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Atriz resgata fiscalização que encontrou seis trabalhadores em condições degradantes e critica apoio político do sertanejo à direita

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4 de novembro de 2026
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    Polícia invade casa de Lindsay Lohan após gritos de briga com noivo

    25 de julho de 2016 /

    Após um tempo sem protagonizar barracos, a atriz Lindsay Lohan voltou a alimentar publicações sensacionalistas com um novo escândalo. Na manhã de sábado (23/7), policiais invadiram sua casa, em Londres, após vizinhos ouvirem seus gritos, acusando seu noivo, Egor Tarabasov, de tentar matá-la, informou o jornal The Sun. Na varanda de seu apartamento, Lohan foi vista gritando: “Ele tentou me enforcar. Ele quase me matou”. Ela ainda implorou por ajuda e ordenou o namorado que saísse imediatamente da casa. “Por favor, por favor, por favor. Ele tentou me enforcar. Todos vão saber. Saia da minha casa”, gritou a atriz, que ainda foi ouvida desafiando o noivo. “Faça isso outra vez. Eu te desafio. Seu louco e doente. Você precisa de ajuda. É a minha casa. Saia da minha casa”. “Eu não te amo mais. Você tentou me matar. Você é um psicopata. Nós terminamos”, declarou. “Não, Egor, você vem me enforcando regularmente. Você não pode estrangular uma mulher, bater nela, e achar que está tudo bem. Todos viram você colocar a mão em mim. Está filmado. Saia! Saia”, dizia, segundo relatos. Os policias teriam chegado 10 minutos após os gritos da atriz e arrombado a porta da casa, mas encontraram a residência vazia e, como não houve evidência de crime, nenhuma prisão foi realizada. Os vizinhos, porém, gravaram um vídeo da atriz pedindo socorro, antes de chamarem as autoridades. Um morador que testemunhou o episódio falou ao jornal sobre o ocorrido. “Ela acordou a nossa casa inteira com gritos. Estava realmente preocupado com a segurança dela – parecia que estava precisando de ajuda”, afirmou. Lindsay ficou noiva do russo Egor Tarabasov em abril deste ano. “Ele é um cara ótimo. Eu o conheci no verão [do hemisfério norte]. Estou muito feliz”, afirmou ela ao jornal The Sun em março. Mas, no sábado do barraco, ela acusou o milionário de estar em uma balada com outra mulher. Nas redes sociais, Lindsay escreveu que Egor tinha mentido a ela, divulgando as imagens enviadas por um amigo que o mostravam com uma mulher, a estilista russa Dasha Pashevkina, a quem chamou de prostituta. “Obrigada por não vir para casa esta noite. A fama muda as pessoas”, declarou ela. Depois do escândalo, ela apagou todos os posts e publicou em seu Twitter um link para uma página de pesquisa de seu filme “Meu Trabalho É um Parto” (2009), comédia em que fingia gravidez, acrescentando: “Eu estou grávida!!”.

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  • Etc,  Série

    Por erro técnico, ator de Veep perde sua indicação ao Emmy 2016

    21 de julho de 2016 /

    O ator veterano Peter MacNicol, vencedor do Emmy em 2001 pela série “Ally McBeal”, foi impedido de disputar sua quarta indicação ao maior prêmio da televisão americana. Ele tinha sido indicado ao prêmio de Melhor Ator Convidado em uma série de comédia por “Veep”‘, mas um erro técnico impediu que seu nome continuasse na competição. Na comédia protagonizada por Julia Louis-Dreyfus, MacNicol faz eventuais participações como Jeff Kane, tio com fortes ligações políticas do personagem Jonah Ryan (Timothy Simons), parte da equipe da vice-presidente Selina Meyer. O problema é que ele apareceu em cinco dos dez episódios da 5ª temporada — para poder concorrer na categoria, entretanto, a participação não pode ser igual ou exceder 50% do total de episódios. A Academia explicou o ocorrido em uma nota enviada à imprensa. “Após revisarmos a categoria de participação masculina em uma série de comédia, a Academia da Televisão determinou que, infelizmente, Peter MacNicol excede o número de episódios permitidos para inclusão na categoria. A candidatura do ator convidado proposta pela HBO estava correta à época do envio, mas ele acabou sendo incluído em mais um episódio de “Veep” subsequentemente. Infelizmente, essa aparição adicional faz com que ele tenha participado de 50% dos episódios da temporada e o tornou inelegível para competir na categoria de participação especial. A decisão não representa, de forma alguma, uma desvalorização da performance maravilhosa do sr. MacNicol nesta temporada de ‘Veep’. Um novo indicado será anunciado em breve”. Peter MacNicol estava concorrendo com Bob Newhart (“The Big Bang Theory”), Tracy Morgan (“Saturday Night Live”), Larry David (“Saturday Night Live”), Bradley Whitford (“Transparent”) e Martin Mull (“Veep”). Após o comunicado da Academia, HBO também se manifestou, lamentando que a “brilhante performance de Peter não seja reconhecida”.

