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    Deputado do RS usa máscara do Coringa em sessão da Assembléia Legislativa

    28 de janeiro de 2020 /

    “Coringa” ganhou uma divulgação de fonte inesperada na reta final de sua campanha para o Oscar 2020. Durante uma sessão extraordinária da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul nesta terça (28/1), o deputado Rodrigo Maroni (Podemos) vestiu uma máscara de palhaço, que imita a maquiagem de Joaquin Phoenix no longa, como parte de um protesto pela falta de estrutura em segurança, educação e saúde no estado. “O filme foi lançado para dizer justamente o quê? Que sem educação, sem segurança e sem saúde pública, vamos ter uma sociedade de Coringas que vai estar se matando por falta de perspectiva de emprego” afirmou o deputado, antes de colocar a máscara. Para o político, sua manifestação “vai ficar na História”. Ao sair do púlpito, Maroni foi advertido por Luís Augusto Lara, presidente da Assembleia, sobre o uso da máscara. “O regimento só permite o uso de palavras. Vou pedir que não se repita isso”, avisou o político. Veja o vídeo do deputado palhaço abaixo. Apesar da “palhaçada” literal, a intervenção tem fundo sério, pois remete ao fato de que, no blockbuster hollywoodiano, Arthur Fleck virou o Coringa após o Estado cortar as verbas sociais de Gotham City, impedindo a continuidade de seu tratamento junto à assistente social que o mantinha na linha. Surtado, ele acaba liberando uma manifestação gigantesca de protestos genéricos, aproveitando a crise econômica para levar anarquia às ruas da cidade. Líder em indicações ao Oscar 2020, “Coringa” deve premiar a performance de Joaquin Phoenix e, quem sabe, “ficar na História” se conseguir surpreender e se tornar a primeira adaptação de quadrinhos a vencer a estatueta de Melhor Filme. A 92ª edição do prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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    Bryan Cranston estrela comercial inspirado em O Iluminado

    28 de janeiro de 2020 /

    Já em clima de aquecimento para o Super Bowl, o refrigerante Mountain Dew adiantou na internet dois comerciais que serão exibidos durante os intervalos comerciais do evento esportivo, que costuma bater recordes de audiência na TV americana. A campanha traz Bryan Cranston (de “Breaking Bad”) numa recriação das cenas do terror “O Iluminado” (1980), em que aparece emulando Jack Nicholson de machado em punho. Veja abaixo. O comercial também inclui Tracee Ellis Ross (de “Black-ish”) no papel vivido por Shelley Duvall no clássico de Stanley Kubrick. E há ainda um vídeo mais curto, que alude à cena da psicose com a máquina de escrever. O Super Bowl 2020, final do campeonato do futebol americano, vai acontecer no domingo (2/2) e deve revelar muitas outras campanhas “cinematográficas”, além de trailers exclusivos de filmes e séries, como é costume no evento.

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    Academia deve homenagear Kobe Bryant na cerimônia do Oscar 2020

    28 de janeiro de 2020 /

    A cerimônia do Oscar 2020 deve incluir uma homenagem especial ao jogador de basquete Kobe Bryant, que venceu uma estatueta da Academia com o curta-metragem animado “Dear Basketball” em 2018. A informação sobre este provável tributo foi publicada pelo site da revista The Hollywood Reporter, mas ainda não há nada oficialmente anunciado. O Oscar 2020 ocorrerá no dia 9 de fevereiro, duas semanas depois da morte do astro do basquete, falecido no domingo passado (26/1), vítima de um acidente de helicóptero que também matou sua filha, Gianna Bryant, de 13 anos, e outras sete pessoas. A tragédia abalou Los Angeles, cidade de seu time, o Los Angeles Lakers. A cerimônia do Grammy, que aconteceu no Staples Center, ginásio usado pelos Los Angeles Lakers, também prestou homenagem ao jogador. Por sinal, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA também já se manifestou nas redes sociais com uma mensagem sobre o atleta: “Eles duvidavam que uma criança pudesse chegar na NBA, e ele provou que estavam errados. Eles duvidaram que ele pudesse vencer um campeonato, e ele provou que estavam errados. Eles duvidaram que ele pudesse fazer filmes, e ele ganhou um Oscar. Como todos os artistas, Kobe Bryant provou que os que duvidavam estavam errados. Descanse em paz.” Veja o post original abaixo. Ver essa foto no Instagram They doubted a kid could make it in the NBA and he proved them wrong. They doubted he could win a championship and he proved them wrong. They doubted he could make movies and he won an Oscar. Like all great artists, Kobe Bryant proved the doubters wrong. Rest in peace. Uma publicação compartilhada por The Academy (@theacademy) em 26 de Jan, 2020 às 1:25 PST

