Dean Stockwell (1936–2021)
O famoso ator Dean Stockwell, que teve carreira longuíssima e repleta de clássicos – e até filmou no Brasil – , morreu na manhã do último domingo (7/11) de causas naturais, aos 85 anos. Filho de Harry Stockwell, que dublou o Príncipe Encantado em “Branca de Neve e os Sete Anões” (1937), Dean e seu irmão mais velho, Guy Stockwell (“Beau Gest”), começaram a trabalhar ainda nos anos 1940 como atores mirins. Ao estrear na Broadway com 7 anos, ele chamou atenção da MGM e se mudou para Hollywood, onde passou a filmar e estudar ao lado de colegas de classe famosos, como Roddy McDowall, Elizabeth Taylor, Jane Powell e Russ Tamblyn. A estreia no cinema foi como uma criança fugitiva no famoso musical “Marujos do Amor” (1945) ao lado de Frank Sinatra e Gene Kelly. O sucesso do filme o fez emendar várias produções no período, até começar a ser escalado como protagonista aos 12 anos, em “O Órfão do Mar” (1948), de Henry King, e “O Menino de Cabelos Verdes” (1948), de Joseph Losey, em que viveu os personagens-títulos. Em sua infância, ele foi dirigido por alguns dos maiores mestres da velha Hollywood, em obras como “A Luz é para Todos” (1947), de Elia Kazan, que lhe rendeu um Globo de Ouro juvenil, “Capitães do Mar” (1949), de Henry Hathaway, “O Jardim Encantado” (1949), de Fred M. Wilcox, “O Testamento de Deus” (1950), de Jacques Tourneur, e “Era Sempre Primavera” (1950), de William A. Wellman. Seu papel-título na aventura “Kim” (1950), na qual contracenou com Errol Flynn, chegou a inspirar o lançamento de uma revista em quadrinhos. Mas seu contrato com a MGM acabou quando ele chegou os 16 anos. No auge da popularidade, Stockwell decidiu pausar a carreira para se formar na Hamilton High School em Los Angeles e estudar na faculdade em Berkeley, antes de, inspirado por “On the Road”, viajar pelo país. Só que, após um hiato de cinco anos, encontrou dificuldades para retomar as atividades, passando a atuar na TV, onde fez vários teleteatros, e também nos palcos. Até que seu desempenho na Broadway lhe reconduziu ao cinema. Após uma década vivendo o bom menino, ele reapareceu em “Estranha Obsessão” (1959), de Richard Fleischer, como um dos psicopatas universitários que matam um colega só para provar que era possível cometer um crime perfeito. Stockwell reprisava um papel que tinha vivido nos palcos de Nova York, e que por isso sabia de cor. De fato, foi tão magistral que acabou consagrado no Festival de Cannes de 1959 com o troféu de Melhor Ator. A partir daí, emendou outros papéis dramáticos importantes. Em “Filhos e Amantes” (1960), de Jack Cardiff, foi um jovem artista que busca uma vida diferente de sua família de mineiros. Em outro clássico, “Longa Jornada Noite Adentro” (1962), de Sydney Lumet, foi o filho doente terminal de uma família doentia, inspirado na juventude do escritor Eugene O’Neill. A interpretação depressiva lhe rendeu seu segundo prêmio de Melhor Ator em Cannes, em 1962. Apesar do impacto dessas produções, seu filme seguinte, “Nasce uma Mulher”, só estreou em 1965, e para se manter Stockwell precisou ampliar as participações na TV, conseguindo um papel recorrente na popular série médica “Dr. Kildare” em 1965. Isto, porém, fechou-lhe as portas das produções de prestígio, iniciando outra fase em sua carreira. Stockwell descobriu as drogas, mudou-se para San Francisco e entrou na contracultura como um hippie sábio em “Busca Alucinada” (1968), filme psicodélico de Richard Rush que também trazia Jack Nicholson como guitarrista de uma banda de rock. E após uma rápida transformação em vilão de terror em “O Altar do Diabo” (1970), mergulhou de vez no cinema contracultural. Viveu o pistoleiro Billy the Kid no filme dentro do filme de “O Último Filme” (1971), obra maldita do eterno hippie Dennis Hopper, de quem se tornou amigo inseparável. Foi ainda um repórter-lobisomem nos