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    Stan Lee (1922 – 2018)

    12 de novembro de 2018 /

    Morreu Stan Lee, o lendário escritor, editor e publisher da Marvel Comics, cujas criações redefiniram os quadrinhos de super-heróis e influenciaram a indústria cultural de forma permanente, consagrando-se como blockbusters de Hollywood. Ele tinha 95 anos e morreu na manhã dessa segunda (12/11), no hospital Cedars-Sinai Medical Center, em Los Angeles, após um período conturbado em sua vida. Nascido Stanley Martin Lieber em 28 de dezembro de 1922, filho de um imigrante romeno que se estabeleceu em Nova York, o futuro escritor conseguiu seu primeiro emprego aos 17 anos na empresa do tio, a Timely Comics, que se tornaria a Marvel, e escreveu sua primeira história em quadrinhos dois anos depois. Eram duas páginas apenas, usadas para preencher a terceira edição do “Capitão América”. Ao assinar o texto, virou pela primeira vez Stan Lee. Nesta mesma época, com 19 anos, foi nomeado diretor interino pelo fundador da Timely, o tio Martin Goodman, quando o editor anterior se demitiu. O trabalho foi interrompido brevemente em 1942, devido à guerra, após Stan se alistar no exército, onde escreveu manuais e filmes como parte de um grupo criativo que incluía o cineasta Frank Capra. Mas após o conflito mundial, ele retornou ao posto na Timely, permanecendo como editor por décadas, inclusive na transição da empresa para a Marvel. Sob seu comando, a editora retomou a publicação dos super-heróis, interrompida após a guerra, com a primeira criação importante de Stan Lee no gênero, o Quarteto Fantástico, em 1961. A editora também mudou o nome para Marvel, que era o título de uma publicação de super-heróis que a Timely lançara em 1939. Stan trabalhou com o veterano Jack Kirby, desenhista do maior herói da Timely, o Capitão América, para dar vida às primeiras criações da Marvel. Depois do Quarteto Fantástico, vieram o Hulk, Thor, Homem-Formiga, Homem de Ferro, X-Men, Pantera Negra, Surfista Prateado, cada um com sua própria publicação, o que demandava mais páginas que Jack Kirby dava conta de desenhar. E, assim, novos gênios foram incorporados ao time, como Steve Ditko, que desenhou o Homem-Aranha e Doutor Estranho, o veterano Bill Everett, criador do Príncipe Submarino, que assumiu o Demolidor, etc. Seguindo o exemplo da Liga da Justiça da DC Comics, a maioria dos heróis foi reunida numa única publicação: os Vingadores, em 1963, que também trouxe de volta o Capitão América, novamente desenhado por Kirby. Diferente dos heróis tradicionais dos quadrinhos, os personagens de Stan Lee eram defeituosos, fosse devido a um problema no coração, como o Homem de Ferro, fosse por causa de uma deformação física como o Coisa, do Quarteto Fantástico. Eram mal-compreendidos como os X-Men. Tinham crises de identidade, como o Capitão América que não entendia o mundo dos anos 1960. Mas, principalmente, podiam ser iguais a seus leitores adolescentes, como o Homem-Aranha, que sofria de coração partido, falta de dinheiro e gripe comum. Todos os personagens fizeram sucesso. Alguns mais que outros. E geralmente muito mais que os heróis da rival DC Comics. O que levou a disputas pelos créditos de suas autorias. Lee, Ditko e Kirby tiveram brigas amargas, mas, após anos de disputas judiciais, os desenhistas passaram a ser considerados tão criadores dos personagens quanto Lee. “Eu não quero que ninguém pense que eu tratei Kirby ou Ditko injustamente”, disse ele à revista Playboy em abril de 2014. “Acho que tivemos um relacionamento maravilhoso. O talento deles era incrível. Mas as coisas que eles queriam não estavam em meu poder para dar a eles.” Não estava em seu poder, por exemplo, retornar os desenhos originais para os artistas ou lhes pagar royalties. Nem o próprio Lee jamais recebeu direitos autorais pela exploração em filmes ou séries dos super-heróis que concebeu. Entretanto, como política da Marvel, ele tinha um salário vitalício, que os demais não recebiam. A importância de Stan Lee não se “limitou” à criação da era Marvel dos quadrinhos. Ele também ajudou a criar a comunidade geek, ao passar a publicar as cartas dos leitores nas páginas dos quadrinhos, interagindo com eles de forma como nunca tinha sido feita antes, discutindo enredos e fazendo pequenas revelações sobre os rumos das tramas e futuros projetos. Esse costume gerou uma de suas principais marcas, a exclamação “Excelsior”, com que costumava pontuar suas respostas. Sua influência foi além disto, ao se posicionar factualmente contra a censura aos quadrinhos e contra o preconceito de que eram apenas para crianças. Em 1971, ele cometeu a ousadia de publicar uma história sobre o vício em drogas. Na época, as revistas eram sujeitas à inclusão do selo do Código de Ética, que atestava que não possuíam conteúdo impróprio para menores de 13 anos. Revistas que não tivessem o código tinham dificuldades de distribuição, pois costumavam ser rejeitadas pelas bancas – foi o que levou a editora especialista em terror, EC Comics, à falência após a campanha conservadora que criou o Código duas décadas antes. Pois Stan Lee escreveu, editou e comprou briga para distribuir uma revista do Homem-Aranha em que o melhor amigo do herói, Harry Osborn, aparecia se drogando. A edição chegou às bandas sem o “selo de aprovação”, mas os jornaleiros não a devolveram, porque era do Homem-Aranha, e ela vendeu horrores, dando início a um movimento para “relaxar” as regras e, finalmente, na década seguinte, abolir completamente o Código de Ética que forçava quadrinhos a permanecerem infantis. Infelizmente, todo o esforço artístico de Stan Lee não lhe rendeu reconhecimento imediato. Quadrinhos foram considerados uma forma de expressão insignificante por muitas décadas. O que acabou proporcionando a maior surpresa da vida do escritor, como ele mesmo mencionava, quando o grande mestre do cinema italiano Federico Fellini o procurou em seu escritório, em Nova York, para elogiar suas obras e querer conversar sobre o Homem-Aranha. Em 1972, Lee foi nomeado publisher e passou as rédeas editoriais da Marvel para Roy Thomas, virando, a partir daí, uma espécie de garoto-propaganda da empresa. Ele se mudou para Los Angeles em 1980 para montar um estúdio de animação e construir relacionamentos em Hollywood para a Marvel, após a editora licenciar personagens para séries animadas e live action no passado. Lee também conseguiu sucesso nessa área, com diversas novas produções. Em 2009, a Walt Disney Company comprou a Marvel Entertainment por US$ 4 bilhões, transformando os personagens criados por Lee em blockbusters e dando ao artista uma nova atividade, como o figurante de Hollywood mais famoso de todos os tempos. Assim como fazia Alfred Hitchcock em seus filmes, Lee passou a aparecer compulsoriamente em todas as produções da Marvel, tanto no cinema quanto na TV. Os filmes da Marvel, liderados pelos bilhões arrecadados por “Os Vingadores”, finalmente deram a Stan Lee status de celebridade. Entretanto, quando deveria estar aproveitando as glórias, ele entrou no período mais confuso de sua vida. A partir de julho do ano passado, com a morte de sua esposa Joan, que foi sua companheira por 69 anos, o criador da Marvel se envolveu em vários processos contra antigos sócios e denúncias de abusos de idoso por parte das pessoas ao seu redor. Ele processou executivos da POW! Entertainment – uma empresa que fundou em 2001 para desenvolver propriedades de filmes, TV e videogames – buscando compensações de US$ 1 bilhão por fraude, apenas para desistir do processo abruptamente semanas depois. Também processou seu ex-empresário e entrou com uma ordem de restrição contra um homem que estava lidando com seus negócios, denunciou o desaparecimento misterioso de milhões de dólares de sua conta e, em junho de 2018, foi revelado que o Departamento de Polícia de Los Angeles investigava relatos de abuso de idosos a que ele teria sido submetido. “Stan Lee era tão extraordinário quanto os personagens que ele criou. Um super-herói autêntico para os fãs da Marvel ao redor do mundo, Stan tinha o poder de inspirar, entreter e conectar. A escala de sua imaginação só era superada pelo tamanho de seu coração”, disse o CEO da Disney, Bob Iger, em comunicado. Ele foi acompanhando por Kevin Feige, presidente dos estúdios de cinema da Marvel, que elogiou o legado de Lee. “Ninguém teve mais impacto na minha carreira e em tudo o que fazemos na Marvel Studios do que em Stan Lee. Stan deixa um legado extraordinário que sobreviverá a todos nós. Nossos pensamentos estão com sua filha, sua família e os milhões de fãs que foram tocados pela genialidade, carisma e coração. Excelsior!” Até o Twitter oficial da DC Comics se rendeu ao talento de Lee, evocado pela empresa de quem foi rival por muitas décadas. “Ele mudou a forma como olhamos os heróis e os quadrinhos modernos sempre terão sua marca indelével”, escreveu a DC. “Seu entusiasmo contagiante nos lembrava por que todos nós nos apaixonamos por essas histórias em primeiro lugar. Excelsior, Stan.”

