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    Diretor de Nebraska desmente acusações de abuso de Rose McGowan

    5 de setembro de 2020 /

    Rainha das denúncias da internet, Rose McGowan voltou a ser “corrigida” após fazer acusações, desta vez contra o diretor Alexander Payne, de filmes como “Sideways” (2004), “Descendentes” (2011), “Nebraska” (2013) e “Pequena Grande Vida” (2017). Mas não sossegou. Ela disse que a correção de datas e a forma como eles se conheceram era mentira. Tudo começou em agosto, quando a atriz resolveu contar como tinha sido abusada sexualmente por Payne aos 15 anos de idade. “Você me sentou e exibiu um filme pornô soft-core que dirigiu para a Showtime com um nome diferente”, escreveu ela sobre o cineasta vencedor de dois Oscars. “Ainda me lembro do seu apartamento em Silverlake.” McGowan, que foi uma das primeiras mulheres a falar abertamente sobre os abusos de Harvey Weinstein, condenado por agressão sexual, fez a denúncia ao lado de uma foto sua de 15 anos de idade, e discorreu bastante sobre o assunto nas redes sociais. “Durante anos, pensei que um homem com quem tive relações sexuais foi uma experiência sexual que tive. Agora sei que fui aliciada. Eu fiz o teste para ele aos 15 anos. Depois da minha experiência com ele, parei totalmente de atuar até ser ‘descoberta’ aos 21 anos”, ela acusou. “Eu até chegava a esse diretor em eventos e perguntava a ele, com um sorriso: ‘lembra quando você fez sexo comigo aos 15 anos?’. E eu riria disso. Essa é uma programação social profunda. Se você está tentando fazer sexo com um menor de idade, está cometendo um crime, mesmo que o menor não saiba disso. Eu estava atraída por ele, então pensei que fosse algo por mim, mas isso não é correto. Eu não era adulta”, acrescentou. Resposta de Alexander Payne Payne não respondeu na época, mas na sexta-feira (4/9) assinou uma coluna no site Deadline em que nega categoricamente a acusação, lembrando detalhes de como conheceu a atriz, quando ela tinha 18 anos e ele 30. Veja abaixo o texto integral em que o diretor rebate McGowan. “Rose McGowan e eu sempre tivemos interações muito cordiais e admiro seu compromisso com o ativismo e sua voz em um movimento histórico importante. No entanto, o que ela disse sobre mim em postagens recentes nas redes sociais é simplesmente falso. Rose se engana ao dizer que nos conhecemos quando ela tinha 15 anos, no final dos anos 1980. Fui estudante de cinema em tempo integral na UCLA de 1984 a 1990 e sei que nossos caminhos nunca se cruzaram [neste período]. Ela afirma que eu mostrei a ela um ‘filme pornô soft-core’ que dirigi para a Showtime ‘com um nome diferente’. Isso teria sido impossível, já que eu nunca dirigi nada profissionalmente, obscuro ou não [na época]. Também nunca trabalhei para a Showtime ou dirigi sob qualquer nome que não fosse o meu. Rose e eu nos conhecemos anos depois, em 1991, durante meu primeiro trabalho de direção, quando ela fez o teste para um curta que eu estava fazendo para uma série do Playboy Channel. Embora ela não tenha conseguido o papel, ela deixou um bilhete para mim na mesa do casting pedindo que eu ligasse para ela. Eu não tinha motivos para questionar quantos anos ela tinha, já que o papel para o qual ela fez testes exigia uma atriz maior de idade. Posteriormente, saímos em alguns encontros e mantivemos relações amigáveis ​​por anos. Embora não possa permitir que declarações falsas sobre eventos de 29 anos atrás fiquem sem correção, continuarei a desejar apenas o melhor para Rose.” Resposta de Rose McGowan Depois da publicação, McGowan voltou às redes sociais dizendo que tinha dado “uma chance para ele pedir desculpas”, mas que o diretor era “como a maioria abusadores, covardes e doentes”. Ela repetiu ter sido abusada por Payne aos 15 anos. “Hoje ele bancou a vítima e mentiu para o público, vocês”. E citou como contexto o filme “Eleição” (1999), em que “ele filmou um homem de meia-idade fingindo ter sexo com Reese Witherspoon, uma adolescente”. Isto seria a prova de que “esses safados sempre mostram quem são” e que, “por mais de um século Hollywood mostra que é sexy assaltar jovens”. Reese Witherspoon tinha 23 anos no lançamento “Eleição”, filme baseado num livro de Tom Perrota, autor de “The Leftovers”. Histórico de acusações e desculpas Alexander Payne não foi a primeira pessoa a dizer que Rose McGowan estaria mentindo em ataques pessoais. A atriz já teve que pedir desculpas a Asia Argento após transformar a vida da “amiga” num inferno com acusação de abuso de menor. Ela também atacou Meryl Streep como falsa feminista, tentou cancelar Natalie Portman – mas depois se arrependeu – e, mais recentemente, ouviu um calaboca sutil da equipe da série “Charmed”, ao avançar contra sua ex-colega Alyssa Milano, acusando-a de transformar o set da série num “ambiente tóxico”. Pior, porém, foi o caso de sua ex-empresária Jill Missic, que se suicidou, após a atriz implicá-la no suposto abuso que teria sofrido de Harvey Weinstein. No comunicado sobre o suicídio, a família de Missic fez diversas denúncias, tanto contra Weinsten quanto sobre o comportamento de McGowan.

