Cantora Duffy revela ter sido raptada, estuprada e mantida em cativeiro
A cantora e atriz britânica Duffy revelou que o motivo de seu sumiço recente é que foi atacada por um homem, drogada, estuprada e mantida em cativeiro. Seu último trabalho foi no filme “Lendas do Crime” (2015), no qual contracenou com Tom Hardy e contribuiu com três músicas. A artista de 35 anos postou em sua conta oficial no Instagram o relato do incidente, dizendo que sua “recuperação levou tempo”. “Eu fui estuprada e drogada e mantida em cativeiro por alguns dias”, escreveu Duffy, no post. “Vocês podem imaginar quantas vezes eu pensei em escrever sobre isso. Bem, não sei bem se essa hora é a melhor, mas me sinto animada e com uma sensação de liberdade em falar”, adicionou ela. “Eu não consigo explicar isso. Muitos se perguntam o que aconteceu, como desapareci e por quê. Um jornalista me contatou, achou um jeito de me encontrar e eu falei tudo com ele no último verão [do hemisfério Norte]. Ele foi carinhoso, e foi maravilhoso finalmente falar”, seguiu ela, no relato. “A verdade é que estou bem e segura agora. É claro que eu sobrevivi. Mas levou tempo para me recuperar. Não tem jeito leve de dizer isso. Mas posso dizer que, na última década, foram milhares e milhares de dias em que me comprometi a buscar uma luz no meu coração de novo. E agora o sol brilha”, completou. A cantora atingiu o número 1 nas paradas com o sucesso “Mercy”, em 2008, do álbum “Rockferry”. Dois anos depois, lançou “Endlessly”, seu segundo disco. Ela também apostou na carreira de atriz, mas, quando estava prestes a lançar um terceiro trabalho como cantora, anunciou que se distanciaria da indústria musical. Duffy disse que não lançou músicas para expressar como se sentia porque não queria que os fãs percebessem o quanto estava triste. “Eu me perguntei: como posso cantar?” A cantora informou que mais detalhes serão conhecidos na entrevista que ela deu e que será publicada nas próximas semanas. Só após isso ela atenderá às perguntas dos fãs. Ver essa foto no Instagram You can only imagine the amount of times I thought about writing this. The way I would write it, how I would feel thereafter. Well, not entirely sure why now is the right time, and what it is that feels exciting and liberating for me to talk. I cannot explain it. Many of you wonder what happened to me, where did I disappear to and why. A journalist contacted me, he found a way to reach me and I told him everything this past summer. He was kind and it felt so amazing to finally speak. The truth is, and please trust me I am ok and safe now, I was raped and drugged and held captive over some days. Of course I survived. The recovery took time. There’s no light way to say it. But I can tell you in the last decade, the thousands and thousands of days I committed to wanting to feel the sunshine in my heart again, the sun does now shine. You wonder why I did not choose to use my voice to express my pain? I did not want to show the world the sadness in my eyes. I asked myself, how can I sing from the heart if it is broken? And slowly it unbroke. In the following weeks I will be posting a spoken interview. If you have any questions I would like to answer them, in the spoken interview, if I can. I have a sacred love and sincere appreciation for your kindness over the years. You have been friends. I want to thank you for that x Duffy Please respect this is a gentle move for me to make, for myself, and I do not want any intrusion to my family. Please support me to make this a positive experience. Uma publicação compartilhada por @ duffy em 25 de Fev, 2020 às 10:12 PST
Porta-voz de Bill Cosby defende Harvey Weinstein de julgamento injusto e parcial
Condenado por estupro e agressão sexual na segunda-feira (24/2), o produtor de cinema Harvey Weinstein recebeu apoio de outro colega famoso na mesma situação, o ator americano Bill Cosby. Usando as redes sociais de Cosby, uma porta-voz do ator, Andrew Wyatt, defendeu Weinstein, dizendo que o dia foi “muito triste” para o sistema judicial americano. “Não há como alguém acreditar que Weinstein iria receber um julgamento justo e imparcial.” Para justificar esse entendimento, ele cita que os jurados não ficaram isolados e, portanto, tiveram acesso à cobertura da imprensa e aos “sentimentos da opinião pública” sobre o assunto. “Aqui está a pergunta que deve assombrar todos os americanos, especialmente homens ricos e famosos. Para onde vamos neste país para encontrar justiça e imparcialidade no sistema judicial; e para onde vamos neste país para encontrar o devido processo legal?” Cosby foi condenado em 2018 por agredir sexualmente uma mulher. A sentença garante que ele não passará menos de três anos atrás das grades antes que se torne elegível para liberdade condicional supervisionada, embora possa ficar na prisão por até uma década. Ele foi a primeira celebridade condenada por abuso sexual desde o início do movimento #MeToo, deflagrado após os ataques de Weinstein a atrizes, modelos e assistentes se tornarem públicos no fim de 2017. Desde então, vários homens poderosos do entretenimento, da política e de