Bryce Dallas Howard diz que recebeu bem menos que Chris Pratt por “Jurassic World”
A atriz Bryce Dallas Howard comentou os rumores de que seu cachê pela franquia “Jurassic World” foi menor que o de Chris Pratt pelo mesmo trabalho. Segundo a informação publicada na revista Variety em 2018, ela recebeu US$ 8 milhões pelo segundo filme, “Reino Ameaçado”, enquanto ele recebeu US$ 10 milhões. Só que, na verdade, a realidade foi muito pior. “Eu recebe muito menos do que os rumores dizem, muito mesmo”, ela comentou, em entrevista ao site Business Insider. “Quando eu comecei a negociar para ‘Jurassic’, era 2014 e um mundo diferente, eu estava em grande desvantagem. Infelizmente, você precisa assinar um contrato de três filmes, e o acordo fica estabelecido”, explicou a atriz. Ela disse que conversou sobre o assunto com Chris Pratt, que então se ofereceu para exigir a igualdade salarial nos contratos extras, que envolvem brinquedos, jogos e passeios nos parques da Universal. “Ele literalmente me disse: você não precisa fazer nada, eu vou negociar tudo. Vamos ser pagos o mesmo e você não precisa nem pensar nisso”. “Eu o amo muito por ter feito isso. De verdade, porque eu recebi muito mais por essas coisas do que pelo filme”, completou Howard. Nos últimos anos, atrizes têm se pronunciado sobre a disparidade salarial entre homens e mulheres em Hollywood. No ano passado, Kirsten Dunst contou que a diferença entre o seu salário e o de Tobey Maguire em “Homem-Aranha” foi “extrema”. “Eu nem pensei sobre isso. Eu ficava tipo, ‘Ah, sim, Tobey [Maguire] está interpretando o Homem-Aranha’. Mas você sabe quem estava no pôster do segundo Homem-Aranha? O Homem-Aranha e eu”, Dunst apontou. Em 2019, Michelle Williams disse que ficou “paralisada” ao descobrir que Mark Wahlberg recebeu US$ 1,5 milhão extra para participar das refilmagens de “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017) – com o objetivo de substituir o ator Kevin Spacey por Christopher Plummer – , enquanto ela só recebeu US$ 1 mil.
Ator de “Stranger Things” não aguenta mais comentários sobre cabelo
O ator Joe Keery, intérprete de Steve Harrington na série “Stranger Things”, contou que não aguenta mais o foco constante ao seu cabelo em entrevistas e mídia em geral. “É realmente ridículo. Não é algo sobre o qual eu tenha controle”, disse ele ao site The Daily Beast. “Eu tenho uma carreira, então tenho que pensar: ‘Quem se importa? Eu aceito’. Mas cabelos não são algo com que eu realmente me importe. Ainda assim, as pessoas parecem realmente achar isso importante e se fixar nisso, por qualquer motivo. É muito estúpido, honestamente.” Toda essa atenção dada ao cabelo de Keery não é recente. No ano passado, ele chegou a ser convidado para fazer propaganda para uma marca de produtos cosméticos. “Acho que seria muito pedante para a maioria das pessoas. Seria um gesto de vendido. Você não acha?”, ele revelou para a revista GQ. A obsessão acabou rendendo até música. O astro, que também é cantor, gravou recentemente uma faixa chamada “Gloom”. E em certo momento da canção, ele diz: “Seus insultos não me afetam com meu casaco favorito. Eu sei que meu cabelo ficou bonito no banheiro do bar”. Keery explicou a sua escolha. “É como uma piscadela”, disse ele. “Todo mundo me pergunta sobre isso. É meio que um… momento. Essa música é como uma faixa de atitude arrogante.” Joe Kerry e seu cabelo exuberante serão vistos em breve na 5ª e última temporada de “Stranger Things”. Antes disso, o ator vai participar da 5ª temporada da série “Fargo” e estrelar os filmes “Marmalade”, sobre um sujeito que tenta fugir da prisão para se reunir com o seu amor, e “Cold Storage”, sobre um vírus que ameaça todo o mundo. Nenhum desses projetos têm data de estreia definida.