bastidores do poder político em “O Lobisomem de Washington” (1973), cult marginal de Milton Moses Ginsberg. E voltou a encontrar Hopper como um hipster em “Tracks” (1974), de Henry Jaglom, sobre traumas da Guerra do Vietnã. Foram filmes cultuadíssimos, mas que pagaram bem menos que ele estava acostumado. Por isso, sua carreira televisiva como ator convidado multiplicou-se com participações em “Bonanza”, “Missão: Impossível”, “Mannix”, “Galeria do Terror”, “Columbo”, “Cannon”, “São Francisco Urgente”, “Os Novos Centuriões”, “Casal 20” e “Esquadrão Classe A”, entre muitas outras séries. Sem atenção de Hollywood, Stockwell estrelou “Alsino e o Condor” (1982), produção da Nicarágua que acabou indicada ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira, e o mexicano “Matar um Estranho” (1983). Até se desiludir de vez e resolver abandonar o cinema para vender imóveis no Novo México. Entretanto, para complementar a renda, aceitou fazer um último filme de um diretor alemão. Tudo mudou com o filme do tal alemão. Em 1984, ele viveu o irmão de Harry Dean Staton em “Paris, Texas”. O drama do cineasta Wim Wenders acabou vencendo o Festival de Cannes e se tornando um dos longas mais famosos da década. Sua filmografia reviveu com uma coleção de pequenas participações inesquecíveis. Ele apareceu na primeira versão da sci-fi “Duna” (1984), sob a direção de David Lynch, no cult adolescente “A Lenda de Billie Jean” (1985) e no thriller policial “Viver e Morrer em Los Angeles” (1986), de William Friedkin, antes de atingir o ápice com sua melhor pequena participação de todas, o cafetão-traficante Ben de “Veludo Azul” (1986), novamente dirigido por Lynch e ao lado do velho amigo Dennis Hopper. A cena em que ele canta Roy Orbison para o torturado Kyle MacLachlan figura entre as mais icônicas do cinema moderno. Em seguida, ele enfrentou Eddie Murphy em “Um Tira da Pesada II” (1987) e fez uma dobradinha de filmes para Francis Ford Coppola, “Jardins de Pedra” (1987) e “Tucker: Um Homem e seu Sonho” (1988), até ter seu status de ladrão de cenas consagrado pela Academia, com uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo desempenho como um chefão da máfia na comédia “De Caso com a Máfia” (1988), de Jonathan Demme. Foi nesse período que acabou vindo filmar no Brasil, onde, sem falar português, viveu o patrão de “Jorge, um Brasileiro” (1988), drama caminhoneiro dirigida por Paulo Thiago, com Carlos Alberto Riccelli e Glória Pires no elenco. Na projeção nacional, foi dublado por Odilon Wagner. Ao voltar aos EUA, Stockwell passou a se dedicar a seu papel mais duradouro na TV, interpretando o almirante Al Calavicci em cinco temporadas da série “Quantum Leap” (1989–1993), que lhe renderam indicações ao Emmy em quatro anos consecutivos. “Ele costumava anunciar sua chegada no estúdio com um grito: ‘A diversão começa agora!’. Palavras mais verdadeiras nunca foram ditas”, lembrou Scott Bakula, seu colega de elenco na série, em depoimento à imprensa nesta terça (9/11). Stockwell ainda fez nova parceria com Dennis Hopper em “Atraída pelo Perigo” (1990), foi um agente de talentos desesperado num dos melhores longas de Robert Altman, “O Jogador” (1992), atuou no thriller de ação “Força Aérea Um” (1997), com Harrison Ford, e até retomou as colaborações com Coppola em “O Homem Que Fazia Chover” (1997), vivendo um juiz corrupto. Mas depois disso seus melhores papéis foram na TV, principalmente como John Cavill, um dos robôs humanoides vilões do reboot de “Battlestar Galactica”, entre 2006 e 2009. Em 2015, ele se aposentou da carreira de ator e passou a se dedicar às artes plásticas. Artista talentoso, Stockwell já tinha se destacado ao projetar a arte da capa de um álbum de Neil Young, “American Stars ‘n Bars”, de 1977, e exibia suas obras por várias regiões nos Estados Unidos com seu nome completo: Robert Dean Stockwell.
