oscar – antes de chegar no serviço de streaming em todo o mundo, no dia 14 de dezembro.
Personagens de Homem-Aranha no Aranhaverso ganham pôsteres individuais
A Sony divulgou novos pôsteres da animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, que destacam individualmente os diferentes Homens-Aranha, Mulheres-Aranha e Porco-Aranha do filme. Os heróis incluem o Homem-Aranha vivido por Miles Morales (voz de Shameik Moore, da série “The Get Down”), que será o protagonista, o Aranha original Peter Parker (Jake Johnson, da série “New Girl”), Gwen Stacy, a Gwen-Aranha (Hailee Steinfeld, de “Quase 18”), o Homem-Aranha Noir (Nicolas Cage, de “Kick-Ass”), a japonesa Peni Parker, também conhecida como Ar//nH (Kimiko Glenn, de “Orange Is the New Black”), e Peter Porker, o Porco-Aranha (Spider-Ham, no original), uma aranha transformada em porco falante (dublado por John Mulaney, de “Saturday Night Live”). A explicação para a convivência entre personagens de universos completamente diferentes nos quadrinhos – como o Ultimate, que originou Miles Morales, o “Homem-Aranha negro” – é uma experiência dimensional do vilão da trama, o Rei do Crime – que ironicamente é o menos cósmico dos vilões do herói. A presença de Peter Porker é a mais absurda. O personagem fazia parte de um universo antropomórfico, concebido como paródia por Tom DeFalco e Mark Armstrong nos anos 1980. Também chama atenção a participação de Ar//nH, a versão mangá/anime do herói, que usa um traje Mecha (mecânico/robótico) e surgiu junto com a Gwen-Aranha (também chamada de Mulher-Aranha, embora esta seja outra personagem) em 2014, num evento/crossover chamado “Aranhaverso”. Este evento, que claramente inspira o desenho, originou várias outras versões do Aranha, inclusive Silk, que faz parte dos projetos de filmes derivados da Marvel na Sony. Apesar da variedade de personagens surgidas no período, a versão em que Gwen Stacy é mordida por uma Aranha radioativa e ganha super-poderes se tornou disparada a mais popular, tanto que ganhou revista própria. Já o Homem-Aranha Noir faz parte do universo Noir da Marvel, com histórias passadas durante a Grande Depressão dos anos 1930. Apesar dessa referência, é outra criação recente – lançada numa minissérie de 2009. Miles Morales é o único da lista que atualmente habita o mesmo universo do Aranha original, após a implosão do selo Ultimate, onde foi criado por Brian Michael Bendis em 2011. Ele foi um dos poucos sobreviventes daquele mundo, graças a uma solução narrativa das “Guerras Secretas”, crossover de 2015. Por fim, como todos sabem, Peter Parker, o Homem-Aranha clássico, nasceu em 1962 das mentes criativas de Stan Lee e Steve Ditko. O elenco vocal ainda inclui Lily Tomlin (série “Grace and Frankie”) como a Tia May, Brian Tyree Henry (série “Atlanta”) como Jefferson Davis, o pai de Miles, Mahershala Ali (“Moonlight”) como Aaron Davis/Gatuno/Aranha de Ferro, tio de Miles, e Liev Schreiber (série “Ray Donovan”) como Wilson Fisk, o Rei do Crime. “Homem-Aranha no Aranhaverso” tem roteiro e produção da dupla Phil Lord e Christopher Miller (“Uma Aventura Lego”). A direção está a cargo de Peter Ramsey (“A Origem dos Guardiões”) e Bob Persichetti, que estreia na função, após ser o principal animador de “O Pequeno Príncipe” (2015), “Gato de Botas” (2011), “Monstros vs. Alienígenas” (2009) e “Shrek 2” (2004). A estreia está marcada para 10 de janeiro no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Bichos de pelúcia zoam Buzz Lightyear em novo teaser de Toy Story 4
A Disney divulgou um novo pôster e o segundo teaser de “Toy Story 4”, ainda sem legendas ou dublagem em português. O vídeo explora metalinguagem, ao trazer dois bichinhos de pelúcia repercutindo o teaser anterior de “Toy Story 4”, divulgado na segunda-feira (12/11). Entusiasmados, eles tentam imitar o bordão de Buzz Lightyear, mas dizem a frase errada. Quando Woody chega com Buzz para corrigi-los, eles zoam o astronauta de plástico, apontando que “Ao infinito e além” não faz sentido e só podia ser dito por alguém sem o menor conhecimento científico. Os dois personagens, que são prêmios num parque de diversões, devem integrar a nova história. Eles se chamam, apropriadamente, Ducky e Bunny (patinho e coelhinho) e aparecem dublados pela dupla Keegan-Michael Key e Jordan Peele, que estrelaram juntos a série de comédia “Key and Peele” antes do último virar o celebrado diretor do terror “Corra!” (2017). Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky, um garfo com bracinhos, é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.