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    Petra Costa compartilha fotos de encontros com Brad Pitt e Leonardo DiCaprio

    28 de janeiro de 2020 /

    A diretora brasileira Petra Costa postou no Instagram fotos em que aparece confraternizando com Brad Pitt e Leonardo DiCaprio. O encontro com os astros de “Era Uma Vez em… Hollywood” aconteceu durante o tradicional almoço de confraternização dos indicados ao Oscar 2020. Petra concorre ao prêmio da Academia pelo documentário “Democracia em Vertigem”. Ela fez mistério em relação ao assunto conversado com Pitt. Ao lado da foto, em que os dois aparecem gesticulando, escreveu: “Adivinha do que falávamos?”. Um seguidor da cineasta arriscou que “foi golpe”, já que essa é a narrativa do filme sobre o Impeachment de Dilma. Mas também teve quem apostasse na futilidade, sobre a volta de Brad e Jennifer Aniston, que já foram casados e estão atualmente amiguinhos. Mas vale lembrar que, além de ator, Brad Pitt é um produtor muito ativo, dono da Plan B, que já venceu dois Oscars de Melhor Filme com “12 Anos de Escravidão” e “Moonlight”. A cineasta foi mais direta ao falar sobre o encontro com DiCaprio, que posou para a foto, ao lado dela, da produtora britânica de seu filme, Joanna Natasegara, e de sua convidada especial, a líder indígena Sonia Guajajara. “Com Leonardo DiCaprio falamos da Amazônia e agradecemos ele por tudo que ele tem feito”, Petra escreveu. Anteriormente, ela tinha dito para seus seguidores no Twitter que, se tivesse a oportunidade de encontrar DiCaprio nos eventos do Oscar, pretendia dizer um “thank you” e pedir desculpas pelos ataques que ele recebeu de Jair Bolsonaro. “Eu diria “i’m sorry” (desculpas) a Leonardo DiCaprio em nome do povo brasileiro e agradeceria por tudo que ele tem feito pelo meio ambiente e pela Amazônia”. Ela também postou fotos com as documentaristas indicadas ao Oscar e com os integrantes de sua “mesa”, que incluíram um segundo convidado: o produtor Lawrence Bender, que trabalhou com Quentin Tarantino de “Cãos de Aluguel” a “Bastardos Inglórios”. Um contato importante em Hollywood e sinal de provável encaminhamento de seu próximo trabalho. “Democracia em Vertigem” é considerado o maior azarão na categoria de Documentário do Oscar, já que é o único filme na disputa sem premiação prévia importante. Mesmo assim, a direita brasileira acredita que sua provável derrota deva ser comemorada. Trata-se de (outra) estupidez ideológica. Petra não precisa da estatueta. A simples indicação já foi um, digamos, “golpe” enorme para a carreira da cineasta, que se tornou mundialmente conhecida e agora tem acesso a todos os nomes citados. Mesmo quem questiona a narrativa de “Democracia em Vertigem” admite o enorme talento e capacidade técnica da cineasta. E Hollywood também parece ter percebido isso. A 92ª edição do Oscar será realizada em 9 de fevereiro no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão ao vivo no Brasil pelos canais Globo e TNT. Ver essa foto no Instagram Adivinha do que falávamos? Guess what we were talking about? #oscarnomineeluncheon #theedgeofdemocracy #democraciaemvertigem #bradpitt Styling @andersonrodriguez Beleza @romuloflores Uma publicação compartilhada por Petra Costa (@petracostal) em 27 de Jan, 2020 às 11:30 PST Ver essa foto no Instagram Que dia ♥️ gratidão imensa por todos que plantaram esse filme conosco 🌱 Fomos no almoço do Oscar (foto 2) com nossos produtores Joanna Natasegara, Shane Boris, Tiago Pavan e nossos convidados de honra, Sonia Guajajara (a incrível líder indigena) e Lawrence Bender produtor entre outras obras primas de Reservoir Dogs. Com @leonardodicaprio falamos da Amazônia e agradecemos ele por tudo que ele tem feito. E a última fotinho com todas as diretoras nomeadas na categoria de melhor documentário celebrando a força das mulheres 👊🏾 Julia Reichert, @waadalkateab and @tamarakotevska ****** What a day ♥️ gratitude to all who planted this film with us 🌱 We went to the Oscar lunch (photo 2) with our producers Joanna Natasegara, Shane Boris, Tiago Pavan and our guests of honor, Sonia Guajajara (the incredible indigenous leader) and Lawrence Bender producer, among other masterpieces, of Reservoir Dogs. With @leonardodicaprio we talked about the Amazon rainforest, we thank him for everything he has done. And the last photo with all the directors nominated in the category of best documentary celebrating the strength of women 👊🏾 Julia Reichert, @waadalkateab and @tamarakotevska Styling @andersonrodriguez make @romuloflores #democraciaemvertigem #theedgeofdemocracy Thank you @heartofj @glenn.silber @pameladyates @juliapacetti @cressly300 Uma publicação compartilhada por Petra Costa (@petracostal) em 28 de Jan, 2020 às 8:57 PST

