Tom Holland e outros artistas homenageiam Steve Ditko nas redes sociais
O ator Tom Holland, intérprete atual do Homem-Aranha no cinema, prestou homenagem nas redes sociais ao desenhista Steve Ditko, criador do super-herói, abrindo uma série de tributos ao grande mestre dos quadrinhos, que faleceu na semana passada. “Todos nós queremos deixar nossa marca no mundo – esse cara foi além”, tuitou Holland no sábado. “Ele fez tantas pessoas tão felizes e mudou vidas – acima de tudo, a minha!” Ele termina com um agradecimento: “Obrigado Steve – suas realizações continuam, cara, obrigado.” Steve Derrickson, diretor de “Doutor Estranho”, filme baseado em outra criação do artista, foi menos enfático, escrevendo apenas “adeus, Steve Ditko”. Mas váriosintegrantes da indústria dos quadrinhos, como Neil Gaiman, criador do universo de “Sandman” e “Lucifer”, além do livro adaptado em “American Gods”, e Paul Dini, criador da Arlequina e de várias animações do Batman, buscaram mais palavras para expressar seu reconhecimento ao talento que se foi. “Criador de heróis infinitos e maravilhas infinitas”, definiu Dini em seu tuíte. “Muito copiado. Nunca igualado. Eu sei que sou uma pessoa diferente porque ele estava no mundo”, escreveu Gaiman. As editoras Marvel e DC Comics também deixaram mensagens em tributo, ilustradas com criações famosas do artista. Confira abaixo. We all want to leave our mark on the world – this guy crushed it.He made so many people so happy and changed lives – most of all, mine!Thank you Steve – your life lives on man, thank you #SteveDitko — Tom Holland (@TomHolland1996) 8 de julho de 2018 Goodbye Steve Ditko pic.twitter.com/DXAkw8BQIk — Scott Derrickson (@scottderrickson) July 6, 2018 Spider-Man, Dr. Strange, Squirrel Girl, Mr. A, Speedball, and so many others. RIP Steve Ditko, creator of heroes and infinite wonders. pic.twitter.com/Lj4DEzn4yd — Paul_Dini (@Paul_Dini) July 7, 2018 Steve Ditko was true to his own ideals. He saw things his own way, and he gave us ways of seeing that were unique. Often copied. Never equalled. I know I'm a different person because he was in the world. pic.twitter.com/2GFSA86Btj — Neil Gaiman (@neilhimself) July 7, 2018 I spoke to Steve ditko on the phone once. I’ve talked about it often. I got to thank him for creating Spider-man and putting food on my table. I hope he really heard me — BRIAN MICHAEL BENDIS (@BRIANMBENDIS) July 6, 2018 Today, the Marvel family mourns the loss of Steve Ditko. Steve transformed the industry and the Marvel Universe, and his legacy will never be forgotten. Our thoughts are with his family, loved ones, and fans during this sad time. https://t.co/uKKR9oClqg pic.twitter.com/1ovYnE8Y2V — Marvel Entertainment (@Marvel) July 7, 2018 Steve Ditko was one of the most amazing creators in the history of comics, and showed us there is a hero in all of us. Our hearts go out to his loved ones, and everyone who knew him. pic.twitter.com/ukvuA7odF5 — DC (@DCComics) July 7, 2018
Gal Gadot visita hospital infantil vestida de Mulher-Maravilha
A atriz Gal Gadot fez uma visita especial a um hospital infantil na sexta-feira (7/7) em seu uniforme da Mulher-Maravilha, para animar as crianças doentes. Mas não fez propaganda da iniciativa. Ela não postou nenhuma foto nas redes sociais. Entretanto, parentes e médicos registraram o momento e acabaram divulgando as imagens. Veja abaixo. “Querida Gal Gadot, muito obrigada por visitar meus pacientes e colegas no Inova Children’s Hospita”, escreveu a pediatra Patty Seo-Mayer no Twitter. “Na próxima vez, você pode alinhar sua visita com o meu cronograma de chamadas? Amei!”. “Obrigado, Gal Gadot, por visitar o nosso hospital. Você realmente é a Mulher-Maravilha. As crianças adoraram e a equipe também!”, escreveu o dr. Lucas Collazo. Um fã-clube da atriz afirmou que ela estava de folga das filmagens de “Mulher-Maravilha 1984” quando passou pelo local. Gal Gadot voltará a viver a super-heroína nos cinemas em 1º de novembro de 2019.