Academia pede desculpas à atriz indígena que causou furor no Oscar 1973
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pela premiação do Oscar, pediu desculpas publicamente pela maneira como tratou a atriz indígena Sacheen Littlefeather (“A Volta dos Bravos”) depois que ela apareceu em nome de Marlon Brando para recusar o Oscar que o ator venceu pelo trabalho em “O Poderoso Chefão” (1972). Na ocasião, Littlefeather leu uma mensagem de Brando na qual destacava, entre outras coisas, os estereótipos nativos americanos perpetuados pela indústria do entretenimento. O discurso causou furor e foi considerado uma brincadeira de mau gosto na época. Agora, a Academia admitiu que o ato levou Littlefeather a ser “boicotada profissionalmente, pessoalmente atacada, assediada e discriminada pelos últimos 50 anos”. A própria Littlefeather já havia afirmado isso em um documentário curta-metragem intitulado “Sacheen” (2019). No curta, ela disse que o próprio Brando elogiou a postura dela no Oscar, mas depois a abandonou. Segundo Littlefeather, a polêmica a colocou na lista negra de Hollywood e, consequentemente, ela não conseguiu mais nenhum trabalho. O pedido de desculpas foi feito por meio de uma carta assinada pelo presidente da Academia, David Rubin, e enviada em junho. Além de divulgar o conteúdo da carta (que pode ser lida abaixo), a Academia também programou uma aparição de Littlefeather no Museu do Cinema, em setembro. “Em relação ao pedido de desculpas da Academia para mim, nós indígenas somos pessoas muito pacientes – faz apenas 50 anos! Precisamos manter nosso senso de humor sobre isso o tempo todo. É o nosso método de sobrevivência”, ela disse, por meio de um comunicado à imprensa. Littlefeather elogiou a iniciativa do programa no Museu de Cinema, que será totalmente desenvolvido por ela e vai acontecer em 17 de setembro. “Eu nunca pensei que viveria para ver o dia deste programa acontecer, com artistas nativos tão maravilhosos e Bird Runningwater, um produtor de televisão e cinema, que também guiou o compromisso do Instituto Sundance com cineastas indígenas por 20 anos através dos Laboratórios do Instituto e Festival de Cinema de Sundance. Este é um sonho tornado realidade. É profundamente animador ver o quanto mudou desde que não aceitei o Oscar há 50 anos. Estou muito orgulhosa de cada pessoa que vai aparecer no palco.” Leia abaixo a carta de David Rubin na íntegra. “Cara Sacheen Littlefeather, Escrevo para você hoje uma carta que devo há muito tempo em nome da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com humilde reconhecimento de sua experiência no 45º Oscar. Quando você subiu no palco em 1973 para não aceitar o Oscar em nome de Marlon Brando, mencionando a deturpação e maus-tratos dos nativos americanos pela indústria cinematográfica, você fez uma declaração poderosa que continua a nos lembrar da necessidade de respeito e a importância da dignidade humana. O abuso que você sofreu por causa dessa declaração foi descabido e injustificado. A carga emocional que você viveu e o custo para sua própria carreira em nossa indústria são irreparáveis. Por muito tempo, a coragem que você demonstrou não foi reconhecida. Por isso, oferecemos nossas mais profundas desculpas e nossa sincera admiração. Não podemos realizar a missão da Academia de ‘inspirar a imaginação e conectar o mundo através do cinema’ sem o compromisso de facilitar a mais ampla representação e inclusão que reflita nossa diversificada população global. Hoje, quase 50 anos depois, e com a orientação da Academy’s Indigenous Alliance, estamos firmes em nosso compromisso de garantir que as vozes indígenas – os contadores de histórias originais – sejam contribuintes visíveis e respeitados para a comunidade cinematográfica global. Dedicamo-nos a promover uma indústria mais inclusiva e respeitosa que alavanque um equilíbrio entre arte e ativismo para ser uma força motriz para o progresso. Esperamos que você receba esta carta com espírito de reconciliação e como reconhecimento de seu papel essencial em nossa jornada como organização. Você está para sempre respeitosamente enraizado em nossa história. Com calorosas saudações, David Rubin Presidente, Academia de Artes e Ciências Cinematográficas”
Após ação do MPF, MUBI diz que colabora com Ministério da Justiça desde o início do ano
A MUBI divulgou um comunicado após o Ministério Público Federal (MPF) entrar com uma ação civil pública na Justiça para que a plataforma divulgue a classificação indicativa de sua programação. Trata-se de uma obrigação prevista na legislação brasileira para que pais e responsáveis controlem o conteúdo assistido por crianças. Segundo o documento, o Ministério da Justiça tentou oficiar a MUBI para que fossem ajustadas as inadequações em fevereiro deste ano, mas não obteve resposta. Foi então que representou ao MPF pedindo providências para que a empresa cumpra a legislação brasileira. Só que em sua nota oficial a MUBI diz que vem trabalhando com a Coordenação do Sistema de Classificação desde o começo do ano. Além disso, um dos pedidos da ação apresentada na sexta (12/8), acesso integral do aplicativo para o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), teria sido concedido em março. Fica claro, pelo teor da nota, que a plataforma está colaborando com o governo, ao contrário do que afirma o MPF em seu documento enviado à 8ª Vara de Justiça federal. Vale apontar apontar ainda que a MUBI possui um sistema de classificação indicativa que descreve, título a título, se o conteúdo pode ser visto pelo público em Geral, se é para o público Adulto ou se merece Atenção dos pais para determinar se deve ser assistido por adolescentes. A diferença está apenas na falta de adoção do critério específico estabelecido pelo Ministério da Justiça, que tem a mesma função, mas estabelece várias faixas etárias. Veja abaixo a íntegra da nota oficial do MUBI. “A MUBI Brasil tem trabalhado junto à Coordenação do Sistema de Classificação nos últimos meses, depois de tomar conhecimento acerca de uma notificação de fevereiro de 2022. Trata-se da mesma questão publicada no site do Ministério Público Federal no dia 12 de agosto de 2022. A MUBI recebeu orientação da Coordenação do Sistema de Classificação em março de 2022 e, desde então, concedeu acesso irrestrito à plataforma ao Ministério da Justiça e está trabalhando junto ao órgão para manter-se atualizada sobre todos os demais requisitos legais e prazos correspondentes. A MUBI está conversando com todas as partes envolvidas para reconfirmar quaisquer requisitos ou informações que a companhia não tenha tido conhecimento até agora, a fim de regularizar todas as pendências dentro do prazo estabelecido.”