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    Miley Cyrus também perde sua casa no incêndio da Califórnia

    12 de novembro de 2018 /

    Miley Cyrus é mais uma vítima do incêndio que se espalhou pela Califórnia e causou mais de três dezenas de mortes nos Estados Unidos. A cantora e atriz contou, nas redes sociais, que perdeu a casa, mas ela, seu amado Liam Hemsworth e animais estão bem. “Completamente devastada pelo incêndio que está afetando minha comunidade. Eu sou uma das pessoas sortudas. Meus animais e o amor da minha vida estão fora e estão a salvo, e isso é o que importa agora”, disse ela, acrescentando: “Minha casa não está mais em pé, mas as memórias compartilhadas com minha família e amigos vão seguir fortes. Eu sou agradecida pelo que me restou”. A artista chegou a gravar, no ano passado, um clipe na região destruída pelo fogo, para acompanhar a música batizada com o nome de sua comunidade, “Malibu”. A região costeira de Malibu foi uma das áreas mais atingidas pela tragédia. O incêndio, que começou na quinta-feira (8/11), triplicou de tamanho em apenas um dia. Segundo a rede CNN, as chamas já causaram a morte de mais de 30 pessoas e obrigaram cerca de 160 mil a deixar suas casas nos Estados Unidos. Cerca de dois mil bombeiros trabalham no combate ao fogo e no resgaste de vítimas, mas o incêndio ainda está longe de ser contido. all I have left. Sending so much love and gratitude to the firefighters and LA country Sheriff’s department! If you are interested in getting involved see next tweet…. Donate $ , Time , Supplies I love you more than ever , Miley — Miley Ray Cyrus (@MileyCyrus) 12 de novembro de 2018