outros campos perderam empregos e foram processados por assédio e coisas piores. Ver essa foto no Instagram Official Statement From Andrew Wyatt Regarding The Verdict Of Harvey Weinstein: This is not shocking because these jurors were not sequestered, which gave them access to media coverage and the sentiments of public opinion. There’s no way you would have anyone believe that Mr. Weinstein was going to receive a fair and impartial trial. Also, this judge showed that he wanted a conviction by sending the jurors back to deliberate, after they were hung on many of the counts. Here’s the question that should haunt all Americans, especially wealthy and famous men…Where do we go in this country to find fairness and impartiality in the judicial system; and where do we go in this country to find Due Process? Lastly, if the #metoo movement isn’t just about Becky [White women], I would challenge #metoo and ask them to go back 400+ years and tarnish the names of those oppressors that raped slaves. This is a very sad day in the American Judicial System. #FreeBillCosby #FarFromFinished #DueProcess #JusticeReform Uma publicação compartilhada por Bill Cosby (@billcosby) em 24 de Fev, 2020 às 11:17 PST
Surto de coronavírus fecha metade dos cinemas da Itália
Assim como aconteceu na China, a Itália também está fechando seus cinemas em um esforço para conter a disseminação do coronavírus. Cinco regiões do norte da Itália – Piemonte, Lombardia, Veneto, Friuli Venezia-Giulia e Emilia Romagna – cancelaram oficialmente todos os eventos públicos até 1º de março, o que inclui o fechamento de todas as escolas, museus, salas de concertos, igrejas e cinemas. O primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte alertou que o surto e o pânico provado pelo vírus estão destinados a ter um impacto “muito forte” na já frágil economia italiana. Como as maiores vendas de bilheteria da Itália estão geograficamente concentradas na região afetada, os efeitos da paralisação da indústria do entretenimento já estão sendo devastadores. As vendas de bilheteria caíram 44% no final de semana passado em comparação com o período anterior. Segundo a ANEC (Associação Nacional de Distribuidores de Cinema), estimada em 850 cinemas ou 1.830 telas, que representam 45% e 48% do total do país, foram fechadas em resposta ao surto. O quatro já levou ao anúncio do adiamento de várias estreias previstas para os próximos dias. Além disso, a Paramount anunciou o cancelamento das filmagens de “Missão: Impossível 7” em Veneza, que deveriam durar três semanas. A produção esperava filmar Tom Cruise em meio ao Carnaval de Veneza, mas até o evento tradicional foi cancelado. O país europeu já registra sete mortes e 229 casos da doença.
Vítimas famosas de Weinstein comemoram condenação do produtor nas redes sociais
Diversas atrizes que denunciaram o produtor Harvey Weinstein por abuso sexual comemoraram a decisão do juri que o condenou por estupro e agressão sexual nesta segunda (24/2) em Nova York. “Harvey Weinstein é agora um estuprador condenado. Duas sobreviventes choram e comemoram”, escreveu a atriz Asia Argento em seu Instagram. Ela foi a primeira mulher a revelar publicamente ter sido estuprada pelo ex-dono dos estúdios The Weinstein Company, Dimension e Miramax, durante reportagem histórica da revista New Yorker em outubro de 2017, poucos dias após Ashley Judd contar ter sido assediada violentamente por Weinstein na denúncia do jornal New York Times que deu início ao movimento #MeToo. Ashley Judd também se manifestou, agradecendo às mulheres que testemunharam no caso “e atravessaram um inferno traumático”. “Vocês prestaram um serviço público a meninas e mulheres em todos os lugares. Obrigada”, postou no Twitter. Ela foi ecoada por Rose McGowan, igualmente citada na primeira denúncia pública contra Weinstein. “Tenho orgulho das mulheres corajosas que testemunharam e que mataram um monstro na terra. Obrigado ao promotor e júri que não disse basta. Obrigado ao público por examinar as coisas mais profundamente. Posso finalmente expirar”, escreveu. A atriz Rosanna Arquette, outra vítima de Weinstein, postou o print de uma notícia na TV, falando da condenação. Ela acusou o ex-produtor de tentativa de abuso sexual nos anos 1990. A condenação de Weinstein encerra a história aterradora de assédio e violações do ex-todo poderoso de Hollywood, que atravessou décadas atacando jovens atrizes com o subterfúgio de realizar reuniões em seu hotel sobre projetos de cinema. Exercendo sua enorme fortuna e influência para calar as vítimas, Weinstein agiu com impunidade desde os anos 1980, e aquelas que denunciaram seu comportamento no departamento de recursos humanos de suas companhias tiveram a carreira prejudicada por ordens do produtor. Recentemente, o diretor Peter Jackson confirmou que Weinstein difamou Ashley Judd e Mira Sorvino para vetar a escalação delas em sua trilogia “O Senhor dos Anéis”. Mira Sorvino também se manifestou. “Nós, as rompedoras do silêncios, as mulheres a quem Harvey Weinstein causou danos irreparáveis – ao nosso corpo, nossa psique, nossa carreira e sensação de bem-estar – , sabemos a verdade. Harvey fez tudo o que foi acusado várias vezes”. Como a maioria dos ataques aconteceu há muito tempo, nenhuma das atrizes prejudicadas conseguiu levar Weinstein à Justiça. Entretanto, Miriam Haley, uma ex-assistente de produção de Weinstein, e a atriz Jessica Mann foram vítimas mais recentes e conseguiram levar seus denúncias à julgamento, que rendeu a condenação do produtor nesta segunda. Apesar de sua denúncia ter prescrito, a atriz Annabella Sciorra compareceu ao julgamento como testemunha da acusação, detalhando o estupro violento que sofreu nas mãos do produtor. “Falei por mim e com a força das mais de 80 vítimas de Harvey Weinstein em meu coração”, disse ela, em comunicado divulgado após a decisão do júri. Weinstein será sentenciado em 11 de março e pode enfrentar penas que variam de 5 a 25 anos pela condenação por agressão sexual e 18 meses a 4 anos pela condenação por estupro. For the women who testified in this case, and walked through traumatic hell, you did a public service to girls and women everywhere, thank you.#ConvictWeinstein #Guilty — ashley judd (@AshleyJudd) February 24, 2020 I'm proud of the brave women who testified, they have taken out a monster on earth. Thank you to the prosecutor & jury who said not one more. Thank you to the public for examining things more deeply. I can finally exhale — rose mcgowan (@rosemcgowan) February 24, 2020 We the Silence Breakers, we the women to whom Harvey Weinstein did irreparable harm to our bodies, our psyches, our careers and sense of well-being, we know the truth. Harvey did everything he has been accused of many times over.Don’t believe his minions.GUILTY #ConvictWeinstein — Mira Sorvino (@MiraSorvino) February 19, 2020 Ver essa foto no Instagram Harvey Weinstein is now a convicted rapist. Two survivors cry and and celebrate. Thank you God. Thank you to all the brave women. Thank you to the judge and jury in NYC — @samyliscious — this one goes out to you Anthony ❤️ Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento) em 24 de Fev, 2020 às 9:13 PST Ver essa foto no Instagram ⚔️⛓ *CAPTION THIS* ⚔️ ⛓ #HarveryWeinstein #Swinestein #serialrapistconvicted #justice #believewomen ✊🏼 Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento) em 24 de Fev, 2020 às 12:51 PST Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ro (@rosannaarquette) em 24 de Fev, 2020 às 8:47 PST
Harvey Weinstein é considerado culpado por agressão sexual e estupro
O produtor Harvey Weinstein foi considerado culpado nesta segunda (24/2) por agressão sexual e estupro, em seu julgamento em Nova York. Entretanto, o júri o absolveu de duas acusações de agressão sexual predatória, que poderiam levá-lo à prisão perpétua. Ele será sentenciado em 11 de março e pode enfrentar penas que variam de 5 a 25 anos de prisão pela condenação por agressão sexual e 18 meses a 4 anos pela condenação por estupro. As penas são somadas. O julgamento midiático durou seis semanas e os jurados levaram quatro dias para tomar uma decisão depois de ouvir seis mulheres que forneceram relatos de como Weinstein, um dos produtores mais poderosas de Hollywood durante décadas, usou seu poder e influência para coagi-las a ter encontros sexuais não consensuais com ele. O caso foi considerado por muitos como um momento crucial no movimento #MeToo. O júri condenou Weinstein por ato sexual criminoso em primeiro grau por praticar sexo oral à força em Miriam Haley, uma ex-assistente de produção, e por estupro de terceiro grau no caso da atriz Jessica Mann. Mann, cujas acusações eram centrais no caso, deu um testemunho forte sobre como Weinstein forçou sexo oral, a estuprou e a manipulou para manter um relacionamento degradante, que incluía querer filmá-la fazendo sexo e urinar nela. A promotora Joan Illuzzi-Orbon disse que Weinstein era o “mestre de seu universo”, que tratava as mulheres em sua esfera de poder como “descartáveis” que não reclamavam quando eram “pisadas, cuspidas, desmoralizadas e estuprada e abusadas” pelo outrora poderoso magnata de Hollywood. A acusação também trouxe como testemunha a atriz Annabella Sciorra (“Rainhas do Crime”), que disse sob juramento ter sido estuprada pelo ex-produtor de Hollywood no começo dos anos 1990. Como foi há mais de duas décadas, o caso prescreveu e não poderia ser julgado, mas ela se dispôs a narrar para o júri o que sofreu para demonstrar que o caso das vítimas atuais não era isolado. Seu depoimento foi corroborado pela colega Rosie Perez (“Aves de Rapina”), que confirmou aos jurados que Sciorra lhe contou na época os mesmos detalhes sobre a violência, incluindo que Weinstein havia prendido as mãos dela acima de sua cabeça enquanto a estuprava. Os advogados de Weinstein tentaram convencer os jurados de que foram as mulheres que manipularam ele para ascender profissionalmente e que seus encontros sexuais com ele eram consensuais. A equipe de defesa também tentou desmoralizar os depoimentos das vítimas, questionando as mulheres sobre suas memórias, suas escolhas de vida, suas aparências e suas escolhas de não denunciar a agressão sexual à polícia na época em que aconteceram.