Deadpool revela que já está torcendo para a Copa do Mundo de 2026
O Brasil foi eliminado da Copa do Mundo 2018? Não tem problema, os torcedores podem se juntar a Deadpool e já se animar para torcer na Copa do Mundo de 2026, que vai acontecer na América do Norte. O herói postou uma imagem no Instagram, em que aparece vestido a caráter, com uma camiseta e fantasia sobre o uniforme que revelam sua torcida pela seleção do Canadá. “Me poupando para um jogo em casa em 2026”, descreveu a legenda. Veja abaixo. O país favorito de Deadpool vai receber jogos, junto com os Estados Unidos e México. Mesmo com muito mistério sobre a biografia de Wade Wilson, o herói vermelho e branco já admitiu que nasceu no Canadá. E para completar seu intérprete no cinema, o ator Ryan Reynolds também é canadense. Deadpool vai voltar aos cinemas em breve, no elenco de dois filmes, “X-Force” e “Deadpool 3”. Nenhum dos dois tem previsão de estreia. Já a próxima Copa do Mundo acontece a seguir no Catar, em 2022, antes de vir novamente para as Américas. Holding out for a home game in 2026. #GlobalDrinkingVessel Uma publicação compartilhada por @ deadpoolmovie em 6 de Jul, 2018 às 11:00 PDT
Após pedir boicote de YouTuber por racismo, Bruno Gagliasso vira alvo por piadas homofóbicas
Como no ditado da pedra e do teto de vidro. Pouco dias após conclamar boicote de patrocinadores ao YouTuber Júlio Cocielo por piada racista, o ator Bruno Gagliasso teve piadas antigas de cunho homofóbico descobertas em sua timeline. Questionadas por internautas por veicularem comerciais com o ator, tanto a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, da Prefeitura do Rio, quanto o banco Itaú se pronunciaram. O órgão municipal afirmou que a campanha na qual Bruno aparecia, com o slogan “Homofobia é uma violência de ódio”, foi veiculada em 2015, durante o evento Rio Sem Preconceito, feita pela gestão passada, e que agora “aposta em militantes e ativistas para trazer visibilidade para a causa”. O atual coordenador de diversidade sexual do Rio, Nélio Georgini, falou sobre o caso em seu Facebook: “Não me colocarei juiz do ato do ator (que me parece ser um cara do bem que errou)”. No Twitter, uma usuária identificada como Chris Delgado cobrou um posicionamento do Itaú a respeito de campanhas publicitárias envolvendo Gagliasso. O perfil oficial do banco respondeu: “Nós repudiamos todo tipo de preconceito e discriminação. Esse vai ser sempre o nosso posicionamento. O ator citado não faz mais parte das nossas campanhas.” Após a repercussão de publicações feitas há quase uma década, Bruno usou seu perfil no Twitter para se justificar: “Estou aqui em 2018 respondendo com minhas ações e atitudes por quem já fui também em 2009 e mesmo antes disso. De alguma forma, todos estamos. Não é passando o pano no preconceito, mas sim passando tudo a limpo, que o mundo vai se tornar um lugar melhor”, ele explicou. Veja abaixo. Questionado por usuários se não era exatamente o mesmo caso de Cocielo, ele e sua mulher, a também atriz Giovanna Ewbank, excluíram de suas contas nas redes sociais os posts em que acusavam o YouTuber de racismo e cobravam ação de patrocinadores. Por sua vez, além de pedir desculpas, Cocielo chegou a apagar 50 mil tuítes preconceituosos, sendo o mais recente da semana passada. Estou aqui em 2018 respondendo com minhas ações e atitudes por quem já fui também em 2009 e mesmo antes disso. De alguma forma todos estamos. Não é passando o pano no preconceito, mas sim passando tudo a limpo, que o mundo vai se tornar um lugar melhor. — Bruno Gagliasso (@brunogagliasso) 5 de julho de 2018
Steve Ditko (1927 – 2018)