Discovery+ chega ao Brasil nesta terça
O serviço de streaming Discovery+ finalmente chegou no Brasil. Prevista extraoficialmente para setembro, a nova plataforma de conteúdo digital começa a funcionar a partir das 15h de terça-feira (9/11) no país, com assinaturas a partir de R$ 16,29 ao mês. Lançada no início do ano nos EUA, a Discovery+ tem como diferencial a especialização em reality shows, programas de variedades e documentários, e inclui em sua programação mais de 55 mil atrações dos canais Discovery Channel, Kids, Home & Health, TLC, Animal Planet, ID, Discovery Turbo, Science, Food Network e HGTV, além de conteúdos originais e exclusivos. Trata-se do maior conteúdo de não ficção do mundo, e só tende a aumentar, com o atual desenvolvimento de mais de 150 programas para o streaming. O primeiro lançamento inédito feito especialmente para a estreia do serviço no país é o “Largados e Pelados Brasil”, versão brasileira do programa de sobrevivência da Discovery que faz sucesso desde 2013. Também estão previstas versões brasileiras de “Mestres da Sabotagem” e “Tô Chegando – Na Casa dos Famosos”, em que Dony De Nuccio conhecerá o lar e história de celebridades como Cafu e Carlinhos Brown. A programação também traz Antonio Fagundes narrando “Um Planeta Perfeito”, superprodução sobre a relação entre homem e natureza distribuída pela BBC Studios, um documentário sobre o Papa Francisco e muito conteúdo infantil, com a animação brasileira inédita “Ba Da Bean” e a série “Mundo Curiozoo”, que falam, respectivamente, de arte e meio ambiente. Apesar desse investimento, o futuro do serviço encontra-se indefinido, uma vez que Discovery e WarnerMedia anunciaram em maio sua fusão numa nova companhia, a Warner Bros. Discovery, que deve dar uma nova cara para os negócios de streaming da empresa. A Warner também tem seu próprio streaming, a HBO Max, que já está em atividade no Brasil. Avaliada em US$ 200 bilhões, a nova companhia ainda precisa passar pela aprovação dos comitês reguladores dos EUA e demais países em que a empresa opera, o que só deve acontecer em 2022. Os rumos da Warner Bros. Discovery só serão conhecidos após essa aprovação. Por enquanto, a Discovery fechou parceria com a Globo no Brasil, permitindo à Globoplay oferecer seu serviço num combo promocional – a partir do dia 17. Veja abaixo o comercial de lançamento da Discovery+ no Brasil.
Membro da equipe de “Rust” é picado por aranha no set e pode perder o braço
A zica não para. Um funcionário da produção de “Rust”, filme marcado pela morte trágica da diretora fotográfica Halyna Hutchins, foi mordido por uma aranha venenosa enquanto ajudava desmontar o set e pode perder seu braço. O operador de lâmpadas e manipulador de cabos Jason Miller foi picado ao arrumar o equipamento do filme para encerrar a produção, que foi paralisada depois da morte da cinegrafista, atingida por um disparo de arma durante as filmagens. De acordo com uma campanha de crowdfunding (arrecadação virtual) do site Justgiving, Miller teve necrose do braço e sepse como resultado da mordida. “Ele foi hospitalizado e passou por várias cirurgias, enquanto os médicos fazem o possível para impedir a infecção e tentar salvar seu braço da amputação”, menciona a página. Além da morte de Halyna Hutchins, o diretor do filme, Joel Souza, também se feriu no ombro com o tiro disparado acidentalmente por Alec Baldwin durante o ensaio de uma cena da produção. Eles tinham sido informados de que a arma não continha munições, apesar de ter sido carregada com um bala real. Baldwin falou com a imprensa depois da tragédia, quando, ainda abalado, disse que Hutchins era sua amiga. Ele recebeu a arma do assistente de direção Dave Halls, que teria dito ao ator que ela estava “fria”. Mas Halls já havia sido demitido de outra produção por um problema com disparo acidental. Questionamentos de segurança também acompanharam a armeira Hannah Gutierrez-Reed, responsável pelo armamento do filme “Rust”, em seu trabalho anterior. Há ainda relatos de que outros dois disparos acidentais ocorreram no set antes da tragédia e de que integrantes da equipe faziam tiro ao alvo nos horários de folga com as armas da produção. A falta de segurança no local fez com alguns membros da equipe pedissem demissão. O Departamento do Xerife de Santa Fé continua suas investigações e ninguém ainda foi indiciado. As autoridades envolvidas com o caso disseram que ainda é cedo para comentar acusações.
