PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Etc

Richarlison ironiza fuga de Flávio e Willer: “Ninguém na ilha?”

Jogador publica montagem feita com inteligência artificial sobre mansão disputada em Angra dos Reis

Leia mais
28 de outubro de 2026
Etc

Rayane Figliuzzi já teria novo affair após separação conturbada de Belo

Amigos da ex-Fazenda apontam envolvimento com Rafael Alves, empresário que já namorou Carol Castro e foi investigado por corrupção no Rio

Leia mais
28 de outubro de 2026
Etc

Virginia rebate Silvia Abravanel após ameaça à guarda dos filhos

Filha de Silvio Santos sugeriu que Poliana Rocha assumisse a criação dos netos depois de vídeo da influenciadora dançando com notas de dinheiro

Leia mais
28 de outubro de 2026
  • Etc

    Bryce Dallas Howard comemora formatura após 21 anos de faculdade

    23 de maio de 2020 /

    A atriz Bryce Dallas Howard usou o Instagram para comemorar sua formatura na NYU (New York University), revelando que demorou 21 anos para concluir o curso de Artes. No post, a estrela de “Jurassic World” explicou que a demora aconteceu porque sua carreira de atriz atropelou os estudos. “Eu me matriculei inicialmente em 1999, e depois tranquei o curso para começar a trabalhar como atriz, então essa conquista está a caminho há 21 anos!”, disse ela nas redes sociais. Howard largou a faculdade em 2001, para assumir um papel no teatro. Nos anos seguintes, sua carreira da atriz começou a decolar, com filmes como “A Vila” (2004), “A Dama na Água” (2006), “Homem-Aranha 3” (2007), “O Exterminador do Futuro: A Salvação” (2009) e “Histórias Cruzadas” (2011). Em meio a essa trajetória, o sonho de ter um diploma foi sendo adiado. Recentemente, a atriz, que é filha do ator e diretor Ron Howard, voltou para a NYU para um projeto de sua produtora cinematográfica, Nine Muses Entertainment, e aproveitou para fazer as aulas que faltavam para ganhar seu diploma. “Eu sempre tive um sonho de completar a minha educação formal e, embora hoje não possamos usar as nossas vestes roxas em uma festa de formatura [por causa da pandemia do novo coronavírus], quero agradecer a todo mundo que apoiou e encorajou todos os estudantes que se formam comigo”, escreveu ainda a atriz. Howard também conheceu seu marido, o ator Seth Gabel (de “Fringe” e “Salem”), durante a época da faculdade. Eles estão casados desde 2006, e têm dois filhos. Ver essa foto no Instagram I am so overcome with joy to share that I have officially graduated from NYU!! 💜 I first enrolled in undergrad in ’99, then took a leave of absence to start working as an actor, so this has been 21 years in the making! It’s been a long dream of mine to complete my formal education and though all of us NYU grads couldn’t wear glorious purple robes together today, I want to say thank you to everyone who supported and encouraged all of us graduates every step of the way. To the class of 2020, WE MADE IT 🎉🎓 There’s a special letter to the class of 2020 and my fellow Nine Muses Lab graduates in my bio! #NYU2020 Uma publicação compartilhada por Bryce Dallas Howard (@brycedhoward) em 21 de Mai, 2020 às 3:37 PDT

    Leia mais
  • Etc

    Produtor de Hollywood é preso por fraudar fundo de auxílio à pandemia de coronavírus

