Integrante da produção da série NeXT testa positivo para coronavírus
Um integrante da produção de “NeXT”, vindoura série sci-fi tecnológica da rede Fox, testou positivo para o coronavírus. A série, que acaba de encerrar as gravações de sua 1ª temporada, ainda não teve sua estreia anunciada. A Fox e a Disney notificaram o elenco e a equipe sobre a possibilidade de contágio, após o teste positivo. “Essa pessoa entrou em contato com outros integrantes e elenco e equipe durante as gravações e possivelmente em pessoas de outros lugares”, disse o sindicato dos atores, SAG-AFTRA, em comunicado. “Estamos trabalhando com a empresa de produção para determinar a linha do tempo e o escopo da exposição potencial a integrantes do elenco e outras pessoas. Estamos monitorando a situação de perto e atualizaremos a situação, conforme necessário.” A Disney Television Studios, responsável pela produção, disse em um comunicado: “Fomos notificados pelo Departamento de Saúde Pública de Chicago (CDPH) que um membro da equipe de “NeXt”, que concluiu sua produção em Chicago na semana passada, deu positivo para covid-19 e está recebendo tratamento. Estamos trabalhando em estreita colaboração com o CDPH para identificar e entrar em contato com todos os indivíduos que entraram em contato direto com o membro da equipe e estamos tomando precauções para proteger todos os que trabalham em nossas produções.” “NeXT” destaca em seu elenco o ator John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). Entre os coadjuvantes, estão Michael Mosley (“Ozark”), Jason Butler Harner (também de “Ozark”), Eve Harlow (“Agents of SHIELD”), Aaron Moten (“The Night Of”), Gerardo Celasco (“Battleship”), a adolescente Elizabeth Cappucino (“Jessica Jones”) e o menino Evan Whitten (“Mr. Robot”). Criação de Manny Coto (de “24 Horas”) com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), a série acompanha a evolução de uma Inteligência Artificial maligna. Solta no mundo, ela aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet e computadores para promover ataques. A premissa remete aos clássicos “Colossus 1980” (1970) e “Geração Proteus” (1977). Com apenas 10 episódios em sua 1ª temporada, a série deve estrear na temporada norte-americana de verão (entre maio e agosto).
Kids’ Choice Awards é adiado por conta do coronavírus
A premiação Kids’ Choice Awards, dedica às atrações e artistas favoritos do público infantil, foi adiada pelo canal pago Nickelodeon em meio à crise global do coronavírus. “O Kids ‘Choice Awards, programado para 22 de março de 2020, em Los Angeles, está sendo adiado em consideração à segurança e bem-estar de todas as pessoas envolvidas no programa, que é nossa principal prioridade. Teremos mais informações sobre uma nova data no futuro”, divulgou a Nickelodeon em comunicado. A premiação seria apresentada pelo rapper vencedor do Grammy, Chance the Rapper. A notícias segue o cancelamento ou adiamento de diversos eventos importantes dos EUA, incluindo os festivais SXSW e Coachella, a convenção E3, o campeonato de basquete da NBA e outros, devido à alta capacidade de contágio do vírus covid-19.