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    Marcelo Adnet responde à Secom: “Não aguentam sátira”

    5 de setembro de 2020 /

    O humorista Marcelo Adnet respondeu no Twitter os ataques pessoais do secretário especial da Cultura, Mario Frias, e institucionais do perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), motivados por uma paródia feita em seu programa “Sinta-se em Casa”, na Globoplay. O comediante satirizou a participação de Frias num vídeo de tom nacional-triunfalista sobre “Heróis Brasileiros”, e o secretário da Cultura reagiu com ofensas, chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além evocar sua vida privada para exemplificar sua “falta de caráter”. Por sua vez, a Secom acusou Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”, além de “desprezar o ser humano”. “Se elegeram sob a bandeira do fim do mimimi e do politicamente correto mas não aguentam UMA SÁTIRA que vêm chorar em perfil oficial”, escreveu Adnet. “A crítica não é ao povo, não força a barra. É AO GOVERNO FEDERAL, que em vez de trabalhar prefere perseguir seus próprios cidadãos”, acrescentou. Aos fatos:1-se elegeram sob a bandeira do fim do mimimi e do politicamente correto mas não aguentam UMA SÁTIRA que vem chorar em perfil oficial!2-A crítica não é ao povo, não força a barra. É AO GOVERNO FEDERAL que em vez de trabalhar prefere perseguir seus próprios cidadãos. — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020

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    Humoristas apoiam Marcelo Adnet após ataques: “governo mimimi”

