Festival de Berlim assume compromisso de ter mais cineastas femininas em sua seleção
O Festival de Berlim 2019 vai se juntar à iniciativa de outras grandes eventos do cinema europeu, ao se comprometer a aumentar a quantidade de filmes de cineastas femininas em sua seleção. Os festivais de Cannes, Veneza, Locarno e Sarajevo já assinaram o mesmo pacto Dieter Kosslick, o diretor do festival, vai firmar o compromisso no dia 9 de fevereiro, durante cerimônia da edição 2019 do evento. Ele será acompanhado de ativistas do grupo 5050×2020, que idealizou o pacto, introduzido em Cannes. Os festivais de Cannes, Veneza, Locarno e Sarajevo já assinaram o mesmo pacto, que assume o compromisso de tornar o processo de seleção de seus filmes mais transparente. Além disso, o texto determina que metade das posições de gerência do festival sejam preenchidas por mulheres. No comunicado sobre a decisão, Kosslick destacou que o Festival de Berlim 2019 está bem mais perto do equilíbrio de gêneros que os demais festivais europeus. “Neste ano, temos 17 filmes concorrendo ao Urso de Ouro, e sete são dirigidos por mulheres”, relembrou. Vale lembrar que o Festival de Veneza foi muito criticado por sua edição de 2018, por selecionar apenas um filme dirigido por mulheres para a competição principal: “The Nightingale”, da australiana Jennifer Kent (“O Babadook”). No ano passado, o vencedor do Festival de Berlim foi “Não me Toque”, dirigido por uma mulher: a romena Adina Pintilie. Neste ano, o evento cinematográfico alemão acontece de 7 a 17 de fevereiro.
Atriz de A Maldição da Residência Hill será nova vítima de Joe na 2ª temporada de Você
A Netflix anunciou nesta quarta-feira (30/1) que a atriz Victoria Pedretti (a Nell de “A Maldição da Residência Hill”) foi escalada para um dos papéis principais da 2ª temporada de “Você” (You). Ela vai interpretar Love Quinn, uma aspirante a chef de cozinha que não liga muito para redes sociais. Ela também está tentando se recuperar de uma grande tragédia quando conhece Joe (Penn Badgley), sentindo uma conexão profunda com ele. Enquanto a 1ª temporada foi uma coprodução entre a Netflix e o canal pago americano Lifetime, o serviço de streaming vai produzir sozinho a continuação. Na primeira temporada, “Você” acompanhou o perseguidor e funcionário de livraria Joe e sua obsessão pela aspirante a escritora Guinevere Beck (Elizabeth Lail). A história foi baseada no romance homônimo da escritora Caroline Kepnes, que trabalhou lado a lado com os criadores da série, Greg Berlanti (criador de todas as séries da DC Comics do canal CW) e Sera Gamble (criadora de “The Magicians”). A 2ª temporada será inspirada no segundo livro da coleção, “Hidden Bodies” (Corpos Escondidos, em tradução literal), ainda inédito no Brasil. Não há previsão para a estreia do segundo ano de “Você”.
Guillermo del Toro desenvolve novo terror com a diretora de Babadook
O cineasta mexicano Guillermo del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água” (2017), está desenvolvendo um filme de terror com a diretora australiana Jennifer Kent, responsável por “O Babadook” (2014), um dos melhores exemplares do terror moderno. A novidade foi compartilhada por Kent, em entrevista ao site Bloody Disgusting, sem entrar em detalhes sobre o projeto. “Olha, estamos fazendo algo. Não estou escondendo o jogo, mas não sei se posso falar sobre isso. É algo assustador e eu admiro muito ele [Guillermo] e o seu trabalho”, disse Kent. “Eu o considero um verdadeiro artista, então estou muito animada. Mas ainda estamos nos estágios iniciais do projeto”, acrescentou. O filme mais recente da diretora, “The Nightingale”, teve première no fim de semana no Festival de Sundance, arrancando 85% de aprovação da crítica americana. Estrelado pela italiana Aisling Franciosi (Lyanna Stark em “Game of Thrones”) e pelo inglês Sam Claflin (“Vidas à Deriva”), o longa ainda não possui previsão de estreia comercial.
Astro de O Hobbit vai estrelar minissérie de suspense da Netflix
O ator Richard Armitage, astro da trilogia “O Hobbit” e da série “Berlin Station”, vai estrelar uma das próximas séries da Netflix. Trata-se de “The Stranger”, adaptação do best-seller “Não Fale com Estranhos”, de Harlan Coben. Ele vai interpretar Adam Price, que vive uma vida de conto de fadas até o momento em que um completo estranho senta ao seu lado em um bar e conta-lhe um segredo perturbador sobre sua esposa, Corinne. Com o tempo, Adam percebe que isso é só o topo do iceberg, e se vê envolvido em uma trama sinistra que pode não só arruinar sua vida, como acabar com ela. “The Stranger” será a segunda produção da Netflix baseada numa obra de Coben, após a minissérie “Safe”. Mais uma vez, a adaptação é do roteirista Daniel Brocklehurst, que assinou episódios de “Safe”. A nova minissérie terá oito episódios e começa a ser gravada em março.
