Robert Downey Jr. promete presente “especial” de aniversário para herói de seis anos
Depois de mensagens de Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, o envio de um escudo do Capitão América por Chris Evans e uma ligação pessoal de Tom Holland, o menino Bridger Walker, de 6 anos, que se tornou notícia nesta semana por ter salvo sua irmã mais nova do ataque de um pastor alemão, recebeu um vídeo de Robert Downey Jr., o Homem de Ferro nos filmes da Marvel. Ou melhor, Tony, como ele mesmo diz. Por causa da atitude heroica, Bridger levou 90 pontos no rosto e sua história comoveu várias celebridades, que fizeram questão de homenageá-lo. Downey, a mais recente, prometeu uma surpresa para o garoto em seu dia de aniversário. Melhor que um escudo, ele garante. “Bridger, você é um rockstar. Meu nome é Robert Downey Jr., eu interpreto Tony, o que me torna um velho amigo do Capitão. Ouvi dizer que ele enviou um escudo para você, mas eu vou fazer algo melhor. Me ligue no seu próximo aniversário, tenho algo especial para você. Aliás, isso é uma promessa, e uma promessa é melhor que um escudo”, disse o ator, deixando o menino super-empolgado. Um vídeo que registra a ligação foi disponibilizado no Instagram pela tia do menino, que foi quem contou a história de coragem de Bridger, curtida por mais de um milhão de pessoas. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram *Plays AC/DC to watch this video.* Thank you to @brandondavisbd for all his help in editing. EDIT: I guess I should mention that we just celebrated Bridger’s birthday not too long ago, so it will be a while before we find out what the surprise is. Uma publicação compartilhada por Nikki Walker (@nicolenoelwalker) em 17 de Jul, 2020 às 7:56 PDT
São Paulo chega a 10 cines drive-ins em um mês
Com a abertura de mais dois drive-ins, o estado de São Paulo passou a ter dez estabelecimentos do tipo em um mês, oito deles na capital, oferecendo programação regular de cinema. O Drive-In Marte começa a funcionar no aeroporto Campo de Marte neste sábado (18/7), com ingressos que variam de R$ 75 a R$ 100 e uma programação inaugural repleta de filmes inspirados em quadrinhos, como “Coringa”. Já o drive-in Go Dream começa a operar na quinta (23/7) no estádio do Pacaembu, que até recentemente abrigava um hospital de campanha para pacientes contaminados pelo coronavírus. Com espaço para 148 carros, o mais novo drive-in de São Paulo vai cobrar por R$ 200 por veículo, mas há a possibilidade de pagar uma meia-entrada solidária, doando 1 kg de alimento não perecível. A programação dos drive-ins paulistanos, entre esta sexta (17/7) e a próxima quinta, prevê a exibição de 49 filmes diferentes espalhados pelos dez drive-ins. Mas nenhum filme anunciado é inédito. Vale lembrar que até o mês passado a capital paulista não tinha nenhum estabelecimento do gênero – os primeiros foram abertos em 12 de junho, décadas após a tendência dos cinemas para carros sair de moda. Retrato maior da reviravolta, o cine drive-in da Praia Grande era um dos dois únicos estabelecimentos do tipo remanescentes em todo o país antes da pandemia de coronavírus. Ele continua a ser a única opção de cinema no litoral paulista.