    5 de setembro de 2020 /

    Após sofrer ataques pessoais do secretário especial da Cultura, Mario Frias, e institucionais do perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), Marcelo Adnet ganhou solidariedade de vários humoristas brasileiras. Os ataques foram motivados por uma paródia feita por Adnet na sexta (4/5), em seu programa “Sinta-se em Casa”, na Globoplay. O comediante satirizou a participação de Frias num vídeo de tom nacional-triunfalista sobre “Heróis Brasileiros”, e o secretário da Cultura reagiu com ofensas, chamando Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além evocar sua vida privada para exemplificar sua “falta de caráter”. Por sua vez, a Secom acusou Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”, listando “pessoas reais” que não estavam nem foram citadas no vídeo, em que Frias aparece sozinho no Museu do Senado. “Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos”, diz o texto, que ainda acusa Adnet de “desprezar o ser humano”. A reação, claro, virou piada entre a classe dos humoristas brasileiros. Maurício Meirelles criou a definição que acabou viralizando na internet, ao chamar o governo Bolsonaro de “governo mais mimimi da história deste país”. Danilo Gentili usou ironia para questionar quanto a Secom tinha recebido para fazer publicidade para Adnet. E tanto Fabio Rabin quanto Gregório Duvivier (num retuíte do repórter Rafael Neves) lembraram da recente participação de Adnet no “Roda Viva”, onde Marcelo Tas sugeriu que só governos comunistas, como China e Cuba, perseguiam humoristas e reprimiam o humor. Gentili ainda ponderou, em tom de reclamação, que Adnet não o defendeu na época de sua condenação por fazer piada misógina com a deputada petista Maria do Rosário. Mas o perfil Tesoureiros do Jair lembrou da defesa feita por Bolsonaro à liberdade do humor por ocasião dessa condenação, e o próprio Adnet retuitou em seu perfil. Veja estas e outras reações abaixo. É o governo mais MIMIMI da história do Brasil. PQP https://t.co/t2sLv4OpMA — Mauricio Meirelles (@MauMeirelles) September 5, 2020 Quanto o Adnet pagou pra vocês fazerem essa excelente publicidade pra ele? https://t.co/jh77prkkhd — Danilo Gentili (@DaniloGentili) September 5, 2020 Parabéns @MarceloAdnet ! Isso aqui é pra enquadrar.Era em Cuba que não podia fazer humor ? https://t.co/PPK9ExSYLY — Fabio Rabin (@fabiorabin) September 5, 2020 Corre aqui @MarceloTas, o governo de Cuba está perseguindo um humorista https://t.co/H4rOh2Stad — Rafael Neves (@contaneves) September 5, 2020 Meu presidente. https://t.co/gxnZeXDzOP — paulinho serra🇧🇷🏳️🇯🇲🏴‍☠️🇦🇱 (@PaulinhoSerra) September 5, 2020 Quem lê a resposta do Mário Frias pro Adnet – a que termina com um “Onde eu cresci ele não durava um minuto” – além de perceber que o Secretário de Cultura não sabe português, pensa que ele é uma mulher negra que enfrentou as adversidades de uma Esparta da vida real brasileira. — Antonio Tabet (@antoniotabet) September 5, 2020 Embora o Adnet tenha mantido o mais completo silêncio qdo fui condenado a prisão pela M. Rosário ou qdo rolou outras investidas do governo anterior contra meu trabalho, ele pode contar com meu total apoio contra essa investida grotesca e babaca do atual governo. Presidente fraco https://t.co/jh77prkkhd pic.twitter.com/TJiGYiZTjC — Danilo Gentili (@DaniloGentili) September 5, 2020 Em abril de 2019, Danilo Gentili foi condenado por esfregar uma notificação que recebeu da deputada Maria do Rosário em suas partes íntimas e a chamar de puta. Em setembro de 2020, o @MarceloAdnet fez uma paródia. pic.twitter.com/apO62pQdeP — Tesoureiros do Jair (@tesoureiros) September 5, 2020

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    Ray Fisher envolve Warner em polêmica de bastidores de Liga da Justiça