Novos donos dizem que público do canal de “Riverdale” tem 58 anos de idade!
Os planos do Nexstar Media Group para a recém-adquirida rede The CW precisaram de apenas uma apresentação para virar piada nas redes sociais. Ao relatar seu projeto de ampliar a base de telespectadores, os novos proprietários da emissora afirmaram que a média etária do público da CW é de 58 anos. Entretanto, o canal é conhecido por suas séries adolescentes, cheias de super-heróis e colegiais, como “Riverdale”, “All American”, “Legacies” e “The Flash”. De acordo com o presidente e COO da Nexstar, Tom Carter, a diferença entre a idade elevada do público e o conteúdo é o motivo pelo qual a CW é a rede de menor audiência entre todas as cinco dos EUA. O plano, daqui para frente, seria incluir mais produções que reflitam a “verdadeira idade” da audiência. O mais curioso é que o (ainda) presidente do canal, Mark Pedowitz, não cansa de comentar que o público jovem da emissora é o verdadeiro motivo da baixa audiência, devido ao costume de consumir conteúdo online. Por isso, ele sempre destaca a importância da CW Seed, plataforma da rede, em sua estratégia de audiência geral. Pedowitz, por sinal, não foi referenciado na apresentação, que contou com declarações de executivos da CBS e da Warner, empresas até então sócias no controle da CW (cujo nome é a sigla da junção de CBS e Warner). Mas a expectativa é que ele permanece como CEO do canal. O comentário de Carter acabou viralizando nas redes sociais, no pior sentido. “Eu teria rido se a idade média fosse 40”, escreveu Mike Royce, ex-produtor de “On One Day at a Time”, no Twitter. “58 é uma verdadeira genialidade cômica.” Royce ainda fez a sugestão de sua antiga comédia de cinquentões, “Men of a Certain Age”, fizesse companhia para “Riverdale” na programação da emissora. Foram várias piadas depois disso. “Você ouviu?”, escreveu o jornalista Matt Sibley, do site Newsarama. “Aparentemente, a idade média dos espectadores da CW é de 58 anos. 58 anos! Agora, eu sei que você está pensando que isso é absurdo! Mas pense em quanto tempo ‘Supernatural’ durou.” “Descobrir que a idade média de um telespectador da CW é 58 é a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo”, escreveu a roteirista Caissie St.Onge (“Busy Tonight”). “Talvez seja porque quando você tem 58 anos finalmente tem tempo para assistir TV? Hora de sentar, abrir um White Claw e viver indiretamente através de adolescentes falsos fazendo merda que você sempre ouviu que os adolescentes faziam?” Veja abaixo estes e outros posts (em inglês) sobre a declaração. After Riverdale, stay tuned for an all new pic.twitter.com/EAPeceLF9S — Mike Royce (@MikeRoyce) August 15, 2022 "You hear about this?– Apparently the average age of a CW viewer is 58 years old. 58 years old! Now I know you're thinking, that's absurd! But just think about how long Supernatural was on for." pic.twitter.com/ZbjyKRWyO1 — Matt Sibley (in his Red era) (@Matt_Sibley) August 15, 2022 Finding out the average age of a CW viewer is 58 is THE BEST thing that could have happened to me. Maybe it's that when you're 58 you finally have time to watch TV? Time to sit back, crack a White Claw & live vicariously through fake teens doing shit you always heard teens did? — Caissie (@Caissie) August 15, 2022 So this was the CW the whole time? pic.twitter.com/V6v0aCtTxs — Scott of Rivia (@DerfelMacGuffin) August 15, 2022 the average cw viewers watching organ harvesting cults and supernatural plots playout on riverdale: pic.twitter.com/xSIAiVQZ9P — barchiedaily (@Barchiedaily) August 15, 2022 the average CW viewer tuning in to Riverdale each week https://t.co/wXz4agIe23 pic.twitter.com/8mMhDK1339 — Spencer Althouse (@SpencerAlthouse) August 15, 2022 ***The CW, 2006-2022***– superheroes– supernatural– sexy teens ***The CW, 2022-????***– The Bucket List: The Series– Golden Girls: The Next Generation– Walker — Alex Zalben (@azalben) August 15, 2022
