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    Ator americano é condenado a 20 anos de prisão por golpe em Hollywood

    15 de fevereiro de 2022 /

    O ator americano Zachary Horwitz (“Filhos de Ninguém”) foi condenado a 20 anos de prisão após fraudar investidores em cerca de US$ 650 milhões em um esquema de pirâmide em Hollywood. Além da pena de prisão, o juiz do caso ordenou que Horwitz pagasse US$ 230 milhões às vítimas do golpe, que ele aplicou para financiar um estilo de vida luxuoso de iates, aviões e carros esportivos. Horwitz, que atuou em alguns filmes de baixo orçamento sob o pseudônimo de Zach Avery, convenceu investidores de que tinha contratos de distribuição de filmes e séries para plataformas de entretenimento como HBO Max e Netflix, e que uma parceria de financiamento renderia grandes lucros. Mas os contratos eram falsos. “Horwitz se apresentava como uma história de sucesso de Hollywood”, disse a promotoria, de acordo com o documentos do Departamento de Justiça. “Ele fingiu ser uma figura da indústria cinematográfica que tinha relacionamentos com plataformas de streaming como HBO e Netflix para vender direitos de distribuição para produções estrangeiras a um valor fixo”. “Mas, como suas vítimas acabaram descobrindo, [Horwitz] não era um empresário de sucesso ou tinha conexões em Hollywood. Ele apenas fingia ser”, seguiu a acusação. “Ele começou traindo a confiança de seus próprios amigos, pessoas que baixavam a guarda porque não podiam imaginar que alguém que conheciam há anos poderia enganá-los e roubar suas economias e as de seus parentes”, enfatizou a promotoria. No maior desempenho como ator de sua vida, Horwitz manteve o esquema por sete anos, usando dinheiro de novos investidores para pagar aqueles que tinha atraído inicialmente com a promessa de grandes lucros, de forma a manter a farsa. Quando o esquema desmoronou, o ator de 35 anos devia US$ 230 milhões.

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    Alec Balwin é processado por família de diretora de fotografia morta por seu tiro

    15 de fevereiro de 2022 /

    A família da diretora de fotografia Halyna Hutchins, morta no set do western “Rust”, deu entrada nesta terça (15/2) num processo contra o ator Alec Baldwin, que portava a arma que fez o disparo fatal, alegando homicídio culposo. Baldwin ensaiava uma cena no set do Novo México em outubro de 2021 com um revólver junto de Halyna e o cineasta Joel Souza, quando ocorreu o disparo que a matou e deixou o diretor ferido. Durante coletiva de imprensa em que anunciou o processo, o advogado Brian Parnish, representante da família, argumentou que Baldwin e outros produtores do western incorreram em “conduta imprudente e medidas para reduzir custos”, que resultaram na morte de Hutchins. Panish alega que pelo menos 15 padrões da indústria cinematográfica foram desconsiderados no set, incluindo que era desnecessário Baldwin usar um revólver para alinhar o tiro, e a armeiro não estava na presente quando o ator recebeu a arma do primeiro assistente de direção, que afirmou que ela tinha sido liberada sem balas. “Houve muitas pessoas culpadas”, ele acusou, antes de acrescentar que Baldwin tem uma parcela maior de responsabilidade porque era ele quem segurava a arma. Os outros réus incluem corporações ligadas à produção, bem como os produtores Ryan Donnell Smith, Langley Cheney, Nathan Klingher, Ryan Winterstein e Anjul Nigam; o gerente de produção da unidade supervisora ​​Ryan Dennett-Smith; a produtora de linha Gabrielle Pickle; a gerente de produção da unidade Katherine Walters; a armeira Hannah Gutierrez-Reed; o mestre de adereços Sarah Zachry; o assistente de armeiro Seth Kenney; o primeiro assistente de direção David Halls; e os produtores executivos Chris MB Sharp, Jennifer Lamb e Emily Salveson. O Departamento do Xerife do Condado de Santa Fé ainda está investigando o incidente de 21 de outubro passado, e até o momento não apontou culpados pela tragédia.