    5 de setembro de 2020 /

    Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, ampliou seus ataques contra a produção daquele filme, envolvendo a DC Films e, como consequência, a Warner acabou se posicionando oficialmente. Com o novo desenvolvimento a situação mudou de patamar. Não se trata mais de um ator reclamando de abuso de um diretor. Após o comunicado da Warner, Fisher passou a mirar o próprio estúdio de cinema. O ator começou a atacar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon, o que o diretor fez exatamente. Único a se manifestar sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Mas o ator não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso. Em seguida, denunciou que Geoff Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Em meio ao clima belicoso, a Warner iniciou uma investigação sobre o ambiente na produção. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento do estúdio. Na sexta, ele postou: “Para vocês entenderem o quão fundo isso vai: após expor o que aconteceu em ‘Liga da Justiça’, o presidente da DC Films [Walter Hamada] me ligou tentando que eu jogasse Joss Whedon e Jon Berg na fogueira e que eu pegasse leve com Geoff Johns. Eu não vou.” Horas depois, a Warner Bros. Pictures emitiu um comunicado oficial, acusando Ray Fisher de mentir e não colaborar com a investigação sobre suas próprias denúncias. “Em nenhum momento o Sr. Hamada ‘jogou alguém na fogueira’, como o Sr. Fisher falsamente alegou, ou fez qualquer pré-julgamento sobre a produção da ‘Liga da Justiça’, com a qual o Sr. Hamada não teve nenhum envolvimento, desde que as filmagens ocorreram antes do Sr. Hamada ser elevado à sua posição atual”, diz o texto. O estúdio também afirmou que Fisher não apresentou nenhum caso concreto de abuso e tem se recusado a cooperar com a investigação. “Embora o Sr. Fisher não tenha citado nenhum episódio de conduta realmente passível de punição, a WarnerMedia começou uma investigação sobre as suas denúncias. Ainda insatisfeito, o Sr. Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador de fora do estúdio para garantir imparcialidade. Este investigador já tentou múltiplas vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir as suas acusações, mas ele recusou os convites”, afirma o estúdio. Neste sábado, Fisher confirmou que, de fato, foi procurado por um investigador, via Zoom, em 26 de agosto. Mas diz que o investigador era contratado da Warner Bros. Pictures e não da WarnerMedia, fazendo com que as conclusões ficassem restritas ao departamento legal do estúdio e não chegassem aos proprietários do conglomerado. Ele também indicou ter se recusado a falar com ele sem um representante (advogado) presente “por segurança”. Entretanto, Fisher também alegou que a revelação de sua recusa em conversar com o investigador era “uma tentativa desesperada e dispersa de me desacreditar para continuar protegendo aqueles que estão no poder”. Num segundo post, Fisher acusou o estúdio de ser responsável por alimentar e ampliar o problema. Segundo o ator, o comunicado da Warner “elevou isso a um nível totalmente diferente, mas estou pronto para enfrentar o desafio”. O “desafio”, na verdade, será promover o lançamento do Snyder Cut, a versão do diretor Zack Snyder de “Liga da Justiça”, que será lançada em 2021 na HBO Max. Snyder tem dito que pretende dar mais destaque ao papel do Ciborgue, que seria “o coração” de sua versão. Mas, com a insistência de Fisher de puxar briga com a Warner, é possível imaginar que esse projeto esteja sendo bastante (re)discutido neste momento. Veja os posts do ator abaixo. So you can better understand how deep this goes: After speaking out about Justice League, I received a phone call from the President of DC Films wherein he attempted to throw Joss Whedon and Jon Berg under the bus in hopes that I would relent on Geoff Johns. I will not. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) September 4, 2020 It’s also worth noting that I made it clear to the world on Aug 21st that I would be vetting the investigator to ensure a fair and protected process for all witnesses. @wbpictures has escalated this to an entirely different level, but I’m ready to meet the challenge. A>E 2/2 pic.twitter.com/OcOmcVZtub — Ray Fisher (@ray8fisher) September 5, 2020

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    Secretário da Cultura ataca Marcelo Adnet com ofensas após ganhar paródia