O desenhista Steve Ditko, co-criador de “Homem-Aranha” e do “Doutor Estranho”, morreu aos 90 anos. A polícia de Nova York confirmou a morte do artista, que foi encontrado morto no seu apartamento em 29 de junho. A causa da morte ainda não foi confirmada, mas as autoridades acreditam que ele tenha felicido dois dias antes. Stephen J. Ditko nasceu em Johnstown, Pensilvânia, em 2 de novembro de 1927. Ele começou a se interessar por quadrinhos ainda criança por causa de seu pai, um operário de usina siderúrgica que era fã das histórias do “Príncipe Valente”. Depois de servir no exército na Alemanha do pós-guerra, ele se mudou para Nova York em 1950 e estudou com o famoso artista de Batman Jerry Robinson na Escola de Ilustradores e Cartunistas (que anos depois virou a Escola de Artes Visuais de Nova York). E começou a trabalhar como artista de quadrinhos profissional em 1953 no estúdio dos criadores do Capitão América, Joe Simon e Jack Kirby. Sua colaboração bem-sucedida com Stan Lee teve início dois anos depois, em várias histórias de ficção científica publicadas pela Atlas Comics, que posteriormente viraria a Marvel. A dupla criou o Homem-Aranha em 1961, e foi Ditko quem pensou no lançador de teias e no uniforme do herói, desde as cores até o design que popularizou o personagem. Apesar disso, Ditko não foi a primeira opção de Lee, então editor-chefe da recém-rebatizada Marvel Comics. Jack Kirby fez os primeiros esboços do herói, mas não conseguiu agradar ao chefe com um Homem-Aranha musculoso. Lee queria um visual de nerd e Ditko acertou em cheio ao apresentar um adolescente franzino e tímido como um super-herói com poderes de aranha. Ele inventou tudo, sem aproveitar os esboços de Kirby – que na época assinava a maioria dos desenhos da Marvel. A primeira aparição de Peter Parker foi na 15ª edição da revista de quadrinhos sci-fi “Amazing Fantasy”. O sucesso foi imediato e totalmente inesperado pela Marvel, o que levou o herói a ganhar uma revista própria, “The Amazing Spider Man”. E Ditko ajudou a povoar a publicação com personagens cativantes como a Tia May, J. Jonah Jameson, Mary Jane e Gwen Stacy, e vilões famosos, vistos até hoje no cinema – do Abutre ao Elektro, sem esquecer, claro, do Duende Verde. Em 1963, ele criou mais um super-herói com Stan Lee, o surreal e psicodélico Doutor Estranho. E desta vez surpreendeu por desenhos ousados, que sugeriam viagens lisérgicas. Ditko comandou a revista do personagem até julho de 1966, quando uma briga com Lee, cujas causas permanecem obscuras até hoje, levaram-no a abandonar a Marvel. Os dois ficaram sem falar por vários anos. Ditko nunca contou sua versão da briga e Lee alegou não saber realmente o que motivou a saída de Ditko da Marvel. Rumores sugeriam que Ditko estava frustrado com a supervisão de Lee e o fato dele levar crédito por todas as suas contribuições, já que também escrevia as histórias do Homem-Aranha e do Doutor Estranho sem ser reconhecido por isso. O carismático Lee sempre foi o rosto da Marvel Comics, mas Ditko (e Jack Kirby) achavam que o escritor estava se autopromovendo às custas de seu talento, embora trabalhasse cada vez menos na criação dos quadrinhos. O artista passou então a criar para a Charlton, DC Comics e outras pequenas editoras independentes, finalmente sendo reconhecido como autor de suas histórias. E as criações se radicalizaram de vez, como o Sr. A em 1967, que personificava a filosofia objetivista de Ayn Rand, na qual Ditko era um adepto fervoroso em meados dos anos 1960. Outros personagens inspirados nesta filosofia foram o Questão, o Rastejante e a dupla Rapina e Columba – todos da DC Comics. Ele também criou os heróis Capitão Átomo, Besouro Azul e voltou à mergulhar na psicodelia cósmica com o Mutante (Shade, the Changing Man), que continuam a ser publicados em diferentes encarnações na DC. Ele retornou à Marvel em 1979, após a saída de Stan Lee, onde trabalhou em quadrinhos do Homem-Máquina e dos Micronautas. Entre suas últimas criações destaca-se a Garota-Esquilo (Squirrel Girl) em 1992, que se tornou uma heroína cultuada. Ao contrário da popularidade de seus personagens, Ditko tinha uma vida reclusa, tanto que era conhecido como o “JD Salinger” dos quadrinhos. Ele raramente atendeu a imprensa ao longo da vida, recusando diversos pedidos de entrevistas, mesmo diante do interesse despertado pelos lançamentos dos filmes do Homem-Aranha e do Doutor Estranho. Tanto que até virou tema de um documentário da BBC, “In Search of Steve Ditko” (2007), em que o apresentador inglês Jonathan Ross tentou inutilmente encontrar o artista, sem conseguir. Mesmo assim, o diretor de “Doutor Estranho”, Scott Derrickson, disse na véspera do lançamento que esperava que Dikto pudesse ver o filme do herói por conta própria, porque considerava a produção “uma homenagem ao seu trabalho genial”.
Confusões de Stan Lee ficam mais bizarras com disputa de advogados em sua defesa
As confusões envolvendo a vida de Stan Lee, criador dos principais heróis da Marvel, tiveram mais um lance bizarro nesta sexta (6/7). Durante uma audiência em Los Angeles, a juíza Ruth Kleman decidiu não renovar a ordem de restrição contra o empresário do escritor, Keya Morgan, acusado de abuso de idoso, e que chegou a ser preso por ter apresentado falsa denúncia policial no mês passado. O motivo foi simples: a juíza descobriu que o advogado que pediu a ordem original não é representante legal do escritor de 95 anos. Tom Lallas foi demitido por Stan Lee em fevereiro, após registrar um documento em que o escritor acusava três homens – o tal Keya Morgan, Jerardo “Jerry” Olivarez (sócio de Lee na época) e Kirk Schenck (advogado da filha) – de tentar controlar suas propriedades e dinheiro. Eles teriam influenciado sua filha que, de tempos em tempos, exigia mudanças em seu testamento, incluindo a transferência de propriedades para seu nome. Mas poucos dias depois de registrar esse documento em cartório, Lallas e mais uma leva de empregados de Lee foram demitidos. E a filha dele contratou diversos substitutos – um novo contador, um novo assistente, um novo cuidador e até um novo jardineiro. Lallas disse ter entrado com o pedido de restrição para proteger Lee, que estava sendo controlado por pessoas interesseiras. A decisão da juizá aconteceu após dois advogados apareceram na corte se dizendo representantes de Stan Lee. Além de Lallas, que tinha pedido a ordem de restrição no mês passado, Robert Reynolds veio ao tribunal com uma carta em que Stan Lee afirma que ele é seu único representante legal. Os dois advogados entraram em conflito. Com isso, a ordem contra Morgan foi suspensa. Mas Reynolds alegou que está preparando para seu cliente sua própria ordem de restrição. Advogados da filha de Lee também afirmaram que fariam o mesmo. Já o advogado de Morgan, Alex Kessel, disse que o relacionamento de Lee e de seu cliente continuava a existir “apesar da ordem de restrição” e ainda que “Lee jamais foi ameaçado pelo Sr. Morgan em qualquer sentido”. Morgan, por sua vez, lida com seu próprio problema legal, por denúncia falsa. De acordo com a transcrição de uma chamada telefônica feita em 30 de maio da casa de Stan Lee, o empresário ligou para o serviço de emergência afirmando que “três estranhos” tinham invadido a casa do criador dos super-heróis Marvel, bloquearam sua segurança e possivelmente estavam “prejudicando” Lee. Mas documentos do processo contra o empresário revelaram que os estranhos eram na verdade dois policiais de Los Angeles e uma assistente social, que queriam realizar uma verificação do bem-estar do escritor. Morgan supostamente tentou impedir o encontro com Lee por meio da chamada de emergência. Ele não queria que a polícia falasse com o