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14 de setembro de 2026
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    Disney+ (Disney Plus) já tem quase 90 milhões assinantes

    10 de dezembro de 2020 /

    A Disney realizou um evento com investidores na noite desta quinta (10/12) para apresentar números e falar de seus planos de investimento em streaming. Quando a empresa apresentou sua estratégia de streaming pela primeira vez, num evento similar em abril de 2019, previu que poderia atrair de 60 milhões a 90 milhões de assinantes nos primeiros cinco anos do serviço Disney+ (Disney Plus). Pois logo no começo da nova apresentação, que durou quatro horas, o CEO do conglomerado, Bob Chapek, revelou aos investidores que esses números foram subestimados. A Disney+ (Disney Plus) já tem 86,8 milhões de assinantes… em apenas 13 meses. A empresa lançou sua plataforma de streaming em 11 de novembro de 2019, com muito alarde. Mas embora o novo serviço tivesse pouca programação original, uma atração tornou sua assinatura obrigatória: “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, que com o hype gerado por uma certa criança ajudou a impulsionar o serviço para mais de 10 milhões de inscrições nas primeiras 24 horas. O serviço agora serve como a espinha dorsal de uma estratégia de streaming ainda em evolução na Disney, que também inclui o serviço Hulu nos EUA e a ESPN+ com foco em esportes. Embora o streaming continue sendo um negócio caro – a divisão que cuida do setor perdeu US$ 2,8 bilhões em 2020, graças a investimentos iniciais pesados – , a empresa não poderia ter escolhido um momento melhor para mudar suas prioridades e redefinir seus métodos de distribuição. Apenas cinco meses após o lançamento do Disney+ (Disney Plus), grande parte do mundo mergulhou na pandemia de coronavírus e numa nova realidade de isolamento social, com cinemas fechados em vários países, transformou o streaming em estrela do entretenimento mundial. A Disney foi forçada a suspender a produção de muitos de seus projetos, fechar seus parques temáticos e suspender o lançamento global de diversos blockbusters. O conglomerado também decretou cortes salariais e demitiu milhares de funcionários para estancar as perdas. Mas assim mesmo, foi um dos poucos estúdios de Hollywood a ter o que comemorar, com o sucesso de seus lançamentos em streaming e a chegada de seu serviço à Europa e América Latina – que ajudou a plataforma a atingir seus números elevados de assinaturas. Agora, a Disney prepara novos e ousados voos, tendo atingido um estágio com o Disney+ (Disney Plus) que achou que chegaria apenas daqui a quatro anos.

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    Tiffany Hadish revela que Grammy queria que ela apresentasse evento de graça e pagasse seus custos