Stan Lee vai aparecer nas animações WiFi Ralph: Quebrando a Internet e Homem-Aranha no Aranhaverso
Stan Lee, que morreu na segunda (12/11) aos 95 anos, fará participação póstuma em dois longas animados, “WiFi Ralph: Quebrando a Internet”, que estreia na semana que vem nos Estados Unidos, e “Homem-Aranha no Aranhaverso”, produção da Sony marcada para dezembro na América do Norte. Ambos só chegam ao Brasil em janeiro de 2019. “WiFi Ralph: Quebrando a Internet” será o primeiro filme da Disney a juntar personagens da Pixar, Lucasfilm e Marvel. E nada é mais Marvel que Stan Lee, o criador que virou personagem e apareceu na maioria dos filmes baseados em seus quadrinhos. A aparição de Lee acontece em uma cena na qual Vanellope está fugindo pelos corredores do site oficial da Disney, perseguida por Stormtroopers de “Star Wars”. Ela esbarra em vários astros dos filmes da Disney por lá, incluindo o mais famoso de todos, Stan Lee. Já “Homem-Aranha no Aranhaverso” reúne as diversas versões do Homem-Aranha que habitam os quadrinhos da Marvel desde que Stan Lee e Steve Ditko criaram o original nos anos 1960. Ele aparece logo no início do filme interagindo com Miles Morales, que é criação de outros artistas, no papel de um vendedor de loja. Ainda não há informação sobre se Stan Lee chegou a filmar figurações em “X-Men: Fênix Negra”, “Os Novos Mutantes” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”. Seu agente revelou que ele aparece em “Capitã Marvel”, mas não deu detalhes. De todo modo, isso faz de “Vingadores 4” sua última aparição confirmada nos filmes da Marvel. Em abril, o diretor Joe Russo revelou que ele fez sua cena para o filme inédito no mesmo dia em que registrou suas aparições para “Vingadores: Guerra Infinita” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Além desses, ele também pode surgir de surpresa em “Once Upon a Time a Deadpool”, a reedição para menores de “Deadpool 2”.
