Ex-Fazenda Sthe Matos e Kevi Jonny sofrem acidente em estrada da Bahia
A ex-Fazenda Sthe Matos e o cantor Kevi Jonny sofreram um acidente rodoviário na tarde desta sexta-feira (11/11). O casal estava num ônibus com a equipe do artista na BR 324, rumo ao município de Luis Eduardo Magalhães, no interior da Bahia. Jonny faria um show no local. O ônibus transportava 20 pessoas da equipe do cantor de arrocha e capotou no km 700 da rodovia, na altura de Barreiras. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) foi acionada e enviou uma equipe ao local do ocorrido, onde confirmaram cinco pessoas feridas. “Ambos foram encaminhados para o hospital para realizar exames”, informou a assessoria de imprensa do cantor. Em comunicado, a equipe acrescentou que todos passam bem e foram encaminhados a um hospital na cidade. A causa do acidente ainda não foi informada.
Hilary Duff critica lançamento relâmpago e polêmico de biografia de Aaron Carter
A atriz Hilary Duff (“How I Met Your Father”) criticou a editora Ballast Books por programar um lançamento relâmpago de um livro póstumo sobre a vida do cantor Aaron Carter menos de uma semana após sua morte. Duff, que namorou Carter no início dos anos 2000, disse que a decisão da editora é “imprudente” e uma forma de “capitalizar em cima da tragédia”. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar o tempo ou cuidado apropriados para verificar a validade do seu trabalho”, disse Duff, em um comunicado. “Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento.” A atriz completou afirmando que “de forma alguma eu tolero lançar alguma luz sobre o que é tão obviamente um roubo de dinheiro desinformado e sem coração”. A fala de Duff teve o respaldo do antigo empresário de Aaron Carter, Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” O livro, intitulado “Aaron Carter: An Incomplete Story of an Incomplete Life”, foi co-escrito por Carter e pelo autor Andy Symonds. Um trecho do livro obtido pelo New York Post alega que o falecido cantor pop afirma ter tirado a virgindade de Duff em “talvez seu aniversário de 13 anos”. O casal namorou de 2000 a 2003. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro de memórias, que cobrirá tudo, desde seu relacionamento tumultuado com o irmão mais velho Nick Carter (membro dos Backstreet Boys) e o resto de sua família, seu uso de drogas e seus problemas de saúde mental. O livro está programado para ser lançado já na próxima terça (15/11). Aaron Carter foi encontrado morto em sua casa em Lancaster, subúrbio de Los Angeles, no dia 5 de novembro. Ele tinha 34 anos. Pouco depois de sua morte, Hilary Duff escreveu uma homenagem emocionante ao ex-namorado no seu Instagram. “Para Aaron – lamento profundamente que a vida tenha sido tão difícil para você e que você tenha tido que lutar na frente do mundo inteiro”, escreveu a atriz de “Lizzy McGuire”. “Você tinha um charme que era absolutamente efervescente… Cara, meu eu adolescente te amava profundamente. Enviando amor para sua família neste momento. Fique em paz.”
Daniel Craig surpreende ao rebolar em comercial de vodka dirigido por Taika Waititi
O ator Daniel Craig (“007 – Sem Tempo para Morrer”) estrelou um divertido comercial de vodka nos EUA, que foi dirigido por Taika Waititi (“Thor: Amor e Trovão”) e mostra o ator de um jeito surpreendente e nunca visto antes. No início do vídeo, o ator aparece na icônica ponte Pont Neuf, em Paris, numa imagem filmada em preto e branco. Em seguida, entra num carro ignorando a multidão de fãs e fotógrafos ao seu redor. E ao sair do veículo, já surge com outra roupa, acompanhando a transição da imagem para cor e uma mudança de comportamento, com o ator assumindo um gingado diferente, conforme desce a rua e entra no saguão do hotel Cheval Blanc Paris. Craig então começa a dançar, rebolando pelo lobby e pelo telhado do hotel, antes de chegar no seu quarto, onde ele encontra um bar abastecido de vodkas Belvedere. Ao final, é possível ouvir um grito de “corta!” e o diretor Taika Waititi aparece para dizer: “Vamos novamente. Seja você mesmo.” Então, tem início uma montagem com todos os erros da produção – alguns divertidamente propositais. A equipe criativa do comercial ainda inclui o coreógrafo JaQuel Knight (que já trabalhou com Beyoncé) e a cantora Rita Ora (esposa de Waititi), que é responsável pela trilha musical com o rapper Giggs.