escritor. O empresário ainda fez uma segunda ligação para o 911, de acordo com o Daily News, no dia seguinte, depois que um guarda de segurança se recusou a assinar um acordo de confidencialidade sobre o que teria visto. Morgan teria dito a um operador do 911 que um homem estava armado e sendo agressivo em casa, o que fez com que um helicóptero e cinco carros de patrulha fossem despachados para a propriedade de Lee. Verificada a falsidade das duas denúncias, Morgan foi indiciado e preso, sendo libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. Isto aconteceu uma semana após escritor gravar um vídeo e postar nas redes sociais, afirmando que o empresário era o único que o representava e estava autorizado a fazer negócios em seu nome. Este vídeo ainda está no ar na conta oficial de Stan Lee.
Zac Efron é acusado de “apropriação cultural” por foto com dreadlocks
O ator Zac Efron (“Baywatch”) postou uma foto em seu Instagram apresentando um novo visual, que dividiu opiniões. A imagem traz Efron com dreadlocks no cabelo. “Apenas por diversão”, ele escreveu na legenda. A postagem, que já teve mais de 1,4 milhão de curtidas, rendeu quase 17 mil comentários, com muitos usuários acusando o ator de “apropriação cultural”. “Honestamente, ele pode ter dread, mas não deve ser algo por ‘diversão’. Deveria ser porque ele conhece a significância cultural e está se juntando à cultura ao virar rastafari”, escreveu um usuário. “Vocês devem perceber que os dreadlocks têm uma importância cultural e religiosa. Então, não é apenas arrumar o cabelo”. Uma garota retrucou o comentário anterior. “Mas Kim Kardashian e o seu clã têm trancinhas e tudo bem? Apropriação cultural é quando alguém tira sarro de uma cultura. Não há nada de errado em tentar algo novo… além disso, dreads possuem diversos significados no seu lugar de origem”. Outro ainda ironizou: “Não temos nada mais importante para nos preocupar que os cabelos de alguém???” A “guerra de comentários” que começou na foto segue crescendo, mas o ator ainda não se pronunciou sobre o assunto. Just for fun ? Uma publicação compartilhada por Zac Efron (@zacefron) em 5 de Jul, 2018 às 10:24 PDT
Novo projeto de Sacha Baron Cohen é “o programa mais perigoso da história da televisão”
Dois dias depois de postar um teaser provocativo no Twitter, que sugeria um projeto envolvendo o presidente Donald Trump, surgem mais detalhes da próxima investida humorística de Sacha Baron Cohen. Segundo fontes ouvidas pela revista Variety, o criador do personagem “Borat vai estrelar, para o canal americano Showtime, uma série no estilo do programa de esquetes/talk show com entrevistas que o tornou famoso. Entre 2000 e 2004, ele apresentou o programa “Da Ali G Show”, exibido no Channel 4 no Reino Unido, onde a maioria dos seus personagens famosos foram apresentados ao público. A nova série ainda não tem título ou data de estreia, mas a Variety acredita que pelo menos dois episódios já tenham sido gravados, no esquema “de guerrilha” que é tradicional das produções de Cohen, que sempre busca pegar seus entrevistados desprevenidos, sem saber que fazem parte de um programa de humor. O Showtime não confirmou o projeto. Entretanto, nos últimos dias tem divulgado vídeos aludindo a uma nova produção misteriosa, que seria “o programa mais perigoso da história da televisão”. Os vídeos explicam que o Showtime ainda não pode revelar do que se trata por causa de acordos de não divulgação. Os vídeos prometem que “algo enorme está chegando em 15 de julho”. Isto mesmo, já na próxima semana. Veja abaixo. Esse é o segundo projeto televisivo anunciado por Cohen nos últimos meses. Ele também estará numa série dramática, “The Spy”, onde interpretará um agente secreto israelense numa história baseada em fatos reais para a Netflix.