    10 de dezembro de 2020 /

    Rolou polêmica nos bastidores da premiação do Grammy (o Oscar da indústria da música). Convidada a apresentar um pré-show do evento, a comediante Tiffany Haddish revelou que não aceitou a oferta, porque a produção do evento queria que ela apresentasse três horas de programação sem receber cachê. Pior que isso, ela ainda teria que pagar seus custos com maquiagem, cabelo e figurino. “Tudo isso teria que sair do meu bolso. Eu não sei se isso significa que nunca mais serei nomeada, mas eu achei desrespeitoso”, ela desabafou em entrevista à revista Variety. A publicação buscou a Academia da Gravação para explicações. Um representante disse que “todos os anfitriões, apresentadores e atrações musicais tradicionalmente participam gratuitamente, incluindo neste ano”. A alegação é que a Academia é uma organização sem fins lucrativos. Tiffany achou desaforo. “Eu disse: ‘a exposição é maravilhosa, mas eu acho que já tenho bastante. Obrigada por me convidarem’. E ainda que eu aprecie a honra de ser nomeada, isso não está okay”, reclamou. A atriz, que está indicada ao Grammy 2021 na categoria de Melhor Álbum de Comédia – por “Black Mitzvah”, seu trabalho para a Netflix – já tinha sido indicada no ano passado por “The Last Black Unicorn”, na categoria de Melhor Álbum Falado. Diante da polêmica o chefe interino da Academia, Harvey Mason Jr, procurou pessoalmente a comediante, antes de se manifestar pelo Instagram. Em vídeo postado em sua conta pessoal, Mason, que assumiu o cargo provisoriamente em janeiro passado, disse que não sabia da oferta e da conversa. “Acabei de saber que a Academia de Gravação convidou Tiffany Haddish para apresentar a pré-cerimônia deste ano”, ele contou. “Infelizmente e sem o meu conhecimento, a profissional que trabalha para a Academia disse à Sra. Haddish que nem mesmo cobriríamos seus custos enquanto ela apresentasse este evento para nós. Para mim, isso está errado”, ele continuou. “Estou frustrado com essa decisão. Foi um lapso de julgamento, foi de mau gosto e foi desrespeitoso com a comunidade criativa – faço parte da comunidade criativa e sei como é isso, e não é certo”, acrescentou Mason, que é um veterano compositor, produtor e músico. “Felizmente, a Sra. Haddish foi gentil o suficiente para permitir que eu tivesse uma conversa com ela. Pedi desculpas a ela pessoalmente, pedi desculpas em nome da Academia e expressei a ela meu pesar e meu desagrado sobre como isso aconteceu e como foi tratado. E vou repetir: Tiffany, sentimos muito e agradecemos por me permitir falar sobre isso”. Esta não é a única polêmica da Academia neste longo 2020, que começou com a demissão da presidente da organização, Deborah Dugan, primeira mulher eleita para o cargo, defenestrada em janeiro sob acusação de má conduta. Ao sair, ela fez uma série de acusações contra a Academia, citando um comitê secreto que deixou Ed Sheeran e Ariana Grande fora da categoria de Música do Ano em 2019 após o favorecimento de outro artista por parte do conselho. Mais recentemente, a ausência de The Weeknd entre os indicados a prêmios no Grammy 2021 despertou raiva no cantor e em vários colegas que lhe deram razão, após seu disco ser consagrado como Melhor do Ano em várias premiações, alimentando novas acusações de corrupção no prêmio. A cerimônia do Grammy Awards 2021 está marcada para o dia 31 de janeiro. O comediante Trevor Noah, do “The Daily Show”, foi escolhido como anfitrião do evento e vai estrear na função. Não se sabe se ele também vai trabalhar de graça. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Harvey Mason jr. (@harveymasonjr)

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    Ellen DeGeneres testa positivo para covid-19 e tem programa suspenso

    10 de dezembro de 2020 /

    A comediante Ellen DeGeneres se tornou a mais recente celebridade a revelar que testou positivo para covid-19. “Olá a todos, gostaria de informar que testei positivo para Covid-19. Felizmente, estou me sentindo bem agora. Qualquer pessoa que esteve em contato próximo comigo foi notificada e estou seguindo todos as diretrizes adequadas”, ela escreveu nas redes sociais nesta quinta-feira (10/12). Ellen acrescentou que ficará em quarentena, o que significa que não poderá gravar seu programa, “The Ellen DeGeneres Show”, por duas semanas. “Vejo vocês de novo depois das férias”, concluiu. Um porta-voz da produção do programa confirmou que a exibição do “The Ellen DeGeneres Show” foi suspensa até janeiro. A paralização chega num momento delicado para a continuidade da atração. Uma reportagem publicada na quarta (9/12) no Buzzfeed revelou o estrago causado pela revelação de que os bastidores da produção eram um ambiente tóxico de trabalho, com muitas denúncias de assédio e maus tratos – o que levou à várias demissões e pedidos de desculpa da própria Ellen. A reportagem relata que o programa não está conseguindo atrair convidados relevantes depois da polêmica e vem perdendo anunciantes. A audiência do “Show” teria caído 37% em relação à temporada anterior e faltam apoios a eventos promocionais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ellen DeGeneres (@theellenshow)

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    Sony compra a plataforma Crunchyroll da Warner