Kevin Conroy, melhor dublador de Batman, morre aos 66 anos
O ator Kevin Conroy, conhecido por dublar o herói Batman em diversas animações do personagem, morreu nessa quinta (10/11) após uma curta batalha contra o câncer. Ele tinha 66 anos. Dono de uma voz profunda e grave, Conroy foi amplamente aclamada pelos críticos e fãs de quadrinhos, com muitos considerando sua voz como a melhor representação do Cavaleiro das Trevas na animação. Conroy nasceu em 30 de novembro de 1955, em Westbury, NY. Ele estudou atuação na The Julliard School, ao lado de outro grande nome da DC: Christopher Reeve, primeiro intérprete do Superman no cinema. Ele começou a sua carreira na TV, atuando em séries, novelas e telefilmes como “How to Pick Up Girls!” (1978), “Outro Mundo” (entre 1980 e 1981), “Kennedy” (1983), “Pacto do Terror” (1985) e “Dinastia” (1985-1986). Sua estreia no cinema só aconteceu em 1992, quando estrelou o filme “Chain of Desire”. Nesse mesmo ano, interpretou pela primeira vez o papel que marcaria a sua carreira. Ele dublou o personagem principal em “Batman: A Série Animada”, que revolucionou as séries animadas entre 1992 e 1995, apresentando um Batman mais sombrio que nos filmes da época. A série foi responsável por lançar a personagem Arlequina e também trazia o ator Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”) no papel do Coringa. “Kevin era a perfeição”, disse Hamill em um comunicado, ao saber da morte do colega. “Ele era uma das minhas pessoas favoritas no planeta, e eu o amava como um irmão. Ele realmente se importava com as pessoas ao seu redor – sua decência brilhava em tudo o que fazia. Toda vez que eu o via ou falava com ele, meu espírito se elevava.” Mesmo após o fim da série, Conroy continuou dando voz ao Batman em vários outros projetos da DC, incluindo as franquias de games “Batman: Arkham” e “Injustice”. Seu Batman também apareceu em várias outras séries animadas do Universo DC, como “As Novas Aventuras do Batman” (1997-1999), “Superman: A Série Animada” (1996-2000), “Batman do Futuro” (1999-2001), “Super Choque” (2000–2004), “Liga da Justiça” (2001-2004), “Liga da Justiça Sem Limites” (2004-2006), além de inúmeros longas para o mercado de vídeo, destacando “Batman: A Máscara do Fantasma” (1993), “Batman e Mr. Freeze: Abaixo de Zero” (1998), “Batman: O Mistério da Mulher Morcego” (2003), “Batman: O Cavaleiro de Gotham” (2008), “Superman & Batman: Inimigos Públicos” (2009), “Superman & Batman: Apocalipse” (2010), “Liga da Justiça: A Legião do Mal” (2012), “Batman: A Piada Mortal” (2016), “Batman e Arlequina” (2017) e “Liga da Justiça: Os Cinco Fatais” (2019), entre muitos outros. Conroy era tão ligado ao herói que ele o dublou até em animações do “Scooby-Doo”. Falando sobre seu trabalho como Batman numa entrevista de 2014, o ator disse que “ele é um personagem tão icônico. Ele é uma parte tão importante da paisagem cultural americana. É uma coisa incrível fazer parte e ter contribuído.” Ele também teve a oportunidade e interpretar a versão live-action do personagem em um episódio da série “Batwoman”, exibido em 2019 (durante o crossover “Crise nas Infinitas Terras”), quando surgiu como o Bruce Wayne envelhecido de um universo alternativo, numa referência à série animada “Batman do Futuro”, que ele dublou com grande sucesso. Além de dar a voz ao Homem-Morcego, ele também escreveu a história em quadrinhos “Finding Batman”, na qual narrou a sua experiência interpretando o personagem enquanto também aceitava sua própria sexualidade. Conroy foi o único ator abertamente gay a interpretar Batman. Seu crédito mais recente foi no game “MultiVersus”, lançado no início do ano. Mas ele chegou a gravar participação como Thomas Wayne, o pai do herói, na nova série animada “Batman: Caped Crusader”, ainda inédita. Ao saberem da morte do ator, várias celebridades manifestaram sua admiração por seu trabalho e personalidade. Veja abaixo algumas dessas homenagens, que vão de Tara Strong, a dubladora da Arlequina, até ao atual chefão do DC Studios, James Gunn. I don’t have the words. Not today. My heart is broken. There will never be another. He IS #Batman. #RIPLEGEND pic.twitter.com/hJcUVEVeWm — tara strong (@tarastrong) November 11, 2022 So sad to hear about Kevin Conroy. He was THE voice of Batman for generations, including our INJUSTICE games. So iconic. What a loss. RIP 🙁 pic.twitter.com/JpgRwIGDAh — Ed Boon (@noobde) November 11, 2022 🙏 https://t.co/okhBr2v8Gr — James Gunn (@JamesGunn) November 11, 2022 His was the best. He will always be the best.He was my Batman.He was my friend. He’ll never fully know how much he inspired me but I’m sure glad I told him every chance I got. Thank you, Kevin. To sleep, to sleep, perchance to dream… — Troy Baker (@TroyBakerVA) November 11, 2022 Devastating. Kevin was a remarkable man inside and out. I will truly miss those big hugs and that magical voice. You will always be my batman. Rest in Peace my friend. Flash #kevinconroy #Batman #justiceleague pic.twitter.com/rReMdBaPh3 — Michael Rosenbaum (@michaelrosenbum) November 11, 2022 🦇 Wow. Very sad to see this. What an absolute legend. Rest in peace. #KevinConroy #Batman https://t.co/kfpyyqQEnO — Jack Quaid (@JackQuaid92) November 11, 2022
Diretor de “Crash”, vencedor do Oscar, é condenado por estupro
O cineasta Paul Haggis (“Crash – No Limite”) foi condenado nessa quinta (10/11) a pagar pelo menos US$ 7,5 milhões a uma mulher que o acusou de estupro. O júri também decidiu que Haggis precisará pagar por danos punitivos adicionais, mas o valor será decidido em nova audiência pelo juiz do caso. A vítima de Haggis foi Haleigh Breest, uma profissional de relações públicas que o conheceu enquanto trabalhava em estreias de filmes no início de 2010. Depois de uma festa após a exibição de um filme, em janeiro de 2013, Haggis lhe ofereceu uma carona para casa e a convidou para seu apartamento em Nova York para tomar uma bebida. Uma vez dentro do apartamento, Haggis a submeteu a avanços indesejados e, por fim, a obrigou a fazer sexo oral e a estuprou, apesar das súplicas dela pedindo para ele parar. Em sua defesa, Haggis disse que Breest era paqueradora e, embora às vezes seus desejos parecessem “conflitantes”, ela iniciou os beijos e o sexo oral de maneira consensual. Ele disse que não conseguia se lembrar se eles tiveram relações sexuais. Os jurados ficaram do lado de Breest, que disse que sofreu consequências psicológicas e profissionais após seu encontro com Haggis. Ela abriu o processo contra ele no ano de 2017. “Achei que ia pegar carona para casa. Eu concordei em tomar uma bebida. O que aconteceu nunca deveria ter acontecido. E não tinha nada a ver comigo, e tudo a ver com ele e suas ações”, disse ela aos jurados. O veredicto saiu semanas depois que outro júri civil decidiu que Kevin Spacey não abusou sexualmente do ator e então adolescente Anthony Rapp em 1986. Enquanto isso, o ator Danny Masterson e o ex-produtor Harvey Weinstein estão sendo julgados, separadamente, por acusações criminais de estupro em Los Angeles. Ambos negam as acusações, e Weinstein está apelando de uma condenação em Nova York. Todos os quatro casos foram gerados pelo movimento #MeToo, que revelou os comportamentos abusivos de diversas pessoas envolvidas na indústria do entretenimento. Breest, em particular, disse que decidiu processar Haggis porque as manifestações públicas que ele fez contra Weinstein a enfureceram: “Esse homem me estuprou e estava se apresentando como um defensor das mulheres para o mundo”, lembrou ela. Outras quatro mulheres também testemunharam que sofreram avanços forçados e indesejados – e, em um caso, estupro – de Haggis em diferentes ocasiões, desde 1996. Nenhuma das quatro entrou com uma ação legal. “Seu comportamento me mostrou que ele era alguém que nunca iria parar”, testemunhou uma mulher, dizendo que Haggis tentou beijá-la diversas vezes contra sua vontade e até a seguiu para dentro de um táxi e ao seu apartamento em Toronto em 2015. Os advogados do diretor tentaram atacar a credibilidade das acusadoras. Haggis negou todas as acusações e disse aos jurados que as acusações o deixaram abalado. “Estou com medo porque não sei por que essas mulheres, ou por que alguém mentiria sobre coisas assim”, disse ele. E sua defesa apresentou aos jurados várias outras mulheres – incluindo sua ex-esposa, a atriz Deborah Rennard – que disseram que Haggis as respeitavam quando elas rejeitavam suas propostas românticas ou sexuais. Durante as três semanas de depoimentos, o julgamento examinou mensagens de texto que Breest enviou a amigos sobre o que aconteceu com Haggis, além de e-mails entre eles antes e depois da noite em questão, e apontou algumas diferenças entre os testemunhos diante do júri e o que registraram os primeiros documentos do tribunal. Um dos pontos apresentado era se Haggis seria fisicamente capaz de realizar o suposto ataque, oito semanas após uma cirurgia na coluna. Especialistas em psicologia ofereceram perspectivas conflitantes sobre o que se chamou de equívocos generalizados sobre o comportamento das vítimas de estupro, como suposições de que as vítimas não teriam contato posterior com seus agressores. E os jurados ouviram extensos testemunhos sobre a Igreja da Cientologia, a religião fundada pelo autor de ficção científica e fantasia L. Ron Hubbard na década de 1950. Haggis foi um adepto da religião por décadas antes de renunciar publicamente e denunciar a Cientologia em 2009. Por meio do testemunho de Haggis e outros ex-membros da Cientologia, sua defesa argumentou que a igreja pretendia desacreditá-lo e poderia ter algo a ver com o processo. Nenhuma testemunha disse que sabia que as acusadoras de Haggis ou os advogados de Breest tinham quaisquer ligações com a Cientologia, e a própria defesa de Haggis reconheceu que Breest não estava envolvida com a religião. Ainda assim, a advogada de Haggis, Priya Chaudhry, procurou persuadir os jurados de que há “pegadas, embora talvez não as impressões digitais, do envolvimento da Cientologia aqui”. A igreja disse em um comunicado que não tem qualquer envolvimento com esse assunto, e argumentou que Haggis está tentando envergonhar seus acusadores com uma alegação “absurda e patentemente falsa”. Os advogados de Breest chamaram essa defesa de “uma teoria da conspiração vergonhosa e sem respaldo”. Além de ter vencido o Oscar de Melhor Filme por “Crash – No Limite” (2004), Haggis também foi responsável pelos roteiros de “Menina de Ouro” (2004), pelo qual foi indicado ao Oscar, “A Conquista da Honra” (2006) e “007: Cassino Royale” (2006), entre muitos outros. Ele também dirigiu os filmes “No Vale das Sombras” (2007), “72 Horas” (2010) e “Terceira Pessoa” (2013), além da minissérie “Show Me a Hero” (2015).
Chris Rock fará primeiro programa ao vivo da Netflix
A Netflix anunciou nesta quinta-feira (10/11) que Chris Rock será o primeiro artista a se apresentar ao vivo na plataforma de streaming. Ele fará um especial de stand-up que será transmitido pelo serviço no começo de 2023. “Chris Rock é uma das vozes cômicas mais icônicas e importantes de nossa geração”, disse Robbie Praw, vice-presidente de formatos de comédia e stand-up da Netflix, em um comunicado. “Estamos entusiasmados por o mundo inteiro poder assistir a um evento de comédia ao vivo de Chris Rock e isso fazer parte da história da Netflix. Este será um momento inesquecível e estamos muito honrados por Chris estar carregando essa tocha”. O projeto será o segundo especial de stand-up de Rock na Netflix. Seu primeiro, “Chris Rock: Tamborine”, estreou em fevereiro de 2018. A transmissão ao vivo será realizada após a Netflix experimentar a produção de um festival de humor, “Netflix is a Joke: The Festival”, que aconteceu no terceiro trimestre do ano e contou com mais de 330 comediantes em 295 shows em Los Angeles, incluindo o primeiro evento de stand-up no Dodger Stadium. O evento vendeu mais de 260 mil ingressos. O serviço de streaming também anunciou que planeja realizar outras transmissão ao vivo em breve. Comediante veterano que já teve uma série baseada em sua vida (“Todo Mundo Odeia o Chris”), Rock dominou as manchetes do humor norte-americano deste ano após contar uma piada sobre a careca da atriz Jada Pinket Smith no Oscar passado e ver o marido dela, Will Smith, subir no palco para lhe dar um tapa na cara durante a transmissão ao vivo.
Chris Evans está namorando estrela da série “Warrior Nun”
A revista americana People, que acaba de eleger Chris Evans como o homem mais sexy do mundo, revelou que o intérprete do Capitão América da Marvel está namorando a atriz portuguesa Alba Baptista há mais de um ano. “Eles estão namorando há mais de um ano e é sério. Eles estão completamente apaixonados, sendo que Chris Evans nunca esteve mais feliz. A família dele e seus amigos, todos adoram ela”, disse uma fonte ouvida pela publicação. Alba Baptista é a protagonista da série “Warrior Nun”, que teve sua 2ª temporada disponibilizada pela Netflix nesta quinta-feira (10/11). Ela também estrelou o filme “Fátima: A História de um Milagre” (2020), que teve participação da brasileira Sonia Braga. Falante de cinco línguas e filha de um engenheiro e uma tradutora, a atriz ainda desenvolve trabalhos humanitários e, no ano passado, foi selecionada para o programa Shooting Star no Festival de Berlim, que reúne as estrelas mais promissoras da Europa para novos projetos. O casal possuiu uma grande diferença etária. Evans está com 41 anos, enquanto Baptista tem 25 anos de idade.
Briga de Narjara Turetta com jornalista vai parar na polícia
A atriz Narjara Turetta, que fez novelas clássicas da Globo, e a jornalista Simone Frota tiveram uma briga feita durante uma festa no Rio de Janeiro, no último fim de semana, que foi parar na delegacia. Os seguranças do local apartaram a briga, e as duas registraram queixa na polícia. Falando ao Notícias da TV, a atriz de “O Outro Lado do Paraíso” (2017) disse que é inocente: “Eu sei quem sou e quem me conhece sabe também! Tenho testemunhas e eu sou vítima dessa história que se desenrolará na Justiça. Procure saber quem é Simone Frota. Eu não posso falar nada dela”. Já o boletim de ocorrência de Simone Frota, obtido pelo jornal Extra, afirma que a atriz deu três esbarrões nela antes de iniciar agressões. “Narjara segurou meu braço tão forte que arrebentou minha pulseira e me machucou. A pulseira foi encontrada pelo restaurante e me devolveram o que sobrou dela”, citou a jornalista. “Um dos sócios do restaurante assistiu quando ela veio para cima de mim com tudo, me agredindo verbalmente e fisicamente. Me chamou de jornalista de merda, inseto que ela pisa porque tem 50 anos de carreira sólida. Falou que ia dar na minha cara, quebrar o copo na minha cara”, relatou Simone. O motivo da briga foi um trabalho no espetáculo “Circuncisão” em Nova York, neste ano. A jornalista atuou como assessora de imprensa da peça estrelada por Turetta, que a acusou de não fazer um bom trabalho e boicotar a apresentação, culpando-a pelo fracasso de bilheteria. Além do boletim de ocorrência, Simone processa a atriz por injúria, calúnia e difamação.
Lucélia Santos assume coordenação de Cultura na transição do governo Lula
A atriz Lucélia Santos entrou na coordenação do núcleo de Cultura na transição de governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela vai trabalhar juntamente com o secretário nacional de cultura do Partido dos Trabalhadores Márcio Tavares e o ex-ministro Juca Ferreira para desenvolver a formulação de políticas públicas e definir as diretrizes do setor durante o mandato de Lula. Entre as prioridades do grupo durante a transição estão a revisão de normas e decretos editados durante a gestão de Jair Bolsonaro, a análise da estrutura do setor de Cultura no governo federal e discussões sobre o orçamento destinado à área. Em seu perfil no Twitter, Lucélia Santos celebrou a novidade. “Agora é oficial, fui convidada pra compor a equipe de transição do governo @LulaOficial para a Cultura! Estou muito contente, vamos adiante! Há muito trabalho a fazer”, escreveu ela. A expectativa é que Lula recrie o Ministério da Cultura e revogue várias normas estabelecidas para o setor durante o governo Bolsonaro. Agora é oficial, fui convidada pra compor a equipe de transição do governo @LulaOficial para a Cultura! Estou muito contente, vamos adiante! Há muito trabalho a fazer 🙏 pic.twitter.com/z6rfA0vykS — Lucélia Santos (@luceliaoficial) November 9, 2022
Renato Aragão chora ao saber da morte de Roberto Guilherme
Renato Aragão ficou bastante abalado com a morte de Roberto Guilherme, o Sargento Pincel de “Os Trapalhões”. A mulher do humorista, Lilian Aragão, disse que ele está chorando muito com a perda. “Perdeu um amigo maravilhoso. Convivia muito com ele sempre; as famílias sempre juntas”, falou. Guilherme faleceu nesta quinta (10/11), após uma batalha contra o câncer. Aragão o conhecia há quase 60 anos, desde que trabalharam juntos no humorístico “Um Dois, Feijão Com Arroz” (1965), na extinta TV Excelsior. O intérprete de Didi também postou uma homenagem no Instagram e gravou um vídeo, que foi enviado à imprensa. “Roberto Guilherme, o Sargento Pincel, era um amigo maravilhoso”, diz Aragão no vídeo. “Ele era muito diferente daquele tipo que ele fazia de durão. Fora disso [do personagem], era uma amigo maravilhoso. E ele era sargento mesmo. Já havia dado mais de cento e tantos saltos de paraquedas e depois virou ator e ficou alegrando todo mundo. Hoje, eu não sei como falar desse amigo muito doce que perdemos. O céu vai ficar mais alegre”, concluiu. De fato, Roberto Guilherme foi paraquedista – e jogador de futebol – antes de ser descoberto numa peça de teatro amador e virar humorista. Ele participou de vários programas e filmes com Renato Aragão, que estiveram juntos também em produções da Record, da Tupi e da Globo. Guilherme integrou a primeiríssima versão de “Os Trapalhões” na Tupi, em 1975, e manteve a parceria com o amigo até após o final do humorístico na Globo, no programa “Aventuras do Didi” (2010-2013) e no filme “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, lançado em 2017. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Renato Aragão (@renatoaragao)
Jennifer Aniston desabafa sobre sua luta para engravidar e os boatos que a atormentaram
A atriz Jennifer Aniston (a eterna Rachel de “Friends”) deu uma entrevista sincera à revista Allure, falando sobre sua longa e frustrante luta para engravidar e contra o preconceito que sua falta de filhos alimentava nas colunas de fofoca, gerando mentiras inclusive sobre o fim de seu casamento com Brad Pitt. “Foi uma jornada desafiadora para mim, a jornada de fazer bebês. Todos os anos e anos de especulação”, contou ela. “Foi muito difícil. Eu estava passando por fertilização in vitro, tomando chás chineses… tentei de tudo.” “Passei tantos anos protegendo minha história sobre a fertilização in vitro. Sou tão protetora com essas partes [da vida] porque sinto que há muito pouco que posso guardar para mim”, continuou. Falando sobre o peso das fofocas sobre seus relacionamentos passados, Aniston lamentou ter sido alvo de boatos constantes e muito tristes, especialmente ao fim de seu casamento com Brad Pitt. Ela lembrou que “a razão pela qual meu marido me deixou, pela qual terminamos e nosso casamento acabou, foi porque eu era egoista e não queria dar um filho a ele”. “Isso é absolutamente mentira”, apontou. “O [mundo] cria narrativas que não são verdadeiras, então posso dizer a verdade. Sinto que estou saindo da hibernação. Não tenho nada a esconder”, disse ela. Em 2016, a atriz chegou a escrever um artigo para o site Huffington Post no qual abordou os constantes relatos falsos a respeito de sua suposta gravidez ou falta dela. “Para constar, não estou grávida. O que estou é farta”, protestou ela no artigo. Admitindo que “esse barco já zarpou”, a atriz atualmente com 53 anos diz que não se arrepende de ter feito todas as tentativas de engravidar. “Na verdade, sinto um pouco de alívio agora porque não há mais aquele pensamento: ‘Será que eu posso?’ Não preciso mais pensar nisso.” Aniston explica que seu maior arrependimento é não ter se informado melhor a respeito do assunto. “Eu daria qualquer coisa a alguém que tivesse me dito: ‘Congele seus óvulos. Faça um favor a si mesma’. Você simplesmente não pensa nisso. Então aqui estou eu hoje”, afirmou ela. “Eu diria que no final dos meus 30, 40 anos, eu passei por coisas muito difíceis, e se não fosse por isso, eu nunca teria me tornado quem eu deveria ser”, disse Aniston. “É por isso que eu tenho tanta gratidão por todas essas m*rdas. Caso contrário, eu estaria presa sendo essa pessoa que estava com tanto medo, tão nervosa, tão insegura de quem ela era. E agora, eu não me importo.” Segundo Aniston, a imprensa é cruel com as mulheres da indústria do entretenimento que não têm filhos. Ela conta que, no caso dela, foi criada uma “narrativa de que eu era egoísta” e que “só me importava com a minha carreira”. “E Deus me livre que uma mulher seja bem-sucedida e não tenha filho”, completou ela. No artigo de 2016, ela se posicionou sobre este tópico, escrevendo que “somos completas, com ou sem um companheiro, com ou sem filho”. “Não precisamos ser casadas ou mães para sermos completas. Nós podemos determinar nosso próprio ‘felizes para sempre’ para nós mesmas”, completou. Ela também falou sobre o assunto ao The Hollywood Reporter em dezembro passado, lembrando que “costumava levar tudo para o lado pessoal” naquela época. “É tipo: ‘você não tem ideia do que está acontecendo comigo pessoalmente, medicamente, por que eu não posso… ter filhos?’ Eles não sabem de nada, e foi realmente doloroso e desagradável”, disse ela. Para Aniston, hoje em dia as pessoas comuns nas redes sociais assumiram o papel que antes era dos fofoqueiros profissionais. “O que os tabloides e a mídia fizeram com a vida pessoal das pessoas naquela época, pessoas comuns estão fazendo agora [nas mídias sociais]”, disse ela. “Agora você tem a mídia social. É quase como se a mídia entregasse a espada a qualquer Zé Ninguém sentado atrás de uma tela de computador para ser um troll ou o que quer que sejam chamados, para intimidar as pessoas nas seções de comentários. E eu não sei por que há uma veia tão cruel na sociedade. Muitas vezes me pergunto o que os excita tanto.” Independente de tudo isso, Jennifer Aniston se vê hoje como uma mulher mais plena. “Eu me sinto a melhor versão de mim mesmo hoje, melhor do que já me senti nos meus 20 ou 30 anos, ou nos meus 40 e poucos anos”, disse ela. Ela será vista a seguir na 3ª temporada de “The Morning Show”, que deve estrear em breve no serviço de streaming Apple TV+. Além disso, estrela a comédia “Murder Mystery 2”, continuação de “Mistério no Mediterrâneo” (2019), que vai chegar em 10 de fevereiro na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Allure Magazine (@allure)
McKenna Grace revela cirurgia de coluna e que sua vida mudou
Jovem veterana que aos 16 anos de idade já tem 28 filmes e várias séries no currículo, a atriz McKenna Grace (“Ghostbusters: Mais Além”) revelou ter passado por uma cirurgia na coluna em outubro. Ela contou que isso aconteceu, por coincidência, no dia da exibição do episódio de “Handmaid’s Tale” que a mostrou em uma cama de hospital. Em um post em seu Instagram, McKenna Grace mostrou vídeos de sua internação e recuperação. “Ocasionalmente, a vida imita a arte, e na noite em que saiu o episódio de ‘Handmaid’s Tale’ em que eu estava em uma cama de hospital, eu estava realmente em uma cama de hospital de verdade”, ela escreveu ao lado do vídeo. A atriz não revelou o que levou a fazer uma cirurgia, mas disse que sua vida mudou. “A mídia social reflete apenas o que queremos que as pessoas saibam – muitas vezes não vemos os lados feios, duros e menos lisonjeiros de uma pessoa e de sua vida. Para mim, tem sido mais fácil esconder minhas lutas e inseguranças e talvez escrever sobre elas em músicas, mas isso não as resolveu. Definitivamente vou elaborar mais sobre tudo isso [depois], porque minha vida e quem eu sou e quero ser realmente mudou, mas por enquanto… quero agradecer ao Dr. Skaggs e sua equipe, seu PA Morgan, sua enfermeira Elaine e minha equipe incrível de enfermeiras (que merecem seu próprio post depois), minha mãe e pai que nunca saíram do meu lado e meus amigos que me mostraram que estão aqui nos momentos emocionantes/divertidos, mas também no momento mais baixo da minha vida. Finalmente, o final da temporada de ‘Handmaid’s Tale’ já está sendo transmitido… assista!”, concluiu Ela se juntou à “Handmaid’s Tale” na 4ª temporada como uma esposa de 14 anos, Esther, e rapidamente marcou a trama ao se juntar ao movimento rebelde de June (Elisabeth Moss). Mas devido à sua agenda lotada (ela também estrela a série limitada “A Friend of the Family” de Peacock e tem quatro projetos em pós-produção), só conseguiu aparecer em três episódios da temporada atual. Essas cenas, no entanto, foram muito impactantes. A situação referenciada em seu post, por exemplo, mostrou Esther acordando num coma de hospital após tentar o suicídio, apenas para ser informada de que está grávida depois de ser estuprada por um comandante de Gilead. Em uma entrevista ao final da temporada, o showrunner Bruce Miller sugeriu que Esther retornará para a 6ª e última temporada da série, prevista para o ano que vem. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mckenna Grace (@mckennagraceful)
Warren Beatty é processado por suposta vítima de abuso de menor
Uma mulher chamada Kristina Hirsch está processando o veterano ator Warren Beatty por coagi-la a fazer sexo em 1973, quando ela era menor de idade. A ação foi protocolada no Tribunal Superior de Los Angeles na segunda-feira (7/11) e não identifica Beatty diretamente, descrevendo o agressor como um “renomado e conhecido ator e produtor” que foi indicado ao Oscar em 1967 por seu papel como Clyde em “Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas”. A ação foi submetida sob uma lei da Califórnia de 2019, que abriu uma janela de três anos para que pessoas apresentarem queixas antigas de abuso sexual infantil que, de outra forma, seriam barradas devido à prescrição. Hirsch diz que Beatty iniciou contato com ela no set de um filme quando ele tinha 35 anos e ela 14 anos, de acordo com o processo. Ele lhe deu “atenção indevida”, além de seu número de telefone, e a instruiu a ligar quando estivesse perto de um hotel em que ele morava na época. “A autora ficou emocionada com a atenção e o convite do réu”, diz a denúncia. “A Autora adolescente fez como a estrela de cinema a instruiu e chamou o réu logo após seu primeiro encontro.” O processo alega que Beatty levou Hirsch com ele em passeios de carro, se ofereceu para ajudá-la com a lição de casa e falou com ela sobre “perder a virgindade”. Ao longo de 1973, Hirsch diz que Beatty a coagiu a fazer sexo em várias ocasiões. O relacionamento deles continuou até o final do ano. “Devido à estatura do réu, posição de autoridade, preparação predatória e manipulação da autora, bem como a pouca idade da autora, a autora ficou inicialmente emocionada que o réu estivesse interessado nela e acreditou que estivesse envolvida em um relacionamento romântico com uma estrela de cinema”, afirma a denúncia. O processo diz que ela sofreu sofrimento físico, psicológico e emocional como resultado do trauma associado à agressão sexual na infância. A acusação alega que houve agressão sexual, sexo forçado e sexo com uma menor.