    23 de maio de 2020 /

    O executivo de Hollywood William Sadleir, de 66 anos, foi preso nesta sexta (23/5) em Los Angeles por agentes do FBI por determinação da justiça da Califórnia e de Nova York. Ex-presidente da produtora e distribuidora Aviron Pictures, Sadleir é acusado de envolvimento em uma fraude de US$ 30 milhões relacionada a um fundo criado para ajudar empresas durante a pandemia do novo coronavírus. O Ministério Público de Los Angeles afirma que ele solicitou empréstimos de US$ 1,7 milhão usando um fundo criado a partir da crise sanitária. “Imediatamente após o recebimento do valor, uma quantia significativa foi desviada para as contas pessoais da Sadleir e usada para despesas pessoais”, diz o processo. Parte do dinheiro foi usado para pagar os cartões de crédito American Express do produtor e de sua esposa, assim como para pagar parcelas do automóvel, segundo o documento. Em outra denúncia apresentada em Nova York, ele é acusado de participar de vários planos fraudulentos relacionados a investimentos na Aviron Pictures e afiliadas. Os promotores acusaram Sadlier de transferir ilegalmente US$ 25 milhões em fundos da Aviron e usar US$ 14 milhões do total para comprar uma residência em Beverly Hills. “Ele passou a se passar por um funcionário de uma falsa empresa com suposta sede em Nova York, que ele criou para exercer sua atividade ilegal”, disse William Sweeney Jr, vice-diretor do FBI em Nova York. Sadlier, que fundou a Aviron, foi demitido do cargo de alto executivo na empresa no final do último ano. O motivo não foi divulgado. A Aviron Pictures produziu, entre outros filmes, “O Sequestro” (2017), com Halle Berry, o terror “Os Estranhos: Caçada Noturna” (2018), o drama “Uma Guerra Pessoal” (2018), com Rosamund Pike, o fracasso “Calmaria” (2019), com Matthew McConaughey e Anne Hathaway, o romance teen “After” (2019) e o thriller “O Informante” (2019), com Joel Kinnaman. Se condenado pelas quatro acusações de fraude na Califórnia, Sadlier cumprirá 82 anos de prisão. Já as acusações de Nova York – duas de fraude eletrônica e uma de falsidade ideológica – representam outros 42 anos atrás das grades.

    Leia mais
  • Etc

    Regina Duarte defende sua gestão na Cultura com ataques à esquerda

    22 de maio de 2020 /

    Regina Duarte já tenta fazer controle de danos de sua breve passagem pela Secretaria Especial da Cultura do desgoverno atual. Em artigo publicado nesta sexta-feira (22/5) no jornal O Estado de S. Paulo, ela se defendeu das críticas “à esquerda e à direita” que recebeu enquanto foi a secretária cultural de Bolsonaro, mas principalmente “à esquerda”. Dizendo-se consciente de que sua passagem pela Secretaria seria alvo de críticas, ela afirma que assumiu a missão com a convicção de que teria de “enfrentar interesses entrincheirados em ideologias cujo anacronismo não parece suficiente para sepultá-las”, mas mesmo assim lamenta “a ação coordenada de apedrejar uma pessoa que, há mais de meio século, vem se dedicando às artes e à dramaturgia brasileira”. No artigo, Regina diz ter sido “formuladora de diretrizes” na política cultural de Bolsonaro, sem detalhar suas realizações nos 77 dias em que esteve à frente da pasta. E sem trabalho para mostrar, o texto se revela apenas um roteiro para papel de vítima. Não da direita, que promoveu hashtag #ForaRegina, mas de colegas “de esquerda”. Os colegas que ficaram horrorizados com sua falta de sensibilidade às vítimas reais, da covid-19, e sua defesa da ditadura, com direito à marchinha patriótica, durante a entrevista fatídica para a CNN Brasil, em que tentou agradar terraplanistas para permanecer no cargo. “Amo meu país, sim, e tenho deixado isso sempre bem claro, a ponto de, numa recente entrevista à TV, ter cantado a conhecida marchinha dos anos 70, que fala de ‘todos ligados na mesma emoção’. Nada a ver com defesa da ditadura, como quiseram alguns, mas com o sonho de brasilidade e união que venho defendendo ao longo de toda a minha vida”, justificou a atriz. “E me desculpo se, na mesma ocasião, passei a impressão de que teria endossado a tortura, algo inominável e que jamais teria minha anuência, como sabem os que conhecem minha história. Dito isso, não será o veneno destilado nas redes sociais que me fará silenciar nem renegar amor à minha pátria”. Ela chega a lembrar da novela “Roque Santero”, de Dias Gomes, e seu famoso papel como a Viúva Porcina para dizer que enfrentou a censura nos primórdios da redemocratização – o que é meia-verdade. “Nos anos 80, na pele da Viúva Porcina e integrante do elenco da novela ‘Roque Santeiro’, enfrentei a censura nos primórdios da redemocratização. Fui aplaudida”, falou. “Duas décadas mais tarde, não me abstive de alertar a sociedade sobre a ameaça que representaria para o País um governo de matiz notoriamente socialista. Fui vaiada”. Na verdade-inteira, “Roque Santero” foi completamente censurada pela ditadura e proibida de ser produzida, mas em sua primeira versão, em 1975. Na ocasião, Betty Faria interpretaria a viúva “que foi sem nunca ter sido”. Regina até participou de movimento de repúdio à produção da obra, mas quando a novela foi liberada uma década depois, permitindo que ela vivesse Porcina, o Brasil já tinha um civil na presidência, José Sarney, e a infame Dona Solange, a burocrata que encarnou a censura no Brasil, já estava com a tesoura confiscada, de forma que Regina não enfrentou censura nenhuma para viver esse papel. Ao mesmo tempo, ela chama de “ameaça” “de matiz notoriamente socialista” um governo que, ao ser eleito, jamais ameaçou a democracia ou promoveu atos contra os poderes legislativo e judiciário, em defesa de um novo AI-5, como a administração da qual ela fez parte. Regina não enxerga essas diferenças. Pior: ela diz que chamar atenção para essas diferenças é ruim e sintomático de uma “infodemia” de esquerda. A citação a uma pandemia não vem com a lembrança, tão cobrada pelos artistas, às vítimas da covid-19, mas a uma “pandemia de informações tendenciosas em que conta o viés de quem as veicula e não o factual isento, não a verdade”. Trata-se, por óbvio, de uma visão ideológica do que é “verdade” – para bolsonaristas, ideológica é a “esquerda” e a verdade é “de direita”. Por fim, Regina Duarte acrescenta que o país precisa “de uma política cultural que transcenda ideologias”. Ou seja, que transcenda a esquerda. E finaliza: “Num país que tivesse nas comunicações uma elite pensante que não optasse pelo ‘quanto pior, melhor’, esse era o trabalho que deveria estar sob os holofotes da opinião pública – nunca a minha pessoa”. Vale lembrar, já que Regina esqueceu, que a elite que está nas comunicações lhe pagou salário por cinco décadas, e foi lembrada por ela, em seu próprio texto, via citação de novela, como produtora de arte que merecia ser defendida de um governo autoritário, na época em que estavam “todos ligados na mesma emoção”.