Primeiro trailer legendado de Detetive Pikachu mostra pokémon falante com a voz de Deadpool
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Pokémon: Detetive Pikachu”. E apesar de o personagem-título ter a voz do Deadpool, a prévia revela que a premissa absurda pode funcionar no cinema. Um dos problemas que parece ter sido contornado é justamente o fato de que esse Pikachu fofichu e cinematográfico fala, para começar. O vídeo mostra que só o principal personagem humano e outros pokémons entendem o que ele diz. O resto da população reage como os fãs da série animada “Pokémon”, ouvindo apenas pika-pika-pika – o que soa como uma palavrão na voz de Deadpool! Outro detalhe bizarro é o chapeuzinho de Sherlock Holmes que o Pikachu usa. Este elemento visual veio junto com a premissa e o título do filme, quando a produtora Legendary fechou o contrato para adaptar não a franquia, mas um game específico da Nintendo, que se chama, em inglês, “Great Detective Pikachu”. No jogo em que o filme se baseia, um garoto americano chamado Tim Goodman descobre que consegue entender o que Pikachu fala e os dois passam a trabalhar juntos para resolver mistérios. No filme, o Detetive Pikachu se apresenta como maior esperança de Tim para encontrar seu pai, um policial lendário, que está desaparecido. Mas mesmo respeitando a premissa do game, a produção aproveita para preencher o vídeo de pokémons, inclusive com easter eggs da série animada japonesa, e situar a trama no mesmo mundo da franquia. O roteiro da adaptação foi escrito por Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e a direção está a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”). Já o elenco destaca Ryan Reynolds (“Deadpool”) como a voz de Pikachu, Justice Smith (série “The Get Down”) como Tim, e ainda Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Kathryn Newton (série “Supernatural”), Ken Watanabe (“A Origem”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”), a cantora Rita Ora (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Karan Soni (também de “Deadpool”). A estreia está marcada para 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. http://www.impawards.com/2019/pokemon_detective_pikachu_xlg.html
Stan Lee estará em Vingadores 4. Veja vídeo com todas as figurações do criador da Marvel
Stan Lee, o criador dos heróis da Marvel falecido nesta segunda-feira (12/11), vai aparecer no vindouro “Vingadores 4”. Em abril, o diretor Joe Russo revelou que ele filmou sua cena para o filme inédito no mesmo dia em que rodou suas aparições para “Vingadores: Guerra Infinita” e também “Homem-Formiga e a Vespa”. “Ele não gostava de voar, então tentamos aproveitar para filmar suas aparições na mesma época. Se temos outros filmes sendo produzidos simultaneamente, como por exemplo ‘Homem-Formiga e a Vespa’ e ‘Vingadores 4’, nós agrupamos suas aparições para apenas conduzi-lo de um set para outro, de forma a registrar tudo no mesmo dia”, o diretor explicou em entrevista à BBC. Apesar da confirmação, “Vingadores 4” pode não ser seu último longa. É que “Homem-Aranha: Longe de Casa” também está em produção e não foi revelado se o criador do super-herói chegou a ter sua presença registrada durante as filmagens. O costume das figurações começou com o telefilme “O Julgamento do Incrível Hulk”, em 1989, mas só foi explodir a partir do primeiro filme dos “X-Men”, em 2000, e continuou até os lançamentos mais recentes da Marvel. A última aparição nos cinemas aconteceu em “Venom”, embora Stan Lee não tenha criado o personagem. Veja abaixo um vídeo com todas as figurações já registradas pelo escritor, editor, publisher e gênio dos quadrinhos.
Stan Lee (1922 – 2018)