    9 de dezembro de 2020 /

    A AT&T, dona da WarnerMedia, vendeu a plataforma de anime Crunchyroll para a Sony por quase US$ 1,2 bilhão, como parte de seu esforço para aliviar suas dívidas gigantescas. Nem parece que o CEO da AT&T, John Stankey, se disse literalmente contra dar “armas adicionais aos concorrentes” nesta mesma semana – na terça (8/12), para ser exato, ao defender o plano de lançar os filmes da Warner na HBO Max e não aceitar ofertas milionárias da Netflix por seu portfólio. Com a venda da Crunchyroll, a AT&T não está apenas se desfazendo de conteúdo valioso que não vai mais para a HBO Max, num momento em que a Netflix triplica suas apostas em animes. Na verdade, está armando a Sony até os dentes. A ex-plataforma de animes da Warner agora fará parte da Funimation, da Sony, que se passa a ter status de gigante no segmento, tendo apenas a Netflix como concorrente. O acordo dará à Funimation o controle completo sobre a marca Crunchyroll, 3 milhões de assinantes do serviço e mais de 90 milhões de usuários registrados. “A equipe da Crunchyroll fez um trabalho extraordinário não só de fazer crescer a marca Crunchyroll, mas também de construir uma comunidade apaixonada de fãs de anime. O sucesso da Crunchyroll é um resultado direto da cultura da empresa e do compromisso com seus fãs”, disse Tony Gonçalves, diretor financeiro da WarnerMedia, elogiando o que perdeu. “Ao combinar com a Funimation, eles continuarão a nutrir uma comunidade global e levarão mais anime para mais pessoas”, continuou, descrevendo o novo gigante do mercado. “Estou muito orgulhoso da equipe da Crunchyroll e do que eles conseguiram realizar no espaço da mídia digital em um período tão curto de tempo. Eles criaram um ecossistema global de ponta a ponta para essa forma de arte incrível.” E que foi vendido por um preço extremamente desvalorizado pela AT&T. Fundada em 2006, a Crunchyroll foi uma empresas pioneiras de streaming, focando-se em um nicho de público de amantes de anime em vez de tentar competir com a Netflix. O Grupo Chernin adquiriu o controle acionário da empresa em 2013 e mais tarde a envolveu em sua joint venture com a Otter Media. A AT&T adquiriu o controle total da Otter Media em 2018 e os ativos do grupo foram absorvidos pela WarnerMedia. A WarnerMedia, sob a liderança do recém-nomeado CEO Jason Kilar, começou a oferecer uma liquidação da Crunchyroll no verão norte-americano passado. A empresa tem procurado se desfazer ou implodir todas as iniciativas de nicho de seu portfolio para se focar exclusivamente no crescimento da abrangente HBO Max, que oferece programação de todos os seus ativos – algo que o cineasta Christopher Nolan chamou de “pior serviço de streaming” do mundo. Paralelamente, a AT&T também está procurando maneiras de pagar suas dívidas, que cresceram para mais de US$ 180 milhões com a compra da Warner. Após se desfazer da Crunchyroll, a empresa quer tocar para frente o serviço de TV via satélite DirecTV. Enquanto isso, a Sony celebra. “Estamos orgulhosos de trazer a Crunchyroll para a família Sony”, disse o presidente e CEO da Sony, Tony Vinciquerra. “Por meio da Funimation e de nossos fantásticos parceiros da Aniplex e da Sony Music Entertainment Japan, temos um profundo conhecimento dessa forma de arte global e estamos bem posicionados para oferecer conteúdo excepcional para o público em todo o mundo. Junto com a Crunchyroll, criaremos a melhor experiência possível para fãs e maiores oportunidades para criadores, produtores e editores no Japão e em outros lugares. A Funimation tem feito isso há mais de 25 anos e esperamos continuar a alavancar o poder da criatividade e da tecnologia para ter sucesso neste segmento de entretenimento em rápido crescimento.”

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    Facebook pode ter que vender Whatsapp e Instagram