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    Regina Duarte posta vídeo contra “marxismo cultural”, repetindo ex-secretário demitido por nazismo

    27 de janeiro de 2020 /

    A atriz Regina Duarte compartilhou no domingo (26/1) nas redes sociais um vídeo de um ex-BBB, defendendo alucinadamente o vitimismo dos homens brancos e atacando aquilo que extremistas de direita chamam de “marxismo cultural” – basicamente, qualquer obra de temática engajada, como as de filmes que costumam ser premiados em festivais internacionais de cinema e livros que ganham o Nobel. A ex-namoradinha do Brasil transformada em “noiva” de Bolsonaro exibiu a seus seguidores um trecho do programa “Jovem Pan Morning Show”, em que o ex-BBB Adrilles Jorge vocifera a teoria de conspiração que acusa a esquerda de dominar a indústria cultural para promover o ódio. “O que o ‘marxismo cultural’ faz? Coloca negros contra brancos, mulheres contra homens, homossexuais contra heterossexuais”, diz Jorge no vídeo. “Quem é esse cara ?!”, escreveu Regina em comentário publicado junto do vídeo. “Que depoimento bacana, profundo, super real”, escreveu a atriz. O vídeo foi visto por 188 mil perfis no Instagram. Ao contrário do que afirma a Noiva, a crítica ao “marxismo cultural” não é bacana. Muito menos profunda. E o que há de “super real” nela é seu viés nazista. Trata-se de variação do “bolchevismo cultural”, expressão cunhada por Joseph Goebbels, ideólogo do nazismo e aparentemente um dos autores favoritos do ex-secretário de Cultura do Brasil, Roberto Alvim, demitido após ter sido flagrado plagiando o responsável pela Cultura do governo sanguinário de Hitler. Artistas como Max Ernst e Hans Bellmer foram denunciados e presos por serem “bolchevistas culturais”, durante o nazismo, porque suas pinturas modernistas (progressistas) eram consideradas “degeneradas” por Goebbels. A autobiografia de Hitler usa várias vezes a expressão “bolchevismo cultural” para demonstrar o ódio do fuhrer, que era um pintor frustrado, contra a Cultura e os artistas progressistas, que ele considerava seus inimigos. Lembra algo? A convocação de Alvim a artistas conservadores para criar uma máquina de guerra “contra o satânico progressismo cultural” e o “marxismo cultural” foi o que o credenciou a virar secretário da Cultura do Brasil über Alles de Bolsonaro. Com a postagem, Regina Duarte demonstra que reza pela mesma cartilha. Bastante seletiva em sua mensagem, ela não linkou o programa de onde saiu a entrevista. Nele, o apresentador Guga Noblat contestou o ex-BBB e disse que o termo “marxismo cultural” foi criado “por teoria conspiratória que ninguém leva a sério”. Infelizmente, a extrema direita leva esta e outras teorias de conspiração muito a sério. E todo mundo também precisa levar essa gente à sério, especialmente depois do episódio explícito de nazismo no governo Bolsonaro. Veja-se que o ex-BBB chega ao ponto de dizer que “só existe isso no mundo hoje, pessoas que se colocam no lugar de vítimas para massacrar as outras”, propagando narrativa de homem branco que se julga ameaçado porque minorias começam a conquistar direitos iguais aos dele. Para o famoso de reality show, “isso é o marxismo cultural propalado pela industria cinematográfica, teatral e literária”. Segundo ele, “toda a indústria midiática, a indústria da arte no Brasil, é povoada por esquerdistas fanáticos” e que “essa guerra cultural é uma guerra santa, sim”. Depois de declarar seu fanatismo, “sim”, ele também elogiou o “nazistão” demitido do governo, dizendo que o projeto cultural de Alvim era bom para o Brasil “O projeto do nazistão era bom”, porque fomentaria desde ópera até quadrinhos. Mas não rock, pois o ex-BBB é contra o rock, como o novo presidente da Funarte. Nisso, diferem de Hitler, que não tinha nada contra o rock, pois ele ainda não existia nos anos 1940. Os nazistas odiavam – e proibiram – o jazz (“Negermusik”). Ver essa foto no Instagram Viajando na internet neste domingo ensolarado … olha só que depoimento bacana, profundo , super real . Quem é esse cara ?! 👏👏👏👏👏💐👍💝🇧🇷 Uma publicação compartilhada por Regina (@reginaduarte) em 26 de Jan, 2020 às 7:41 PST