Garibaldo vira alvo de políticos ao defender vacinação nos EUA
Personagem mais famoso do programa infantil “Vila Sésamo”, o pássaro Garibaldo virou alvo de ataques raivosos de integrantes do Partido Republicado dos Estados Unidos ao defender a vacinação nas redes sociais. A ave amarela enorme, que em inglês se chama Big Bird, postou em seu Twitter que recebeu a vacina da covid-19. Apesar de ter nascido oficialmente em 1969, quando surgiu no programa, Garibaldo tem eternamente 6 anos. Por isso, esperou pela aprovação da FDA (agência reguladora americana) para vacinas contra a covid-19 para crianças acima de 5 anos, o que aconteceu em 29 de outubro. No sábado (7/11), o perfil oficial do personagem tuitou: “Eu tomei a vacina da covid-19 hoje! Minha asa está um pouco dolorida, mas dará ao meu corpo um impulso extra de proteção que mantém a mim e a outras pessoas saudáveis”. O post irritou profundamente políticos e até jornalistas da extrema direita que são contra a imunização de crianças. O senador do Texas, Ted Cruz, reclamou que se tratava de “propaganda do governo para crianças de 5 anos”. Uma apresentadora da Fox News chamou a postagem de “lavagem cerebral”. E outro político extremista chegou a sugerir que o personagem morreria em sete dias. Vale lembrar que esta não é primeira vez que Garibaldo incentiva a vacinação infantil. Ele fala disso desde pelo menos 1972. Tanto não é novidade que a rede de televisão americana CNN tem utilizado Garibaldo e outros personagem da “Vila Sésamo” para abordar questões da vacinação contra covid-19 em crianças. No Brasil, extremistas ameaçaram de morte os funcionários da Anvisa caso aprovem a vacinação para crianças no país, como já aconteceu nos EUA. São iniciativas estimuladas por quem diz que a vacinação transforma em jacaré, afina a voz e transmite Aids, entre outras desinformações do presidente do país. Já o presidente dos EUA elogiou a iniciativa de Garibaldo, lembrando que só a vacinação de todos irá acabar com a pandemia. “Bom pra você, Garibaldo. Ser vacinado é a melhor maneira de manter a segurança de toda a sua vizinhança”, escreveu Joe Biden. As manifestações extremistas também ganharam comentários irritados do público que tem visto os estados governados por republicanos liderarem as taxas de morte por covid nos EUA. Good on ya, @BigBird. Getting vaccinated is the best way to keep your whole neighborhood safe. — President Biden (@POTUS) November 8, 2021 Government propaganda…for your 5 year old! https://t.co/lKUlomnpq1 — Ted Cruz (@tedcruz) November 6, 2021 Big Bird coming over to vaccinate your kids. pic.twitter.com/LQODCO3GKg — Ted Cruz (@tedcruz) November 7, 2021 Brainwashing children who are not at risk from COVID. Twisted. https://t.co/KPjdHJjpUy — Lisa Boothe (@LisaMarieBoothe) November 6, 2021 *7 days later* Big blood clot Bird is served! pic.twitter.com/gw9jFl9ZvY — Robby Starbuck (@robbystarbuck) November 6, 2021 Look at this government propaganda with Big Bird encouraging vaccinations. It's from 1972, but clearly Big Bird was playing the long game. pic.twitter.com/dTXqEaJ4ci — Josh Jordan (@NumbersMuncher) November 7, 2021 pic.twitter.com/EmTX2wxYox — Lenny (@lennyFL5420) November 7, 2021
Encanto: Nova animação da Disney ganha pôsteres e vídeos