Dani Calabresa é condenada por ofensa homofóbica
A Justiça paulista condenou os comediantes Dani Calabresa e Bento Ribeiro a indenizarem em R$ 15 mil o colunista social Marcelo Bandeira. O caso tem dez anos e foi aberto quando Dani e Bento eram apresentadores do “Furo MTV”. Em 2011, eles fizeram comentários homofóbicos sobre uma gafe cometida pela apresentadora Claudete Troiano, do programa “Manhã Gazeta”, da TV Gazeta. Bandeira participava de um quadro do programa e foi chamado pelos humoristas de “a bicha que trabalha com ela” e “ajudante homossexual”. Dizendo ter sido humilhado e ridicularizado, o colunista entrou na Justiça contra os humoristas e a emissora exigindo uma indenização por danos morais de R$ 272,5 mil. O valor conseguido foi muito baixo, apesar de a juíza Daniela de Paula considerar a ofensa grave. “Evidentemente, o tratamento dispensado ao autor [do processo] é ofensivo. Termos como ‘bicha’ desvelam ojeriza à orientação sexual de pessoas homossexuais”, afirmou na sentença. Em sua defesa, Dani Calabresa afirmou à Justiça que, à época dos fatos, “os conteúdos televisivos, em especial os de humor, que envolvessem a questão da orientação sexual eram comuns e aceitos em nossa sociedade”. “Bicha era uma expressão totalmente aceita à época”, declarou, segundo levantamento do colunista Rogério Gentile. A época não foi no ainda não muito distante século 20, mas agora em 2011. A defesa da humorista ainda louvou o estilo de humor ofensivo. “Deve-se ter em mente que o humor, além de ser marcado pela descontração, usa como ferramentas o exagero, a hipérbole, o óbvio, o absurdo”. E ainda reclamou de censura! “A reprovabilidade quanto a seu conteúdo, fica restrita àquele que a ouve, não cabendo ao Poder Judiciário proceder juízo de valor de modo a aplicar sanção ao artista, sob pena de cometimento de censura”. Já Bento disse à Justiça que não tinha qualquer ingerência sobre o conteúdo do programa, atuando meramente como apresentador daquilo que os roteiristas elaboravam, e também citou a liberdade de expressão. A Abril, proprietária da antiga MTV Brasil, disse que “não houve ataque pessoal com o propósito de ofender o colunista”, só “uma abordagem satírica desenvolvida a partir de características pessoas e públicas dos protagonistas” do programa da Gazeta. Ou seja, piada com a “bicha”. “Se há um programa de TV satírico, nada mais se espera dele do que a sátira, e esse estilo de fazer humor não pode ser interpretado como ofensa pela simples utilização isolada de gírias popularmente adotadas”, acrescentou a empresa. Então, podiam até falar “viado”, “filhodap…” e outras coisas que não seria ofensa, nesse entendimento. A juíza Daniela de Paula não aceitou a argumentação. “Ainda que os réus aleguem que as falas seriam jocosas e não teriam intenção de ofender, os comentários direcionados ao autor constituíram notória ridicularização de sua identidade. A homoafetividade, historicamente marginalizada, deve ser protegida de comportamentos degradantes” Além dos comediantes, a emissora também foi condenada a pagar a o valor da indenização em conjunto. Eles ainda podem recorrer da decisão, mas se alguém deveria recorrer é o ofendido, já que o valor da indenização é muito aquém do pretendido. Do ponto de vista de relações públicas, o melhor agora para os condenados é pagar a “merreca” e ficar quietinhos, porque cada manifestação de defesa só aumenta a ofensa e torna pior a imagem pública dos envolvidos. O espaço segue aberto para posicionamentos, declarações e atualizações das partes citadas, que queiram responder, refutar ou acrescentar detalhes em relação ao que foi noticiado.