Especial de reencontro de Friends é oficializado na HBO Max
A Warner Bros Television confirmou a produção de um especial de reencontro do elenco da série “Friends”, que será realizado para o lançamento da plataforma de streaming HBO Max em maio nos EUA. Os seis protagonistas da série clássica, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer, compartilharam o anúncio em suas contas nas redes sociais, de forma exatamente igual e com um único comentário: “Está acontecendo”. “Acho que você pode chamar de “The One Where They All Got Back Together” (aquele em que todos se juntaram de novo)”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max em comunicado, referindo-se à tradição de batizar os episódios de “Friends” como “The One…” alguma coisa. “Estamos nos reunindo com David, Jennifer, Courteney, Matt, Lisa e Matthew para um especial da HBO Max que será programado junto com o lançamento de todo o catálogo de ‘Friends'”, acrescentou. “Eu conheci ‘Friends’ quando a série estava nos estágios iniciais de desenvolvimento, tive a oportunidade de trabalhar nela e fiquei encantado ao ver como ela continuou encantando espectadores geração após geração. Ela se conectou com uma época em que amigos – e o público – se juntam em tempo real e achamos que esse especial da reencontro capturará esse espírito, unindo os fãs originais e os novos”, completou. O especial será gravado no Stage 24 do estúdio Warner Bros. em Burbank, onde a série foi originalmente produzida. A direção está a cargo de Ben Winston, que também vai produzir ao lado dos criadores de “Friends”, David Crane e Marta Kauffman, e todos os seis astros. Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o elenco negociou em conjunto para que todos os integrantes recebessem o mesmo para participar do especial, num valor entre US$ 2,5 milhões e US$ 3 milhões de cachê para cada um. Mas o formato do especial ainda não ficou claro. A imprensa americana tem afirmado que se trata de um programa não roteirizado. Isto afasta a possibilidade de ser um episódio especial da série, que era, logicamente, roteirizada. As possibilidades incluem entrevistas, depoimentos, reminiscências, comentários de melhores momentos, etc. O conteúdo deve ficar mais claro nas próximas semanas. Ver essa foto no Instagram It’s happening… @hbomax @courteneycoxofficial @lisakudrow @mleblanc @mattyperry4 @_schwim_ Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston) em 21 de Fev, 2020 às 2:04 PST
Carnaval: Leandra Leal homenageia cinema brasileiro com fantasia inspirada em seu primeiro filme
A atriz Leandra Leal resolveu homenagear o cinema brasileiro no Carnaval, fantasiando-se de “A Ostra e o Vento”. Ela postou fotos do look no Instagram, sob o lema “Viva o Carnaval e o cinema nacional”. “A Ostra e o Vento” foi o primeiro filme de sua carreira. Dirigido por Walter Lima Jr. e lançado em 1997, o longa também rendeu os primeiros prêmios internacionais da atriz, que venceu troféus por sua interpretação em festivais de Biarritz (França) e Miami (EUA). “Se não fosse esse filme, nada seria. Vai ter carnaval! Vai ter folia, alegria, arte, folia, cinema e sonho!”, comemorou a estrela, usando ainda a #SeguraOBacurau, em referência ao filme “Bacurau”, de Juliano Dornelles e Kleber Mendonça Filho. Ver essa foto no Instagram Look de hoje: #AOstraEOVento😍 Viva o Carnaval e o Cinema Nacional! #Começou #SeguraOBacurau #SemRival ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 💄: @brennomelo ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ 👗: @thaysajafet Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em 21 de Fev, 2020 às 1:56 PST Ver essa foto no Instagram Começou o carnaval 2020! #semrival viva o cinema nacional Homenagem ao meu primeiro filme “A Ostra e o Vento”. Se não fosse esse filme, nada seria. Vai ter carnaval! Vai ter folia, alegria, arte, folia, cinema e sonho! #seguraobacurau #semrival Uma publicação compartilhada por Leandra Leal (@leandraleal) em 21 de Fev, 2020 às 2:35 PST
Millie Bobby Brown comemora 16 anos com desabafo contra sexualização de sua infância