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    Antonia Fontenelle acusa Mario Frias de corrupção

    15 de fevereiro de 2022 /

    A polêmica atriz e YouTuber Antonia Fontenelle acusou o secretário de Cultura Mario Frias e o empresário bolsonarista Otávio Fakhoury de oferecerem verbas para projetos culturais em troca de uma trégua nas críticas contra o secretário. As acusações foram feitas em um vídeo disponibilizado no canal de Fontenelle no YouTube na noite de segunda (14/2). De acordo com a YouTuber, após participar de um programa com ela na Joven Pan, Fakhoury teria pedido para Fontenelle parar de se referir negativamente a Frias. Em troca, a atriz teria o projeto cultural que quisesse aprovado pelo secretário. “Vamos conversar, eu te coloco com ele, você traz o seu projeto cultural, o que quer que você peça será aprovado”, teria oferecido o empresário. Após fazer esta denúncia, ela dobrou a aposta, dizendo na sequência “ter recebido uma informação” de que Frias teria liberado, através da secretaria de Cultura, R$ 20 milhões para um evento em Balneário Rincão (SC), onde o secretário de Turismo seria primo da esposa de Mario Frias. Ou seja, uma acusação de corrupção. Otávio Fakhoury contou sua versão da história ao colunista Guilherme Amado, confirmando que, ao término do programa que participou na rede Jovem Pan, questionou Antonia Fontenelle sobre as discussões públicas que ela mantinha com Mario Frias. O empresário relatou que Frias se queixava das críticas que recebia de personalidades de direita e as atribuía aos erros dessas pessoas em adequar projetos culturais aos parâmetros exigidos pela lei. “Foi então que sugeri que ela o procurasse, por meio dos mecanismos institucionais da pasta, e apresentasse um projeto qualificável em vez de criticá-lo em público”, disse Fakhoury. “Pressupunha que Antônia tivesse algum projeto negado e que sua insatisfação com o secretário se dava por isso.” Segundo o empresário, a YouTuber respondeu que não queria aprovar projetos e que tinhas outras diferenças com Frias. “Nunca mais toquei no assunto depois”, disse. Fakhoury, por fim, afirmou que jamais ofereceu “qualquer espécie de influência ou acesso direto (ou indireto) junto à estrutura governamental” e que eventuais suspeitas que pairavam sobre ele foram rechaçadas em investigações conduzidas pela Polícia Federal. Por sua vez, Mario Frias afirmou nesta terça (15/2) nas redes sociais que vai processar Fontenelle para ela “aprender a se responsabilizar pelos próprios atos”. “Eu sei, Fontenelle, que você é uma pessoa ressentida e amargurada, que vive de criar polêmicas e essas acusações falsas com seu discurso de quinta para atrair a atenção do público. Contudo, agora você extrapolou”, disse o ex-“Malhação” em vídeo publicado no Twitter. “Você veio dizer que estávamos negociando a aprovação de um projeto cultural para você se calar e não me criticar, isso é mais sério ainda. Você também será responsabilizada por isso. O que você fala não vale nem R$ 1, quiçá um projeto cultural da Rouanet”, apontou Frias. Esta é mais uma confusão envolvendo Frias nos últimos dias. O secretário que vive dizendo que “acabou a mamata” ainda não mostrou os recibos que jura ter para desmentir informação do Portal da Transparência de que teria gasto cerca de R$ 80 mil numa viagem “urgente” a Nova York com um subalterno a convite de um ex-lutador de jiu jitsu bolsonarista e um empresário de turismo. Este passeio pago pelos contribuintes gerou representação do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União. Veja abaixo o vídeo de Fontenelle e a resposta de Frias. Eu já aguentei e ignorei muito ataque baixo dessa senhora, mas não mexam com minha família, isso é sagrado! pic.twitter.com/YPuSkHlR1D — MarioFrias (@mfriasoficial) February 15, 2022

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    Arnaldo Jabor (1940-2022)

