PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Etc

Rayane nega separação de Belo após rumores de novo affair

Influenciadora comemora aniversário ao lado do cantor, admite desentendimentos e contesta notícias sobre o fim do relacionamento

Leia mais
28 de outubro de 2026
Etc

Richarlison ironiza fuga de Flávio e Willer: “Ninguém na ilha?”

Jogador publica montagem feita com inteligência artificial sobre mansão disputada em Angra dos Reis

Leia mais
28 de outubro de 2026
Etc

Rayane Figliuzzi já teria novo affair após separação conturbada de Belo

Amigos da ex-Fazenda apontam envolvimento com Rafael Alves, empresário que já namorou Carol Castro e foi investigado por corrupção no Rio

Leia mais
28 de outubro de 2026
  • Etc,  Filme

    Max von Sydow (1929 – 2020)

    9 de março de 2020 /

    O lendário ator sueco Max von Sydow, que estrelou clássicos como “O Sétimo Selo” (1957) e “O Exorcista” (1973), e participou até de “Game of Thrones”, morreu nesta segunda-feira (9/3) aos 90 anos. Sydow começou a carreira em dois filmes de Alf Sjöberg, “Apenas Mãe” (1949) e “Senhorita Júlia” (1951), ambos premiados em festivais internacionais – respectivamente, Veneza e Cannes. Mas só foi se tornar mundialmente conhecido graças à parceria seguinte, com o cineasta Ingmar Bergman, que se iniciou com “O Sétimo Selo” – também consagrado em Cannes – , onde jogou xadrez com a morte, numa das cenas mais famosas da história do cinema. Bergman o dirigiu em mais uma dezena de filmes premiados, entre eles os espetáculos cinematográficos de “Morangos Silvestres” (1957), que venceu o Festival de Berlim, “O Rosto” (1958), “No Limiar da Vida” (1958), “A Fonte da Donzela” (1960) e “Através de um Espelho” (1961). Sua primeira aparição em Hollywood foi simplesmente como Jesus Cristo, em “A Maior História de Todos os Tempos” (1965). Mas foi o papel do Padre Merrin, no clássico do terror “O Exorcista”, que marcou sua trajetória americana – com direito à reprise na continuação “O Exorcista II: O Herege” (1977). A voz grave e aparência séria logo convenceram Hollywood a lhe caracterizar como vilão ameaçador. O que começou numa pequena cena de “Três Dias do Condor” (1975) tomou grandes proporções em “Flash Gordon” (1980), onde viveu o Imperador Ming, e “007 – Nunca Mais Outra Vez” (1983), como o supervilão Blofeld na última aventura do James Bond vivido por Sean Connery. Ele chegou até a enfrentar Pelé num jogo de futebol, como um oficial nazista em “Fuga Para a Vitória” (1981). No começo da era dos blockbusters, ainda participou das superproduções “Conan, o Bárbaro” (1982) e “Duna” (1984), que ajudaram a consolidar seu nome em Hollywood. Mas, ironicamente, acabou indicado pela primeira vez ao Oscar num filme estrangeiro, “Pelle, o Conquistador” (1987), interpretando um imigrante sueco em busca de uma vida mais digna na Dinamarca. Sua filmografia inclui mais de 100 filmes com alguns dos maiores diretores do cinema mundial. A lista é digna de cinemateca: Ingmar Bergman, William Friedkin, John Huston, Laslo Benedek, Woody Allen, Penny Marshall, David Lynch, Bertrand Tavernier, Win Wenders, Bille August, Andrey Konchalovskiy, Lars von Trier, Dario Argento, Steven Spielberg, Ridley Scott, Martin Scorsese, J.J. Abrams, etc. Sem nunca diminuir o ritmo, ele entrou no século 21 com a sci-fi “Minority Report: A Nova Lei” (2002), de Spielberg, e na última década ainda fez “Robin Hood” (2010), de Scott, “Ilha do Medo” (2010), de Scorsese, e até “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), de Abrams. Nesta reta final, ainda foi indicado ao Oscar pela segunda vez em 2012, pelo drama “Tão Forte e Tão Perto”, de Stephen Daldry, e ao Emmy em 2016, por seu participação na série “Game of Thrones”, como o misterioso Corvo de Três Olhos, mentor de Bran (Isaac Hamspead Wright). Seus últimos trabalhos foram o thriller marítimo “Kursk – A Última Missão” (2018) e o ainda inédito “Echoes of the Past”, drama de guerra do grego Nicholas Dimitropoulos, que terá lançamento póstumo. O ator foi casado duas vezes: com a colega de profissão Christina Olin (de 1951 a 1979), com quem teve dois filhos, e com a documentarista Catherine Brelet (de 1997 até sua morte), tendo adotado também os dois filhos dela, vindos de um relacionamento anterior.

