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    Woody Allen lança livro de memórias em abril

    3 de março de 2020 /

    A editora Grand Central Publishing, uma divisão do Hachette Book Group, anunciou na segunda (2/3) que vai publicar um livro de memórias de Woody Allen. Envolto em boatos por anos e até considerado impublicável no auge do cancelamento do diretor pelo movimento #MeToo, a obra, batizada em inglês de “Apropos of Nothing” (a propósito de nada), será lançado em 7 de abril nos EUA. “O livro é um relato abrangente de sua vida, pessoal e profissional, e descreve seu trabalho em filmes, teatro, televisão, boates e publicações”, de acordo com comunicado da editora. “Allen também escreve sobre seus relacionamentos com a família, amigos e os amores de sua vida”. Os termos financeiros do acordo editoral entre o cineasta e a Grand Central não foram revelados. Além dos EUA, “Apropos of Nothing” será lançado no Canadá, Itália, França, Alemanha e Espanha, seguido por lançamentos em “países ao redor do mundo”. Ainda segundo o comunicado, Allen fará “várias entrevistas” para promover o livro. A publicações de suas memórias servirão como nova oportunidade para o diretor contar sua versão dos fatos mais polêmicos de sua vida, como o envolvimento com Soon-Yi Previn, a filha de sua então companheira Mia Farrow, com quem é casado até hoje, e a acusação de sua filha adotiva, Dylan Farrow, de tê-la molestado na infância. As acusações não são novas, mas elas ressurgiram em 2017, quando Dylan aproveitou o auge do #MeToo para resgatar a história, conseguindo criar uma reação de repúdio generalizado, como se houvesse fato novo. Allen sempre negou tudo, retrucando que a denúncia é fruto exclusivo de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Ele não foi condenado quando o caso foi levado a tribunal nos anos 1990, durante a disputa da guarda das crianças, e nunca foi acusado de abuso por nenhuma atriz com quem trabalhou ao longo de meio século de carreira. Dizendo que pretendia acabar com a carreira de Allen, Dylan patrulhou todos os atores que trabalharam com ele e bombardeou as redes sociais até fazer a Amazon renegar seu acordo para distribuir os novos filmes do diretor. Graças a isso, “Um Dia de chuva em Nova York” não foi lançado nos Estados Unidos. O diretor processou a Amazon e chegou a um acordo, lançando o filme no exterior. Ele também decidiu continuar a carreira fora dos EUA, filmando um novo longa na Espanha, “Rifkin’s Festival”, com participação de Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Louis Garrel (“Adoráveis Mulheres”), Gina Gershon (“Não Vai Dar”) e lançamento previsto para este ano. Ao fechar com uma empresa do grupo Hachette, Allen passou a compartilhar a mesma editora de um de seus heróis literários, JD Salinger, e também de um de seus maiores detratores, seu filho Ronan Farrow, que ganhou um prêmio Pulitzer por sua reportagem sobre o produtor Harvey Weinstein, que foi responsável por impulsionar o #MeToo. Há anos Ronan se distanciou de seu pai, ao adotar a defesa da irmã.

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    Drauzio Varella faz Rodrigo Santoro lembrar Carandiru em texto emocionado no Instagram