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    Diretor de Doutor Estranho revela que boneco do herói sobreviveu intacto ao incêndio de sua casa

    12 de novembro de 2018 /

    O diretor Scott Derrickson (de “Doutor Estranho”) voltou à sua casa, para verificar o que restou após a destruição causada pelo incêndio que atinge a Califórnia, nos Estados Unidos. Ele postou nas redes sociais uma foto com as três coisas que “sobreviveram” às chamas: um cacto, um copo e um boneco do Doutor Estranho. “Amanhã vamos escavar sob os escombros com luvas e botas. Mas hoje, inacreditavelmente, estes foram os únicos itens que achamos perfeitamente intactos”, escreveu Derrickson em seu Instagram. Em postagens anteriores, o diretor lamentou perder sua casa, mas disse que não é ligado a materialismos e que está feliz que ele e sua família estejam bem. O incêndio já teve como consequência mais de duas dezenas de mortos e é o mais letal na região desde os anos 1990. Visualizar esta foto no Instagram. ‪Tomorrow we will dig through the rubble with gloves and puncture-proof boots. ‬But today, unbelievably, these are the only items we found perfectly intact. Uma publicação compartilhada por Scott Derrickson (@scottderrickson) em 11 de Nov, 2018 às 3:33 PST

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    People’s Choice Awards reprisa o Teen Choice e consagra Shadowhunters e os Vingadores

    12 de novembro de 2018 /

    A premiação do povão americano, People’s Choice Awards, aconteceu na noite de domingo (11/11), bisando vários campeões do prêmio em forma de prancha de surfe dos adolescentes, o Teen Choice Awards, em especial o filme “Vingadores: Guerra Infinita” e a série sobrenatural adolescente “Shadowhunters”, as produções mais votadas. Ou seja, o gosto de jovens e adultos quase não tem mais distinção. E é dominado pela Disney. A produção da Marvel foi escolhida como Filme, Filme de Ação e Atriz de Cinema Favoritos de 2018. Scarlett Johansson foi a vingadora premiada, enquanto seu colega Chadwick Boseman venceu como Ator de Cinema Favorito por “Pantera Negra”. O longa do herói também rendeu um troféu para Danai Gurira, como Estrela Favorita de Filme de Ação. Já na televisão, o destaque de “Shadowhunters”, com quatro troféus, mostra como há um problema de percepção a respeito do sucesso dessa série do canal pago Freeform, da Disney. Afinal, ela foi cancelada, com a encomenda de um especial para encerrar sua trama, supostamente por baixa audiência, no mesmo ano em que se consagrou nas duas votações populares dos Estados Unidos. Este paradoxo se chama Netflix, que reprisa a série e tem maior alcance que o Freeform. Não por acaso, venceu na categoria de Série Maratonável Favorita, forma como é disponibilizada em streaming. Também se consagrou como Série, Ator (Harry Shum Jr.) e Atriz (Katherine McNamara) de Série Favoritos. Grande campeã do Teen Choice 2018, “Riverdale” foi considerada a Série Dramática Favorita, ampliando a convergência. Até a escolha do Reality Show Favorito foi idêntica a dos teens, “Keeping up With the Kardashian”. Nos agradecimentos, as irmãs Kardashian aproveitaram para falar sobre o incêndio que provocou a evacuação de áreas em Malibu e consumiu sua residência. Também falaram sobre o incêndio e homenagearam os bombeiros envolvidos Victoria Beckhan e Melissa McCarthy, que foram as homenageadas da noite, ao lado de Bryan Stevenson, ativista pelo direito dos negros, que acabou sendo aplaudido de pé durante a cerimônia. Apenas a parte musical do prêmio trouxe mudanças em relação ao Teen Choice. Enquanto os adolescentes ainda são românticos, os adultos optaram por artistas mais explícitos, consagrando a cantora Nick Minaj como Artista Favorita e Disco Favorito de 2018, com “Queen”. Mesmo assim, alguns dos premiados são favoritos dos mais jovens e até das crianças, como Shawn Mendes e o grupo BTS. A premiação, que foi transmitida pela primeira vez pelo canal E! — antes era transmitida pela CBS — , ganhou novas categorias, chegando a 43, um exagero que fez com que nem todas fossem anunciadas na cerimônia, que aconteceu em Santa Mônica, na Califórnia. No Brasil, a cobertura ficou por conta de Barbara Evans, filha de Monique Evans, que curiosamente acabou entrando para a lista das mais bem vestidas do E! americano. Ela vai estrelar um novo reality do E! no Brasil, “Alto Leblon – Garotas do Rio”, previsto para 2019. Confira abaixo os vencedores do People’s Choice Awards, também conhecido como replay do Teen Choice Awards 2018. CINEMA Filme de 2018: “Vingadores: Guerra Infinita” Filme de Comédia de 2018: “Meu Ex é um Espião” Filme de Ação de 2018: “Vingadores: Guerra Infinita” Filme de Drama 2018: “Cinquenta Tons de Liberdade” Filme Família de 2018: “Os Incríveis 2” Ator de Cinema de 2018: Chadwick Boseman, “Pantera Negra” Atriz de Cinema de 2018: Scarlett Johansson, “Vingadores: Guerra Infinita” Estrela de Drama de 2018: Jamie Dornan, “Cinquenta Tons de Liberdade” Estrela da Comédia de 2018: Melissa McCarthy, “Alma da Festa” Estrela de Ação de 2018: Danai Gurira, “Pantera Negra” TELEVISÃO Série de TV de 2018: “Shadowhunters” Série Dramática de 2018: “Riverdale” Série de Comédia de 2018: “Orange Is the New Black” Série Maratonável de 2018: “Shadowhunters: The Mortal Instruments” Série de Sci-Fi/Fantasia de 2018: “Wynonna Earp” Revival de 2018: “Dynasty” Ator de TV de 2018: Harry Shum Jr., “Shadowhunters: The Mortal Instruments” Atriz de TV de 2018: Katherine McNamara, “Shadowhunters: The Moral Instruments” Ator/Atriz Dramático da TV de 2018: Mariska Hargitay, “Law & Order: SVU” Ator/Atriz de Comédia da TV de 2018: Jim Parsons, “The Big Bang Theory” Talk Show Diurno de 2018: “The Ellen DeGeneres Show” Talk Show Noturno de 2018: “The Tonight Show Starring Jimmy Fallon” Competidor de 2018: Maddie Poppe, “American Idol” Estrela de Reality Show de 2018: Khloé Kardashian, “Keeping Up With the Kardashians” Reality Show de 2018: “Keeping Up With the Kardashians” Reality de Competição de 2018: “The Voice” MÚSICA Grupo Favorito de 2018: BTS Artista Feminina de 2018: Nicki Minaj Artista Masculino de 2018: Shawn Mendes Álbum do Ano de 2018: “Queen” – Nicki Minaj Música do Ano de 2018: “IDOL” – BTS Artista Latino de 2018: CNCO Artista Country de 2018: Blake Shelton Clipe do Ano de 2018: “IDOL” – BTS Turnê de 2018: “Reputation Tour” – Taylor Swift Artista Mais Estiloso de 2018: Harry Styles OUTROS Celebridade de 2018 nas redes sociais: BTS Estrela Popular de 2018: Shane Dawson Influenciadora de Beleza de 2018: James Charles Celebridade Animal de 2018: Crusoe the Celebrity Dachshund Comediante de 2018: Kevin Hart Esportista de 2018: Serena Williams Podcast Pop de 2018: Scrubbing in With Becca Tilley & Tanya Rad