    Leia mais
  • Etc

    Telecine Cult tem a melhor programação comemorativa do Dia Internacional da Mulher

    7 de março de 2020 /

    Vários canais televisivos anunciaram programação especial para marcar o Dia (e até Mês) Internacional das Mulheres, que é comemorado neste domingo (8/3). O Canal Brasil, por exemplo, vai de “Irmã Dulce” a “Bruna Surfistinha” em sua seleção eclética de retratos femininos, e ainda programou para este mês sua “mostra” feminina chamada “Cine-Delas”, que exibe filmes dirigido por mulheres duas vezes por semana. Mas a lista que realmente merece destaque é a do Telecine Cult. Enquanto os demais canais – inclusive do pacote Telecine – selecionaram opções genéricas, o Telecine Cult tomou a grande iniciativa de atender a reivindicação feminina mais importante no mercado audiovisual, priorizando filmes dirigidos por mulheres. A diferença para o “Cine-Delas” é será uma maratona com 16 títulos e mais de 30 horas consecutivas de filmes de cineastas femininas – praticamente o dobro da iniciativa espaçada do Canal Brasil. A maratona Telecine Cult têm um início literalmente bombástico às 22h de sábado com “Filhas do Sol” (2018), da francesa Eva Husson (atualmente à frente da série “Hanna”) sobre um batalhão composto apenas por mulheres curdas na guerra contra extremistas islâmicos, que lhes renegam direitos. E se encerra na madrugada de segunda, à 1h30 com “Rafiki” (2018), da queniana Wanuri Kahiu, que se tornou o primeiro filme a abordar o lesbianismo na sociedade machista do Quênia. Os títulos destacam ainda o brasileiro “Que Horas Ela Volta?” (2015), drama da brasileira Anna Muylaert, que aborda luta de classes e ascensão social sob a ótica da maternidade, e foi premiado no Festival de Sundance por conta das interpretações de Regina Casé e Camila Márdila, além do francês “Tomboy” (2011), segundo longa de Céline Sciamma (do recente “Retrato de uma Jovem em Chamas”), que desde a época já discutia a identidade de gênero sob o ponto de vista feminino. Ainda há animação, western, documentário, thriller criminal e dramas familiar, religioso e adolescente, representando produções de Hollywood, Bollywood e dos cinemas europeu, latino e asiático. A disputa das cineastas por mais espaço é uma das mais reivindicações atuais mais importantes na indústria cultural, e é bom lembrar disso num dia em que se celebra não como as mulheres são bonitas, fortes, diversas, interessantes, mas sua luta por direitos e oportunidades iguais. Confira a programação completa abaixo. 7/3 22h – “Filhas do Sol” (Suiça), de Eva Husson 8/3 00h – “Matar Jesus” (Colômbia), de Laura Mora Ortega 1h50 – “Minha Filha” (Itália), de Laura Bispuri 3h40 – “Entre Laços” (Japão), de Naoko Ogigami 6h – “Meu Anjo” (França), de Vanessa Filho 8h05 – “Noviciado” (EUA), de Maggie Betts 10h15 – “Que Horas Ela Volta?”, de Anna Muylaert 12h20 – “Bao” (EUA), de Domee Shi 12h40 – “A Costureira De Sonhos” (Índia), de Rohena Gera 14h30 – “Deixe a Luz do Sol Entrar” (França), de Claire Denis 16h20 – “Varda por Àgnes” (França), de Àgnes Varda 18h30 – “Lady Bird – Hora de Voar” (EUA), de Greta Gerwig 20h15 – “O Estranho que Nós Amamos” (EUA), de Sofia Coppola 22h – “Papicha” (Qatar), de Mounia Meddour 9/3 00h – “Tomboy” (França), de Céline Sciamma 1h30h – “Rafiki” (Quênia), de Wanuri Kahiu

    Leia mais
  • Etc

    Ewan McGregor virá ao Brasil participar de evento geek

    7 de março de 2020 /

    O ator Ewan McGregor virá ao Brasil pela primeira vez, para participar de um evento geek. O intérprete de Obi-Wan na segunda trilogia de “Star Wars” – e na vindoura série do Disney+ (Disney Plus) – é a principal atração internacional confirmada na Geek Nation Brasil, uma comic con mais humilde, que também acontece em São Paulo. O ator escocês participará de um painel no último dia do evento, em que falará sobre sua carreira e participará de uma sessão de fotos e autógrafos com os fãs. McGregor está atualmente nos cinemas com o papel do vilão de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa”. A Geek Nation Brasil acontecerá durante três dias, entre 22 e 24 de maio, no Transamerica Expo, em São Paulo.