    3 de março de 2020 /

    O ator Rodrigo Santoro publicou um texto emocionado no Instagram para elogiar o doutor Drauzio Varella na noite de segunda-feira (2/3), após a repercussão de uma reportagens veiculada no “Fantástico” do último domingo sobre presas transsexuais dos presídios de São Paulo. O ator, que interpretou a trans Lady Di no filme “Carandiru” (2002), inspirado em livro de Varella, publicou um trecho da reportagem e acrescentou elogios ao médico. “Antes de viver Lady Di em ‘Carandiru’ no cinema, foi preciso mergulhar no universo da personagem. Caminhei pelas ruas à noite, sobretudo em Copacabana, e costumava dizer, na época, que tinha entendido o que Héctor Babenco, diretor do filme, estava querendo de mim: alguém sem julgamentos e com muita humanidade pra enxergar a essência de todas aquelas histórias diversas”, escreveu Santoro. “Assistindo a essa reportagem sobre as detentas trans e travestis em São Paulo com Drauzio Varella, autor do livro que inspirou o filme, relembro tudo que aprendi e posso ver ali nas conversas essa humanidade e generosidade que vêm dele não só pra ouvir as histórias, mas também para ensiná-las pra nós. E vamos guardar mais essa lição. Obrigado, Drauzio. O seu trabalho sempre foi e segue sendo precioso”, finalizou. Os fãs do ator concordaram com sua avaliação. “Da pra sentir a dor na voz, nos gestos. E como eu sempre digo: um abraço tem o poder de mudar uma vida inteira. Reportagem humana”, disse um internauta. “Cê acredita que lembrei de você na hora? Exatamente por conta da Lady Di”, contou outra. “Lindo ver o respeito e empatia do Drauzio”, elogiou mais uma. A reportagem de Drauzio Varella emocionou as redes sociais brasileiras e chegou aos Trending Topics do Twitter durante toda a sua exibição. Também foi bastante elogiada na imprensa. Atualmente, a produtora Prodigo Films está desenvolvendo uma nova série baseada em livro de Varella sobre o universo penitenciário. Trata-se de “Prisioneiras”, adaptação do livro de 2017, que conta a experiência de 11 anos do médico no atendimento voluntário em uma penitenciária feminina de São Paulo. A publicação encerra uma trilogia dedicada ao sistema prisional brasileiro, que, além de “Carandiru” também inspirou a série “Carcereiros” – igualmente inspirada em obra de Varella. Ver essa foto no Instagram Antes de viver Lady Di em #Carandiru no cinema, foi preciso mergulhar no universo da personagem. Caminhei pelas ruas à noite, sobretudo em Copacabana, e costumava dizer, na época, que tinha entendido o que Héctor Babenco, diretor do filme, estava querendo de mim: alguém sem julgamentos e com muita humanidade pra enxergar a essência de todas aquelas histórias diversas. Assistindo a essa reportagem sobre as detentas trans e travestis em São Paulo com Drauzio Varella, autor do livro que inspirou o filme, relembro tudo que aprendi e posso ver ali nas conversas essa humanidade e generosidade que vêm dele não só pra ouvir as histórias, mas também para ensiná-las pra nós. E vamos guardar mais essa lição. Obrigado, Drauzio. O seu trabalho sempre foi e segue sendo precioso. Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 2 de Mar, 2020 às 5:34 PST

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    Animador cria versão de Superamigos com os personagens do Arrowverso

    2 de março de 2020 /

    Quem viu o crossover “Crise nas Infinitas Terras” deve ter reparado que o final da história foi uma grande homenagem ao desenho clássico “Superamigos”, sucesso televisivo dos anos 1970. Pois o animador David M. Jones se entusiasmou com a ideia e resolveu imaginar uma versão animada dos superamigos do Arrowverso, criada ao estilo da série dos estúdios Hanna-Barbera. Ele postou o teaser em seu Twitter nesta segunda (2/3) e promete o desenho completo (isto é, a abertura da série reimaginada) ainda neste mês em seu canal do YouTube. Veja a prévia abaixo. Fã do Arrowverso, o animador já tinha chamado a atenção dos produtores de “Arrow” em 2016, quando criou uma versão animada do Arqueiro Verde vivido por Stephen Amell ao estilo da abertura da série “Batman”, dos anos 1960. O teaser do “Arroverse Super Friends” também agradou, a ponto de Marc Guggenheim, produtor executivo do universo de séries da DC Comics na rede The CW, retuitar o vídeo para seus seguidores. Será que essa brincadeira pode originar um trabalho oficial? Não faltam fãs interessados. Teaser for my new animation #ArrowverseSuperFriends. The full version will be released in March, so stay tuned! pic.twitter.com/gjO17Z24FR — David M. Jones (@BigRockDJ) February 28, 2020 Yes, please. https://t.co/4DlbIu8Zxa — Marc Guggenheim (@mguggenheim) February 28, 2020