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    Gerard Butler compartilha foto das ruínas de sua casa após incêndio na Califórnia

    11 de novembro de 2018 /

    O ator Gerard Butler, atualmente em cartaz no filme de ação “Fúria em Alto Mar”, compartilhou no Twitter uma foto da destruição de sua casa pelo incêndio que atinge a Califórnia, nos Estados Unidos. Apesar de não ter sobrado nada da resistência, como se pode verificar pela imagem, ele agradeceu os esforços dos bombeiros para impedir um desastre maior na região. “Voltei para a minha casa em Malibu depois de evacuar. Tempo devastador em toda a Califórnia. Inspirado como sempre pela coragem, espírito e sacrifício de bombeiros. Obrigado Departamento de Bombeiros de Los Angeles”, ele escreveu, publicando um link para uma página de apoio à organização. A manifestação do ator aconteceu logo depois do diretor Scott Derrickson (de “Doutor Estranho”) utilizar as redes sociais para mostrar as ruínas de sua casa e confirmar que estava bem. O incêndio nos EUA acontece na região de Malibu e Calabasas, onde estão residências de várias celebridades de Hollywood, e também cidades como Ventura e Paradise, que foram evacuadas. Os bombeiros da Califórnia ainda não conseguiram conter as chamas que começaram nas florestas da região no final da última semana. No total, mais de 75 mil pessoas já teriam sido evacuadas. Returned to my house in Malibu after evacuating. Heartbreaking time across California. Inspired as ever by the courage, spirit and sacrifice of firefighters. Thank you @LAFD. If you can, support these brave men and women at https://t.co/ei7c7F7cZx. pic.twitter.com/AcBcLtKmDU — Gerard Butler (@GerardButler) 11 de novembro de 2018

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    Diretor de Doutor Estranho revela fotos da destruição de sua casa pelo incêndio na Califórnia