Processo de Johnny Depp aponta mentiras de Amber Heard e do jornal The Sun
O desfile de testemunhas de Johnny Depp no processo por difamação contra o jornal The Sun chegou ao fim nesta sexta (17/7), com depoimentos que apontam mentiras ditas por Amber Heard e/ou publicadas pelo tabloide britânico. O caso específico do jornal foi abordado num depoimento por escrito de uma ativista do #MeToo, que alega não ter feito as afirmações usadas no artigo de abril de 2018 em que o ator foi chamado de “espancador de esposa”. O texto do Sun citou a frase “parece que Amber se machucou” dita por Katherine Kendall, atriz e ativista que também diz ter sido agredida por Harvey Weinstein. Mas ela alegou, no documento lido no tribunal, que foi “mal citada e usada” pelo tabloide para passar a imagem de que Johnny Depp agredia fisicamente sua ex-esposa, Amber Heard. O artigo afirmava que havia uma reação dos ativistas do #MeToo contra a autora J.K. Rowling por ela defender seu “amigo famoso” Depp, escalado no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” (2018). O texto usava a frase de Katherine Kendall para ilustrar as críticas e condenar o ator. Em sua declaração, Kendall disse que falou em abril de 2018 com uma mulher que mais tarde soube ser repórter da Sun, mas teria sido “completamente mal citada e usada pelo The Sun para atingir seu objetivo”. “Embora seja verdade que eu era vítima de Harvey Weinstein, o resto era uma mentira”, disse Kendall. “Eu não estava ‘indo a público’ em nome do #MeToo ou de mim mesma para criticar a decisão de J.K. Rowling de escalar Depp, nem acusei Depp de machucar Amber Heard, sobre o que não tenho conhecimento em primeira mão.” Kendall também disse que ouviu “várias vezes” que Heard era quem tinha comportamento abusivo contra Depp. Depp, de 57 anos, e Heard, 34 anos, se conheceram durante as filmagens de “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e se casaram em Los Angeles em fevereiro de 2015. Heard pediu o divórcio no ano seguinte e a separação foi finalizada em 2017. Ela doou todo o dinheiro recebido no divórcio para organizações sociais. A defesa do Sun baseia-se em 14 alegações feitas por Heard sobre violência cometida por Depp entre 2013 e 2016, em locais que incluem sua ilha particular nas Bahamas, uma casa alugada na Austrália e a cobertura do casal no centro de Los Angeles. O ator nega todas as acusações e afirma que Heard foi a agressora durante seu relacionamento volátil, que ele comparou a “uma cena de crime esperando para acontecer”. Em nove dias de depoimento no Tribunal Superior de Londres, o juiz Andrew Nicol ouviu Depp e vários funcionários atuais e antigos que corroboraram sua versão dos fatos. Um dos seguranças de Depp, Travis McGivern, disse nesta sexta-feira que Heard cuspiu no ator e jogou uma lata de bebida energética contra ele durante uma briga na cobertura do casal em Los Angeles, em março de 2015. Heard alega que Depp a golpeou e puxou o cabelo dela, mas McGivern disse que “isso não aconteceu e em nenhum momento o Sr. Depp bateu na sra. Heard”. A ex-esposa e a ex-noiva de Depp, Vanessa Paradis e Winona Ryder, apresentaram declarações dizendo que não conseguiam visualizar as acusações de violência de Heard diante do homem amável e amoroso que conheciam. Para completar o quadro, Alejandro Romero, um concierge do prédio de Los Angeles onde Depp e Heard moravam, testemunhou que o bilionário Elon Musk visitou Heard “regularmente tarde da noite” a partir de março de 2015, enquanto ela ainda era casada com Depp. A atriz e o fundador da Tesla tiveram um relacionamento depois que ela e Depp se separaram. Mas Romero afirmou que, na verdade, eles estavam se vendo regularmente muito antes disso. Amber Heard deve contar seu lado da história a partir de segunda-feira (20/7), quando começa a apresentação da defesa do jornal The Sun.
Nova York anuncia volta das filmagens a partir de segunda-feira
A prefeito de Nova York, Bill de Blasio, anunciou nesta sexta (17/7) que a produção de filmes e séries poderá ser retomada na cidade a partir de segunda-feira (20/7). As filmagens estavam paralisadas em toda a cidade desde março, quando Nova York se tornou o epicentro da pandemia de coronavírus nos EUA. “É tudo uma questão de segurança. Queremos trazer as pessoas de volta ao trabalho. Queremos que as pessoas recuperem seus meios de subsistência. Queremos trazer nossa cidade de volta. Mas segurança e saúde em primeiro lugar, sempre”, declarou o prefeito em entrevista coletiva. A retomada das produções cinematográficas faz parte da fase 4 de reabertura de Nova York. Nesta semana, as hospitalizações por covid-19 chegaram ao nível mais baixo dos últimos quatro meses na cidade.