A atriz Millie Bobby Brown, a Eleven de “Stranger Things”, resolveu comemorar seus 16 anos, completados na quarta-feira (19/2) com um desabafo no Instagram. Ela compartilhou um vídeo, acompanhado pela nova música de Justin Bieber, “Changes”, em que reproduz diversas imagens de sua vida, desde criança até sua exposição midiática, revelando sua frustração com o tratamento sexualizado e comentários inapropriados que recebeu nos últimos anos. Na legenda, Bobby Brown escreveu: “16 parecia que ia chegar há muito tempo. Sinto que a mudança precisa acontecer não apenas para esta geração, mas para a próxima. Nosso mundo precisa de bondade e apoio para que as crianças cresçam e tenham sucesso. Os últimos anos não foram fáceis, preciso admitir. Há momentos em que fico frustrada com a imprecisão, comentários inapropriados, sexualização e insultos desnecessários que acabaram resultando em dor e insegurança para mim”. Ela acrescentou: “Mas nunca serei derrotada. Vou continuar fazendo o que eu amo e espalhando a mensagem para que mudanças aconteçam. Vamos nos concentrar no que precisa mudar, e espero que este vídeo informe você sobre o que acontece nos bastidores das manchetes e das luzes piscantes. Não se preocupe, sempre vou encontrar uma maneira de sorrir 😉 Vamo nessa 16″. Millie Bobby Brown se tornou uma das indicadas mais jovens da história do Emmy, quando, aos 13 anos, foi indicada por sua atuação em “Stranger Things”. Que ela tenha escolhido “Changes”, de Justin Bieber, e não “Changes”, de David Bowie ou Black Sabbath, diz muito sobre sua pouca idade. Ver essa foto no Instagram 16 has felt like a long time coming. i feel like change needs to happen for not only this generation but the next. our world needs kindness and support in order for us children to grow and succeed. the last few years haven't been easy, I'll admit that. there are moments i get frustrated from the inaccuracy, inappropriate comments, sexualization, and unnecessary insults that ultimately have resulted in pain and insecurity for me. but not ever will i be defeated. ill continue doing what i love and spreading the message in order to make change. let's focus on what needs changing and I hope this video informs you on the things that go on behind the scenes of the headlines and flashing lights. dont worry I'll always find a way to smile 😉 leggo 16 ♡. Uma publicação compartilhada por mills (@milliebobbybrown) em 19 de Fev, 2020 às 4:49 PST
Atrizes gravam vídeo em repúdio à falta de decoro de Bolsonaro
O coletivo 342Artes, liderado pela produtora Paula Lavigne, produziu um vídeo que reuniu artistas e jornalistas mulheres num manifesto de repúdio ao machismo e falta de decoro de Jair Bolsonaro, em apoio à repórter Patricia Campos Mello, da Folha de S. Paulo, que foi ofendida pelo presidente. No vídeo, aparecem as atrizes Alinne Moraes, Fernanda Lima, Cláudia Abreu, Sophie Charlote, Débora Nascimento, Elisa Lucinda e Júlia Lemmertz, as jornalistas Maíra Azevedo, Milly Lacombe e Astrid Fontenelle; as cantoras Zélia Duncan e Majur; e Mônica Benício, viúva de Marielle Franco, entre outras. A manifestação gravada é acompanhada de um texto texto: “Exigimos respeito. Bolsonaro não pode mais seguir quebrando o decoro de forma impune. Patricia Campos Mello é uma jornalista séria e seu trabalho não pode ser desmoralizado. Não iremos tolerar mais ataques à liberdade de imprensa e à democracia”. A fala de Bolsonaro aconteceu na terça-feira (18/2) ao comentar o depoimento de Hans River, ex-funcionário da Yacows, agência de disparos de mensagens em massa por WhatsApp, na CPI das Fake News no Congresso, e após direcionar, em dois dias seguidos, gestos ofensivos – “bananas” – para a imprensa. A Folha de S. Paulo, que emprega Patricia Campos Mello, emitiu nota afirmando que o presidente da República “agrediu” a profissional e todo o jornalismo e “vilipendiou a dignidade, a honra e o decoro que a lei exige do exercício da Presidência”. Ele também foi retratado como “O Senhor das Bananas” na capa da revista IstoÉ, que pediu um “Basta”. Patricia Campos Mello é uma jornalista reconhecida internacionalmente, vencedora do Prêmio Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Prêmio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha, Grande Prêmio Petrobras de Jornalismo, Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do Comitê de Proteção de Jornalistas (International Press Freedom Award – Committee to Protect Journalists) e o Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos.
