Paramount+ vai lançar assinatura mais barata para celular no Brasil
A plataforma de streaming Paramount+ vai lançar um novo “Plano Básico”, exclusivo para dispositivos móveis como celulares e tablets, com um custo reduzido. O lançamento vai acontecer em 18 de abril, apenas no Brasil e no México. “Esta nova oferta faz parte de nossa estratégia para ampliar o Paramount+”, disse Marco Nobili, gerente geral internacional da Paramount+, em comunicado. “Com opções de preços em vários níveis, a Paramount+ alcançará ainda mais assinantes, atendendo a diversas escolhas de clientes e expandindo nossa distribuição global direta ao consumidor”. Nobili afirmou ainda que, “com o consumo de entretenimento móvel aumentando em todo o mundo, uma opção exclusiva para dispositivos móveis tornará nossa programação mais acessível a nosso público em países onde o celular é o dispositivo principal”. De acordo com dados da empresa, mais de 50% da população online do México e do Brasil usa smartphones para acessar serviços de streaming. A iniciativa da Paramount+ segue uma estratégia similar a da Netflix, que lançou seu primeiro plano exclusivo para dispositivos móveis na Índia em 2019, e depois o expandiu para outros mercados. No Brasil, o plano exclusivo para dispositivos móveis da Paramount+ vai custar R$ 14,90 por mês ou R$ 133,90 por ano. O serviço padrão custa R$ 19,90 por mês ou R$ 178,90 por ano. “O plano com preço competitivo permitirá aos assinantes transmitir a montanha de entretenimento do serviço em um dispositivo móvel ou tablet por vez, sem interrupções e sem anúncios”, afirmou o comunicado da Paramount+. A Paramount+ encerrou 2022 com quase 56 milhões de assinantes, número impulsionado pelo sucesso de “Top Gun: Maverick”. No geral, a Paramount Global (somando outros serviços do conglomerado) alcançou mais de 77 milhões de assinantes de streaming em todo o mundo no final de 2022.
Zack Snyder divulga teaser misterioso com voz do vilão Darkseid
Em uma postagem bem misteriosa, Zack Snyder (“O Homem de Aço”) usou o Twitter na quarta-feira (15/3) para divulgar um teaser bem intrigante. No vídeo, a voz de Darkseid (dublado por Ray Porter), supervilão da DC, avisa que algo será anunciado entre 28 e 30 de abril. Snyder também usou a hashtag “Full Circle”, que pode ser traduzida como “Círculo Completo”. O personagem apareceu em “Liga da Justiça de Zack Snyder”, a reedição do longa de 2017, que foi lançado em 2021 na HBO Max, com grande importância na versão do diretor para a obra. Os fãs ficaram curiosos, já que não há planos conhecidos para novos filmes de Snyder no DCU (Universo Cinematográfico da DC). Como não há detalhes, as respostas só devem vir na data anunciada. #fullcircle pic.twitter.com/UTK9qSq17q — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 15, 2023
Tina, do “BBB 23”, quase fica cega ao usar produto de beleza: “Córneas queimadas”
A ex-BBB Tina Calamba revelou que quase perdeu a visão após fazer uso de uma pomada modeladora para cabelos. Em vídeo postado no Instagram, a participante do “BBB 23” revelou que teve as córneas dos dois olhos queimadas e confirmou que vem fazendo tratamento para se recuperar. “Preciso compartilhar uma situação que é de utilidade pública. É um alerta para a sociedade, para as mulheres que me seguem, principalmente as mulheres pretas, que trocam de cabelo o tempo inteiro”, iniciou. “Eu passei por uma experiência bem terrível há três dias. Ainda estou de repouso, eu tive um incidente com uma pomada modeladora. Eu usei esse produto e me trouxe alguns danos colaterais. Tive que ir para o hospital, tive as córneas queimadas. É uma situação que eu já vi outras mulheres relatando danos após o uso”. Segundo Tina, ela utilizou o produto para fazer um penteado rápido, pois precisava se deslocar a um evento. Durante todo o tempo que permaneceu no local, não teve problemas, mas ao chegar em sua casa notou que havia algo de errado. No primeiro momento, sentiu uma tontura, mas acreditou que seria ocasionada pelo cansaço da nova rotina. “Eu usei esse produto em algumas situações, eu tinha eventos, agenda para cumprir. Eu não percebi, eu pensei que podia ser cansaço. A minha rotina não é mais a mesma. Desde o dia que eu gravei o “Altas Horas”, eu já estava me sentindo muito cansada”. Ao notar que estava tendo uma piora, como se tivesse uma poeira na vista, decidiu ir ao médico: “Foi uma noite muito terrível, acordei de madrugada e graças a Deus não estava sozinha. Decidi chamar um Uber para ir ao hospital, mas 5 minutos depois eu já não estava enxergando mais nada. Foi bem complicado. Como era de madrugada, não tinha muita gente e eu tive um rápido atendimento”, conta. Tina conta que os médicos identificaram o problema com muita eficiência, já que diversos outros casos