Del Rangel (1955 – 2020)
O diretor e produtor de TV Antônio “Del” Rangel morreu aos 64 anos na quinta-feira (16/7). A informação foi confirmada pela Diretoria Executiva da Fundação Padre Anchieta. Desde 2019, Rangel era diretor de programação da TV Cultura, em São Paulo. Segundo a fundação, o diretor morreu em decorrência de um infarto fulminante. Antes de comandar a TV Cultura, Del Rangel dirigiu várias novelas e séries em outros canais. Na Globo, realizou vários trabalhos nas décadas de 1980 e 1990, à frente de novelas como “Cambalacho” (1986), “O Outro” (1987) e “Bebê a Bordo” (1987), entre outras. Seu último trabalho na emissora foi em 2001, na direção da minissérie “Os Maias” em parceria com Emilio Di Biasi. Ele foi casado com a atriz Regina Duarte entre 1983 e 1995, e a dirigiu na série “Joana”, uma produção independente que foi exibida pelo SBT e pela extinta TV Manchete em 1984. A parceria com a esposa ainda rendeu o seriado “Retrato de Mulher”, na Globo, em 1993. Rangel também comandou algumas das novelas mais bem-sucedidas do SBT – “Éramos Seis” (1994), “As Pupilas do Senhor Reitor” (1994), “Sangue do Meu sangue” (1995), “Razão de Viver” (1996), “Vende-se Um Véu de Noiva” (2009), “Uma Rosa com Amor” (2010) e o fenômeno “Carrossel” (2012). Além disso, teve trabalhos desenvolvidos no teatro e no cinema. Produziu sete filmes dos Trapalhões, entre 1979 e 1983, e ainda dirigiu “O Trapalhão na Arca de Noé” (1983) e “Uma Escola Atrapalhada” (1990), ambos escritos por Renato Aragão, e o drama “Contos de Lygia” (1998), inspirado por histórias da escritora Lygia Fagundes Telles.
Phyllis Somerville (1943 – 2020)
A atriz Phyllis Somerville, conhecida pelos filmes “Pecados Íntimos” e “As Rainhas da Torcida”, morreu na quinta (16/7) de causas naturais em sua casa, na cidade de Nova York, aos 76 anos. Ainda criança, Somerville teve uma pequena aparição na série “Guiding Light”, em 1952, mas seguiu carreira no teatro e só foi reaparecer nas telas três décadas depois, como figurante na comédia de sucesso “Arthur, o Milionário Sedutor”, lançada em 1981. Ela esperou mais uma década antes de decidir se focar no audiovisual, atuando em episódios de várias séries a partir dos anos 1990, como “Nova York Contra o Crime” (NYPD Blue), “Sex and the City”, “Família Soprano” (The Sopranos) e até em três títulos da franquia “Lei & Ordem”: a “Law & Order” original, “Law & Order: SVU” e “Law & Order: Criminal Intent”. Somerville também acumulou participações em filmes famosos, entre eles “Fé Demais Não Cheira Bem” (1992), “Adoráveis Fantasmas” (1998), “Simplesmente Irresistível” (1999) e “Vivendo no Limite” (1999), até que começou a se destacar, alcançando papéis importantes em “Pecados Íntimos” (2006), de Todd Field, como a mãe do pedófilo vivido por Jackie Earle Haley, e em “O Curioso Caso de Benjamin Button” (2008), de David Fincher, como a vovó da versão mirim da personagem de Cate Blanchett. Após seus melhores filmes, ela entrou no elenco de “The Big C”, série de 2010 da HBO sobre a luta de uma mulher com câncer, em que viveu a vizinha suicida da protagonista Laura Linney. Ainda atuou em um episódio de “House of Cards”, antes de virar a mãe do Rei do Crime em “Demolidor” (em 2015), a líder da comunidade alternativa de “Outsiders” (de 2016) e Meemaw no sucesso da Netflix “The Unbreakable Kimmy Schmidt” (em 2017). Nos últimos anos, Sommerville apareceu no suspense “Segredos de Sangue” (2013), estreia do sul-coreano Park Chan-wook em Hollywood, no romance “Nossas Noites” (2017), que voltou a reunir o casal Robert Redford e Jane Fonda, no drama “A Vida de Diane” (2018), premiado no Festival de Tribeca, e na comédia “As Rainhas da Torcida” (2019), onde teve um de seus maiores destaques como uma das personagens do título – um time de cheerleaders da Terceira Idade que também incluía Diane Keaton, Jacki Weaver e Pam Grier. O último papel da atriz foi na série de detetive “Mare of Easttown”, prevista para estrear na HBO em 2021.