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  • Etc

    Shannen Doherty documenta sua luta contra o câncer no Instagram

    20 de julho de 2016 /

    Lutando contra o câncer, a atriz Shannen Doherty, estrela da série dos anos 1990 “Barrados no Baile”, documentou em seu Instagram uma etapa dura de seu tratamento. Nas seis fotos em preto e branco, ela aparece triste e resignada, raspando a cabeça para enfrentar a queda de cabelos ocasionada pelo tratamento, confortada pela mãe e uma amiga, a modelo Anne Kortright-Shilstat. Postadas na terça (19/7), as fotos renderam forte apoio de seus seguidores na rede social. Além de acompanhar o processo, Kortright-Shilstat usou a rede social para apoiar a amiga. “Eu não poderia estar mais orgulhosa de você hoje. Sua força e sua coragem são tão inspiradoras e eu sou muito sortuda de tê-la em minha vida. Obrigado por confiar em mim para ajudá-la em um passo tão grande hoje. Eu estarei sempre aqui por você, não importa o que aconteça. #fuckcancer”, ela escreveu.

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  • Etc,  Filme

    Garry Marshall (1934 – 2016)

    20 de julho de 2016 /

    Morreu Gary Marshall, diretor de “Uma Linda Mulher” (1990) e “O Diário da Princesa” (2001), após complicações decorrentes de uma pneumonia nesta terça-feira (19/7). Ele tinha 81 anos e, além de dirigir os filmes que tornaram Julia Roberts e Anne Hathaway famosas, ficou conhecido por ter criado séries clássicas como “The Odd Couple”, “Happy Days”, “Laverne & Shirley” e “Mork & Mindy”, pelas quais recebeu cinco indicações ao Emmy e entrou para o Hall da Fama da Academia da Televisão em 1997. Marshall nasceu no Bronx, em Nova York, e se formou em jornalismo na Universidade de Northwestern. Chegou a trabalhar no jornal New York Daily News, mas decidiu se dedicar à carreira de roteirista na década de 1960. Ele obteve sucesso imediato em Hollywood como roteirista de sitcoms de comediantes famosos, como “The Lucy Show”, “The Dick Van Dyke Show” e “The Joey Bishop Show”, conseguindo lançar sua primeira série própria em 1966, “Hey, Landlord”, sobre uma dupla que dividia um apartamento em Nova York. Por volta desta época, ainda tentou atuar no cinema, interpretando um dos oponentes anônimos de James Bond no clássico “007 Contra Goldfinger” (1964) e figurantes hippies em “Maryjane” (1968) e “Busca Alucinada” (1968). Mas acabou priorizando o que sabia fazer melhor ao emplacar seu primeiro roteiro cinematográfico, “Lua de Mel com Papai” (1968), a primeira comédia romântica de uma carreira especializada no gênero. Mesmo assim, o reconhecimento começou mesmo pela TV, a partir de 1970, quando decidiu adaptar a peça de Neil Simon “Um Estranho Casal”, que tinha sido levada aos cinemas dois anos antes. A versão televisiva de “The Odd Couple” se tornou um dos maiores sucessos da década, durando cinco temporadas – e foi recentemente revivida num remake do ano passado, renovado para sua 3ª temporada. Seguiram-se outros fenômenos de audiência. Nenhum maior que “Happy Days”, a série estrelada pelo futuro diretor Ron Howard (“O Código Da Vinci”) e o futuro produtor Henry Winkler (série “MacGyver”). Acompanhando uma turma de adolescentes dos anos 1950, a produção foi responsável por lançar a era das séries de nostalgia em 1974, além de popularizar o icônico personagem Fonzie (Winkler) e inúmeras gírias. Até a expressão “pular o tubarão”, que nos EUA virou sinônimo de série que inicia sua decadência, veio de uma cena de sua produção, quando Fonzie, literalmente, saltou sobre um tubarão. “Happy Days” durou 11 temporadas até 1984, batendo recordes de audiência enquanto retratava, ao longo de uma década, a evolução dos gostos da juventude americana, de Elvis aos Beatles. Fez tanto sucesso que rendeu dois spin-offs igualmente memoráveis. “Laverne & Shirley”, por sinal, praticamente repetiu o sucesso da série original, acompanhando, ao longo de oito temporadas (entre 1976 e 1983), duas amigas solteiras em meio às mudanças sociais dos anos 1950 e 1960. Laverne era vivida por sua irmã, Penny Marshall, que também virou uma cineasta bem-sucedida (de clássicos como “Quero Ser Grande” e “Tempo de Despertar”). O terceiro spin-off foi a sitcom sci-fi “Mork & Mindy” (1978 – 1982), que lançou o comediante Robin Williams no papel de um alienígena com a missão de estudar a humanidade, após seu personagem aparecer num dos episódios mais populares de “Happy