    Leia mais
  • Etc

    Lori Loughlin faz acordo por dois meses de prisão em caso de fraude

    21 de maio de 2020 /

    A atriz Lori Loughlin, intérprete da tia Becky em “Três é Demais” e “Fuller House”, aceitou se declarar culpada e cumprir dois meses de prisão, no caso em que é acusada de subornar uma universidade para aceitar suas filhas como estudantes. A pena de Loughlin ainda inclui 24 meses (dois anos) de liberdade condicional, em que terá que reportar as suas atividades ao governo. O marido da atriz, Massimo Giannulli, também aceitou se declarar culpado e deve passar cinco meses na cadeia. Até então, os dois vinham se declarando inocentes, com julgamento marcado para outubro. Eles foram acusados de pagar US$ 500 mil para a USC (University of Southern California) para aceitar suas duas filhas em uma bolsa reservada para atletas do remo — esporte que nenhuma das duas garotas pratica. Por meio de seus advogados, eles alegavam que os US$ 500 mil eram “uma doação legítima” para a instituição. Mas mudaram de ideia, após acompanharem o julgamento de outra mãe famosa, indiciada pelo mesmo crime. A atriz Felicity Huffman (de “Desperate Housewifes e da recente minissérie “Olhos que Condenam”) se declarou culpada desde o início, fez um mea culpa e foi condenada a apenas duas semanas de prisão, saindo três dias antes do previsto em sua sentença. Além das duas, uma investigação do FBI revelou que vários pais milionários pagavam subornos para conseguir vagas para seus filhos nas melhores universidades dos EUA, fraudando o sistema de aprovação por desempenho acadêmico e/ou atlético.