Guerra Cultural: Servidores da Cultura divulgam carta aberta contra política de Bolsonaro para o setor
A Associação dos Servidores do Ministério da Cultura, que mantém o nome original apesar do Ministério ter virado Secretaria da Cultura, divulgou uma carta aberta em protesto contra a “política cultural” do governo Bolsonaro após uma assembleia de seus integrantes realizada nesta semana, que também contou com funcionários do Iphan e da Fundação Palmares. O documento, endereçado à sociedade, critica o “esvaziamento e o desmonte do setor” que vem ocorrendo “desde o início de 2019”, e também o “comprometimento ideológico autoritário e fascista” de dirigentes da área, que ameaçam as políticas públicas de Cultura. “A área da Cultura do Governo Federal (…) tem vivido um momento de turbulência política e administrativa. O reflexo pode ser visto na extinção do Ministério da Cultura, na diminuição do orçamento e consequente estagnação na execução de ações; na falta de diretrizes para o setor; na descontinuidade de políticas de estado como o Plano Nacional de Cultura e o Sistema Nacional de Cultura, entre outros”, diz o documento, que segue. “Como se não bastasse, o envolvimento dos dirigentes das instituições de cultura com atos de censura, perseguição, comprometimento ideológico autoritário e fascista vem ameaçando o propósito de uma política pública em consonância com o disposto na Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216”. O desmonte do setor, que vem ocorrendo desde o início de 2019, teria começado com a transformação “desastrosa” do antigo Ministério da Cultura em pasta do Ministério da Cidadania, alegando que, desde então, “os recursos são priorizados para projetos de assistência social, e as políticas de Cultura acabam ficando em segundo plano”. Segundo o documento, nos mais de 30 anos de existência do Ministério da Cultura, as políticas culturais fomentaram a valorização da identidade nacional por meio do apoio de diversas áreas, como o cinema e às artes, por exemplo. Entretanto, atualmente há uma “tentativa de transformar a área da Cultura em um espaço de doutrinação e censura pelos recentes gestores nos últimos meses” e que isso deve ser combatido, afirmando que os funcionários da área da Cultura não admitirão esse tipo de atuação. Leia a carta na íntegra: Prezado Cidadão, A área da Cultura do Governo Federal, a qual inclui as políticas públicas para os museus, o patrimônio cultural, as manifestações artísticas, cênicas, literárias, audiovisuais, além de acervos bibliográficos de extrema importância para a história e a memória do Brasil, tem vivido um momento de turbulência política e administrativa. O reflexo pode ser visto na extinção do Ministério da Cultura, na diminuição do orçamento e consequente estagnação na execução de ações; na falta de diretrizes para o setor; na descontinuidade de políticas de estado como o Plano Nacional de Cultura e o Sistema Nacional de Cultura, entre outros. Como se não bastasse, o envolvimento dos dirigentes das instituições de cultura com atos de censura, perseguição, comprometimento ideológico autoritário e fascista vem ameaçando o propósito de uma política pública em consonância com o disposto na Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216. No mundo contemporâneo, a área da Cultura é responsável por metas do desenvolvimento socioeconômico dos países, tendo um papel significativo em setores como o turismo e a educação. No Brasil, nos mais de 30 anos de existência do Ministério da Cultura, as políticas culturais fomentaram a valorização da identidade nacional por meio do apoio às expressões da cultura popular, ao cinema, às artes, à formação de público, à ampliação de equipamentos culturais, à apropriação social do patrimônio cultural, ao incentivo da iniciativa privada às produções artísticas – são estes alguns exemplos. O Ministério da Cultura, desde sua criação em 1985, primou pela liberdade de expressão e criação fora e dentro da instituição. Aqui é importante destacar que, ao longo das décadas, o estabelecimento de quadro de servidores qualificados tecnicamente, que ingressaram por meio de concurso público, possibilitou a defesa e a execução de projetos e ações voltados a todos os públicos, sendo movidos pela riqueza dos saberes e práticas culturais que conectam os diversos grupos e comunidades que configuram a sociedade brasileira. Ressaltamos que a área da Cultura, em todas as suas dimensões, tem por obrigação o desenvolvimento de políticas que se destinem a toda a população, e que não estejam contaminadas por interesses particulares, credos específicos ou ideologia que suprima as liberdades e os direitos culturais. E nós, como prestadores do serviço público nesta área, devemos cumprir com as atribuições do estado democrático de direito e assegurar à sociedade uma oferta de projetos e programas que seja ampla e diversa como é o Brasil, sem filtros religiosos, filosóficos ou políticos. A desastrosa alocação do setor no Ministério da Cidadania demonstrou que políticas culturais não cabem no arcabouço assistencialista daquela pasta. A forma de