Tom Hanks testa positivo para coronavírus
O ator Tom Hanks (“Um Lindo Dia na Vizinhança”) revelou que ele e sua esposa Rita Wilson testaram positivo para o coronavírus. A informação foi compartilhada em seu perfil no Instagram. “Olá pessoal. Rita e eu estamos aqui na Austrália. Nos sentimos um pouco cansados, como se tivéssemos resfriados e algumas dores no corpo. Rita teve alguns calafrios que vieram e se foram. Febres leves também. Para fazer as coisas direito, como é necessário no mundo agora, fomos testados para o Coronavírus e foram considerados positivos”, contou. “Bem, e agora, o que fazer a seguir? Os médicos possuem protocolos que devem ser seguidos. Nós, Hanks, seremos testados, observados e isolados pelo tempo que a saúde e a segurança pública exigirem. Não há muito mais a fazer, além da abordagem de um dia de cada vez”, acrescentou. Ele está Austrália para a participar da filmagem da cinebiografia de Elvis Presley, de Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), na qual interpreta o papel do empresário do Rei do Rock, o coronel Tom Parker. A produção deve ser interrompida. O elenco do filme destaca ainda Austin Butler (o Tex de “Era uma Vez em Hollywood”) como Elvis, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe do cantor. Ainda sem título, o filme tinha previsão de estreia para outubro de 2021. Ver essa foto no Instagram Hello, folks. Rita and I are down here in Australia. We felt a bit tired, like we had colds, and some body aches. Rita had some chills that came and went. Slight fevers too. To play things right, as is needed in the world right now, we were tested for the Coronavirus, and were found to be positive. Well, now. What to do next? The Medical Officials have protocols that must be followed. We Hanks’ will be tested, observed, and isolated for as long as public health and safety requires. Not much more to it than a one-day-at-a-time approach, no? We’ll keep the world posted and updated. Take care of yourselves! Hanx! Uma publicação compartilhada por Tom Hanks (@tomhanks) em 11 de Mar, 2020 às 6:08 PDT
Charlie Sheen nega ter abusado de Corey Haim e recebe apoio da mãe do ator
Charlie Sheen está negando de forma veemente a acusação feita por Corey Feldman em seu documentário, “(My) Truth: The Rape of Two Coreys”, que alega que a estrela de “Dois Homens e Meio” estuprou o falecido Corey Haim quando este era menor. Um porta-voz do ator emitiu um comunicado sucinto em que afirma: “Essas alegações doentes, distorcidas e estranhas nunca ocorreram. Ponto final. Peço a todos que considerem a fonte e leiam o que a mãe de Corey, Judy Haim, tem a dizer”. Judy, por sua vez, disse: “Eu sinto que essa é uma grande acusação sem nenhuma prova e sem o meu filho estar aqui para se defender. Eu estou firme em dizer que Charlie NÃO fez isso. Isso, é claro, nunca aconteceu. Infelizmente, Feldman perdeu a cabeça e o pior é que ele acha que essa é uma ótima maneira de comemorar os dez anos da morte do meu filho”. Corey Haim morreu em 2010 aos 38 anos. No documentário, Feldman alega que ele sofreu abuso de Sheen durante as filmagens de “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), que ambos protagonizaram. Na época, Sheen tinha 19 anos, enquanto Haim tinha 13. A primeira vez que essas acusações surgiram foi em 2017, mas em outro contexto – teria sido por vontade própria de Haim. Na época, Sheen também negou as alegações e instaurou processos legais por difamação contra o responsável pela declaração – o ator Dominick Brascia (“Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo”), que acabou morrendo em 2018. Judy Haim acredita que Dominick Brascia foi quem, na verdade, abusou de seu filho, e teria lançado essa cortina de fumaça para escapar da acusação. Brascia também é nomeado como suposto molestador de Haim no documentário de Feldman, lançado em Los Angeles na segunda-feira. Feldman ainda afirma ter sido, ele próprio, abusado sexualmente por outros três homens quando jovem: o ator Jon Grissom, o dono de boate Alphy Dominick e o empresário de jovens talentos Marty Weiss. “(My) Truth: The Rape of Two Coreys” deveria ter sido disponibilizado online para o grande público, mas isso não aconteceu.
Riverdale interrompe produção da 4ª temporada após contato com coronavírus
A produção da 4ª temporada de “Riverdale” foi oficialmente interrompida, depois de entrar em contato com uma pessoa que testou positivo para coronavírus (também conhecido como covid-19). Em comunicado, a WBTV (Warner Bros Television) informou que o integrante da produção que fez esse contato está recebendo avaliação médica, mas não revelou se essa pessoa integra o elenco ou se faz parte da equipe de gravação. A nota ainda sugere que outros membros da série pode ter tido contato com o suspeito da infecção. “Fomos informados de que um membro da equipe de ‘Riverdale’, produzido em Vancouver, Canadá, entrou recentemente em contato com uma pessoa que testou positivo para covid-19. O membro da equipe está atualmente recebendo avaliação médica”, disse um porta-voz do estúdio em comunicado. “Estamos trabalhando em estreita colaboração com as autoridades e agências de saúde apropriadas em Vancouver para identificar e entrar em contato com todos os indivíduos que possam ter entrado em contato direto com o membro da nossa equipe. A saúde e a segurança de nossos funcionários, elenco e equipe são sempre a nossa principal prioridade. Temos tomado e continuaremos a tomar precauções para proteger todos os que trabalham em nossas produções em todo o mundo. Devido à cautela, a produção de Riverdale está atualmente suspensa.” A produção foi paralisada em meio às gravações de seu episódio de número 20, de um total de 22 programados. A série exibe o 16º episódio da temporada nesta quarta (11/3) nos EUA e não há previsão para o retorno ao trabalho. A notícia da paralisação de “Riverdale” chega no mesmo dia em que a OMS (Organização Mundial da Saúde) mudou o status da epidemia de coronavírus para uma pandemia global.