A Disney divulgou uma coleção de pôsteres de personagens, um vídeo da première e um trecho musical de “Encanto”, que está sendo celebrada como a 60ª animação cinematográfica do estúdio. Concebido e musicado pelo compositor Lin-Manuel Miranda (“Em um Bairro em Nova York”), “Encanto” gira em torno dos Madrigal, uma família extraordinária que mora numa casa mágica nas montanhas da Colômbia. Cada integrante da família é abençoada com um dom único, desde superforça até o poder de curar, por isso não é à toa que vivam cantando e dançando. Apenas uma integrante da família é o que se chama de normal: Mirabel. E quando a magia começa a entrar em colapso, é justamente ela, a única Madrigal sem poderes sobrenaturais, que se torna a última esperança de seus parentes excepcionais. O filme destaca a atriz Stephanie Beatriz (de “Brooklyn Nine-Nine”) como a dubladora original da protagonista e vários astros latinos como as vozes de sua família, incluindo Diane Guerrero (“Patrulha do Destino”), John Leguizamo (“Bloodline”), Wilmer Valderrama (“NCIS”), Angie Cepeda (“Pablo Escobar: O Senhor do Tráfico”), Rhenzy Feliz (“Fugitivos da Marvel”/Runaways) e Ravi Cabot-Conyers (“#BlackAF”). A direção está a cargo de Byron Howard e Jared Bush, co-diretores de “Zootopia”, em parceria com Charise Castro Smith – que faz sua estreia na função após uma carreira como roteirista de séries (de “Devious Maids” à “Maldição da Residência Hill”). Além disso, Bush e Castro Smith também assinam o roteiro com Miranda. A estreia está marcada para 25 de novembro nos cinemas brasileiros, um dia depois do lançamento nos EUA. 🎵 Welcome to the Family Madrigal. 🎶💃🏡 Watch a brand-new, magical clip from Disney’s #Encanto and see the movie in theaters this Thanksgiving. pic.twitter.com/9llIqwedDM — Disney's Encanto (@EncantoMovie) November 4, 2021
George Clooney faz apelo para imprensa não publicar fotos de seus filhos
O ator George Clooney decidiu fazer um apelo para que a imprensa não publique fotos de seus filhos pequenos. Em uma carta aberta, o astro de 60 anos disse que ficou preocupado após ver no jornal britânico Daily Mail imagens de paparazzi do bebê de um ano da atriz Billie Lourd. “Sou uma figura pública e aceito as fotos muitas vezes intrusivas como parte do preço a se pagar pelo trabalho. [Mas] nossos filhos não assumiram esse compromisso”, comentou Clooney. Ele explicou que o motivo do seu pedido vai além do incômodo causado pelas invasões de privacidade. Em seu caso em particular, como sua esposa, Amal Clooney, atua como advogada na área de direitos humanos, ele acredita que os pequenos Alexander e Ella, gêmeos de quatro anos, possam correr risco de vida caso tenham seus rostos divulgados. “A natureza do trabalho da minha esposa a faz confrontar e colocar em julgamento grupos terroristas, e tomamos todas as precauções que podemos para manter nossa família segura. Não podemos proteger nossos filhos se alguma publicação colocar seus rostos na sua capa. Nunca vendemos uma foto de nossos filhos, não estamos nas redes sociais e nunca postamos imagens porque isso colocaria suas vidas em risco. Não é um perigo paranoico, mas problemas do mundo real que têm consequências reais”. Clooney encerra sua carta com uma comparação forte: “Esperamos que vocês concordem que a necessidade de vender propagandas não é maior do que a necessidade de impedir que crianças inocentes sejam alvejadas”. Diversas outras celebridades já demonstraram receio de mostrar seus filhos em redes sociais ou em veículos de imprensa. Jennifer chegou a comentar que seus três filhos com o ex-marido, Ben Affleck, desenvolveram trauma de câmeras por causa da perseguição que sua família sofreu dos paparazzi. Uma filha de astro famoso, Katherine Schwarzenegger, que ainda não mostrou sua filha de um ano com Chris Pratt, agradeceu publicamente o pai por preservá-la da mídia durante sua infância. “Acho que um dos maiores presentes que meus pais já deram a mim e aos meus irmãos é o presente da privacidade e de ter uma educação realmente normal, ou a mais normal possível”, contou a filha de Arnold Schwarzenegger à revista US Weekly. “Nós tivemos uma infância realmente normal e mágica, e pudemos ser nós mesmos e ter nossa própria identidade. E meio que pudemos escolher estar expostos ao público como quiséssemos e quando nos sentíssemos confortáveis. Foi um presente incrível para nós.”