    11 de novembro de 2018 /

    O diretor Scott Derrickson (de “Doutor Estranho”) utilizou as redes sociais para mostrar o estrago causado em sua casa pelo incêndio que atinge a Califórnia, nos Estados Unidos. As imagens revelam a residência completamente destruída. Além de confirmar que passava bem, assim como a sua família, ele agradeceu as imagens de apoio que tem recebido diante da tragédia. “Apenas uma rápida atualização para dizer que estou sobrecarregado com essa incrível onda de amor e apoio. Obrigado a todos que me mandaram mensagens, e todos aqueles que nos ofereceram um lugar para ficar. Nós somos abençoados e gratos por estarmos seguros e amados”, escreveu o diretor. Depois, o diretor publicou outra imagem, quando um bombeiro ainda trabalhava para apagar o fogo em sua residência. Derrickson valorizou o trabalho do profissional. “Um amigo meu foi até a minha casa e tirou essa foto hipnotizante. O interior está destruído, mas um único bombeiro precisou garantir que outras casas no bairro não fossem destruídas. Graças a Deus e a esse bombeiro, elas não pegaram fogo”, explicou o diretor, que ainda declarou: “Não estou tentando ser otimista diante do fato de ter perdido literalmente tudo, mas nunca fui materialista. Para mim, são apenas coisas. É mais difícil para os meus filhos, que perderam itens de grande significado afetivo. Mas esta perda e mudança bruscas vão se tornar uma fonte de crescimento para nós todos”. O incêndio nos EUA acontece na região de Malibu e Calabasas, onde estão residências de várias celebridades de Hollywood, e também cidades como Ventura e Paradise, que foram evacuadas. Os bombeiros da Califórnia ainda não conseguiram conter as chamas que começaram nas florestas da região no final da última semana. No total, mais de 75 mil pessoas já teriam sido evacuadas. A friend drove to my home while it was smoldering and took this mesmerizing pic. The interior is cooked but the sole fireman needs to ensure that other homes in my neighborhood don’t catch fire. Thank God and this firefighter, they didn’t. pic.twitter.com/lXhTZQvYsq — Scott Derrickson (@scottderrickson) November 11, 2018 Just a quick update to say that I’m overwhelmed by the incredible outpouring of love and support. Thank you to everyone who messaged me, and for the dozens upon dozens of you who offered us a place to stay. We are blessed and grateful to be safe and so loved. ??❤️ pic.twitter.com/5i4InDTs8S — Scott Derrickson (@scottderrickson) November 10, 2018 I’m not trying to be optimistic about losing literally everything — I’m just not materialistic by nature. To me it’s just stuff. It’s harder for my boys, losing items that have profound memory meaning. But this loss and whipsaw change will become a source of growth for all of us. — Scott Derrickson (@scottderrickson) November 11, 2018

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    Entrevista falsa de Ennio Morricone rende polêmica internacional com Quentin Tarantino

    11 de novembro de 2018 /

    Uma entrevista falsa com o compositor Ennio Morricone, publicada pela versão alemã da revista Playboy, ganhou o mundo no fim de semana por suas frases sensacionalistas. No texto, o vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora por “Os Oito Odiados” (2015) chama o diretor Quentin Tarantino de “cretino” e diz que seus filmes são um “lixo”. “O homem é um cretino. Ele apenas rouba dos outros e depois coloca tudo junto. Não há nada de original nisso. E ele nem ao menos é um diretor. Não pode ser comparado com diretores reais de Hollywood como John Huston, Alfred Hitchcock e Billy Wilder. Eles eram incríveis. Tarantino apenas reaproveita coisas velhas”, publicou a revista como sendo uma frase dita por Morricone. Na entrevista que não aconteceu, o compositor ainda teria chamado os filmes de Tarantino de “lixo” e explicado parte de seu problema com o diretor: “Ele me telefona do nada e quer uma trilha pronta em poucos dias, isso me deixa louco, porque é impossível”. Assim que as declarações bombásticas começaram a ser citadas na Itália e nos Estados Unidos – também foi parar em sites brasileiros – , o célebre compositor italiano emitiu um comunicado afirmando jamais ter dado esta entrevista. Além de elogiar Tarantino e seus filmes, Morricone também afirmou que processaria a publicação alemã. Leia abaixo a íntegra da manifestação de Morricone. “Chegou ao meu conhecimento que a Playboy da Alemanha publicou um artigo em que chamei Tarantino de cretino e considero seus filmes um lixo. Isso é totalmente falso. Eu não dei uma entrevista para a Playboy da Alemanha e ainda mais, eu nunca chamei Tarantino de cretino e certamente não considero seus filmes um lixo. Eu requisitei ao meu advogado na Itália para que tome medidas civis e penais. Considero Tarantino um ótimo diretor. Eu gosto muito da minha colaboração com ele e do relacionamento que desenvolvemos durante o tempo que passamos juntos. Ele é corajoso e tem uma personalidade enorme. Eu confio em Tarantino por ser uma das pessoas responsáveis ​​por me dar um Oscar, o que é com certeza um dos maiores reconhecimentos da minha carreira, e sou eternamente grato pela oportunidade de compor música para seu filme. Em Londres, durante uma entrevista coletiva, na frente de Tarantino, afirmei claramente que considero Quentin um dos maiores diretores desta época. E nunca falaria mal da Academia – uma instituição importante que me deu dois dos mais importantes importantes reconhecimentos da minha carreira”. A Playboy alemã ainda não se manifestou a respeito da polêmica. A versão da entrevista disponibilizada na internet é assinada pela “redação da Playboy”. Atualmente, Tarantino trabalha num novo filme, “Era Uma Vez em Hollywood”, cujo título referencia dois clássicos musicados por Morricone, “Era uma Vez no Oeste” (1968) e “Era uma Vez na América” (1984), ambos dirigidos pelo mestre Sergio Leone. Estrelado por Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e muitos outros astros, “Era Uma Vez em Hollywood” tem previsão de lançamento para agosto.