organização e implementação das políticas diferem de tal maneira que inviabilizam qualquer tipo de atuação conjunta. Os recursos são priorizados para projetos de assistência social, e as políticas de cultura acabam ficando em segundo plano. Os servidores já haviam se posicionado da seguinte forma: “A junção da pasta da Cultura com outras políticas que diferem essencialmente na forma de implantação, princípios, modelos e atuação tem impedido a continuidade /de uma proposta efetivamente cidadã, voltada para processos mais humanos nas suas relações políticas e sociais.” Fonte: AsMinC: Os Servidores da Cultura e o Papel na Construção de Uma Dimensão Ampla para o Setor Cultura, Desmonte do Estado e Desenvolvimento: AFIPEA-2019. Não devemos retroceder! A pouco expressiva economia em despesas administrativas e de custeio, ou na insignificante redução de cargos, não é argumento suficiente para a extinção do Ministério da Cultura sob a forma da Secretaria Especial da Cultura: são perdas irreparáveis o esvaziamento e o desmonte do setor, que vêm ocorrendo paulatinamente desde o início de 2019. Além disso, a tentativa de transformar a área da Cultura em um espaço de doutrinação e censura pelos recentes gestores nos últimos meses deve ser combatida. Os servidores da Cultura não admitem esse tipo de atuação, conclamando a sociedade a se juntar na defesa das instituições públicas e na formação de um quadro de gestores que estejam preparados técnica e eticamente para os cargos. Acreditamos que é possível retomar a construção de uma política de estado no setor e nos colocamos à disposição para apoiar o trabalho, utilizando os critérios técnicos e administrativos que fazem parte da prática do quadro de servidores da Cultura. Assembléia da Associação dos Servidores do Ministério da Cultura de 19/2/2020
Guerra Cultural: Recorde de filmes brasileiros no Festival de Berlim não tem apoio do governo
O Festival de Berlim, que começou na quinta-feira, virou um marco da produção cinematográfica brasileira. Não apenas por conta da presença recorde de filmes nacionais — 19, incluindo coproduções — , que rendeu destaque até da revista americana Variety, mas pelo paradoxo que este reconhecimento internacional representa diante do desdém do governo do Brasil e ao desmonte da política cultural que permitiu esse sucesso. A edição do recorde também é primeira edição do Festival de Berlim em que os filmes selecionados não contam com apoio financeiro do governo federal para participar do evento. Desde que foi criada em 2001, a Ancine costumava apoiar mais do que a presença dos profissionais em quase cem festivais e laboratórios pelo mundo, mas também a confecção de material gráfico e cópias legendadas, o transporte das cópias para o exterior, seu armazenamento e conservação, além das despesas com a exportação. Em setembro passado, contudo, a diretoria da agência anunciou a suspensão do programa de apoio internacional, alegando falta de recursos. Em comunicado, a Ancine, sem querer (querendo?), culpa o governo Bolsonaro, ao alegar que o Programa de Apoio a Festivais foi “temporariamente” cortado “devido ao contingenciamento orçamentário determinado pelo Governo Federal”. O comunicado lembra ainda que o governo paralisou os trabalhos da Ancine, ao mencionar que a diretoria colegiada foi recomposta somente em janeiro de 2020, e só então “voltou a deliberar sobre as pautas represadas durante a vacância de diretores”. Deste modo, apenas a partir das primeiras reuniões da diretoria o programa poderá “ser reavaliado”. Mas já não foi nas duas primeiras, realizadas em fevereiro, onde houve a ratificação da suspensão e, por outro lado, aprovação de verbas para viagens internacionais de servidores da própria entidade. Além da Ancine, os filmes brasileiros também contavam com financiamento do Cinema do Brasil, um programa de exportação e fomento implementado em parceria pelo Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (SIAESP) e pela Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), ligada ao Ministério das Relações Exteriores. O apoio chegava a US$ 15 mil por produção até que, no ano passado, a então diretora de Negócios da Apex, Letícia Catelani, filiada ao PSL, interrompeu a distribuição dos recursos. Não se trata apenas de “política cultural”, mas econômica. As consequências diretas são o enfraquecimento da capacidade da indústria cinematográfica brasileira realizar negócios internacionais. Além de servir de mostra de filmes e da competição do Urso de Ouro, o Festival de Berlim também é um dos principais balcões de negócios da Europa, onde contratos de distribuição, financiamento e coproduções internacionais costumam ser fechados. Bons negócios não acontecem apenas com a exibição de filmes. Requerem material impresso, representação forte e até realização de eventos para o mercado, o que o governo brasileiro costumava apoiar até Bolsonaro ser eleito. Os países mais desenvolvidos do mundo transformam a produção cultural numa de suas maiores fontes de enriquecimento, mas o atual governo do Brasil prefere o empobrecimento em todos os sentidos.