    Leia mais
  • Etc

    Stephen King lamenta censura à livro de Woody Allen: “O próximo é sempre mais fácil”

    7 de março de 2020 /

    O escritor Stephen King lamentou a decisão do Hachette Book Group de cancelar o lançamento do livro de memórias de Woody Allen, cedendo aos grupos de pressão da internet. Ele publicou alguns posts sobre o assunto, dizendo que a decisão o fazia se sentir “muito desconfortável”. “A questão não é sobre ele. Não dou à minima para o Sr. Allen. Mas quem será o próximo é que me preocupa”, escreveu o autor de best-sellers. “Uma vez que você começa [a censurar], o próximo é sempre mais fácil”, acrescentou. A posição de King, claro, recebeu críticas. Muitas pessoas se manifestaram, defendendo um ponto de vista “politicamente correto” que justificaria a censura ao livro do cineasta e o cerceamento de sua liberdade de expressão. King respondeu a um dos comentários. “Se você acha que ele é pedófilo, não compre o livro. Não vá aos filmes dele. Não o ouça tocar jazz no Carlyle. Manifeste-se com sua carteira… mantendo-a fechada. Nos EUA, é assim que fazemos”, disse, defendendo o direito do cineasta de escrever e filmar, e também o do público de não pagar para ver. A Hachette anunciou na sexta-feira (6/3) que não lançaria mais o livro do diretor de cinema, previsto para abril, após sofrer pressão do filho do diretor, Ronan Farrow, que renegou seu contrato com a empresa, e protesto de seus funcionários, que abandonaram o trabalho na tarde de quinta para manifestar sua contrariedade com a decisão. A manifestação ganhou apoio de muitos escritores e até de editoras rivais. O caso representa uma importante manifestação no mundo real da prática do “cancelamento” virtual. O repúdio contra Woody Allen se deve à uma acusação de abuso sexual que ele teria cometido contra a filha Dylan Farrow nos anos 1990. As acusações foram verificadas por um tribunal de justiça na época, com direito a duas investigações diferentes de seis meses. Ambas concluíram não ter havido abuso sexual. Allen alega que a denúncia foi fruto de raiva da ex, numa batalha legal pela guarda dos filhos, vencida por Farrow, que a teria manteve viva com o passar dos anos por lavagem cerebral promovida em Dylan Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão do diretor. Dez anos mais velho que Ronan Farrow, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima – da manipulação da mãe, Mia Farrow. Tomando as dores da irmã, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e um contrato para livros com o grupo Hachete, que ele decidiu renegar após saber do livro do diretor – iniciando a campanha que resultou na censura. Muito do atual repúdio contra Allen se deve à campanha nas redes sociais comandada por Dylan, que resolveu retomar a acusação de abuso no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem de seu irmão sobre Weinstein. No auge do #MeToo, ela fez questão de comparar Allen com Weinstein, e suas denúncias conseguiram criar uma reação de “cancelamento” contra o diretor, apesar de não trazerem nenhum fato novo à tona. Mia Farrow tomou ódio de Allen porque ele a trocou pela filha adotiva dela (mas não dele), Soon-Yi Previn. O diretor e Soon-Yi se casaram e estão juntos até hoje. O casal adotou duas filhas, que já são jovens adultas com 20 e 21 anos, e jamais denunciaram Allen por qualquer comportamento. Também vale observar que algumas mensagens raivosas, postadas nas redes sociais nos últimos dias contra a reputação do diretor, aludem ao fato de que uma nova reportagem-denúncia estaria prestes a emergir contra Woody Allen. Pode ser que sim, o que ajudaria a explicar a decisão inesperada da Hachette – o surgimento de fatos mudariam o entendimento da desistência. Entretanto, não seria a primeira vez que fake news viram munição de detratores de Allen, que acusaram até “Um Dia de Chuva em Nova York” de ser uma apologia à pedofilia, antes do mundo poder assistir ao filme. The Hachette decision to drop the Woody Allen book makes me very uneasy. It's not him; I don't give a damn about Mr. Allen. It's who gets muzzled next that worries me. — Stephen King (@StephenKing) March 6, 2020 Once you start, the next one is always easier. — Stephen King (@StephenKing) March 6, 2020 If you think he's a pedophile, don't buy the book. Don't go to his movies. Don't go listen to him play jazz at the Carlyle. Vote with your wallet…by withholding it. In America, that's how we do. https://t.co/znGZu0wJEF — Stephen King (@StephenKing) March 7, 2020

    Leia mais
  • Etc

    Festival SXSW é cancelado nos Estados Unidos devido ao coronavírus

    6 de março de 2020 /

    Os organizadores do Festival SXSW (South by Southwest) anunciaram o cancelamento do evento nesta sexta (6/3). Trata-se do segundo grande festival do audiovisual cancelado em meio à epidemia do coronavírus e o primeiro americano, após o francês MIPTV desistir de realizar sua edição de 2020 na quarta passada. O cancelamento do festival dedicado à tecnologia, ao audiovisual e à música ocorreu por determinação do município de Austin, Texas, onde o evento aconteceria a partir de 13 de março. Mas antes disso, várias empresas, como Apple, Netflix e Amazon, já tinham desistido de participar, esvaziando sua programação. Em sua porção cinematográfica, o festival deveria apresentar a première mundial do brasileiro “Medida Provisória”, primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos. A programação também incluía “The King of Staten Island”, de Judd Apatow (“Ligeiramente Grávidos”), que não filmava há cinco anos, além de novos lançamentos dos cineastas Michael Showalter, Frank Oz, Kevin Willmott, Amy Seimetz e longas dirigidos pelos atores Alex Winter e John Leguizamo. “A situação [do coronavírus] evoluiu rapidamente e nós honramos e respeitamos a decisão da cidade de Austin”, anunciou a organização do evento em comunicado. “Nós estamos comprometidos em fazer a nossa parte para ajudar a proteger nossos funcionários, visitantes e os moradores de Austin.” Atualmente, os organizadores pensam em alternativas para reagendar o SXSW ou permitir que parte da programação planejada seja disponibilizada pela internet. “Nós vamos continuar a trabalhar duro para trazer a vocês os eventos únicos que vocês amam. É verdade que nosso evento de março de 2020 não vai mais acontecer do modo como gostaríamos, mas vamos continuar focados em nossa proposta — ajudar pessoas criativas a alcançarem seus objetivos”, finaliza o comunicado.