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    Jared Padalecki parabeniza Jensen Ackles pelo último aniversário como irmãos Winchester

    2 de março de 2020 /

    O ator Jared Padalecki, que interpreta Sam Winchester em “Supernatural”, parabenizou o colega Jensen Ackles, seu irmão na série, que completou 42 anos no domingo (1/3). Emocionado, o ator lembrou que este é o 16º aniversário de Jensen em que trabalham juntos, e também será o último. “Nos 16 anos que compartilhei com você como amigo, você se tornou um irmão”, disse Padalecki. “Agora temos só mais um mês para atuar como irmãos na TV. Não há mais ninguém com quem eu prefira cruzar a linha de chegada… Vamos levar esses garotos para casa”, escreveu Padalecki. Os dois atores interpretam os irmãos Sam e Dean desde 2005 e se deram bem já nos ensaios, graças à coincidência de ambos serem texanos. Ambos se casaram e viraram pais durante a produção de “Supernatural”, aproximando-se ainda mais. Atualmente em hiato, “Supernatural” retoma a segunda parte de sua 15ª e última temporada em 16 de março nos EUA. O último episódio, que ainda não foi gravado, estreia em 18 de maio nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram Happy birthday @jensenackles In the 16 birthdays I’ve been able to share with you as a friend, you’ve become a brother. Now, we have one month left to play brothers on tv. No one I’d rather cross this finish line with… Let’s take those boys home. Uma publicação compartilhada por Jared Padalecki (@jaredpadalecki) em 1 de Mar, 2020 às 7:31 PST

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    James Lipton (1926 – 2020)

    2 de março de 2020 /

    Morreu James Lipton, apresentador de um dos programas mais longevos da TV norte-americana. Ele criou e produziu o programa “Inside the Actors Studio”, que desde 1994 trazia entrevistas com os maiores astros de Hollywood. Lipton, que também foi reitor da Universidade Pace de Nova York, tinha 93 anos e faleceu de câncer nesta segunda-feira (2/3), em sua casa em Manhattan. “Inside the Actors Studio” tinha o nome de um dos mais famosos cursos de atuação dos EUA e foi concebido como uma master class para os estudantes, gravada para a televisão. Foi do Actors que saíram James Dean e Marlon Brando, para citar só dois nomes da História do Cinema. Graças à sua inspiração acadêmica, o programa de Lipton representava uma antítese da obsessão da mídia pelas celebridades, ignorando vidas pessoais para se concentrar na arte da interpretação e nas carreiras das estrelas de Hollywood. O programa acumulou um total de 18 indicações ao Emmy, saindo vencedor do maior prêmio da televisão em 2013. O apresentador ficou tão famoso que rendeu até um esquete fixo no humorístico “Saturday Night Live”, em que Lipton era interpretado pelo comediante Will Farrell. Ele adorava sua versão satírica, como contou em uma entrevista. Lipton também apareceu animado em “Os Simpsons” e “Uma Família da Pesada” (The Family Guy) e faz participações como si mesmo em “Arrested Development”, “Glee”, “Suburgatory”, “Joey” e “According to Jim”. Sua carreira pregressa ainda inclui algumas atuações de TV nos anos 1950, roteiros de séries dos 1960, livros, produções de peças da Broadway nos 1970 e especiais de TV nos 1980. Ele foi casado duas vezes, nos anos 1950 com a atriz Nina Foch, indicada ao Oscar por “Um Homem e Dez Destinos” (1954), e dos anos 1970 até hoje com Kedakai Mercedes Lipton, que serviu de modelo para a Srta. Rosa (Miss Scarlett) no famoso jogo de tabuleiro “Detetive” (Clue).