Claude Lanzmann (1925 – 2018)
Morreu o cineasta e escritor francês Claude Lanzmann, diretor do famoso documentário “Shoah” (1985), com mais de nove horas de duração sobre o Holocausto. Ele faleceu nesta quinta-feira (5/7) em Paris, aos 92 anos, após ficar em estado “frágil por vários dias”, de acordo com comunicado da editora Gallimard. Nascido em Paris em 1925, ele chegou a lutar na resistência francesa contra os nazistas e dedicou sua vida à questão judaica e a expor as atrocidades do nazismo. Lanzmann também teve grande relação com os líderes do movimento existencialista. Foi o secretário do filósofo Jean-Paul Sartre e, durante sete anos, entre 1952 e 1959, viveu com a escritora Simone de Beauvoir, de quem recebeu 112 cartas de amor – vendidas em leilão à Universidade de Yale em janeiro deste ano, por valor não revelado. Seu primeiro filme foi “Por Que Israel?” (1973), em que entrevistou os imigrantes que se estabeleceram, lutaram e ajudaram a fundar o país, na época com 25 anos de existência, buscando demonstrar o que tinham em comum estudantes marxistas da Rússia e intelectuais burgueses dos Estados Unidos, reunidos em torno da mesma causa. Mas foi com “Shoah” que se tornou o maior documentarista da história judaica. “Shoah” (em hebraico, catástrofe ou calamidade) era a palavra que Lanzmann usava, em vez de holocausto (oferenda queimada) para definir o genocídio causado pelo nazismo. Em sua autobiografia, “A Lebre da Patagônia”, Lanzmann escreveu: “Como poderia haver um nome para algo que não tivesse precedentes na história da humanidade? Se tivesse sido possível não dar um título ao filme, eu teria feito isso”. Para seu documentário épico, em escopo e duração, Lanzmann localizou e entrevistou diversas testemunhas vivas do extermínio: oficiais e burocratas que administravam os campos; sobreviventes judeus, incluindo veteranos do levante de 1943 no gueto de Varsóvia; e pessoas da cidade polonesa em Treblinka, onde ficava o pior dos campos de concentração: Auschwitz. Com o objetivo de registrar depoimentos de ex-nazistas, chegou a se passar por um historiador francês que pretendia “endireitar as coisas”, mostrando o lado dos alemães. E assim conseguiu acesso a pessoas como Franz Suchomel, ex-funcionário da SS em Treblinka, condenado a seis anos de prisão por crimes de guerra. Premiado em diversos festivais – como Berlim e Roterdã – e pelas Academias Francesa e Britânica, “Shoah” é considerado o filme definitivo sobre o Holocausto. Mas Lanzmann o chamava de “uma ficção do real”. Foi conscientemente artístico, disse ele certa vez, de modo a “tornar o insuportável suportável”. Israel e o holocausto continuaram a ser temas dominantes em sua filmografia, que também destaca “Tsahal” (1994), sobre as forças de defesa de Israel, “Un Vivant qui Passe” (1999), sobre como a Cruz Vermelha elogiou os campos de concentração nazistas, “Sobibór, 14 Octobre 1943, 16 Heures”, sobre um levante de prisioneiros contra nazistas, e “O Último dos Injustos” (2013), sobre o gueto-modelo de Theresienstadt. Seu último filme, “Napalm”, foi também o único em que mudou de assunto. Exibido na Mostra de São Paulo do ano passado, revisitava casos amorosos em uma de suas viagens quando era jovem. Poucos anos antes, Lanzmann veio ao Brasil lançar sua autobiografia “A Lebre da Patagônia” e participar da Festa Literária de Paraty (Flip). Mas o debate de que participou, com o tema “A ética da representação”, desandou sob mediação do professor da Unicamp Márcio Seligmann-Silva. Ao fim do festival, o curador da edição de 2011, Manuel da Costa Pinto, atacou Lanzmann afirmando que ele havia feito “uma coisa nazista” ao adotar uma postura “contra o debate intelectual”. Lanzmann ficou indignado. “Esse sujeito (Costa Pinto) é um estúpido. É uma vergonha ele dizer isso. Logo eu, um inimigo dos nazistas. Eu dediquei a minha vida a revelar os abusos do Holocausto. Ele deveria ser demitido. Já o mediador queria demonstrar erudição às minhas custas. Ele queria mostrar o quanto era inteligente, mas eu estava ali para conversar com o público e falar do meu livro”, reagiu o francês. Seu projeto final, “The Four Sisters” – uma minissérie documental de quatro capítulos – foi lançado na França na véspera sua morte. Composta de filmagens feitas para “Shoah” mas não usadas no filme final, “The Four Sisters” traz entrevistas com quatro mulheres que sobreviveram ao Holocausto. No ano passado, ele ficou profundamente abalado pela morte de seu filho Félix, de 23 anos, vítima de um câncer. Amigos dizem que ele nunca se recuperou e foi morrendo aos poucos.
Famosos pedem boicote a Cocielo e fazem campanha contra piadas racistas
O tuíte racista de Júlio Cocielo, que tem mais de 16 milhões de seguidores no seu canal no YouTube, uniu diversas celebridades para cobrar conscientização dos ditos “influenciadores digitais”, e exigir boicote contra comediantes racistas. No sábado (30/7), durante o jogo entre as seleções da França e da Argentina, pela Copa do Mundo, Cocielo escreveu no Twitter sobre o principal jogador francês: “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein”. O post contra o rapaz negro, que está doando todo o dinheiro recebido na Copa para causas sociais, acabou inspirando internautas a conferir o passado do comediante, e resgataram tuítes de “piadas” que falavam até em exterminar negros. Cocielo pediu desculpas. Mas isso não aliviou sua situação. Ele
Mais um YouTuber perde patrocínio por tuítes racistas e machistas
Depois de Júlio Cocielo perder patrocínios por conta de um tuíte racista, outro YouTuber seguiu o mesmo caminho. Cauê Moura, que tem 5 milhões de assinantes em seu canal no YouTube, também chamou a atenção de forma negativa e sentiu no bolso. A Warren Brasil, empresa financeira e plataforma de investimentos, anunciou nesta quarta-feira (4/7) em seu perfil no Facebook que encerrou o contrato com o canal do YouTube “Ilha de Barbados”, do qual Cauê Moura faz parte. Além dele, o canal junta PC Siqueira e Rafinha Bastos. A decisão da companhia de Porto Alegre, na verdade, aconteceu em maio, mas foi anunciada hoje após internautas resgatarem tuítes antigos de Cauê Moura e cobrarem posicionamento da empresa. “Nós repudiamos todo e qualquer discurso de ódio, de segregação, machista e homofóbico”, diz o post da Warren Brasil, que não quer ter sua marca associada ao YouTuber. Conhecido por posts no Twitter repletos de palavrões, ele tem um passado de arrepiar em sua timeline, que pode ser vislumbrado na arte abaixo, repleta de tuítes machistas e racistas, que impressionam ainda mais por terem sido postados como se fossem piadas. Após perder o patrocinador, Moura se desculpou, apagou todas as “piadas completamente absurdas, nojentas, deploráveis” e disse que isso nunca mais iria se repetir. “Ilha de Barbados” deve continuar no ar com o trio de apresentadores. Por coincidência, Cauê Moura e Júlio Cocielo estrearam no cinema no mesmo longa: “Internet – O Filme”, em 2017.
Robby Müller (1940 – 2018)
Morreu Robby Müller, um dos diretores de fotografia mais influentes dos últimos anos, com uma filmografia repleta de trabalhos cultuadíssimos. Ele faleceu nessa quarta (4/7) aos 78 anos de idade. O holandês ficou conhecido por suas colaborações com os cineastas Wim Wenders, Jim Jarmusch e Lars Von Trier, que lhe rendeu uma reputação de “mestre da luz”, por conta de sua ênfase em iluminação e cores no cinema. Müller começou sua parceria com Wenders em “Summer in the City” (1970) e ela rendeu diversos clássicos, como “O Medo do Goleiro Diante do Pênalti” (1972), “Alice nas Cidades” (1974), “Movimento em Falso” (1975), “O Amigo Americano” (1977), até culminar em “Paris, Texas” (1984), a obra-prima do diretor alemão. A repercussão deste filme o colocou em contato com diretores “malditos” do cinema americano, como Alex Cox, para quem fotografou o cultuado “Repo Man: A Onda Punk” (1986), William Friedkin, com quem trabalhou em outro cult, “Viver e Morrer em Los Angeles” (1985), e principalmente Jim Jarmusch, que se tornou seu segundo grande parceiro, estendendo as colaborações para todos os filmes do diretor, de “Daunbailó” (1986) até “Sobre Café e Cigarros” (2003), último longa-metragem do diretor de fotografia. Entre os filmes de Jarmusch, Müller ainda registrou as imagens de dois filmes de Lars Von Trier: “Ondas do Destino” (1996) e “Dançando no Escuro” (2000), este último com a cantora Björk no elenco. Ele também assinou o visual de um cult britânico: “A Festa Nunca Termina” (2002), do inglês Michael Winterbottom. Três vezes vencedor da premiação da Academia Alemã, o Oscar do cinema alemão, Müller nunca foi indicado ao Oscar, fato amplamente criticado na comunidade de cinematógrafos em Hollywood. Já o sindicato americano da categoria lhe rendeu um tributo pela carreira em 2013.
Três pessoas são presas por sequestro de atriz da franquia Halloween
Três pessoas foram presas pelo sequestro da atriz Daisy McCrackin (“Halloween – Ressurreição) e do ator Joseph Capone (“Fighting for Freedom”) em maio de 2017. Promotores apontaram que a dupla foi ameaçada com um revólver a entrar em um veículo, onde os suspeitos Keith Stewart e Johntae Jones colocaram máscaras nas vítimas e as levaram para o bairro de Compton, na Califórnia (EUA). Joseph Capone teve as roupas arrancadas e foi obrigado a entrar em uma banheira, onde permaneceu por 30 horas sem comida. Ele ainda foi agredido quando tentou proteger a companheira. No dia seguinte, Amber Neal se juntou aos criminosos e levou Daisy McCrackin para um banco, onde teve que preencher um cheque de US$ 10 mil. Os suspeitos ainda levaram o carro da atriz. A investigação da polícia levou a prisão do trio. A última a ser detida foi Amber, na segunda-feira (2/7). Caso sejam condenados, o trio pode pegar até prisão perpétua.