Herói de 6 anos recebe ligação de Tom Holland e convite para o set de Homem-Aranha 3
Depois de mensagens de Mark Ruffalo, Chris Hemsworth e a promessa de um escudo do Capitão América por vídeo de Chris Evans, o menino Bridger Walker, de 6 anos, que se tornou notícia nesta semana por ter salvo sua irmã mais nova do ataque de um pastor alemão, recebeu uma ligação de Tom Holland, o Homem-Aranha nos filmes da Marvel. Por causa da atitude heroica, Bridger levou 90 pontos no rosto e sua história comoveu várias celebridades, que fizeram questão de homenageá-lo. Holland foi além e ligou diretamente para o garoto. “Eu ouvi sua história e quero dizer que você é muito corajoso, cara! Estamos todos muito orgulhosos de você, e sua irmã e sua irmã é muito sortuda por ter alguém como você”, disse o ator ao menino. “Você é um baita garoto corajoso! Isso que você fez não é fácil, amigo! Você deveria realmente se orgulhar de você… Quem é o seu Vingador favorito? É o Homem-Aranha?”, perguntou Holland, deixando Bridger sem palavras. “É isso mesmo”, respondeu a mãe de Bridger para a alegria do ator. “Uau, então você tem bom gosto”, afirmou. O ator ainda convidou Bridger para acompanhar a gravação do terceiro filme do herói. “Nós vamos filmar ‘Homem-Aranha 3’, e se você quiser vir ao set, conversar, ver de pertinho o uniforme do Homem-Aranha, você será sempre bem-vindo. Você sempre será meu convidado!”, finalizou o ator, deixando o menino super-empolgado. Um vídeo que registra a ligação foi disponibilizado no Instagram pela tia do menino, que foi quem contou a história de coragem de Bridger, curtida por mais de um milhão de pessoas. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram When dreams come true. Uma publicação compartilhada por Nikki Walker (@nicolenoelwalker) em 16 de Jul, 2020 às 12:44 PDT
Netflix acrescenta mais 10 milhões de assinantes no trimestre
A Netflix adicionou mais assinantes que o esperado no segundo trimestre de 2020, impulsionada pelo isolamento social e o fechamento de outras opções de lazer devido ao coronavírus. A gigante do streaming somou 10,09 milhões de novos assinantes no período, aumentando sua base global para quase 193 milhões, após um primeiro trimestre recorde para a empresa, quando adicionou 15,8 milhões de usuários durante os primeiros dias da pandemia. Os números superaram com folga a previsão da empresa, que acreditava poder conseguir mais 7,5 milhões de assinaturas, mas refletiram as expectativas mais otimistas de Wall Street. Em uma carta aos acionistas, a empresa atribuiu as adições adicionais à “aquisição e retenção melhores do que o previsto”. Com os resultados do primeiro semestre de 2020, a empresa acrescentou 26 milhões de novas assinaturas, não muito longe das 28 milhões conquistadas em todo o ano de 2019. No entanto, o relatório alerta que “o crescimento está diminuindo à medida que os consumidores passam pelo choque inicial das restrições cívicas e sociais”. A empresa está prevendo um número bem mais modesto, cerca de 2,5 milhões de novos assinantes, no terceiro trimestre – abaixo dos 6,8 milhões de um ano atrás. Embora a Netflix, como seus colegas tradicionais da indústria de entretenimento, tenha sido forçada a pausar a produção em vários de seus filmes e séries originais, ela continua a lançar mais projetos concluídos que qualquer outra empresa de audiovisual, alimentando um público carente por novidades, que só é informado de adiamentos nos cinemas e na TV. “Como nosso prazo de produção de conteúdo é longo, nossos planos para 2020 de lançar programas e filmes originais continuam intactos”, diz o