Trump acusa Alec Baldwin de matar Halyna Hutchins de propósito
O ex-presidente dos EUA Donald Trump acusou o ator Alec Baldwin de ter matado a diretora de fotografia Halyna Hutchinsc de propósito. Ela foi atingida por uma bala de verdade disparada do revólver que Baldwin recebeu no set do western “Rust”. “Na minha opinião, ele teve algo a ver com isso”, disse Trump, em entrevista ao podcast extremista “Christ Stigall Show”. “Como você pega uma arma, esteja ela carregada ou não, aponta para alguém que nem mesmo está no filme e puxa o gatilho, e agora ela está morta”, continuou. “Mesmo que estivesse carregada, e isso é uma coisa estranha, talvez ele tenha carregado”, acusou o político. “Quem colocaria uma arma, ‘aqui, Alec, aqui está a sua arma’, levantaria, apontaria para uma pessoa e puxaria o gatilho, e, ‘Oh, cara, uma bala saiu’, ela está morta”, insistiu. “Portanto, há algo errado com ele. Ele é um cara doente. Eu o observei por anos. Ele briga com repórteres… Quer dizer, veja tudo o que ele faz, ele é um cara volátil. Ele é um maluco”, concluiu Trump. Baldwin soube da acusação ao vê-la repercutida no site The Wrap. Ele então publicou a reportagem em seu perfil no Instagram sem fazer nenhum comentário. Os seguidores comentaram por ele. “Não, Alec…não dê a ele mais publicidade. Nós sabemos quem você é e o que ele é. Mais importante nós conhecemos você e seu coração”, escreveu um. “Uau, ele está fazendo qualquer coisa pra buscar atenção sem o Twitter”, apontou outro, lembrando que Trump foi banido das redes sociais por espalhar mentiras perigosas. “Não responda… você é bom”, comentou mais um. “Sinto muito que você tenha passado por isso e pelas famílias que foram afetadas”, etc. Trump nutre grande rancor contra Baldwin, devido às imitações feita pelo ator no humorístico “Saturday Night Live”. Baldwin imitou Trump no programa da rede americana NBC entre a campanha presidencial de 2016 e a derrota para Joe Biden em 2020, e chegou a ganhar um Emmy em 2017 pela forma acurada com que deu vida aos trejeitos do ex-presidente dos EUA. Baldwin falou com a imprensa depois da tragédia, quando, ainda abalado, disse que Hutchins era sua amiga. O disparo fatal aconteceu durante um ensaio para as filmagens, quando ele recebeu a arma do assistente de direção Dave Halls, que teria dito ao ator que ela estava “fria”, ou seja, sem munição. Halls já havia, inclusive, sido demitido de outra produção por um problema com disparo acidental. Questionamentos de segurança também acompanharam a armeira Hannah Gutierrez-Reed, responsável pelo armamento do filme “Rust”, em seu trabalho anterior. Há ainda relatos de que outros dois disparos acidentais ocorreram no set antes da tragédia e de que integrantes da equipe faziam tiro ao alvo nos horários de folga com as armas da produção. A falta de segurança no local fez com alguns membros da equipe pedissem demissão. O Departamento do Xerife de Santa Fé continua suas investigações e ninguém ainda foi indiciado. As autoridades envolvidas com o caso disseram que ainda é cedo para comentar acusações. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Alec Baldwin (@alecbaldwininsta)
William Lucking (1941–2021)
O ator William Lucking, que estrelou a série “Sons of Anarchy”, morreu no dia 18 de outubro aos 80 anos, de causa não divulgada. O falecimento foi informado nesta quinta (4/11) pela mulher do ator, a figurinista Sigrid Insull. “Embora William muitas vezes representasse homens durões, em sua vida real ele era um homem elegante com um intelecto brilhante que adorava discutir sobre política e assuntos atuais, discutir filosofia e física e afirmar opiniões precisas sobre arte e poesia”, ela descreveu. Lucking teve uma longa carreira no cinema e na televisão. Seus primeiros papéis foram participações nas séries “Têmpera de Aço” (Ironside) e “Missão Impossível” em 1968, antes de aparecer na maioria das séries de western do período, incluindo “Bonanza”, “O Homem de