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    Joel Barcellos (1936 – 2018)

    11 de novembro de 2018 /

    Morreu o ator Joel Barcellos na madrugada deste sábado (10/11) em Rio das Ostras, na Região dos Lagos, no Rio. Conhecido do público televisivo como Chico Belo na segunda versão da novela “Mulheres de Areia” (1993), ele teve trabalhos muito mais relevantes no cinema, onde concentrou sua carreira com mais de 60 filmes. Nascido em Vitória, em 27 de novembro de 1936, Barcelos apareceu pela primeira vez em tela grande em 1955, no filme “Trabalhou Bem, Genival!”, na época das chanchadas, mas foi se destacar com o movimento cinematográfico mais importante da década seguinte, o Cinema Novo. Ele atuou na antologia “Cinco Vezes Favela” (1962), sob direção de Leon Hirszman, nos longas “Os Fuzis” (1964), clássico de Ruy Guerra, “O Desafio” (1966), de Paulo César Saraceni, “A Grande Cidade ou As Aventuras e Desventuras de Luzia e Seus 3 Amigos Chegados de Longe” (1966), de Cacá Diegues, e mais dois filmes de Leon Hirszman, “A Falecida” (1965) e “Garota de Ipanema” (1967), além de figurar no mítico “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha. Também estrelou “Trópico” (1968), do italiano Gianni Amico, o que lhe abriu as portas do mercado internacional, levando-o a trabalhar no clássico “O Conformista” (1970), de Bernardo Bertolucci, após ser exilado do Brasil durante o auge da repressão da ditadura militar. Fez ainda alguns papéis na TV italiana e a sci-fi francesa “France Société Anonyme” (1974), de Alain Corneau, antes de retornar em 1975, quando retomou a carreira no país como um dos atores mais ativos do cinema nacional. Fez filmes históricos como “Anchieta, José do Brasil” (1977), de Paulo César Saraceni, “Batalha dos Guararapes” (1978), de Paulo Thiago, “Agonia” (1978), de Julio Bressane, “Luz del Fuego”(1982), de David Neves, “Rio Babilônia” (1982), de Neville de Almeida, e “O Segredo da Múmia” (1982), de Ivan Cardoso. Foi também, além de ator, diretor e roteirista dos longas “O Rei dos Milagres” (1971) e “Paraíso no Inferno” (1977). Por isso, fez pouca televisão, atividade a que só foi se dedicar com mais afinco no período posterior ao fechamento da Embrafilme, quando a indústria cinematográfica nacional implodiu no desgoverno de Fernando Collor durante os anos 1990. A lista inclui as minisséries “Tereza Batista” (1992), “Memorial de Maria Moura” (1994), “Engraçadinha… Seus Amores e Seus Pecados” (1995) e “A Justiceira” (1997), sem esquecer sua única novela, “Mulheres de Areia”, todas na Globo. Mas seus últimos trabalhos foram, como deveriam ser, filmes: “O Homem Nu” (1997), dirigido por Hugo Carvana, e “A Dama do Estácio” (2012), um média-metragem dirigido por Eduardo Ades. Nos últimos anos, o artista sofreu dois AVCs e estava bastante debilitado. Em 2012, após passar mal em um mergulho em Rio das Ostras, onde morava, alguns jornais chegaram a noticiar a sua morte erroneamente, desmentida no dia seguinte. Stephan Nercessian, que trabalhou com o ator em “Mulheres de Areia”, comentou a morte de Joel, a quem considerava um de seus grandes amigos. “Ele era um parceirão. Fizemos muita farra juntos. Ele foi um amigo, pai de família e artista fora do comum. Ele teve um trabalho marcante no cinema brasileiro. Que Deus o tenha, pescador Joel”, disse ao UOL.

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    Astros de Hollywood chamam Trump de “demente” e “vergonha nacional” após tuíte sobre incêndio na Califórnia