    5 de setembro de 2020 /

    Nem todo político tem o bom-humor de Delfim Netto, que colecionou e emoldurou cartuns que o satirizavam na época em que foi ministro em plena ditadura militar. O secretário especial da Cultura, Mario Frias, e o perfil da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República), resolveram se manifestar – no caso da Secom, oficialmente – contra uma paródia do humorista Marcelo Adnet, que faz os melhores esquetes de humor do período da pandemia em seu programa “Sinta-se em Casa” na Globoplay. Na sexta (5/9), Adnet parodiou a campanha sobre “Heróis Brasileiros”, lançada uma dia antes pelo governo, com narração e atuação de Mario Frias, evocando o estilo nacional-triunfalista já popularizado na pasta da Cultura num vídeo anterior de Roberto Alvim. Na mesma noite, Frias atacou o esquete, lançando várias ofensas pessoais contra o humorista. Ele chamou Adnet de “criatura imunda”, “crápula”, “frouxo”, “sem futuro”, “palhaço”, “idiota”, “egoísta”, “fraco” e “bobão”, além de atacar sua vida privada, comentando sua infidelidade no casamento com a ex Dani Calabresa. “Um Judas que não respeitou nem a própria esposa, traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter”. Adnet respondeu com nova piada, dizendo que Frias “recomendou” o esquete. “Até o Secretário Frias recomendou no Instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes!”, postou o humorista. Foi a deixa para o Twitter oficial da Secom atacar a sátira, acusando Adnet de “parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros”. A secretaria de Comunicação passou, então, a listar “pessoas reais” que não estão no vídeo, em que Frias aparece sozinho no Museu do Senado – diante de quadro do Rei da Bélgica!. “Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos”, diz o texto. Seguindo esse raciocínio, a Secon afirma que Adnet despreza “as pessoas reais, de carne e osso, que são exemplos para todos”, e que, no entanto, não aparecem em lugar algum do vídeo parodiado, nem mesmo em citações. De fato, a Secom fez vários posts consecutivos, explicando o vídeo com o que não há no vídeo. Leia abaixo. Melhor ainda, compare os vídeos originais e veja todas as reações. 🇧🇷 O Brasil tem História. Uma História com verdadeiros líderes, respeitados intelectuais e grandes heróis nacionais. Alguns, conhecidos; muitos, ignorados. Uma História tão bela e grandiosa quanto desprezada e vilipendiada por anos de destruição da identidade nacional. pic.twitter.com/N8TDqpASXu — SecomVc (@secomvc) September 3, 2020 Arquivo Confidencial com o presidente no #SintaSeEmCasa Pgm completo https://t.co/t26nDkk4gq pic.twitter.com/t3jPIJhhE5 — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Ver essa foto no Instagram Garoto frouxo e sem futuro. Agindo como se fosse um ser do bem, quando na verdade não passa de uma criatura imunda, cujo o adjetivo que devidamente o qualifica não é outro senão o de crápula. Um Judas que não respeitou nem a própria esposa traindo a pobre coitada em público por pura vaidade e falta de caráter. Um palhaço decadente que se vende por qualquer tostão, trocando uma amizade verdadeira, um amor ou sua história por um saquinho de dinheiro e uma bajulada no seu ego infantil e incapaz de encarar a vida e suas responsabilidades morais. Pior do que isso: conta vantagem por se considerar melhor que as outras pessoas. Mas isso tudo é só para esconder a solidão em que ele se encontra. Quem em sã consciência consegue conviver no mundo real com um idiota egoísta e fraco como esse? Onde eu cresci ele não durava um minuto. Bobão! Uma publicação compartilhada por Mario Frias🇧🇷 (@mariofriasoficial) em 4 de Set, 2020 às 6:47 PDT Até o Secretário Frias recomendou no instagram dele! Vale conferir o post! A Secom deve replicar em suas redes! — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 5, 2020 Erramos. Acreditamos que seria possível unir todo o país em torno de bons valores e de bons exemplos. Afinal, ninguém é contra a bondade, o amor ao próximo, o sacrifício por inocentes, certo? Errado! Infelizmente, há quem prefira parodiar o bem e fazer pouco dos brasileiros. pic.twitter.com/kqA2yjx0Rb — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 Coincidentemente, a data é próxima ao nosso 7 de Setembro. Decidimos então fazer uma série única, sobre heróis brasileiros — primeiramente, heróis anônimos; depois grandes heróis nacionais. Em comum, além da bravura de seus atos, o fato de serem amplamente desprezados. — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 Não imaginamos que honrar um morador de rua que salvou uma desconhecida ou uma professora que morreu queimada para salvar dezenas de crianças causaria reações maldosas, carregadas de desprezo por brasileiros simples, mas imensamente bondosos. — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020 De que adianta afetar bons sentimentos, falar em defesa do povo e coisas do tipo, mas na prática desprezar as pessoas reais, de carne e osso, que são exemplos para todos? De que adianta gritar que ama a humanidade, mas desprezar o ser humano? — SecomVc (@secomvc) September 5, 2020

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    Ativistas pró-democracia pedem boicote a Mulan na Ásia