    Leia mais
  • Etc

    Kendall Jenner vai indenizar vítimas da fraude do Fyre Festival

    21 de maio de 2020 /

    A modelo Kendall Jenner vai ter que indenizar um grupo de vítimas do fiasco que se tornou o Fyre Festival de 2017, tema de dois documentários – na Netflix e na Hulu. Promovido como uma versão luxuosa dos grandes festivais de música, o empreendimento se revelou uma grande roubada, com falta de comida, hospedagem barraqueira, deficiência sanitária e ausência dos artistas anunciados, entre outros perrengues. Kendall foi uma das modelos contratadas para divulgar a mentira dos promotores nas redes sociais. Ela e outras famosas publicaram posts promocionais do evento no Instagram, semanas antes do festival, que aconteceu entre o fim de abril e o começo de maio de 2017 em Great Exuma, uma ilha das Bahamas. Sem informar seus seguidores que tinha sido paga pela postagem, que lhe rendeu US$ 275 mil, Jenner prometeu a eles que encontrariam “modelos famosas” por lá e que também teriam “experiências gastronômicas de primeira classe”. Mas até mesmo os sanduíches servidos ao público pagante do Fyre Festival tinham queijo reduzido – e, em alguns casos, nem sequer queijo tinham, tamanha foi a miséria do evento. Alguns consumidores que pagaram pelas férias dos sonhos nas Bahamas entraram com uma ação coletiva contra a estrela das passarelas, por considerar que ela compactuou com a fraude. Para evitar o processo, Jenner ofereceu um acordo financeiro fora dos tribunais, o que acabou sendo selado. E ela ainda teve lucro. Vai pagar apenas US$ 90 mil, um terço do que recebeu, para as vítimas do golpe. Além dela, também estão sendo processados a modelo Emily Ratajkowski e os músicos Migos, Blink-182, Lily Yachty e Pusha, pelos mesmos motivos. Menos sorte teve Billy McFarland, um dos realizadores do Fyre Festival, que foi condenado a seis anos de prisão em 2018 por fraude.

    Leia mais
  • Etc

    Mario Frias já teria acertado substituir Regina Duarte na Secretaria de Cultura

    20 de maio de 2020 /

    O ator Mario Frias já teria sido convidado para assumir a Secretaria de Cultura, afirmaram aliados do presidente Jair Bolsonaro à vários veículos de imprensa. Ele vai substituir a atriz Regina Duarte, que foi exonerada nesta quarta (20/5), após cerca de dois meses no comando da pasta. Ainda não está definida a data em que o ex-ator será empossado. Sai a Viúva Porcina, de “Roque Santero”, e entra o Drácula, de “Os Mutantes”. Frias é uma ator de novelas de apenas 38 anos, cuja maior credencial para o cargo é ser bolsonarista. Revelado em “Malhação”, em 1998, ele também apareceu em “Senhora do Destino” e “Bela, a Feia”, e atualmente apresentava um game show na Redetv. Frias acompanhou a posse de Regina, mas foi rápido para sugerir seu próprio nome como sucessor da ex-atriz, durante o ápice da campanha #ForaRegina, promovida por terraplanistas das redes sociais. Ele se ofereceu para ocupar o cargo numa entrevista à CNN Brasil, há duas semanas. Na reta final da fritura da ex-atriz e agora ex-secretária, o ex-“Malhação” almoçou por dois dias consecutivos com Bolsonaro no Palácio do Planalto. Na tarde desta quarta (20/5), segundo atualização da agenda oficial do presidente, voltaram a se encontrar, quando o presidente teria batido o martelo. Sem grande currículo, Mario Frias pode se dar ao luxo de se queimar com a classe artística, ao abraçar a política anti-cultural de Bolsonaro. Quinto secretário de Cultura em menos de um ano e meio desse desgoverno, se ele ficar mais tempo na pasta que os dois meses de Regina, se tornará um dos mais resistentes no cargo. O recorde de longevidade pertence a Henrique Pires, que se demitiu após oito meses, recusando-se a praticar censura para agradar ao presidente. Este ato dramático, entretanto, acabou eclipsado pelo sincericídio de Roberto Alvim, que nem Bolsonaro conseguiu segurar após estrelar um vídeo da pasta com discurso inegavelmente nazista.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Jon Whiteley (1945 – 2020)