semelhantes foram diagnosticados recentemente, principalmente nas últimas semanas de Carnaval. Depois de ser medicada, a modelo precisou se manter em repouso. Atualmente, ela segue realizando cuidados com colírio e tendo que usar olhos escuros dentro de casa. Além disso, tem se mantido longe de aparelhos que emitem luz como celular e televisão. Na próxima semana, Tina voltará ao oftalmologista para verificar os próximos passos do tratamento. “Eu queria alertar de uma forma direta. Ainda que eu tenha tido uma queimadura leve, fico muito preocupada com mulheres que usam esses produtos. Por isso, prestem atenção nos produtos e fiquem longe dessas pomadas modeladoras, pois os casos já têm sido recorrentes”, aconselhou. É importante ressaltar que, devido ao aumento do número de casos graves associados ao uso desse tipo de produto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de todas as pomadas para modelar e trançar cabelos no país. Sendo assim, nenhum lote pode mais ser comercializado e não deve ser utilizado por profissionais de beleza. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tina Calamba 💎 (@tinacalamba)
Mauricio de Sousa se candidata à Academia Brasileira de Letras
O quadrinista Mauricio de Sousa, de 87 anos, se candidatou para a vaga da cadeira 8 da Academia Brasileira de Letras (ABL). Maurício enviou ao presidente da Academia, Merval Pereira, uma carta demonstrando seu interesse em se candidatar à vaga que foi de Cleonice Berardinelli, que morreu em janeiro de 2023. Mauricio disputará a vaga com o filólogo Ricardo Cavaliere em eleição que ocorrerá em 27 de abril. Há outra vaga aberta após a morte da escritora Nélida Piñon, que será disputada por Heloísa Helena Oliveira Buarque de Hollanda e Oscar Araripe, cuja eleição será no dia 20 de abril. O artista de quadrinhos visitou a sede da instituição no Rio de Janeiro e decidiu fazer o pedido após se encantar com os acadêmicos do local. “Esta candidatura é para reunir esforços com todos os acadêmicos em levar a importância desta entidade secular para que crianças e jovens conheçam mais a nossa literatura e grandes autores que por lá estão e já estiveram”, disse o quadrinista. E complementou: “Quando jovem, depois que me alfabetizei com os gibis, eu lia um livro por dia e os grandes escritores brasileiros foram minha companhia e me ajudaram a ser o que sou hoje. Quero devolver esse carinho com muito trabalho em prol dos autores brasileiros e também dos quadrinhos”. Neste ano, o quadrinista celebra os 60 anos da criação da sua personagem mais famosa, a Mônica, inspirada em sua própria filha. Até o fim do ano, deverá ser lançado uma cinebiografia do autor, com o filho Mauro Sousa interpretando o pai na juventude. Além disso, para o ano que vem está previsto o lançamento do filme em live-action do Chico Bento, que dará sequência às adaptações cinematográficas da obra de Mauricio, após o sucesso dos dois filmes – e da série – live-action da “Turma da Mônica”. Leia a carta na íntegra: “Eu tinha entre quatro e cinco anos de idade quando vi uma revista em quadrinhos caída na calçada. Aquelas ilustrações me alegraram de tal forma que pedi aos meus pais que lessem pra mim. Eles começaram a me trazer mais revistinhas em quadrinhos. E toca ler pra mim. Até que minha mãe, muito ocupada com outros afazeres, resolveu me alfabetizar. Em três meses eu já sabia ler e aí foi uma revolução em minha vidinha de criança. Só sei dizer que depois dos gibis fui para os livros de Lobato e na juventude já era rato de biblioteca. Lia um livro por dia. Eça de Queiroz, Machado de Assis, Raquel de Queiroz, Guimarães Rosa… Hoje, aos 87 anos, e sendo autor de criação de uma turminha viva vejo o mesmo acontecer em milhões de crianças pelo Brasil sendo estimuladas à leitura pelos quadrinhos e a se alfabetizarem até antes da escola. Em meus encontros nas bienais do Livro e pelas escolas do Brasil peço que quem aprendeu a ler com a Turma da Mônica levante a mão. Todos se levantam. Claro que alguns para me agradar, mas todos se sentem infectados pelo bichinho da leitura. Penso que nossa função, como autores, é criar novos leitores. A ABL é o centro de valorização, não apenas do autor brasileiro, mas do leitor. Sem leitor não há a mágica da literatura. E para se conquistar o leitor, a melhor época é a infância. E este o será para sempre. A Turma da Mônica hoje está em todas as plataformas de comunicação, para não deixar escapar a conexão que o futuro cobrará de todos. Posso dar esta contribuição para que o trabalho da ABL pelo estímulo à leitura por meio de seus imortais seja mais e mais reconhecido, aproximando os leitores dos nossos clássicos também por meio dos quadrinhos. Nossos personagens, por esta razão, são emprestados às campanhas importantíssimas no Brasil e no mundo. Projeto com a ONU mulheres e o UNICEF. Em parceria com a UNESCO, ressaltando o direito humano à alfabetização. No projeto Donas da Rua, foram homenageadas diversas escritoras brasileiras, como Clarice Lispector, Maria Firmina dos Reis e Lygia Fagundes Telles. Personagens criados para melhor informar o que é a empatia e a inclusão, como Luca (um garoto que usa cadeira de rodas) e Dorinha (menina cega inspirada em Dorina Nowill), aproveitando a turminha como fonte de credibilidade para gerar a solidariedade e disseminar ensinamentos sobre os muitos amiguinhos com alguma deficiência. Crianças e jovens precisam não apenas serem informados como formados pela magia da literatura e seus incríveis personagens. Venho então não pedir apenas participar da eleição para A CADEIRA No. 8 DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, QUE FOI DE CLEONICE BERARDINELLI, mas devolver aos grandes escritores brasileiros que me formaram um pouco do que devo a eles pelo que sou. E os quadrinhos são literatura pura dos tempos modernos onde o desenho se incorporou para conquistar mais e mais leitores. São milhões deles. Darei minha contribuição se assim os imortais também entenderem. Imortais que em algum número estiveram comigo no chá das cinco do dia 9 de março de 2023. Para breves conversas até mesmo sobre a natureza do meu trabalho. Eu senti o melhor dos climas desde os primeiros passos e palavras ouvidas dentro da maravilhosa sede da ABL. Atenciosamente, Mauricio de Souza”
Paris Hilton revela indignação com paródia de “South Park”: “Me deixou doente”
A socialite e atriz Paris Hilton (“A Casa de Cera”) revelou que ficou indignada após a animação “South Park” ter feito uma paródia da vida dela em 2004. A revelação consta do recém-lançado livro “Paris: A Memoir”. O episódio em questão, intitulado “Stupid Spoiled Whore Video Playset”, foi ao ar em 1º de dezembro de 2004, quando a longeva série estava na sua 8ª temporada. Na trama do episódio, o Sr. Slave luta contra Paris Hilton após ela se tornar uma má influência para as garotas de South Park. Enquanto isso, Paris oferece aos pais de Butters uma grande quantia em dinheiro para que ela possa fazer do menino o seu novo animal de estimação. “Eu sou a personagem-título, mas eles também aplicam esse epíteto a Britney Spears, Christina Aguilera, Tara Reid e todas as meninas que eram fãs, o que me deixou mais chateada do que qualquer coisa feia que eles pudessem dizer sobre mim”, contou ela no livro. “Também me incomodou que o episódio retratasse graficamente [meu cachorro] Tinkerbell sendo baleado e morto. A ideia disso me deixou doente. Eu participei de algumas mídias bastante transgressivas, mas nem sei de onde vem algo assim.” Anteriormente, Hilton havia alegado que não tinha visto o episódio, após ter sido questionada sobre isso em um evento. E sua resposta negativa teria incomodado o co-criador da série, Matt Stone. “Quando um jornalista contou a Matt sobre minha resposta silenciosa no tapete vermelho, ele disse: ‘Isso mostra como ela é f*dida’”, lembrou Hilton, que completou revelando a ironia da situação. “O fato de eu não querer assistir ao desenho animado dele sobre meu cachorro levando um tiro e eu tossindo sêmen – isso é prova de eu como sou f*dida”. Hilton também mencionou o clipe musical “Stupid Girls” (2006), da cantora P!nk, que também fez piada com ela. No seu livro, Hilton elogia a cantora, chamando-a de “brilhante”, mas afirma que “quando todo mundo estava comentando sobre uma sex tape de uma certa adolescente de um programa de TV prestes a fazer sucesso – uma garota que disse enfaticamente que não queria que a fita fosse vista – a conclusão era ‘Stupid Girl’ [garota estúpida]. O vídeo inteiro é um aceno nada sutil para as ‘garotas paparazzi pornô’ em geral e, especificamente, eu, em uma paródia da minha infame sex tape”. Ela compartilhou que se sentiu violada pelo lançamento da sex tape, que foi “feita quando eu não tinha idade legal para receber uma bebida num bar” e “foi lançada e monetizada contra minha vontade”. No entanto, “quando essa coisa chegou à internet, todo o peso da indignação pública, desprezo e repulsa caiu sobre mim, em vez da enorme multidão de pessoas que a compraram e venderam”. “O lançamento daquela filmagem privada me devastou, pessoal e profissionalmente. Isso me acompanhou em todas as audições e reuniões de negócios por anos. Mesmo agora, em um mundo corporativo dominado por homens, olho em volta de uma mesa de reunião sabendo que a maioria das pessoas sentadas ali me viu nua da maneira mais degradante que se possa imaginar”, continuou ela. “A fita está lá fora, esperando por meus filhos, que serão confrontados com isso algum dia”. “Paris: A Memoir” foi lançado nessa terça-feira (14/3) nos EUA.
J.K. Rowling diz que fãs de Harry Potter ficaram felizes com comentários transfóbicos
A escritora J.K. Rowling, autora dos livros da franquia “Harry Potter”, disse que muitos fãs dos seus livros ficaram felizes com os comentários transfóbicos que ela fez em 2019, quando apoiou Maya Forstater, uma pesquisadora britânica demitida por comentários interpretados como anti-trans. Na época, a escritora publicou tuítes em apoio a Forstater, dizendo: “Vista-se como quiser. Chame-se do que quiser. Durma com qualquer adulto consentido que queira você. Viva sua melhor vida em paz e segurança. Mas forçar mulheres a sair de seus empregos por afirmarem que o sexo é real?” “Eu sabia que ia causar uma tempestade enorme”, disse Rowling no episódio mais recente do podcast “The Witch Trials of J.K. Rowling”. Segundo ela, a reação imediata foi de “fúria absoluta”, e ela foi chamada de TERF, uma sigla que pode ser traduzida como “feminista radical excludente de trans”. Rowling contou ainda que um comentário afirmava que “tenho certeza de que você e Maya compartilham as mesmas crenças que Hitler e os nazistas … eles mataram pessoas trans”. Outra pessoa disse que “é uma pena que você tenha se tornado o mal contra o qual nos ensinou a lutar. Você está do lado errado da história nisso”. Apesar disso, a escritora afirmou que “um monte de fãs de Potter ainda estavam comigo. E, na verdade, um monte de fãs de Potter ficaram gratos pelo que eu disse”. Rowling revelou que recebeu milhares de e-mails de apoio, mas que ainda assim ficou abalada com a reação negativa. “Pessoalmente, não foi divertido e às vezes fiquei com medo por minha própria segurança e, principalmente, pela segurança da minha família”, contou ela. “O tempo dirá se eu estou errada. Só posso dizer que pensei sobre isso profundamente e com muito cuidado e ouvi, prometo, o outro lado”. Apesar de ter dito que ouviu o outro lado, Rowling não demonstrou qualquer tipo de arrependimento por suas ações. “Eu defendo cada palavra que escrevi lá, mas a questão é: Qual é a verdade? E estou discutindo com pessoas que literalmente estão dizendo que o sexo é uma construção”. O podcast “The Witch Trials of J.K. Rowling” é produzido pela empresa de mídia Free Press, fundada por Bari Weiss, e é apresentado por Megan Phelps-Roper, ex-membro da Igreja Batista Westboro, uma igreja conhecida por sua posição extrema contra a homossexualidade. Phelps-Roper denunciou os ensinamentos da igreja, e acabou saindo de lá. Ela explicou no primeiro episódio que foi atraída para o assunto de Rowling depois de perceber que a autora já foi acusada de ser satanista pela extrema direita e agora estava sendo denunciada pela esquerda. No primeiro episódio, Rowling também revelou que não se importa com o seu legado. “Não ando pela minha casa pensando no meu legado. Sabe, que maneira pomposa de viver sua vida andando por aí pensando: ‘Qual será o meu legado?’ Tanto faz, estarei morta. Eu me importo com o agora. Eu me importo com os vivos”. A propósito da felicidade dos fãs com os comentários transfóbicos da escritora, os dois maiores fã-clubes de Harry Potter, MuggleNet e The Leaky Cauldron, divulgaram um comunicado conjunto em apoio a pessoas trans e rejeitando os comentários reiterados por Rowling. “Embora seja difícil falar contra alguém cujo trabalho há tanto tempo admiramos, seria errado não usar nossas plataformas para combater os danos que ela causou”, diz o texto.
Luciana Gimenez chora ao falar da perna quebrada: “Não vejo melhora”
Passando por um momento extremamente delicado em sua vida, a apresentadora Luciana Gimenez fez um doloroso desabafo nos stories de seu Instagram sobre o acidente de esqui que sofreu em janeiro, em Aspen, nos Estados Unidos, em que quebrou a perna em quatro lugares e precisou fazer uma cirurgia de emergência. “Hoje é um dia que não está sendo tão legal, normalmente não compartilho isso, e me falaram ‘por que você não mostra isso também?’. Pra chegar aqui falar o que vim falar para vocês foi muito difícil”, iniciou ela. “Tem dias muito bons, que a gente acorda feliz, vai pra fisioterapia e acredita que vai melhorar. E tem dias como hoje, que olho para minha perna e não consigo ver uma melhora”, continuou. “As pessoas falam ‘você está ótima’. Não estou. Estou com uma fratura de nove semanas e eu realmente queria parar de falar desse assunto. Hoje eu acordei com uma Luciana que não está muito afim de ter uma perna quebrada. hoje eu só queria acordar, fazer minhas coisas, minha rotina, correr com meu filho, ir pra praia, ou trabalhar de salto alto. E hoje não tá fácil”, disse Gimenez visivelmente emocionada. A apresentadora ainda revelou que está sendo muito difícil se adaptar a essa nova realidade, mas que também é muito grata por ter condições de se tratar. “Só queria que fosse um dia normal, que eu pudesse subir escadas, que eu não tivesse que arrumar um sapato baixo para colocar e que eu não tivesse que falar quando todo mundo perguntar da minha perna. Parece rápido, mas todos os dias é como e eu tivesse acordado e não tivesse no lugar que eu estava. Ao mesmo tempo eu sou grata por toda a assistência que tenho, rede de apoio. É uma culpa, junto com gratidão e um pouco de tristeza”. “A parte mais difícil é o dedão não mexer ainda, tem que esperar o nervo reabilitar, e também nao andar direito é uma coisa que está me pegando bastante ainda”, finalizou. Luciana Gimenez se acidentou em 7 de janeiro, enquanto esquiava em Aspen, no estado americano do Colorado. Ela estava em uma pista íngreme, em alta velocidade, quando perdeu o controle e fraturou quatro lugares diferentes da perna esquerda. Com o impacto do acidente, a apresentadora teve duas fraturas na tíbia entre o joelho e o tornozelo, e trincou a fíbula em outras duas partes. Luciana precisou ser atendida às pressas ainda na pista e, em seguida, foi levada para um hospital local, onde passou por uma cirurgia em que foram colocados pinos na sua perna para estabilizar a tíbia. “É uma dor infernal”, relatou a apresentadora dias após o acidente.
Lindsay Lohan anuncia gravidez
A atriz Lindsay Lohan (“Uma Quedinha de Natal”) está esperando seu primeiro filho. A própria atriz divulgou a novidade, por meio de uma postagem no seu Instagram. Lohan postou a foto de um macacão de bebê com as palavras “em breve…”. Na legenda da foto, ela escreveu “Somos abençoados e animados”, e marcou o marido, Bader Shammas. Lindsay Lohan e Bader Shammas se casaram no ano passado e, na ocasião, a atriz também compartilhou a novidade nas suas redes sociais. “Sou a mulher mais sortuda do mundo”, escreveu ela na época. “Você me encontrou e sabia que eu queria encontrar felicidade e graça, tudo ao mesmo tempo. Estou pasma por você ser meu marido.” Recentemente, Lohan fechou um contrato de três filmes com a Netflix. O primeiro deles foi “Uma Quedinha de Natal” (2022), já lançado, e segundo será “Irish Wish”, que deve estrear ainda nesse ano. “Estou me divertindo muito trabalhando com a Netflix e discutindo os próximos passos! Adoraria me aprofundar e interpretar uma personagem que está em uma jornada de autodescoberta”, disse ela ao The Hollywood Reporter. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lindsay Lohan (@lindsaylohan)
Harry Styles é eleito dono do “sorriso mais atraente do mundo”
O cantor Harry Styles tornou-se dono do “sorriso mais atraente e impressionante do mundo”, depois de uma análise feita por dentistas e profissionais da saúde bucal. As informações são do jornal britânico The Mirror. De acordo com a doutora Gülay Akay, o sorriso do artista possui “a simetria ideal” para receber a classificação, desbancando a concorrência que contava com nomes como Richard Madden (“Rocketman”) e Regé-Jean Page (“Bridgerton”). “Para um sorriso marcante, as proporções dos dentes e sua harmonia com toda a face são importantes”, disse a fundadora da clínica odontológica Dentakay. “Harry Styles tem a simetria ideal em seu sorriso, com os dentes da frente um pouco mais longos que os outros”, afirmou. Gülay ainda reforça que os cuidados dentários ajudam na aparência estética. “O efeito positivo de um belo sorriso nas pessoas em sua vida social e profissional é indiscutível”, garantiu a doutora. “Um sorriso atraente é uma ferramenta importante para impressionar as pessoas. Quando um rosto bonito é complementado por um sorriso atraente, a harmonia facial é alcançada”, acrescentou ela. Além de Harry Styles, a dentista classificou a apresentadora Maya Jama (“Love Island”) como a dona do “sorriso mais atraente do mundo”. Logo atrás, Gülay estabelece a Princesa de Gales, Kate Middleton. “Com Maya Jama, os juízes gostaram da harmonia de seu sorriso: os dentes que eram visíveis, sua cor e disposição dos dentes eram todos ideais, eles são dignos vencedores do primeiro prêmio”, explicou. “A Princesa de Gales também tem um sorriso lindo e caloroso: a relação entre o lábio superior e o inferior é ideal, o corredor bucal – a área preta que se vê nos cantos da boca – é perfeitamente proporcional, e a simetria dos dentes anteriores é perfeita”, finalizou.
Bia Miranda sofre lesão na costela em corrida de kart
A ex-Fazenda Bia Miranda relatou que sofreu um pequeno acidente durante uma corrida de kart em São Paulo. Nos stories do Instagram, ela explicou que o veículo se chocou com o de outro competidor, resultando em um machucado na costela. Antes de relatar o acidente, Bia contou que precisou interromper a disputa por conta das fortes chuvas. “A gente teve que parar porque a gente está na chuva, tô toda molhada. Mas essa rodada não valeu, né? Mas eu fiquei em nono, horrível! A pista estava muito molhada e fazia a gente virar, atrasando muito. Eram 16 jogadores e eu fiquei em nono. Então, tá ótimo”, disse. Em seguida, a vencedora de “A Fazenda 14” contou que a aventura continuou mesmo com o aguaceiro. E, pouco depois, ela relatou que havia sofrido uma colisão sem gravidade durante a brincadeira. “Gente, houve um acidente, comigo ainda. Um cara que já tinha batido em mim na outra rodada, na primeira rodada, bateu em mim agora na segunda”, contou. “Só que [dessa vez] foi muito, muito forte. Bateu de lado, com tudo na minha costela. Aí, eu fui pra enfermaria, tá lesionado que ela [enfermeira] falou. Não quebrou nada, graças a Deus, porque eu tava com a proteção, mas lesionou. Aí ela falou se eu queria ir no médico, a gente não sabe, tá doendo, tá doendo muito. Aqui ó, tá doendo muito.” Apesar da suposta gravidade, ela se recusou ir para o hospital, preferindo se deslocar para a casa da sogra. “E agora, a gente vai pro Rio e eu com dor. Vou chegar na minha sogra, ela vai fazer uma massagem em mim, que ela passa ‘Vic’ [pomada]. Vamos ver se melhora. Se não melhorar, ferrou”, disse. Por fim, Bia Miranda aproveitou o discurso para alfinetar o competidor: “É bom, gente, correr de kart. Só que tem que ver com quem você corre, para ver se vai te machucar, para ver se é muito grosso, se é grosseiro. Tem pessoas que dão uma pancada na gente e nem querem saber onde vamos parar”, esbravejou.
Conheça os bastidores da apresentação de Lady Gaga no Oscar: “Queria fazer algo cru”
Após afirmar que não se apresentaria no Oscar por estar “muito ocupada” com as gravações da continuação de “Coringa”, Lady Gaga voltou atrás e acabou performando na 95° cerimônia da premiação. A presença da estrela só foi confirmada na manhã de domingo (12/3), dia do evento. Os produtores do Oscar revelaram que a performance de Gaga, que estava indicada ao prêmio pela canção original de “Top Gun: Maverick”, só foi acertada de última hora. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o produtor executivo Ricky Kirshner disse: “Ela queria muito fazer alguma coisa e ela realmente estava muito ocupada trabalhando em seu novo filme. Na quinta-feira, nós recebemos uma mensagem dizendo que ela queria tentar algo, mas não tinha tempo suficiente de fazer uma grande apresentação. Ela queria fazer algo que fosse cru. Algo que as pessoas pudessem ver a verdadeira Gaga. E, com uma voz igual a dela, você não precisa de mais nada”, elogiou Ricky. Com pouco tempo para ensaio, a performance de Gaga para a canção “Hold My Hand” acabou impactando por ser o oposto de um espetáculo grandioso: a cantora optou por usar uma camiseta preta simples, um jeans rasgado e um Allstar para executar uma versão simplificada da música, apresentada sem iluminação especial ou cenário. “É profundamente pessoal para mim e acho que todos precisamos uns dos outros. Precisamos de muito amor para caminhar por esta vida”, disse ela ao público antes de iniciar a performance. Essa foi a quarta apresentação de Gaga no Oscar: em 2016, ela cantou “Til It Happens to You” do documentário “The Hunting Ground” (2015) e, em 2019, ganhou sua primeira estatueta ao cantar o hit “Shallow”, da trilha sonora de “Nasce Uma Estrela” (2018), ao lado de Bradley Cooper (‘O Lado Bom da Vida’). Em 2015, ela participou de uma homenagem ao filme “A Noviça Rebelde” (1965) e no ano passado esteve ao lado de Liza Minelli para apresentar o prêmio de Melhor Filme, que foi dado para o filme “No Ritmo do Coração” (2021). Reveja a última performance de Gaga no Oscar abaixo.
Mira Sorvino critica Oscar por esquecer seu pai em homenagens póstumas
A atriz Mira Sorvino, vencedora do Oscar por “Poderosa Afrodite” criticou a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por ignorar seu pai, o também ator Paul Sorvino (“Godfather of Harlem”), no segmento “In Memoriam” do Oscar 2023, que visava homenagear os artistas que morreram no último ano. “Eu, pelo menos, estou lembrando do meu pai nesta noite de Oscar”, escreveu ela numa publicação no seu Twitter. “É incrivelmente desconcertante que meu amado pai e muitos outros atores incríveis e brilhantes que já se foram tenham sido deixados de fora. O Oscar esqueceu de Paul Sorvino, mas o resto de nós nunca esquecerá!”, completou. Paul Sorvino morreu de causas naturais em julho passado, aos 85 anos. Além dele, também ficaram de fora da homenagem as atrizes Anne Heche (“Jogando com Prazer”) e Charlbi Dean, entre outros. No caso de Dean, sua ausência foi ainda mais marcante, visto que ela estrelou “Triângulo da Tristeza”, que estava concorrendo ao Oscar de Melhor Filme. Mas a omissão de Paul Sorvino foi igualmente marcante, porque a Academia lembrou de homenagear o ator Ray Liotta com uma cena de “Os Bons Companheiros”, ignorando que o filme também tinha em seu elenco o pai de Mira Sorvino. Ao final do “In Memoriam” foi apresentando um QR code que levava os espectadores ao site do Oscar, onde foi disponibilizada uma lista mais extensa do que aquela apresentada na cerimônia. Paul Sorvino, Anne Heche e Charlbi Dean foram todos incluídos na lista do site. Mas, segundo a família do ator, isso não foi suficiente. “Paul não foi a única alma merecedora deixada de fora, e um QR code não é aceitável”, disse a viúva de Paul Sorvino, Dee Dee, em comunicado à imprensa. “A Academia precisa pedir desculpas, admitir o erro e fazer melhor. Paul Sorvino merece melhor, a audiência merece melhor. A Academia está tão cínica que esquece as pessoas que são amadas, e que deram seus corações para esta indústria?” “Vergonha para a Academia se isso não for corrigido”, continuou Dee Dee. “Erros são cometidos, este foi um grande erro. Por favor, façam algo para consertar.” Diante das críticas em relação às ausências no “In Memoriam”, a organização do Oscar emitiu um comunicado dizendo que: “a Academia recebe centenas de solicitações para incluir entes queridos e colegas da indústria no segmento ‘In Memoriam’ do Oscar. Um comitê executivo representando todas as áreas considera a lista e faz seleções para a transmissão com base no tempo limitado disponível. Todas as inscrições estão incluídas na A.frame [revista digital da Academia] e permanecerão no site ao longo do ano.” Como se vê, a Academia acha que não deve desculpas. It is baffling beyond belief that my beloved father and many other amazing brilliant departed actors were left out. The Oscars forgot about Paul Sorvino, but the rest of us never will!! https://t.co/dbgcfb1qy3 via @forthewin — Mira Sorvino (@MiraSorvino) March 13, 2023 I for one am remembering Dad on this Oscars night… https://t.co/h7rZ0994HN — Mira Sorvino (@MiraSorvino) March 13, 2023
Produtor mineiro ganha Oscar com o filme “Nada de Novo Front”
Teve brasileiro premiado no Oscar 2023. O produtor mineiro Daniel Dreifuss, de 44 anos, recebeu a estatueta na categoria de melhor filme internacional por seu trabalho no drama de guerra “Nada de Novo no Front”. Há cerca de 20 anos, o produtor de cinema belo-horizontino se mudou da capital mineira para Los Angeles, onde reside atualmente, mas nunca deixou de amar o Brasil e a sua cidade natal. “Sou amante do samba, fascinado pela história de Minas, pela gastronomia”, disse ele em entrevista recente ao jornal O Tempo. Em duas décadas nos Estados Unidos, Dreifuss se estabeleceu na indústria cinematográfica e assinou a produção de alguns projetos famosos como “No”, de Pablo Larraín, primeiro longa chileno indicado ao Oscar de melhor filme internacional, em 2013, com Gael García Bernal (“Tempo”), e “Sérgio”, estrelado por Wagner Moura (“Agente Oculto”) e Ana de Armas (“Blondie”), biografia do saudoso diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Com surpreendentes 9 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme, “Nada de Novo no Front” conta a história do jovem soldado alemão Paul (Felix Kammerer), que se alista para lutar na 1ª Guerra Mundial. O roteiro é baseado no romance homônimo do escritor Erich Maria Remarque, lançado em janeiro de 1929. O longa foi um dos maiores vencedores da noite, conquistando quatro categorias: Melhor Filme Internacional, Fotografia, Direção de Arte (Design de Produção) e Trilha Sonora. Daniel Dreifuss recebeu o roteiro de “Nada de Novo no Front” há mais ou menos 10 anos. Originalmente, o filme seria todo falado em inglês e tinha uma pegada mais comercial, com muitas cenas de ação e explosões. A trama focava mais no último dia do conflito, horas antes do armistício do dia 11 de novembro de 1918, às 11h. Depois que o texto passou por outros diretores e produtores, Dreifuss decidiu retomar o projeto com mudanças importantes. “Lutei pela autenticidade que sempre norteou minha carreira. Eu pensei: ‘por que alemães estariam falando em inglês entre si?’. Fui para a Alemanha em 2019 com a ideia de voltar ao texto original e tentar levantar a produção em alemão”, explicou para o jornal mineiro. “Nada de Novo no Front”, cuja direção é assinada por Edward Berger (“Jack”), foi rodado em 2021 e há poucos meses chegou ao streaming como grande aposta da Netflix para a temporada de premiações. Até conseguir financiamento para o filme, Daniel Dreifuss ouviu muitas recusas nos Estados Unidos. Contudo, voltar ao texto original e buscar parceiros na Alemanha tem uma explicação muito particular. “A família do meu pai é toda da Alemanha, da fronteira com a França. Meu avô Max nasceu em 1899, se alistou em 1917 e foi lutar pela Alemanha na 1ª Guerra. Ferido nas costas e no pulmão, foi mandado de volta para a casa. O primo dele é uma das pessoas das quais o filme fala. Ele morreu a 40 horas do fim da guerra. O meu avô, 20 anos depois, foi mandado para uma campo de concentração por ser judeu-alemão”, relatou o produtor. “Quando eu recebi o roteiro, eu sabia que aquelas pessoas existiam na minha vida, existiam em mim. Eu queria honrá-las depois de tantos ‘nãos’ seguidos, de tanta carga negativa. Eu pensava nessas pessoas e continuava no empenho de contar essa história”, ele completa. O seu avô sobreviveu ao terror do nazismo e fugiu para o Uruguai, onde nasceria o pai do produtor, o cientista político e historiador René Dreifuss. Daniel nasceu em Glasgow, em 1978, quando o seu pai fazia doutorado na Escócia. Um ano e meio depois, ele chegou a Belo Horizonte. O produtor fala com saudade de BH. Foi na capital mineira que ele se apaixonou por cinema em sessões no Cine Pathé, no Cine Acaiaca, no Belas Artes e em outros cinemas de rua da cidade, levado por sua mãe, Aurea, ainda quando era criança. Essas memórias acompanham Dreifuss até os dias de hoje, e assim sempre será. Há tantos anos fora do Brasil, o produtor não quer que seus laços com o país se enfraqueçam com o tempo. Amizades, família, culinária, música e visitas pontuais ao país ajudam a manter forte essa relação. Já com o mercado cinematográfico brasileiro, Daniel Dreifuss espera criar uma relação que gere futuros trabalhos: “Gostaria que o Brasil se lembrasse mais que eu sou brasileiro, adoraria levantar projetos no Brasil. Nosso país tem muitos talentos no cinema, diretores interessantíssimos, tem a turma de Recife, dos meus conterrâneos do ‘Marte Um’, da Filmes de Plástico. Espero que eu tenha o privilégio de acabar me conectando mais com a indústria brasileira. Eu vou onde as histórias estão, e elas não têm fronteiras”. “Nada de Novo no Front” tornou-se o filme alemão mais premiado da história do Oscar. E além das quatro estatuetas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, o longa também foi o grande vencedor da premiação da Academia Britânica de Artes e Ciências Cinematográficas e Televisivas, vencendo sete BAFTA Awards, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Após o sucesso estrondoso da obra, Daniel relata que atualmente está cheio de novos projetos e trabalha no desenvolvimento de duas minisséries e um filme. E o produtor revela que adoraria ver todas essas obras serem gravadas no Brasil: “Não quero me distanciar do meu país. O Brasil é emocionante”.












