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Perez Hilton é hospitalizado após live com aparente automutilação

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4 de agosto de 2026
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    Sthe Matos detalha “verdadeiro milagre” que a fez sobreviver a acidente de ônibus

    13 de novembro de 2022 /

    Ainda internada para tratar dos ferimentos, a ex-Fazenda Sthe Matos revelou detalhes sobre o acidente que sofreu na sexta-feira (11/11) num ônibus privado do namorado, o cantor Kevi Jonny, que capotou na estrada rumo a um show no interior da Bahia. Num texto publicado nos stories do Instagram, ela resumiu o susto e disse que foi um “verdadeiro milagre” ter sobrevivido. “Agora que estou me sentindo melhor, vim tranquilizar vocês. Estou aqui hoje podendo falar com vocês por um verdadeiro milagre! Deus nos livrou e, felizmente, eu, Kevi e toda a equipe estamos vivos e nos recuperando”, ela contou. Em seguida, ela fez um relato assustador do que aconteceu. “No acidente, eu fui arremessada para dentro do bagageiro do ônibus. Levei uma pancada muito forte na cabeça e nas costas e desmaiei no momento da batida. Segui desacordada por um tempo e quando acordei, já na ambulância, estava com muitas dores e perdendo muito oxigênio, mas os médicos conseguiram me deixar estável”. Apesar de se dizer bem, o acidente deixou alguns problemas. “Ainda estou sentindo muitas dores na região da pancada e estou com dificuldade para me locomover”. “Fui transferida para outra unidade médica, onde estou fazendo alguns exames e esperando o resultado. Vou ficar em observação por mais alguns dias”, acrescentou a semifinalista de “A Fazenda 13”.

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    Cassia Kis dizia que pedir golpe era “estupidez”. Saiba porque ela mudou de ideia

    13 de novembro de 2022 /

    Bolsonarista convicta, a atriz Cassia Kis tem frequentado manifestações antidemocráticas no Rio de Janeiro a favor da intervenção do Exército Brasileiro contra a democracia, além de puxar correntes de orações em defesa de um golpe militar no país. Mas há cinco anos chamava os que tinham esse comportamento de estúpidos. Foi na época da novela “Os Dias Eram Assim” (2017), da Globo, na qual viveu a bibliotecária Vera. Passada na época da ditadura brasileira (1964-1985), a novela mostrava a censura, perseguição e repressão sofrida pelos que defendiam a liberdade no país. Na trama, Renato Góes vivia o filho da atriz, que foi obrigado a fugir para não ser morto pelos militares. A personagem de Cassia escondeu o paradeiro do filho e por isso teve a biblioteca incendiada. Durante entrevistas da época, a atriz afirmou que os temas da novela ainda eram relevantes e a faziam se revoltar contra quem pedia a intervenção militar no Brasil atual. “É um absurdo pensar que tem gente que desconhece esse período e tudo o que a ditadura representou para o nosso país. Daí, vem o questionamento de para onde caminha o nosso ensino, que está esquecendo de uma memória tão recente”, disse ela em entrevista à Globo. “Como alguém não sabe o que é AI-5 e o que tudo aquilo significou? Isso resulta em pessoas falando que querem a ditadura de volta hoje em dia. Se alguém souber de fato o que foi esse período, nunca vai pensar em uma estupidez dessa”, acrescentou. Na mesma live de outubro, em que fez comentários homofóbicos polêmicos, Cassia revelou o que a fez ter uma guinada tão grande de opinião e comportamento. Falando com a jornalista Leda Nagle, ela disse que a “pandemia foi maravilhosa” por tê-la ajudada a se descobrir conservadora. “Eu estou com a vida cheia de Deus muito recente. Essa pandemia foi maravilhosa pra mim, ela me trouxe a verdade. Primeiro, através de um sacerdote incrível, e eu conheci o Brasil Paralelo. Eu fiquei assustada porque eram de direita e não que eu fosse de esquerda, porque eu já tinha me divorciado da esquerda lá atrás, em 2014. Mas ouvi falar do Olavo de Carvalho e sai fora do negócio. Mas uma coisa vai levando à outra, evidente. Eu comecei a ouvir o padre Paulo Ricardo, que é esse sacerdote que fica em Cuiabá… quando eu vi, eu tava descobrindo a direita”, contou. O padre Paulo Ricardo é um seguidor ultraconservador de Olavo de Carvalho e apoiador de Jair Bolsonaro, que espalha conspirações da extrema direita, como “marxismo cultural” e “ideologia de gênero”. Em 2019, ele foi desmentido pela Embaixada da Suécia por divulgar fake news sobre a educação escolar do país, com o objetivo de reforçar teses mentirosas da tal “ideologia de gênero”. Brasil Paralelo é uma empresa que produz vídeos sobre política e história com visão extremista, também difusora de teses de Olavo de Carvalho e de diversas teorias de conspirações. Em março de 2019, a empresa alemã de notícias Deutsche Welle classificou a Brasil Paralelo como negacionista (significa negar fatos e a realidade) num artigo intitulado “O negacionismo histórico como arma política”. “Em seus vídeos, o grupo Brasil Paralelo alega querer apresentar uma História ‘livre de narrativas ideológicas’, porém, segundo historiadores ouvidos pela DW Brasil, faz justamente o contrário”, dizia o texto. O negacionismo da empresa também se estendeu à saúde, com o lançamento do documentário “7 Denúncias: As Consequências do Caso Covid-19”, que direcionou críticas às medidas de distanciamento físico no combate à pandemia, acusando governadores de serem ditadores por seguirem as orientações da Organização Mundial da Saúde. O vídeo mais recente publicado no Youtube da Brasil Paralelo se chama “Por que os últimos filmes da Marvel foram um fracasso?”, em que comentaristas culpam supostas baixas bilheterias pelo que chamam de “lacração” (outro termo bolsonarista) do estúdio, que inclui a representação de heroínas feministas, heróis negros e personagens LGBTQIAP+. Detalhe: os três últimos filmes da Marvel são os maiores sucessos do cinema em 2022. Lançado neste fim de semana, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” se tornou a maior bilheteria de estreia do mês de novembro em todos os tempos nos EUA e Canadá – com heróis negros e feministas.