    Leia mais
  • Etc

    Editora cede à pressão e cancela lançamento de livro de Woody Allen

    6 de março de 2020 /

    O grupo editorial Hachette anunciou nesta sexta (6/3) que não publicará mais o livro de memórias do diretor Woody Allen, cujo lançamento estava previsto para o próximo 7 de abril. A empresa cedeu à pressão do filho do diretor, Ronan Farrow, e ao protesto de seus funcionários, que abandonaram o trabalho na tarde de quinta para manifestar sua contrariedade com a decisão. “A Hachette Book Group decidiu que não publicará as memórias de Woody Allen, intitulada ‘Apropos of Nothing'” e “devolverá todos os direitos ao autor”, disse Sophie Cottrell, porta-voz da editora, em comunicado. “A decisão de cancelar o livro do Sr. Allen foi difícil. Na HBG, levamos muito a sério nosso relacionamento com os autores e não cancelamos livros por nada. Publicamos e continuaremos a publicar muitos livros desafiadores. Como editores, garantimos que todos os dias em nosso trabalho, diferentes vozes e pontos de vista conflitantes podem ser ouvidos. Também, como empresa, estamos comprometidos em oferecer um ambiente de trabalho estimulante, solidário e aberto para todos os nossos funcionários. Nos últimos dias, a liderança da HBG teve longas conversas com nossa equipe e outras pessoas. Depois de ouvirmos, chegamos à conclusão de que avançar com a publicação não seria viável para a HBG”, completa o texto, repleto de contradições. O cancelamento de “Apropos of Nothing” está sendo comemorado no Twitter como uma vitória do “politicamente correto” e se trata realmente de uma importante manifestação no mundo real da prática do “cancelamento” virtual, que tem acirrado ânimos nas redes sociais. Também é uma manifestação, em pleno século 21, da mentalidade de turba, com foices e forcados – ou fogueiras e forcas – , que ilustram linchamentos públicos em filmes clássicos. Uma caça às bruxas, em outras palavras. Não se deixem enganar, trata-se de uma vitória da censura contra a cultura. Uma censura de esquerda, não menos perigosa que a das ditaduras fascistas. Na prática, uma grupo de pressão conseguiu jogar um livro na fogueira, porque não concorda com seu suposto conteúdo. Algo como os nazistas fizeram nos anos 1930. Além de atacar a liberdade de expressão, os protestos dos justos, que falam em defesa da ética, visam impedir a defesa real de uma pessoa que está sendo atacada por todos os lados por algo que pode nem sequer ter feito. O objetivo é tão somente impedir que se conheça o “outro lado” de uma história, que algumas pessoas não admitem que seja conhecida e, para isso, não medem esforços para impedir a existência do contraditório. A decisão da Hachette abre um precedente assustador, ao demonstrar que fake news capazes de mobilizar a opinião pública podem gerar censura. Não que a denúncia contra Woody Allen seja fake news. Mas não é news, nos dois sentidos da palavra em inglês – notícia e novidade. O repúdio contra Woody Allen se deve à uma acusação de abuso sexual que ele teria cometido contra a filha Dylan Farrow nos anos 1990. As acusações foram verificadas por um tribunal de justiça na época, com direito a duas investigações diferentes de seis meses. Ambas concluíram não ter havido abuso sexual. Allen alega que a denúncia foi fruto de raiva da ex, numa batalha legal pela guarda dos filhos, vencida por Farrow, e se manteve viva com o passar dos anos por lavagem cerebral diária promovida em Dylan Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão do diretor. Dez anos mais velho que Ronan Farrow, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima – da manipulação da mãe, Mia Farrow. Tomando as dores da irmã, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e um contrato para livros com o grupo Hachete, que ele decidiu renegar após saber do livro do diretor – iniciando a campanha que resultou na censura. Muito do atual repúdio contra Allen se deve à campanha nas redes sociais comandada por Dylan, que resolveu retomar a acusação de abuso no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem de seu irmão sobre Weinstein. No auge do #MeToo, ela fez questão de comparar Allen com Weinstein, e suas denúncias conseguiram criar uma reação de “cancelamento” contra o diretor, apesar de não trazerem nenhum fato novo à tona. Mia Farrow tomou ódio de Allen porque ele a trocou pela filha adotiva dela (mas não dele), Soon-Yi Previn. O diretor e Soon-Yi se casaram e estão juntos até hoje. O casal adotou duas filhas, que já são jovens adultas com 20 e 21 anos, e jamais denunciaram Allen por qualquer comportamento. Também vale observar que algumas mensagens raivosas, postadas nas redes sociais nos últimos dias contra a reputação do diretor, aludem ao fato de que uma nova reportagem-denúncia estaria prestes a emergir contra Woody Allen. Pode ser que sim, o que ajudaria a explicar a decisão inesperada da Hachette – o surgimento de fatos mudariam o entendimento da desistência. Entretanto, não seria a primeira vez que fake news viram munição de detratores de Allen, que acusaram até “Um Dia de Chuva em Nova York” de ser uma apologia à pedofilia, antes do mundo poder assistir ao filme. Toda essa polêmica pode até render mais um capítulo no livro de memórias do cineasta, que agora deverá ser oferecido para outra editora – e possivelmente publicado primeiro no exterior. Até o título pode ser mudado. A publicação, que seria lançada com o nome de “Apropos of Nothing” (a propósito de nada), virou “tudo” para seus detratores.

