Tiago Abravanel e Maisa se manifestam após fala de Patrícia Abravanel: Homofobia não é opinião
O nome de Patrícia Abravanel foi parar nos assuntos mais comentados do Twitter após a apresentadora pedir que as pessoas respeitassem os conservadores que não concordam com quem é LGBTQIAP+. A fala incomodou o sobrinho de Patrícia, Tiago Abravanel, que é abertamente gay e criticou a tia. Além dele, Maísa Silva, que foi apresentadora da emissora da família Abravanel, fez uma série de posts pedindo respeito à comunidade. Patrícia resolveu se manifestar após a ex-BBB Rafa Kalimann e o ator Caio Castro repostarem um vídeo em que um religioso diz respeitar mas não concordar com membros da comunidade LBGTQIA+. Patrícia, durante seu programa, defendeu o vídeo compartilhado dizendo que são “opiniões diferentes”. “Acho que assim como LGDBTYH, não sei, querem o respeito, acredito que eles têm que ser mais compreensivos com aqueles que hoje ainda não entendem direito”, ela afirmou, desrespeitando a comunidade por errar, propositalmente ou por falta de interesse, a sigla que a identifica. Tiago postou um vídeo nas redes sociais para criticar a tia. “Hoje minha tia, a Patrícia Abravanel, fez um comentário no programa que me pegou de um jeito que não ficou legal. O comentário que ela fez foi em cima de um ocorrido com a Rafa Kalimann e o Caio Castro antes de ontem. Eles postaram um vídeo de um pastor falando que não concordava com o casamento gay, mas que respeitava. Isso gerou algumas retratações deles e aí, a Patrícia e o Gabriel Cartolano comentaram”, ele disse na gravação. “Eu resolvi fazer esse vídeo, porque eu acho que assim como ela falou ao vivo o que ela pensa, eu acho que eu também preciso falar o que eu penso aqui nas minhas redes. Tentar falar para você, tia, o como eu me senti assistindo, tá? Eu acho que em primeiro lugar, orientação sexual não é uma questão de opinião. É uma questão de respeito. Você não precisa ser como eu, mas precisa respeitar quem eu sou e ponto final”, continuou. “Opinar, você opina se uma roupa é bonita ou feia para você. Se você quer café ou chá ou se você gosta de doce ou salgado. A orientação sexual não é da opinião de ninguém. A não ser da pessoa que escolheu ser aquilo que ela é. Escolheu não. Ela nasceu assim, então, não é uma questão de opinião. Ponto. Quando se opina em relação a isso… Esse é um ato homofóbico”, completou. Maísa, que é considerada a prima favorita dos brasileiros e trabalhou com o pai de Patrícia, Sílvio Santos, desde a infância, evitou citar o nome da apresentadora, mas fez publicações em apoio à comunidade, aproveitando que junho é conhecido como o mês de orgulho LGBTQIAP+. Em seus posts, ela fez referência direta à polêmica, ao dizer que deseja para a comunidade “cada vez mais que seus diretos sejam respeitados, que a diversidade e a representatividade cresçam, que as ações preconceituosas como homofobia e transfobia diminuam e que as pessoas parem de achar que ser homofóbico é opinião”. Vejam os posts originais abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tiago Abravanel (@tiagoabravanel) Tenho muito orgulho de ser cercada por pessoas tão incríveis que me ensinam tanto e estão comigo desde que eu era pequena. E claro, orgulho dos meus primos que eu vejo cada vez mais lutando por um mundo mais justo e diverso. Love u 🏳️🌈🏳️⚧️ — +a (@maisa) June 1, 2021
Robert Hogan (1933–2021)
O ator Robert Hogan, que apareceu em mais de 100 séries diferentes da TV americana, morreu devido a complicações de pneumonia em sua casa no Maine na quinta-feira passada (27/5). Ele sofria de Alzheimer desde 2013 e tinha 87 anos. Hogan decidiu virar ator após fazer um teste de aptidão para ter certeza se deveria cursar engenharia. Com o resultado, foi estudar na prestigiosa Academia Americana de Artes Dramáticas, de Nova York, e quase imediatamente começou a trabalhar na televisão. Seu vasto currículo televisivo remonta aos anos 1960, com destaque para “Guerra, Sombra e Água Fresca”, “Além da Imaginação”, “Dr. Kildare”, “O Fugitivo”, “General Hospital”, “Jeannie É um Gênio”, “Gunsmoke”, “Terra de Gigantes” e até “Batman”, onde viveu um joalheiro raptado pelo Sr. Frio (George Sanders). Apesar disso, teve poucos papéis fixos. Os mais famosos foram o reverendo Tom Winter em duas temporadas (1968-69) do melodrama “Caldeira do Diabo”, o xerife Paul Tate na única temporada (1974–75) do thriller “O Caçador” e o tenente comandante Hallar na 2ª temporada (1978-79) da comédia naval “O Caso das Anáguas”. Na falta de personagens duradouros, ele apareceu em episódios de atrações que marcaram época por décadas a fio, incluindo “Galeria do Terror”, “Mary Tyler Moore”, “Missão: Impossível”, “San Francisco Urgente”, “Havaí 5-0”, “O Homem de Seis Milhões de Dólares”, “O Incrível Hulk”, “Barnaby Jones”, “The FBI”, “One Day at a Time”, “Carro Comando”, “Duro na Queda”, “Supermáquina”, “Assassinato por Escrito”, “A Escuta” (The Wire) e “Lei & Ordem” (Law & Order), até encerrar a carreira na pouco vista “Maturity”, em 2018. Foi visto tantas vezes na telinha que, mesmo sem ter se consagrado com nenhum personagem em particular, tornou-se bastante conhecido. Chegou até mesmo a ser homenageado por Quentin Tarantino no cinema. Em uma cena de “Era uma vez… em Hollywood” (2019), o personagem de Leonardo DiCaprio cita e elogia Hogan, enquanto assiste ao ator num episódio de “The FBI”.
Bolsonarista tenta censurar festival de São Paulo contra censura
A vereadora bolsonarista Sonaira Fernandes, ex-funcionária de gabinete de Eduardo Bolsonaro, tentou impedir a realização do festival São Paulo Sem Censura, que será promovido pela Prefeitura da capital paulista nesta semana, entre 3 e 6 de junho. Ela protocolou uma ação popular na 14ª Vara da Fazenda Pública argumentando que se trata de um evento político, que visa “disseminar ódio e repúdio” ao governo federal, e não cultural. Mas na decisão proferida nesta terça-feira (1/6), o juiz José Eduardo Cordeiro Rocha apontou que, na verdade, a vereadora estava incorrendo em tentativa de censura ao buscar impedir uma manifestação contra censura. Ele indeferiu o pedido de liminar. “O acolhimento liminar da pretensão da autora é que seria temerário e poderia representar indevida ingerência do Judiciário em critérios discricionários de escolha da programação do evento cultural pelo Executivo ou ainda, o que seria pior, levar indiretamente à censura prévia do conteúdo da produção artística e à livre manifestação do pensamento, o que é vedado pela Constituição Federal”, escreveu o magistrado. Em sua primeira edição, no ano passado, o festival foi chamado de Verão Sem Censura e abrigou peças teatrais, exposições e outros eventos que sofreram represálias ou censura do governo federal. Um dos maiores entusiastas era o então prefeito Bruno Covas (PSDB), que morreu em decorrência de um câncer em maio. A nova edição, rebatizada de São Paulo Sem Censura, será um dos primeiros eventos de grande porte na cidade com Ricardo Nunes (MDB) como prefeito. Neste ano, o festival concebido pelo secretário da Cultura Alê Youssef será dividido em quatro eixos: Excluídos da Fundação Palmares, Censura Prévia na Lei Rouanet e Ancine, Liberdade de Imprensa e de Expressão e Políticas de Silenciamento. A programação terá atividades sediadas por equipamentos culturais da cidade, como o Theatro Municipal – que terá uma leitura dramatúrgica de “Santo Inquérito”, uma das mais importantes peças modernas do teatro brasileiro, com direção de Bete Coelho – , o Centro Cultural São Paulo (CCSP), o Centro Cultural da Juventude (CCJ), além de ações em ruas e avenidas, da Paulista até Itaquera. Adaptada aos protocolos de distanciamento social, o evento também prevê mostras de filmes na plataforma digital da SPCine, empresa municipal de fomento a cinema. A seleção destaca o trabalho de quatro coletivos independentes de cinema, Babado Periférico, Astúcia, Mbyá-Guarani de Cinema e Surto & Deslumbramento, com exibição de curtas, médias-metragens e webséries, além de debates transmitidos via redes sociais.
Fusão entre Warner e Discovery ganha nome oficial
A empresa resultante da fusão da WarnerMedia com a Discovery definiu seu nome. O anúncio foi feito nesta terça (1/6) pelo novo chefe do conglomerado, o atual CEO da Discovery, David Zaslav, numa reunião com funcionários no estúdio da Warner Bros. em Burbank. O meganegócio, que sacudiu o mercado ao ser anunciado em 17 de maio, gerou uma nova pessoa jurídica que já nasce como um dos maiores conglomerados de mídia do mundo, chamado… Warner Bros. Discovery. Avaliada em US$ 200 bilhões, a nova companhia também ganhou um logotipo. A imagem não causou o mesmo entusiasmo do anúncio da fusão, mas pode ser vista acima. Além disso, foi revelado que o slogan da empresa incluirá a frase “a matéria de que os sonhos são feitos”, referência a uma frase icônica do filme “Relíquia Macabra” (The Maltese Falcon), um dos primeiros filmes do gênero noir, lançado pela Warner nos cinemas há 80 anos. “A Warner Bros. Discovery aspirará ser o lugar mais inovador, empolgante e divertido do mundo para contar histórias – é disso que a empresa representará”, disse Zaslav na apresentação. “Adoramos o nome da nova empresa porque representa a combinação do legado fabuloso de 100 anos de narrativa criativa e autêntica da Warner Bros., assumindo riscos ousados para dar vida às histórias mais incríveis, com a marca global da Discovery que sempre se destacou pela integridade, inovação e inspiração. Existem tantas culturas criativas, maravilhosas e jornalísticas que farão parte da família Warner Bros. Discovery. Acreditamos que será o melhor e mais emocionante lugar do mundo para contar histórias grandes, importantes e impactantes em qualquer gênero – e em qualquer plataforma: filme, televisão e streaming”, completou. Uma das principais questões que Wall Street tem se perguntado é como serão as ofertas de streaming da nova empresa. No anúncio da fusão, Zaslav defendeu “flexibilidade na forma como combinaremos nossos serviços de streaming”, acrescentando que pretende “olhar para a gama de opções para alavancar valor aqui nos EUA e em todo o mundo”. Isto pode variar de uma superplataforma ao estilo da Netflix, com todos os ativos em um único serviço, ou uma oferta de diferentes serviços, semelhante ao que a Disney está fazendo com Disney+, Hulu e ESPN+ nos EUA. Tanto a Warner, com a HBO Max, quanto a Discovery, com a Discovery Plus, têm atualmente plataformas de streaming próprias.
Descaso na Cinemateca: Centenas de filmes já estariam perdidos
Responsável pelo fechamento da Cinemateca Brasileira, o governo Bolsonaro pode ser culpado pela destruição de um patrimônio inestimável da cultura brasileira. Fechada há cerca de 15 meses, desde que um representante da secretaria da Cultura chegou com escolta ostensiva da Polícia Federal para pegar as chaves dos responsáveis pela preservação de seus filmes, a Cinemateca pode já ter perdido parte de seu acervo, que estaria em estado de deterioração avançado, devido à negligência, segundo denúncia publicada pelo colunista Ricardo Feltrin nesta segunda-feira (31/5). Entre 600 e 1.000 filmes, em incontáveis números de rolos, teriam sido perdidos completamente. Os números são estimados por funcionários públicos que preferiram não se identificar, por temerem represálias – relatos de que o secretário da Cultura Mário Frias anda armado durante o trabalho em Brasília nunca foram contestados. O mau estado do acervo teria sido constatado por uma perícia no local a mando do Ministério Público Federal (MPF), que apura denúncias e investiga o que levou o governo a romper com a Acerp (Associação de Comunicação Educativa Roquette Pinto) de forma unilateral em dezembro de 2019. A inspeção teria apontado vários problemas na manutenção do prédio e do acervo. Fundada em 1946, a Cinemateca guarda registros de valores incalculáveis, como filmes feitos durante as incursões do Exército brasileiro na 2ª Guerra Mundial, clássicos do Cinema Novo, documentários do Brasil do começo do século 20, coleção de imagens raras da TV Tupi, primeira emissora de TV do país, inaugurada em 1950, 1 milhão de documentos relacionados à área do audiovisual, 245 mil rolos de filmes e 30 mil títulos de cinema, entre obras de ficção, documentários, cinejornais, filmes publicitários e registros familiares de personalidades históricas. A Secretaria de Cultura não se manifestou sobre a denúncia. Mas ela é responsável pela situação, na medida em que forçou o despejo dos que preservavam as obras e assumiu publicamente o “compromisso de resguardar a continuidade dos serviços e a segurança do patrimônio cultural preservado pela Cinemateca”. O governo jogou a Cinemateca no limbo quando o então ministro da Educação, Abraham Weintraub, aquele que Bolsonaro chamava de “um dos meus melhores ministros”, encerrou o contrato da Acerp para a realização da TV Escola, visando colocar olavistas para tocar o canal. Só que os direitos do canal eram exclusivos da Acerp, melando seus planos. Mas não ficou nisso. Além de tirar a TV Escola do ar, ao rasgar o contrato Weintraub criou um imbrólgio jurídico, porque a administração da Cinemateca estava definida num aditivo daquele documento. A Acerp entendeu que a parceria não poderia ser rompida, porque o acordo original para que cuidasse da Cinemateca iria até março de 2021, e continuou a administrar a entidade com recursos do próprio caixa por vários meses. Por conta disso, alega que o governo lhe deve R$ 14 milhões, correspondentes aos valores não repassados inclusive quando o contrato estava vigente. Segundo a Acerp, dos R$ 13 milhões do orçamento previsto em 2019, o governo só entregou R$ 7 milhões – e nada em 2020. O objetivo da secretaria de Cultura, ao congelar o repasse, teria sido justamente inviabilizar o funcionamento da Cinemateca, de modo a assumir o controle administrativo da entidade de forma emergencial. Bolsonaro chegou a posar ao lado da atriz Regina Duarte, dizendo que lhe daria a presidência da Cinemateca como compensação por demiti-la da Secretaria da Cultura. Mas o cargo que ele prometeu nunca existiu, uma vez que a administração da Cinemateca não poderia ser exercita pelo poder federal. Mas apesar do contrato de seção pública da Cinemateca, datado de 1984, proibir o governo de assumir seu controle, em agosto de 2020, com reforço da Polícia Federal, as chaves da Cinemateca Brasileira foram entregues à União e todo corpo técnico da instituição foi demitido. O caso ganhou repercussão internacional e se tornou símbolo da política cultural do governo Bolsonaro – que, conforme apontam as evidências, é simplesmente destruir tudo. Até o diretor do Festival de Cannes, o francês Thierry Frémaux, chegou a protestar contra o descaso do governo em relação à Cinemateca, considerando o desgoverno de Bolsonaro como uma ameaça à Cultura. “Quero expressar meu apoio à Cinemateca Brasileira, ameaçada pelo atual governo”, disse ele, em entrevista coletiva com a participação dos diretores dos sete maiores festivais de cinema da Europa, durante o Festival de Veneza no ano passado.
Filha de Paul Walker posta foto com Vin Diesel: “Família”
A modelo Meadow Walker, filha do ator Paul Walker, morto num acidente de carro em 2013, postou uma foto em que aparece abraçada com seu padrinho e grande amigo de seu pai, Vin Diesel. Na imagem, a jovem de 22 anos chama o padrinho e a filha dele, Similce, de 13 anos, de “família”. Vin Diesel e Paul Walker se tornaram grandes amigos após protagonizarem o primeiro “Velozes e Furiosos”, em 2001. Os dois se reencontraram no quarto filme da franquia e fizeram mais três longas, até Walker morrer durante uma pausa das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”. Meadow é única filha de Walker. No ano passado, ela estreou como modelo internacional, abrindo um desfile da grife Givenchy na Paris Fashion Week. Fãs de Paul Walker se emocionaram com o post, escrevendo mensagens carinhosas nos comentários da foto. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Meadow Walker (@meadowwalker)
Romy Windsor (1963-2021)
A atriz Romy Windsor, conhecida por papéis em filmes de terror e pelo thriller “A Outra Face” (1997), morreu em 19 de maio em Los Angeles após sofrer uma parada cardíaca súbita. Ela tinha 57 anos. O ator Morgan Krantz (da série “In the Dark”), filho da atriz, anunciou a morte de sua mãe nesta segunda (31/5). Natural de Pasadena, Texas, Romy Walthall venceu concursos de beleza e se tornou modelo aos 17 anos, contratada pela Ford Models para desfilar na Europa. Ao voltar aos EUA, decidiu se mudar para Los Angeles e virar atriz, adotando o nome artístico de Romy Windsor. Sua estreia no cinema aconteceu em 1984, quando apareceu em dois filmes: a comédia “Corrida na Correnteza” e o thriller “Ladrão de Corações”. No ano seguinte, viveu uma coelhinha da Playboy no telefilme “A Bunny’s Tale”, baseado numa reportagem investigativa sobre as condições de trabalho nos clubes da Playboy, assinada pela feminista Gloria Steinem. Ela ainda atuou em episódios de séries como “A Gata e o Rato” e “Carro Comando”, antes de virar protagonista de filmes de terror. Windsor desempenhou os principais papéis femininos de “Grito de Horror 4: Um Arrepio na Noite” (1988), filme da cultuada franquia de lobisomens dos anos 1980, e de “Nascido das Trevas” (1989), adaptação de Edgar Allan Poe, em que contracenou com o veterano Oliver Reed. Ela ainda voltou à saga dos lobisomens em 1995, no terror “Um Lobisomem na California”, retomando o papel da escritora Marie Adams, que descobre a existência dos monstros. Mas o filme mais bem sucedido de sua carreira lhe deu um espaço bem menor, como Kimberly, a secretária neurótica do personagem de John Travolta em “A Outra Face”, thriller de ação em que o ator trocava seu rosto pelo de Nicolas Cage. Nos anos 1990, ela teve o azar de ser contratada para várias séries que fracassaram e acabaram canceladas na 1ª temporada, como “Man of the People” (1991) com James Garner, “Hotel Malibu” (1994) ao lado de Jennifer Lopez, além dos dramas jurídicos “Civil Wars” (1992) e “Murder One” (1996). A atriz foi vista ainda em “Arquivo X”, “Quantum Leap”, “LA Law”, “Love Boat: The Next Wave” e outras produções, encerrando a carreira em 2011 com um trabalho no filme “0s & 1s”, em que contracenou com seu filho, Morgan.
Atriz de “Grey’s Anatomy” está em Ubatuba
A atriz italiana Stefania Spampinato, estrela da série “Grey’s Anatomy” e de seu spin-off “Station 19”, está no litoral paulista. No domingo (30/5), Stefania postou nos stories do seu Instagram imagens da natureza, clicadas numa pousada da praia do Itamambuca, em Ubatuba. Depois de participar brevemente de episódios de séries como “Glee” e “Satisfaction”, ela se juntou ao elenco de “Grey’s Anatomy” em 2017 como Dra. Carina DeLuca, irmã do Dr. Andrew DeLuca (Giacomo Gianniotti). E desde 2020 desempenha o mesmo papel na série “Station 19”, derivada da atração principal.
“Fãs” surtam e atacam Luísa Sonza pela morte do bebê de Whindersson Nunes
Depois que “fãs” desejaram a morte do filho de Whindersson Nunes, que nasceu prematuro no fim de semana e morreu nesta segunda (31/5), outros – ou os mesmos – “fãs” mudaram de foco e partiram para o ataque contra Luísa Sonza, ex do comediante, culpando-a pela morte do bebê numa onda gigantesca de ódio nas redes sociais. Para justificar o novo surto de crueldade, apontam que a cantora nutria uma certa “inveja” pela felicidade de Whindersson com a gravidez da noiva Maria Lina, causando estresse à família. Após os ataques, Luísa apareceu chorando nos stories do Instagram, mas apagou os vídeos logo em seguida. Nas gravações, ela implorou: “Pelo amor de Deus, parem! Gente, pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus, parem com essa história. Ninguém aguenta mais, ninguém aguenta mais”. Reproduções de seu desespero podem ser vistas nas fotos que ilustram este texto. Vale lembrar que a cantora chegou a apoiar o casal e dar força para Maria Lina contra seus supostos “fãs”. “A sociedade odeia a mulher, não importa onde ela esteja. Se um dia eu contasse tudo que já passei (o que vcs veem na internet é a ponta do iceberg) provavelmente vocês não acreditariam na metade. Torço muito pra que ela fique bem e saiba lidar com tudo com muita sabedoria, maturidade e amor, porque não é fácil. Felicidade e muito, muito amor à família!”, ela desejou. Até a atriz e apresentadora Maisa Silva se pronunciou. “Pedindo pra todos que gostam de mim e se consideram meus primos, reunirem suas crenças pra mandarem força e cura pros corações do Whin e da Maria. Eles são pessoas amadas demais e é muito ruim ver quem a gente ama, sofrendo. Concentrem nisso, e não em negatividade”, ela escreveu. A escalada de agressividade dos haters também está trazendo para o centro das discussões o questionamento sobre a má influência de Twitter, Instagram e Facebook na sanidade mental. Há quem defenda cancelar os “canceladores”, que nada mais são que linchadores adolescentes com wifi, levando o problema ao conhecimento de seus pais. Mas também há ponderações sobre o ódio ser um problema geracional incontrolável, um novo “mal do século”, alimentado pelos surgimento e popularização das redes sociais. Veja abaixo algumas reações civilizadas ao absurdo do mal. Precisamos falar sobre o ABSURDO que é as pessoas irem no Instagram culpar a Luísa Sonza pela morte do filho do Whindersson. Gente, sério. Isso é MUITO PESADO e um desrespeito com a dor dos outros. Esse momento já deve estar sendo difícil, não dificultem mais pro Whindersson. pic.twitter.com/T5JNEDZfZm — Leonan (@CallMeLeonan) May 31, 2021 Em luto. Pedindo pra todos que gostam de mim e se consideram meus primos, reunirem suas crenças pra mandarem força e cura pros corações do Whin e da Maria.Eles sao pessoas amadas demais e é mt ruim ver quem a gente ama, sofrendo. Concentrem nisso, e não em negatividade pq — +a 19 (@maisa) May 31, 2021 a hipocrisia do ser humano:pressupõem que a luisa traiu o whinderssonatacam a luisadescobrem que não traiuatacam o whindersson e a noivao bebê nasce prematuro e faleceas pessoas atacam a luisa dnv ??????????????????????? esse ciclo de ódio é tóxico, pelo amor de Deus — nay (@calvin4y) May 31, 2021 gente que covardia é essa q vocês estão fazendo com a Luisa sonza, de verdade, parem de propagar o ódio na vida das pessoas!!! respeitem o momento de luto do whindersson e da maria sem culpar ninguém de nada — Sophia Barclay (@SophiaBarcley) May 31, 2021 Olha que pecado, o filhinho do Whindersson morreu e já tem gente falando que é mal olhado da Luísa Sonza Gente do céu, meter treta de internet num momento tão triste é ruim demais, esse pessoal tem que descansar um pouco — (Laís)sez-faire (@Lais_sezfaire) May 31, 2021 q tristeza, pessoas precisando urgentemente de terapia, a dor de cada um precisa ser respeitada. — Ella🏡🏹 #VacinasParaTodos💉😷 (@dacostaellie) May 31, 2021 Em vez de estarem distribuindo energia positiva pro Winderson e a Maria ficarem bem, estão distribuindo ódio. — IamLuana (@Luhsantos248) May 31, 2021 Já passou da hora de tirarem esses adolescentes da internet Entraria em contatos com os pais de cada um, pro bem deles é pro bem da sociedade, pq eles já são pessoas cruéis — maria fifi (@MSepoupe) May 31, 2021 Capaz de ter sido eles mesmos, os que culpam a Luísa, foi a energia ruim deles que causou tudo isso, energia ruim atrai tudo que é de ruim… — Luiog Narve (@LuiDavi4) May 31, 2021 o hate é a maldição da nossa geração e se continuarmos assim, muita gente ainda vai morrer por conta disso — gabriela (@gabi_araujox) May 31, 2021
Buddy Van Horn (1928–2021)
Wayne “Buddy” Van Horn, dublê veterano que trabalhou com Clint Eastwood em mais de 30 filmes, três deles como diretor, morreu em 11 de maio aos 92 anos. A notícia só veio à público nesta segunda (31/5). Algumas vezes creditado como Wayne, outras como Buddy Van Horn, ele “nasceu nos fundos do Universal Studios”, de acordo com o obituário publicado pelo Los Angeles Times. Seu pai havia trabalhado no estúdio como veterinário dos cavalos usados em vários filmes, por isso Van Horn montou seu primeiro pônei ainda criança nos sets de filmagens e se tornou um cavaleiro habilidoso, conseguindo emprego como figurante e dublê de westerns. Um de seus primeiros trabalhos foi como dublê de Guy Williams na série “Zorro” (1957-59), da Disney. Na década de 1960, seu talento como cavaleiro serviu para deixar atores como Gregory Peck, Lee Marvin e Jeremy Stewart “bem na foto” de vários westerns famosos. Isso levou ao trabalho como dublê de Eastwood, que começou a carreira como cowboy de filmes passados no Velho Oeste. A parceria iniciou durante as filmagens de “Meu Nome É Coogan” (1968), segundo filme da produtora de Eastwood, a Malpaso Productions, e o ator gostou tanto de trabalhar com Van Horn que o promoveu a coordenador de dublês no quarto lançamento de sua empresa, “Os Abutres Têm Fome” (1970). Os dois filmes foram dirigidos por Don Siegel, que também assinou o longa que marcou uma nova fase da carreira de Van Horn, longe dos cavalos. A mudança ocorreu a partir de “Perseguidor Implacável” (1971), que lançou a franquia “Dirty Harry” e o personagem mais famoso de Eastwood. Van Horn também acompanhou Eastwood em sua transformação em diretor, a partir de seu segundo longa na função, “O Estranho sem Nome” (1973). Neste filme, Eastwood ainda o escalou como ator, explorando suas semelhanças físicas para dar um toque sobrenatural à trama, como o delegado assassinado que o recém-chegado personagem-título vinga. O sucesso da parceria continuou por décadas, incluindo o filme vencedor do Oscar “Menina de Ouro” (2004), até ser encerrada em 2011 com “J. Edgar”, devido a problemas de saúde do antigo dublê. A amizade e confiança também permitiu que Van Horn se tornasse diretor de filmes de Eastwood. Ele comandou três sucessos do astro nos anos 1980, “Punhos de Aço: Um Lutador de Rua” (1980), “Dirty Harry na Lista Negra” (1988) e “Cadillac Cor-de-Rosa” (1989).
Filho de Whindersson Nunes e Maria Lina morre após nascimento prematuro
O humorista Whindersson Nunes e Maria Lina perderam o filho recém-nascido. O bebê prematuro, que nasceu na sábado (29/5) com 22 semanas, não resistiu e morreu nesta segunda (31/5) na maternidade do Hospital São Luiz, em São Paulo. “Contamos com a compreensão de todos, em solidariedade à família”, lamentou a assessoria do comediante, ao informar a perda em nota oficial Maria Lina disse “estar despedaçada” com a morte do filho. Whindersson também se pronunciou: citou uma passagem bíblica e também divulgou a música que havia composto para João Miguel. “E você saiu, não pra casa, mas pra melhor casa, ao lado do melhor”, escreveu. Ontem, Whindersson havia se emocionado ao compartilhar a imagem em que o filho segurava seu dedo. O comediante e a estudante de engenharia assumiram o relacionamento publicamente em outubro de 2020. Em março, o casal confirmou que estava à espera de um menino em um chá revelação. Na ocasião, o humorista disse que ele e Maria Lina estavam noivos e se casariam em breve. O casal chegou a compartilhar fotos das ultrassonografias em que viu o rosto do filho pela primeira vez. Muitos fãs enviaram apoio ao casal. O cantor Alok, também pai de prematuro, ofereceu seu carinho a Whindersson e Maria Lina. “Sei o quanto é difícil”, disse ao pedir ao público que enviasse energias positivas para a família. Apesar disso, durante a gravidez, Maria Lina, noiva de Whindersson, recebeu mensagens nas redes sociais de pessoas que desejavam a morte do bebê, por não aceitarem a separação do comediante e da cantora Luísa Sonza. “Desculpa as pessoas falarem de vc, tão pequeno, sem em poder se defender. Eu realmente tento entender”, postou Whindersson nesta segunda, desconsolado. “Eu tento não odiar quem desejou mal ao meu filho, mas eu sou humano, meu coração parece que vai sumir pra dentro e engolir meu peito. Tão lindo, eu me vi em você, sonhei com vc nós meus braços subindo no palco, tanto filho, tanto”. “As coisas, às vezes, não são como imaginamos, mas tudo tem um motivo e um propósito. Agradecemos as mensagens, as orações e as energias positivas, mas nesse momento queremos ficar com nossa família e exclusivamente com o João Miguel. Deus está na frente de tudo”, acrescentou Maria Lina. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Whindersson Nunes 🏠 (@whinderssonnunes) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Whindersson Nunes 🏠 (@whinderssonnunes)
Joe Lara (1962–2021)
O ator Joe Lara, que estrelou a série “As Aventuras Épicas de Tarzan” nos anos 1990, morreu em um acidente de avião. Ele tinha 58 anos e foi uma das sete pessoas mortas na queda de um jato particular no sábado (29/5) perto de Nashville, nos EUA. O papel de Tarzan foi o principal trabalho da carreira de Lara, que viveu pela primeira vez o personagem pulp criado por Edgar Allan Burroughs em 1989, no telefilme “As Aventuras de Tarzan em Nova York”. Os produtores de “As Aventuras Épicas de Tarzan” lembraram desse desempenho para escalá-lo na nova série, que trouxe o herói de volta à TV após 30 anos de ausência. Gravada no resort Sun City, na África do Sul, a série foi uma das poucas produções de Tarzan realmente filmadas no continente africano. A trama acompanhava os primeiros contatos de Tarzan com a civilização, antes de seu casamento com Jane. Mas ao enfatizar elementos mais fantasiosos, como bruxarias e civilizações perdidas, acabou comparada a outras atrações similares de heróis televisivos do período, com Hércules e Conan, e não fez muito sucesso, exibida durante apenas uma temporada, de 1996 a 1997. Lara também estrelou vários filmes de ação e aventura de baixo orçamento, lançados diretamente em vídeo – alguns deles traziam o ator com os cabelos compridos que exibia em Tarzan. Há três anos, ele se casou com Gwen Lara, que se tornou conhecida como guru de dietas, ao utilizar estudos bíblicos para ajudar pessoas a perder peso e parar de beber. Ela também está listada entre as vítimas do acidente aéreo.
Gavin MacLeod (1931–2021)
O ator Gavin MacLeod, que estrelou as séries clássicas “Mary Tyler Moore” e “O Barco do Amor”, morreu na manhã deste sábado (29/5) aos 90 anos. A causa da morte não foi informada, mas sua saúde vinha deteriorando nos últimos meses. Nascido Allan George See, ele adotou o nome artístico ao estrear no cinema em 1958, como um policial no drama criminal “Quero Viver!”. No ano seguinte, teve pequenos papéis nos clássicos “Estranha Obsessão” e “Os Bravos Morrem de Pé”, e acabou se destacando como coadjuvante na comédia de guerra “Anáguas a Bordo”, de Blake Edwards. “Anáguas a Bordo” foi uma prévia do tipo de papel que ele faria alguns anos depois na série “Marinha de McHale”, na qual viveu o marinheiro “Happy” Haines. Exibida de 1962 a 1966, a série sobre a tripulação de um torpedeiro americano durante a 2ª Guerra Mundial fez tanto sucesso que originou dois filmes, “Marujos do Barulho” (1964) e “Os Marujos… na Força Aérea” (1966), ambos com MacLeod em seu elenco. Ele continuou na Marinha na aventura clássica “O Canhoneiro do Yang-Tsé” (1966), estrelada por Steve McQueen, e voltou a trabalhar com Blake Edwards na comédia mais engraçada do diretor, “Um Convidado Bem Trapalhão” (1968), com Peter Sellers. Depois de estrelar outra famosa comédia de guerra, “Os Guerreiros Pilantras” (1970), ao lado de Clint Eastwood, entrou no elenco fixo de “Mary Tyler Moore” como Murray Slaughter, redator do telejornal em que a protagonista trabalhava, atuando em cada um dos 168 episódios das sete temporadas da atração. “Mary Tyler Moore” marcou época, influenciou costumes, especialmente os direitos femininos, rendeu três séries derivadas e até um telefilme de reencontro no ano 2000. Mas poucos integrantes do elenco tiveram a sorte de trocar o sucesso daquela série por outro programa de grande audiência. MacLeod foi um deles. O ator emendou “Moore” com “O Barco do Amor”, ficando fora do ar apenas dois meses entre as duas séries, em 1977. O novo trabalho foi ainda mais duradouro. Em “O Barco do Amor”, ele interpretou o capitão Stubing, responsável por comandar o navio de cruzeiros românticos por nada menos que 249 episódios em 10 anos. E mesmo após o fim da viagem televisiva, em 1987, ainda voltou para um telefilme de reencontro, “O Barco do Amor: O Dia dos Namorados”, em 1990, e num episódio do reboot “Love Boat: The Next Wave”, em 1998. Apesar de não ter emplacado outros papéis fixos, o ator continuou no ar por vários anos, aparecendo em episódios de “Oz”, “The King of Queens”, “JAG: Ases Invencíveis”, “O Toque de um Anjo”, “That ’70s Show” e “Zack & Cody: Gêmeos à Bordo”. Além disso, o sucesso de “O Barco do Amor” lhe garantiu outro emprego duradouro, como porta-voz da empresa de cruzeiros marítimos Princess Cruises. Nos últimos anos, MacLeod e sua esposa Patti Kendig se tornaram evangélicos, o que resultou numa reconciliação – e segundo casamento – após o divórcio, além de levar o casal a estrelar juntos a sci-fi cristã “A Jornada: Uma Viagem pelo Tempo”, em 2002. Sua despedida do cinema foi com outro filme evangélico, “As Histórias de Jonathan Sperry”, em 2008. Cinco anos depois, ele publicou seu livro de memórias, “This Is Your Captain Speaking: My Fantastic Voyage Through Hollywood, Faith & Life”. Ed Asner, que interpretou o chefe de MacLeod em “Mary Tyler Moore” – e que os mais jovens conhecem como a voz do velhinho ranzinza de “Up – Altas Aventuras” – prestou homenagem ao amigo no Twitter, escrevendo: “Meu coração está partido. Gavin era meu irmão, meu parceiro no crime (e na comida) e meu conspirador cômico. Te vejo daqui a pouco, Gavin. Diga à turma que os verei em breve. Betty! Agora somos só você e eu”, completou, citando Betty White (“Super Gatas”). Os dois são os últimos astros remanescentes da série dos anos 1970.