Guerra Cultural: Bolsonaro nomeia pastor e diretora de festival cristão para a Ancine
Jair Bolsonaro costuma repetir, nos mais de 40 eventos evangélicos que frequentou desde que assumiu a presidência da República, que o Estado é laico, mas ele é cristão. Mas com cada vez mais nomeações de cristãos e servidores “terrivelmente evangélicos” para cargos estratégicos, a linha que separa a atividade estatal da religião começa a se dissipar. Nesta sexta (21/2), o presidente nomeou um pastor e uma diretora de festival de cinema cristão para integrar a diretoria da Ancine. As indicações foram publicadas no Diário Oficial da União e agora o Senado precisa avaliar e aprovar os nomes de Edilásio Santana Barra Júnior e Verônica Brendler. Edilásio Barra, o “pastor Tutuca”, já faz parte dos quadros da Ancine. Em 2019, ele assumiu a Superintendência de Desenvolvimento Econômico da Ancine, responsável pela gestão do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual), a verba que responde pela principal fonte de fomento à produção de cinema no país, e que se encontra congelada desde que Bolsonaro foi eleito. Ele também é apresentador de TV e bispo da Igreja Continental do Amor de Jesus. Verônica Brendler é produtora cultural e diretora do Festival Internacional de Cinema Cristão. Em seu currículo, ela cita “mais de 80 projetos aprovados pela Rei Rouanet”, além de ter realizado a 1ª Mostra de Cinema Cristão, dirigir a Escola de Cinema Cristão e organizar 30 encontros de cineastas cristãos. As indicações fazem parte do projeto de instalar “filtros” na liberação de verbas para a aprovação de filmes e séries no Brasil, anunciado por Bolsonaro no ano passado. Bolsonaro já tinha posicionado peça importante na nova orientação que pretende impor ao cinema brasileiro ao nomear Hiran Silveira, um diretor da rede Record, braço televisivo da Igreja Universal, para o comitê que administra o caixa do FSA. Seria uma forma “malandra” de driblar a Constituição, que estabelece que o presidente pode ser cristão, mas o Estado não. Na prática, porém, o Estado deixa de ser laico quando regras religiosas passam a determinar a produção cultural de um país, estabelecendo que tipo de conteúdo é incentivado e, consequentemente, o que será vetado.
Joaquin Phoenix regata bezerro de matadouro após vencer o Oscar
Menos de 48 horas depois de Joaquin Phoenix ter conquistado o primeiro Oscar de sua carreira, o astro de “Coringa” resgatou um bezerro recém-nascido e sua mãe de um matadouro de Los Angeles, levando-o a um santuário de animais de fazenda, o Farm Sanctuary, onde passarão o resto de suas vidas. O Farm Sanctuary registrou em vídeo o resgate pacífico, que foi consequência de uma conversa entre Phoenix e o proprietário do matadouro, durante uma visita às instalações em Pico Rivera, em que o astro foi acompanhado de sua noiva, a também atriz Rooney Mara (“Carol”), e de uma delegação de ativistas. A certa altura, o empresário Anthony Di Maria e o intérprete de Coringa têm um debate semântico sobre como tratar o destino dos animais no matadouro (“colheita” x “assassinato”), mas as imagens apresentadas mostram uma interação respeitosa. O vídeo termina com o ator escoltando a vaca e seu bezerro até uma instalação usada pelo Farm Sanctuary. Phoenix nomeou os refugiados bovinos de Liberty e Indigo, respectivamente. Eles são a quinta vaca e filhote bovinos resgatados do matadouro Manning Beef pelos ativistas da LA Animal Save. O grupo mantém vigílias pacíficas nos matadouros da região, algumas das quais com participação de Phoenix. Vegano convicto e militante da causa animal, o ator também divulgou uma declaração através do grupo. “Eu nunca pensei que encontraria amizade em um matadouro, mas conhecendo Anthony e abrindo meu coração para o dele, percebo que podemos ter mais em comum do que diferenças. Sem esse ato de bondade, Liberty e seu bebê, Indigo, teriam encontrado um terrível fim. Embora continuemos a lutar pela libertação de todos os animais que sofrem nesses sistemas opressivos, devemos fazer uma pausa para reconhecer e celebrar as vitórias e as pessoas que ajudaram a alcançá-las. Shaun Monson, Amy Jean Davis e toda a comunidade de LA Animal Save transformaram sua dor ao testemunhar os maus-tratos em uma advocacia diplomática e eficaz para os que não têm voz. Como resultado, Liberty e Indigo nunca experimentarão crueldade ou o toque de uma mão áspera. Minha esperança é que, enquanto assistimos o bebê Indigo crescer com sua mãe Liberty no Farm Sanctuary, que sempre lembraremos que amizades podem surgir nos lugares mais inesperados; e não importa nossas diferenças, bondade e compaixão devem dominar tudo ao nosso redor.”