    20 de maio de 2020 /

    O ator e curador de museu Jon Whiteley, que recebeu um raro Oscar honorário juvenil em 1953, morreu aos 75 anos. A causa do falecimento não foi revelada. Whiteley tinha 8 anos quando ele e Vincent Winter estrelaram o drama britânico “Os Raptores”, de Philip Leacock, como meninos que encontram um bebê abandonado e decidem criá-lo. Pela desempenho, ambos receberam o Oscar honorário, uma estátua menor que o troféu original, entregue pela primeira vez em 1934 para Shirley Temple e pela última vez em 1960, para Hayley Mills. Deanna Durbin, Mickey Rooney e Judy Garland também receberam o troféu como atores mirins. Apesar da cerimônia do Oscar ser uma noite de consagração, o menino escocês não pôde ir ao evento em Los Angeles. Seus pais não deixaram. Na verdade, a carreira de ator foi um acidente na vida de Whiteley. Filho do diretor de uma escola, ele aprendeu a ler muito cedo e acabou incentivado a fazer a leitura de uma obra infantil no rádio. A desenvoltura chamou atenção de um produtor de cinema de Londres, que em 1952 o contratou para atuar no thriller criminal “Devoção de Assassino”, em que contracenou com Dirk Bogarde. Depois do Oscar mirim, ele foi trabalhar com um mestre do cinema, Fritz Lang, na aventura “O Tesouro de Barba Rubra” (1955). Também participou do thriller “O Seu Primeiro Crime” (1956), de Val Guest, e “O Jardineiro Espanhol” (1956), novamente com Dirk Bogarde. Mas a carreira foi extremamente curta, encerrando-se após mais dois papéis em episódios de séries de TV. Ao encerrar precocemente sua vida de ator, Whiteley se dedicou a seus estudos, formando-se na faculdade Pembroke e se tornando curador de museus. Ele se aposentou há alguns anos, no Ashmolean Museum, dedicado à arte e arquitetura, na cidade de Oxford. “Ao longo dos séculos, muitos indivíduos ajudaram a forjar o Ashmolean. Entre eles, há aqueles cujos espíritos ainda pulsam nas veias dessa instituição. Jon é um deles”, disse Xa Sturgis, diretor do museu, em comunicado sobre a morte do antigo funcionário.