    10 de novembro de 2018 /

    Os incêndios florestais de proporções assustadoras, que arrasam a região do sul da Califórnia desde a noite de quinta (8/11), viram mais um motivo para o enfrentamento entre Hollywood e o Presidente Trump. Como é de praxe, em vez de expressar sua solidariedade às vítimas de nova tragédia nacional, Trump usou seu Twitter para apontar culpados e fazer ameaças. E isso gerou revolta generalizada entre artistas que perderam tudo no incêndio ou conheciam pessoas afetadas pelo desastre. “Não existe nenhuma razão para esse massivo, mortal e caro incêndio florestal fora a péssima administração do governo da Califórnia sobre suas florestas. Bilhões e bilhões de dólares são disponibilizados todos os anos. Muitas vidas foram perdidas, tudo devido à má administração. Arrumem isso já ou não vão receber mais verbas do Governo Federal”, escreveu o presidente na rede social. Entre as reações à postagem fria, pessoas lembraram que, embora Trump tenha tentado culpar o governador do Partido Democrata pela tragédia, a culpa era na verdade do Partido Republicado e de seu próprio governo, já que os incêndios se espalharam em região sob administração federal e as verbas de prevenção estão bloqueadas pelo Partido Republicano em comissões do Congresso nacional. Isso bastou para ele ser chamado de incompetente, despreparado, desinformado, incapaz, “demente” (na descrição da diretora Ava DuVerney), “enganador” (no Twitter do ator Brad Whitford), “vergonha nacional” (na definição do compositor John Legend) e precipitar pedidos de Impeachment. Não bastasse a precipitação na distribuição de culpa, o bullying insensível irritou profundamente a comunidade de artistas que reside na região afetada. “Essa é uma resposta completamente sem coração. Nem tem política envolvida nisso. São apenas famílias americanas perdendo suas casas e sendo obrigadas a evacuar para abrigos”, escreveu a cantora Katy Perry. “Pare de reproduzir a frieza com qual o seu pai lhe tratava. Você não é Fred Trump e não tem mais dez anos de idade. Pare com isso, sua pessoa horrível. Pelo menos finja que tem humanidade”, disparou a comediante Sarah Silverman. Confira o tuíte de Trump e as reações abaixo: There is no reason for these massive, deadly and costly forest fires in California except that forest management is so poor. Billions of dollars are given each year, with so many lives lost, all because of gross mismanagement of the forests. Remedy now, or no more Fed payments! — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) November 10, 2018 This is an absolutely heartless response. There aren’t even politics involved. Just good American families losing their homes as you tweet, evacuating into shelters. https://t.co/DJ4PN26bLZ — KATY PERRY (@katyperry) November 10, 2018 Stop re-enacting your father’s coldness toward you. You’re not Fred Trump and we aren’t 10 year old you. Stop it, you shitty shitty person. Feign humanity. https://t.co/upobfKZgLM — Sarah Silverman (@SarahKSilverman) November 10, 2018 This man is demented. Never stop saying it. https://t.co/EmjA7gLoVA — Ava DuVernay (@ava) November 10, 2018 You’re a con man. You have no humanity. #DonTheCon https://t.co/b5BWd2NwDQ — Bradley Whitford (@WhitfordBradley) November 10, 2018 Our National Embarrassment can't bring himself to show some empathy to Californians dealing with a horrific disaster. https://t.co/WwLA7UTI8c — John Legend (@johnlegend) November 10, 2018 Maybe Trump would like to see what would happen if California threatened to withhold out federal taxes- https://t.co/WdFRhei740 — Patricia Arquette (@PattyArquette) November 10, 2018

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    Francis Lai (1932 – 2018)

    10 de novembro de 2018 /

    Morreu o célebre compositor Francis Lai, autor de várias trilhas de cinema, entre elas a de “Love Story”, que lhe rendeu um Oscar em 1971. Ele tinha 86 anos e faleceu na quarta (7/11) na cidade francesa de Nice, de causa desconhecida. Nascido em Nice, Francis Lai foi para Paris com pouco mais de 20 anos para tocar acordeon e integrar a vibrante cena musical do bairro de Montmartre. Em 1965, conheceu o jovem cineasta Claude Lelouch, que o convidou a desenvolver a trilha do filme “Um Homem, uma Mulher”, lançado no ano seguinte. O resultado da primeira trilha de Lai se tornou um marco do cinema. Com seu corinho “da-ba-da-ba-da”, a música-tema virou fenômeno internacional — e uma das gravações mais parodiadas de sua época. A trilha foi indicada ao Globo de Ouro, assim como a parceria seguinte de Lai e Lelouch, “Viver por Viver” (1967). Foi o começo de uma relação duradoura e bem-sucedida entre o cineasta e o compositor, que resultou numa profusão de trilhas que acompanharam a filmografia quase completa de Lelouch. “Francis Lai era o homem da minha vida, um anjo disfarçado de acordeonista”, disse na quarta Lelouch, em entrevista à rádio RTL. “Fizemos 35 filmes juntos e tivemos uma história de amor que durou 50 anos”. O alcance da trilha de “Um Homem, uma Mulher” também abriu as portas de Hollywood para o compositor francês, que no ano seguinte musicou seu primeiro filme falado em inglês, a comédia “Toureiro sem Sorte” (1967), com Peter Sellers e Britt Ekland. Seguiram-se mais comédias, filmes de guerra, suspenses e em pouco tempo Lai passou a dominar o mercado, assinando trilhas de nada menos que dez filmes apenas no ano de 1970 – entre eles, os clássicos “Passageiro da Chuva”, de René Clement, e “Love Story”, de Arthur Hiller, que o consagrou de vez. Ele seguiu em ritmo alucinado durante a década de 1970, bisando suas parcerias com Lelouch, Clement, mas também expandido sua conta bancária até com filmes eróticos, como “Emmanuelle 2” (1975) e o controvertido “Bilitis” (1977) – que ironicamente lhe rendeu a primeira de suas quatro indicações ao César (o Oscar francês). As parcerias com Lelouch foram pontos altos de sua filmografia nas décadas seguintes, rendendo clássicos como “Retratos da Vida” (1981), a continuação “Um Homem, uma Mulher: 20 Anos Depois” (1986), “Itinerário de um Aventureiro” (1988) e “Os Miseráveis” (1995), entre outros, mas também merece destaque o excelente “Olhos Negros (1987), de Nikita Mikhalkov. Ao morrer, Lai trabalhava na trilha de “Les Plus Belles Années”, a derradeira colaboração com seu primeiro e último parceiro de cinema, que Lelouch pretende lançar em 2019. Relembre abaixo alguns dos primeiros e mais famosos trabalhos do compositor.