    Leia mais
  • Etc

    Funcionários de editora protestam contra publicação do livro de memórias de Woody Allen

    6 de março de 2020 /

    Funcionários do grupo editoral americano Hachette promoveram um walk out, um protesto em que deixaram seus escritórios na tarde desta quinta-feira (5/3), manifestando seu desacordo com o anúncio da publicação de um livro de memórias do cineasta Woody Allen. A reação dos funcionários aconteceu após as recentes declarações de Ronan Farrow, filho de Allen, que repudiou o contrato da editora, acusando-a de “falta de ética e de compaixão por vítimas de agressões sexuais”. Allen foi denunciado por abusar da filha Dylan Farrow quando ela era uma criança. O diretor sempre negou e o caso tem bastidores conturbados, pois foi trazido à tona durante a separação do diretor e da atriz Mia Farrow. Em comunicado, a Hachette afirmou que respeita a opinião de seus funcionários e que irá “iniciar uma discussão mais profunda sobre o assunto assim que possível”. Dylan foi ao Twitter agradecer a manifestação de solidariedade. “Obrigada do fundo do meu coração”, ela tuitou. Além dos cerca de 75 funcionários, que abandonaram o trabalho e desceram para frente do prédio da Hachette, vários escritores se manifestaram em apoio ao protesto. Até editoras rivais prestaram solidariedade, numa expressiva condenação pública da reputação – o chamado cancelamento social – de Woody Allen. E à favor da censura. O repúdio contra Woody Allen se deve à uma acusação de abuso sexual que ele teria cometido contra a filha Dylan Farrow nos anos 1990. As acusações foram verificadas por um tribunal de justiça na época, com direito a duas investigações diferentes de seis meses. Ambas concluíram não ter havido abuso sexual. Allen alega que a denúncia é fruto exclusivo de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão do diretor. Dez anos mais velho que Ronan, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima – da manipulação da mãe, Mia Farrow. Tomando as dores da irmã, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e um contrato para livros com o grupo Hachete, que ele decidiu renegar após saber do livro do diretor. O repúdio contra Allen se deve à decisão de Dylan de retomar a acusação de abuso no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem sobre Weinstein do irmão. No auge do #MeToo, ela fez questão de comparar Allen com Weinstein, e suas denúncias conseguiram criar uma reação de repúdio generalizado contra o diretor, apesar de não trazer nenhum fato novo à tona. Mia Farrow tomou ódio de Allen porque ele a trocou pela filha adotiva dela (mas não dele), Soon-Yi Previn. O diretor e Soon-Yi se casaram e estão juntos até hoje. Mas vale observar que algumas mensagens raivosas, postadas nas redes sociais na quinta (5/6) contra o diretor, aludem ao fato de que uma nova reportagem-denúncia estaria prestes a emergir contra Woody Allen. Pode ser que sim. Entretanto, não seria a primeira vez que fake news viram munição de detratores de Allen, que acusaram até “Um Dia de Chuva em Nova York” de ser uma apologia à pedofilia, antes do mundo poder assistir ao filme. Toda essa polêmica deve alimentar o livro de memórias do cineasta, intitulado “Apropos of Nothing” (a propósito de nada) e descrito como “um relato exaustivo da vida de Woody Allen, pessoal e profissional”. Até segunda ordem, a publicação tem previsão de lançamento para abril nos EUA.