Days”. Para estabelecer a conexão entre as duas séries, Mork voltou novamente num crossover, além de ter quase namorado Laverne. A série original teve sobrevida maior que seus derivados, mas, após o cancelamento consecutivo das três atrações, Marshall não se interessou mais pela televisão, voltando suas energias para o cinema. Ele estreou como cineasta na comédia sexual “Médicos Loucos e Apaixonados” (1982), mas logo mudou de tom para se estabelecer como diretor de filmes românticos, que agradavam em cheio ao público feminino da época do VHS, entre eles “Flamingo Kid” (1984), com Matt Dillon, “Nada em Comum” (1986), com Tom Hanks, e “Um Salto Para a Felicidade” (1987), com o casal Kurt Russell e Goldie Hawn. Até se consagrar com “Uma Linda Mulher” (1990), uma versão contemporânea da fábula de “Cinderela” encenada por uma prostituta e seu cliente milionário. O sucesso foi tanto que transformou sua estrela, Julia Roberts, na principal atriz americana dos anos 1990, com direito a indicação ao Oscar pelo papel. Assumindo a preferência pelo gênero, Marshall só dirigiu comédias românticas pelo resto de sua filmografia. Nenhuma outra, porém, repetiu o mesmo sucesso de “Uma Linda Mulher”. Na verdade, poucas se destacaram, como “Frankie & Johnny” (1991), que despertou interesse por representar o reencontro de Al Pacino e Michelle Pfeifer após “Scarface” (1983). Por conta disso, Marshall logo orquestrou um reencontro com Julia Roberts, além de Richard Gere, o galã de seu clássico. Em “Noiva em Fuga” (1999), Julia representou o oposta da Cinderela, uma mulher que não queria subir no altar com o príncipe encantado. Mas, como típica comédia romântica, não haveria final feliz sem o “viveram felizes para sempre”, contra qualquer possibilidade feminista. “Noiva em Fuga” lhe devolveu prestígio. E “O Diário da Princesa” (2001) lhe conquistou uma nova geração de fãs. Levando para as telas o romance juvenil de Meg Cabot, Marshall consagrou-se em nova história de Cinderela, comprovando-se um mestre das fantasias arquetípicas femininas. De quebra, lançou Anne Hathaway em seu primeiro papel cinematográfico, como uma adolescente comum dos EUA que descobria ser herdeira de um trono europeu. A história teve sequência, “O Diário da Princesa 2: Casamento Real” (2004), em que a adolescente do título tem que fazer o que se espera de toda Cinderela: casar-se com o príncipe encantado. O sucesso das duas fábulas contrastou com o fracasso das comédias que se seguiram, “Um Presente para Helen” (2004), em que Marshall dirigiu Kate Hudson (filha de Kurt Russell e Goldie Hawn), e “Ela é a Poderosa” (2007), com Jane Fonda e Lindsay Lohan. O que o levou ao velho truque de convidar Julia Roberts a estrelar seu próximo filme. Melhor ainda, Anne Hathaway também. E, já que dois é bom, uma multidão de outros famosos não poderia ser demais. Marshall e a roteirista Katherine Fugate resolveram criar uma mini-antologia de “love stories” em torno da data mais romântica de todas, o Dia dos Namorados, reunindo um verdadeiro “quem é quem” das comédias românticas americanas, incluindo Bradley Cooper, Jennifer Garner, Ashton Kutcher, Patrick Dempsey, Jamie Foxx, Shirley MacLaine, Hector Helizondo, Jessica Alba e até a cantora Taylor Swift. O filme foi batizado no Brasil como “Idas e Vindas do Amor” (2010) e inaugurou uma trilogia de comédias de feriados comemorativos, seguido pelos similares “Noite de Ano Novo” (2011) e “O Maior Amor do Mundo” (2016), este passado no Dia das Mães. Mas nem a volta de Julia Roberts impediu o esgotamento do filão, com o último lançamento implodindo nas bilheterias. O cineasta ainda estava planejando um terceiro filme dos “Diários da Princesa” para 2017 com o elenco original, que Anne Hathaway dizia estar ansiosa por estrelar. Sua morte comoveu a comunidade artística de Hollywood. O ator Henry Winkler, que trabalhou com Marshall em “Happy Days”, usou seu perfil no Twitter para prestar sua homenagem ao diretor. “Obrigado por minha vida profissional. Obrigado por sua lealdade, amizade e generosidade”, escreveu. “Ele foi um patrão de classe e um mentor cuja criatividade e liderança significaram tudo para mim”, acrescentou Ron Howard. “Garry foi uma dessas raras pessoas verdadeiramente importantes que se pode encontrar numa vida, se você for abençoado”, disse Richard Gere. “Ele lançou e nutriu mais carreiras do que a quantidade de sapatos que possuía. Como fará falta”, exaltou Tom Hanks.