Ator de Gomorra está preso em casa com irmã morta devido ao coronavírus
O ator italiano Luca Franzese, que apareceu na série “Gomorra”, postou um vídeo desesperado no Facebook, avisando que está preso em casa com o corpo de sua irmã morta, vítima do coronavírus. Ele não pode sair, porque está em isolamento após ser exposto à doença. “Minha irmã morreu ontem, provavelmente por causa do vírus, e estou esperando respostas desde a noite passada”, diz ele, bastante emocionado na gravação, enquanto o corpo de sua irmã, Teresa, pode ser visto ao fundo. “Estamos arruinados. A Itália nos abandonou”, acrescenta o ator, que vive em Nápoles, no extremo sul italiano, que supostamente seria mais seguro. Franzese conta que mais três membros de sua família também deram positivo no teste para o vírus. A Itália está atualmente com regiões confinadas e é o segundo país mais afetada no mundo depois da China, onde o coronavírus se originou. Veja o vídeo abaixo. Mas atenção: é impactante.
Harvey Weinstein é condenado a 23 anos de prisão
O ex-produtor de cinema Harvey Westein foi sentenciado nesta quarta (11/3) a 23 anos de prisão, após ser considerado culpado de dois casos de estupro e assédio sexual. Weinstein foi à corte em Nova York, à frente do juiz James Burke — que anunciou a sentença — e falou durante a audiência de hoje. Em tom baixo, disse estar confuso quanto às acusações e afirmou ter remorso pelas mulheres. “Eu tenho um grande remorso por todas vocês. Eu tenho grande remorso por todas as mulheres”, afirmou Weinstein. Entretanto, afirmou que acreditava ter uma “amizade séria” com Miriam Haley e Jessica Mann, suas vítimas. Ele segue negando os abusos e diz que fez sexo consensual com elas. “Não vou dizer que elas não sejam grandes pessoas. Eu tive tempos ótimos com essas pessoas. Estou genuinamente confuso. Homens estão confusos com essa situação”, afirmou ele. Weinstein foi condenado por um estupro em um hotel de Nova York ocorrido em 2013 e por ter forçado outra mulher a fazer sexo oral nele, em seu apartamento, em 2006. Embora a condenação tenha sido sobre esses dois casos, Weinstein também ficou “confuso” com cerca de outra centena de mulheres, que o denunciaram nas redes sociais, dando início ao movimento #MeToo. Por décadas, ele se aproveitou de jovens atrizes, algumas que ficaram, inclusive, bastante famosas, e exerceu seu poder financeiro e de influência social para manter o histórico de abusos em segredo, até que duas reportagens do final de 2017 acabaram com o sigilo, trazendo toda a obscenidade à tona. Quando a verdade se tornou conhecida, 36 mulheres apresentaram acusações contra Weinstein, porém a maioria esmagadora não pôde ser levada à justiça, devido à prescrição, e apenas os dois casos recentes foram julgados em Nova York. Além dessa condenação, Weinstein também deve enfrentar outro julgamento, por casos acontecidos em Los Angeles, que pode aumentar ainda mais sua pena. Diante do destino do ex-produtor, sua advogada Donna Rotunno considerou a pena “obscena”. “A sentença que acabou de ser proferida por este tribunal foi obscena. Estou com muita raiva por esse número (de anos de prisão). Eu acho que esse número é um número covarde para dar”, disse Rotunno. “Tem assassinos que vão sair da prisão em menos tempo que Harvey Weinstein”, completou. Além dos 23 anos, a sentença de Weinstein ainda proferiu que, após ser libertado, ele passará mais cinco sob supervisão da Justiça norte-americana. A advogada queria pena mínima, de cinco anos. Mas ele poderia ter sido condenado à prisão perpétua, caso também fosse considerado culpado das acusações de ser um predador sexual, os delitos mais graves no processo. Apesar do vasto histórico, não houve consenso entre o júri sobre a denúncia de abusos em série, apenas sobre os casos julgados. Em seu pronunciamento final, o promotor Cyrus Vance Jr agradeceu às vítimas por contaram suas histórias no tribunal. “Agradecemos às sobreviventes por suas notáveis declarações e coragem indescritível nos últimos dois anos. Harvey Weinstein empregou nada menos que um exército de espiões para mantê-las caladas. Mas elas se recusaram a ficar caladas e foram ouvidas. Suas palavras derrubaram um predador e o colocaram atrás das grades, e deram esperança aos sobreviventes de violência sexual em todo o mundo”, declarou. Já a defesa pediu ao juiz para aplicar a pena mínima, porque Weinstein é um profissional bem-sucedido que ganhou dezenas de Oscars. “Sua história de vida, suas conquistas, suas lutas são simplesmente notáveis e não devem ser ignoradas, devido ao veredicto do júri”, alegou. Pai de cinco filhos, o ex-produtor de cinema está com a saúde abalada desde o início do julgamento. Além de ter comparecido ao tribunal de muletas, quando recebeu o veredito de culpado sentiu palpitações e dores no peito, foi levado para um hospital e acabou submetido a uma cirurgia cardíaca de emergência. Para sua advogada a longa sentença contra ele equivale a uma sentença de morte.