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    Johnny Depp queria afogar e queimar Amber Heard, revelam mensagens de texto

    1 de março de 2020 /

    Johnny Depp parece gostar de ver seu nome associado a escândalos. Detalhes cada vez mais sensacionalistas da sua separação da atriz Amber Heard continuam a vir à público, em razão de sua insistência em abrir processos públicos contra quem o acusa de violência doméstica. Em julgamento em Londres, a ação de difamação que moveu contra o jornal britânico The Sun, por causa de um artigo que o chama de “espancador de esposa”, acabou revelando ameaças que renderiam títulos piores que o motivo do processo. Na verdade, estão rendendo atualmente, como o deste post. Durante a audiência desta semana, mensagens de texto enviadas por Depp para o também ator Paul Bettany (o Visão dos filmes dos Vingadores) em 2013 foram lidas no Tribunal Superior de Londres. E nelas Depp afirma que gostaria de “queimar” e “afogar” a ex-esposa, entre outros detalhes macabros e de mau gosto. “Vamos queimar Amber”, diz uma mensagem datada de 6 de novembro de 2013. “Depois f**** seu corpo queimado”. Só que ele se arrependeu desse texto. Era pouco. “Vamos afogá-la antes de queimá-la!!! Depois f**** com o cadáver queimado dela para ter certeza de que ela está morta”, corrigiu, em nova mensagem. Estas ameaças são apenas o capítulo mais recente da falta de noção que tem empurrado a carreira de Depp ladeira abaixo, desde o fim de seu casamento em 2016. O casal se conheceu em 2009, quando Heard foi escalada para interpretar o par romântico de Depp em “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011). O affair resultou no fim do casamento de 14 anos do ator com a atriz e cantora francesa Vanessa Paradis, mãe de seus dois filhos. Em setembro de 2012 foi noticiado que os dois teriam terminado, mas Depp reconquistou a então namorada com envios diários de flores e poemas. Em maio de 2013, Depp comprou uma fazenda na cidade de Nashville para que os dois morassem juntos. Em janeiro de 2014 ficaram noivos e se casaram em fevereiro de 2015. O pedido de divórcio veio um ano depois, em 2016, em meio a acusações de violência doméstica, acompanhadas por imagens da atriz com o rosto machucado, vídeo de bebedeira de Depp e crise de nervos no tribunal. Ela conseguiu inclusive uma ordem judicial que impediu Depp de se aproximar dela. O divórcio foi assinado no início de 2017, com Heard ganhando US$ 7 milhões da fortuna estimada em mais de US$ 514 milhões que o ator teria na época. A atriz doou todo o dinheiro a organizações beneficentes, inclusive algumas voltadas à assistência de vítimas de agressões domésticas, enquanto Depp torrou quase tudo o que tinha com gastos perdulários, segundo seus ex-empresários, ficando praticamente falido. Após o divórcio, ele foi processado pelos ex-empresários, ex-seguranças, ex-advogados e até por um assistente de produção das filmagens de “City of Lies”, que teria agredido durante as filmagens do longa de 2018, sequer lançado no Brasil. Mas resolveu abrir seus próprios processos, que incluem uma ação contra a ex-esposa, após ela assinar um artigo na imprensa norte-americana sobre sua história como vítima de violência doméstica. Mesmo sem ser citado no texto, Depp vestiu a carapuça e foi à justiça querendo uma indenização de US$ 50 milhões de Heard, afirmando ter perdido oportunidades de trabalho por conta da declaração. Este processo promete revelar mais detalhes da vida particular do ator, que já teve um dos maiores salários de Hollywood e uma carreira invejada. Atualmente, ele só tem um trabalho agendado, como Gellert Grindelwald no terceiro filme da franquia “Animais Fantásticos”. E até isso pode ser alterado para pior. Já Amber Heard está confirmada em “Aquaman 2”, no thriller “Run Away with Me” e na minissérie “The Stand”, baseada no clássico de Stephen King, em produção para a plataforma CBS All Access.