    4 de setembro de 2020 /

    “Mulan”, que estreia nesta sexta (4/9) na China, virou alvo de uma campanha de boicote de ativistas pró-democracia na Ásia. Os protestos têm como alvo tanto a história do filme, que enaltece e defende o império chinês, como a intérprete da heroína, a atriz Liu Yifei, que apoiou a polícia de Hong Kong durante os protestos contra a controversa lei de segurança nacional em 2019. “Eu apoio a polícia de Hong Kong, podem me agredir agora”, disse Yifei na rede social Weibo, no auge da repressão. “Que vergonha para Hong Kong”, ela ainda acrescentou. A lei entrou em vigor quase um ano após o início das grandes manifestações pró-democracia em Hong Kong, e foi criada como parte do projeto da China para enquadrar a província em seu regime, acabando a separação entre a Justiça de Hong Kong e do continente. Em agosto, a ativista pró-democracia Agnes Chow foi detida sob esta lei e muitos chineses a descreveram como “a verdadeira Mulan”. Nos últimos meses, também na Tailândia e em Taiwan os jovens têm se unido nas redes sociais para apoiar Chow e outros ativistas em Hong Kong. O movimento tem feito campanha pelo boicote ao filme pelas redes sociais, usando a hashtag MilkTeaAlliance (Aliança do chá com leite), criada nos protestos, e #BoycottMulan. Um dos ativistas que encabeçam os pedidos de boicote, Joshua Wong, líder do movimento pró-democracia de Hong Kong, diz que a Disney se ajoelha para o Partido Comunista e descreveu Liu Yifei como “um ícone do autoritarismo traindo de bom grado os valores que Hollywood dá à personagem”. Outro ativista, o tailandês Netiwit Chotiphatphaisal, também acusa a Disney de ser parceira da China na perpetuação da repressão. “A Disney e o governo chinês sabem que a violência do Estado contra as pessoas é inaceitável”, escreveu. Um cartaz photoshopado de Mulan, divulgado por ativistas, chega a apresentar Liu Yifei como Mulan, usando capacete policial e de cassetete em punho, arrancando sangue de manifestantes. Veja abaixo esta e outras representações da personagem, que acompanham os pedidos de boicote.

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    DC Fandome divulga trailer de sua 2ª parte

    4 de setembro de 2020 /

    A segunda parte do evento DC FanDome, que ganhou o subtítulo Explore The Multiverse, ganhou um trailer que enfatiza a participação dos fãs e sugerindo um novo tipo de interação, via acesso on demand ao conteúdo. Desta vez, o destaque fica com as séries de TV do Arrowverso, mas os organizadores prometem mais de 100 horas de conteúdo sobre todo o universo DC, incluindo filmes, games, quadrinhos e animação. Por isso, a ideia é que cada espectador monte sua própria agenda e confira os painéis no seu próprio tempo, já que o material ficará disponível por apenas 24h no endereço oficial da convenção. Entre as séries de TV, estão confirmados painéis inéditos de “Batwoman”, “Black Lightning” (Raio Negro), “Legends of Tomorrow”, “Stargirl”, “Patrulha do Destino”, “Lucifer”, “The Flash”, “Supergirl” e a estreante “Superman & Lois”. A primeira parte do DC Fandome, intitulada Hall of Heroes, foi realizada em 22 de agosto e reuniu 22 milhões de fãs ao vivo de 220 países diferentes. O DC FanDome: Explore The Multiverse acontece no próximo fim de semana, no dia 12 de setembro, com a liberação dos conteúdos a partir das 14h, exclusivamente em https://www.dcfandome.com/.