Harvey Weinstein chegou a desejar morte de Jennifer Aniston em email
De acordo com documentos do julgamento de Harvey Weinstein obtidos pela equipe da revista Variety, o ex-produtor, condenado por abuso sexual e estupro, teria desejado a morte de Jennifer Aniston em 2017. Em 31 de outubro daquele ano, pouco depois do surgimento das primeiras reportagens sobre a rotina de assédio, abusos e até estupros de Weinstein, uma jornalista da revista National Enquirer quis saber o que ele tinha a dizer sobre alegações de que teria apalpado o corpo de Aniston — acusação não confirmada pelos representantes legais da atriz. Sua resposta, em email enviado ao jornal, foi curta: “Jen Aniston deveria ser morta”. Os emails foram obtidos e revisados pela revista Variety nesta terça (11/3), no tribunal de Nova York, nos Estados Unidos. O processo movido contra Weinstein possui mais de mil páginas de documentos.
Leandro Hassum faz piada com passaporte paraguaio de Ronaldinho Gaúcho
O comediante Leandro Hassum resolveu fazer piada com o caso dos passaportes falsos de Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão Assis. Em sua conta oficial no Instagram, o humorista postou uma foto vestido de mulher, acompanhada por uma manchete que afirma que ele se arrumou para tirar foto para um passaporte paraguaio. “Dá para ver que sou eu, né. Só acordei na Vibe de me arrumar”, acrescentou Hassum na legenda. Ronaldinho e Assis foram detidos na quarta-feira (4/3) por entrarem no Paraguai com documentos falsos. Ambos alegam que não sabiam que os passaportes, que os apresentam como paraguaios naturalizados, eram irregulares. Os dois continuam presos nesta terça (10/3) e sem perspectiva de liberdade. Ver essa foto no Instagram Dá para ver que sou eu né. Só acordei na Vibe de me arrumar. Uma publicação compartilhada por Leandro Hassum (@leandrohassum) em 10 de Mar, 2020 às 5:55 PDT
Corey Feldman acusa Charlie Sheen de estuprar Corey Haim quando este era menor
Corey Feldman, que foi um dos atores mirins mais famosos dos anos 1980 – estrela de “Os Goonies”, “Conta Comigo”, “Garotos Perdidos”, etc – , lançou na noite de segunda (9/3) o documentário “My Truth: The Rape of Two Coreys”, em que ele denuncia os homens que supostamente teriam abusado sexualmente dele e do amigo Corey Haim, seu colega em “Garotos Perdidos” e “Sem Licença para Dirigir”, quando ainda eram menores. O nome do astro Charlie Sheen aparece entre os acusados. Segundo Feldman, Sheen estuprou Haim durante as gravações do filme “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), que ambos protagonizaram. No documentário, ele alega que seu amigo, falecido em 2010, lhe contou tudo o que teria acontecido na época. “Isso não foi uma coisa do tipo que aconteceu uma vez. Isso não foi como: ‘Ah, por falar nisso, isso aconteceu’. Ele deu muitos detalhes sobre isso”, alega Feldman no documentário. E, em seguida, cita os detalhes. “Ele me disse: ‘Charlie me curvou entre dois carros, passou óleo nas minhas nádegas e me estuprou em plena luz do dia’. Qualquer pessoa poderia ter passado, qualquer um poderia ter visto.” A ex-mulher de Feldman, Susannah Sprague, reforçou a acusação em seu depoimento. “Ele me contou que foi estuprado no set do filme quando ainda era um garoto”, disse. “Ele me contou que Charlie Sheen foi o responsável”, apontou. Haim tinha 13 anos durante as gravações de “A Inocência do Primeiro Amor” (1986), enquanto Charlie Sheen