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    Taylor Swift é a grande vencedora do MTV EMA 2022

    13 de novembro de 2022 /

    A cantora Taylor Swift foi a grande vencedora do MTV EMA 2022, a premiação europeia do canal musical, vencendo em quatro categorias, entre elas as principais do evento. Taylor venceu como Melhor Artista, Melhor Artista Pop, Melhor Vídeo e Melhor Vídeo de Formato Longo, concorrendo com o clipe “All Too Well (Taylor’s Version)”. Durante os agradecimentos, ela enalteceu não apenas aos fãs que votaram nela, mas também os atores Dylan O’Brien e Sadie Sink, que estrelaram o vídeo. Outros destaques da premiação foram para Harry Styles, Nicki Minaj e David Guetta, que ganharam dois prêmios cada. E também para a brasileira Anitta, vencedora da categoria de Melhor Artista Latina. Já a maior surpresa ficou com a vitória solo de Lisa, integrante do BLACKPINK, sobre seu grupo como Melhor Artista de K-Pop. O European Music Awards aconteceu na tarde deste domingo (13/11) em Düsseldorf, na Alemanha, com apresentação da cantora Rita Ora e o cineasta Taika Waititi, que são casados. Além da distribuição de troféus, o evento abriu seu palco para diversas performances musicais, incluindo a banda de rock Muse, a parceria musical de David Guetta e Bebe Rexha e o som animado dos Gorillaz – por “coincidência”, todos também premiados. Confira abaixo a lista completa dos premiados. MELHOR ARTISTA Taylor Swift MELHOR MÚSICA Nicki Minaj – “Super Freaky Girl” MELHOR VÍDEO Taylor Swift – “All Too Well” (Taylor’s Version) MELHOR COLABORAÇÃO David Guetta e Bebe Rexha – “I’m Good (Blue)” MELHOR ARTISTA AO VIVO Harry Styles MELHOR ARTISTA POP Taylor Swift MELHOR ARTISTA NOVO SEVENTEEN MELHOR ARTISTA DE K-POP LISA MELHOR ARTISTA LATINO Anitta MELHOR ARTISTA ELETRÔNICO David Guetta MELHOR ARTISTA DE HIP-HOP Nicki Minaj MELHOR ARTISTA DE ROCK Muse MELHOR ARTISTA ALTERNATIVO Gorillaz MELHOR ARTISTA R&B Chlöe MELHOR VÍDEO EM FORMATO LONGO Taylor Swift – “All Too Well” (Taylor’s Version) VÍDEO POR UMA CAUSA Sam Smith – “Unholy” ARTISTA REVELAÇÃO SEVENTEEN MELHORES FÃS BTS MELHOR PERFORMANCE NO METAVERSO BLACKPINK MELHORES ARTISTAS FAVORITOS AO REDOR DO MUNDO Melhor Artista Brasileiro – Manu Gavassi Melhor Artista Britânico – Harry Styles Melhor Artista Americano – Billie Eilish Melhor Artista Canadense – Johnny Orlando Melhor Artista Sul-Americano – Tini Melhor Artista Centro-Americano – Danny Ocean Melhor Artista Caribenho – Daddy Yankee Melhor Artista Mexicano – Kenia OS Melhor Artista Espanhol – Bad Gyal Melhor Artista Nórdico – Sigrid Melhor Artista Sueco – Loredana Melhor Artista Alemão – BADMÓMJAY Melhor Artista Italiano – PINGUINI TATTINI NUCLEARI Melhor Artista Francês – Amir Melhor Artista Português – Bárbara Bandeira Melhor Artista dos Países Baixos – Goldband Melhor Artista Polonês – Ralph Kaminski Melhor Artista Húngaro – Carson Coma Melhor Artista Australiano – G Flip Melhor Artista Neo-Zelandês – Lorde Melhor Artista Israelense – Noa Kirel Melhor Artista Indiano – Armaan Malik Melhor Artista Asiático – Tomorrow X Melhor Artista Africano – Burna Boy