    Leia mais
  • Etc

    Regina Duarte não é mais secretária de Cultura

    20 de maio de 2020 /

    Regina Duarte não é mais secretária especial da Cultura. Um dia depois de almoçar com um dos nomes cotados para assumir o cargo, o ex-“Malhação” Mário Frias, o presidente confirmou nesta quarta (20/5) o remanejamento da ex-atriz de 73 anos para a Cinemateca Brasileira, com sede em São Paulo. Bolsonaro afirmou nesta manhã que Regina estava com saudade da família e que a mudança seria para o “bem” dela, em respeito ao “passado” da atriz e “por tudo o que representa para todos nós”. Vale lembrar que ela encerrou um contrato de mais de 50 anos com a TV Globo, com salário muito maior e todas as garantias possíveis para seu futuro, para atender ao convite do presidente e virar secretária de Cultura. Mas não pode reclamar de falta de exemplos de traição, inclusive de amigos íntimos, cometidas por Bolsonaro no poder. Há poucos dias, Regina reclamou foi de “matérias tendenciosas, maldosas, fakes, venenosas” que apontavam sua fritura, em meio à campanha #ForaRegina nas redes sociais, incentivada pelo próprio Bolsonaro. Segundo fontes ouvidas pelo jornal Folha de S. Paulo, os dois estavam insatisfeitos um com o outro e se dedicaram a encontrar uma saída honrosa para a artista, que vinha sofrendo intervenção no cargo, sem poder nomear ninguém. A tal saída honrosa, o comando da Cinemateca, foi estabelecida em um café da manhã desta quarta, no Palácio da Alvorada. A solução encontrada reflete uma reclamação de Bolsonaro, que já havia dito publicamente que Regina não dava expediente em Brasília, ficando a maior parte do tempo em São Paulo, trabalhando pela internet, o que prejudicava a gestão da pasta. A ausência da atriz abriria espaço, de acordo com o presidente, a conflitos ideológicos dentro da secretaria. Conflitos ideológicos, na visão de Bolsonaro, não são os absurdos terraplanistas defendidos por seu mentor Olavo de Carvalho, mas a defesa de direitos humanos. “Tem muita gente de esquerda [na secretaria de Cultura] pregando ideologia de gênero, essas coisas todas que a sociedade, a massa da população não admite. E ela tem dificuldade nesse sentido”, afirmou ele em 28 de abril. A ex-atriz esperava ter carta branca — algo que lembrou, em sua posse, ter-lhe sido prometido pelo presidente — para poder nomear os subordinados. Mas nunca teve. Bolsonaro mandou exonerar quem ela contratou em duas ocasiões e ainda impediu um terceiro de assumir um cargo, ao mesmo tempo em que manteve quem ela queria destituir e ensaiou trazer de volta quem tinha sido demitido por ela. Em seu discurso por ocasião da demissão-transferência da ex-atriz e ex-secretária de Cultura, Bolsonaro foi condescendente, sugerindo ter dado uma migalha para ela não ficar tristinha. “Pode ter certeza de uma coisa, acho que você quer ajudar o Brasil e o que eu mais quero é o seu bem pelo pelo seu passado e por tudo o que representa para todos nós. Ir para Cinemateca do lado do apartamento, saber que você vai ser feliz e produzir muito mais. Fico feliz por isso. Mas chateado porque sai um pouco do convívio com a gente”, disse o presidente. Bolsonaro postou um vídeo no Twitter ao lado da ex-atriz para justificar a decisão. E ela seguiu firme no papel que escolheu para si mesma pelo resto de sua vida, definindo a mudança como um “presente”. “Acabo de ganhar um presente, que é o sonho de qualquer profissional de comunicação, de audiovisual, de cinema e de teatro, um convite para fazer a Cinemateca que é um braço da cultura em São Paulo. Ficar secretariando o governo na cultura dentro da Cinemateca. Pode ter presente maior do que isso?” A atuação de Regina Duarte como secretária foi digna do Framboesa de Ouro, a premiação dos piores do ano em Hollywood, tendo como auge da canastrice a entrevista desastrosa que deu à CNN Brasil, quando teve chilique, defendeu a ditadura e minimizou as mortes de artistas por coronavírus para não perder o cargo. Tanto que a classe artística chegou a criar um manifesto dizendo que “ela não nos representa”. Decididos a ignorá-la, artistas buscaram alianças com secretários municipais e estaduais da Cultura para se dirigir diretamente ao Congresso em busca de aprovação de leis e alternativas de sobrevivência para o setor, durante a crise do novo coronavírus, que Regina não foi capaz de formular. A queda da ex-atriz, pouco mais de dois meses após sua posse, também faz parte do método implantado por Bolsonaro para neutralizar a pasta da Cultura e congelar todo e qualquer fomento para o setor. Trata-se de uma repetição escancarada de situações, que revela a tática de mudar tudo, o tempo todo, para que nada aconteça e ninguém faça coisa alguma. O método das demissões em série, desorganização estrutural e sabotagem assumida implode organogramas e trava definições de comitês importantes, como o responsável pela gestão do FSA (Fundo Setorial do Audiovisual). Essa desgovernança, que se aproveita da morosidade burocrática para transformar inoperância em modelo administrativo, explica porque nenhum dinheiro da Cultura foi liberado por Bolsonaro desde que assumiu a presidência. Além de não liberar, seu desgoverno se caracteriza por cortar incentivos e vetar leis que possam ajudar a classe artística, com o objetivo claro de sangrar o setor até matá-lo. Regina Duarte foi peão e cúmplice do maior ataque estatal já sofrido pela Cultura brasileira em todos os tempos. Seu sucessor deve apenas esquentar banco para o próximo, e assim sucessivamente, para que o pior presidente da História do Brasil avance em sua guerra cultural declarada, com o objetivo de sucatear o setor.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    John Mahon (1938 – 2020)