    Leia mais
  • Etc

    MIPTV: Maior evento internacional do mercado de televisão é cancelado por temor do coronavírus

    4 de março de 2020 /

    O evento MIPTV, voltado ao mercado internacional de televisão, foi cancelado devido aos receios despertados pela epidemia de covid-19, o novo coronavírus que a OMS (Organização Mundial de Saúde) ainda não considera pandemia. A empresa responsável pelo evento, Reed Midem, confirmou que a edição 2020, prevista para durar de 30 de março a 2 de abril em Cannes, na França, não vai mais acontecer. “No contexto atual, muitos de nossos clientes expressaram preocupação em viajar neste momento. Não é possível remarcar o MIPTV nos próximos meses, portanto, o curso de ação mais apropriado é cancelar o MIPTV de 2020 ”, disse Paul Zilk, diretor executivo da Reed Midem. Já o CanneSeries, o festival de televisão que acontece em paralelo ao MIPTV, foi transferido para os dias 9 e 14 de outubro junto com o evento de outono da empresa, o MIPCOM, que também é realizado em Cannes. “Dada a situação em rápida evolução, tomamos a difícil decisão de adiar o festival. É nossa responsabilidade proteger a saúde dos convidados, profissionais e público”, disse Fleur Pellerin, diretor do CanneSeries. O cancelamento da MIPTV ocorre no momento em que o coronavírus se espalha por toda a Europa. Na França, tem havido um número crescente de casos confirmados do vírus e mortes relacionadas. O primeiro caso conhecido de coronavírus em Cannes ocorreu no dia 28 de fevereiro, mas a Reed Midem manteve sua programação até esta semana. Foi preciso que as autoridades francesas emitissem restrições de viagem e proibição de aglomerações em grandes eventos para os organizadores mudarem de atitude. O risco de milhares de executivos de televisão vindos de todo o mundo para uma cidade com caso confirmado de coronavírus foi considerado grande demais.

    Leia mais
  • Etc

    Estrela de Supergirl espera primeiro filho

    4 de março de 2020 /

    O casal de atores Melissa Benoist e Chris Wood está esperando o primeiro filho juntos. A protagonista da série “Supergirl” fez o anúncio para os fãs em uma publicação no Instagram. “Uma criança não canina está chegando à nossa família muito em breve! Chris Wood sempre foi um pai velho por natureza, mas agora ele será de verdade”, brincou Benoist ao postar uma foto da família completa, ao lado do marido e dos dois cachorros. Melissa Benoist e Chris Wood se casaram em setembro de 2019, em uma cerimônia privada na Califórnia, nos Estados Unidos. Os dois se conheceram em 2016, nas gravações de “Supergirl”, onde ele interpretou o super-herói Mon-El, que se torna namorado da heroína. A atriz foi casada por um ano com Blake Jenner, com quem contracenou em “Glee”. Eles se separaram em 2016. Será curioso ver como a produção de “Supergirl” vai lidar com a gravidez da atriz. A série está atualmente exibindo a metade final de seu 5º ano e já se encontra renovada para sua 6ª temporada, que ainda não começou a ser gravada. Ver essa foto no Instagram A non-canine child is coming to our family very soon!!! 😱😆😭 @christophrwood has always been an old dad by nature but now he’s going to be a real one! Uma publicação compartilhada por Melissa Benoist (@melissabenoist) em 4 de Mar, 2020 às 11:04 PST

    Leia mais
  • Etc

    Empresa oferece fortuna para Meghan Markle voltar a Suits

    4 de março de 2020 /

    Uma empresa alemã de cosméticos, chamada Biotulin, ofereceu publicamente US$ 5 milhões para Meghan Markle voltar à série “Suits”. Nem precisaria ser uma volta grandiosa, apenas uma aparição de 5 segundos na série que a tornou famosa, desde que esse tempo seja gasto com product placement. Em tuíte endereçado ao CEO da empresa de mídia NBCUniversal, responsável por “Suits”, a Biotulin escreveu: “Atenção Steve Burke, estamos oferecendo de novo US$ 5 milhões por uma aparição de 5 segundos da Meghan Markle usando nosso gel botox biológico na série ‘Suits’. Por favor, cheque a oferta com o agente dela”. Segundo a empresa alemã, Meghan é usuária de um creme com botox orgânico de sua marca. Só que a companhia, que jura conhecer muito bem os hábitos de beleza da atriz, desconhece completamente o detalhe principal que inviabiliza sua proposta. Maghan não poderia voltar para “Suits” nem que quisesse, porque a série acabou. O último episódio foi exibido em 25 de setembro nos EUA, 18 meses após ela sair da série. Já a atriz se despediu da personagem Rachel Zane em 25 de abril de 2018. Na história, ela trocou o trabalho na firma advocacia de “Suits” pela vida de casada, refletindo sua própria história pessoal, em que abandonou a série para se casar com o príncipe Harry. Recentemente, Meghan e Harry se afastaram dos deveres reais e se mudaram para o Canadá com o filho Archie. Ela tem realmente planos de retomar a carreira artística, com apoio do marido. Att. Steve Burke: We are again offering you 5 million $ for a 5 sec. appearance of Meghan Markle with our biological Botox gel BIOTULIN in your TV series “Suits”. Pls. check our offer with her agent.#biotulin @NBCUniversal #stephenbburke @nbc @nbcnews — Biotulin (@Biotulin) March 2, 2020

    Leia mais
  • Etc

    Filho de Woody Allen diz que livro do diretor é “falta de ética e compaixão por vítimas de agressões sexuais”