relatório de lucros da empresa, dirigido ao mercado. “Para 2021, com base em nosso plano atual, esperamos que as produções pausadas levem a uma lista de conteúdo com mais ponderação, mas antecipamos que o número total de programas originais para o ano inteiro ainda será maior que em 2020.” A Netflix acrescentou que está buscando aquisições externas, como alguns filmes e séries de várias partes do mundo, para adicionar ao seu serviço. Entre os lançamentos mais recentes, a empresa disse que a série de comédia “Space Force” foi vista por 40 milhões de espectadores e o filme “Destacamento Blood”, de Spike Lee, visto por 27 milhões. Os resultados foram especialmente positivos para Ted Sarandos, o chefe de conteúdo do serviço de streaming, responsável pela receita vitoriosa. O balanço trimestral foi acompanhado pelo anúncio de que Sarandos foi promovido a co-CEO da Netflix, ao lado de Reed Hastings, o CEO original.
Kate Winslet será homenageada pela edição virtual do Festival de Toronto
A atriz britânica Kate Winslet será a grande homenageada do Festival de Toronto, que em 2020 será realizado virtualmente. “A presença brilhante e comovente de Kate nas telas continua a cativar, divertir e inspirar o público e os atores”, disse Joana Vicente, diretora do festival, ao anunciar a homenagem na quinta-feira (16/7) em comunicado. “Desde seu primeiro filme, ‘Almas Gêmeas’, que a ajudou a lançá-la ao estrelato em 1994, passando por seu inesquecível trabalho em ‘Titanic’ e o filme que lhe rendeu o Oscar, ‘O Leitor’, a presença de Winslet na tela é tão poderosa e corajosa quanto as mulheres que ela escolhe representar”, continuou Vincente, antes de concluir que ela é “uma das melhores e mais respeitadas atrizes de sua geração”. Winslet vai receber o Tribute Award, concedido pelo Festival de Toronto a atores, diretores e outros profissionais do cinema por suas contribuições excepcionais à indústria. Devido ao coronavírus, a 45ª edição do Festival de Toronto ocorrerá de 10 a 19 de setembro em um formato híbrido, que combinará eventos presenciais e virtuais. Com isso, o maior festival de cinema da América do Norte terá metade de suas atrações tradicionais.
Galyn Görg (1964 – 2020)
A atriz e dançarina Galyn Görg, que atuou em “Twin Peaks” e “RoboCop 2”, morreu em um hospital no Havaí na terça-feira (14/7), um dia antes de completar 56 anos. Natural de Los Angeles, Görg apareceu no popular videoclipe de “Sharp Dressed Man”, sucesso de 1983 da banda ZZ Top, e um ano depois fez sua estreia numa produção televisiva, como dançarina num episódio de “Fama”. Ela apareceu em diversas séries famosas, de “Esquadrão Classe A” a “Lost”, passando por duas atrações da franquia “Star Trek” – “Deep Space Nine” e “Voyager”. No cinema, além de “RoboCop 2” (1990), também foi vista em “Caçadores de Emoção” (1991), “Storyville, um Jogo Perigoso” (1992) e “Uma Jogada do Destino” (1993). Apesar de pequenos, alguns de seus papéis marcaram época, como a pugilista que nocauteou Will Smith em um ringue de boxe, na série “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air) em 1996, ou como Nancy, a irmã de Blackie O’Reilly (Victoria Catlin) em três capítulos de “Twin Peaks”, em 1990. Mas ela conseguiu um papel de protagonista, na pele da detetive da polícia Leora Maxwell na série sci-fi “M.A.N.T.I.S.”, criada pelo cineasta Sam Raimi, que só durou uma temporada na Fox, entre 1994 a 1995. Depois do fim desta série, Raimi ainda a escalou num capítulo de “Xena: A Princesa Guerreira”. Mais recentemente, ela também foi vista em “Parks and Recreation”, “Colony” e “How to Get Away with Murder”.