estava com 19 anos. Procurado pela revista Entertainment Weekly, Sheen negou de forma categórica qualquer envolvimento no caso. Não é a primeira vez que esta história vem à tona. Em 2017, no começo do movimento #MeToo, o ator Dominick Brascia (“Sexta-Feira 13 – Parte 5: Um Novo Começo”) tornou-se o primeiro a contar ter ouvido de Corey Haim que ele e Sheen fizeram sexo durante a filmagem de “A Inocência do Primeiro Amor”. Mas sua versão tinha detalhes diferentes. “Ele me disse que eles fumaram maconha e transaram. Ele disse que eles fizeram sexo anal. Haim me contou que, depois, Sheen ficou muito distante e o rejeitou. Quando Corey quis ficar de novo, Charlie não teve interesse.” Na época, Sheen também negou as alegações e instaurou processos legais por difamação contra o responsável pela declaração, que acabou morrendo em 2018. Judy Haim acredita que Dominick Brascia foi quem, na verdade, abusou de seu filho, e teria lançado essa cortina de fumaça para escapar da acusação. Brascia também é nomeado como suposto molestador de Haim no documentário de Feldman, lançado em Los Angeles na segunda-feira. Em seu documentário, Feldman ainda afirma ter sido, ele próprio, abusado sexualmente por outros três homens quando jovem: o ator Jon Grissom, o dono de boate Alphy Dominick e o empresário de jovens talentos Marty Weiss. “Eu já disse que não fui eu. Eu estou cansado de dizer e de ninguém me ouvir. Eu não vou mais repetir isso”, afirmou Grissom, ao negar as acusações. Feldman, que também era amigo pessoal de Michael Jackson, não nomeou o cantor em seu filme. Com comportamento considerado bizarro, o ator tem se apresentado como vítima de ameaças desde que anunciou o projeto, inclusive alegando ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato. A polícia não encontrou evidências do ataque, nem mesmo do ferimento à faca supostamente sofrido pelo ator. Durante a première do documentário, na noite passada, Feldman chegou a interromper a projeção do documentário, acompanhada por amigos pessoais e integrantes da imprensa, para anunciar que o streaming simultâneo da produção estava sendo sabotado. Ele ameaçou até não mostrar o resto do filme – a parte em que nomeava as pessoas citadas acima. Mas, depois da performance, retomou a sessão.
Ex-deputado que chamou artistas de “vagabundos da Lei Rouanet” vira réu em processo por difamação
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) tornou réu o ex-deputado Wladimir Costa (SD-PA), que agora irá responder à processo por ter chamado de “vagabundos da Lei Rouanet” os atores Glória Pires, Letícia Sabatella, Wagner Moura e Sônia Braga. Celebrizado por ter tatuado “Temer” no braço direito, ele enfrentará uma ação penal na primeira instância do Judiciário, já que não se reelegeu e perdeu o direito ao foro privilegiado. “O parlamentar lançou injúrias, difamação, imputou crime também a integrantes do setor artístico sem que tenha qualquer relação com o exercício do mandato. Foram proferidas palavras para atingir efetivamente a honra dessas pessoas”, disse o ministro Luiz Fux em seu voto. Além de Fux, votaram pelo recebimento da queixa-crime os ministros Marco Aurélio Mello, Luís Roberto Barroso e Rosa Weber. Divergiu, para rejeitar a acusação, Alexandre de Moraes. A decisão cria jurisprudência e serve como punição educativa. Como disse o relator, ministro Luís Roberto Barroso, o “parlamento não é para o livre mercado de ofensas”.
Regina Duarte é enquadrada pelo governo Bolsonaro em tempo recorde
Empossada na quarta-feira (4/9) secretária de Cultura do Brasil, Regina Duarte foi enquadrada pelo governo em tempo recorde, em menos de uma semana no cargo. Nenhum outro ministro recebeu recado de que pode cair em tempo tão breve. Nesta segunda (9/8), ela recebeu uma reprimenda pública do ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, via Twitter, em resposta a uma entrevista que deu ao programa “Fantástico”, exibida no domingo (8/3) pela Rede Globo. O trecho que incomodou o governo foi a constatação feita por Regina de que passou “os primeiros dias desfazendo intrigas, respondendo a acusações que não são verdadeiras. A gente começou com enormes dificuldades por causa de uma facção que quer ocupar esse lugar. Já tem hashtag #foraregina”. Tudo o que ela disse é verdade. Mas Luiz Eduardo Ramos contestou, em nome do governo, o tom e a escolha de palavras da atriz. “O uso do termo ‘facção’ em entrevista, sem nomear seus supostos integrantes, dá a entender que há divisões inexistentes e inaceitáveis em nosso governo”, ele escreveu. Ramos ainda definiu o que é Cultura, caso a secretária não soubesse, e mandou, educadamente, ela bater continência e seguir o Chefe. Ou, senão… “O Presidente valoriza a cultura, que deve se espelhar na família tradicional e nos princípios cristãos. Nosso governo tem um norte: a vontade da maioria do seu povo. Nisso Regina e Bolsonaro devem estar juntos”, escreveu Ramos. “São seus ministros e secretários que devem se moldar aos princípios publicamente defendidos pelo Presidente da República, não o contrário”, acrescentou, no enquadramento. Além do puxão de orelha público, o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, descreveu que Carlos Bolsonaro, o filho mais radical, “ficou apoplético” com a entrevista ao “Fantástico”. Ele cita como fontes “assessores do Palácio do Planalto”, que teriam ouvido “o incontrolável Carluxo” dizer na manhã desta segunda que “sua missão é tirar Regina do governo”. Carlos “sentiu-se atingido com a fala da atriz”. “Carluxo” já teria sido responsável pela queda de três Ministros do governo do pai. A entrevista de Regina Duarte também foi ironizada por Sérgio Camargo, da Fundação Palmares, descrito por ela como “ativista, mais que um gestor público”. Na entrevista, ela disse que estava “adiando esse problema” para resolver (demitir) quando baixasse a temperatura. E essa foi a deixa para Camargo aumentar a temperatura. “Bom dia a todos, exceto a quem chama apoiadores do Bolsonaro de facção e o negro que não se submete aos seus amigos da esquerda de ‘problema que vai resolver”‘, ele escreveu no Twitter. Aos poucos, Regina Duarte começa a descobrir o que muitos brasileiros sempre souberam. Ao assumir um cargo no governo, ela acreditou que teria carta-branca para fazer o que quisesse na Cultura. Largou o emprego de mais de 50 anos na Globo para atender ao convite do presidente e ser a “salvadora” da Cultura no Brasil, em chamas após o próprio Bolsonaro assumir o cargo. Regina chegou a dizer que considerava Bolsonaro incompreendido. Talvez agora comece a compreendê-lo melhor.
Filmes do crime de Suzane Von Richthofen terão sessão dupla pelo preço de um ingresso
A Galeria Distribuidora informou que os cinemas vão cobrar apenas um ingresso para quem quiser assistir a sessão dupla de “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais”. Os dois filmes serão lançados no mesmo dia, com sessões consecutivas nas mesmas salas, e podem ser vistos em qualquer ordem. Eles contam narrativas paralelas que exploram a polêmica em torno do assassinato dos pais de Suzanne Von Richthofen, comparando as versões dadas pela jovem e por seu namorado, Daniel Cravinhos. Os dois foram condenados pelo crime. O elenco destaca a atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) como Suzane e Leonardo Bittencourt (da novelinha “Malhação”) no papel de Daniel, enquanto a família de Suzane é representada por Vera Zimmermann (“Os Dez Mandamentos: O Filme”), Leonardo Medeiros (“O Mecanismo”) e o menino Kauan Ceglio (“Santos Dumont”). O elenco também inclui Allan Souza Lima (“A Cabeça de Gumercindo Saraiva”) como Christian, o irmão e cúmplice de Daniel. Os longas têm direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiros escritos por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. Ambos vão estrear no dia 2 de abril.