    15 de fevereiro de 2022 /

    O cineasta Arnaldo Jabor, um dos diretores brasileiros de maior reconhecimento internacional, morreu na madrugada desta terça-feira (15/2), aos 81 anos. Ele estava internado desde o dia 17 de dezembro no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC). Ele fez parte da geração original do Cinema Novo, que revolucionou a arte cinematográfica brasileira com filmes marcados por críticas sociais, que buscavam levar os problemas do país às telas. Entre seus trabalhos iniciais estão o documentário “A Opinião Pública” (1967), sobre a classe média na época da ditadura militar, e a fantasia “Pindorama” (1970), uma alegoria sobre a alienação da população. Em 1973, enfrentou a censura da ditadura com o lançamento de “Toda Nudez Será Castigada”, adaptação de Nelson Rodrigues que foi considerada escandalosa para a época. O filme sofreu cortes para ser exibido e, ainda assim, teve cópias recolhidas por soldados após a estreia. Só que a obra se consagrou internacionalmente, ao dar a Jabor o Urso de Prata de Melhor Direção no Festival de Berlim. A repercussão fez o filme voltar aos cinemas, ainda que com mais cortes exigidos pela censura. Sem dar o braço a torcer, Jabor filmou outra obra de Rodrigues, “O Casamento”, em 1975, ganhando um prêmio especial no Festival de Gramado. Em seguida, consagrou-se com a vitória no Festival de Brasília com “Tudo Bem” (1978), sobre uma reforma que se transforma um pesadelo para uma família. A produção também rendeu a primeira consagração internacional das atrizes Fernanda Montenegro e Zezé Motta, que compartilharam o prêmio de interpretação feminina no Festival de Taormina, na Itália. Com Sônia Braga em “Eu Te Amo” (1981), Jabor começou uma nova fase em sua carreira, focada no amor, sexo e relacionamentos. O filme “Eu Sei Que Vou Te Amar” (1986) rendeu o prêmio de Melhor Atriz para Fernanda Torres no Festival de Cannes, e mostrou todo o potencial da guinada sentimental do cineasta. Mas o governo federal novamente interferiu em sua carreira. O sucateamento do cinema nacional na época de Fernando Collor de Mello, que extinguiu a estatal Embrafilme, responsável pelo financiamento dos filmes feitos no país, tolheu Jabor no auge de sua criatividade. Sem conseguir bancar orçamentos de filmes, Jabor foi trabalhar na imprensa. Ele se tornou colunista do jornal O Globo em 1995 e, mais tarde, passou a ser comentarista dos telejornais da rede Globo. Tratando de arte, política, economia e sexualidade, desenvolveu um estilo ácido que marcou época na TV, atraindo críticos e admiradores. Em 2010, após 24 anos sem lançar longas-metragens, ele retornou às telas com “A Suprema Felicidade”. A obra nostálgica, inspirada na família do diretor, foi seu último trabalho em vida, mas ele deixou um filme inédito, “Meu Último Desejo”, baseado num conto de Rubem Fonseca. Jabor também publicou livros como “Pornopolítica” (2006), “Amigos Ouvintes” (2007) e “O Malabarista” (2014). E ainda mantinha sua coluna no Jornal da Globo, em que se posicionava como um crítico ferrenho do governo Bolsonaro. Arnaldo Jabor deixa três filhos: João Pedro, Juliana e Carolina Jabor. A última segue seus passos, como cineasta premiada.

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    Mario Frias insinua que Paulo Gustavo não morreu de covid-19