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    Cidade cenográfica de Westworld e casas de celebridades são destruídas por grande incêndio na Califórnia

    10 de novembro de 2018 /

    Um incêndio florestal de grandes proporções está devastando as regiões de Malibu e Calabasas, na Califórnia, repleta de casas de celebridades. As residências dos cineastas Scott Derrickson (“Doutor Estranho”), Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) e da família Kardashian foram algumas das construções atingidas pelo fogo, que também dizimou uma cidade cenográfica do Velho Oeste do estúdio Paramount, usada em filmes desde 1927 e que atualmente servia como cenário de “Westworld” – só a igrejinha ficou em pé, veja abaixo – , além da mansão em que se passava o reality show “The Bachelor”. O estado de muitas outras construções na região é desconhecido. O diretor Guillermo del Toro publicou no Twitter que havia abandonado sua coleção de itens de fantasia e terror em sua casa ameaçada, enquanto a cantora Melissa Etheridge disse que se mudou para um hotel por conta do fogo. Já Kim Kardashian e sua irmã Kourtney contaram que deixaram suas casas em Calabasas na noite de quinta-feira. “Eu tive apenas uma hora para arrumar malas e desocupar nossa casa”, revelou Kim Kardashian em seu Story do Instagram. Moradores postaram pedidos para ajudar a retirar cavalos e outros animais grandes de ranchos da região, enquanto longas filas de trânsito ocuparam a única rodovia costeira que dá acesso a Malibu. Ao todo, mais de 75 mil casas foram evacuadas na região, após o incêndio, batizado de Woolsey, propagar-se durante a noite de quinta, amplificado por uma forte ventania e o clima seco. Centenas de celebridades e executivos de entretenimento são atraídos pelas grandes propriedades isoladas da região, colinas e vista para o mar das cidades de Malibu e Calabasas. Entre os atuais e ex-residentes estão Barbra Streisand, Tom Hanks, Judd Apatow, Alyssa Milano e Britney Spears. Sad for fans of @WestworldHBO and shows like Dr Quinn Medicine Woman, the Paramount Ranch western town movie set has burned to the ground in the Woolsey Fire @CBSLA #westworld #Woolseyfire pic.twitter.com/DhZWaGbr6g — John Schreiber (@johnschreiber) November 9, 2018

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    Disney revela nome oficial, logotipo e detalhes de seu serviço de streaming

    9 de novembro de 2018 /

    O CEO da Disney, Bob Iger, revelou nesta quinta-feira (8/11) o nome e o logotipo oficiais da plataforma de streaming do estúdio, que vai se chamar Disney+ (Disney Plus). Ou seja, não é “Disney Play”, como saiu publicado em parte da imprensa. A Disney optou por seguir o modelo de sua plataforma já existente de esportes, a ESPN+, extensão da rede de canais pagos esportivos ESPN. A revelação foi feita durante a apresentação de Iger do balanço da empresa para investidores, comemorando a valorização das ações da companhia pelo excelente desempenho nos últimos meses, graças, principalmente, a “Os Incríveis 2” e “Homem-Formiga e a Vespa”. Esta pode ter sido a última apresentação de Iger antes da conclusão da aquisição da Fox, que deve ser finalizada antes do previsto, segundo ele apontou. O CEO da Disney apontou que, como a transação da Fox inclui 30% do Hulu, dando à Disney 60% dessa plataforma, os planos da empresa são para uma coexistência entre o Hulu e o Disney+ (Disney Plus). A Disney terá “considerável influência em como o Hulu será administrado”, uma vez que a Comcast e a AT&T permanecerão como acionistas minoritários, e o executivo sugeriu que um deles ou ambos podem optar por se desfazer de seu investimento na plataforma. Iger disse que vai investir mais em programação original do Hulu e diferenciou a programação das duas plataformas, afirmando que Hulu será para entretenimento em geral, enquanto a Disney Plus será focada em programas para a família: animações, filmes infantis, séries de super-heróis, ficção científica e aventuras juvenis.

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    J.K. Rowling processa ex-assistente por gastos pessoais de mais de R$ 100 mil com seu dinheiro

    8 de novembro de 2018 /

    A escritora que criou o bruxinho Harry Potter, J.K. Rowling encontrou outro tipo de bruxa em sua vida. Ela entrou na Justiça para processar uma ex-funcionária, Amanda Donaldson, que teria gasto 23.696 libras (cerca de R$ 116 mil) no cartão de crédito da escritora em compras pessoais. De acordo com a BBC, Amanda, que foi assistente pessoal de Rowling de 2014 a 2017, teria gasto 1.636 libras no Starbucks (cerca de R$ 8 mil), 1.482 libras em um site de velas aromáticas (R$ 7,2 mil), 3.629 libras em uma loja de cosméticos (R$ 17,7 mil), além de ter comprado dois gatos no valor de R$ 5,8 mil. Assim que os gastos foram descobertos pela equipe de Rowling, Amanda foi demitida por má-conduta. O processo aberto pela escritora pede a devolução dos gastas no cartão de crédito corporativo, a que Amanda tinha acesso como parte de seu trabalho. O caso deve ser analisado por uma corte britânica ainda este ano. Atualmente, J.K. Rowling trabalha na divulgação de seu novo projeto, o filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, seu segundo trabalho como roteirista de cinema. O longa, que funciona como prólogo da franquia “Harry Potter”, estreia na próxima quinta-feira (15/11) no Brasil.

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