Anne Heche tem suporte de vida desligado para transplante de órgãos
Após ter a morte cerebral declarada na sexta-feira (12/8), a atriz Anne Heche teve os aparelhos de suporte de vida desligados na noite de domingo (14/8) para o procedimento de transplante de seus órgãos, anunciou seu representante. Segundo o TMZ, foram encontrados vários pacientes compatíveis para receber a doação e diversos órgãos serão transplantados, mas os médicos não especificaram quais. A atriz de 53 anos ficou com queimaduras e uma lesão no pulmão depois colidir com seu carro numa casa, iniciando um incêndio na área de Mar Vista, em Los Angeles, em 5 de agosto. Ela entrou em coma após a colisão e ficou respirando por aparelhos por uma semana. A polícia de Los Angeles conseguiu um mandado para realizar coleta de sangue após evidências sugerirem que ela poderia estar sob efeito de drogas ou álcool no momento do acidente, e traços de cocaína e fentanil foram encontrados na atriz. Com sua morte, a investigação foi interrompida e não será retomada.
FBI conclui que Alec Baldwin apertou gatilho do revólver que matou Halyna Hutchins
O FBI concluiu que Alec Baldwin apertou o gatilho do revólver que matou acidentalmente a diretoria de fotografia Halyna Hutchins durante as filmagens do longa “Rust”, em outubro passado. A rede de TV americana ABC teve acesso aos documentos da investigação, que contradizem o depoimento do ator. Ele disse, na época, que a arma disparou sem que ele tivesse puxado o gatilho. “A arma não poderia ter disparado sem ter o gatilho puxado enquanto os seus componentes internos estavam intactos e funcionais”, diz o a perícia, que realizou testes de disparos com um modelo do revólver usado no acidente. Numa entrevista concedida à própria ABC em dezembro, o ator foi enfático ao dizer que não havia disparado a arma. “Bem, o gatilho não foi puxado. Eu não puxei o gatilho. Nunca apontaria a arma para alguém e puxaria o gatilho. Nunca”, declarou. Na ocasião do disparo, Alec estava no set ensaiando uma cena com Halyna e o diretor do longa, Joel Souza. Ela morreu na hora e Souza ficou ferido. A investigação ainda está em andamento e os indiciamentos só serão feitos após sua conclusão.
Millie Bobby Brown vai cursar faculdade do estado de “Stranger Things”
Millie Bobby Brown vai estudar numa universidade de Indiana, estado em que se passa a série “Stranger Things” nos EUA. Em entrevista com a revista Allure, ela contou que se matriculou na Purdue University, da mesma região da fictícia cidade de Hawkins. Os fãs, porém, não vão poder encontrá-la no campus. Ela vai fazer seu curso à distância, pela internet. Com 18 anos, ela vai cursar Serviços Humanos (versão americana do curso de Serviços Sociais), onde “você aprende sobre o sistema e como ajudar os jovens”, revelou. O curso de Serviços Humanos da Purdue é “projetado para fornecer aos alunos conhecimentos básicos em desenvolvimento humano e estudos familiares, habilidades para trabalhar com pessoas em agências de serviços sociais e habilidades de programas de avaliação”, de acordo com o site oficial da universidade. Curiosamente, “Stranger Things” já teve um easter egg da universidade de Purdue. Na 3ª temporada, um personagem apareceu usando uma camisa da instituição, que posteriormente foi vendida online.
Ex-marido de Britney Spears é condenado à prisão por invadir casamento da cantora
Jason Alexander, ex-marido de Britney Spears, foi condenado a dois meses de prisão por invadir o casamento da cantora com o modelo Sam Asghari em junho deste ano. A sentença puniu Alexander por crimes de invasão e agressão, mas a acusação de perseguição a Britney foi removida pelos promotores que analisaram o caso. Segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Ventura, Alexander tentou invadir o casamento para transmitir a cerimônia numa live no Facebook. Ele se portou de forma agressiva ao entrar na residência de Britney sem ser convidado, avançando contra seguranças. Policiais foram enviados para investigar a queixa de invasão e, depois de executar uma verificação de registros, foi encontrado um mandado de detenção contra ele, que já saiu preso da cerimônia. Por estar preso desde então, ele já cumpriu o período determinado pelo tribunal da Califórnia, nos EUA, mas ainda está sujeito a uma ordem de restrição movida por Britney Spears, que o impede de se aproximar de uma distância de até 100 metros da artista ou de sua casa em Los Angeles. A cantora se casou com Alexander, seu amigo de infância, em 2004. Eles ficaram casados por um total de 55 horas antes de anularem o casamento. O casamento com Asghari é o terceiro da cantora, que também foi casada com Kevin Federline, com quem tem dois filhos. Veja abaixo cenas gravadas por Alexander, antes de ser detido.