    15 de fevereiro de 2022 /

    Mario Frias, secretário especial de Cultura do governo Bolsonaro, insinuou que Paulo Gustavo não morreu vítima da covid-19. A declaração foi feita, reforçada e repetida várias vezes durante uma live exibida no canal do YouTube do deputado federal Eduardo Bolsonaro na noite de segunda-feira (14/2). Frias disse que telefonou para uma amiga do comediante quando ele ainda estava internado na UTI, no ano passado, e que ela teria dito que o problema dele não era covid há muito tempo. Segundo sua longa explicação, o presidente Jair Bolsonaro lhe pediu para descobrir o telefone da família do ator para saber o que poderia fazer para ajudar. “Liguei para alguns amigos em comum e cheguei numa amiga muito próxima do Paulo Gustavo. Uma até que, depois do falecimento dele, fez campanha, chorou, xingou o presidente, fez aquele papelão ridículo de quem pro público faz uma coisa e na vida real faz outra, que é muito hábito de artista – isto ninguém pode dizer que eu não conheço”, contou Frias. “E lá pelas tantas no telefonema, ela já chorando, me falou: o problema do Paulo já não é covid há muito tempo”, continuou. “Veja bem o que eu tô falando”, ele pausou, repetindo lentamente todas as palavras. “O problema do Paulo já não é covid há muito tempo”. E seguiu repetindo: “Ela diz com todas as letras, um pouco antes do falecimento, ela assumiu no telefone que já não era covid”. E repetindo. “Palavras dela: já não é covid há muito tempo”. Em seguida, encaixou uma frase de efeito: “Então isso mostra, Eduardo, a hipocrisia da classe…” No meio do discurso, Frias ainda fez uma defesa enfática da desconhecida sensibilidade de Bolsonaro, antes de retomar: “O que se transforma num filme de terror é o oportunismo desta turma. Usar o nome de um ator talentoso, que fez muito sucesso – independente de ter usado o recurso da Lei Rouanet ou não – pra fazer palanque político-ideológico em cima do túmulo de alguém”. Algumas observações importantes diante das declarações. Uma grande amiga de Paulo Gustavo que ficou furiosa e xingou Bolsonaro após a morte do ator chama-se Samantha Schmütz. A causa oficial da morte de Paulo Gustavo foi embolia gasosa decorrente de sequelas do contágio de covid-19. Segundo o raciocínio de Mario Frias, se uma pessoa levar uma facada e ficar internada em tratamento intensivo, vindo a morrer um mês depois, a facada não teria nenhuma relação com a morte, porque foi “há muito tempo”. Se esta pessoa sobrevivesse, comesse camarão e anos depois fosse internada novamente de emergência, o caso seria ainda pior. Não teria sido consequência da facada há muito mais tempo. A transmissão, que contou com a presença de André Porciuncula, encarregado das mudanças recentes na Lei Rouanet, foi feita para o projeto da chamada Lei Paulo Gustavo, que libera cerca de R$ 3,8 bilhões para a área cultural, como forma de amenizar a paralisação de setor causada pela pandemia. Foi aprovado no ano passado no Senado e vai para votação na Câmara dos Deputados nesta terça-feira. Encampada pela oposição, a lei quer destravar parte dos recursos do Fundo Nacional da Cultura e do Fundo Setorial do Audiovisual, fundos públicos voltados para o fomento do setor cultural, que encontram-se travados pelo governo Bolsonaro. A ideia é que esse dinheiro liberado seja executado por estados e municípios, assim como aconteceu com a Lei Aldir Blanc. Frias já declarou diversas vezes ser contra a nova lei e qualquer iniciativa que possa liberar dinheiro para a produção cultural no Brasil sem “filtros” bolsonaristas. A insinuação sobre Paulo Gustavo vem no momento em que o secretário de Cultura é cobrado por outra polêmica, uma viagem mal justificada a Nova York no final do ano passado, paga pelos contribuintes, que gerou representação do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União.

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    Oscar 2022 terá Wanda Sykes, Amy Schumer e Regina Hall como apresentadoras

    14 de fevereiro de 2022 /

    As comediantes Wanda Sykes (“The Other Two”), Amy Schumer (“Viagem das Loucas”) e Regina Hall (“Nove Desconhecidos”) foram escolhidas para apresentar o Oscar 2022, que retomará de forma diferenciada a tradição do mestre de cerimônias, após excluir a figura do apresentador principal nas últimos três cerimônias. Segundo o site Deadline, o anúncio deve ser oficializado na manhã de terça-feira (15/2) durante o programa “Good Morning America” da rede ABC, canal que produz a transmissão televisiva do evento. O Oscar deste ano tem produção de Will Packer, cuja longa lista de sucessos na TV e no cinema inclui “A Viagem das Garotas”, comédia que traz Regina Hall em seu elenco. A ideia de escalar comediantes indica um plano para injetar humor na apresentação, embora não esteja claro como a cerimônia será dividida entre as três. O evento vai acontecer no dia 27 de março, numa cerimônia presencial que acontecerá no tradicional palco do Dolby Theatre, em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT e pela plataforma Globoplay.

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    Público vai poder votar no Oscar 2022

    14 de fevereiro de 2022 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA (AMPAS, na sigla em inglês) anunciou nesta segunda (14/2) que o público vai poder votar no Oscar 2022 em duas categorias: de Filme Favorito e Cena Favorita. A votação popular vai acontecer pelo Twitter com duas hashtags, respectivamente #OscarFanFavorite e #OscarsCheerMoment, e já está valendo. O único critério de elegibilidade é o título ter sido lançado em 2021 — independentemente de ter sido indicado a alguma categoria ao prêmio deste ano ou não. O filme que receber mais votos dos fãs até o dia 3 de março será reconhecido durante a transmissão da cerimônia oficial, que vai acontecer em 27 de março. Mas isto não significa a criação de um Oscar do Público. Será apenas uma menção. Já as cenas vencedoras serão exibidas durante a transmissão do Oscar. Além disso, cinco usuários que participarem da campanha receberão um pacote de prêmios que inclui um ano inteiro de ingressos gratuitos no cinema de sua escolha, assinaturas de serviços de streaming e itens exclusivos da loja do Museu da Academia – tudo válido apenas para os “eleitores” americanos. “Estamos entusiasmados com a parceria com o Twitter para ajudar a construir um público digital engajado e empolgado até a cerimônia deste ano”, disse Meryl Johnson, vice-presidente de marketing digital da AMPAS, em comunicado à imprensa. Vale lembrar que a Academia chegou a cogitar a criação de uma categoria de filme popular em 2019, como forma de incentivar mais espectadores a assistirem à cerimônia para aumentar a audiência do evento. Mas a iniciativa foi crivada de críticas e abandonada. Desde então, a audiência do evento só caiu. A 94ª edição do Oscar vai acontecer no Teatro Dolby, em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT e a plataforma de streaming Globoplay.

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    Anna Chlumsky revela passado brasileiro em vídeo da Netflix

    14 de fevereiro de 2022 /

    Depois de banalizar o costume de colocar atores americanos lendo tuítes em português, a Netflix Brasil surpreendeu com um vídeo em que a atriz Anna Chlumsky demonstrou desenvoltura no idioma. Sempre lembrada como a menina do clássico “Meu Primeiro Amor” (1991), ela já morou em Salvador (no início dos anos 2000) e namorou um carioca, fatos que lembrou ao ler os tuítes com grande facilidade e compreensão. Ela está atualmente na minissérie “Inventando Anna”, lançada pela plataforma de streaming na sexta passada (11/2). Eu também queria dançar forró agarradinha com a @AnnaChlumsky 🥺💃 Cata o português da gata lendo tweets brasileiros! 🗣 E aproveitando a deixa, minha nova minissérie Inventando Anna já tá disponível! pic.twitter.com/5kGB85thO4 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 14, 2022

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    Anúncios do Super Bowl trazem Zendaya, Schwarzenegger, Scarlett Johansson e Dr. Evil

    14 de fevereiro de 2022 /

    Espaço mais nobre e caro da TV dos EUA, a final do campeonato americano de futebol deste ano gerou US$ 434,5 milhões em receita de comercialização de anúncios para a rede NBC e reuniu um elenco digno de blockbuster, com participações de Arnold Schwarzenegger, Scarlett Johansson e o marido Colin Just, Zendaya, Kevin Hart, Anna Kendrick, Larry David, Lindsay Lohan, os dois amigos Paul Rudd e Seth Rogen, os colegas de “Scrubs” Zach Braff e Donald Faison, e até uma parceria inusitada entre a boneca Barbie e He-Man num comercial de financiamento de imóveis, entre muitos mais. Um único comercial do Super Bowl juntou nada menos que Eugene Levy, Catherine O’Hara, Brie Larson, Danai Gurira e Dave Bautista, sob a direção de Craig Gillespie (“Cruella”). Outro, reuniu o elenco clássico de “Austin Powers” (1997) para trazer de volta o supervilão Dr. Evil (Mike Myers) e seus associados. Não foi o único resgate cultural da noite de domingo (13/2). Uma propaganda de carro elétrico ainda recriou a abertura da série “Família Soprano” (The Sopranos). E também houve casos em que astros foram apenas ouvidos, como Gal Gadot num anúncio de assistente eletrônico, ou ficaram atrás das câmeras, como a vencedora do Oscar Chloe Zhao (por “Nomadland”), que assinou um comercial de cerveja centrado na amizade entre um cachorro e um cavalo num rancho. Muitos anúncios ainda destacaram efeitos visuais. As reminiscências dos velhos amigos Paul Rudd e Seth Rogen chamaram atenção por incluir fantasmas dignos dos melhores filmes de terror. E em dois dos anúncios mais criativos, os astros de Hollywood foram trocados por animais (realistas e de pelúcia) criados por computação gráfica. Por sinal, o comercial dos bichos animatrônicos evoca os momentos mais emocionantes da franquia “Toy Story”. Confira abaixo os 20 anúncios que mais se destacaram no intervalo do Super Bowl de 2022.

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    Após polêmica, viagem de Mario Frias à Rússia é cancelada

    13 de fevereiro de 2022 /

    Após a repercussão negativa da viagem de Mario Frias a Nova York, inclusive nas redes sociais bolsonaristas, o secretário de Cultura não vai mais acompanhar Jair Bolsonaro à Rússia com uma comitiva de quatro subalternos. A viagem ocorreria entre os dias 13 e 23 de fevereiro e também incluiria passagens pela Hungria e Polônia (a agenda de Bolsonaro não inclui o último país). As “reuniões” planejadas pela secretaria foram canceladas “devido à orientação da presidência”. Não é preciso desenhar para deixar claro o que isto significa. Frias seria acompanhado pelo chefe de gabinete Raphael Azevedo, o secretário de Fomento André Porciúncula, o secretário de audiovisual Felipe Pedri e o secretário-adjunto Hélio Ferraz de Oliveira. O cancelamento da viagem ocorre após a polêmica visita de Frias aos EUA, que gerou representação do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União Os custos da viagem foram disponibilizados pelo Portal da Transparência, que pertence ao próprio governo. Segundo o portal, o voo de ida e volta custou R$ 26 mil (valor equivalente a classe executiva) e Frias recebeu R$ 12,8 mil em diárias, tudo totalmente pago pelos contribuintes. Além disso, Frias também pediu reembolso pelo teste de covid-19 que precisou fazer para entrar nos EUA, no valor de R$ 1.849. Ou seja, seu passeio custou mais de R$ 40 mil. Mas como Frias viajou acompanhado do secretário especial adjunto da Cultura, Hélio Ferraz de Oliveira, os valores foram multiplicados por dois. Segundo dados do Portal da Transparência, a viagem de três dias da dupla consumiu R$ 80 mil de dinheiro público. O portal também indica que a viagem foi classificada como “urgente” e sua justificativa foi um convite de Bruno Garcia, empresário ligado ao turismo em Nova York, e o lutador aposentado de jiu jitsu Renzo Gracie para “apresentar um projeto cultural envolvendo produção audiovisual, cultura e esporte”. Alimentando a polêmica, o jornalista William Bonner questionou, no “Jornal Nacional”, por que Frias não fez a reunião com Gracie de forma virtual. Para evitar perder seu slogan favorito (“acabou a mamata”), Frias fez uma live improvisada no Instagram na noite de sexta (12/1), em que deu explicações diferentes dos dados públicos. Frias afirmou que viajou de classe econômica (R$ 4 mil de ida e volta em vários portais de viagens) e mudou a justificativa para a viagem urgente. “Estávamos desenvolvendo o projeto da IN (instrução normativa que oficializou um grande pacote de mudanças introduzidas recentemente na Lei Rouanet) e essa viagem foi com intuito de conversar com o mercado da Broadway, que se autossustenta, para ver onde esses caras acertam. Queríamos trazer ideias para cá. O objetivo era enxergar como aquele mercado consegue tanto sucesso, enquanto aqui a gente continua dependendo de milhões”, disse Frias. Ou seja, a nova desculpa para a viagem é ver como funcionam as leis do mercado. O contrário, por sinal, do que prega Porciúncula para a Lei Rouanet. “Precisamos separar os conceitos de cultura do de entretenimento artístico. A cultura é um algo muito mais amplo, é o evento teofânico em que a própria civilização brota. Já o entretenimento artístico é um produto econômico e deve ser tratado como tal, sob as leis do mercado”, escreveu Porciúncula em seu Twitter neste sábado. “Precisamos entender quando a arte é um patrimônio cultural civilizacional e quando ela é mera indústria de entretenimento. Sabendo esta diferença, as políticas públicas poderão, de fato, servir ao propósito de preservação da comunidade, ao invés de tentar substituir o mercado”. Frias encerrou o vídeo em que tentou dar satisfações na rede social dizendo: “Não vou ficar em rede social dando satisfação sobre isso”.

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    Matthew Perry revela capa de sua autobiografia

    12 de fevereiro de 2022 /

    O ator Matthew Perry, da série “Friends”, divulgou a capa de sua autobiografia nas redes sociais, em que relata detalhes inéditos dos bastidores da famosa sitcom, além de abordar seus problemas com o vício em álcool e drogas. “Já escreveram muita coisa sobe mim no passado. Achei que era hora de as pessoas ouvirem de mim. Os altos eram altos, os baixos eram baixos. Mas eu vivi para contar a história, embora às vezes parecesse que eu não conseguiria. Está tudo aqui. Peço desculpas por não ser um livro de dobraduras”, escreveu o intérprete de Chandler Bing no Instagram. Este será o primeiro livro de memórias lançado por um dos integrantes da famosa série da Warner. Intitulada “Friends, Lovers and the Big Terrible Thing”, a publicação chegará às livrarias no dia 1º de novembro. So much has been written about me in the past. I thought it was time people heard from me. The highs were high, the lows were low. But I have lived to tell the tale, even though at times it looked like I wouldn’t. And it’s all in here. I apologize it’s not a pop up book. pic.twitter.com/q4qYd7Zp6t — matthew perry (@MatthewPerry) February 10, 2022

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    Diretor do filme de Olavo de Carvalho critica viagem de Mario Frias aos EUA

    11 de fevereiro de 2022 /

    O diretor Josias Teófilo, dos documentários “O Jardim das Aflições” (2017) sobre Olavo de Carvalho e “Nem Tudo se Desfaz” (2021) sobre a eleição de Jair Bolsonaro, comprou briga com o secretário de Cultura Mario Frias e seu subalterno, o ex-Policial Militar André Porciuncula, secretário de Incentivo e Fomento à Cultura. Ele usou as redes sociais para criticar as novas regras para a Lei Rouanet, que estipulam um teto de R$ 3 mil para o cachê individual de artistas cujas apresentações sejam incentivadas pela lei. E emendou uma crítica à viagem “urgente” (segundo o Portal da Transparência) de Mario Frias para os EUA, paga por dinheiro público, sem motivo aparente. Teófilo retuitou um post que dizia: “O cara que ‘acabou com a mamata da Rouanet’ na verdade economizou pra gastar consigo próprio em viagem a NY…” E escreveu vários posts sobre o assunto. “Ontem me reuni com uma amiga pianista, produtora de um festival de música clássica que já acontece há 24 anos. Ela tava comentando: – Como é que eu vou contratar um músico do exterior tendo o limite de 3 mil reais (com a alteração do Mário Frias) por cachê?”, apontou no primeiro post. “Nesse mesmo dia que tive a conversa com ela sai a notícia de que Mario Frias gastou 39 mil reais numa viagem para se reunir com o lutador Renzo Gracie para discutir um projeto audiovisual. Detalhe: Gracie foi biografado por Roberto Alvim. Porque não fez online?”, continuou. “Estão dizendo que é uma fake news: sugiro aos integrantes da Secult que processem o Portal da Transparência, então. Porque a informação está lá para todo mundo conferir”. Incomodado com as postagens, Porciuncula resolveu se manifestar, passando a ofender o diretor, inclusive com palavras de baixo calão: “Eu não ia responder este mau caráter, mas é muita canalhice. Mário viajou no ano passado, fez inúmeras agendas, e este pulha está mentindo descaradamente e, de quebra, ainda tenta vincular o Mário ao nazismo. Você é um canalha de marca maior. E ainda tem gente que dá moral a ele”. O diretor, que costuma ser rotulado como olavista, retrucou com mais educação: “Se é mentira que foi gasto 39 mil do dinheiro do contribuinte para a visita do Mario Frias ao Renzo Gracie então você deveria processar o Portal da Transparência, porque as informações estão lá. E não associei ninguém ao nazismo, disse que é burrice fazer tal viagem agora…” A associação ao nazismo foi feita num post apagado e resgatado por Porciuncula: “Na semana em que todo mundo está sendo chamado de nazista, Mario Frias resolve se encontrar com Enzo Gracie, recentemente biografado por Roberto Alvim, possivelmente para fazer uma adaptação dessa biografia. E gastou 39 mil do dinheiro do contribuinte para isso”. Trata-se de uma aparente referência a Alvim, ex-secretário da Cultura deste governo, que foi demitido do cargo por parafrasear o ideólogo nazista Joseph Goebbels num discurso. Mario Frias, aparentemente, já se esqueceu desse escândalo. Em sua resposta no Twitter, ele achou que a referência tinha sido para Gracie. E pesquisas nas mensagens antigas de Twitter do lutador encontraram uma citação de Heinrich Himmler, chefe das forças nazistas da SS e um dos responsáveis pelo Holocausto. “Você deveria ter vergonha na cara e respeitar as pessoas”, retrucou Frias. “Primeiro, seu mentiroso, eu viajei no ano passado, esta matéria foi requentada pela Globo, e encontrei várias pessoas. Segundo, qual a ligação de um homem honrado como o Renzo com o nazismo? Você é canalha a este ponto?”, completou. Lembrado por um seguidor que “a viagem custou 78 mil”, porque Frias “levou um assessor junto”, Teófilo retomou a reclamação. “Ainda tem isso. É uma vergonha sem tamanho. E, como a viagem a Dubai, teve resultado nenhum. Zero”. A discussão sobre a polêmica viagem de Mario Frias aos EUA não acontece apenas nas redes sociais. O subprocurador do Ministério Público Lucas Rocha Furtado solicitou ao Tribunal de Contas da União que apure os gastos do passeio. Em representação encaminhada à corte de contas, Furtado classificou a viagem como “extravagante” e defendeu que o caso afronta “o princípio da moralidade administrativa”. Ele quer que o TCU investigue se a viagem de Frias “possui razões legítimas” de interesse público ou se teve como finalidade apenas “interesses privados”. “Entendo que gastos para viagens de agentes públicos como os ora questionados se insinuam perante os cidadãos, que pagam as contas. Questiono-me sobre a necessidade do vultuoso valor das passagens e da urgência na aquisição delas”, completou. A representação foi reforçada por uma denúncia oficial da deputada federal Joice Hasselmann. Em seu Twitter, ela ponderou: “O gasto de R$ 78,2 mil para viajar de executiva e, supostamente, tratar algo que poderia ter sido resolvido por videoconferência foge ao bom senso e a finalidade de qualquer gasto público. Estou solicitando ao TCU a investigação da ‘farra’ de Mario Frias com o dinheiro do pagador de impostos!”. “O contribuinte tem o direito de conhecer a finalidade e o motivo que exigiram um encontro presencial ‘urgente’ do secretário de Cultura com o lutador de jiu-jítsu Renzo Gracie em Nova York, no período de 14 a 19 de dezembro”, acrescentou, incluindo prints de sua denúncia encaminhada ao TCU e das informações dos gastos disponibilizadas pelo governo no Portal da Transparência.

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    Compositor do “Castelo Rá-Tim-Bum” e “Cocoricó” tem vários instrumentos roubados

    11 de fevereiro de 2022 /

    O músico e compositor Hélio Ziskind, responsável pela trilha sonora de vários programas clássicos da TV Cultura, compartilhou em suas redes sociais que foi vítima de um crime. Ele teve vários de seus instrumentos musicais furtados e solicitou a ajuda dos seguidores para tentar encontrar as peças. “Amigos, notícia triste: tive vários instrumentos roubados. Por favor divulguem. Quem sabe conseguimos localizar! Os instrumentos são: guitarra Gibson SG tampo vermelho, guitarra Fender tampo branco com captador midi Fishman triple play instalado, violão de aço Yahama, violão de aço Taylor e meu violãozinho pequeno Córdoba. Foi também o módulo de percussão eletrônica Roland SPD SX SE”, enumerou, na legenda de um vídeo em que aparece executando alguns dos instrumentos furtados. “Os instrumentos foram roubados no meu estúdio em São Paulo, na madrugada do domingo (6/2). Usando uma ferramenta feita com um grampo de cabelo, abriram todas as portas (4 ao todo). O alarme estava desligado por mau funcionamento”, relatou Hélio, na mesma publicação. “Os ladrões parece que sabiam onde estava a máquina de gravar imagens das câmeras de segurança. Roubaram o gravador também. Perto do computador (que por felicidade ficou), deixaram cair a ferramenta feita de grampo”, acrescentou. “É uma sensação muito ruim ter a casa invadida e revirada. Mas vamos em frente. Muito triste ficar sem esses companheiros de música. Se alguém localizar, por favor me comuniquem”, concluiu o músico. Integrante do Rumo, um dos principais grupos da vanguarda musical paulista dos anos 1980, Hélio Ziskind foi consultor musical na TV Cultura entre 1985 e 1993, período em compôs temas e trilhas para os programas infantis “Castelo Rá-Tim-Bum” (1994-1997), “Cocoricó” (1996-2013), “X-Tudo” (1992-2002) e “Glub Glub” (1991-1999), além de outros como “Vitrine” (1990-2011), “Repórter Eco” e “Roda Viva”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Hélio Ziskind (@helioziskind)

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