    4 de março de 2020 /

    Há alguns anos não há anúncio de projeto de Woody Allen sem manifestação bombástica de seus filhos. E, sem tardar, o jornalista Ronan Farrow criticou a decisão do grupo editoral Hachete de publicar o livro de memórias de seu pai, anunciado na segunda-feira passada (2/3). Fez mais. Em retaliação, afirmou que deixará de publicar suas obras pela Hachette, porque não deseja estar na mesma editora do diretor. “A Hachette não fez as verificações sobre o conteúdo deste livro”, disse Farrow, denunciando o fato de a editora não ter entrado em contato com sua irmã, Dylan Farrow, que acusa Woody Allen de abusos, o que constitui, segundo ele, uma “falta enorme de profissionalismo”. “Isto demonstra a falta de ética e de compaixão por vítimas de agressões sexuais”, acrescentou Farrow. A declaração, entretanto, é digna de atenção pela “vendetta” que embute, não pelo que afirma. Porque as palavras de Farrow não fazem sentido. É preciso dizer o óbvio: um “livro de memórias” não inclui as “memórias” de quem não o escreveu. Não se trata de jornalismo, obviamente, mas de uma obra de cunho pessoal. A única verificação feita pela editora é de ordem jurídica, visando checar trechos que possam render processos. Fora isso, não se “edita” fatos narrados em primeira pessoa com censura prévia. Ronan deveria saber a diferença entre livro de memórias e reportagem, já que é jornalista. Mas também é raro ver jornalista defendendo a censura. Como se trata de uma acusação forte, também é importante ressaltar que, ao contrário do que Ronan Farrow afirma, as acusações contra Woody Allen foram, sim, verificadas: por um tribunal de justiça nos anos 1990, após duas investigações distintas que duraram vários meses e que não encontraram causa para procedimento legal contra o diretor. Mas o porta-voz da ética não aceita esse resultado. Seu tribunal de opinião pública só permite um veredito: culpado, independente das provas. Tomando o caso de forma pessoal, Ronan costuma comparar Woody Allen, jamais acusado de abuso ou assédio por nenhuma atriz com quem trabalhou em mais de meio século de carreira, com Harvey Weinstein, denunciado por mais de 100 mulheres e recentemente condenado por crimes sexuais pela justiça de Nova York. Ronan foi um dos responsáveis por essa condenação, ao publicar uma das primeiras reportagens sobre a atividade predadora de Weinstein na revista The New Yorker, que, inclusive, lhe rendeu o prestigioso prêmio Pulitzer e o contrato para livros com o grupo Hachete. Dylan Farrow, que tem o apoio da mãe adotiva, Mia Farrow, e de Ronan, voltou a acusar Allen no final de 2017, aproveitando a repercussão da reportagem do irmão. No auge do #MeToo, suas denúncias conseguiram criar uma reação de repúdio generalizado contra o diretor, como se houvesse fato novo. Allen sempre negou tudo, retrucando que a denúncia é fruto exclusivo de lavagem cerebral promovida pela mãe da jovem, Mia Farrow. Outro de seus filhos, Moses Farrow, confirma a versão de Allen. Dez anos mais velho que Ronan, ele diz se lembrar melhor dos fatos que os irmãos, que eram crianças na época. Dylan, por exemplo, tinha apenas sete anos quando o suposto abuso aconteceu, e Moses, que virou terapeuta de famílias, lembra os fatos de forma muito diferente. Para ele, sua irmã mais nova jamais foi molestada pelo pai, mas isso não a impediu de ter sido uma vítima de abuso. Vítima de uma campanha de manipulação da mãe, Mia Farrow. O cineasta deve abordar essa polêmica em seu livro, intitulado “Apropos of Nothing” (a propósito de nada) e descrito como “um relato exaustivo da vida de Woody Allen, pessoal e profissional”. A publicação será lançada em abril nos EUA.

    Leia mais
  • Etc

    Petra Costa conta detalhes de seus encontros com astros de Hollywood nos bastidores do Oscar 2020