Morreu Stan Lee, o lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-se como blockbusters de Hollywood. Ele tinha 95 anos e morreu na manhã dessa segunda (12/11), no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, após um período conturbado em sua vida. Nascido Stanley Martin Lieber em 28 de dezembro de 1922, filho de um imigrante romeno que se estabeleceu em Nova York, o futuro escritor conseguiu seu primeiro emprego aos 17 anos na empresa do tio, a Timely Comics, que se tornaria a Marvel, e escreveu sua primeira história em quadrinhos dois anos depois. Eram duas páginas apenas, usadas para preencher a terceira edição do “Capitão América”. Ao assinar o texto, virou pela primeira vez Stan Lee. Nesta mesma época, com 19 anos, foi nomeado diretor interino pelo fundador da Timely, o tio Martin Goodman, quando o editor anterior se demitiu. O trabalho foi interrompido brevemente em 1942, devido à guerra, após Stan se alistar no exército, onde escreveu manuais e filmes como parte de um grupo criativo que incluía o cineasta Frank Capra. Mas após o conflito mundial, ele retornou ao posto na Timely, permanecendo como editor por décadas, inclusive na transição da empresa para a Marvel. Sob seu comando, a editora retomou a publicação dos super-heróis, interrompida após a guerra, com a primeira criação importante de Stan Lee no gênero, o Quarteto Fantástico, em 1961. A editora também mudou o nome para Marvel, que era o título de uma publicação de super-heróis que a Timely lançara em 1939. Stan trabalhou com o veterano Jack Kirby, desenhista do maior herói da Timely, o Capitão América, para dar vida às primeiras criações da Marvel. Depois do Quarteto Fantástico, vieram o Hulk, Thor, Homem-Formiga, Homem de Ferro, X-Men, Pantera Negra, Surfista Prateado, cada um com sua própria publicação, o que demandava mais páginas que Jack Kirby dava conta de desenhar. E, assim, novos gênios foram incorporados ao time, como Steve Ditko, que desenhou o Homem-Aranha e Doutor Estranho, o veterano Bill Everett, criador do Príncipe Submarino, que assumiu o Demolidor, etc. Seguindo o exemplo da Liga da Justiça da DC Comics, a maioria dos heróis foi reunida numa única publicação: os Vingadores, em 1963, que também trouxe de volta o Capitão América, novamente desenhado por Kirby. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Todos os personagens fizeram sucesso. Alguns mais que outros. E geralmente muito mais que os heróis da rival DC Comics. O que levou a disputas pelos créditos de suas autorias. Lee, Ditko e Kirby tiveram brigas amargas, mas, após anos de disputas judiciais, os desenhistas passaram a ser considerados tão criadores dos personagens quanto Lee. “Eu não quero que ninguém pense que eu tratei Kirby ou Ditko injustamente”, disse ele à revista Playboy em abril de 2014. “Acho que tivemos um relacionamento maravilhoso. O talento deles era incrível. Mas as coisas que eles queriam não estavam em meu poder para dar a eles.” Não estava em seu poder, por exemplo, retornar os desenhos originais para os artistas ou lhes pagar royalties. Nem o próprio Lee jamais recebeu direitos autorais pela exploração em filmes ou séries dos super-heróis que concebeu. Entretanto, como política da Marvel, ele tinha um salário vitalício, que os demais não recebiam. A importância de Stan Lee não se “limitou” à criação da era Marvel dos quadrinhos. Ele também ajudou a criar a comunidade geek, ao passar a publicar as cartas dos leitores nas páginas dos quadrinhos, interagindo com eles de forma como nunca tinha sido feita antes, discutindo enredos e fazendo pequenas revelações sobre os rumos das tramas e futuros projetos. Esse costume gerou uma de suas principais marcas, a exclamação “Excelsior”, com que costumava pontuar suas respostas. Sua influência foi além disto, ao se posicionar factualmente contra a censura aos quadrinhos e contra o preconceito de que eram apenas para crianças. Em 1971, ele cometeu a ousadia de publicar uma história sobre o vício em drogas. Na época, as revistas eram sujeitas à inclusão do selo do Código de Ética, que atestava que não possuíam conteúdo impróprio para menores de 13 anos. Revistas que não tivessem o código tinham dificuldades de distribuição, pois costumavam ser rejeitadas pelas bancas – foi o que levou a editora especialista em terror, EC Comics, à falência após a campanha conservadora que criou o Código duas décadas antes. Pois Stan Lee escreveu, editou e comprou briga para distribuir uma revista do Homem-Aranha em que o melhor amigo do herói, Harry Osborn, aparecia se drogando. A edição chegou às bandas sem o “selo de aprovação”, mas os jornaleiros não a devolveram, porque era do Homem-Aranha, e ela vendeu horrores, dando início a um movimento para “relaxar” as regras e, finalmente, na década seguinte, abolir completamente o Código de Ética que forçava quadrinhos a permanecerem infantis. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 1972, Lee foi nomeado publisher e passou as rédeas editoriais da Marvel para Roy Thomas, virando, a partir daí, uma espécie de garoto-propaganda da empresa. Ele se mudou para Los Angeles em 1980 para montar um estúdio de animação e construir relacionamentos em Hollywood para a Marvel, após a editora licenciar personagens para séries animadas e live action no passado. Lee também conseguiu sucesso nessa área, com diversas novas produções. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV. Os filmes da Marvel, liderados pelos bilhões arrecadados por “Os Vingadores”, finalmente deram a Stan Lee status de celebridade. Entretanto, quando deveria estar aproveitando as glórias, ele entrou no período mais confuso de sua vida. A partir de julho do ano passado, com a morte de sua esposa Joan, que foi sua companheira por 69 anos, o criador da Marvel se envolveu em vários processos contra antigos sócios e denúncias de abusos de idoso por parte das pessoas ao seu redor. Ele processou executivos da POW! Entertainment – uma empresa que fundou em 2001 para desenvolver propriedades de filmes, TV e videogames – buscando compensações de US$ 1 bilhão por fraude, apenas para desistir do processo abruptamente semanas depois. Também processou seu ex-empresário e entrou com uma ordem de restrição contra um homem que estava lidando com seus negócios, denunciou o desaparecimento misterioso de milhões de dólares de sua conta e, em junho de 2018, foi revelado que o Departamento de Polícia de Los Angeles investigava relatos de abuso de idosos a que ele teria sido submetido. “Stan Lee era tão extraordinário quanto os personagens que ele criou. Um super-herói autêntico para os fãs da Marvel ao redor do mundo, Stan tinha o poder de inspirar, entreter e conectar. A escala de sua imaginação só era superada pelo tamanho de seu coração”, disse o CEO da Disney, Bob Iger, em comunicado. Ele foi acompanhando por Kevin Feige, presidente dos estúdios de cinema da Marvel, que elogiou o legado de Lee. “Ninguém teve mais impacto na minha carreira e em tudo o que fazemos na Marvel Studios do que em Stan Lee. Stan deixa um legado extraordinário que sobreviverá a todos nós. Nossos pensamentos estão com sua filha, sua família e os milhões de fãs que foram tocados pela genialidade, carisma e coração. Excelsior!” Até o Twitter oficial da DC Comics se rendeu ao talento de Lee, evocado pela empresa de quem foi rival por muitas décadas. “Ele mudou a forma como olhamos os heróis e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével”, escreveu a DC. “Seu entusiasmo contagiante nos lembrava por que todos nós nos apaixonamos por essas histórias em primeiro lugar. Excelsior, Stan.”
Toy Story 4 ganha primeiro teaser com introdução de novo personagem
A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Toy Story 4”, a esperada continuação da saga de Woody, Buzz Lightyear e companhia. A prévia mostra uma ciranda aérea, em que os principais personagens se divertem de mãos dadas no ar, até que aparece Forky, um garfo com braços que não se considera “um brinquedo”, acabando com a harmonia. Por curiosidade, a música escolhida para embalar o momento alegre dos personagens é “Both Sides Now”, composição de Joni Mitchell, na gravação da cantora Judy Collins. Trata-se da mesma versão que encerra, de forma perturbadora, o terror “Hereditário”. Complexo isso. Segundo a sinopse oficial, “Toy Story 4” vai começar após os acontecimentos mostrados em “Toy Story 3”, com os brinquedos em sua casa nova, como propriedade da pequena Bonnie. Quando Forky é adicionado à turma, as coisas começam a sair do controle e os brinquedos descobrem “quão grande o mundo pode ser”. Com direção de Josh Cooley (do curta “O Primeiro Encontro da Riley”, sequência de “Divertida Mente”), “Toy Story 4” terá o retorno de seus dubladores famosos como Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz) e Joan Cusack (Jessie), no lançamento original em inglês. Apenas o Sr. Cabeça de Batata terá outro intérprete vocal, devido à morte do comediante Don Rickles no ano passado. A estreia da continuação está marcada para 20 de junho no Brasil.