    19 de maio de 2020 /

    O ator John Mahon, que viveu policiais e militares em vários blockbusters dos anos 1990, morreu em 3 de maio, de causas naturais em sua casa em Los Angeles. Ele tinha 82 anos e sua morte foi anunciada apenas na terça (19/5) por seu filho Joseph. Nascido em 3 de fevereiro de 1938, em Scranton, Pensilvânia, Mahon contraiu poliomielite na infância e passou quase nove meses totalmente paralisado. Ele nunca recuperou o uso total do braço esquerdo, mas tornou-se um mentor de atores com deficiência e escreveu sobre sua vida e carreira em um livro de memórias de 2014 (“A Life of Make Believe: From Paralysis to Hollywood”). Ele estudou línguas clássicas e literatura inglesa na Universidade de Scranton, onde conheceu o dramaturgo e ator Jason Miller, vencedor do Prêmio Pulitzer, com quem veio a trabalhar frequentemente. Em 1971, ele foi indicado ao prêmio de Melhor Ator pelos críticos de teatro de Nova York pela peça “Nobody Hears a Broken Drum”, escrita por Miller. Em seguida, fez sua estreia no cinema num pequeno papel em “O Exorcista” (1973), de William Friedkin, filme em que seu amigo Miller encarnou seu papel famoso, como o padre Karras. A amizade da dupla continuou com a peça “That Championship Season” do dramaturgo, que marcou a estreia de Mahon como diretor de teatro. A carreira de diretor progrediu em inúmeros produções da Broadway e do circuito off-Broadway em Nova York, incluindo montagens de “Hair”, “Camelot”, “Quem Tem Medo de Virgínia Woolf?” e “Um Estranho no Ninho”. Apesar disso, Mahon teve tempo para atuar em diversas séries e filmes. No cinema, a maioria de seus papéis foram registrados nos anos 1990, quando fez “Sob a Sombra do Mal” (1990), de Curtis Hanson, o clássico de terror “As Criaturas Atrás das Paredes” (1991), de Wes Craven, o thriller “Um Passo em Falso” (1992), de Carl Franklin, a comédia “Meu Querido Presidente” (1995), de Rob Reiner, o clássico neo-noir “Los Angeles: Cidade Proibida” (1997), novamente sob direção de Hanson, a sci-fi apocalíptica “Armageddon” (1998), de Michael Bay, e a sátira de espionagem “Austin Powers” (1999), de Jay Roach. É uma lista impressionante, com sucessos de bilheterias e queridinhos da crítica. Na TV, também colecionou participações em atrações icônicas, como “Arquivo Confidencial” (The Rockford Files), “Chumbo Grosso” (Hill Street Blues), “MacGyver – Profissão: Perigo” (MacGyver), “A Supermáquina” (Knight Rider), “Arquivo X” (The X-Files), “Angel”, “Frasier”, “Crossing Jordan”, “Arquivo Morto” (Cold Case) e “Star Trek: Enterprise”. Seus últimos trabalhos incluíram o filme “Zodiaco” (2007), de David Fincher, e seu único papel recorrente numa série, como o porteiro George de “Studio 60 on the Sunset Strip” (2006–2007). Ele também atuou em vários comerciais.

    Leia mais
  • Etc

    Schwarzenegger revela que está louco para virar avô e brinca com genética do futuro herdeiro

    19 de maio de 2020 /

    Arnold Schwarzenegger mostrou que será um “vovô coruja” durante participação no “The Tonight Show”, via teleconferência na noite de segunda (18/5). Ele adorou falar do bebê que sua filha, Katherine Schwarzenegger, está esperando com seu genro, o ator Chris Pratt (“Jurassic World”). A criança será o primeiro neto de Schwarzenegger, que tem 72 anos. “Eu fiquei muito feliz de saber que Katherine está grávida — não sei exatamente quando o bebê vai chegar, talvez neste verão – e eu estou ansioso para brincar com ele ou ela, e me divertir um pouco”, contou. Em tom brincalhão, Schwarzenegger emendou que tem pensado na “herança genética” da criança, lembrando que Katherine é sua filha com a jornalista Maria Shriver, que faz parte da dinastia política americana dos Kennedy. “Eu estava pensando sobre isso. É uma mistura de genes impressionante: Kennedy, Schwarzenegger e Pratt. Essa criança pode resolver a crise dos mísseis em Cuba, caçar Predadores ou domar dinossauros”, brincou ele. O ator também revelou o que espera que o bebê não puxe dele. “O pior que pode acontecer é ele ou ela nascer com o meu sotaque. Já pensou?”. Veja a entrevista de Schwarzenegger para o apresentador Jimmy Fallon abaixo.

    Leia mais
  • Etc

    Leonardo DiCaprio doa US$ 2 milhões para salvar área de preservação africana

    19 de maio de 2020 /

    Leonardo DiCaprio anunciou apoio financeiro de US$ 2 milhões para lançar o “Virunga Fund”, fundo beneficente que tem como objetivo auxiliar a manutenção do Parque Nacional Virunga, no Congo. Graças à doação, o parque africano conseguirá manter seu funcionamento, com impacto na manutenção e defesa da fauna local, da qual faz parte o gorila-das-montanhas, ameaçado de extinção. O auxílio do ator foi feito em nome da Earth Alliance, instituição fundada por ele, e que também conta com incentivos das organizações Emerson Collective e Global Wildlife Conservation. O Parque Nacional Virunga é a área protegida com maior número de espécies de pássaros, répteis e mamíferos no mundo. Ele foi tema de “Virunga” (2014), documentário da Netflix indicado ao Oscar, que contou com produção executiva de DiCaprio, de modo que o ator conhece o local muito bem. “Tive a grande honra de conhecer e apoiar a equipe corajosa de Virunga em sua luta contra a perfuração ilegal de petróleo em 2013. Virunga precisa urgentemente de fundos para proteger a população ameaçada de gorilas-da-montanha, para fornecer apoio aos guardas florestais e às famílias dos guardas florestais que falecem no cumprimento do dever, e para ajudar a realizar esforços essenciais de prevenção de doenças. É fundamental que nos reunamos durante este período de incrível crise”, afirmou DiCaprio em um comunicado. Virunga fechou suas atividades turísticas em março, devido à pandemia do novo coronavírus, o que resultou em forte queda da arrecadação para manter as atividades de preservação. Além disso, no mês passado, 12 guardas florestais, um motorista e quatro membros da comunidade local foram mortos em um massacre, o mais letal que o continente já viu em reservas protegidas, impactando a proteção ambiental.

