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Filme

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Filme

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11 de junho de 2026
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    Dumbo é um filme à moda antiga de Tim Burton

    7 de abril de 2019 /

    Tim Burton não abre mão de seus temas favoritos. Antes de as grandes produções de Hollywood falarem sobre o preconceito contra os excluídos ou o que é tido como diferente, Burton já abordava suas paixões como ninguém, inclusive numa fase que antecede a fama de Guillermo del Toro, artista que também gosta de viver nas sombras. Tudo isso envelopado com muita beleza e criatividade em termos de direção de arte, figurinos, fotografia e trilha sonora; seja na luz ou na escuridão, Burton tira cores do ambiente e de seus personagens. Em “Dumbo”, não é diferente. Mas ele está muito mais livre, leve e solto agora do que em “Alice no País das Maravilhas” (2010), a adaptação que lançou a safra de transformações das clássicas animações do estúdio em produções live-action. Em poucos segundos, sua marca se faz presente. É tudo tão bonito de se ver que é difícil enumerar frames prediletos, porque muitos devem inspirar artistas a pintarem quadros por aí. Mas destaco uma cena, com Dumbo olhando a pena mágica pegar fogo. Esse frame é um dos mais belos do cinema. Todo mundo conhece a história do filhote de elefante orelhudo que sabia voar. Mas “Dumbo” não é uma cópia do desenho, com uma ou outra mudança, como “A Bela e a Fera” (2017), por exemplo. É um filme de Tim Burton e ele sabe o quanto é necessário atualizar certos conceitos, como o final da animação, que pode ter emocionado a plateia de 1941, mas que não cabe em 2019. Portanto, fique de olho na primeira e na última sequência e o quanto elas dialogam com os dias atuais. Mas tudo que faz de Tim Burton uma atração também representa sua maldição. Quando ele estava na vanguarda, representava um talento ousado e inigualável, um verdadeiro autor, um visionário capaz de levar Hollywood para o futuro. Tanto nos temas que destrinchava quanto na inconfundível assinatura visual. Entretanto, o cinema de Burton passa a impressão de que parou no tempo, pois seus novos filmes seguem o mesmo ritmo e estilo de seus primeiros trabalhos. Claro que na década de 1980 não veríamos um elefante com orelhas gigantes voando com tamanha perfeição, mas o jeito com que ele conta essa história é à moda antiga demais, com personagens unidimensionais, diálogos, atitudes, clima antiquados. Quem não conhece o cinema de Tim Burton (as crianças) têm uma chance maior de se encantar com “Dumbo” e, provavelmente, maior chance de chorar litros. Porém, os cinéfilos que forem assistir ao longa atraído pelo nome do diretor sairão do filme sem empolgação, pensando em nada além dos cenários, das cores, da beleza estonteante de Eva Green e a fofura provocada pelo elefante, uma maravilha de efeitos visuais, principalmente em seus voos. Assim como demonstrou “O Lar das Crianças Peculiares”, com tantos cineastas seguindo seus passos, o estilo inovador daquele jovem à frente de seu tempo virou algo inesperadamente convencional. De todo modo, é interessante reparar que a Disney deu liberdade total para ele fazer o filme que queria, com seus atores favoritos (Michael Keaton, Danny DeVito, Eva Green), e com uma crítica implícita à própria Disneylândia (Dreamland). Pode ter certeza que o estúdio não aceitaria isso de qualquer outro diretor.

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    Roberta Haynes (1927 – 2019)

    7 de abril de 2019 /

    A atriz Roberta Haynes, que estrelou “A Volta ao Paraíso” (1953) ao lado de Gary Cooper, morreu na quinta-feira (4/4) em sua casa em Delray Beach, na Flórida, aos 91 anos. Nascida Roberta Schack em 19 de agosto de 1927, em Wichita Falls, Texas, ela se mudou para Los Angeles ainda criança, acompanhando sua família, e ao completar a maioridade passou a buscar trabalho como atriz. Hayes estreou no cinema com papéis não creditados em dois filmes de 1949, “O Crime não Compensa”, de Nicholas Ray, e “Resgate de Sangue”, de John Huston. E após uma passagem pela Broadway em 1950, conseguiu maior destaque no drama noir “The Fighter” (1952), que foi filmado no México. No ano seguinte, ela emplacou seu primeiro filme como protagonista feminina, interpretando uma nativa polinésia em “A Volta ao Paraíso”, que se envolvia e tinha um filho com Gary Cooper. Com seus cabelos escuros, olhos escuros e pele morena, Haynes costumava interpretar mulheres mexicanas, nativas americanas ou polinésias no cinema. “Eu queria ser uma atriz séria, para interpretar os papéis que Ingrid Bergman desempenhou. Mas eu sempre fui rotulada como uma ‘mexicana ardente'”, disse ela em uma entrevista em 2017 para o site Vulture . “Os papéis da ‘boa garota’ sempre foram para atrizes de cabelos loiros e olhos azuis.” Sua carreira vinha crescendo e no mesmo ano ela ainda apareceu em dois westerns: “Irmãos Inimigos” (1953), dirigido por Raoul Walsh, e “O Valente de Nebraska” (1953), em que voltou a ter papel de protagonista. Mas um acidente envolvendo tiros e explosões no set prejudicou seriamente sua visão. Ela não trabalhou por vários anos até que as operações restaurassem a maior parte de sua visão. Com a trajetória cinematográfica encurtada, ela passou a participar de séries de TV, sem papel fixo, e fazer pequenas aparições no cinema, como no thriller “À Queima-Roupa” (1967), de John Boorman, e “Reencontro do Amor” (1972), de Martin Ritt. Seu último papel foi como figurante na comédia “Loucademia de Polícia 6: Cidade em Estado de Sítio”, em 1989. Ela teve um relacionamento com Marlon Brando e um caso com Richard Burton, além de três maridos. O último foi o ator Larry Ward (da série clássica “The Dakotas”), de quem se divorciou em 1971.

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    Trial by Fire: Laura Dern dá show de interpretação em trailer de drama jurídico

    6 de abril de 2019 /

    O estúdio americano Roadside divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Trial by Fire”, filme dirigido por Edward Zwick (“O Último Samurai” e “Jack Reacher: Sem Retorno”). Drama baseado em uma história real, a trama gira em torno da inusitada relação entre um prisioneiro condenado à morte e uma mãe de família. Os papéis são vividos, respectivamente por Jack O’Connell (da minissérie “Godless”) e Laura Dern (“Big Little Lies”), que dão um show de interpretação na prévia, especialmente a atriz. O filme levanta a discussão sobre a pena de morte nos Estados Unidos. Durante os 12 anos em que o condenado Cameron Todd Willingham esteve preso, Elizabeth Gilbert (papel de Dern) lutou por sua liberdade, descobrindo que alguns fatos do caso talvez não fossem tão precisos para levar à sua condenação. O roteiro é de Geoffrey Fletcher, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “Preciosa” (2009). “Trial by Fire” teve première no Festival de Tellurine no ano passado e a estreia comercial vai acontecer em circuito limitado, no dia 17 de maio nos Estados Unidos. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.

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    Amy Adams vai estrelar filme de Ron Howard para a Netflix

    6 de abril de 2019 /

    A atriz Amy Adams (“A Chegada”) foi confirmada no elenco de “Hillbilly Elegy”, novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”), que será lançado pela Netflix. O drama é baseado no livro “Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis”, do escritor JD Vance, lançado no Brasil com o título de “Hillbilly: Era Uma Vez Um Sonho” (veja abaixo). A “elegia caipira” é a história de um estudante de direito que se vê de volta em sua cidade natal, onde se confronta com a crise de várias gerações de sua família, marcada pela pobreza, alcoolismo e trauma. A história foi inspirada na vida do próprio autor. O livro foi adaptado por Vanessa Taylor, co-roteirista de “A Forma da Água”. O filme ainda não tem previsão de estreia.

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    Dave Bautista vai estrelar filme de zumbis de Zack Snyder

    6 de abril de 2019 /

    O ator Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) vai estrelar “Army of the Dead”, novo filme de zumbis de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). O papel de Bautista não foi revelado. Desenvolvida para a Netflix, a produção representa um retorno às origens para o diretor, que voltará ao apocalipse zumbi 15 anos após o longa-metragem que inaugurou sua carreira, “Madrugada dos Mortos” (2004). A trama é uma espécie de “Onze Zumbis e um Segredo”, já que se passa em Las Vegas e acompanha um homem que reúne um grupo de mercenários para realizar o maior assalto já tentado. O detalhe é que, para chegar nos milhões, eles precisarão invadir uma zona de quarentena e se arriscar em meio a um surto de zumbis. O projeto estava acumulando poeira desde 2007, na Warner, onde deveria ter sido dirigido por Snyder logo após “300” (2006). Sem esquecê-lo, o diretor conseguiu convencer a Netflix a bancar sua produção, orçada, segundo o site The Hollywood Reporter, em respeitáveis US$ 90 milhões – orçamento de filme de super-heróis e não de zumbis. A história é do próprio Snyder, mas foi roteirizada por Joby Harold, do infame “Rei Arthur: A Lenda da Espada” (2017). Além de dirigir, Snyder também vai assinar a produção com sua esposa, Deborah Snyder. Ainda não há cronograma de produção conhecido ou previsão de estreia.

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    Descendentes 3: Trailer revela volta da maldição da Bela Adormecida

    6 de abril de 2019 /

    O Disney Channel divulgou o pôster e o trailer oficial do terceiro filme da saga “Descendentes”. A prévia revela a volta da maldição do sono de “A Bela Adormecida”, usada por um novo vilão para atacar Auradon. E como Mal (filha de Malévola) lidera seus amigos Evie (filha da Rainha Má), Carlos (filho da Cruella de Vil) e Jay (filho do Jafar) numa luta contra seus maiores inimigos, Uma (filha de Úrsula) e a novidade Hades – vivido por Cheyenne Jackson, de “American Horror Story” com uma peruca púrpura new wave. “Descendentes 3” volta a trazer Dove Cameron como Mal e Kenny Ortega na cadeira de diretor. A estreia vai acontecer no segundo semestre de 2019, em data ainda não confirmada.

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    Eternos: Ator de Silicon Valley negocia estrelar próximo filme cósmico da Marvel

    6 de abril de 2019 /

    O ator Kumail Nanjiani, conhecido pela série “Silicon Valley” e pelo filme “Doentes de Amor”, entrou em negociações para estrelar “Eternos”, nova produção da Marvel. De acordo com a revista The Hollywood Reporter, Nanjiani é cotado para um dos principais papéis da produção, mas nem o papel nem a escalação foi confirmada pela Marvel ou pela Disney. Se fechar contrato, o ator poderá contracenar com Angelina Jolie, que também estaria em negociações com a produção (a atriz deve interpretar a personagem Sersi). “Eternos” (The Eternals) são personagens clássicos de Jack Kirby, seres superpoderosos, surgidos como um desdobramento da evolução que criou a vida inteligente na Terra. Concebidos pelos alienígenas Celestiais, eram destinados a ser defensores da Terra. Mas algo deu errado, a ponto de a experiência gerar ninguém menos que Thanos, descendente dos Eternos originais. Embora os detalhes sobre o filme estejam sendo mantidos em sigilo, fontes afirmaram ao Hollywood Reporter que um aspecto da história envolve a história de amor entre Ikaris, um homem alimentado por energia cósmica, e Sersi, que adora se misturar entre os humanos. O filme será dirigido pela chinesa Chloé Zhao, que nasceu em Pequim, passou sua adolescência em Londres e estudou cinema nos Estados Unidos, onde mora atualmente. Sua filmografia consiste de dois filmes indies muito elogiados pela crítica, os dramas “Songs My Brothers Taught Me” (2015) e “Domando o Destino” (The Rider, 2017), ambos exibidos no Festival de Cannes e premiados no circuito internacional. Ela é a terceira mulher contratada para comandar um filme da Marvel, após Anna Boden compartilhar a direção de “Capitã Marvel” com o marido, Ryan Fleck, e Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”) ser selecionada para “Viúva Negra”. E, curiosamente, será a segunda chinesa a dirigir um filme de super-heróis, após a Warner colocar Cathy Yan (“Dead Pigs”) à frente de “Aves de Rapina”, o filme que mistura super-heroínas e Arlequina, atualmente em produção.

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    Georgiy Daneliya (1930 – 2019)

    6 de abril de 2019 /

    O diretor russo Georgiy Daneliya morreu na quinta-feira (4/4) aos 88 anos, após parada cardíaca, seguindo um período de quase dois meses de internação por pneumonia em um hospital de Moscou. Considerado um dos maiores cineastas russos e premiado durante sua carreira em três dos principais festivais de cinema do mundo, Berlim, Veneza e Karlovy Vary, Daneliya era um arquiteto que virou cineasta ao lançar dois curtas no final dos anos 1950. A aclamação veio logo no primeiro longa-metragem, “O Mundo Novo de Serginho” (1960), que venceu o Globo de Cristal em Karlovy Vary, mais importante festival do Leste Europeu. O drama do menino que se vê subitamente valorizado pelo novo padrasto também foi considerado um dos melhores filmes estrangeiros do ano pela National Board of Review americana. Ele voltou a se destacar com “24 Horas em Moscou” (1964), sobre um jovem em visita à capital russa, que faz novos amigos adolescentes. O longa foi selecionado para a disputa da Palma de Ouro no Festival de Cannes. A Cortina de Ferro dificultou que sua filmografia se tornasse mais conhecida. E também houve certa resistência do Ocidente a seu trabalho, por ser alinhado à ideologia comunista. Daneliya chegou ser eleito “Artista da República Russa” em 1977 e “Artista do Povo da União Soviética” em 1989 pelo governo soviético. O cineasta também venceu o Festival de Moscou em 1977 com “Mimino”, sobre um piloto de helicóptero do interior que sonha comandar aviões e se torna amigo de um motorista de trator durante um curso na capital. A lenta e gradual abertura soviética permitiu maior circulação a seus filmes. E ele acumulou prêmios internacionais em sua obra seguinte, “Maratona de Outono” (1979), conquistando o Leão de Ouro do Festival de Veneza, a Concha de Ouro do Festival de San Sebastian e o prêmio da Mostra Fórum do Festival de Berlim com a história de um professor infiel. Foi o ponto alto de sua carreira, que, a partir daí, tornou-se menos internacional. Seus filmes seguintes foram mais celebrados no mercado doméstico, geralmente vencendo os prêmios Nika (o Oscar russo), como “Passaporte” (1990), que lhe rendeu o troféu de Melhor Roteiro. Ele também diversificou sua obra, fazendo comédias (“Nastya”, “Heads and Tails” e “Fortuna”) e até uma animação, “Ku! Kin-dza-dza”, seu último trabalho, lançado em 2013, que venceu o Nika da categoria.

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    Idris Elba não vai mais viver o Pistoleiro no novo filme do Esquadrão Suicida

    5 de abril de 2019 /

    O Pistoleiro não vai aparecer mais no novo filme do Esquadrão Suicida. Segundo a revista Variety, a Warner e o diretor James Gunn (“Guardiões da Galáxia”) decidiram que Idris Elba (“A Torre Negra”) não irá substituir Will Smith como o vilão e sim interpretar um novo personagem ainda não revelado. O recuo se deu porque a equipe não pretende desrespeitar Will Smith e, com isso, a porta ficaria aberta para um possível retorno do ator em filmes futuros – uma vez que o motivo original para sua saída foi conflito de agenda, não diferenças criativas. Resta saber se a produção manterá a mesma atitude com outros personagens da franquia. Até o momento, apenas os retornos dos intérpretes originais de Arlequina (Margot Robbie) e Capitão Bumerangue (Jai Courteney) estão confirmados na sequência, mas há boatos de que Viola Davis também estaria negociando retomar o papel de Amanda Waller. O plano de Gunn, que escreveu o roteiro e vai dirigir o filme, seria reunir novos personagens da DC para a produção. O novo “Esquadrão Suicida” tem data de lançamento prevista para agosto de 2021.

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    Disney pretende lançar mais Aliens e Planeta dos Macacos

    5 de abril de 2019 /

    A CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA que acontece em Las Vegas, virou o palco oficial da revelação do destino das franquias da Fox, após a compra do estúdio pela Disney. Além de anunciar o fim da saga dos “X-Men” e a continuação de “Deadpool”, a Disney abordou as franquias originais da Fox, afirmando que pretende lançar novas produções de diversas marcas populares do estúdio. A executiva Emma Watts, que era vice-presidente da Fox e continua no estúdio, afirmou que franquias como “Aliens”, “Planeta dos Macacos” e “Kingsman”, sem esquecer “Avatar”, ganharão novos capítulos em breve. O terceiro “Kingsman” já está em desenvolvimento e o que não faltam são projetos para continuar “Aliens”, mas é a primeira vez que se menciona o resgate de “Planeta dos Macacos”, que teve uma trilogia estrelada por Andy Serkis encerrada em 2017.

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    Disney vai produzir novos filmes de Deadpool com Ryan Reynolds

    5 de abril de 2019 /

    Se “Fênix Negra” marca o fim da saga dos “X-Men” da Fox, a Disney confirmou que pretende continuar a cronologia de pelo menos uma franquia do universo cinematográfico “original” dos mutantes. O presidente do Walt Disney Studios, Alan Horn, afirmou que vai produzir novos filmes de Deadpool, com a participação de Ryan Reynolds. Durante sua participação na CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA que acontece em Las Vegas, Horn afirmou que o público “pode esperar mais de Deadpool pelos próximos anos”, garantindo que o sucesso do mercenário falastrão vai continuar. “Deadpool 2” foi lançado há 11 meses, em maio de 2018, mas sua continuação ainda não previsão de estreia. Assim como os X-Men, o personagem agora pertence ao Marvel Studios, que está com seu cronograma de lançamentos lotado. Com isso, não se sabe se o projeto do filme da “X-Force”, grupo de heróis introduzido em “Deadpool 2” e que seria filmado a seguir pela Fox, fará parte do que o público “pode esperar” para os próximos anos.

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    Os Novos Mutantes reaparece no calendário de lançamentos da Disney

    5 de abril de 2019 /

    Envolvido em muita especulação, o filme dos Novos Mutantes continua a ter seu lançamento marcado para o cinema. Após a compra da Fox pela Disney, rumores apontavam que ele seria lançado na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Mas o título apareceu no calendário de lançamentos do estúdio, apresentado durante a CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA, que acontece em Las Vegas. O lançamento do filme já sofreu diversos adiamentos e o site The Hollywood Reporter chegou a apurar que as refilmagens, planejadas há mais de um ano, nem sequer foram marcadas, deixando a produção numa espécie de “limbo” durante o apagar das luzes da Fox. Filmado há dois anos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), “Os Novos Mutantes” seria originalmente lançado em 13 abril do ano passado. Mas as primeiras sessões de teste revelaram que o público esperava que ele fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, o que originou a decisão de refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Isto não teria acontecido, porque a agenda do elenco se provou desafiadora. Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos quadrinhos, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia, o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Por enquanto, o filme baseado nos quadrinhos da Marvel tem sua estreia marcada para 1 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Disney confirma que Fênix Negra encerra a franquia dos X-Men

    5 de abril de 2019 /

    A trajetória cinematográfica dos X-Men, inciada em 2000, vai chegar ao fim com o lançamento de “X-Men: Fênix Negra”. A confirmação foi feita pelo presidente do Walt Disney Studios, Alan Horn, durante participação na CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA, que acontece em Las Vegas. Horn afirmou que “A Fênix Negra” será “a despedida perfeita para a nossa equipe de X-Men” e o “capítulo final” para os X-Men no cinema. Nas entrelinhas também estão “despedidos” os produtores que trabalhavam com os heróis. O filme já estava pronto quando a Disney finalizou a compra da Fox, que produziu todos os lançamentos da saga. Após a aquisição, os personagens foram incorporados ao Marvel Studios, que deve realizar um reboot da franquia. A despedida volta a adaptar “A Saga da Fênix Negra”, ponto alto da parceria entre Chris Claremont e John Byrne nos quadrinhos, que já foi abordada no péssimo “X-Men: O Confronto Final” (2006), tão ruim que quase acabou com a franquia – a ponto de os X-Men passarem por seu primeiro reboot após aquele lançamento. A trama acompanha a transformação da heroína Jean Grey na vilã Fênix Negra e voltará a reunir o elenco de “X-Men: Apocalipse” (2016): Jennifer Lawrence (Mística), Michael Fassbender (Magneto), James McAvoy (Professor Xavier), Nicholas Hoult (Fera), Evan Peters (Mercúrio), Alexandra Shipp (Tempestade), Tye Sheridan (Cíclope), Kodi Smit-McPhee (Noturno) e, claro, Sophie Turner (Jean Grey/Fênix). Para completar, Simon Kinberg, que foi o responsável pelo roteiro de “X-Men: O Confronto Final”, volta para assinar a nova versão da mesma história e ainda faz sua estreia como diretor no filme. Em entrevistas, ele justificou o remake com a desculpa de fazer justiça aos quadrinhos. Os fãs podem discordar e desta vez não haverá um “Dias de um Futuro Esquecido” para consertar. A estreia é prevista para 6 de junho no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos.

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