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  • Etc

    Atriz de Caça-Fantasmas deixa o Twitter após violento ataque racista

    19 de julho de 2016 /

    Após uma tsunami de ataques preconceitos, a atriz Leslie Jones decidiu deixar o Twitter. Única integrante do elenco do novo “Caça-Fantasmas” com conta na rede social, ela virou alvo de usuários que disseminam o ódio, sofrendo tanto comentários machistas quanto racistas. “Sinto que estou em um inferno pessoal. Eu não fiz nada para merecer isso. Não deveria ser assim. Estou muito magoada”, escreveu Jones, antes de mostrar várias mensagens que recebeu, inclusive pornográficas. “Sabe, vou parar de bloquear para que vocês todos possam olhar o que eu recebo e verem as besteiras. Vocês não acreditarão na maldade. É muito assustador”, ela contou. “Fui chamada de macaca, mandaram fotos de suas bundas, até recebi uma foto minha com sêmen na minha cara. Estou tentando entender o que significa ser humano. Estou fora”. Ela ainda pediu que seus seguidores denunciassem os assediadores à administração da rede social e ao próprio Twitter para fortalecer a sua política sobre discursos do ódio e abuso. “Parem de deixar as pessoas ignorantes falarem mais alto”, publicou. “Eu costumava me perguntar porque algumas celebridades não têm conta no Twitter; agora eu sei. Você não pode ser legal e se comunicar com os fãs porque as pessoas são loucas”, ponderou, num longo desabafo, publicado em diversos posts de 140 caracteres. “Por mais que você ache que atores não são humanos, eu quero dar algo para vocês pensarem. Eu trabalho por paixão nesse jogo. Sou mais humana e real do que vocês imaginam. Eu trabalho pra caramba. Não sou diferente de nenhum de vocês que têm um sonho de fazer o que amam. Eu nunca disse que sou melhor ou especial. Eu só tento fazer o meu trabalho o melhor que posso. Não é isso que todos nós fazemos? Então, sim, isso me machuca! Quando você pensa ‘ok, eu provei que sou digna’, você é atingida com uma pá de ódio.” A atriz se confessou assustada com a avalanche de ofensas. “Estou paralisada. Quer dizer, eu sei que existe racismo. Mas eu fui ingênua a ponto de pensar que algumas coisas estavam mudando? Sim, eu fui. Nós ainda vivemos em um mundo no qual temos que dizer ‘vidas negras importam’. Estou cansada disso tudo. Por que isso ainda é uma luta? Quero odiar tanto, mas não consigo, porque sei que isso não resolve nada e só me deixa triste.” Após o ataque, o diretor Paul Feig publicou uma mensagem com a hashtag #LoveForLeslieJ (Amor para Leslie J), que imediatamente se tornou viral, criando um reação positiva de apoio à atriz. Mas foi tarde demais. Na noite de segunda (18/7), ela escreveu: “Deixo o Twitter hoje à noite com lágrimas e um coração triste, e tudo porque eu fiz um filme. Você pode odiar o filme, mas o que eu ouvi hoje foi muito errado”.

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  • Etc

    Lady Gaga teria terminado noivado com ator de Chicago Fire

    19 de julho de 2016 /

    Lady Gaga foi fotografa sem aliança, ao descansar na piscina de um hotel durante uma viagem no México. A excursão foi marcada por um momento terno, quando ela cantou seu sucesso “Born This Way” a capella para as crianças de um orfanato. Mas o detalhe que faltava em seus dedos é que rendeu maior repercussão na mídia dos EUA, dando origem a vários boatos. Segundo o site TMZ, ela teria rompido o relacionamento de cinco anos com o ator Taylor Kinney (série “Chicago Fire”). Fontes próximas ao ex-casal teriam dito ao site que eles se separaram no início de julho, mas não contaram quem colocou o ponto final na relação. Gaga e Kinney não tem sido mais vistos juntos ultimamente, o que alimenta a fofoca. Apesar de ficarem noivos, os dois nunca chegaram a anunciar a data do casamento.

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  • Etc,  Filme

    Velozes e Furiosos 8: Elenco deseja feliz aniversário para Vin Diesel direto do set

    18 de julho de 2016 /

    O ator Tyrese Gibson divulgou em seu Instagram um vídeo gravado no set de “Velozes e Furiosos 8” em Atlanta, em que se junta ao elenco para enviar parabéns a Vin Diesel por seu aniversário de 49 anos, comemorado nesta segunda-feira (18/7). No vídeo, Tyrese se junta a Michelle Rodriguez, Scott Eastwood, Chris “Ludacris” Bridges e Nathalie Emmanuel para desejar um “happy birthday” para o astro da franquia, além de entrarem na campanha para ele alcançar os 100 milhões de curtidas no Facebook. “Velozes e Furiosos 8” está sendo filmado pelo diretor F. Gary Gray (“Straight Outta Compton – A História do NWA”) e vai voltar a reunir todo o elenco de “Velozes & Furiosos 7”, menos, obviamente, Paul Walker, que faleceu em novembro de 2013. Entre as novidades confirmadas estão Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”), que viverá a nova vilã da trama, o norueguês Kristofer Hivju (série “Game of Thrones”), Scott Eastwood (“Uma Longa Jornada”) e Helen Mirren (“Red – Aposentados e Perigosos”). A estreia está marcada para 13 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Can someone #tag Vin so that he can see this birthday video? And here's the the birthday wish – Vin is about to hit 100 million on Facebook – follow him NOW and help get him there Facebook.com/VinDiesel – go there now! Um vídeo publicado por TYRESE (@tyrese) em Jul 18, 2016 às 1:13 PDT