Ator surdo de “No Ritmo do Coração” tem Oscar roubado por menores
O ator Troy Kotsur, vencedor do Oscar por “No Ritmo do Coração”, teve o carro e a estatueta do prêmio roubados no sábado (13/8). O troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas estava em seu veículo – um Jeep – , ele contou no Twitter. Felizmente, a polícia recuperou os dois neste domingo (14/8). Kotsur compartilhou uma foto nas redes sociais posando com vários policiais para agradecer por seus esforços. Mas tanto essa imagem quanto a notícia do roubo foram apagadas logo em seguida. Segundo o Departamento de Polícia de Mesa, no estado americano de Arizona, o veículo foi localizado com dois suspeitos menores de idade. “Os dois menores admitiram o furto e foram autuados por Furto de Meio de Transporte. Eles foram detidos à custódia do Sistema Juvenil Juvenil do Condado de Maricopa”, disse um representante do Departamento de Polícia de Mesa. “O Sr. Kotsur teve seu veículo devolvido e toda a propriedade que estava dentro dele”. Kotsur nasceu em Mesa, que na quinta-feira passada (11/8) o homenageou com a chave da cidade. Ele fez história no início deste ano ao ganhar o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, tornando-se o primeiro homem surdo a vencer um prêmio de interpretação da Academia. Antes, apenas uma mulher tinha conquistado a estatueta, Marlee Matlin em 1986 (por “Filhos do Silêncio”), que por coincidência viveu sua esposa em “No Ritmo do Coração”. Seu próximo trabalho será uma série do Disney+, em que interpretará o técnico do time de futebol americano de uma escola para surdos. Ainda sem título oficial, a produção é baseada numa história real.
Warner se manifesta em apoio a J.K. Rowling após ameaça de morte
A Warner Bros. Discovery saiu em defesa da escritora J.K. Rowling, após a criadora de Harry Potter e dos filmes de “Animais Fantásticos” receber ameaça de morte de um extremista islâmico no Twitter. A ameaça foi feita no sábado (13/8) em resposta a um post de Rowling expressando seu horror ao ataque violento sofrido um dia antes por Salman Rushdie. Um usuário identificado como Meer Asif Aziz, que em sua biografia no Twitter se descreve como um “estudante, ativista social, ativista político e pesquisador”, publicou para a escritora: “Não se preocupe, você é a próxima”. Após o comentário, Rowling pediu publicamente para que os responsáveis pelo Twitter tomassem alguma atitude com relação à ameaça. “Twitter, alguma chance de apoio?”, escreveu a autora, informando que estava indo à polícia. Em comunicado oficial, a Warner Bros. Discovery condenou às ameaças e defendeu a liberdade de expressão. No texto, o estúdio também deseja pronta recuperação a Salman Rushdie. “A Warner Bros. Discovery condena veementemente as ameaças feitas contra J.K. Rowling. Estamos com ela e todos os autores, contadores de histórias e criadores que corajosamente expressam sua criatividade e opiniões. A WBD acredita na liberdade de expressão, no discurso pacífico e no apoio àqueles que oferecem seus pontos de vista na arena pública”, diz o texto. “Nossos pensamentos estão com Sir Salman Rushdie e sua família após o ato de violência sem sentido em Nova York. A empresa condena veementemente qualquer forma de ameaça, violência ou intimidação quando opiniões, crenças e pensamentos possam diferir”, completa o comunicado. Rowling agradeceu o apoio de todos que saíram em sua defesa, mas muitos também apontaram que ela própria é uma extremista por conta de postagens agressivas, publicadas de forma insistente nas redes sociais, contra direitos de transexuais.
Dicas de filmes: Confira 10 sugestões para o Dia dos Pais
Preparamos uma lista com 10 opções de filmes para pais e filhos assistirem neste domingo (14/8) em que se celebra o Dia dos Pais. A lista tem um pouco de tudo, de clássicos a contemporâneos, com astros sertanejos, estrelas do tênis, pais que se vestem de mulheres e até pais zumbis. Ou seja, filme para pais dos mais variados estilos. Confira. | 2 FILHOS DE FRANCISCO | GLOBOPLAY Cinebiografia da dupla sertaneja Zezé Di Camargo & Luciano, essa produção nacional é focada no pai da dupla, Francisco Camargo (interpretado por Ângelo Antônio, de “Chico Xavier”), e nos esforços que ele fez para garantir o sucesso dos filhos. A trama cobre a vida dos cantores desde a infância até o início do sucesso, sempre focando na relação deles com o pai. Foi o pai quem comprou os primeiros instrumentos musicais e quem sempre os incentivou, gastando todo o seu salário em fichas telefônicas para telefonar para a rádio e pedir para tocar a música dos filhos. Dirigido pelo recém-falecido Breno Silveira (“Entre Irmãs”), o filme também conta com Márcio Kieling (“Maverick: Caçada no Brasil”), Thiago Mendonça (“Somos Tão Jovens”), Dira Paes (“Divino Amor”), Lima Duarte (“O Outro Lado do Paraíso”), Paloma Duarte (da série “Se Eu Fosse Você”), José Dumont (“Tungstênio”), Natália Lage (“A Grande Família”) e Jackson Antunes (“Carcereiros: O Filme”). | O TIRO QUE NÃO SAIU PELA CULATRA | VOD* Não se deixe enganar pelo péssimo título nacional. A comédia dirigida por Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”) é um dos grandes filmes sobre paternidade e sobre relações familiares. A trama mostra os problemas que a família Buckman enfrenta no seu dia-a-dia – as pressões do trabalho, a criação de filhos adolescentes, o vício em jogatina e muito mais. Tudo isso gira em torno da figura do paizão Gil (interpretado por Steve Martin, de “Only Murders in the Building”), que tenta equilibrar todas as suas responsabilidades, mas nem sempre conseguindo. O grandioso elenco ainda conta com Keanu Reeves (“Matrix Resurrections”), Mary Steenburgen (“O Beco do Pesadelo”), Dianne Wiest (“Life in Pieces”), Jason Robards (“Magnólia”), Rick Moranis (do clássico “Querida, Encolhi as Crianças”), Martha Plimpton (“Os Goonies”) e o jovem Joaquin Phoenix (“Coringa”). O diretor Ron Howard fez o filme com base nas suas próprias experiências familiares. Depois ele expandiu o projeto para uma série de TV (intitulada “Parenthood: Uma História de Família”), que durou seis temporadas, exibidas entre 2010 e 2015, no canal americano NBC. | CARGO | NETFLIX Produção de australiana de terror, “Cargo” se passa em um mundo devastado pela contaminação de zumbis. A trama acompanha um pai (interpretado por Martin Freeman, da trilogia “O Hobbit”) que foi infectado e precisa encontrar alguém para cuidar da sua filha recém-nascida antes que ele se transforme. Ao longo da sua jornada pelos desertos australianos, ele faz amizade com uma criança aborígene e precisa fugir de um grupo que caça zumbis. O filme é uma adaptação de um curta-metragem homônimo, dirigido por Ben Howling e Yolanda Ramke. A dupla também ficou a cargo da direção do longa-metragem e venceu o troféu de Melhor Roteiro do Sindicato dos Roteiristas Australianos. | UM HOMEM DE FAMÍLIA | AMAZON PRIME VÍDEO, GLOBOPLAY “Um Homem de Família” acompanha um sujeito (Nicolas Cage, de “O Peso do Talento”) que é bem-sucedido no seu emprego, mas leva uma vida solitária. Certo dia, ele acorda e se vê vivendo uma outra vida. Nessa nova vida, ele não abandonou a sua antiga namorada. Em vez disso, eles construíram uma família juntos. O filme explora a relação do personagem com essa nova situação. A princípio, ele quer retornar à sua antiga vida e fugir das responsabilidades de criar os filhos pequenos. Mas, aos poucos, começa a se apaixonar por aquela vida e se torna um verdadeiro homem de família. O elenco ainda conta com Téa Leoni (“Madam Secretary”), Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Jeremy Piven (“Mr Selfridge”) e Saul Rubinek (“Hunters”). A direção é de Brett Ratner (“Hércules”). | UMA BABÁ QUASE PERFEITA | DISNEY+ Clássico absoluto da Sessão da Tarde, “Uma Babá Quase Perfeita” conta a história de um ator (Robin Williams, de “The Crazy Ones”) recém-divorciado que perdeu a guarda dos filhos. Decidido a passar mais tempo com as crianças (por mais que esteja proibido de fazer isso), ele se disfarça como uma senhora idosa e consegue um emprego trabalhando como babá dos seus próprios filhos. O elenco ainda conta com Sally Field (“Lincoln”), Pierce Brosnan (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Harvey Fierstein (“Independence Day”). A direção é de Chris Columbus (“Esqueceram de Mim”). KING RICHARD: CRIANDO CAMPEÃS | HBO MAX e VOD* Will Smith (“Esquadrão Suicida”) venceu seu conturbado Oscar ao dar vida à perseverança do pai que possibilitou o sucesso das irmãs Venus e Serena Williams. O drama edificante mostra como Richard Williams (Smith) lutou contra todas as expectativas raciais, de forma obstinada, para transformar suas filhas nas primeiras tenistas negras campeãs mundiais. Dirigido por Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”), o filme contabiliza 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e conquistou ao todo 48 prêmios internacionais. Seu elenco também destaca Aunjanue Ellis (“Se a Rua Beale Falasse”), Saniyya Sidney (“The First Lady”), Demi Singleton (“Godfather of Harlem”), Jon Bernthal (“Justiceiro”) e Tony Goldwyn (“Scandal”). | LUA DE PAPEL | AMAZON PRIME VIDEO O clássico de Peter Bogdanovich (“A Última Sessão de Cinema”) se passa na década de 1930, durante a época da Grande Depressão Americana, e acompanha Moses, um vigarista que viaja de cidade em cidade aplicando golpes em viúvas. Em certo momento, o caminho dele se cruza com o de Addie, uma orfã, filha de uma prostituta. Como Moses já havia se envolvido com a mãe de Addie, existia a possibilidade de ele ser o verdadeiro pai da menina. Mas ele não quer assumir essa responsabilidade. Em vez disso, Moses se encarrega de levar Addie até a casa de uma tia dela. No meio do caminho, porém, a menina começa a ajudá-lo nos seus golpes, e a conexão se torna inexorável. O drama é estrelado pelo ator Ryan O’Neal (“Love Story”) e sua filha, Tatum O’Neal, que, aos 10 anos de idade e em seu primeiro papel, tornou-se a intérprete mais jovem a vencer um Oscar em todos os tempos, como Melhor Atriz Coadjuvante por este trabalho. | O PAIZÃO | VOD* Comédia estrelada por Adam Sandler (“Joias Brutas”), “O Paizão” acompanha um sujeito que passou a vida inteira fugindo das suas responsabilidades. Decidido a mostrar para a sua ex-namorada que ele amadureceu, ele toma uma decisão inusitada: adotar uma criança. Aos poucos, porém, o personagem de Sandler aprende as dificuldades da paternidade (que não se resume apenas a ensinar a criança a fazer xixi no meio da rua), mas também passa a apreciar a sua nova situação familiar. O elenco conta com participações de figuras marcadas nos filmes de Sandler, como Rob Schneider (“Como Se Fosse a Primeira Vez”) e Steve Buscemi (“A Herança de Mr. Deeds”), além de Joey Lauren Adams (“Procura-se Amy”), Jon Stewart (apresentador do programa “The Daily Show”) e Leslie Mann (“Bem Vindo aos 40”). Já a direção é de Dennis Dugan (“Gente Grande 2”). | ESTRADA PARA PERDIÇÃO | STAR+ O filme noir “Estrada para Perdição” traz o ator Tom Hanks (“Elvis”) em um dos papeis mais sombrios da sua carreira. Na trama, Hanks interpreta Michael Sullivan, um mafioso que trabalha para o chefão da máfia irlandesa durante a época da Depressão. Certo dia, a esposa e um dos filhos de Sullivan são mortos, e ele foge ao lado do seu filho sobrevivente. Pai e filho são colocados lado a lado, iniciando assim uma relação que fraternal que antes não existia. Enquanto fogem, os dois também iniciam o seu plano de vingança contra o homem que causou a morte da família deles. “Estrada para Perdição” é dirigido por Sam Mendes (“1917”) e seu grandioso elenco ainda conta com Paul Newman (“Fugindo do Passado”), Jude Law (The New Pope”), Daniel Craig (“007: Sem Tempo Para Morrer”), Stanley Tucci (“Convenção das Bruxas”) e Jennifer Jason Leigh (“Os Oito Odiados”). | A CRECHE DO PAPAI | NETFLIX, PRIME VIDEO, STAR+ Estrelado por Eddie Murphy (“Um Príncipe em Nova York 2”), “A Creche do Papai” acompanha um sujeito que foi despedido do seu trabalho. Sem conseguir nenhum emprego novo, ele resolve abrir a sua própria creche, como forma de cuidar do filho pequeno e ainda ganhar um dinheiro. O problema é que o projeto dá certo, e ele começa a receber cada vez mais crianças para cuidar. E é aí que se dá conta da grande falha de seu plano: ele não tem a menor ideia de como administrar uma creche e nem de como tomar conta de crianças. Dirigido por Steve Carr (“Os Piores Anos da Minha Vida”), o filme é co-estrelado por Jeff Garlin (“Segura a Onda”), Anjelica Huston (“Smash”), Steve Zahn (“The White Lotus”) e Regina King (“Se a Rua Beale Falasse”). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.