    4 de março de 2020 /

    Petra Costa, diretora de “Democracia em Vertigem”, revelou o que conversou com os astros de Hollywood nos bastidores de sua participação no Oscar 2020. O documentário da cineasta brasileira, sobre a trajetória do impeachment de Dilma Rousseff, concorreu ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, levando-a a participar de vários eventos oficiais relacionados à premiação. No podcast Anticast, apresentado por Ivan Mizanzuk, ela relatou os bastidores de seus encontros com as estrelas do cinema americano, que chegou a destacar em suas redes sociais. “Com o Leonardo DiCaprio, tive o prazer de ser apresentada pra ele pela Sônia [Guajajara, líder indígena] e ele falou: ‘Nossa, já estou ajudando uma fundação a qual a Sonia é associada, então fico feliz de vê-la. Mas eu fui atacado pelo seu presidente’. E a Sônia falou: ‘Eu também’. E eu: ‘Eu também!’. Então, nós três tínhamos isso em comum”, contou Petra. DiCaprio disse para Petra que, inclusive, já tinha assistido a “Democracia em Vertigem. “Ele tinha visto o filme, falou que gostou muito do filme e que tinha achado superinteressante. Ficamos de conversar mais. Eles [Leo e Sonia] têm feito algumas ações juntos”. “Conversei também com [Robert] De Niro, que ajudou em todos os meus filmes por meio da fundação dele, a Tribeca. Ele foi muito simpático. O Tarantino foi superlegal. Contei um pouco do filme e ele prometeu que ia ver, foi muito simpático. E com o Brad Pitt falamos sobre o filme, ele falou muito de uma série [sobre o Brasil] que gosta muito, ‘Bandidos na TV'”, afirmou Petra, citando a atração da Netflix sobre a história do apresentador Wallace Souza. Ela também contou que, como qualquer pessoa normal, não resistiu e tietou alguns de seus ídolos, especialmente De Niro e Al Pacino. “Robert DeNiro eu apresentei pra minha mãe, e ela cantou uma música para ele. E o Al Pacino eu não aguentei e falei: ‘Você é o melhor da história. Você é o Deus e o Diabo do cinema’. Ele ficou todo tocado, chocado, não sei…”, riu a diretora. Durante a entrevista, ela adiantou que já está trabalhando num novo projeto cinematográfico. “Estou trabalhando, mas ainda não prefiro falar muito. É um projeto que continuo na investigação, que é na intersecção entre pessoal e político, mas em breve poderei falar mais.” Mas não deve ser um desdobramento de “Democracia em Vertigem”, apesar de achar que as sobras de material poderiam render outros filmes. “Daria muitos filmes”, disse, afirmando que quer partir para outros temas. “Foram três anos de imersão completa e total. Estou adorando pensar em outros temas. Eu tive um cansaço dessa temática. Mas teria outros filmes a se fazer. Há discussões interessantes com congressistas, aprofundando sobre o que deixa a democracia brasileira tão disfuncional. Todos os partidos concordam que o Brasil precisa de uma reforma política. Que nosso sistema eleitoral é impossível. Seria interessante que alguém explorasse”, avaliou.

    Leia mais
  • Etc

    Guerra Cultural: Regina Duarte assume a Secretaria da Cultura sob ataque de olavistas

    4 de março de 2020 /

    A atriz Regina Duarte assumiu a Secretaria Especial da Cultura do governo de Jair Bolsonaro nesta quarta-feira (4/3) e já começou a ser atacada. A hashtag #foraRegina subiu nos trending topics do Twitter. A ironia é que quem impulsionou os ataques foram pessoas ligadas ao presidente Bolsonaro. Ou melhor, ao guru do presidente, Olavo de Carvalho. Regina virou alvo da ala olavista do governo porque sua posse coincidiu com a demissão de seis funcionários da pasta ligados aos pensamentos mais antiquados do conservadorismo extremo brasileiro. As exonerações foram assinadas pelo general Walter Souza Braga Netto, ministro da Casa Civil, e publicados nesta quarta no Diário Oficial, mas os olavistas veem o dedo da ex-atriz da Globo. Entre os demitidos, está Dante Mantovani, ex-presidente da Funarte (Fundação Nacional de Artes), autor da seguinte pérola: “o rock ativa a droga que ativa o sexo que ativa a indústria do aborto. A indústria do aborto por sua vez alimenta uma coisa muito mais pesada que é o satanismo. O próprio John Lennon disse que fez um pacto com o diabo”. Outro demitido, Camilo Calandreli, ex-secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, chegou a dizer que a lei Rouanet “passou a ser utilizada como mecanismo de ideologização política”, apropriada pelo “marxismo cultural” durante o governo do PT. Antes das hashtags subirem, Olavo postou: “Aplaudir a indicação da Regina Duarte parece ter sido uma cagada minha, mais uma entre tantas. Não sei onde vou arranjar tanto papel higiênico.” Em sua posse, em evento pouco prestigiado pela classe artística, Regina prometeu pacificar a pasta e manter diálogo constante com a classe cultural, a sociedade e o Congresso. “Meu propósito aqui é de pacificação, diálogo permanente com o setor cultural, estados e municípios, Parlamento e com os órgãos de controle”, disse, em um discurso de 15 minutos, pontuado por intervenções performáticas. Olhando para Bolsonaro, por exemplo, a atriz reforçou a promessa feita a ela de que teria liberdade para escolher os integrantes da secretaria. “Então, o convite que me trouxe até aqui falava em porteira fechada, carta branca. Não vou esquecer não, hein?” Entre caretas, continências e coraçõezinhos com as mãos, ela também exaltou o papel e a diversidade da cultura brasileira, defendeu valores familiares e a repartição com equilíbrio de recursos de fomento. “Posso ser um tanto ingênua, mas eu acredito que possa se fazer muita cultura e arte com os recursos que nós temos com criatividade”, disse. No evento, estiveram presentes atores como Carlos Vereza, Rosamaria Murtinho, Mylla Christie, Mário Frias e Maria Paula, além do locutor de rodeios Cuiabano Lima. A equipe de Regina ainda não foi anunciada, mas o ator e produtor teatral Humberto Braga e Vereza devem integrar a Secretaria de Cultura. A atriz é a quarta titular da pasta, que costumava ser um Ministério antes da gestão Bolsonaro iniciar o desmonte do setor cultural no Brasil.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie