HBO vai exibir polêmico documentário sobre abusos de Michael Jackson em março
A HBO anunciou que vai exibir “Leaving Neverland”, polêmico documentário sobre Michael Jackson, que detalha denúncias de abusos sexuais de menores cometidos pelo cantor. A atração será dividida em duas partes na TV, previstas para os dias 3 e 4 de março. O canal pago americano adquiriu o documentário após sua première no Festival de Sundance 2019, onde foi recebido com aplausos pelo público presente em sua sessão, e por protestos dos fãs do cantor, numa manifestação realizada em frente ao cinema que o exibiu. A exibição foi marcada rapidamente para tirar proveito da publicidade conseguida pela polêmica em torno da produção e ignora ameaças do advogado Howard Weitzman, representante dos herdeiros do astro do pop, que prometeu processar o canal caso siga em frente com seus planos. Os representantes de Jackson enviaram uma carta de 10 páginas para a HBO, em que afirmam que o documentário representará “o episódio mais vergonhoso” da história do canal. Conforme explica a sinopse, o filme conta como “no auge do seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados sexualmente por Jackson e como eles chegaram a um acordo anos depois”. Dirigido por Dan Reed, “Leaving Neverland” se concentra nos depoimentos de Wade Robson, James Safechuck e de suas famílias. O australiano Wade Robson conheceu Michael Jackson nos bastidores de um show em seu país como prêmio de um concurso em um shopping em que ele imitava o rei do pop. Ele foi convidado a ir ao hotel de Michael após o show e viajar com sua família para os Estados Unidos, hospedando-se no rancho de Neverland. Foi aí que Robson ficou sozinho pela primeira vez com Michael. Em um dos trechos do filme, ele descreve quartos secretos do rancho, onde os abusos ocorriam e que ele chegou a encenar uma cerimônia de casamento em um desses aposentos com o rei do pop. Robson se tornou um importante coreógrafo, tendo trabalhado com N’Sync e Brtiney Spears, e diz que ficou em silêncio esses anos todos porque temia pela sua carreira. Já James Safechuck conheceu Michael Jackson após gravar um comercial para a Pepsi junto com o cantor. Os dois ficaram amigos e Michael também o convidou a ir para Neverland. Os dois depoimentos revelam que o cantor os fazia acreditar que eles não podiam confiar nos próprios pais e nem nas mulheres. Ambos chegaram a depor a favor de Michael Jackson quando o cantor foi julgado por outra denúncia de abuso de menor, o que gerou a revolta dos administradores do espólio do artista, que chamam os rapazes de “mentirosos” e acusam o filme de mostrar apenas um lado. A família de Jackson definiu o documentário como “linchamento público”.
Brad Pitt prestigia festa de 50 anos de Jennifer Aniston
Em meio a muitas, mas muitas fofocas mesmo, Brad Pitt e Jennifer Aniston retomaram a amizade de quando formaram um dos casais mais famosos do começo dos anos 2000. Ele foi um dos convidados da festa de 50 anos da eterna Rachel de “Friends”. A presença de Pitt, flagrada por fotógrafos, acontece após muitos tabloides publicarem que a reaproximação do casal teria levado ao fim de casamento de Aniston com Justin Theroux (“The Leftovers”). Pitt e Aniston se conheceram em 1998, se casaram em 2000 e ficaram juntos por cinco anos, período em que ele até apareceu em “Friends”. O relacionamento acabou em brigas por causa de Angelina Jolie, com quem Pitt se envolveu durante as filmagens de “Sr. e Sra. Smith” (2005). Aniston guardou mágoas por muito tempo. Mas, aparentemente, este tempo já passou. A reaproximação só aconteceu depois do ator se separar de Angelina Jolie, com quem tem seis filhos, em 2016. Segundo o site TMZ, a festa de Aniston também foi prestigiada por outra ex de Brad Pitt, a atriz Gwyneth Paltrow, além de uma constelação de estrelas, incluindo Robert Downey Jr., Reese Witherspoon, Rande Gerber, Pharrell Williams, Keith Richards, Katy Perry, Orlando Bloom, George Clooney, David Arquette, Courtney Cox e Barbra Streisand, entre outros. Justin Theroux não foi listado pelo site. Mas todos chegaram escondendo o rosto – menos Robert Downey Jr. Oficialmente, a atriz completa 50 anos nesta segunda-feira (11/2).
Grey’s Anatomy vai revelar mais uma irmã de Derek Shepherd
Já faz quase cinco anos que o Dr. Derek Shepherd, personagem de Patrick Dempsey, morreu em “Grey’s Anatomy”, mas isso não tem sido obstáculo para os produtores continuarem a expandir sua família na série. Os próximos episódios vão revelar uma irmã desconhecida de Derek, que, claro, também será uma médica. Trata-se de Kathleen Shepherd, a Kate. Ela foi mencionada pela primeira vez na 3ª temporada, mas nunca foi vista na série, que atualmente está em seu 15º ano de produção. “Grey’s Anatomy” já apresentou outras três irmãs de Derek: Amelia (Caterina Scorsone, que entrou no elenco fixo da série justamente na vaga de Dempsey), Liz (Neve Campbell) e Nancy (Embeth Davitz). As duas últimas fizeram apenas participações especiais. Todas são médicas, mas Kate é especialista em outra área: a psiquiatria. A emissora ABC está no processo de escalar a intérprete da personagem, que aparecerá num episódio focado em Amelia Shepherd. Ainda não há previsão para a exibição do capítulo.
“Crianças” de Anos Incríveis se reencontram 26 anos após o fim da série
Tem ator que realmente fica amigo dos colegas pro resto da vida. Isto parece ter acontecido como os três ex-astros mirins da série clássica “Anos Incríveis”. Fred Savage (o Kevin Arnold), Danica McKellar (a Winnie Cooper) e Josh Saviano (o Paul Pfeiffer) se encontraram nessa semana para matar as saudades e compartilharam as fotos nas redes sociais. Os três tiveram um “almoço em família”, registrado por McKellar no Twitter. “Foi muito divertido conversar e ver como as lindas famílias deles estão”, comentou a atriz. “E eu totalmente concordo com Josh quando ele disse que somos como uma família. Nós crescemos juntos, no final das contas!”, completou. Saviano completou dizendo que “quanto mais as coisas mudam, mais elas parecem as mesmas, e mais eu gosto de passar com esses dois”. Pioneira de um subgênero de séries nostálgicas que lembram a infância de seus narradores – como “The Goldbergs”, “The Kids Are Alright” e “Young Sheldon” – , a série durou de 1988 a 1993 mostrando a infância de Kevin Arnold, sua família, seu melhor amigo Paul e a eterna crush Winnie durante os anos 1960. Marcou época, ganhou inúmeras reprises e é lembrada até hoje. Fred Savage continua atuando até hoje, tendo aparecido em “Era uma vez um Deadpool” como ele mesmo. McKellar especializou-se em dublagem de desenhos como “Justiça Jovem”, onde dá voz à Miss Marte. E Saviano foi o único que escolheu outra carreira após o fim da série, tornando-se advogado. Mesmo assim, voltou recentemente à TV, aparecendo em três episódios de “Law & Order: SVU” como, claro, um advogado. Para quem não lembra, o “sumiço” de Saviano após 1993 deu origem a um rumor maluco, de que “o garoto de ‘Anos Incríveis'” tinha virado o cantor Marilyn Manson ao crescer. O próprio roqueiro, que nasceu com o nome de Brian Hugh Warner, gosta do boato. “Eu acho que foi um dos primeiros rumores surgidos na internet, e as pessoas realmente acreditaram”, ele relembrou em entrevista recente. I got to see these guys for lunch yesterday – it was so much fun to catch up and hear how their beautiful families are doing! ❤ And yes, @joshsaviano, I totally agree – *you guys* are like family… I mean, we DID grow up together, after all. ? #memories #TheWonderYears pic.twitter.com/X1xVjVSs6T — Danica McKellar (@danicamckellar) February 6, 2019 The more things change, the more things stay the same, and the more I enjoy hanging out with these 2#fredsavage and @danicamckellar you guys are like family to me. Love ya! pic.twitter.com/d7mpk9W8ob — Josh Saviano (@joshsaviano) February 6, 2019
Chris Pratt confirma que Guardiões da Galáxia Vol. 3 usará roteiro de James Gunn
O ator Chris Pratt confirmou que “Guardiões da Galáxia Vol. 3” vai ser filmado com o roteiro deixado por James Gunn antes de ser demitido pelo chefão da Disney. Ele deu a notícia durante uma entrevista ao programa “MTV News”, ao ser perguntado se a Marvel pretendia aproveitar o trabalho de Gunn. “Sim. Eu li o roteiro, e é incrível. É tão, tão bom”, disse o ator. Dave Bautista chegou a dizer que não faria o filme se o roteiro fosse descartado após a demissão do cineasta. Além dele, vários integrantes da franquia manifestaram-se individualmente e o elenco se juntou numa manifestação coletiva de apoio, publicando uma carta aberta pedindo a recontratação de Gunn. Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e o diretor foi trabalhar com a DC na adaptação de “Esquadrão Suicida 2”. Pratt também comentou os “sentimentos complicados” sobre terminar a trilogia dos “Guardiões” sem o diretor. “Bom, eu amo James”, disse Pratt. “Eu sou leal a ele”. “Nós vamos entregar o filme, dar aos fãs o que eles merecem”, continuou. “Está na natureza dos ‘Guardiões da Galáxia’ se juntar e fazer o nosso trabalho, então é isso que faremos”.
Woody Allen decide processar a Amazon por não lançar seu novo filme
O diretor Woody Allen decidiu processar a Amazon após o estúdio desistir de lançar o seu próximo filme, “A Rainy Day in New York”, quando ele já estava filmado e editado. O cineasta entrou com processo nesta quinta-feira (7/2), pedindo US$ 68 milhões de indenização. Os advogados de Allen alegam que a Amazon informou o diretor, em junho de 2018, que não lançaria mais o drama estrelado por Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Elle Fanning (“Malévola”) e a cantora Selena Gomez (“Spring Breakers”). Allen diz que cobrou explicações da Amazon sobre o cancelamento da estreia, e que o estúdio respondeu que os motivos para a quebra de contrato incluíam “o retorno à tona de acusações de abuso sexual” e “declarações polêmicas” feitas pelo diretor. “A Rainy Day in New York”, o 48º e até aqui derradeiro filme dirigido pelo cineasta, foi rodado em 2017 e se tornou dano colateral do movimento #MeToo. Curiosamente, a onda de protestos femininos nas redes sociais foi precipitada com a ajuda do filho do diretor, Ronan Farrow, autor da reportagem da revista New Yorker que denunciou o produtor Harvey Weinstein em outubro do ano passado. A filha de Allen, Dylan Farrow, aproveitou o movimento de denúncias de assédios sexuais para retomar suas acusações de pedofilia contra Allen. Na véspera do lançamento de “Roda Gigante”, último filme de Allen a chegar aos cinemas, Dylan publicou uma carta aberta no jornal The Los Angeles Times, questionando o tratamento diferenciado dado a ele em relação a Weinstein. “Qual o motivo de Harvey Weinstein e outras celebridades acusadas de abuso terem sido banidas de Hollywood enquanto Allen recentemente conseguiu um contrato milionário de distribuição para seu próximo filme?”, ela questionou, referindo-se, justamente, à Amazon. Embora a pergunta tenha sido retórica, a grande diferença entre Allen e Weinstein sempre foi que apenas Dylan acusa o diretor, enquanto Weinstein acumulou uma centena de acusadoras. Dylan sabe disso, a ponto de dizer: “Estou falando a verdade e acho importante que as pessoas entendam que uma vítima importa e é suficiente para mudar as coisas”, ela disse. O caso chegou a ir parar na Justiça nos anos 1990, durante a separação do diretor de sua ex-mulher Mia Farrow, mas nada foi provado. Allen sempre se disse inocente e culpou Mia por fazer lavagem cerebral em sua filha. Moses Farrow, outro filho do diretor, recentemente contestou a irmã, apontando inconsistências na denúncia, culpando a mãe por violência física e psicológica e testemunhando que Allen jamais ficou sozinho com Dylan durante o alegado abuso. Nenhuma atriz ou ator filmados por Woody Allen ao longo de meio século de carreira acusou o diretor de qualquer coisa que não fosse extremo distanciamento. No entanto, a campanha de Dylan fez vários deles dizerem que não voltariam a filmar com o diretor, inclusive os integrantes de “A Rainy Day in New York”. Timothée Chalamet e Rebecca Hall chegaram a doar seus salários após participarem do filme. Para complicar, “A Rainy Day in New York” tem tema controverso, contando a história do relacionamento entre um homem de 44 anos e uma adolescente de 15 anos. O que torna seu lançamento ainda mais delicado diante de toda a polêmica revivida por Dylan Farrow. Graças à campanha da filha, Woody Allen teve a carreira interrompida. O ano de 2018 foi o primeiro em quase quatro décadas que o diretor ficou sem realizar uma nova produção. O último hiato tinha sido em 1981, após o fracasso comercial de “Memórias” (1980), seu primeiro filme sem a parceira Diane Keaton. O contrato de Allen com a Amazon foi assinado em 2014, e o estúdio já havia lançado dois de seus filmes anteriores, “Café Society” e “Roda Gigante”, além da minissérie “Crisis in Six Scenes”. Além disso, havia previsão para outros títulos após “A Rainy Day in New York”.
Maisa Silva vai apresentar talk show no SBT
A atriz Maisa Silva vai se tornar a mais jovem apresentadora de talk show do Brasil. Ela estará à frente de um programa semanal de entrevistas do SBT a partir de março. Intitulado “Programa da Maisa”, será exibido aos sábados, na faixa das 18h30, e deve intercalar entrevistas com quadros de entretenimento. No Twitter, ele comemorou a novidade. “Eu tô muito feliz! Poderia fazer um texto enorme com 18.383 agradecimentos. Mas vou deixar minha reflexão aqui. Eu sou apaixonada pelo meu trabalho, me dedico muito, vivo em função disso e muitas vezes tenho que abrir mão de várias coisas”, escreveu. “Muitas pessoas dizem que têm ‘dó’ do fato de eu ser famosa, ter uma grande exposição e ser ‘muito nova pra isso’. Minha opinião? Não é de mim que vocês têm que ter dó… Temos milhares de crianças sem pais no nosso país cheio de desigualdades, milhares de cidadãos passando fome de problemas maiores.” “Eu, com 16 anos, sei das minhas responsabilidades, estou começando a ter minhas próprias opiniões e estou mais do que preparada para ter o meu próprio programa. Deixo meu agradecimento a Deus, por ser minha força, aos meus pais, meus fãs e ao SBT por acreditar no meu potencial. Muitas vozes no nosso mundo precisam ser ouvidas, espero que eu possa representá-las como comunicadora.” “Tenho muito a aprender, e estou mais do que feliz por ter essa oportunidade tão nova. Um beijo pra todo mundo que acreditou em mim, o céu é o limite!”, completou.
Jennifer Lawrence teria ficado noiva de galerista de arte
A atriz Jennifer Lawrence estaria noiva do galerista Cooke Maroney. Segundo o site Page Six, ela foi vista em um restaurante de Nova York no final de semana usando um anel de noivado que teria uma pedra gigante e bem difícil de não ser percebida. Não houve confirmação oficial, porém, de acordo com a publicação, fontes confidenciaram que familiares e amigos já sabem da novidade. O casal está junto há oito meses e, mesmo assim, alimentaram poucas páginas de tabloides e webloides, optando pela discrição. O namoro começou em junho do ano passado. A atriz de 28 anos e o negociador de arte de 33 se conheceram por meio de um amiga em comum. E desde que estão juntos renderam menos assunto que os antigos namoros da atriz: o ator Nicholas Hoult, o cantor Chris Martin (do Coldplay) e o cineasta Darren Aronofsky, que a dirigiu em “Mãe!”.
Diretora e roteirista de Homeland farão minissérie de suspense para a Netflix
A Netflix anunciou a produção da minissérie “Pieces of Her”, que vai adaptar o best-seller de suspense de Karin Slaughter, publicado no Brasil com o título de “Ninguém Pode Saber”. Com oito episódios, “Pieces of Her” contará a história da jovem Andrea e sua mãe, Laura, que vivem na pacata cidade costeira de Belle Isle, nos EUA. Andrea acha que conhece cada detalhe da vida da mãe, e a considera francamente entediante. Até que um passeio no shopping é interrompido por um ataque violento e Andrea descobre um lado completamente novo de sua mãe, que escondeu sua verdadeira identidade por 30 anos, na esperança de que ninguém descobrisse quem ela era. A polícia quer respostas, mas Laura se recusa a falar com quem quer que seja, inclusive com a própria filha. Ecoando o protagonismo feminino da trama, a produção está a cargo de uma equipe encabeçada pela diretora Lesli Linka Glatter e a roteirista Charlotte Stoudt (ambas de “Homeland”), além da produtora Bruna Papandrea (“Garota Exemplar”). Ainda não há previsão para a estreia.
Grown-Ish e Good Trouble são renovadas pelo Freeform
O canal pago americano Freeform renovou as séries “Grown-Ish” e “Good Trouble”. Ambas são spin-offs de atrações populares, respectivamente de “Black-Ish” e “The Fosters”, centradas nas filhas já crescidas das famílias das produções originais. “Grown-Ish” acompanha a vida universitária de Zoey (Yara Shahidi), a filha mais velha da família Johnson, e foi renovada para sua 3ª temporada, enquanto “Good Trouble” segue as irmãs adotivas Callie (Maia Mitchell) e Mariana (Cierra Ramirez) na fase adulta de suas vidas em Los Angeles, que continuará em sua 2ª temporada. O Freeform ainda vai lançar um terceiro spin-off em 2019: “The Perfectionists”, derivado de “Pretty Little Liars”.
Netflix vai produzir novo longa animado das Tartarugas Ninja
A Netflix fechou um contrato com a Nickelodeon para produzir um novo longa animado das “Tartarugas Ninja”. Segundo a revista Variety, o filme será ligado à mais recente série de animação dos personagens produzida pelo canal pago infantil, “Rise of The Teenage Mutant Ninja Turtles”. A série estreou em 2018, recomeçando a história das quatro tartarugas mutantes que são treinadas pelo Mestre Splinter para se tornam defensores de Nova York. O reboot também é responsável por mudar a etnia de April O’Neil, personagem vivida por Megan Fox nas recentes versões live action de cinema. Na série, ela é negra e dublada pela atriz Kat Graham (“The Vampire Diaries”). Os personagens originais foram criados em 1984, nos quadrinhos de Kevin Eastman e Peter Laird, e já passaram por várias encarnações na TV e no cinema. Antes das versões live-action mais recentes, a franquia teve seu primeiro longa animado, “As Tartarugas Ninja: O Retorno” (2007), criado por computação gráfica e com um elenco de dubladores famosíssimos – de Chris Evans (o Capitão América) a Patrick Stewart (o Professor X). O contrato da Nickelodeon com a Netflix também prevê a realização de um filme inspirado em “The Loud House”, outra série da emissora. No ar desde 2016, a atração animada traz a história do garoto Lincoln, que vive com seus dez irmãos na “casa barulhenta” do título. A série ficou conhecida por mostrar pela primeira vez um casal gay na emissora infantil. Howard e Harold são os pais de Clyde, amigo do protagonista de “The Loud House”.
Liam Neeson faz revelação polêmica sobre seu passado violento e racista
O ator Liam Neeson virou um dos tópicos mais comentados do Twitter no começo da semana, graças a uma entrevista ao jornal britânico The Independent, em que admitiu já ter sentido desejo real de matar… um negro. E não ficou na vontade. Ele se armou com um cassetete e foi para a rua procurar o primeiro negro que encontrasse para encher de porrada. A história aconteceu em sua juventude e ele afirma não ter o menor orgulho dela. Ao contrário, o fato o enche de vergonha. E foi a primeira vez que ele a contou na vida. Promovendo o filme “Vingança a Sangue Frio”, seu novo thriller de ação, em que interpreta um homem em busca de vingança pela morte de seu filho, Neeson puxou, por conta própria, paralelos em sua vida real. “Eu espero que você nunca tenha alguém muito próximo a você ferido em circunstâncias criminosas”, comentou Neeson, dizendo que “conseguia entender” o desejo de vingança de seu personagem. Foi quando o ator contou que, certa vez, voltou para sua casa em Londres após uma viagem e descobriu que uma de suas melhores amigas havia sido estuprada. “Ela lidou com tudo de forma extraordinária, foi muito forte”, comentou. “Mas minha reação imediata foi… Eu perguntei se ela sabia quem foi, e ela disse que não. Perguntei se era alguém branco ou negro, e ela disse negro”, continuou Neeson. “Eu fui para a rua com um cassetete, esperando que alguém me abordasse”. “Eu sinto vergonha de dizer isso hoje em dia. Eu fiquei andando pela rua todas as noites por uma ou duas semanas, esperando que algum negro viesse para cima de mim ou algo assim. Para que eu pudesse… mata-lo”, completou. “Eu nunca disse isso para a minha amiga. Ela me perguntava: ‘Onde você está indo?’. E eu dizia que ia dar uma volta. Ela perguntava se havia algo errado, e eu dizia que não”, disse ainda. “Foi horrível, horrível, horrível que eu tenha feito isso”, confessou o ator. “Eu nunca admiti isso para ninguém, e agora estou falando para um jornalista. Deus me perdoe”. Ele ainda mencionou que cresceu na Irlanda do Norte, na época dos conflitos violentos contra militares britânicos, e que isso alimentou seu impulso para a vingança. Mas que ele aprendeu que isso “só leva a mais vingança, a mais mortes e a Irlanda do Norte é a prova disso”. A repercussão foi enorme.
Jussie Smollett revela estar bem e espera por justiça após sofrer ataque violento
O ator Jussie Smollett, vítima de um ataque violento durante a semana em Chicago, pronunciou-se sobre a agressão com uma declaração oficial à imprensa, em que revela estar passando bem e espera por justiça. “Deixa eu começar dizendo que estou bem. Meu corpo está forte, mas minha alma está mais forte ainda. Mais importante, eu preciso dizer obrigado. A quantidade de amor e apoio que eu tenho recebido significa mais para mim do que eu poderei expressar”, escreveu Smollett. “Eu estou trabalhando lado a lado com as autoridades, e tenho sido 100% factual e consistente em todos os níveis [sobre o acontecido]. Apesar das minhas preocupações e frustrações com alguns detalhes incorretos que foram divulgados, eu ainda acho que a justiça vai ser feita”, continuou. Astro da série “Empire”, Smollett foi agredido na terça-feira (29/1), ao sair de um restaurante, por dois homens que utilizaram insultos homofóbicos e racistas enquanto o atacaram, jogaram uma substância contra sua pele e tentaram enforcá-lo com uma corda. Na série da Fox, ele interpreta o músico Jamal Lyon, filho de Lucious (Terrence Howard) e Cookie (Taraji P. Henson). Além de ser um jovem negro, o personagem é gay. O ator também assumiu ser gay publicamente em uma entrevista a Ellen DeGeneres, em 2015, afirmando que prefere manter sua vida pessoal longe dos olhos do público.