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    Intérprete de Chewbacca nos filmes de Star Wars chama filha recém-nascida de princesa Bacca

    1 de março de 2020 /

    O ator finlandês Joonas Suotamo, que se tornou o intérprete do herói Chewbacca na nova trilogia dos filmes de “Star Wars”, decidiu chamar sua filha recém-nascida com um nome em homenagem ao famoso personagem. “Bem vinda ao mundo princesa Bacca”, ele escreveu no Instagram, junto da primeira foto do bebê. “Temos notícias emocionantes: Fomos abençoados ao receber a mais nova membro de nossa família”, escreveu Joonas nas redes sociais junto de uma foto da criança. “Nossa pequena princesa (ou senadora, ou general ou o que ela quiser ser) nasceu essa semana e está bem”. Mas graças à esposa Milla Pohjasvaara, princesa Bacca é um nome provisório. Um segundo post esclarece que a escolha não é definitiva. Vale lembrar que o casal já tem um filho pequeno, Aatos, que Suotamo apresentou nas redes sociais como “Babybacca” em 2018. Joonas Suotamo assumiu o papel de Chewbacca durante as filmagens de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), em que serviu de dublê para Peter Mayhew, responsável por dar vida ao personagem desde 1977. Com problemas de saúde, Mayhew abandonou o papel em meio a essa produção, morrendo em abril passado aos 74 anos. Seu dublê continuou a dar vida a Chewbacca em “Han Solo: Uma História Star Wars”, que por coincidência apresentou uma versão mais jovem do rebelde wookie. Desde então, também estrelou “Star Wars: Os Últimos Jedi” e “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, além de um videogame da franquia. Ver essa foto no Instagram We have some exciting news: we were blessed to welcome the newest member of our family! Our little princess (or senator, or general, or whatever she wants to be!) was born this week and is doing great. We want to thank the personnel at HUH Women’s Hospital, they were extraordinary and we are lucky to have been in their world-class care during our stay. We also want to thank Grandma Sonja for taking care of Aatos during the birth, he is gonna have to get used to there being two little ones in the house now. So far he is doing well with it, and we expect him to grow up to be a great big brother. Welcome to the world Princess Bacca! Uma publicação compartilhada por Joonas Suotamo (@joonassuotamo) em 28 de Fev, 2020 às 7:11 PST Ver essa foto no Instagram We're overwhelmed by everyone's congratulations and we appreciate the love! Thank you all! And just to clarify once more, Babybacca #2 aka Princess Bacca has not yet been named. We're just enjoying the moment right now! 🥰 Uma publicação compartilhada por Joonas Suotamo (@joonassuotamo) em 29 de Fev, 2020 às 7:55 PST

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    Após anunciar carreira pornô, filha de Steven Spielberg é presa nos EUA

    1 de março de 2020 /

    Pouco mais de uma semana após anunciar que iria tentar carreira como atriz pornô, Mikaela Spielberg, filha adotiva do cineasta Steven Spielberg, foi presa no sábado (29/2) na cidade de Nashville, nos EUA, após uma denúncia de violência doméstica. Segundo a coluna Page Six, do jornal New York Post, a atriz de 23 anos passou uma fiança de US$ 1 mil para sair da cadeia. Ela vive em Nashville com seu noivo Chuck Pankow, um jogador de dardos com o dobro da idade dela. O canal Fox News divulgou uma declaração suscita de Pankow, que confirmou a prisão – “é verdade” – , mas disse se tratar de um “mal entendido”. Adotada ainda bebê por Spielberg e sua esposa, a atriz Kate Capshaw, Mikaela tinha revelado recentemente seus planos para trabalhar como stripper e fazer pornografia, mas apenas vídeos solos para não prejudicar seu relacionamento com Pankow.