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    Star Wars ganhará game de realidade virtual com R2-D2 e Darth Vader

    17 de julho de 2016 /

    A empresa de efeitos visuais ILMxLAB e a produtora de cinema Lucasfilm divulgaram a primeira prévia de “Trials on Tatooine”, game de realidade virtual passado no universo de “Star Wars”, que contará com a presença do robô R2-D2, da nave Millennium Falcon e do vilão Darth Vader, entre outros ícones da franquia clássica. O projeto tem roteiro de David S. Goyer (“Batman vs Superman”), que comentou o lançamento durante a convenção Star Wars Celebration, em Londres. “Darth Vader é o personagem perfeito para nos levar ao universo da realidade virtual. Teremos personagens que vocês conhecem e alguns que vocês não viram antes”, afirmou Goyer. Segundo os produtores, o projeto fará parte da cânone oficial da saga “Star Wars”. Não foram divulgados maiores detalhes da jogabilidade, mas o espectador fará parte da história através da realidade aumentada, podendo agir em primeira pessoa e interagir com o ambiente ao seu redor. Mas o lançamento deve demorar pelo menos mais um ano para chegar nas lojas. Antes disso, Darth Vader voltará aos cinemas em “Rogue One: Uma História Star Wars”, o primeiro filme derivado da saga, com estreia marcada para 15 de dezembro deste ano.

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  • Etc,  Filme

    William Hurt homenageia Hector Babenco em texto emocionado

    16 de julho de 2016 /

    Procurado para repercutir a morte do cineasta Hector Babenco, o ator William Hurt escreveu um texto emocionado, em que lembrou sua convivência com o diretor e celebrou todos os que se foram na produção de “O Beijo da Mulher Aranha”, filme pelo qual conquistou o maior prêmio de sua carreira, o Oscar de Melhor Ator em 1986. No filme dirigido por Hector Babenco e adaptado do livro homônimo de Manuel Puig, o ator interpretava Luis Molina, um homossexual que foi preso por comportamento imoral em um país da América do Sul. Para escapar da realidade que o cerca, ele inventa filmes românticos ao lado do parceiro de prisão Valentin Arregui, um preso político vivido por Raul Julia, que busca se manter mais ligado à realidade. “Hector foi, pelo nosso trabalho em ‘O Beijo da Mulher Aranha’, o melhor diretor com quem já trabalhei – em duas áreas mais especiais e essenciais da arte da atuação: o aspecto tátil básico de criação de personagem (o fundamento do ofício de ator) e a paixão flagrante pelo tema”, ele escreveu. “Nenhum outro diretor com quem trabalhei captou tão bem os aspectos mais duros do processo de criação como Hector em ‘O Beijo da Mulher-Aranha'”, continuou. “Hector foi o condutor quando me senti mais integralmente um ator de cinema”, observou, mencionando a “proximidade da colaboração” do cineasta com os atores, “a ética de trabalho inequívoca”. Hurt lembrou que Babenco “era temperamental e tinha orgulho disso”. “Ninguém se importava. Ele era honesto com seus sentimentos e isso era maravilhoso”, escreveu. “Arte e talento são suor. Ele dividiu isso de pessoa a pessoa. Abençoado seja. Abençoado seja por toda essa experiência.” O ator também se lembrou das filmagens em São Paulo e outros que se foram, como Raul Julia (1940-1994), e chegou a comentar um encontro com Fernando Ramos da Silva, o ator que estrelou “Pixote: A Lei do mais Fraco” (1981) e morreu poucos anos depois assassinado por policiais. “Passamos algumas boas horas juntos. Eu pensei ‘este é um dos meus pais artísticos’. Ele era mais novo do que eu, mas por outro lado era mais velho. Ele tinha passado por tanta coisa. Mas elas mudam o mundo, eu acho, essas belas pessoas e Hector. Fernando morreu não muito depois. Então, por causa de Hector, lutei pelas causas certas, justiça e caráter”. Por fim, ele conclui: “Tirando ter filhos e encontrar seu amor verdadeiro, não há nada melhor do que ter tido a chance de expressar-se a si mesmo em boa companhia, no ofício que você teve sorte o suficiente para encontrar, aprender e transmitir. Hector, que sua passagem para o paraíso seja tão imediata e apaixonada como foi a de Manuel [Puig], Raul [Julia] e Leonard [Scharader, roteirista].” “Ninguém de quem lembramos morre. Algo se vai, sim. Mas não a essência”, disse.