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    Guerra Cultural: Escola de Cinema Darcy Ribeiro recebe notificação de despejo do governo

    27 de janeiro de 2020 /

    A Escola de Cinema Darcy Ribeiro (ECDR), no Rio de Janeiro, está sendo ameaçada de despejo pelo governo Bolsonaro. Responsável por ceder o imóvel há 20 anos, a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, estatal presidida pelo General Floriano Peixoto Vieira Neto, nomeado por Jair Bolsonaro, enviou uma notificação extrajudicial na sexta-feira (24/1) pedindo a sua devolução. Desde julho de 2019, a diretoria da escola negociava a permanência no edifício que serve de sede para a escola, no Centro do Rio. Mas as tratativas tomaram um rumo inesperado. Referência na formação e produção audiovisual, além da preservação de arquivos cinematográficos, a escola foi declarada Patrimônio Histórico Cultural Imaterial em 2018. Nas últimas duas décadas, ela formou 20 mil alunos para a indústria do cinema e da televisão, entre roteiristas, diretores, produtores, montadores, editores e outras funções técnicas. A instituição também mantém acervos de personalidades como o diretor Joaquim Pedro de Andrade e o ator José Wilker. Em nota, a diretoria dos Correios afirmou que está avaliando “todo o seu patrimônio imobiliário” visando sua sustentabilidade financeira e também ressaltou que, desde 2000, cede o prédio sem contrapartidas. Também por meio de comunicado, publicado em seu site, a escola lembra que o espaço estava abandonado e se encontrava em “estágio avançado de deterioração” quando teve o seu uso cedido. Desde então, a instituição teria feito inúmeros investimentos para restaurar e adequar o edifício às funções educacionais. Atualmente, a escola funciona em cinco pavimentos, onde foram construídas diversas ilhas de edição, além de um estúdio, uma biblioteca, uma filmoteca e uma sala para exibição de filmes. “Sair de lá representaria um prejuízo sem tamanho”, disse ao jornal O Globo a produtora de cinema Renata Magalhães, presidente do Instituto Brasileiro de Audiovisual (IBAV), que gerencia a escola. “A ECDR é um instituto sem fins lucrativos, que faz trabalho social e oferece cursos a preços acessíveis, muitos deles subsidiados”, acrescentou. De acordo com ela, a antiga direção dos Correios chegou a planejar a doação da totalidade do prédio à ECDR durante o governo Temer. O governo Bolsonaro, porém, tem postura diferente e bem conhecida, de desmonte cultural. O presidente mandou cortar todos os patrocínios de estatais para a Cultura, situação que pode enquadrar a ECDR. Além disso, há planos de privatização para os Correios, que podem incluir o prédio da escola como ativo. “Pedir a devolução do imóvel é uma decisão burra do atual presidente dos Correios porque o espaço tem mais valor como uma escola funcionando do que vazio”, avalia Magalhães. “O órgão precisa entender a importância de uma instituição que abriga pessoas do Brasil inteiro”. Também em depoimento para O Globo, o produtor de cinema Luiz Carlos Barreto destacou que o mercado do audiovisual brasileiro “melhorou muito” com a criação da escola. “Ela é diferente de outros cursos universitários porque forma uma mão de obra de técnicos fundamentais para a indústria”, apontou o produtor, fundador da L.C. Barreto Produções. “Nossa produtora sempre contrata muitos profissionais saídos de lá”. Barreto espera que a ameaça de despejo seja uma questão técnica mais do que política. Mas o fato é que a ação de desmonte cultural – e, no caso, também educacional – do governo continua sua escalada destruidora com essa decisão.