People’s Choice Awards reprisa o Teen Choice e consagra Shadowhunters e os Vingadores
A premiação do povão americano, People’s Choice Awards, aconteceu na noite de domingo (11/11), bisando vários campeões do prêmio em forma de prancha de surfe dos adolescentes, o Teen Choice Awards, em especial o filme “Vingadores: Guerra Infinita” e a série sobrenatural adolescente “Shadowhunters”, as produções mais votadas. Ou seja, o gosto de jovens e adultos quase não tem mais distinção. E é dominado pela Disney. A produção da Marvel foi escolhida como Filme, Filme de Ação e Atriz de Cinema Favoritos de 2018. Scarlett Johansson foi a vingadora premiada, enquanto seu colega Chadwick Boseman venceu como Ator de Cinema Favorito por “Pantera Negra”. O longa do herói também rendeu um troféu para Danai Gurira, como Estrela Favorita de Filme de Ação. Já na televisão, o destaque de “Shadowhunters”, com quatro troféus, mostra como há um problema de percepção a respeito do sucesso dessa série do canal pago Freeform, da Disney. Afinal, ela foi cancelada, com a encomenda de um especial para encerrar sua trama, supostamente por baixa audiência, no mesmo ano em que se consagrou nas duas votações populares dos Estados Unidos. Este paradoxo se chama Netflix, que reprisa a série e tem maior alcance que o Freeform. Não por acaso, venceu na categoria de Série Maratonável Favorita, forma como é disponibilizada em streaming. Também se consagrou como Série, Ator (Harry Shum Jr.) e Atriz (Katherine McNamara) de Série Favoritos. Grande campeã do Teen Choice 2018, “Riverdale” foi considerada a Série Dramática Favorita, ampliando a convergência. Até a escolha do Reality Show Favorito foi idêntica a dos teens, “Keeping up With the Kardashian”. Nos agradecimentos, as irmãs Kardashian aproveitaram para falar sobre o incêndio que provocou a evacuação de áreas em Malibu e consumiu sua residência. Também falaram sobre o incêndio e homenagearam os bombeiros envolvidos Victoria Beckhan e Melissa McCarthy, que foram as homenageadas da noite, ao lado de Bryan Stevenson, ativista pelo direito dos negros, que acabou sendo aplaudido de pé durante a cerimônia. Apenas a parte musical do prêmio trouxe mudanças em relação ao Teen Choice. Enquanto os adolescentes ainda são românticos, os adultos optaram por artistas mais explícitos, consagrando a cantora Nick Minaj como Artista Favorita e Disco Favorito de 2018, com “Queen”. Mesmo assim, alguns dos premiados são favoritos dos mais jovens e até das crianças, como Shawn Mendes e o grupo BTS. A premiação, que foi transmitida pela primeira vez pelo canal E! — antes era transmitida pela CBS — , ganhou novas categorias, chegando a 43, um exagero que fez com que nem todas fossem anunciadas na cerimônia, que aconteceu em Santa Mônica, na Califórnia. No Brasil, a cobertura ficou por conta de Barbara Evans, filha de Monique Evans, que curiosamente acabou entrando para a lista das mais bem vestidas do E! americano. Ela vai estrelar um novo reality do E! no Brasil, “Alto Leblon – Garotas do Rio”, previsto para 2019. Confira abaixo os vencedores do People’s Choice Awards, também conhecido como replay do Teen Choice Awards 2018. CINEMA Filme de 2018: “Vingadores: Guerra Infinita” Filme de Comédia de 2018: “Meu Ex é um Espião” Filme de Ação de 2018: “Vingadores: Guerra Infinita” Filme de Drama 2018: “Cinquenta Tons de Liberdade” Filme Família de 2018: “Os Incríveis 2” Ator de Cinema de 2018: Chadwick Boseman, “Pantera Negra” Atriz de Cinema de 2018: Scarlett Johansson, “Vingadores: Guerra Infinita” Estrela de Drama de 2018: Jamie Dornan, “Cinquenta Tons de Liberdade” Estrela da Comédia de 2018: Melissa McCarthy, “Alma da Festa” Estrela de Ação de 2018: Danai Gurira, “Pantera Negra” TELEVISÃO Série de TV de 2018: “Shadowhunters” Série Dramática de 2018: “Riverdale” Série de Comédia de 2018: “Orange Is the New Black” Série Maratonável de 2018: “Shadowhunters: The Mortal Instruments” Série de Sci-Fi/Fantasia de 2018: “Wynonna Earp” Revival de 2018: “Dynasty” Ator de TV de 2018: Harry Shum Jr., “Shadowhunters: The Mortal Instruments” Atriz de TV de 2018: Katherine McNamara, “Shadowhunters: The Moral Instruments” Ator/Atriz Dramático da TV de 2018: Mariska Hargitay, “Law & Order: SVU” Ator/Atriz de Comédia da TV de 2018: Jim Parsons, “The Big Bang Theory” Talk Show Diurno de 2018: “The Ellen DeGeneres Show” Talk Show Noturno de 2018: “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon” Competidor de 2018: Maddie Poppe, “American Idol” Estrela de Reality Show de 2018: Khloé Kardashian, “Keeping Up With the Kardashians” Reality Show de 2018: “Keeping Up With the Kardashians” Reality de Competição de 2018: “The Voice” MÚSICA Grupo Favorito de 2018: BTS Artista Feminina de 2018: Nicki Minaj Artista Masculino de 2018: Shawn Mendes Álbum do Ano de 2018: “Queen” – Nicki Minaj Música do Ano de 2018: “IDOL” – BTS Artista Latino de 2018: CNCO Artista Country de 2018: Blake Shelton Clipe do Ano de 2018: “IDOL” – BTS Turnê de 2018: “Reputation Tour” – Taylor Swift Artista Mais Estiloso de 2018: Harry Styles OUTROS Celebridade de 2018 nas redes sociais: BTS Estrela Popular de 2018: Shane Dawson Influenciadora de Beleza de 2018: James Charles Celebridade Animal de 2018: Crusoe the Celebrity Dachshund Comediante de 2018: Kevin Hart Esportista de 2018: Serena Williams Podcast Pop de 2018: Scrubbing in With Becca Tilley & Tanya Rad
Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald recebe pior nota da franquia Harry Potter no Rotten Tomatoes
A Warner suspendeu o embargo das críticas de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, segundo prólogo da franquia “Harry Potter”, e o resultado começou a ser publicado no site Rotten Tomatoes neste fim de semana. Com 42 críticas de jornalistas e blogueiros de língua inglesa já computadas, o filme está sendo considerado a maior decepção de toda a saga, com a pior nota dentre as produções resultantes dos 17 anos da franquia cinematográfica. A avaliação chegou a 57% de aprovação neste domingo (11/11), uma nota medíocre e bem abaixo da menor registrada anteriormente, que, por coincidência, pertencia ao filme anterior, “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, com 74% em 2016. Quando considerados apenas os chamados “críticos Top”, aqueles que são jornalistas da grande imprensa, a nota desaba de vez, ficando em míseros 38% de aprovação. Um lixo. O que diferencia os dois filmes da nova saga, além da ausência de Harry Potter e a participação de novos personagens, são os roteiros escritos por J.K. Rowling, a escritora que criou Harry Potter na literatura. Os filmes do bruxinho foram todos adaptados por roteiristas profissionais, e embora fãs lamentassem cortes de diversas passagens, tinham um ritmo bem mais ágil. As críticas já publicadas apontam que este é o principal problema de “Os Crimes de Grindelwald”, repleto de cenas descartáveis com personagens secundários, que não levam a lugar algum em ternos narrativos. Sem o filtro de roteiristas profissionais, “Animais Fantásticos” segue rumo oposto aos oito longas de “Harry Potter”, perdendo agilidade conforme avança sua história. “O filme se ocupa demais pulando de um lugar para outro, colocando subtrama após subtrama na sua história”, escreveu o respeitado crítico Richard Roeper do Chicago Sun-Times. “Rowling se rendeu às suas tendências maximalistas e assim emperrou a história, fazendo você gastar tempo demais tentando desvendar quem fez o quê para quem e por quê”, apontou Manohla Dargis, do New York Times. “Uma continuação sem foco, cansativa e entorpecente que parece se arrastar para sempre”, definiu Nicholas Barber, da BBC. E as críticas seguem nesse tom, reclamando basicamente das mesmas coisas. “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” estreia na próxima quinta-feira (15/11) no Brasil, um dia antes ao lançamento nos Estados Unidos.
Venom bate recorde de bilheteira na China com estreia de US$ 111 milhões
O filme “Venom”, que estreou na China apenas na sexta-feira passada (9/11), registrou recorde de bilheteria em seu primeiro final de semana no país, arrecadando US$ 111 milhões. Com esse valor, “Venom” se transformou na maior abertura de uma produção da Sony na China e a segunda melhor estreia de filmes de super-heróis, perdendo apenas para “Vingadores: Guerra Infinita”. O impulso chinês ajudou o longa da Sony a atingiu o faturamento total de US$ 674 milhões ao redor do mundo, garantindo a produção de uma continuação e o investimento em novas produções derivadas dos quadrinhos do Homem-Aranha. A estreia de sexta foi a última prevista da produção. E também a maior de todas, superando a arrecadação inicial do mercado norte-americano, que foi de US$ 80,2 milhões no começo de outubro.
O Grinch supera expectativas e antecipa o Natal nas bilheterias da América do Norte
A animação “O Grinch” comemorou o Natal mais cedo neste ano, ao roubar as bilheterias do final de semana na América do Norte. Superando expectativas, a estreia arrecadou US$ 66 milhões. Seu sucesso monopolizou o público infantil, prejudicando ainda mais o desempenho de “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos”, um dos piores rendimentos da Disney neste ano, que em dez dias acumulou US$ 35,2 milhões. Vai dar prejuízo. Mas o estúdio do Mickey prepara o troco com o lançamento de “Wi-Fi Ralph: Quebrando a Internet” em duas semanas. Isso significa que “O Grinch” tem apenas mais um fim de semana livre de concorrência. Líder na semana passada, “Bohemian Rhapsody”, que conta a história de Freddie Mercury, manteve o bom desempenho com mais US$ 30 milhões nos últimos três dias, fazendo sua bilheteria total atingir US$ 100 milhões na América do Norte. O 3º lugar ficou com outro filme estreante, o terror “Operação Overlord”, que faturou US$ 10,1 milhões. Filme mais bem-avaliado pela crítica na programação, foi produzido por J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: O Despertar da Força”) com um orçamento relativamente baixo, de R$ 38 milhões, que deve ser coberto com o mercado internacional. “O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos” ficou com o 4º lugar e o Top 5 se completa com a decepção de “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”. O longa arrecadou US$ 8 milhões, estreando abaixo do filme de David Fincher, “Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”, que fez US$ 12,7 milhões em 2011. Para piorar, a continuação foi destruída pela crítica, com 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. O Grinch Fim de semana: US$ 66m Total EUA e Canadá: 66m Total Mundo: US$ 78,7m 2. Bohemian Rhapsody Fim de semana: US$ 30,8m Total EUA e Canadá: US$ 100m Total Mundo: US$ 285,2m 3. Operação Overlord Fim de semana: US$ 10,1m Total EUA e Canadá: US$ 10,1m Total Mundo: US$ 19,3m 4. O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos Fim de semana: US$ 9,5m Total EUA e Canadá: US$ 35,2m Total Mundo: US$ 96,6m 5. Millennium: A Garota na Teia de Aranha Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 8m Total Mundo: US$ 16,3m 6. Nasce uma Estrela Fim de semana: US$ 8m Total EUA e Canadá: US$ 178m Total Mundo: US$ 322,8m 7. Nobody’s Fool Fim de semana: US$ 6,5m Total EUA e Canadá: US$ 24,2m Total Mundo: US$ 24,5m 8. Venom Fim de semana: US$ 4,8m Total EUA e Canadá: US$ 206,2m Total Mundo: US$ 673,5m 9. Halloween Fim de semana: US$ 3,8m Total EUA e Canadá: US$ 156,8m Total Mundo: US$ 245,5m 10. O Ódio que Você Semeia Fim de semana: US$ 2m Total EUA e Canadá: US$ 26,7m Total Mundo: US$ 28,8m