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    Chace Crawford evoca Profundo em campanha real de resgate marinho

    4 de setembro de 2020 /

    O ator Chace Crawford gravou um vídeo de apoio ao Centro de Resgate Marinho de Laguna Beach, na Califórnia, em que evoca o lado decente de seu personagem em “The Boys”. Ele vive o herói aquático Profundo (The Deep) na série da Amazon, que tem seu lado cruel, como pode testemunhar a heroína Luz-Estrela (Starlight), mas desde que abusou da inocência da menina, ele entrou num arco de redenção, que valoriza a defesa ambiental e proteção dos animais marinhos. Apesar de render boas piadas, a obsessão de Profundo com a vida marinha é, na verdade, uma causa autenticamente nobre. No vídeo, Crawford destaca o trabalho de resgate dos lobos marinhos da costa do Pacífico, mostrando três filhotes em sua volta ao mar, enquanto novos recém-resgatados começam o trabalho de readaptação para serem soltos. Veja abaixo como Profundo pode não ser o pior dos super-heróis. Thank you to @ChaceCrawford (AKA The Deep) for this special message for some very important Sea Lions about to head back into the ocean. And thank you to @TheBoysTV for your donation to help us continue our mission and give marine mammals a second chance at life! pic.twitter.com/7oqAHohNAA — PacificMMC (@PacificMMC) September 4, 2020

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    Filhos de Milton Gonçalves descobrem Instagram falso do ator pedindo dinheiro

    3 de setembro de 2020 /

    Os filhos do ator Milton Gonçalves descobriram uma conta falsa, criada em nome do ator, pedindo doações no Instagram. “Alguém mal-intencionado criou uma página em nome do meu pai e está pedindo doação lá”, disse uma das filhas do ator ao jornal O Globo, que preferiu não ser identificada pela reportagem. “Minha irmã tinha falado com o responsável pela conta noutro dia, e ele se dizia fã. Mas agora fomos ver e ele está pedindo doações para um bebê chamado Laura e se passando por assessoria. Daí minha irmã foi falar e ele bloqueou. Entrei em contato com o dono da página que me disse ter sido hackeado”. A família informa que o ator não tem conta em nenhuma rede social. Após a denúncia, o perfil falso (@miltongoncalves_) foi removido do Instagram. Aos 86 anos, Milton Gonçalves está em casa com a família, recuperando-se de um AVC (acidente vascular cerebral) isquêmico, que ele sofreu em fevereiro. Ele chegou a ficar 95 dias internado no hospital, mas seu estado de saúde, segundo os filhos, é atualmente estável.

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    Jane Fonda lamenta não ter transado com Marvin Gaye

    3 de setembro de 2020 /

    A atriz Jane Fonda abordou sua vida amorosa de forma divertida, numa entrevista publicada pelo jornal The New York Times na terça (2/9), em que revelou que um dos grandes arrependimentos foi não ter feito sexo com Marvin Gaye. . Ela falou da atração pelo lendário cantor de soul quando foi questionada se o seu maior arrependimento era não ter feito sexo com Che Guevara. Fonda respondeu: “Não, eu não penso sobre ele. Em quem eu penso, e o que é um grande arrependimento, é Marvin Gaye. Ele queria e eu não.” Na época, a atriz estava casada com o ativista político Tom Hayden. “Eu estava conhecendo muitos artistas para tentar organizar shows para Tom e a mulher que estava me ajudando a fazer isso me apresentou a Marvin Gaye”, acrescentou. Fonda se casou com Hayden em 1973 e os dois ficaram juntos por 17 anos, até se divorciarem. Do casamento, nasceu Troy Garity, atualmente com 47 anos. A atriz também foi questionada sobre sua relação com outra figura lendária, o ator Marlon Brando. Sobre ele, Fonda foi concisa: “Decepcionante. Mas um ótimo ator.” A reportagem cobriu vários aspectos da vida da atriz, que, aos 82 anos, teria a “mesma intensidade que a fez duas vezes vencedora do Oscar”, e continua a mesma militante de seus tempos de juventude, agora pela causa ambiental. Esta militância deu origem ao livro “What Can I Do?”, com lançamento previsto para a próxima terça (8/7) nos EUA. E este seria o motivo principal da entrevista, que acabou discorrendo sobre quase tudo, de “Barbarella” a Greta Thunberg, e da Guerra do Vietnã ao TikTok, diante da fascinação da entrevistadora pela estrela – descrita como “uma Forest Gump glamourosa que aparece nas linhas de frente da cultura, fitness, política e Hollywood por mais de meio século”.