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    Manu Gavassi é premiada no MTV EMA 2022

    13 de novembro de 2022 /

    A cantora Manu Gavassi foi premiada pelo MTV EMA 2022, a premiação europeia da MTV, numa categoria local. Ela venceu como Melhor Artista Brasileira, superando Anitta, Gloria Groove, Xamã e L7nnon na categoria. Foi a segunda vitória consecutiva de Manu neste troféu. Como o prêmio é decidido pelo público, a experiência de mutirão e o fã-clube conquistado na época do “BBB 20” ajudou a artista a conquistar mais votos. Em seu Instagram, ela agradeceu a vitória e reconheceu que os fãs são incríveis. “Eu nem consigo acreditar que a gente ganhou de novo. Isso quer dizer que vocês são muito incríveis, que vocês me respeitam, não importa a fase ou o que eu queira criar artisticamente. Eu me sinto na minha fase mais livre e mais feliz com o que eu faço. Então, muito obrigada por esse presente, por esse abraço que vocês me deram de novo”, ela disse num vídeo. Ela não foi a única brasileira premiada no Europe Music Awards (EMA). Anitta também saiu consagrada, especialmente por seu troféu ter sido na competição internacional, como Melhor Artista Latina do ano.

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    Tema de séries, Flordelis é condenada a 50 anos de prisão

    13 de novembro de 2022 /

    Tema de duas séries documentais deste ano, a ex-pastora e ex-deputada Flordelis dos Santos foi condenada a 50 anos de prisão pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Juri de Niterói neste fim de semana pelo assassinado do marido, o pastor Anderson do Carmo, em 2019. O julgamento, que durou sete dias, também condenou sua filha biológica Simone dos Santos Rodrigues. Mas os filhos adotivos Marzy Teixeira, André Luiz de Oliveira e Rayane dos Santos foram absolvidos. A ex-deputada recebeu pena de 50 anos e 28 dias de prisão pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio (por tentativas de envenenar a vitima), uso de documento falso (pelo plano de uma carta fraudada) e associação criminosa armada. Por sua vez, Simone recebeu pena de 31 anos e 4 meses de prisão pelos crimes de homicídio, tentativa de homicídio e associação criminosa armada. Apesar das duas condenações, o Ministério Público pretende recorrer das absolvições dos demais envolvidos. “Flordelis é manipuladora, vingativa e assassina. Vamos apresentar os recursos contra a absolvição dos demais réus no prazo processual”, disse o promotor de Justiça Décio Viegas à imprensa. Já a defesa de Flordelis informou que ingressará com uma apelação para reverter a sentença. Além de citar que ela já entrou condenada em seu julgamento, em razão da repercussão do caso, o advogado Rodrigo Faucz apontou duas irregularidades ocorridas em plenário. A primeira delas, a exibição de um documento pelo Ministério Público que não estava no processo. A segunda, pelo fato do assistente de acusação, advogado Angelo Máximo, ter feito questionamento ao silêncio dos acusados em sua sustentação, o que é vedado pelo Código de Processo Penal. O advogado emitiu uma nota oficial neste domingo (13/11), lamentando a condenação. “Infelizmente, apesar de não haver provas, Flordelis foi condenada pelo homicídio do marido. Entendo que a condenação foi indevida, eis que certamente se deu pela pressão da opinião pública formada desde o delito. Considerando que ocorreram diversas nulidades absolutas no decorrer do julgamento, informo que recorrerei da sentença, buscando que ocorra, futuramente, um julgamento justo. Entretanto, estamos muito satisfeitos com a absolvição de todos os crimes em que nossos outros clientes foram julgados”. A vida de Flordelis e o assassinato de Anderson do Carmo chamaram a atenção dos serviços de streaming no Brasil. A Globoplay lançou a série documental “Flordelis: Questiona ou Adora” em 4 de novembro, na véspera do julgamento, e a HBO Max prepara “Flordelis: Em Nome da Mãe”, que tem estreia prevista para dezembro e planos para incluir cenas do julgamento e o veredito do caso. Dividido em vários julgamentos, o caso rendeu pena de prisão para Flordelis, Simone dos Santos Rodrigues e mais seis pessoas, anteriormente condenadas pelo crime. Denunciado como autor dos disparos que mataram Anderson, Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico da ex-deputada, vai servir 33 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado, porte ilegal de arma de fogo, uso de documento falso e associação criminosa. Comprador da arma usada no crime, Lucas Cezar dos Santos de Souza, filho adotivo de Flordelis, foi condenado a nove anos de prisão por por homicídio triplamente qualificado. Adriano dos Santos Rodrigues, filho biológico de Flordelis, recebeu a pena de quatro anos de prisão por uso de documento falso e associação criminosa armada. O ex-policial militar Marcos Siqueira Costa e a esposa do militar, Andrea Santos, ficarão presos por cinco e quatro anos, respectivamente, por uso de documento falso e associação criminosa armada. E Carlos Ubiraci Francisco da Silva, filho afetivo de Flordelis, foi condenado a dois anos por associação criminosa armada. Mas, em abril passado, a Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro lhe concedeu liberado condicional.

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    Caio Castro sofre acidente em competição de automobilismo

    13 de novembro de 2022 /

    O ator Caio Castro se envolveu em um acidente neste domingo (13/11), durante a prova Porsche Carrera Cup que aconteceu antes do GP do Brasil de Fórmula 1, em São Paulo. O automóvel vermelho dirigido pelo artista saiu da pista logo na largada e bateu com força em uma barreira de proteção, após ficar entre outros dois competidores. Castro, que ingressou na Porsche Carrera Cup no ano passado, saiu andando do carro após a colisão. Ele corre profissionalmente há nove anos e sempre mostra sua paixão pelo esporte em suas redes sociais. Depois de passar por exames, ele tranquilizou os fãs com a publicação de um vídeo no Instagram. “Primeiro, queria agradecer as mensagens de vocês que ficaram preocupados com meu estado após o acidente hoje na etapa da Fórmula 1 da Porsche Cup em Interlagos. Realmente, não foi como a gente esperava, acabamos tendo um acidente ali no início. Uma espremida ali, uma batida um pouco feia. Tive que ir para o hospital para fazer alguns procedimentos que o regulamento exige”, explicou ele. “Fiquei um pouquinho lá pra ver se tá tudo bem. Tá tudo bem. Estou ótimo, um pouco decepcionado. Não é o resultado que eu gostaria que a gente tivesse, mas tá tudo bem. Fora o sentimento de dever não cumprido, tá tudo bem”, completou. Veja as imagens do acidente abaixo. NOSSA SENHORA 😳 Logo na primeira volta, Caio Castro bate com Mascarello. Os dois estão bem!#EsporteNaBand #PorscheCup pic.twitter.com/QG361e85Ux — Esporte Na Band (@esportenaband) November 13, 2022

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    Regina Duarte defende tática nazista contra eleitores de Lula

    13 de novembro de 2022 /

    Ex-integrante do governo Bolsonaro, Regina Duarte aderiu a uma tática infame utilizada pelos nazistas para atacar eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva. A atriz compartilhou uma publicação em seu perfil no Instagram com um “incentivo” para que petistas e pessoas que votaram em Lula coloquem uma estrela do PT na frente de seus estabelecimentos, para que sejam identificados. Paralelamente, grupos bolsonaristas fazem circular listas de estabelecimentos de simpatizantes de petistas para serem boicotados pelos patriotas e cidadãos de bem do Brasil. No início da década de 1930, nazistas passaram a identificar estabelecimentos judeus com o desenho de uma estrela, a Estrela de Davi, além de espalhar avisos na Alemanha para que patriotas e cidadãos de bem não comprassem ou utilizassem serviços dos estabelecimentos marcados. Com o tempo, essa atitude da Alemanha acima de tudo progrediu para a destruição desses estabelecimentos com violência e, posteriormente, prisão e assassinato em massa dos judeus em campos de concentração. Cerca de 5 milhões foram exterminados no genocídio nazista, que ficou conhecido como Holocausto nos livros de História. Deveria ser uma lição para nunca ser esquecida e repetida. Entretanto, a tática está sendo disseminada nas redes sociais bolsonaristas com o mesmo objetivo de discriminação. Regina Duarte foi secretária especial de Cultura do governo Bolsonaro e se manteve fiel apoiadora dele durante a campanha eleitoral. Nas redes sociais, ela segue compartilhando notícias falsas, ignorando a marcação e bloqueios do Instagram, e dando seu apoio a manifestações antidemocráticas por um golpe de estado no país. As manifestações antidemocráticas tem chocado o Brasil ao reproduzir gestos nazistas, fotografados entre simpatizantes do candidato derrotado, apesar da recusa dos envolvidos em admitir essa intenção. O período do 2º turno das recentes eleições presidenciais também trouxe à tona vários fatos preocupantes, relacionados ao nazismo, envolvendo estudantes brasileiros. Em outubro passado, a polícia prendeu um grupo de jovens acusados de neonazismo, em Santa Catarina, com quem foram encontradas bandeiras nazistas e armas de fogo. Eles estavam envolvidos em disseminações de mensagens de ódio contra minorias e ataques a eleitores de Lula .

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    Andressa Urach é internada após querer sacrificar filho pequeno

    13 de novembro de 2022 /

    A ex-Fazenda Andressa Urach está internado há duas semanas numa clínica psiquiátrica após um surto, em que teria ameaçado sacrificar o próprio filho em oferenda religiosa. A revelação foi feita por seu marido, Thiago Lopes, num vídeo publicado nas redes sociais. “Há duas semanas a Andressa Urach foi internada. Ela está na ala psiquiátrica de um hospital, porque ela teve um delírio psicótico místico, foi o que a médica falou assim que a recebeu. Não é um diagnóstico. Ela ainda estava com certa desconexão com a realidade”, começou ele. Segundo Lopes, “eles estão administrando os medicamentos e não tem previsão de alta”. “Na noite da madrugada de sábado, a Andressa teve um surto psicótico aqui em casa, foi um episódio bem assustador”, ele explicou. “Chegou a colocar a vida do Leon em risco, a minha e da minha mãe. Durante o surto ela chegou a falar que o Leon seria o Isaac [da Bíblia], que eu oferecesse Leon como sacrifício. São coisas desconexas com a realidade. Foram várias coisas assustadoras que são tristes de falar”. Thiago Lopes também revelou que está se separando da ex-Fazenda, com quem era casado desde dezembro de 2020. De acordo com ele, não há como continuar junto com a esposa diante dos últimos acontecimentos, até para preservar a vida do filho Leon. “Eu não tive outra opção, precisei chamar o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e a Polícia Militar do Rio Grande do Sul para solucionar essa situação. Ela foi levada para o hospital pela ambulância. Os médicos constataram a necessidade de internação. Por isso ela está longe, não está mais ativa nas redes socais”, relatou. Em outubro do ano passado, Andressa Urach revelou que sofria de transtorno borderline, o que explicaria suas mudanças radicais de comportamento, de uma hora querer ser crente e num instante seguinte desejar se prostituir. A situação quase acabou com seu casamento durante a gravidez. Seu marido chegou a ir com a política tirá-la da boate Gruta Azul, conhecido prostíbulo de Porto Alegre, em julho passado, durante a gestação de Leon. “Além do borderline que Andressa foi diagnosticada, surgiram essas outras situações. Falta uma palavra final da equipe médica para saber do que se trata”, completou Lopes. Leon é o segundo filho de Andressa, mas o primeiro com o empresário Thiago Lopes e tem apenas oito meses de idade. A ex-dançarina do cantor Latino, que chegou a ser obreira da Igreja Universal, tem um filho mais velho de 17 anos, chamado Arthur, que ela renega. Athur conseguiu sua emancipação após acusar Andressa de negligência e de quase deixá-lo morrer para passar um dia inteiro na Igreja em vez de levá-lo ao hospital, quando ele era pequeno e reclamava de dores intensas na barriga. “Eu estava com a minha vida em risco. Basicamente, quase morri por conta da fé fanática dela, depois ela fala que eu era prioridade, mas preferiu ir a um evento da igreja do que cuidar de mim quando eu estava passando mal”, ele denunciou, numa gravação de vídeo divulgada em julho passado.

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    Cassia Kis se diz vítima de “assédio moral” por falas preconceituosas

    13 de novembro de 2022 /

    A atriz Cassia Kis, alvo de processo por declarações homofóbicas e de críticas por seu envolvimento com manifestações antidemocráticas, decidiu se defender num texto enviado ao jornal Folha de S. Paulo contra o que chama de “assédio moral”. Dizendo que não é homofóbica, ela acusa detratores de espalhar mentiras e reclama de estar sendo hostilizada por colegas de trabalho. “Nos últimos dias, muito se tem falado a meu respeito. Falado mal, diga-se. Inclusive entre colegas de ofício, a quem sempre respeitei como criaturas humanas e profissionais, a boataria tem sido grande”, reclamou a atriz no texto. “Embora eu não deseje o mal de ninguém, nem por isso aceito as pechas equivocadas que alguns têm lançado sobre mim. E por quê? Porque aprendi o valor de uma boa reputação, construída com trabalho e amor ao longo de muitos anos. E também porque aprendi que com a verdade não se brinca“”, prosseguiu a intérprete de Cidália em “Travessia”. “Dizem que, por assumir uma posição política conservadora, eu estaria ‘envergonhando’ a classe artística. Se fosse apenas isso, tudo bem. Mas o zum-zum-zum chegou além, pois me atribuem intenções que não tenho, palavras que não disse e crises que não criei. “A pressão sobre mim – verdadeiro assédio moral – ganhou contornos policiais, pois me chega a notícia de que estou sendo formalmente acusada de ‘homofobia’ por um grupo de ativistas do Rio de Janeiro”, continuou. “Não, meus caros, não sou nem nunca fui homofóbica; sou no máximo mentirofóbica e idiotofóbica”, defendeu-se. Cassia Kis está sendo processada pelo Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT, por meio de uma Ação Civil Pública, pelo crime de homofobia. O grupo também registrou uma queixa crime contra a atriz pelo mesmo motivo. O processo foi motivado por palavras que Cassia Kis disse factualmente numa live com jornalista Leda Nagle, quando acusou as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) de destruir as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”. Em sua petição, o Grupo Arco-Íris de Cidadania LGBT cita que as falas da atriz “claramente carregam teor discriminatório e preconceituoso aos casais homoafetivos e a comunidade LGBTQIAP+ ao questionar a validade da sua existência”. O movimento pede reparação coletiva pelos ataques feitos por Cássia da ordem de R$ 250 mil, “para fins de promoção de políticas e programas direcionados ao enfrentamento da discriminação e LGBTfobia no contexto artístico”. Há também um pedido de retratação pública e de investigação criminal. Além disso, um grupo de funcionários da Globo formalizou uma reclamação no Departamento de Compliance da emissora contra a atriz, denunciando que ela grita e destrata colegas, inclusive com comentários preconceituosos. Mais de 10 funcionários assinaram as denúncias. Em comunicado à imprensa, o canal afirmou que não comenta questões de compliance, mas apontou: “A Globo tem um Código de Ética, que deve ser seguido por todos os colaboradores e igualmente por todas as áreas da empresa – e em nenhuma delas é tolerada qualquer forma de discriminação. Da mesma forma, tem uma Ouvidoria pronta para receber quaisquer relatos de violação, que são apurados criteriosamente.” Em meio a essas polêmicas, a atriz de 64 anos ainda participou de manifestação em frente ao Comando Militar do Rio, onde foi aclamada, entre faixas pedindo um golpe militar. Um vídeo em que ela aparece rezando ajoelhada ganhou comparações nas redes sociais com cenas idênticas da Marcha da Família com Deus pela Liberdade, em apoio ao golpe militar de 1964. Alinhada ao extremismo de direita, a artista tem proferido discursos fundamentalistas e messiânicos, e antes das eleições chegou a profetizar que o Brasil ia “derramar sangue” se Lula vencesse.

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    Editora suspende vendas do livro polêmico de Aaron Carter

    13 de novembro de 2022 /

    A editora Ballast Book anunciou que suspendeu as vendas do livro “Aaron Carter: An Incomplete Story of an Incomplete Life”, em consideração ao desejo dos familiares, em respeito à morte recente do cantor. “Por respeito à família, meu cliente decidiu adiar o lançamento do livro neste momento. Carter não era apenas uma celebridade, mas um pai, irmão, filho e amigo para muitos, que ainda sofrem por ele”, anunciou Scott Atherton, advogado da editora Ballast e do autor Andy Symonds. Oficialmente, o livro de memórias do cantor, encontrado morto no sábado passado (5/11), chegaria às lojas físicas na terça-feira (15/11), mas desde quinta (10/11) já era vendido e entregue pela Amazon, onde atualmente ocupa o 1º lugar entre os best-sellers de não ficção com temática de drogas e vício. Por conta disso, várias passagens polêmicas vieram à tona e, com elas, reclamações sobre o verdadeiro desejo do cantor, que teria renegado a obra. No anúncio da suspensão do lançamento, o advogado negou que o artista era contra a publicação. Tanto que teria escolhido pessoalmente Andy Symonds para escrever sua história, por ser um “respeitável jornalista e autor”. “A atenção do público recentemente se concentrou em um pequeno número de interações durante os primeiros anos do Sr. Carter. A história mais importante é sobre a vida do Sr. Carter e o que as pessoas podem aprender com seu sucesso profissional, lutas pessoais e falecimento trágico”, acrescentou na declaração. Repleta de trechos polêmicos, a obra reflete realmente a luta do cantor contra as drogas, mas são passagens sobre Michael Jackson e Hilary Duff que têm dado mais o que falar. Na obra, o irmão de Nick Carter (do Backstreet Boys) alega que, após uma festa, despertou com o rei do pop parado em frente à sua cama apenas de “cueca apertada branca”. Aaron também afirma que a estrela da série teen “Lizzie McGuire” perdeu a virgindade com ele, quando ela tinha apenas 13 anos. O cantor tinha noção de como o conteúdo era polêmico e, segundo seu empresário Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management, tinha desistido da publicação. Heleson disse ao site Page Six: “Aaron, no meio [do trabalho com o livro], disse: ‘Eu não quero nada com isso’ e parou. Ele largou o projeto. Então, o fato de a editora estar dizendo que tem sinal verde para publicar, ela não tem. Isso é contra a vontade de Aaron”. Hilary Duff também se manifestou contra a tentativa de espetacularização promovida pela editora em torno da morte do artista de 34 anos. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar as devidas precauções. Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento”, reforçou. O empresário de Aaron Carter agradeceu o posicionamento da atriz e salientaram que a família deveria decidir os próximos passos contra a editora. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis ​​que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” Diante da polêmica, o escritor e editor do livro Andy Symonds, lembrou que a obra já tinha sido publicado e que toda a polêmica se dava porque algumas pessoas não gostariam que a verdade do cantor viessem à tona. “Sua vida estava longe de ser bonita. Aaron tinha o direito – como todos nós – de contar sua história. Além de ser catártico para ele, Aaron esperava que este livro ajudasse outras pessoas que lutam contra o vício e a doença mental. Espero e acredito que fará isso”, finalizou. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro.

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    Homem que inspirou filme “O Terminal” morre em aeroporto de Paris

    12 de novembro de 2022 /

    Mehran Karimi Nasseri, o refugiado iraniano que inspirou o filme “O Terminal” (2004), morreu neste sábado (12/11) aos 76 anos. Ele sofreu um ataque cardíaco fatal no aeroporto Charles de Gaulle em Paris, na França. Nasseri morou no terminal de desembarque do aeroporto francês de 1988 a 2006. E, de acordo com o tabloide britânico The Mirror, tinha voltado a morar no Charles de Gaulle nas últimas semanas. O motivo dele ficar “preso” no local foi a falta de documentos para desembarcar na França. Nasseri disse ter sido expulso do Irã em 1977 por protestar contra o xá e, por isso, recebeu o título de refugiado pela Bélgica. Mas não tinha documentos e as investigações nunca comprovaram sua expulsão do país. Em novembro de 1988, ele viajou para outros países da Europa na tentativa de encontrar sua mãe e acabou detido na França, com nenhum outro país aceitando recebê-lo por não possuir passaporte. Sem ter para onde enviá-lo, as autoridades francesas o liberaram no terminal de desembarque, fazendo com que ele dependesse de funcionários do aeroporto para conseguir comida e medicações. O caso foi parar na Justiça e em 1992 um tribunal francês decidiu que Nasseri não podia ser expulso do aeroporto, mas também não podia entrar no país. Diante do impasse, posteriormente França e Bélgica ofereceram residência para o iraniano, que para surpresa de todos recusou, seguindo no aeroporto até 2006. Apesar de não ser mencionado oficialmente como inspiração para o filme de Steven Spielberg, o diretor comprou os direitos de sua biografia para produzir “O Terminal”. Na ficção, o personagem interpretado por Tom Hanks era chamado de Viktor Navorski, um viajante natural do país fictício Krakozhia. Após um golpe de estado, Viktor não consegue entrar nos Estados Unidos nem voltar para seu país de origem, já que o governo americano não reconhece o novo governo do local. Por isso, é forçado a viver no terminal de desembarque do Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York. Veja abaixo o trailer do filme.

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    Livro de Aaron Carter tem passagens polêmicas sobre Michael Jackson e Hilary Duff

    12 de novembro de 2022 /

    O livro de memórias de Aaron Carter, “An Incomplete Story of an Incomplete Life”, teve seu lançamento antecipado pela editora Ballast Books após a morte do cantor. Com lançamento marcado para a próxima terça (15/11), o livro chegou cinco dias antes nas livrarias dos EUA, para evitar que a distribuição fosse impedida pelos empresários do artista. Repleta de trechos polêmicos, a obra reflete a luta do cantor contra as drogas, mas são passagens sobre Michael Jackson e Hilary Duff que têm dado mais o que falar. Na obra, o irmão de Nick Carter (do Backstreet Boys) alega que, após uma festa, despertou com o rei do pop parado em frente à sua cama apenas de “cueca apertada branca”. Aaron também afirma que a estrela da série teen “Lizzie McGuire” perdeu a virgindade com ele, quando ela tinha apenas 13 anos. O cantor tinha noção de como o conteúdo era polêmico e, antes de ser encontrado morto no sábado passado (5/11), voltou atrás e disse que não permitiria que ele fosse publicado. A afirmação é do empresário do artista, Taylor Helgeson, da Big Umbrella Management, que disse ao site Page Six: “Aaron, no meio [do trabalho com o livro], disse: ‘Eu não quero nada com isso’ e parou. Ele largou o projeto. Então, o fato de a editora estar dizendo que tem sinal verde para publicar, ela não tem. Isso é contra a vontade de Aaron”. Hilary Duff também se manifestou contra a tentativa de espetacularização promovida pela editora em torno da morte do artista de 34 anos. “É realmente triste que, uma semana após a morte de Aaron, haja uma editora que parece estar lançando um livro de forma imprudente para capitalizar essa tragédia sem tomar as devidas precauções. Diluir a história de vida de Aaron para o que parece ser um clickbait não verificado visando o lucro é nojento”, reforçou. O empresário de Aaron Carter agradeceu o posicionamento da atriz e salientaram que a família deveria decidir os próximos passos contra a editora. “Nós, como empresários de Aaron, gostaríamos de agradecer a Hillary Duff por sua declaração sobre o livro que está programado para ser lançado. Nos poucos dias após o falecimento de nosso querido amigo, estivemos em luto e tentamos processar o que aconteceu, ao mesmo tempo que tivemos que lidar com lançamentos obscenamente desrespeitosos e não autorizados, incluindo um álbum intitulado ‘Blacklisted’, um single intitulado ‘Lately’ e agora um livro.” Helgeson continuou: “Este é um momento de luto e reflexão, não de busca impiedosa por dinheiro e atenção. Pedimos às partes responsáveis ​​que removam o conteúdo mencionado acima e que nenhum outro conteúdo seja liberado sem a aprovação de sua família, amigos e associados.” Também em entrevista ao Page Six, o editor do livro de memórias do artista, Andy Symonds, destacou que o livro já foi publicado e que toda a polêmica se dá porque algumas pessoas não gostariam que a verdade do cantor viessem à tona. “Sua vida estava longe de ser bonita. Aaron tinha o direito – como todos nós – de contar sua história. Além de ser catártico para ele, Aaron esperava que este livro ajudasse outras pessoas que lutam contra o vício e a doença mental. Espero e acredito que fará isso”, finalizou. A descrição do livro na Amazon diz que: “Aaron estava trabalhando em um livro sobre sua vida antes de sua morte. Ele nunca teve a chance de terminá-lo. Isso é o que foi concluído”. O texto também afirma que Symonds passou três anos entrevistando Carter para o livro.

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    Alec Baldwin processa equipe do filme “Rust” por morte de diretora de fotografia

    12 de novembro de 2022 /

    O ator Alec Baldwin decidiu abrir um processo contra membros da equipe do filme “Rust” que, segundo ele, seriam os responsáveis por entregar em suas mãos a arma carregada que acabou matando a diretora de fotografia Halyna Hutchins, atingida por uma bala no peito. Protocolado na sexta (11/11) na Justiça de Los Angeles, nos Estados Unidos, a ação nomeia a armeira Hannah Gutierrez-Reed, a cenógrafa Sarah Zachry, o fornecedor de munições Seth Kenney e o assistente de direção Dave Halls, que deu o revólver nas mãos do ator, como a hierarquia de funcionários que levaram ao incidente de 21 de outubro do ano passado. Segundo Baldwin, Halls teria garantido que o revólver era uma “arma fria”, não carregada com munição de verdade. No processo, o advogado do ator, Luke Nikas, argumenta que Hutchins está morta “porque balas de verdade foram entregues ao set e colocadas na arma”. “Essa tragédia aconteceu em um set de cinema — não um estande de tiro, não um campo de batalha, não em uma locação em que deveria existir a mais remota chance de uma arma conter munição verdadeira”, diz o texto. “Mais do que qualquer outra pessoa naquele set, Baldwin foi erroneamente visto como o autor desta tragédia. Por essas alegações cruzadas, Baldwin procura limpar seu nome”, acrescenta o processo do ator. Em uma entrevista à ABC, Baldwin afirmou que nunca apertou o gatilho da arma que acabou matando Hutchins e ferindo o diretor Joel Souza, durante a produção do filme no Novo México. A arma teria disparado sozinha. Mas os funcionários apontados no processo movido pelo ator também negaram ser responsáveis pela morte da diretora de fotografia. Em agosto deste ano, investigadores declararam que não acreditam que a arma tenha sido carregada com projéteis de verdade “intencionalmente” ou “com o objetivo de ferir ou matar”. Até o momento, a promotoria dos Estados Unidos ainda não declarou se irá indiciar alguém pelo caso. Em fevereiro, a família de Hutchins também abriu um processo, contra Baldwin e outros produtores de “Rust”, chegando a um acordo no mês passado. Ela tinha 41 anos e deixou marido e um filho.

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