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  • Etc,  TV

    Regina Duarte encerra contrato de mais de 50 anos com a Globo

    28 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Regina Duarte encerrou sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. A informação foi divulgada hoje pelo departamento de comunicação da emissora. A rescisão foi decorrente da decisão de Regina, que assumirá a Secretaria Especial de Cultura a convite do presidente Jair Bolsonaro. “Deixar a TV Globo é como deixar a casa paterna. Aqui recebi carinho, ensinamentos e tive a oportunidade de interpretar personagens extraordinárias, reveladoras do DNA da mulher brasileira. Por mais de 50 anos sinto que pude viver, com a grande maioria do povo brasileiro, um caso de amor que, agora sei, é para sempre. E não existem palavras para expressar o tamanho da minha gratidão”, anunciou a atriz, em comunicado. “Que Deus me ilumine para que eu possa agora, na Secretaria Especial de Cultura do Governo Bolsonaro, honrar meus aprendizados em benefício das artes e das expressões culturais da população do meu país”, acrescentou. Regina Duarte estreou na Globo em 1969 com a novela “Véu de Noiva”. De lá para cá, atuou em obras que marcaram época, como “Selva de Pedra” (1972), “Roque Santeiro” (1985), “Vale Tudo” (1988), “História de Amor” (1995), “Por Amor” (1997) e “Páginas da Vida” (2006), entrou outras. Sua posse na pasta da Cultura deve acontecer em 4 de março. Ela assumirá a vaga aberta desde 17 de janeiro, após a exoneração de Roberto Alvim, devido a um discurso ideológico inspirado em frases de Joseph Goebbels, ministro da Informação e Propaganda da Alemanha nazista.

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  • Etc

    Letitia Wright vai viver arrepiante história real das Gêmeas Silenciosas

    27 de fevereiro de 2020 /

    A atriz Letitia Wright, princesa da Marvel celebrizada em “Pantera Negra”, vai estrelar “The Silent Twins” (as gêmeas silenciosas), adaptação cinematográfica da história real e assustadora das irmãs June e Jennifer Gibbons. O longa se baseia no livro homônimo (veja a capa abaixo), escrito pela jornalista investigativa Marjorie Wallace, que detalha como June e Jennifer Fibbons ganharam seu apelido famoso. Nascidas em Barbados e criadas no País de Gales, as gêmeas cometeram crimes como incêndios e agressões na infância, mas o que mais chamava atenção para elas era o fato de só se comunicarem entre si, recusando-se a conversar com qualquer outra pessoa ao seu redor. Essa atitude resultou na internação de ambas em um hospital psiquiátrico, onde foram testadas e revelaram altíssimo QI. Quando as duas tinham 30 anos, decidiram que uma delas deveria morrer para que outra pudesse conversar com outras pessoas. Algum tempo depois, Jennifer teve um mal súbito não esclarecido e morreu. Atualmente com 57 anos, June continua viva e ainda mora com seus pais no País de Gales. Ela não é mais monitorada por médicos e conversa normalmente com outras pessoas, mas não aceita falar sobre a relação que tinha com sua irmã. O filme ainda não tem data para iniciar suas filmagens.

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    Camila María Concepción (1992 – 2020)

    27 de fevereiro de 2020 /

    Camila María Concepción, ativista da causa trans que estava inciando a carreira como roteirista nas séries “Daybreak” e “Gentefied”, da Netflix, morreu aos 28 anos. A morte de Camila foi confirmada por amigos e colegas nas redes sociais, e aconteceu logo após o lançamento de “Gentefied”, que chegou na plataforma na sexta passada (21/2). A hipótese principal é de suicídio. Além de ser assistente na confecção dos roteiros de “Gentefied”, ela roteirizou um episódio da 1ª temporada da série, sobre três primos latinos que tentam manter a lanchonete de tacos da família num bairro cada vez mais embranquecido, e trabalhou com Jill Soloway, criadora da série “Transparent”, em campanhas de igualdade de gêneros em filmes, televisão e artes. Em mensagem nas redes sociais, Marvin Lemus, roteirista de “Gentefied”, lamentou a morte do “mais especial e cru talento” que ele já conheceu. “Tenho tentado anestesiar esta dor e focar no show e em todo o amor que temos recebido. Camila, estou tão bravo com você agora. Porque eu sou um dos seus milhões de fãs. Eu ia fazer de tudo para que o mundo conhecesse seu nome”, postou.