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    Charlie Sheen estaria gravando vídeos de aniversário para pagar contas

    3 de setembro de 2020 /

    Charlie Sheen, que durante sua participação na série “Two and a Half Men” foi o ator mais bem pago da TV americana, arrecadando cerca de US$ 1,7 milhão por episódio, hoje vende vídeos personalizados para os fãs. De acordo com o tabloide britânico Mirror, o ator usa o site Cameo para comercializar os vídeos com mensagens de aniversário, casamento ou outras comemorações, por US$ 440 cada. Sem nenhum trabalho como ator desde 2018, esta atividade teria se tornado sua principal fonte de rendimentos. Mas o jornal encontrou um aspecto positivo na atual fase do astro. Apesar da “crise financeira”, o ator está com boa de saúde e sóbrio há dois anos. O vício de Charlie em drogas e álcool veio à tona em 2011, após surtos, e foi o motivo de sua demissão de “Two and a Half Men”. Em 2015, ele revelou que havia sido diagnosticado com HIV quatro anos antes. Depois disso, ele se retirou dos holofotes. Charlie Sheen tem cinco filhos. Sam e Lola Paula ProfitRose são filhas do casamento do ator com a atriz Denise Richards. Bob e Max nasceram da união com a socialite Brooke Mueller. E Cassandra Jade é fruto do relacionamento dele com Paula Speers.

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    Robert Pattinson teria pego covid-19 nas filmagens de Batman

    3 de setembro de 2020 /

    Segundo a Vanity Fair, Robert Pattinson está com covid-19. A revista apurou que foi o ator quem testou positivo para o coronavírus na volta das filmagens de “Batman”, resultando na paralisação das filmagens. A Warner havia emitido um comunicado mais cedo informando que “um membro da produção de ‘Batman’ está com Covid-19 e está se isolando de acordo com os protocolos estabelecidos”. O estúdio não revelou quem foi a pessoa infectada, alegando questões de privacidade. Mas a Vanity Fair afirma ter confirmado, junto à fontes da produção, que se trata do próprio intérprete de Batman. Desde então, outras publicações afirmaram que o doente é mesmo Pattinson. Ainda não há informações sobre o estado de saúde do ator. A paralisação aconteceu apenas três dias após a retomada das filmagens. Antes disso, o filme dirigido por Matt Reeves ficou cinco meses com os trabalhos suspensos por conta da pandemia. Reeves afirmou que havia filmado apenas 25% do longa antes da primeira paralisação. Apesar desses problemas, o longa, que marcará a estreia de Robert Pattinson como o super-herói dos quadrinhos, segue com sua estreia programada para outubro de 2021.

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    Letitia Wright transforma dor da perda de Chadwick Boseman em poesia

    3 de setembro de 2020 /

    A atriz Letitia Wright, que interpretou Shuri em “Pantera Negra”, transformou em poesia sua dor pela morte de Chadwick Boseman. Ela compartilhou nas redes sociais um vídeo em que recita um poema escrito para homenagear o ator, que morreu na última sexta-feira (28/8), aos 43 anos. No vídeo de quase seis minutos, Wright diz que o intérprete de T’Challa, seu irmão em “Pantera Negra”, tinha uma “alma tão linda” que gerava “calma” nos ambientes. “Está escrito, não há nada de novo sob o sol. Mas o sol parou naquela manhã, recusando-se a brilhar”, começa falando a atriz, sobre a perda. “Nuvens escuras ao redor, confusão se instalando. Lágrimas fluindo, rios tão profundos. Eu não sabia que era para isso que eu estava acordando – meu irmão, um anjo na terra, partiu”, segue recitando Wright. Mesmo fazendo poesia, ela afirmou que palavras não podem descrever como se sente após a perda do amigo e que “gostaria de poder dizer adeus.” Ver essa foto no Instagram 🕊🕊🕊 Uma publicação compartilhada por letitiawright (@letitiawright) em 1 de Set, 2020 às 5:16 PDT

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