Ator de Entourage é acusado de agressão sexual por figurinista
O ator Kevin Connoly, conhecido pelo papel de Eric na série “Entourage” (2004–2011), foi acusado de estupro por uma colega de trabalho. Em entrevista ao The Daily Beast, a figurinista Gracie Cox acusou Connoly de tê-la agredida sexualmente nos bastidores do filme “Tudo a Perder” (2007), que Connoly dirigiu. “Eu estava no set a todo momento. Kevin era amigável e meio paquerador, mas eu apenas ria disso e não levava muito a sério. Não estava interessada, mas como ele era diretor do filme, queria manter uma relação cordial. Além disso, não havia nada que me fizesse temer algo naquele momento. Só me deixava um pouco desconfortável porque ele era meu chefe. Então, não retribuir com sorrisos ou comentários não era uma opção”, ela disse na entrevista. Por isso, foi surpreendida pela agressão, que aconteceu em uma festa do filme. “Nos estávamos na festa e Kevin se aproximou de mim e perguntou se eu queria sair com ele para fumar. Eu não fumo, mas não quis ser grosseira. Era o primeiro evento social que eu fiz com ele. Antes a gente só se encontrava no set. Ele me levou para um corredor, que eu achei que fosse uma área vip. Assim que ficamos sozinhos, ele começou a me beijar. Não sabia o que fazer, mas antes mesmo que eu pudesse falar algo, ele me empurrou para um dessas cabines, abaixou as calças, me virou de costas e rapidamente já estava dentro de mim. Eu fiquei em choque.” A figurinista disse que não teve chance de reagir. “Não havia chance de reagir. Aconteceu tudo tão rápido. Eu congelei em choque. Nunca nada como aquilo havia acontecido comigo. Fui pega completamente a guarda abaixada”, completou. Ela ainda enfatizou que o ator não usou camisinha. “Ele pegou um travesseiro do sofá, jogou sobre mim, e me disse: ‘se limpe’. Daí ele me disse que ia embora e que era para eu esperar alguns minutos para sair da sala porque ele não queria que ninguém nos visse juntos.” Testemunhas falaram com a publicação sobre o evento. Amy Wescott, que também trabalhava no filme com a criação de figurino, viu a colega sair do quarto desgrenhada e a viu confrontar Connoly no meio da festa. Outras testemunhas também viram os dois discutindo durante o evento. Procurado pela publicação, o ator negou o estupro por meio de seu advogado, Marty Singer, e disse que a relação foi consensual. “Kevin apoia fortemente vítimas de estupro e acredita que elas devem sempre ser ouvidas. Como uma pessoa que trabalha na indústria há quatro décadas, ele sempre tratou as pessoas com respeito e mantendo uma reputação elogiável. Ele está em choque pelas acusações feitas por Gracie Cox de uma festa que aconteceu em 2005. O incidente com a senhorita Cox foi consensual e ele nega qualquer tipo de agressão sexual. Kevin entende completamente o desprazer de Amy neste ato consensual, que ela deixou transparecer 15 anos após o lançamento deste filme. Kevin assume um pouco de antiprofissionalismo da parte dele, mas nega fortemente que tenha havido qualquer coisa que não fosse um encontro consensual.” Connoly, de 46 anos, estreou no cinema em “Rocky V”, em 1990. Mas só foi se tornar mais conhecido com a série “Entourage”, que ele estrelou na HBO de 2004 a 2011. Ele também repetiu seu papel no filme baseado na série, lançado em 2015, e atuou nas produções românticas “Diário de uma Paixão” (2004) e “Ele Não Está Tão a Fim de Você” (2009). Como diretor, assinou recentemente o fracasso “Gotti: O Chefe da Máfia” (2018), com John Travolta, e episódios da série “The Oath” (2019), na qual também teve um papel.