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    Ângela Leal revela ter enfartado após seu teatro perder patrocínio da Petrobras

    27 de janeiro de 2020 /

    A atriz Ângela Leal revelou ter sofrido ataque cardíaco ao perder o patrocínio da Petrobras para manter aberto o teatro da família, o Rival, famoso palco da Cinelândia que pertenceu a seu pai, Américo Leal, e que ela administrava desde 1990. A política de desmonte cultural do governo Bolsonaro eliminou o patrocínio das estatais para a Cultura. Eventos de grande porte, como o Festival do Rio e o Anima Mundi, conseguiram alternativas de última hora na iniciativa privada. Mas o Rival, apoiado pela Petrobras desde 2001, encontrou maior dificuldade. A casa que marcou época no Rio de Janeiro, e que emprega 35 funcionários, precisou enfrentar a possibilidade do fim. Ela passou mal no último show da casa, do cantor Ivan Lins, e dias depois sofreu um enfarto. A veterana estrela de novelas da Globo e de filmes como “Zuzu Angel”, “Querô”, “A Febre do Rato” e “Bonitinha, mas Ordinária” entrou o Ano Novo na UTI. “Acabei passando o dia 31 na UTI, acho que foi acúmulo”, disse Ângela em entrevista ao jornal O Globo. “Eu já tinha tido um câncer, estava muito fragilizada e, quando veio o fim do patrocínio, vi que não ia dar mais”. Mas não foi o fim. “Começaram os telefonemas em solidariedade e um deles foi de uma pessoa que se dizia da Refinaria de Manguinhos, perguntando se a gente estava precisando de patrocínio. O mundo dá respostas. Se o pensamento desse governo que foi eleito legitimamente por um pedaço da sociedade é outro, o que resta agora é encarar e exigir que a cultura seja respeitada”, contou Ângela. Assim o Rival fechou um novo patrocínio com a Refit, a Refinaria de Manguinhos, que garantirá por mais dois anos a programação do teatro que Ângela sempre definiu como sendo “de resistência cultural”. Inaugurado em 1934, o Rival, que antes tinha sido convento, foi um dos principais palcos do Teatro de Revista e do chamado Teatro do Rebolado. Além de grandes nomes do humor brasileiro, como Grande Otelo, Oscarito e Dercy Gonçalves, a casa de espetáculos também foi pioneira ao abrir seu palco para shows de travestis, que acabaram popularizando a famosa Rogéria, entre outras. Grande referência da cultura carioca, a casa ainda lançou cantores como Mart’nália, Zeca Pagodinho e Zélia Duncan. Vale lembrar que há dois anos, a atriz Leandra Leal, filha de Ângela, estreou como diretora à frente de um documentário sobre a ligação histórica do Teatro Rival com travestis e drag queens. O filme “Divinas Divas” venceu o prêmio do público de Melhor Documentário do Festival do Rio e da Mostra Global do festival americano SXSW (South by Southwest), em Austin, no Texas.

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    Tecnologia revolucionária vai transmitir TV no celular sem usar telefonia ou banda larga

    25 de janeiro de 2020 /

    As redes de TV convencionais vão ganhar um upgrade tecnológico em 2020. Um novo avanço digital promete levar o sinal das programações televisivas em HD para aparelhos móveis sem usar o serviço de telefonia celular ou o plano de dados dos consumidores. Trata-se de um sistema de transmissão já aprovado pela FCC (Comissão Federal de Comunicações dos EUA). O nome oficial é ATSC 3.0, de acordo com seu padrão digital, mas ele também é chamado de NextGen TV, como foi apresentado na CES (Show de Consumo Eletrônica, na sigla em inglês), que aconteceu em Las Vegas no começo do mês. O ATSC 3.0 capta o sinal aberto de TV, enviado pelo ar por torres de transmissão, e os sintoniza em aparelhos celulares da mesma forma que os aparelhos televisivos recebem os sinais das redes de TV. Isto tende a gerar grande impacto na audiência dos grandes canais, revertendo as perdas geradas pela crescente popularidade da TV paga e a chegada dos serviços de streaming. Na prática, a tecnologia trará séries, notícias e esportes em transmissões ao vivo para o celular, sem custos adicionais para os consumidores. É um grande negócio, especialmente com as restrições à neutralidade de rede (ou de internet) impostas pelo governo de Donald Trump – graças a esse presidente, maratonar séries em streaming passou a gerar conta de banda larga mais cara nos EUA. Além disso, o ATSC 3.0 oferece recursos adicionais, como 4K, High Dynamic Range e diversos aprimoramentos que o sistema de transmissão HD convencional (ATSC 2.0, o padrão atual da TV digital) não possui. Por sinal, três dos principais fabricantes de monitores televisivos (LG, Samsung e Sony) anunciaram na CES que passarão a adotar a tecnologia em seus aparelhos como padrão para sintonizar TV e acessar serviços de internet – pois o ATSC 3.0 também oferece um menu de opções da internet. A presidente do Comitê de Sistemas Avançados de Televisão (responsável pela aprovação do padrão ATSC) dos EUA, Madeleine Noland, disse, em comunicado, que esse novo padrão de transmissão “pode proporcionar uma melhor experiência para os telespectadores e novos modelos de negócios para as emissoras”. O detalhe mais importante é que não é uma invenção para o futuro. O sistema já está funcionando em período de testes em oito cidades grandes dos EUA e deve chegar a mais 60 mercados nos próximos meses. Não há previsão para o lançamento dessa tecnologia no Brasil, mas após a implementação nos EUA ela não deve demorar a ser exportada para outros países. Veja abaixo um vídeo de apresentação da tecnologia, que apresenta muitas outras inovações empresariais – como medição de audiência instantânea e exibição de publicidade específica por demografia.

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    Diretora de Democracia em Vertigem ataca “nazismo” de Bolsonaro no New York Times

    25 de janeiro de 2020 /

    A cineasta Petra Costa, que disputa o Oscar com seu documentário “Democracia em Vertigem”, assinou um artigo editorial publicado na sexta-feira (24/1) no jornal The New York Times, com duras críticas ao governo do presidente Jair Bolsonaro, acusado de promover uma “guerra cultural”, assumir atitudes nazistas e tentar impor um “fascismo tropical”. Petra Costa entrevistou Bolsonaro para seu filme, que faz parte de uma guerra de narrativas sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, ao apresentar o PT como vítima, não cúmplice da corrupção que sempre existiu, mas que tomou dimensões nunca antes vistas na História deste país durante os governos de Lula e Dilma. “Em 2016, eu entrevistei Bolsonaro sobre seus planos para o setor cultural e ele reclamou que nenhum filme brasileiro era bom o suficiente para ser premiado com uma indicação ao Oscar. Na semana passada, no entanto, ele desprezou nossa indicação dizendo ‘para quem gosta do que urubu come, é um bom filme’. Em seguida, ele admitiu não ter visto o filme, mas isso não impediu que a legião de trolls que o seguem nas redes sociais de papaguear a acusação de que o filme era fake news”, escreveu Petra. A cineasta lembrou que a campanha de Bolsonaro à Presidência da República foi marcada por fake news. “Mais de 98% dos seus eleitores foram expostos a uma ou mais manchetes falsas durante a campanha e quase 90% acreditavam que elas eram verdadeiras, segundo estudo da organização Avaaz. O seu governo dominou a arte de manipular a verdade”, afirmou. Em seguida, a diretora citou ataques ao Carnaval e tentativas de censura a livros escolares e projetos do audiovisual com temática LGBTQIA+ como exemplos da “guerra cultural” decretada por Bolsonaro. “O líder do governo caracterizou o Carnaval brasileiro, uma grande fonte de orgulho em nossa cultura, como uma festa degenerada. Alguns de nossos maiores artistas foram atacados, livros escolares estão sendo reescritos e recursos foram cortados para séries e projetos cinematográficos sobre temas LGBTQ. Mais de 30 obras de arte foram censuradas, autocensuradas ou canceladas”. Para Petra, essa agressão à Cultura “atingiu novos patamares em dezembro quando a produtora Porta dos Fundos foi atacada com coquetéis Molotov por conta de seu episódio satírico ‘A Primeira Tentação de Cristo’, que retrata Jesus como homossexual”. Segundo ela, a situação atual no Brasil remete aos “anos mais duros da ditadura militar”. Remete também ao nazismo, como evidenciado pela política cultural levada à cabo pelo ex-secretário da Cultura Roberto Alvim, demitido por plagiar discurso do ideólogo do nazismo Joseph Goebbels. “Creio que ele foi demitido não porque o governo condena suas opiniões e sim porque foi demasiado explícito sobre opiniões que ambos compartilham. Este é apenas um exemplo de como a democracia brasileira se aproxima do abismo”, opinou. Ela ainda encontrou outros paralelos entre Bolsonaro e a administração de Hitler na Alemanha nazista. “É interessante que Lügenpresse, ou ‘imprensa mentirosa’, foi um slogan amplamente usado na Alemanha durante o terceiro Reich para descreditar qualquer jornalista que discordasse da posição do governo”. Por fim, Petra Costa fala que não “há luz no fim do túnel desta guerra cultural que procura censurar os valores liberais e progressistas e desconstruir a verdade para impor um fascismo tropical”. “Como aponto em ‘Democracia em Vertigem’, a elite se cansou do jogo da democracia. A história do nazismo mostra que as elites que se calaram diante do avanço do autoritarismo acabaram sendo engolidas por ele. A extinção é o preço da omissão”, conclui a diretora.

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    Rosie Perez confirma violência de Harvey Weinstein contra Annabella Sciorra

    25 de janeiro de 2020 /

    A atriz Rosie Perez (do vindouro “Aves de Rapina”) depôs no julgamento por estupro contra Harvey Weinstein na sexta-feira (24/1) para corroborar o relato da amiga e colega Annabella Sciorra (“Rainhas do Crime”), que alega ter sido estuprada pelo ex-produtor de Hollywood no começo dos anos 1990. Sciorra depôs na quinta-feira que Weinstein a havia agredido sexualmente mais de 25 anos atrás. E Perez confirmou aos jurados que Sciorra lhe contou na época os mesmos detalhes sobre a violência, incluindo que Weinstein havia prendido as mãos dela acima de sua cabeça enquanto a estuprava. O atual julgamento de Weinstein é sobre outros dois casos de violência sexual, praticados contra Mimi Haleyi e Jessica Mann, porque a maioria das cerca de 80 denúncias contra ele prescreveu, inclusive o ataque à Annabella Sciorra. Os depoimentos, porém, foram convocados pela promotoria de Nova York para demonstrar um padrão de comportamento de predador sexual. Weinstein nega qualquer sexo sem consentimento, dizendo que todas as mulheres com quem teve relações fizeram sexo porque quiseram ou pretendiam ganhar algo em troca. Caso fique demonstrado que é um predador sexual, ele pode ser condenado à prisão perpétua.

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    Donald Trump é acusado de plagiar Star Trek com logo de sua Força Espacial

    25 de janeiro de 2020 /

    O presidente dos EUA Donald Trump criou outra polêmica hollywoodiana ao revelar em seu Twitter oficial, nesta sexta (24/1), o símbolo da Space Force, nova divisão das Forças Armadas americanas, que é um aparente plágio do logo da Federação das Nações Unidas do universo “Star Trek”. A ideia da Força Espacial saiu da cabeça de Trump, com a justificativa de que os EUA precisam militarizar o espaço. Mas imediatamente virou piada. Greg Daniels, criador de “The Office”, está até desenvolvendo uma série de comédia sobre esse projeto com o comediante Steve Carell (também de “The Office”), chamada, justamente, de “Space Force” – deve estrear na Netflix no fim do ano. Mas a a piada já começou a fazer muita gente perder o humor, diante de seu novo desenvolvimento. “Após consulta com nossos grandes líderes militares, designers e outros, tenho o prazer de apresentar o novo logotipo da Força Espacial dos Estados Unidos, o sexto ramo de nossas magníficas forças armadas!”, escreveu Trump, para apresentar o logotipo de sua invenção. Imediatamente, George Takei, que viveu o Sr. Sulu na “Star Trek” original, respondeu: “Hmm. Estamos esperando alguns royalties disso”, sugerindo o plágio do logo da Frota Espacial da série sci-fi. As atrizes Alissa Milano e Mia Farrow completaram a crítica, colocando os dois logotipos lado a lado, para demonstrar como são parecidos. “Parece familiar”, escreveu Farrow. Defensores de Trump correram em defesa do presidente para apontar que se tratava de uma atualização de um logo anterior. Não convenceram. Apenas a seta central foi aproveitada do design anterior. Confira a polêmica abaixo. Ahem. We are expecting some royalties from this… https://t.co/msYcJMlqjh — George Takei (@GeorgeTakei) January 24, 2020 🧐 pic.twitter.com/j1A1yDcTOy — Alyssa Milano (@Alyssa_Milano) January 25, 2020 Looks familiar pic.twitter.com/qmWa21Ztp3 — Mia Farrow (@MiaFarrow) January 24, 2020 Lord. It's an update from the current one. pic.twitter.com/uEO1xIY8u5 — Cat (@catmann3200) January 25, 2020

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    InSUBs, uma das equipes de legendas mais tradicionais do Brasil, encerra atividades

    24 de janeiro de 2020 /

    Uma das equipes de legendas mais tradicional do Brasil, a InSUBs, anunciou seu “series finale”. O grupo responsável pelas legendas “não oficiais” de várias séries – baixadas ilegalmente – publicou um post de despedida em seu site oficial, após quase 13 anos de atividades, deixando órfãos os fãs de muitas atrações. Entre tristes e gratos pelo serviço voluntário, diversos consumidores das legendas do grupo lamentaram a perda nas redes sociais. “Tenho perda auditiva e as legendas são fundamentais”, agradeceu um usuário. “Nem todo herói usa capa”, brincou outro, destacando a dedicação dos tradutores para legendar séries inéditas no Brasil. Pioneiro na tradução de séries em larga escala, o InSUBs introduziu diversos fãs brasileiros à séries como “Grey’s Anatomy”, “Mr. Robot”, “American Horror Story”, “Pose”, “The Magicians”, “NCIS”, “The Americans” e diversas produções de super-heróis. Foram, ao todo, mais de 350 produções legendadas em português e mais de 12 milhões de downloads. Tamanho volume gerou impacto não apenas na pirataria. Canais pagos passaram a programar estreias de séries mais rapidamente, para evitar a “concorrência” dos legendadores. Em seu auge, o InSUBs chegou a ter mais de mil colaboradores, mas encerra as atividades com 192 membros, entre tradutores, revisores e administradores. Além da maior agilidade dos canais pagos, a popularização do streaming ajudou a diminuir o interesse na atividade da legendagem, com queda de downloads. Todas as séries e filmes das plataformas digitais, como Netflix, Amazon e Apple TV+, são disponibilizadas simultaneamente em todo o mundo, o que minou a empolgação dos “legenders”, que prosperaram num período em que o mercado era menos globalizado. “Toda história deve ter começo, meio e fim”, diz o texto de despedida da equipe. “A nossa começou com um pequeno grupo de pessoas que estava cansado de esperar meses e meses para que séries americanas fossem disponibilizadas nos canais da TV a cabo brasileira e começaram a se dedicar a este processo fantástico que se chama legendagem. Como é algo voluntário, a renovação da equipe sempre foi muito comum. Pessoas entravam e saíam, outras entravam e ficavam, os legenders antigos viravam revisores, a administração ia se modificando”, continua o texto, antes de concluir com o slogan que ajudou a popularizar. “A realidade é que cada vez menos temos pessoas interessadas em legendar (e te garanto que não é fácil!) e cada vez mais as séries estão saindo com prazos mais curtos em relação à TV americana, seja na TV a cabo ou em streamings como Netflix e Amazon Prime. Resolvemos colocar um ponto final em grande estilo, cumprindo com todos os nossos prazos e ainda prezando pela qualidade, que é InSUBstituível!”

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    Annabella Sciorra revela detalhes da violência de Harvey Weinstein em julgamento

    24 de janeiro de 2020 /

    A atriz Annabella Sciorra descreveu nesta quinta-feira (23/1), durante seu testemunho no julgamento de Harvey Weinstein, em Nova York, detalhes do estupro violento que sofreu do produtor de cinema. Segundo a atriz, ela foi imobilizada e forçada a ter relações sexuais com Weinstein. “Ele teve relações sexuais comigo enquanto eu tentava lutar, até que eu não pude mais lutar porque ele prendeu minhas mãos”, disse ao júri. Sciorra contou que Weinstein lhe deu carona e forçou sua entrada no apartamento dela em 1993. “Ele continuou vindo para cima de mim e eu me senti muito dominada porque ele era muito grande”, contou. “Ele me levou para o quarto e me empurrou na cama. Eu não posso te dizer exatamente quando suas calças caíram ou exatamente o que aconteceu. Eu não acho que a camisa dele já tenha saído completamente… Enquanto eu tentava tirá-lo de cima de mim – eu estava dando um soco nele, eu estava chutando ele – e ele pegou minhas mãos e as colocou sobre minha cabeça, ele colocou minhas mãos sobre minha cabeça para prendê-las e me imobilizar, e ele subiu em cima de mim e me estuprou”. A promotora-adjunta Meghan Hast explicou que Sciorra ficou em choque e com muito medo de chamar a polícia. “Ele a deixou física e emocionalmente arrasada, desmaiada no chão”, contou a procuradora. Esta história só veio à tona recentemente, quando a atriz aceitou abordar a violência sofrida em outubro de 2017, numa reportagem do jornalista Ronan Farrow para a revista The New Yorker. Poucos dias antes, o jornal The New York Times tinha publicado o primeiro artigo sobre as dezenas de assédios e abusos cometidos impunemente por Weinstein em quase quatro décadas. Desde a publicação dessas denúncias, mais de 80 mulheres acusaram Weinstein por assédio, agressão sexual ou estupro, dando origem ao movimento #MeToo. No entanto, a maioria dos crimes prescreveu e Weinstein está julgado por supostos ataques recentes contra duas mulheres, Mimi Haleyi e Jessica Mann. Embora não possa ser julgado pelo estupro de Sciorra, a atriz foi convidada a dar seu depoimento para ajudar a acusação a estabelecer que Weinstein é um predador em série. O produtor de 67 anos se declarou inocente das acusações. Ele alega que todos os seus encontros sexuais com mulheres foram consensuais. Durante o depoimento de Sciorra, as atrizes Ellen Barkin, Mira Sorvino e Rosanna Arquette enviaram mensagens de apoio para a colega, via Twitter. Barkin chegou a ir ao tribunal.

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