    9 de dezembro de 2020 /

    O Facebook achava que seus próximos passos seriam entrar na disputa de streaming com conteúdo original e exibição de clipes, mas pode ter que voltar várias jogadas para trás e perder peças. Após investigação de 18 meses, processos paralelos movidos pela Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC) e 46 estados americanos, além do território de Guam e do Distrito de Columbia, deram entrada na Justiça nesta quarta (9/12), acusando a rede social de Mark Zuckerberg de virar um monopólio, ao eliminar a concorrência comprando seus rivais. Entre os pedidos dos promotores está a reversão da aquisição do Instagram e do WhatsApp, além da imposição de restrições em futuros negócios. “As redes sociais pessoais são centrais na vida de milhões de americanos” afirmou Ian Conner, diretor do escritório de competição da FTC, em comunicado. “As ações do Facebook para consolidar e manter seu monopólio negam aos consumidores os benefícios da concorrência. Nosso objetivo é reverter a conduta anticompetitiva e restaurar a competição, para que a inovação e a livre concorrência possam prosperar”. As investigações do órgão federal tiveram a cooperação das procuradorias-gerais dos estados e territórios dos EUA, e sua conclusão foi que o Facebook se “envolveu em estratégia sistemática para eliminar ameaças ao seu monopólio”, com a aquisição do Instagram em 2012, por US$ 1 bilhão, e do WhatsApp, dois anos depois, por US$ 19 bilhões. Como evidências das práticas anticompetitivas, a procuradoria de Nova York destaca, em comunicado, declarações do próprio cofundador e diretor executivo da companhia, Mark Zuckerberg. No início de 2012, Zuckerberg admitiu que o Facebook estava “muito atrás” do Instagram e que a melhor estratégia seria “pagar muito dinheiro” pelo aplicativo, para “neutralizar um potencial competidor”. “Por quase uma década, o Facebook usou sua dominância e seu poder de monopólio para esmagar rivais menores e acabar com a competição, tudo isso às custas de seus usuários”, afirmou a procuradora-geral de Nova York, Letitia James, que lidera a coalizão de estados. “Hoje, estamos agindo em nome de milhões de consumidores e pequenos negócios que foram prejudicados pelo comportamento ilegal do Facebook. Em vez de competir por mérito, o Facebook usou seu poder para suprimir a competição, e então tirar vantagem de seus usuários, fazendo bilhões pela conversão de dados pessoais numa fábrica de dinheiro”. A a ação da FTC e a coalizão de estados e territórios também acusa o Facebook de impor condições anticompetitivas a desenvolvedores de softwares. Como exemplo, cita o aplicativo de vídeos curtos Vine, lançado em 2013 pelo Twitter. Ao perceber a ameaça, a companhia cortou o acesso do app à interface de programação que permitia o acesso aos contatos de seus usuários no Facebook. “Esse tipo de conduta prejudica a competição, deixa os consumidores com poucas opções e priva os anunciantes dos benefícios da concorrência”. Em sua ação, a FTC pede, entre outros pontos, que a Justiça ordene a imediata alienação de ativos, incluindo o Instagram e o WhatsApp, proíba o Facebook de criar condições anticompetitivas a desenvolvedores de softwares e que obrigar a companhia a obter aprovação para futuras fusões e aquisições acima de US$ 10 milhões. O Facebook respondeu rapidamente, em comunicado assinado por sua vice-presidente global Jurídica, Jennifer Newstead, no qual classifica os processos como “revisionismo histórico”, afirmando que “as leis antiruste existem para proteger os consumidores e promover a inovação, não para punir empresas bem-sucedidas”. Sobre as aquisições de Instagram e WhatsApp, Newstead argumenta que elas se tornaram “os produtos incríveis que são hoje porque o Facebook investiu bilhões de dólares e anos de inovação e expertise para desenvolver novos recursos e experiências”. “O fato mais importante neste caso, que a Comissão não menciona no seu processo de 53 páginas, é que ela própria autorizou essas aquisições anos atrás”, rebateu a companhia. “O governo agora quer rever sua própria decisão, enviando uma mensagem assustadora para as empresas norte-americanas de que nenhuma decisão é definitiva”. As aquisições de Instagram e WhatsApp foram aprovadas pela FTC durante a gestão de Barack Obama, já as investigações sobre as chamadas Big Techs começaram no governo de Donald Trump. Mas as gigantes da tecnologia devem continuar sob o radar da futura presidência de Joe Biden, já que o processo movido pelos estados é bipartidário, juntando governos democratas, como o de Nova York, e republicanos, como o Texas. O Facebook é a segunda empresa gigante de tecnologia processada nos EUA neste ano. Em outubro, o Departamento de Justiça processou o Google também por monopólio.

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    Google revela que Coronavírus, Tom Hanks e Parasita dominaram pesquisas de 2020

    9 de dezembro de 2020 /

    O Google divulgou uma lista dos assuntos mais pesquisados em seu mecanismo de buscas em 2020. Sem surpresas, “coronavírus” dominou as pesquisas mundiais, liderando o ranking do Google nos EUA e no Brasil. Mas, curiosamente, a relação de assuntos gerais também inclui muitas celebridades. O ator Tom Hanks, que foi um dos primeiros famosos a contrair covid-19, e o jogador de basquete Kobe Bryant, que morreu inesperadamente em janeiro, aparecem no Top 5 americano, atrás de coronavírus e “resultados da eleição” presidenciais dos EUA. Já as pesquisas brasileiras não se focaram em nenhuma pessoa específica. O 2º lugar foi “auxílio emergencial”, tema que também está relacionado à pandemia ou a seus reflexos. Pesquisas esportivas como o jogo “Flamengo x São Paulo”, “Copa do Brasil” e “NBA”, além das eleições – no Brasil e nos EUA – entraram no Top 10 nacional. Listas mais específicas das pesquisas americanas voltam a destacar Tom Hanks, desta vez como o ator mais pesquisado em 2020. Seu diagnóstico de coronavírus no início do ano gerou reações emocionais de fãs em todo o mundo, preocupados não apenas com seu bem-estar, mas também com o que poderia acontecer com o vírus que perturbaria o mundo. O filme vencedor do Oscar 2020, “Parasita”, lidera a lista de cinema, seguido por “1917” e “Pantera Negra” no Top 3. O antigo filme “Contágio”, lançado em 2011, aparece no 5º lugar dessa relação, devido ao fato de retratar uma pandemia muito similar à covid-19. Atores falecidos, como ​​Naya Rivera, Chadwick Boseman e Sean Connery, também estão entre os indivíduos mais pesquisados neste ano nos EUA, enquanto os brasileiros preferiram saber mais sobre políticos e integrantes do Big Brother Brasil. Por sinal, os programas que renderam mais buscas incluem “A Máfia dos Tigres”, “Big Brother Brasil” (no mundo inteiro) e “La Casa de Papel”, nessa ordem. Séries da Netflix como “Outer Banks”, “Ozark”, “The Umbrella Academy”, “Emily em Paris” e “O Gâmbito da Rainha” também apareceram na lista.

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    Giovanna Antonelli testa positivo para covid-19

    9 de dezembro de 2020 /

    Giovanna Antonelli é a mais nova atriz da Globo a testar positivo para o novo coronavírus. Ela recebeu o resultado positivo nesta quarta-feira (9/12), depois de realizar um teste para a doença na semana passada. A atriz estava participando das gravações da próxima novela das 19h da Rede Globo, “Quanto Mais Vida Melhor”, e precisou ser afastada. Segundo a assessoria da atriz, Giovanna “está bem, cumprindo a quarentena em casa e semana que vem volta a trabalhar”. Atualmente, ela também aparece na reprise de “Laços de Família”, em que interpreta a personagem Capitu. Em novembro passado, a atriz contou que o elenco da novela fazia testes de covid-19 todos os dias. Ela não é a primeira atriz a testar positivo enquanto participa de gravações da Globo. As colegas Marieta Severo e Andréia Horta também foram diagnosticadas. As duas trabalham em outra novela inédita da emissora, “Um lugar ao Sol”, trama das 21h que sucederá “Amor de Mãe”. Além delas, o ator Marco Ricca, que também faz parte do elenco desta produção, está internado há uma semana em UTI devido ao coronavírus. Mas ele ainda não tinha começado sua participação no set.

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    Samsung lança streaming gratuito para usuários de Smart TVs

    9 de dezembro de 2020 /

    A Samsung lança nesta quarta (9/12), no Brasil, um serviço de streaming gratuito para quem tem Smart TVs da marca. Chamado de TV Plus, o serviço não é on demand, mas uma oferta de vários feeds ao vivo, com uma programação com hora fixa e comerciais, em esquema semelhante ao dos pacotes de canais tradicionais de TV. O serviço chega ao Brasil com menos conteúdo que o disponibilizado nos EUA. Serão 20 canais para começar, incluindo Bloomberg TV, de notícias, Pet Collective, para fãs de animais de estimação, MyTime Movie Network e Dark Matter, de filmes, e Nick Clássico, que inclui atrações infantis como “Kenan & Kel”, “Rugrats Crescidos” e outros sucessos dos anos 1990 e 2000. O TV Plus só estará disponível em TVs com o sistema operacional Tizen (normalmente lançadas depois de 2018) e é necessário que ela esteja conectada à internet. O aplicativo irá aparecer na interface do sistema Tizen, no hub de funções e aplicativos da plataforma. O Brasil é o 12º país a receber o serviço gratuito. “Sem assinaturas, sem taxas, sem cartões de crédito, apenas TV grátis”, diz a descrição do serviço no site oficial da empresa. “Nosso serviço de streaming trará constantemente novidades na grade de canais, sempre diversificando temas e formatos para a melhor experiência no entretenimento do usuário”, afirma, em nota, Aline Jabbour, diretora de desenvolvimento de negócios da América Latina na Samsung. Veja abaixo um rápido “surfe” pelos canais do serviço.

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    Estado de saúde de Nicette Bruno permanece grave

    8 de dezembro de 2020 /

    Nicette Bruno permanece em estado grave no hospital Casa de Saúde São José. O boletim médico desta terça-feira (8/12) informou que a atriz, que enfrenta infecção de covid-19, continua na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e não houve alteração em seu quadro. O hospital declarou que “ela está sedada, intubada, dependente de ventilação mecânica e realizando hemodiálise”. Na segunda (7/12), em mais uma ocasião, a filha da atriz, Beth Goulart, pediu apoio para a recuperação da mãe. “É preciso ter muita paciência, perseverança, esperança e fé. Vamos continuar nossa corrente de oração para ela e todos os que estão doentes neste momento e seus familiares”, ela postou no Instagram. O outro filho, Paulo Goulart Filho, publicou uma imagem em que aparece ao lado da mãe. “Mãezinha do coração, seguimos em oração… logo estaremos juntos novamente! Seguimos com fé!”, escreveu. A veterana atriz de 87 anos foi internada no último dia 29 de novembro, precisou ser entubada em 1 de dezembro e no sábado (5/12) teve complicações nos rins, passando a necessitar de hemodiálise.

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    Marco Ricca está internado há uma semana em UTI com covid-19

    8 de dezembro de 2020 /

    O ator Marco Ricca (“Chatô, o Rei do Brasil”) está internado há quase uma semana em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) de um hospital no Rio de Janeiro, onde permanece sedado e intubado. A família manteve o tratamento em sigilo, pedindo para a instituição não divulgar quando ele deu entrada, e também prefere que o nome do hospital não seja revelado. Segundo relato de amigos ouvidos pela Folha de S. Paulo, o ator de 58 anos apresentou uma melhora nesta terça-feira (8/12). Entretanto, familiares e amigos estão sem acesso ao ator e têm sido informados de seu estado por meio da equipe médica. Ele não tem previsão de alta da UTI. Marco Ricca já é a segunda baixa no elenco da próxima novela das nove da Globo, “Um Lugar ao Sol”, de Lícia Manzo. Marieta Severo, que também está internada com a covid-19, participava das gravações da trama quando foi diagnosticada. Marieta segue internada, no Rio de Janeiro, desde sexta-feira (4/12).

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    CEO da AT&T defende plano de streaming da Warner

    8 de dezembro de 2020 /

    John Stankey, CEO da AT&T, empresa mãe da WarnerMedia, defendeu a aposta da divisão cinematográfica da empresa, a Warner Bros, de lançar blockbusters simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pelo conglomerado. Durante a Conferência Virtual UBS Global TMT, nesta terça (8/12), ele disse que a HBO Max pode usar a decisão para “acelerar ainda mais” seu crescimento e “penetrar no mercado mais rapidamente”. Para ele, a decisão é uma vitória para todos, pois se ajusta às tendências atuais do mercado e à psique dos consumidores em meio à pandemia do coronavírus. Stankey chamou a falta de atividades nos cinemas devido à pandemia de “infeliz”. E se posicionou contra licenciar filmes para outras plataformas – a Netflix quis comprar “Godzilla vs. Kong”. Seria como dar “armas adicionais aos concorrentes”. Diante do quadro atual, “sabíamos que precisávamos tentar algo diferente”. Ele acrescentou: “Lançar o produto no mercado … é importante.” E concluiu que o mercado será “ditado pelo que os consumidores escolherem fazer”. “Ter escolha” é uma coisa boa neste momento, argumentou, sobre disponibilizar filmes no cinema e em streaming ao mesmo tempo, mas prometeu “ajustar” essa decisão se o setor de cinema se recuperar da pandemia. Ciente das recentes críticas do cineasta Christopher Nolan (“Tenet”), e também de grupos de cinema, Stankey disse: “Eu sei que há muito barulho no mercado, pessoas com pontos de vista diferentes”, mas, segundo ele, isso acontece “sempre que você muda um modelo”. Durante a conferência, ele ainda revelou que a HBO Max atingiu a marca de 12,6 milhões de assinantes ativados, de um total de 28,7 milhões de assinantes, incluindo os inativos – em migração da HBO Go.

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  • Etc,  TV

    Loading: Novo canal traz animes inéditos, games e cultura geek à TV brasileira

    8 de dezembro de 2020 /

    O canal Loading, voltado ao público geek, estreou na TV aberta na noite de segunda (7/12), com uma programação focada em cultura pop, games, e-sports e animes. A emissora entrou no lugar de uma marca histórica, a antiga MTV Brasil, tanto no lendário prédio no bairro do Sumaré, em São Paulo, quanto na numeração do canal, 32 UHF. Mas em vez de fãs de música, seu público alvo serão adeptos de jogos eletrônicos e desenhos japoneses. Para fãs de animes, o Loading será um paraíso televisivo. O canal fechou uma parceria com a plataforma Crunchyroll e exibirá 50 títulos em todas as faixas horárias, inclusive lançamentos exclusivos, como “The God of High School” e “Tower of God”, além de produções adultas. O Loading ainda fará, com exclusividade, a dublagem de alguns títulos em parceria com a Crunchyroll, como “91 Days” e “Given”. Segundo comunicado da Crunchyroll, isso promete ser apenas o começo de uma grande invasão. O novo canal fechou ainda outras duas parcerias de peso: Hasbro e Sony, de quem licenciou mais de cem títulos. Séries, filmes, animes e cartoons da TV norte-americana e japonesa estão no pacote, incluindo produções dos Power Rangers. Além de programas importados, o canal estreou com cinco atrações originais e um time de dez apresentadores. O principal destaque é um programa sobre cultura pop chamado “Multiverso”, que pretende fazer jornalismo cultural na TV, com apresentação de Fernanda Pineda, Fabio Gomes e Mariana Ayrez. Os demais programas são “Mais Geek”, com conteúdo de cultura oriental, “Game Shark”, “Desafio Gamer” e “MetaGaming”, que abordarão games e e-sports. O Loading também é multiplataforma. Pode ser visto na TV aberta, nos maiores provedores de TV paga e também com acesso por streaming ao vivo e por conteúdo on-demand, sem assinatura. O site oficial disponibiliza o acesso ao vivo, em https://loading.com.br/. Confira.

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  • Etc,  Filme

    Natalie Desselle (1967 – 2020)

    7 de dezembro de 2020 /

    Natalie Desselle, uma das estrelas da série “Alfinetadas” (Eve) e da comédia “Ricas e Gloriosas”, morreu na manhã desta segunda-feira (7/12), aos 53 anos, após uma batalha contra o câncer de cólon. Seus primeiros papéis foram pequenas aparições no filme de assalto “Até as Últimas Consequências”, estrelado por Jada Pinkett Smith, Queen Latifah, Kimberly Elise e Vivica A. Fox, e na sitcom “Family Matters”, ambos em 1996. Mas já no ano seguinte foi protagonista de “Ricas e Gloriosas”, ao lado de Halle Berry. No filme de 1997, dirigido por Robert Townsend, as duas viviam garçonetes em um restaurante de soul food da Geórgia, que acabavam cuidando de um velho milionário de Beverly Hills (Martin Landau) e se tornando “Princesas Negras”. Desselle Reid interpretou a personagem Mickey de maneira memorável. No mesmo ano, ela ainda entrou na série “Built to Last”, que só durou uma temporada (o contrário do que afirmava seu título), estrelou a comédia “Armadilhas do Amor” e viveu a irmã malvada de “Cinderella”, na versão estrelada pela cantora Brandy. Mas depois desse começo energético, passou os últimos anos fazendo televisão, com papel recorrente em “For Your Love” (entre 1998 e 2000) e fixo em “Alfinetadas” (2003-2006), entre muitas participações especiais. Dentre seus poucos trabalhos cinematográficos recentes, destaca-se ainda uma inclusão na família cinematográfica de Madea, personagem do comediante Tyler Perry que virou franquia com quase duas dezenas de filmes. Desselle apareceu apenas num deles: “Madea’s Big Happy Family” (2011).

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