Winona Ryder e Vanessa Paradis defendem Johnny Depp contra “mentiras”
As atrizes Winona Ryder e Vanessa Paradis deram depoimentos por escrito nesta quinta (16/7) no processo que Johnny Depp move contra o tabloide inglês The Sun por ter sido chamado de “espancador de esposa”, em meio a seu divórcio de Amber Heard. Casada com Depp de 1998 e 2012, Paradis fez uma defesa completa do ator, dizendo nunca ter conhecido o monstro descrito pela imprensa. “Essas acusações absurdas estão provocando muita dor e prejudicando a carreira de Johnny, porque muita gente, infelizmente, continua acreditando nessas mentiras. Isso é perturbador, porque Johnny já ajudou muitas pessoas em sua vida pessoal e profissional”, disse ela. Já Ryder foi mais cautelosa. No texto lido no tribunal de Londres, ela disse que Depp nunca foi violento com ela, mas frisou que esta “é apenas a sua experiência”. A atriz de “Stranger Things” conta que, durante o relacionamento dos dois, que durou entre 1989 e 1993, Depp “nunca foi violento ou abusivo”, nem com ela nem “com ninguém que eles conheceram”: “Eu honestamente só o conheço como um bom homem — um homem afetuoso, que sempre fez com que eu me sentisse segura”. “Eu não quero chamar ninguém de mentiroso, mas, com a minha experiência de Johnny, é impossível acreditar que essas alegações horríveis sejam verdadeiras”, segue o depoimento, referindo-se à denúncia da ex-mulher do ator, que alega que ele a agrediu várias vezes durante o casamento. Após depoimentos de Depp na semana passada, confrontados por fotos e gravações sonoras trazidas pela defesa do jornal, o advogado do ator está trazendo testemunhas e evidências que provariam sua inocência e demonstrariam que Heard era a parceria abusiva na relação. Paradis e Ryder chegaram a ter suas presenças cogitadas no julgamento, mas acabaram dispensadas porque a matéria do jornal não acusa Depp de ser agressivo com outras mulheres, além de Amber Heard.
China começa a reabrir cinemas na segunda
O governo chinês autorizou a maioria dos cinemas no país a abrir suas portas a partir da próxima segunda (20/7). A informação é do The Hollywood Reporter. Os cinemas na China estão fechados desde 23 de janeiro, como medida de prevenção contra o coronavírus. Nestes quase seis meses de fechamento, pesquisas indicam que até 40% dos cinemas no país foram à falência. Com o relaxamento das medidas de restrição, salas e multiplexes localizados em “áreas de baixo risco”, onde os índices de infecção são menores, segundo o governo chinês, poderão abrir as portas. Em outros locais do país, os cinemas terão que esperar mais um pouco pela ordem de reabertura. Os estabelecimentos que voltarem a funcionar terão que adotar medidas de segurança rígidas, como comercialização de apenas 30% de assentos da capacidade das salas e funcionamento em metade dos horários habituais das sessões diárias. Além disso, o uso de máscaras será obrigatório e os usuários terão temperatura checada antes de entrar nos estabelecimentos. Outras restrições atingem até a duração dos filmes, porque a exibição não poderá ter mais de duas horas para diminuir o tempo passado na sala. Para completar, os ingressos só serão vendidos online. A reabertura dos cinemas na China deve ser marcada pela estreia de títulos ocidentais que já foram exibidos no resto do mundo, mas ainda continuam inéditos no país devido ao fechamento das salas em janeiro, como “1917”, “Adoráveis Mulheres”, “Jojo Rabbit”, “Sonic: O Filme” e “Bad Boys Para Sempre”.