    Leia mais
  • Etc

    Megan Fox e Brian Austin Green terminam casamento de 10 anos

    19 de maio de 2020 /

    Terminou o casamento de Megan Fox e Brian Austin Green. O ator de “Barrados no Baile” confirmou, na segunda (18/5), que o casal se separou na véspera de completar dez anos de matrimônio. Brian fez a revelação durante o novo episódio de seu podcast, comentando sobre fotos em que a estrela de “Transformers” aparece com o cantor e também ator Machine Gun Kelly (intérprete do baterista Tommy Lee no filme “The Dirt – Confissões do Mötley Crüe”), que repercutiram durante o fim de semana na mídia dos Estados Unidos. Megan estava gravando o filme “Midnight in the Switchgrass” ao lado do músico, e foi flagrada com ele em um passeio de carro e em um café nos arredores de Los Angeles. As fotos foram feitas antes da suspensão da produção por conta da pandemia do novo coronavírus, mas só surgiram agora. Dirigido por Randall Emmet, o filme também traz Bruce Willis no elenco. “Ela conheceu esse Colson (nome real do rapper) no set de filmagens. Eu nunca o conheci. Megan e eu falamos sobre ele. Eles são apenas amigos no momento”, explicou Brian, que disse confiar na ex-esposa. “Eu confio no julgamento dela, ela sempre teve um bom julgamento”, comentou sobre a possível relação entre ela e o rapper. “Não quero que as pessoas pensem que ela ou ele são vilões ou que eu fui vítima de alguma forma”. Em seguida, emocionado, ele comentou sobre a sensação de estar se divorciando. “É chato quando algo que você está acostumado a fazer há 15 anos muda. Existe um aspecto desconhecido, tem aquele buraco no meu estômago. Realmente não quero que Megan e eu estejamos em desacordo. Ele é minha melhor amiga há 15 anos e não quero perder isso”, lamentou. “Eu vou amá-la para sempre. E sei que ela sempre me amará e sei que a família que construímos é realmente legal e realmente especial”, afirmou Brian, que também disse ter tentado resolver a situação com Megan desde o fim do ano passado. O ator ainda disse que, apesar da separação, eles continuarão a ter “férias em família e feriados como uma família”, por conta dos filhos. Casados desde junho de 2010, Brian e Megan já tentaram se separar antes. Ela pediu o divórcio em 2016, mas em seguida soube que esperava o terceiro filho, decidindo adiar a decisão. Eles têm três filhos: Noah, de 7, Bodhi, de 6, e Journey, de 3 anos.

    Leia mais
  • Etc

    Joaquin Phoenix e Rooney Mara estariam esperando primeiro filho

    19 de maio de 2020 /

    O casal Joaquin Phoenix e Rooney Mara estariam esperando o primeiro filho, de acordo com fontes da Page Six, coluna/site de fofocas do jornal New York Post. As fontes dizem que a estrela de “Carol” já estaria no sexto mês da gestação. O casal se conheceu no set de “Ela” (2013), de Spike Jonze, mas não começou a namorar até uma segunda reunião para novas filmagens. Em “Maria Madalena” (2018), Rooney Mara tinha o papel-título e Phoenix, que venceu o Oscar por “Coringa”, viveu Jesus. Eles ficaram noivos em julho do ano passado e, bastante reservados, estão juntos em quarentena na cidade de Los Angeles, resguardando-se da pandemia do novo coronavírus. Graças a isso, faltam fotos que garantam com certeza a gravidez. Mas sobram teorias sobre as roupas largas usadas pela atriz nas últimas vezes em que apareceu em público. Caso o boato se confirme, será o primeiro filho de ambos os atores.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie