KJ Apa, o Archie de “Riverdale”, vai virar papai
O ator KJ Apa, que interpreta Archie em “Riverdale”, anunciou que vai virar papai. A revelação foi feita em seu Instagram com uma foto em que aparece ao lado da namorada, a modelo Clara Berry. A imagem traz o barrigão da futura mamãe bem à mostra, indicando que ela já está grávida de vários meses. A futura mamãe também divulgou outras fotos em seu Instagram, dando ainda maior destaque para o tamanho de sua barriga. “Ela está grávida, a propósito”, comentou KJ no Instagram de Berry, recebendo parabéns de Camila Mendes, Lili Reinhart, Madelaine Petsch e outros colegas de “Riverdale”, na sequência da publicação. Camila Mendes, por sinal, usou a palavra “neném”, em português, para cumprimentar os novos papais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por KJ Apa (@kjapa) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Clara Berry (@clara.berry)
Paul Mooney (1941–2021)
O comediante Paul Mooney morreu nesta quarta (19/5), vítima de um ataque cardíaco, enquanto estava em estava em sua casa, na cidade de Oakland, na Califórnia. Ele tinha 79 anos e era conhecido por uma duradoura parceria com o amigo Richard Pryor (1940–2005). Mooney começou sua vida artística no circo, onde desenvolveu sua paixão por escrever e contar piadas. Ao longo de sua careira, apareceu em várias produções do cinema e da TV, mas começou em 1972 como roteirista de “Sanford and Son”, sitcom pioneira sobre uma família negra. Desde o começo, seu estilo cômico foi marcado por questionamentos sociais, procurando usar o riso como forma de denunciar o racismo e provocar reflexões sobre a política racial nos Estados Unidos. Sua longa parceira profissional com Richard Pryor teve início quando o famoso humorista foi convidado a aparecer na 1ª temporada do programa “Saturday Night Live”, em 1975, e requisitou Mooney para escrever seus esquetes. Ele gostou tanto das piadas que o contratou como roteirista de um especial de TV e de seu próprio programa, “The Richard Pryor Show”, em 1977. Nessa época, as piadas de Mooney lançaram a carreira do ator Robin Williams, que estreava na TV como um dos comediantes da produção da rede NBC. A transição de Mooney para frente das câmeras também começou durante o programa de Pryor e se estendeu para o cinema no mesmo ano, na comédia “O Que Vai Ser Agora?” (1977), também estrelada por Pryor. Os dois voltaram a atuar juntos no clássico “Rompendo Correntes” (1981) e Mooney ainda escreveu o especial “Richard Pryor… Here and Now” (1983) e o drama “Nos Palcos da Vida” (1986), únicos filmes dirigidos pelo comediante, além de servir como “consultor” em “Chuva de Milhões” (1985), um dos maiores sucessos comerciais do amigo. Paralelamente, lançou-se em carreira “solo”, aparecendo em “A História de Buddy Holly” (1977), “Confusões em Hollywood” (1987), “Um Maluco no Exército” (1994) e “A Hora do Show” (2000), que foi dirigido por Spike Lee, entre outros projetos. Ele também se especializou em roteirizar especiais musicais para a televisão e escreveu vários esquetes do famoso programa humorístico dos anos 1990 “In Living Colour”, que lançou Jennifer Lopez, Jamie Foxx e Jim Carrey (além de estabelecer a dinastia de humor da família Wayans). Nos últimos anos, Mooney vinha se dedicando à sua própria carreira como comediante, escrevendo e estrelando shows e especiais de stand up (lançados entre 2002 e 2014).
Salma Hayek revela que quase morreu de covid-19
Salma Hayek revelou que ficou à beira da morte em decorrência da covid-19. Em entrevista à revista Variety, a estrela mexicana contou que passou a maior parte de 2020 tentando se recuperar da doença, após contrair o vírus no início da pandemia. “Meu médico implorou que eu fosse para o hospital porque eu estava muito mal. Eu disse: ‘Não, obrigada. Eu prefiro morrer em casa'”, ela admitiu. A estrela de 54 anos precisou receber oxigênio e passou sete semanas isolada em um dos quartos de sua mansão, onde mora com o marido, o empresário francês François-Henri Pinault, e a filha Valentina, de 13 anos. Antes de pegar covid-19, ela filmou o filme da Marvel “Eternos” e “Dupla Explosiva 2 e a Primeira Dama do Crime”. E especialmente no segundo teve várias cenas de ação – ao lado de Samuel L. Jackson e Ryan Reynolds, astros do primeiro “Dupla Explosiva” (2017). Mas ela observou que não conseguiria fazer isso hoje. Mesmo tendo passado um ano do contágio, Hayek afirmou que ainda não recuperou a energia que tinha antes. A atriz só voltou ao trabalho no mês passado, para filmar sua participação no filme “House of Gucci”, dirigido por Ridley Scott. Ela tem o papel de uma vidente que foi condenada por ajudar Patrizia Reggiani (interpretada por Lady Gaga) a orquestrar o assassinato de seu ex-marido Maurizio Gucci (vivido por Adam Driver), herdeiro da marca Gucci. “Como não foi por muito tempo, foi fácil. Foi o emprego perfeito para voltar ao trabalho”, contou a atriz. Os cinemas brasileiros receberão os três filmes que ela já finalizou nos próximos meses: “Dupla Explosiva 2” tem previsão de estreia para 1 de julho, “Eternos” em 28 de outubro e “House of Gucci” em 25 de novembro.
Montanha de “Game of Thrones” perde 50 kg na pandemia
O ator e fisiculturista islandês Hafthór Júlíus Björnsson, que ficou conhecido por viver personagem Gregor Clegane, o Montanha, em “Game Of Thrones”, perdeu 50 kg durante a pandemia de coronavírus. Mas se engana quem achou que ele perdeu massa muscular. A mudança de peso foi resultado de malhação intensiva e uma nova dieta. Ele está até mais definido do que antes. “De 205kg a 155kg. Deslize para ver a diferença”, anunciou Hafthór no Instagram, com uma foto do “antes” e do “depois”. O gigante de 2,06 metros de altura vem descrevendo sua nova dieta em seu canal do Youtube. Além de ator, Hafthór é campeão de várias competições de força, tendo vencido várias vezes o título de “Homem Mais Forte do Mundo”. No entanto, ele decidiu abandonar as competições em 2020, após ganhar o título de “Homem Mais Forte da Islândia” pela décima vez consecutiva. “Ótima maneira de terminar minha carreira de homem forte. Agora começa uma jornada diferente e estou superanimado”, explicou na época. Ele voltou recentemente à atuação e poderá ser visto em 2022 no filme de vikings “The Northman”, de Robert Eggers (“A Bruxa”, “O Farol”), ao lado de Anya Taylor-Joy, Alexander Skarsgård e Nicole Kidman. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hafþór Júlíus Björnsson (@thorbjornsson)
Diretor iraniano é assassinado, desmembrado e jogado no lixo pelos próprios pais
Os pais do diretor iraniano Babak Khorramdin, de 47 anos, confessaram ter matado e esquartejado o filho no último domingo (16/5). Segundo a agência de notícias iraniana Rok News Agency, o pai, Akbar Khorramdin, não se arrepende do crime. Em seu depoimento, ele disse: “Estou aliviado… Não tenho mais preocupações na minha vida”. O corpo do diretor foi encontrado dentro de uma mala numa lata de lixo em Ektaban, bairro da capital iraniana Teerã. Khorramdin formou-se na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Teerã em 2009 com um mestrado em cinema e no se mudou para Londres em 2010 para continuar seus estudos. Depois de passar anos morando na Inglaterra, o diretor retornou ao país natal para dar aulas na Universidade Karaj. Seus créditos incluem uma série de curtas-metragens feitos em Londres, incluindo “Crevice” e “Oath to Yashar”, que conta a história da experiência de um jovem fictício de se mudar para Londres para estudar e sentir falta de sua família em casa. “Desde a pandemia e o início das aulas online, Babak trazia estudantes para a nossa casa três vezes por semana, dizendo que daria aulas particulares”, disse o pai à Corte Criminal de Teerã. “Mas ele só trazia estudantes mulheres para casa. Nem sabíamos se eram estudantes mesmo”, acrescentou como justificativa para o assassinato, supostamente cometido em nome da honra e da decência. Akbar relatou que queria vender o carro e dar dinheiro para o filho alugar o próprio apartamento, mas Babak, ao ouvir a proposta, respondeu que nunca sairia da casa dos pais. “Eu avisei que ou ele saía, ou eu conhecia alguém que aceitaria 10 milhões de tomãs [moeda iraniana] para matá-lo. Babak sorriu e disse: ‘Não seja bobo. Eu sou o Babak; ninguém pode fazer nada comigo'”. Com a recusa, o pai confessou que planejou o assassinato do filho com a esposa. De acordo com o depoimento, a mãe colocou sonífero na comida do filho e o pai o esfaqueou até a morte. Em seguida, os dois levaram o corpo até o banheiro, onde o esquartejaram para colocá-lo em uma mala. Pai e mãe do diretor agora estão presos.
Billy Porter revela ser soropositivo como seu personagem de “Pose”
Vida e arte voltam a se refletir. O ator Billy Porter revelou publicamente um “segredo” que escondeu por 14 anos. Assim como seu personagem Pray Tell, na série “Pose”, ele é portador do vírus do HIV. O status de soropositivo, descoberto em 2007, permaneceu em segredo para todos fora de seu círculo mais íntimo, inclusive a equipe da série, até recentemente. “Eu sou parte da geração que deveria se cuidar melhor, mas aconteceu comigo de qualquer forma. Foi o pior ano da minha vida”, contou o ator num artigo de capa da revista The Hollywood Reporter nesta quarta (19/5). Em seu relato, Billy Porter contou que foi diagnosticado com diabetes em fevereiro de 2007, declarou falência em março, e recebeu a notícia de que era soropositivo em junho. “A vergonha que eu senti naquela época, adicionada à vergonha que já tinha acumulado em toda a minha vida [pela homofobia] me silenciou, e eu tenho vivido envergonhado e em silêncio por 14 anos. Ser soropositivo, no lugar de onde eu vim, crescendo dentro da igreja pentecostal em uma família muito religiosa, era a punição de Deus”, disse Porter. A declaração revela outras coincidências com a série. No último episódio exibido na TV americana, após ser diagnosticado com apenas seis meses de vida, Pray Tell resolve se despedir da família, revelando ter crescido na igreja e ter mãe e tias profundamente religiosas. Porter diz que pesou na sua decisão de manter o contágio pelo vírus HIV em segredo o medo sobre como isso afetaria sua carreira. “Eu não sabia se seria capaz de atuar se as pessoas erradas descobrissem. Seria uma outra forma de as pessoas discriminarem contra mim, em uma profissão já bastante discriminatória. Então tentei pensar nisso o mínimo possível, bloquei tudo. Mas a quarentena me ensinou muita coisa”, disse. “Agora, não é mais só sobre mim. Chegou o momento de amadurecer e seguir adiante, porque a vergonha pode ser algo destrutivo – se você não lida com ela, a vergonha pode destruir tudo em seu caminho”, disse o ator sobre mudança de perspectiva conquistada com o casamento. O ator sugeriu que vencer um Emmy por “Pose” em 2019 lhe deu mais segurança profissional. Além disso, um ano antes da estreia da série, ele se tornou um homem casado, reforçando sua segurança pessoal. “Isso não poderia ter acontecido em um momento melhor. Todos os sonhos que eu já tive estão se realizando ao mesmo tempo”, afirmou, dizendo que encerrar o segredo o fez “sentir o coração mais leve”. “Como uma pessoa negra, especialmente um homem negro neste planeta, você precisa ser perfeito se não quiser ser morto. Mas olhe para mim: eu sou uma estatística, mas também a transcendi. Ser HIV positivo, hoje em dia, é isso. Eu vou morrer por algum outro motivo antes de morrer de AIDS. A minha contagem de glóbulos brancos [células que cuidam da imunidade do corpo] é duas vezes maior do que a sua, por causa da medicação que eu tomo”, apontou sobre como as expectativas mudaram desde os anos 1990, época retratada em “Pose”, e que hoje é bastante normal viver com HIV. “Tenho certeza que isso vai me seguir por aí. Tenho certeza que vão me introduzir como: ‘O ator HIV positivo, blá blá blá’. Okay. Tudo bem. Não é a única coisa que eu sou. Sou muito mais do que meu diagnóstico. Se você não quiser trabalhar comigo por causa do meu status, então você não merece trabalhar comigo”, conclui. E depois do episódio de “Pose” exibido nos EUA no último domingo, em que ele canta como uma anjo, chora como um mártir e abala uma comunidade inteira com sua presença, quem não gostaria de contar com o enorme talento de Billy Porter em qualquer trabalho? Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Billy Porter (@theebillyporter)
Demi Lovato se assume como pessoa não-binária
A cantora e atriz Demi Lovato anunciou que se identifica como uma pessoa não-binária e prefere que as pessoas passam a chamá-la com pronomes neutros. A mudança aconteceu na estreia do seu novo podcast, “4D with Demi Lovato”. “Durante o último ano e meio, eu passei por um processo de cura e reflexão. Com a ajuda deste trabalho, eu tive a revelação que me identifico como pessoa não-binária. Dito isso, eu oficialmente vou mudar meus pronomes para ‘they/them’. Acredito que isso representa melhor a fluidez que sinto na minha expressão de gênero, e permite com que eu tenha mais autenticidade e honestidade em relação a quem sou, a quem ainda estou descobrindo”, disse Demi Lovato no podcast. Em inglês, os pronomes “they/them” tem sido adotados como opção de neutralidade de gênero para se referir a homens, mulheres ou pessoas não-binárias — que não se identificam como nenhum dos dois gêneros. Em português, porém, os pronomes são plurais masculinos – eles/deles, em tradução literal – e não funcionam da mesma forma numa linguagem “politicamente correta”. Demi frisou que não se considera expert no assunto, e nem quer “falar por todas as pessoas não-binárias”. “Eu também não vou me irritar quando as pessoas deslizarem e usarem ‘ela/dela’ para falar de mim. Eu sei que, estando na minha posição [de pessoa pública], vai demorar um tempo para que as pessoas se acostumem”, acrescentou. Também deixou claro que sua aparência ou forma de se vestir não vai mudar por causa desse anúncio. “Eu quero que todo mundo entenda que ser uma pessoa não-binária não significa que eu não vá continuar me vestindo da forma como quiser”. Ou seja, não há obrigação de se vestir como homem de uma hora para outra, e quem reparar pode perceber que ela já tem buscado um visual unissex nos últimos tempos. “Eu poderia dar as costas para a minha carreira hoje, mas amanhã eu ainda iria me identificar como uma pessoa não-binária. Pela primeira vez na minha vida, estou colocando o meu bem-estar acima da minha carreira. Essa é a diferença entre fazer algo buscando atenção, e fazer algo porque é a sua verdade. Eu sei que nem todo mundo vai amar esse meu anúncio. Eu sei que algumas pessoas vão reagir com um medo irracional”, acrescentou. Por fim, ela relacionou sua “saída do armário” binário à sua overdose de 2018, quando “ficou a 5 ou 10 minutos da morte”, em suas próprias palavras. “Sinto que o motivo de aquilo ter acontecido é que eu não estava vivendo a minha verdade”, considerou. “Eu estava suprimindo quem eu realmente era para agradar stylists ou membros do meu time, ou mesmo os fãs, que queriam que eu fosse uma popstar feminina que usava roupas sexy. Eu achei que aquilo era o que eu deveria ser. Agora, percebo que é muito mais importante viver minha verdade do que me suprimir, porque isso [a overdose] é o tipo de coisa que acontece quando você se suprime”, afirmou, contextualizando sua overdose. Veja a íntegra do podcast abaixo.
Ex-assistente processa Marilyn Manson por abusos sexuais
Marilyn Manson está sofrendo um segundo processo por abusos sexuais. Segundo apurou a Page Six – coluna e site de celebridades do jornal New York Post – , desta vez as denúncias partem de uma ex-assistente, Ashley Walters. Os dois se conheceram em 2010 por uma rede social. Manson teria se mostrado interessado em seu trabalho como fotógrafa e fez uma proposta para que ela o retratasse. Ashley conta que foi até a casa do cantor, onde ele insistiu em realizar um ensaio fotográfico tarde da noite e, em um certo ponto, pediu para que ela tirasse a blusa. Em sua acusação, a ex-assistente alega que, depois das fotos, Manson a empurrou para a cama, usou o peso de seu próprio corpo para prendê-la e tentou beijá-la à força. Ele ainda teria mordido a orelha de Ashley e colocado a mão da profissional em sua cueca. Ela disse que, na época, acreditou que Manson “provavelmente” não havia cometido abuso, pois as coisas pararam naquele ponto. Depois disso, ele lhe ofereceu um emprego como sua assistente pessoal, propondo o dobro do salário que recebia. Mas quando começou a trabalhar, a jovem se viu forçada a virar noites para acompanhar a agenda noturna do cantor, regada a festas e drogas. Ela alega que Manson a ameaçava, jogava pratos nela e a empurrava contra a parede por qualquer coisa. Ela denunciou que Manson até teria enviado uma foto de ferimentos que causou na atriz Esmé Bianco com a mensagem “está vendo só o que acontece?”. Integrante do elenco de “Game of Thrones”, Esmé Bianco é responsável pelo primeiro processo aberto contra Manson na Justiça, afirmando ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado pelo cantor. Em seu próprio processo, Ashley Walters ainda acusa Manson de tentar prostitui-la, oferecendo-a para seus amigos influentes da indústria, incluindo um diretor que teria abusado sexualmente dela. Ela diz que se sentia como propriedade do ex-chefe. Um membro da equipe de Manson “negou veementemente” todas as acusações de abuso para a Page Six. Mas uma fonte próxima ao cantor, que preferiu não se identificar, afirmou que aquele era realmente o comportamento de Manson, que mandava a ex-assistente sentar no colo de outros homens. Outros detalhes da acusação incluem obrigar Ashley e a ex-noiva de Manson, Evan Rachel Wood, a posar junto com a coleção de itens nazistas do cantor, que usava as fotos para chantageá-las. Estrela da série “Westworld”, Evan Rachel Wood foi a primeira a denunciar publicamente o comportamento de Manson, mencionado que estava cansada de se calar por medo de chantagens, enquanto outras garotas continuavam a ser abusadas. “Eu cansei de viver com medo da retaliação, difamação ou de chantagens”, escreveu Wood em suas redes sociais em fevereiro passado. “Estou aqui para expor esse homem perigoso e denunciar as indústrias que o permitem agir, antes que ele arruíne outras vidas. Eu estou ao lado das muitas vítimas que não vão mais se silenciar”. Walters afirma que o abuso físico e psicológico que Wood e Esmé Bianco denunciaram foram muito similares à sua própria experiência. Marilyn Manson demitiu Walters em 2011. Antes disso, teria invadido o Facebook da ex-assistente. Segundo a denunciante, o cantor a acusou de roubo e continuou ameaçando-a de forma contínua mesmo depois de sua demissão. Em sua primeira e até aqui única manifestação sobre as denúncias, antes das ações na Justiça, Manson alegou que os abusos denunciados eram práticas consensuais entre adultos. “Obviamente, minha arte e minha vida sempre foram ímãs para polêmica, mas essas afirmações recentes sobre mim são horríveis distorções da realidade”, ele escreveu no Instagram em fevereiro. “Meus relacionamentos íntimos sempre foram inteiramente consensuais com parceiros que pensam como eu. Independentemente de como – e por que – os outros agora estão optando por representar mal o passado, essa é a verdade. ” Após a onda de acusações, Manson foi dispensado de sua gravadora, teve suas participações nas séries “American Gods” e “Creepshow” cortadas, e acabou ficando sem empresariamento artístico, com o rompimento de seu contrato pela agência de talentos CAA, uma das maiores de Hollywood.
A$AP Rocky confirma namoro com Rihanna: “É o amor da minha vida”
Finalmente alguém assumiu. Rumores sobre um possível caso entre Rihanna e A$AP Rocky circulam desde 2013, quando ele foi o responsável por abrir os shows da turnê “Diamonds”, da cantora. E, pelo menos desde junho de 2020, há mais que sinais de que os dois estão num relacionamento muito sério, a ponto dele posar para uma campanha da grife dela. Agora, porém, não há mais dúvidas. Em entrevista à revista GQ, o rapper declarou que não só namora como está totalmente apaixonado pela colega cantora. A publicação ainda destaca que, durante a entrevista, A$AP percebeu que não deveria falar sobre Rihanna, mas não conseguiu mais esconder o que sentia. “Assim que a mencionei, ele começou a brilhar como um adolescente cujo crush acabou de aceitar seu convite para o baile”, escreveu o jornalista que o entrevistou. Ao comentar sobre a namorada, A$AP Rocky se declarou: “É o amor da minha vida, é minha dama”. Ao ser questionado sobre como é estar em um relacionamento amoroso com a estrela, ele derreteu. “É muito melhor quando você tem a pessoa certa. Ela equivale a provavelmente, tipo, um milhão das outras. Acho que quando você sabe, sabe. Ela é a única”.
Charles Grodin (1935–2021)
O ator Charles Grodin, que marcou época em várias comédias clássicas como “Corações em Alta” (1972), “Fuga à Meia-Noite” (1988) e os filmes do cachorro Beethoven, morreu nesta terça-feira (18/5) de câncer na medula óssea em sua casa em Wilton, Connecticut. Ele tinha 86 anos. Grodin nasceu e cresceu em Pittsburgh, e depois de estudar teatro na faculdade local, aprimorou-se no Actor’s Studio em Nova York. A estreia na Broadway aconteceu em 1962, na peça “Tchin-Tchin”, ao lado de Anthony Quinn, e o primeiro filme veio dois anos, “Sex and the College Girl” (1964), já como coadjuvante. Apesar disso, passou a maior parte dos anos 1960 na televisão. Ele emplacou papéis nas novelas “Love of Life” e “The Young Marrieds”, participou das pegadinhas da “Candid Camera” – programa que inspirou quadro similar de Sílvio Santos – e apareceu em séries variadas, como a comédia “Mamãe Calhambeque”, o policial “FBI” e os westerns “Cavalo de Ferro”, “Big Valley” e “O Homem de Virgínia”. Mas os trabalhos televisivos acabaram dificultando sua volta ao cinema. Depois de ser testado e perder o papel principal de “A Primeira Noite de um Homem” (1967) para Dustin Hoffman, ele conseguiu uma pequena participação em outro clássico, aparecendo como médico de Mia Farrow em “O Bebê de Rosemary” (1968), de Roman Polanski. Embora Mike Nichols tenha preferido Hoffman em 1967, ele não esqueceu o teste de Grodin e o escalou em “Ardil 22” (1970), filme que ajudou a demonstrar o talento do ator para comédias. O estouro no gênero veio no filme seguinte, “Corações em Alta” (1972), dirigido por Elaine May, em que Grodin viveu um recém-casado que se apaixona por outra mulher (Cybill Shepherd) durante sua lua de mel em Miami. O ator foi indicado ao Globo de Ouro pelo papel. “Achei o personagem um cara desprezível, mas o interpretei com toda a sinceridade”, ele confessou em uma entrevista de 2009 ao The AV Club. “Meu trabalho não é julgar. Se não fosse por Elaine May, provavelmente nunca teria tido minha carreira bem-sucedida no cinema.” A popularidade do filme mudou seu status e o conduziu a vários blockbusters, como os remakes de “King Kong” (1976) e “O Céu Pode Esperar” (1978) – exageradamente indicado a nove Oscars. A profusão de comédias nos anos seguintes transforaram Grodin num campeão de locações da era do VHS. Ele filmou com a maioria dos humoristas de sucesso dos anos 1980 – Steve Martin, Gene Wilder, Chevy Chase, Goldie Hawn, Lily Tomlin, Dan Aykroyd, Warren Beatty e até os Muppets. Muitas dessas comédias marcaram época, como “A Dama de Vermelho” (1984), uma das maiores bilheterias da década, mas nenhuma foi tão impactante quanto “Fuga à Meia-Noite”. No filme dirigido por Martin Brest, Grodon viveu um contador da máfia procurado por criminosos e pelo FBI, que acaba sendo capturado por um caçador de recompensas (interpretado por Robert De Niro) e conduzido relutantemente de um lado a outro dos EUA para sua proteção e para o lucro do outro. O clima de camaradagem conflituosa dos dois protagonistas acabou inspirando todas as comédias de ação que se seguiram. “Fuga à Meia-Noite” também foi o auge do estilo de humor de Grodin, acostumado a interpretar personagens tensos e ranzinzas que, apesar de tudo, conseguiam ser simpáticos. Ele soube explorar bem essas qualidades também na popular comédia “Beethoven” (1992) e na sua sequência de 1993, como um pai de família avesso a animais de estimação, que acaba tendo que conviver com um São Bernardo gigante. Antes disso, ele já tinha conquistado o público infantil como rival de Caco, o Sapo (que na época ainda não era Kermit no Brasil) pelo amor de Miss Piggy em “A Grande Farra dos Muppets” (1981). Depois de coestrelar “Dave, Presidente por um Dia”, com Kevin Cline, e “Morrendo e Aprendendo”, com Robert Downey Jr., ambos em 1993, Grodin voltou a trocar o cinema pela TV. Foi apresentar um talk show, “The Charles Grodin Show” e atuar como comentarista satírico do programa jornalístico “60 Minutes”, retornando às comédias só em 2006, em “O Ex-Namorado da Minha Mulher”. Seus últimos filmes como ator foram “Enquanto Somos Jovens” (2014), de Noah Baumbach, “O Último Ato” (2014), de Barry Levinson, “O Comediante” (2016), de Taylor Hackford, e “The Private Life of a Modern Woman” (2017), de James Toback. Multitalentoso, Grodin também foi colunista de jornal, escreveu vários livros, dirigiu peças, chegando a comandar na Broadway a montagem de “Os Assaltantes”, que depois ele foi estrelar no cinema (em 1977), e venceu um Emmy como roteirista, por um especial televisivo do cantor Paul Simon (também de 1977). Ele ainda escreveu dois roteiros de cinema, “A Casa dos Brilhantes” (1974) e “Promessa é Dívida” (1985).
Emma Watson ressurge nas redes sociais após quase um ano de silêncio
Longe das telas desde o lançamento de “Adoráveis Mulheres” no final de 2019 e sem publicar nada nas redes sociais desde agosto do ano passado, a atriz Emma Watson reapareceu no Twitter na noite de segunda (17/5) para dizer que… está mesmo sumida. Seu desaparecimento rendeu alguns posts curtos, em que ela rebate notícias de que teria noivado (com o empresário Leo Robinson) e decidido largar a atuação, sem na verdade confirmar ou negar nada. Em fevereiro, o tabloide britânico Daily Mail afirmou que a atriz tinha se aposentado aos 30 anos de idade – ela já completou 31 desde então. “Queridos fãs. Boatos sobre se estou noiva ou não, ou se minha carreira está ‘adormecida’ ou não são maneiras de criar cliques toda vez que os rumores se revelam verdadeiros ou falsos”, começou. “Se eu tiver novidades prometo que vou compartilhar com vocês”, continuou, embora não tenha nenhum projeto previsto. Segundo a atriz, seu distanciamento de tudo é, na verdade, distanciamento social. “Nesse meio tempo, presuma que não ter notícias minhas significa apenas que estou passando a pandemia silenciosamente do jeito que a maioria das pessoas está – falhando em assar pão de fermentação orgânica, cuidando de meus entes queridos e fazendo o meu melhor para não espalhar um vírus que ainda está afetando tantas pessoas”, contou. “Estou enviando muito amor para vocês, esperando que vocês estejam bem, tão bem e feliz quanto se possa estar nestes tempos estranhos. E mais uma vez, obrigado a todos que trabalham tão arduamente para nos manter seguros e bem”, finalizou. Emma está dizendo que teria apenas se isolado do mundo como prevenção contra covid-19. Mas a recepção de wifi deve ser muito ruim nesse lugar distante. A explicação é bizarra, porque, pelo que se sabe, o coronavírus não contamina pelo Twitter, Instagram ou outros meios digitais que milhares de artistas têm utilizado para manter contato com os “queridos fãs”. Dear Fans, Rumours about whether I’m engaged or not, or whether my career is “dormant or not” are ways to create clicks each time they are revealed to be true or untrue. — Emma Watson (@EmmaWatson) May 17, 2021 If I have news – I promise I’ll share it with you. — Emma Watson (@EmmaWatson) May 17, 2021 In the mean time please assume no news from me just means I’m quietly spending the pandemic the way most people are – failing to make sourdough bread (!), caring for my loved ones and doing my best not to spread a virus that is still affecting so many people. — Emma Watson (@EmmaWatson) May 17, 2021 I am sending so much love to you, hoping you’re ok and as well and happy as you can be in these strange times. And again, thank you to everyone working so hard to keep us safe and well. E Xx — Emma Watson (@EmmaWatson) May 17, 2021
Nick Jonas confirma acidente de moto: “Quebrei uma costela”
O cantor Nick Jonas confirmou ter sofrido um acidente no fim de semana, durante a gravação de uma cena de ação num novo projeto como ator. Durante sua participação no “The Voice” americano (onde é jurado) na noite de segunda (17/5), ele disse que chegou a quebrar uma costela, mas que está bem — na medida do possível. “Já estive melhor”, comentou. “Eu quebrei uma costela por causa de um tombo de moto, além de algumas outras lesões e contusões”, prosseguiu. Na sequência, ele garantiu que não teve maiores problemas causados pelo acidente. “Estou me sentindo bem. Eu só quero me adiantar e dizer isso, caso pareça que eu não esteja tão entusiasmado fisicamente como normalmente sou. Blake, por favor, não me faça rir muito, porque dói”, disse ele aos risos, referindo-se ao colega de programa, Blake Shelton. “Você está apenas tentando ganhar votos por simpatia”, brincou Shelton. “Estou feliz por estar aqui”, respondeu Jonas, que está em sua última temporada como treinador no reality show musical. Na próxima temporada, Nick Jonas será substituído por Ariana Grande – que se casou em segredo no fim de semana.
Amazon estaria negociando a compra da MGM
Enquanto o mercado tenta entender a fusão entre WarnerMedia e Discovery, notícias de um novo negócio começam a sacudir a indústria do entretenimento. A possibilidade de a Amazon estar em vias de comprar o estúdio MGM vazou no final de segunda (17/5). A novidade está alinhada com informações de dezembro passado, de que a empresa estava em busca de um comprador. O Wall Street Journal afirmou na época que a MGM tinha contratado os bancos Morgan Stanley e LionTree para avaliar e oferecer seu portfólio à venda. Além da Amazon, a Apple também teria aberto conversas com o estúdio, mas o preço da aquisição foi considerado muito elevado para o prosseguimento das negociações. De fato, a venda da MGM tem sido cogitada há vários anos, mas nunca foi formalizada porque nunca houve consenso sobre o preço de seu acervo. Os acionistas acreditam que sua biblioteca de títulos está especialmente valorizada na atual era de streaming, em que uma multidão de plataformas compete por conteúdo e espectadores. Aparentemente, a MGM quer US$ 10 bilhões por todos os seus ativos, que incluem o catálogo de um dos estúdios mais antigos de Hollywood (fundado em 1924), repleto de clássicos (“O Mágico de Oz”, “E o Vento Levou”, “Rocky”, “O Silêncio dos Inocentes”), franquias cobiçadas no mundo do streaming (como os filmes de 007 e três séries longevas de um mesmo universo, “Stargate”), além de atrações modernas como os filmes “Creed”, “A Família Addams”, “Nasce uma Estrela”, as séries “The Handmaid’s Tale”, “Vikings”, “Fargo”, reality shows como “The Voice”, “Survivor”, “Shark Tank” e até um canal de TV paga, o Epix. O negócio também daria inclui os direitos criativos de todas as produções – menos 007, que é propriedade da EON Productions – , que poderiam render novas continuações, remakes e séries derivadas. A Amazon acaba de atingir 200 milhões de assinantes Prime em todo o mundo e estaria considerando a aquisição da MGM como estratégia para aumentar seu catálogo rapidamente, visando atrair ainda mais clientes em todo o mundo. A ideia é tirar a pressão de eventual perda de conteúdo por parte dos estúdios que estão lançando suas próprias plataformas, e da falta de novas produções inéditas devido às paralisações durante a pandemia, buscando um reforço de títulos para avançar no mercado e preocupar a Netflix. Segundo as notícias que circulam, a plataforma chegou num número que não desagrada completamente a MGM. Seria uma oferta na casa dos US$ 9 bilhões, em vias de ser finalizada. A negociação está sendo conduzida por Mike Hopkins, vice-presidente sênior da Amazon Studios e Prime Video, em contato direto com o presidente do conselho da MGM, Kevin Ulrich, que também é representante da Anchorage Capital, maior acionista do estúdio. Vale lembrar que a Amazon já oferece atualmente o catálogo da MGM num combo que inclui a plataforma do estúdio e o Amazon Prime Video. O combo está disponível para assinatura inclusive no Brasil.