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    Game of Thrones: Atores da série celebram indicações ao Emmy 2016

    15 de julho de 2016 /

    Os atores de “Game of Thrones” externaram sua alegria pelas 23 indicações que série recebeu no Emmy 2016. Atração televisiva que concorre a maior quantidade de troféus na próxima edição da premiação, a série do canal pago HBO emplacou cinco de seus astros nas categorias de Ator e Atriz Coadjuvantes. E isto porque a produção considera a interpretação um trabalho de equipe e não dá destaque de ator ou atriz principal a nenhum de seus protagonistas. Mais jovem entre as selecionadas, Maisie Williams, que vive Arya Stark, usou sua conta no Twitter para celebrar. “Estava no telefone com a minha mãe e de repente chega a notícia de que fui indicada a um Emmy. Pqp!”, escreveu, entusiasmada, sobre a primeira indicação de sua carreira. Outro estreante no Emmy, Kit Harington, o Jon Snow, se disse lisonjeado. “Estou no mínimo atordoado. Ter o meu trabalho reconhecido dessa forma me emociona bastante”, disse, em comunicado à imprensa. Lena Heady, a maléfica rainha Cersei Lannister, que já está em sua terceira indicação, comemorou o resultado geral da série, em entrevista à revista Entertainment Weekly. “Estou completamente emocionada. É incrível termos recebido tantas nomeações…Wahoo!”. Também em sua terceira indicação, Emilia Clark preferiu celebrar o trio de mulheres poderosas que representarão “Game of Thrones” no Emmy. “Isto é que é girl power”, ela escreveu em seu Instagram Apenas Peter Dinklage, em sua sexta indicação e com duas vitórias na categoria de Melhor Ator Coadjuvante, não se manifestou. No ano passado, “Game of Thrones” venceu 12 Emmys, o recorde de vitórias em um mesma edição. A cerimônia de entrega do Emmy 2016 acontecerá no dia 18 de setembro, em Los Angeles.

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    Tom Hiddleston jura que namoro com Taylor Swift não é golpe publicitário

    14 de julho de 2016 /

    O ator Tom Hiddleston (“Thor”) defendeu seu namoro com a cantora Taylor Swift para o site The Hollywood Reporter. O assunto veio à tona em meio a uma entrevista sobre a sua primeira indicação ao prêmio Emmy, anunciada nesta quinta-feira (14/7), por seu trabalho na minissérie “The Night Manager”. “A verdade é que Taylor Swift e eu estamos juntos, e estamos muito felizes. Obrigado por perguntar. Essa é a verdade. Não é uma ação publicitária”, ele disse, ao responder uma pergunta sobre o relacionamento. Diante das aparições públicas do casal, que não se constrange em demonstrar seu afeto, surgiu a teoria de que tudo poderia ser uma performance para um videoclipe. Hiddleston, que está na Austrália filmando “Thor: Ragnarok”, seu quarto filme no papel do supervilão Loki, também disse que celebrou muito sua indicação ao Emmy. “É muito especial porque eu adorei interpretar Jonathan Pine. ‘The Night Manager’ foi um dos trabalhos mais desafiadores e satisfatórios da minha carreira como ator”.

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    Hector Babenco (1946 – 2016)

    14 de julho de 2016 /

    Morreu o cineasta Hector Babenco, autor de clássicos do cinema brasileiro como “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1976), “Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1980), “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985) e “Carandiru” (2003). Ele faleceu na noite de quarta-feira (13/7), aos 70 anos de idade, no Hospital Sírio Libanês em São Paulo. Babenco havia sido internado na última terça-feira para um cirurgia simples, para tratar uma sinusite, da qual estava se recuperando quando teve uma parada cardiorrespiratória. Considerado um dos diretores de cinema mais importantes do Brasil, ele dirigiu dez longas-metragens e foi indicado ao Oscar de Melhor Direção por “O Beijo da Mulher-Aranha” (1986). Nascido em Mar del Plata, na Argentina, em 1946, Babenco mudou-se para o Brasil aos 17 anos com a família, indo morar numa pensão em São Paulo. Um ano depois, pegou um navio em Santos e foi viver na Europa, onde passou cinco anos dormindo na rua e trabalhando como figurante em filmes italianos e espanhóis. “Quando voltei para São Paulo, me empenhei seriamente e em fazer cinema, mas continuei sobrevivendo meio à margem, vendendo enciclopédias e túmulos e sendo fotógrafo de restaurantes, com uma máquina polaróide”, disse o diretor, em entrevista em 1985. “Com isso, aprendi que os marginais — esse clichê tão grande — vivem mais intensamente, nas fronteiras da morte.” Não por acaso, seu primeiro longa de ficção girou em torno da boemia paulistana, “O Rei da Noite”, lançado em 1975, dois anos após estrear nos cinemas com o documentário “O Fabuloso Fittipaldi” (1973), sobre Emerson Fittipaldi, primeiro ídolo brasileiro da Fórmula 1. Em plena ditadura, ele foi crítico da política oficial da Embrafilme, e financiou de forma privada seus primeiros longas. Mas não ficou apenas nisso. Em 1977, seu filme “Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” desafiou a Censura ao denunciar a atuação brutal do Esquadrão da Morte, dando ao ator Reginaldo Faria um dos principais papéis de sua carreira. A produção teve 6 milhões de espectadores no país, um sucesso retumbante e até hoje uma das dez maiores bilheterias do cinema nacional. Além disso, agradou em cheio à crítica, conquistando o prêmio de Melhor Filme da Mostra de São Paulo. Orgulhoso, na época desse lançamento decidiu que faria não só cinema brasileiro, mas seria brasileiro, naturalizando-se aos 31 anos. “Lúcio Flávio” já seria um marco na carreira de qualquer cineasta. Mas o trabalho mais importante do diretor ainda estava por vir. Atento aos problemas sociais, Babenco ousou escalar um adolescente inexperiente, vindo da periferia, para expressar a situação dos menores abandonados, que alimentavam a crescente criminalidade do país, em “Pixote” (1980). Com cenas impactantes, e sem aliviar a barra na relação entre o menor, vivido por Fernando Ramos da Silva, e a prostituta interpretada por Marília Pêra, o filme foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro e premiado pelos críticos de Nova York, chamando atenção mundial para o cineasta. O sucesso lhe rendeu uma carreira internacional, iniciada com “O Beijo da Mulher-Aranha” (1985), que também apresentou Sonia Braga a Hollywood. Filmado no Brasil e combinando atores brasileiros com dois astros hollywoodianos, Raúl Julia e William Hurt, o longa adaptou a obra homônima do escritor argentino Manuel Puig para os porões da ditadura militar brasileira, onde um preso político faz amizade com um travesti sonhador, que cultua um filme romântico nazista – de onde vem a Mulher-Aranha, vivida de forma onírica por Braga. O papel de homossexual rendeu a Hurt os principais prêmios de sua carreira, como o troféu do Festival de Cannes e o Oscar de Melhor Ator. O longa também foi indicado aos Oscars de Melhor Filme, Direção e Roteiro Adaptado, consagrando Babenco como o primeiro cineasta brasileiro a disputar o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. A repercussão consolidou a carreira estrangeira de Babenco, que filmou a seguir um filme 100% americano, “Ironweed” (1987), adaptação de romance americano estrelado por Jack Nicholson e Meryl Streep. Ambos os atores foram indicados ao Oscar, mas o lançamento não teve o impacto das produções anteriores do cineasta. Paralelamente, um fato trágico voltou a chamar atenção para seu melhor filme: o assassinato de Fernando Ramos da Silva pela polícia, aos 19 anos de idade. O menino, que tinha conseguido fama mundial como protagonista de “Pixote”, tinha tentado seguir a carreira de ator na Globo, após o sucesso do filme, mas, semi-analfabeto, não conseguia memorizar os roteiros e não emplacou no elenco de novelas. Acabou retornando para as favelas de Diadema, onde teve o destino de tantos outros jovens envolvidos no tráfico. Abalado, Babenco voltou ao Brasil e aos temas nacionais, filmando a seguir o épico “Brincando nos Campos do Senhor” (1991), sobre a situação de abandono dos índios no país. Caríssima, a produção contou com financiamento e elenco internacional (Tom Berenger, John Lithgow, Daryl Hannah, Tom Waits, Kathy Bates e Aidan Quinn) para denunciar uma situação de genocídio no Brasil, com índios exterminados por doenças e pela ganância de fazendeiros. Sombrio demais para o gosto popular, o filme virou referência para outros cineastas. James Cameron disse que suas imagens poderosas da Amazônia serviram de inspiração para o seu “Avatar” (2009). Assistente de direção em “Brincando dos Campos do Senhor”, Vicente Amorim, que tinha 23 anos na época, definiu a experiência com “intensa”, ao relembrar o trabalho com Hector Babenco para o jornal O Globo. “É um filme que valeu por dez, foi muito trabalhoso, muito desgastante. Foi um desafio logístico comparável a ‘Fitzcarraldo’ (de Werner Herzog). Hoje, os filmes são rodados em quatro ou cinco semanas. Aquele foi feito em 36 semanas! Estávamos no meio da selva, e dormíamos num navio. A equipe tinha quase 200 pessoas e uns cem índios, que faziam figuração.” O fracasso nas bilheterias acabou abalando o cineasta, que se distanciou das telas por sete anos, retornando com uma obra mais intimista, o semibiográfico “Coração Iluminado” (1998), que refletia sua juventude em Buenos Aires, num reencontro com suas raízes. Ele retomou os temas sociais em outro filme forte, “Carandiru” (2003), passado no interior da maior prisão do Brasil, cenário de rebeliões e massacres reais, reencenados na produção. Baseado no livro “Estação Carandiru”, do médico Drauzio Varella, o longa se provou um retrato contundente da situação precária dos presídios nacionais e foi premiado em diversos festivais ao redor do mundo. Seu filme seguinte, “O Passado” (2007), foi estrelado por Gael Garcia Bernal (“Diários de Motocicleta”) e novamente falado em espanhol. “Sou um exilado no Brasil e um exilado na Argentina. Não consigo me fazer sentindo parte de nenhuma das culturas. E as duas coisas convivem em mim de forma poderosa”, resumiu o diretor, em entrevista de 2015. Na virada para o século 21, Babenco tratou de um linfoma e, em seu último filme, “Meu Amigo Hindu” (2015), decidiu contar a história de um diretor e sua luta contra o câncer. Mas o drama também tinha inspiração romântica, já que incluía no elenco sua mulher Barbara Paz, atriz que conheceu justamente no período retratado. Já o alter ego de Babenco foi vivido pelo americano Willem Dafoe. Na trama, que acabou sendo sua obra definitiva, o personagem do diretor, quando confrontado pela Morte (encarnada por Selton Mello), expressava apenas um desejo: realizar mais um filme. “Esse é o filme que a morte me deixou fazer”, disse o cineasta, no ano passado. Refletindo a passagem do grande mestre, o cineasta Walter Salles resumiu o sentimento de grande perda do cinema nacional: “Babenco foi um dos maiores diretores da história do cinema brasileiro. Construiu uma obra única, aguda e original, que desvenda a dimensão da tragédia brasileira, mas também expõe nosso drama existencial, humano. ‘Pixote’ é um filme extraordinário, um soco no estomago, assim como ‘Lucio Fávio, o Passageiro da Agonia’. O mestre se vai, mas sua filmografia ampla e insubstituível sobreviverá ao tempo, como um dos mais potentes reflexos dos anos em que vivemos.

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    Dwayne Johnson é eleito o astro mais bem pago de Hollywood e celebra lembrando pobreza

    13 de julho de 2016 /

    O ator Dwayne Johnson foi eleito o ator mais bem pago de 2016 no ranking anual da revista Forbes. Com uma receita avaliada em US$ 64,5 milhões, ele superou Jackie Chan (US$ 61 milhões com produções chinesas), Matt Damon (US$ 55 milhões) e Robert Downey Jr (o campeão do ano passado, agora com US$ 33 milhões). Contabilizando seus sucessos desde 2015, ele se destacou graças a filmes como “Velozes & Furiosos 7”, “Terremoto: A Falha de San Andreas” e “Um Espião e Meio”, além da série “Ballers”. Para chamar atenção para a marca, ele postou uma imagem comemorativa em seu Instagram, mas em vez de se gabar, lembrou de seus dias de pobreza e da importância de batalhar e contar com apoio para obter sucesso. “Receber notícias como essa sempre vai servir com um lembrete para que eu continue trabalhando mais e mais duro. Não queremos só abraçar o trabalho, mas elevar o trabalho para outro nível”, comentou o ator, também conhecido como The Rock. “Grandeza nunca é conseguida sozinho. Se cerque de indivíduos brilhantes e famintos que não só abracem a sua filosofia, mas estejam dispostos a trabalhar tão duro quanto você”. “E nunca esqueça de onde você veio. Eu foi expulso da minha casa aos 14 anos e estava completamente quebrado aos 23. Todos os dias, eu ajo como se aquela ordem de expulsão estivesse batendo à minha porta novamente”, completou. O nome de sua produtora reflete esse pensamento. A empresa Seven Bucks Productions, que produz a série “Ballers”, recebeu esse nome para evocar o momento máximo de penúria da vida de Johnson, quando, em 1995, após encerrar sua participação na liga de Futebol Canadense, ele tinha apenas US$ 7 (seven bucks) na sua carteira. "The wolf is always scratchin' at the door" was the first thing I said when we found out from @forbes I was officially the world's highest paid actor. Well, actually the first thing I said was "Aw shit!", then I said the wolf part. Receiving news like this will always serve as my anchoring reminder to continue to work even harder. We not only want to "embrace the grind", but take the grind to new levels. I learned a few invaluable lessons a long time ago that can help all of you guys out there succeed at whatever it is you're doing. Greatness is never achieved alone. Surround yourself with hungry, brilliant individuals who not only buy into your philosophy, but who are all willing to work just as hard as you. Power of teamwork. And don't ever forget where you came from. I was evicted at 14yrs old and completely broke by 23. Every day I wake up as if that eviction notice is right around the corner waiting for me.. which is why I always say, "the wolf is always scratchin' at the door". He's scratchin' cause he's hungry and never satisfied. We embrace and respect our past (even if it was f*cked up), but we never let it define our future. Let's stay hungry and chase that greatness. I will now jump in my pick up truck, go to work and figure out whether or not I need psychiatric therapy for this damn wolf that's become my best friend. #Celeb100 #SevenBucksProductions #HardestWorkersInTheRoom #1WolfOnThePlanet Uma foto publicada por therock (@therock) em Jul 13, 2016 às 6:18 PDT

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