Virgínia”, “Chaparral”, “Lancer” e “Gunsmoke”. A estreia no cinema aconteceu em 1971, ano em que trabalhou em nada menos que três longas: “Os Dois Indomáveis”, “Os Desajustados” e “Ensina-me a Viver”. Bastante ativo, também coadjuvou em “A Fúria dos 7 Homens” (1972), “Poço de Ódio” (1973), “Doc Savage, o Homem de Bronze” (1975), “O Retorno do Homem Chamado Cavalo” (1976), “Mulher Nota 10” (1979), “Recrutas da Pesada” (1981), “O Rio Selvagem” (1994), “Dragão Vermelho” (2002) e “Desafiando os Limites” (2004), quase sempre em papéis de policial ou bandido. Antes de entrar em “Sons of Anarchy”, ele chegou a integrar duas séries rapidamente canceladas dos anos 1980, “Os Fora da Lei” e “Shannon”, e feito aparições recorrentes em “Esquadrão Classe A” e “Star Trek: Deep Space Nine”. Mas Piermont “Piney” Winston foi mesmo seu papel mais marcante. O visual de durão casou perfeitamente com o personagem, um motoqueiro veterano e cancerígeno, fundador da gangue Sons of Anarchy, que carregava sempre a tiracolo um tanque de oxigênio. O ator apareceu em 49 episódios da série, entre 2008 e 2011, representando com sua experiência e exemplo a integridade que o motoclube deveria representar. E, por conta disso, teve um final trágico, assassinado na 4ª temporada pelo ambicioso vilão Clay Morrow (Ron Pearlman). Depois de “Sons of Anarcy”, ele ainda fez o filme “Contrabando” (2012) com Mark Wahlberg e se despediu das telas após passagens pelas séries “Switched at Birth” (em 2013) e “Murder in the First” (2014).
Fernanda Montenegro é eleita imortal da Academia Brasileira de Letras
A atriz Fernanda Montenegro foi eleita nova imortal da ABL (Academia Brasileira de Letras). A instituição comunicou em seu site oficial a escolha da atriz de 92 anos. Ela recebeu 32 dos 34 votos válidos na eleição da academia e vai ocupar a cadeira 17, substituindo o diplomata Affonso Arinos de Mello Franco, morto em 2020. “Fernanda Montenegro é um dos grandes ícones da cultura brasileira. Intelectual engajada e sensível leitora do real. Sua presença enriquece os laços profundos da Academia com as artes cênicas. Com ela, adentram, luminosos, tantos, personagens, que marcaram gerações, passado, presente e futuro”, pronunciou-se em comunicado Marco Lucchesi, presidente da ABL. Fernanda também se manifestou nas redes sociais agradecendo a instituição. “A Academia Brasileira de Letras é um referencial cultural de 125 anos. Abrigou e abriga representantes que honram a diversidade da nossa criatividade em várias áreas. Vejo a academia como um espaço de resistência cultural”, escreveu. A estrela já possui a maior comenda que um brasileiro pode receber da presidência do Brasil: a Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito, que recebeu em 1999 pelo “reconhecimento ao destacado trabalho nas artes cênicas brasileiras”. Com vários prêmios na carreira, ela também é a única atriz brasileira indicada ao Oscar – por “Central do Brasil” (1998). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fernanda Montenegro (@fernandamontenegrooficial)
Membro da equipe de “Indiana Jones 5” é encontrado morto no Marrocos
Um membro da equipe do quinto filme da franquia “Indiana Jones” foi encontrado morto no quarto do hotel em que estava hospedado em Fez, no Marrocos, onde o longa está sendo gravado. Nic Cupac tinha 54 anos e era responsável pela montagem do set. O caso ainda será investigado, mas autoridades acreditam que Cupac morreu de causas naturais. Ele viajou para o Marrocos acompanhado de outro cem colegas para gravar uma sequência de cenas de ação nas ruas da cidade. Considerado um veterano em Hollywood, Cupac trabalhou no departamento de câmera e eletricidade em pelo menos 58 filmes e séries desde o ano 2000, incluindo superproduções das franquias “Harry Potter”, “O Código Da Vinci”, “Guardiões da Galáxia”, “Jurassic World” e “Venom”. Ainda sem título oficial, “Indiana Jones 5” tem lançamento nos cinemas previsto para junho de 2023.
Joe Exotic revela diagnóstico de “câncer agressivo”
O administrador do Instagram de Joe Exotic, que se tornou mundialmente conhecido pela série documental “A Máfia dos Tigres”, revelou nesta quarta (3/11) que ele enfrenta um “câncer agressivo” de próstata. Além de apresentar o diagnóstico de uma biópsia recente, o Instagram do dono do G.W. Zoo também pede para que ele possa tratar a doença em liberdade. Joseph Maldonado-Passage, o Joe Exotic, está atualmente encarcerado em uma prisão federal do Texas, condenado a 22 anos de prisão por sua participação em um complô para assassinar a ativista animal Carole Baskin. A história da rixa entre Exotic e Baskin está no centro de “A Máfia dos Tigres”, o maior sucesso documental da Netflix, que ganhará continuação em 17 de novembro. O Instagram oficial do criador de felinos selvagens postou uma mensagem ditada por Exotic, em que ele afirma não buscar simpatia com a revelação do diagnóstico, porque garante haver provas de sua inocência. Mas, com o câncer, preferia que o caso não se arrastasse mais nos tribunais para buscar tratamento. Além disso, se o tratamento falhasse, gostaria de “aproveitar o que me restar de vida com meus entes queridos!” Sem perder seu humor característico, Joe Exotic também menciona a rival em sua mensagem, dizendo que tinha certeza de que “Carole fará sua própria festa sobre isso [seu câncer]!” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Joe Exotic (@joe_exotic)
Nanda Costa e Lan Lahn revelam primeiras fotos das filhas recém-nascidas
Nanda Costa e Lan Lahn publicaram no Instagram as primeiras fotos de suas filhas recém-nascidas, além de divulgar os nomes dos bebês. O casal anunciou a gravidez em junho, também pelo Instagram, e Kim e Tiê nasceram no dia 19 de outubro. “Ufa… Agora sim! Kim e Tiê chegaram revolucionando. As mães tão on e explodindo de amor. Eis aqui nossa primeira selfie em família”, escreveram as mães nas redes sociais, repetindo o mesmo texto em suas páginas individuais. “Não vai rolar textão porque já tá na hora da 4ª mamada do dia! Obrigada pelas mensagens de amor e carinho por aqui, por e-mail e pelo zap. Quando der a gente responde”, completaram. “O amor de mãe é tanto que só de olhar pra elas enxergamos um coração. Arrasta aí pra vocês verem que não é coisa de mãe”, acrescentaram. De fato, numa das duas fotos postadas no Instagram, os bebês se abraçam formando a imagem de um coração. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lan Lanh (@lanlanhoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Nanda Costa (@nandacosta)
Mariah Carey vai apresentar novo especial de Natal na Apple TV+
A Apple vai bisar a parceria com Mariah Carey num novo especial de Natal, após o sucesso de “Mariah Carey’s Magical Christmas Special” em 2020. A cantora do eterno hit “All I Want for Christmas is You”, que todo fim de ano volta às paradas de sucesso, vai apresentar “Mariah’s Christmas: The Magic Continues”. Com estreia marcada para dezembro, o especial marcará a primeira apresentação do novo single de Natal da cantora, “Fall in Love at Christmas”, parceria com Khalid e com o cantor gospel Kirk Franklin. A música, que será lançada na próxima sexta-feira (5/11), teve um trecho adiantado nas redes sociais de Mariah. Ouça abaixo. O novo especial terá direção de Joseph Kahn, com quem Carey trabalhou anteriormente em clipes como “Boy (I Need You)”, “Beautiful” e na nova versão de “All I Want for Christmas is You”. Em uma entrevista para o The Hollywood Reporter sobre o primeiro especial, Carey elogiou muito a parceria com a Apple TV+, sugerindo que mais projetos poderiam estar em andamento. “Eles têm sido os melhores parceiros com quem já trabalhei, em termos de atenção de todos aos detalhes e pensamento inovador”, afirmou a cantora. “Para mim, ter um parceiro criativo como esse faz uma diferença enorme.” ❤️🎄Fall in Love at Christmas ❤️🎄@thegr8khalid @kirkfranklin Out 11/5 ✨Pre order the CD @ https://t.co/j78BB7qQh3 pic.twitter.com/8ovxDRLgrl — Mariah Carey (@MariahCarey) November 2, 2021