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    George Clooney reage à denúncia de mão de obra infantil nas fazendas de café da Nespresso

    26 de fevereiro de 2020 /

    George Clooney não é apenas o “garoto-propaganda” da marca de café Nespresso. Ele também faz parte do conselho de sustentabilidade da empresa. Por conta disso, decidiu manifestar-se diante da denúncia de que algumas fazendas que fornecem grãos de café para a marca empregam trabalho infantil. A revelação está sendo apresentada pelo programa de jornalismo investigativo “Dispatches”, do Canal 4 inglês, que visitou fazendas de café na Guatemala para sua próxima edição documental intitulada “Starbucks & Nespresso: The Truth About Your Coffee”. O programa causou reação antes mesmo de ir ao ar, apenas com chamadas na TV. A edição completa será exibida na segunda-feira (2/3), no Reino Unido. “Fiquei surpreso e triste ao saber dessa história”, disse Clooney. “Claramente esse conselho e essa empresa ainda têm trabalho a fazer – e ele será feito”, resumiu o ator e cineasta de 58 anos, que integra o projeto de sustentabilidade da Nespresso desde seu início, há sete anos. Clooney ainda disse esperar que Anthony Barnett, repórter responsável pela denúncia, continue a “investigar essas condições e reportá-las de forma precisa caso não melhorem”. “A checagem de boa conduta corporativa é responsabilidade não apenas da empresa em si, mas também de jornalistas independentes como o Sr. Barnett”, completou. A Nespresso também anunciou que deixará de comprar o grão nos locais citados na reportagem. A empresa afirmou que iniciou uma investigação para identificar fazendas que fazem uso de mão de obra infantil, classificando o fato de “inaceitável”. “Onde há denúncias de que nossos altos padrões não estão sendo seguidos, nós agimos imediatamente”, destacou o chefe-executivo da Nespresso, Guillaume Le Cunff, em comunicado.

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    Banda indie processa trilha de Pantera Negra por plágio

    26 de fevereiro de 2020 /

    A banda indie Yeasayer entrou com um processo contra a trilha sonora do filme “Pantera Negra”, da Marvel. O trio nova-iorquino alega que a faixa “Pray for Me”, creditada a The Weeknd e Kendrick Lamar, é plágio da música “Sunrise”, lançada em 2007. De acordo com o processo, os artistas alegam que “Pray for Me” não copia apenas a melodia de “Sunrise”, mas também usa suas vozes, que teriam sido tratadas para soar diferente. Os integrantes da banda ainda afirmam que, mesmo com as mudanças, suas vozes são “imediatamente reconhecíveis” e que seus vocais foram utilizados oito vezes durante a música de “Pantera Negra”. Por conta disso, eles entraram com uma liminar para interromper as vendas e o licenciamento da música, tanto como single ou clipe, quanto no álbum da trilha sonora. A música não toca no filme, que estreou em fevereiro de 2018 e arrecadou mais de R$ 5,9 bilhões de reais na bilheteria mundial. Ela faz parte de um disco “inspirado” por “Pantera Negra”, que foi concebido por Kendrick Lamar. O clipe oficial de “Pray for Me” tem cerca de 165 milhões de visualizações no canal oficial do cantor The Weeknd no YouTube. Já o Yeasayer anunciou sua dissolução em dezembro passado, sem nunca ter feito muito sucesso. Seu último clipe, “Let Me Listen In On You”, teve apenas 17 mil visualizações. Compare abaixo a música da banda com a faixa de “Pantera Negra” acusada de apropriação indébita.

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