Chay Suede fica pelado e cria falsa polêmica com comentário sobre nudez
O ator Chay Suede fez um ensaio fotográfico em preto e branco para a revista Ela, do jornal O Globo, publicado no fim de semana. Clicado pelo veterano fotógrafo Bob Wolfenson, o ensaio foi inspirado em fotos do estilista francês Yves Saint Laurent, de 1971, e compartilhado pelo ator em seu Instagram. Mas o que deu mais o que falar não foram os pelos que apareceram a mais, mas as declarações da reportagem que acompanhou as imagens. Falando sobre a quantidade cada vez maior de cenas de nudez que tem encenado em novelas, o ator disse: “Eu fui perdendo qualquer pudor conforme a frequência das cenas em que eu precisava mostrar o corpo no set aumentava. Meus personagens sempre fazem cenas de sexo, no banho ou só pelados mesmo. Os diretores gostam de tirar a minha roupa”. A última frase foi dita em tom de brincadeira, mas o texto escrito não transmite ironia se isso não for indicado. A menção literal ao fato de que diretores gostam de tirar a sua roupa virou polêmica, especialmente sob a luz de casos de assédio que tem se tornado corriqueiros no noticiário de entretenimento. Entretanto, não era nada disso. O próprio ator precisou esclarecer o comentário, em nova postagem no Instagram. “Gostaria de esclarecer algo que me incomodou e que não condiz com a maneira que vejo a nudez na minha profissão, são essas aspas ‘os diretores gostam de tirar minha roupa’, que estão sendo usadas por alguns veículos fora de contexto. Essa frase não representa nenhuma linha de raciocínio minha e muito menos uma opinião”. “Estávamos eu e a jornalista conversando sobre nudez em cena e eu disse que não via como obstáculo a nudez caso fosse uma necessidade cênica, não é questão de gostar ou não gostar. Nudez numa obra é contextualizada, respeito muito meus diretores que sem exceção me respeitam muito também, então não é por aí. É isso, apenas para esclarecer”, finalizou. Chay Suede participou recentemente da novela “Segundo Sol” e se prepara para estrelar o filme “Minha Fama de Mau”, na pele do cantor Erasmo Carlos. A estreia nos cinemas será no dia 14 de fevereiro. Visualizar esta foto no Instagram. saiu hoje :)) obrigado @bobwolfenson @elaoglobo @michaelvendola @jakefalchi @brunoastuto @map_brasil ❤️ #Repost @elaoglobo ・・・ Pode vir quente que ele está fervendo! O ator @chay, que vai interpretar Erasmo Carlos no cinema, posa como veio ao mundo para a nossa capa deste domingo. Assinada pelo craque @bobwolfenson, a imagem é inspirada no icônico retrato de Yves Saint Laurent realizado por Jeanloup Sieff, em 1971, para a campanha de seu primeiro perfume masculino, “Pour Homme”. Uma publicação compartilhada por chay (@chay) em 27 de Jan, 2019 às 8:23 PST Visualizar esta foto no Instagram. Quando recebi a proposta pra fazer esse ensaio, em que a foto de capa seria inspirada num retrato icônico de Yves Saint Laurent, aceitei principalmente pela possibilidade de juntar artistas que admiro muito e registrar esse momento da vida. Sabia que a exposição era grande mas confio nos parceiros e tinha certeza de que seria bacana e foi! Mas pra que não fique nada pelo caminho, gostaria de esclarecer algo que me incomodou e que não condiz com a maneira que vejo a nudez na minha profissão, são essas aspas "os diretores gostam de tirar minha roupa", que estão sendo usadas por alguns veículos fora de contexto, essa frase não representa nenhuma linha de raciocínio minha e muito menos uma opinião, estávamos eu e a jornalista conversando sobre nudez em cena e eu disse que não via como obstáculo a nudez caso fosse uma necessidade cênica, não é questão de gostar ou não gostar. Nudez numa obra é contextualizada, respeito muito meus diretores que sem exceção me respeitam muito também, então não é por aí. É isso, apenas para esclarecer 🙂 Uma publicação compartilhada por chay (@chay) em 27 de Jan, 2019 às 1:15 PST
Documentário sobre acusações de abuso contra Michael Jackson é aplaudido em pé em Sundance
O diretor e os acusadores de Michael Jackson no polêmico documentário “Leaving Neverland”, que relata com riqueza de detalhes o histórico de abusos de menores do cantor, foram aplaudidos de pé no Festival de Sundance, após a première do longa na sexta-feira (25/1), segundo relatos da imprensa americana. Conforme explica a sinopse, o filme conta como “no auge do seu estrelato, Michael Jackson começou relacionamentos duradouros com dois garotos de 7 e 10 anos. Agora com 30 anos, eles contam a história de como foram abusados sexualmente por Jackson e como eles chegaram a um acordo anos depois”. Dirigido por Dan Reed, “Leaving Neverland” se concentra nos depoimentos de Wade Robson, James Safechuck e de suas famílias. O australiano Wade Robson conheceu Michael Jackson nos bastidores de um show em seu país como prêmio de um concurso em um shopping em que ele imitava o rei do pop. Ele foi convidado a ir ao hotel de Michael após o show e viajar com sua família para os Estados Unidos, hospedando-se no rancho de Neverland. Foi aí que Robson ficou sozinho pela primeira vez com Michael. Em um dos trechos do filme, ele descreve quartos secretos do rancho, onde os abusos ocorriam e que ele chegou a encenar uma cerimônia de casamento em um desses aposentos com o rei do pop. Robson se tornou um importante coreógrafo, tendo trabalhado com N’Sync e Brtiney Spears, e diz que ficou em silêncio esses anos todos porque temia pela sua carreira. Já James Safechuck conheceu Michael Jackson após gravar um comercial para a Pepsi junto com o cantor. Os dois ficaram amigos e Michael também o convidou a ir para Neverland. Os dois depoimentos revelam que o cantor os fazia acreditar que eles não podiam confiar nos próprios pais e nem nas mulheres. Enquanto o filme chocava o público de Sundance, fãs de Michael Jackson organizaram um protesto diante do cinema em que ele foi exibido, na cidade de Park City. As reclamações ecoavam comentários dos herdeiros de Jackson, que acusam os rapazes de “mentirosos” e criticam o filme por mostrar apenas um lado. Eles alegam que rei do pop, que morreu em 2009, foi inocentado ainda em vida pela Justiça americana. Embora Jackson tenha ido a julgamento por acusação de abuso de outro menor, apenas agora relatos detalhados do que teria acontecido quando ele convidava crianças a dormir em Neverland vieram à tona, no filme de quatro horas dirigido por Dan Reed. “Leaving Neverland” ainda não tem previsão de estreia comercial.
Vin Diesel e Ruby Rose revelam que gravaram músicas para o quarto filme da franquia xXx
Vin Diesel divulgou um novo vídeo em seu Instagram, em que aparece ao lado de Ruby Rose e faz diversas revelações. A primeira e mais óbvia é que os dois estarão juntos novamente na continuação de “xXx: Reativado” (2017). Vin disse que eles tinham acabado de sair de uma reunião sobre o filme. O ator também contou que o diretor do filme atualmente seleciona locações na China, o que dá uma ideia do apelo global da sequência. E revelou, de forma muito tímida, que ele e Ruby Rose estavam num estúdio gravando… músicas! Nesta mesma semana, o músico japonês Yoshiki adiantou em seu Instagram que estava compondo a canção-tema e a trilha do filme (veja abaixo). E vale apontar a coincidência entre o nome da franquia e a carreira do músico. Hoje apreciado pelos fãs de anime como o responsável pelo tema da 3ª temporada de “Ataque dos Titãs”, Yoshiki despontou para o mundo pop como integrante da famosa banda X Japan nos anos 1980. Ainda não há sinopse, previsão de estreia ou mesmo um título oficial para “xXx 4”, que será novamente dirigido por DJ Caruso, responsável pelo bem-sucedido longa anterior. Visualizar esta foto no Instagram. 20right-teen #xxx4 #secretproject music, film and friendship what is more important for the soul than happiness. RR @rubyrose Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 24 de Jan, 2019 às 10:33 PST Visualizar esta foto no Instagram. Losing my voice.. 声が枯れてきた。。! “Hi This is #YOSHIKI .. xxx” Excited to compose the theme & film score for the #xXx4 film.. Uma publicação compartilhada por Yoshiki (@yoshikiofficial) em 22 de Jan, 2019 às 4:56 PST
Apesar das denúncias de assédio, Bryan Singer está garantido como diretor de Red Sonja
As novas acusações de assédio e abuso de menor feitas contra o diretor Bryan Singer (de “X-Men” e “Bohemian Rhapsody”) não deverão impedi-lo de dirigir o filme da guerreira dos quadrinhos “Red Sonja” para a Millennium Films. Quem confirmou sua contratação foi o produtor executivo Avi Lerner, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. “Eu continuo trabalhando em ‘Red Sonja’ e Bryan Singer está escalado no projeto”. “Os mais de US$ 800 milhões arrecadados por ‘Bohemian Rhapsody’ são uma prova de sua notável visão e perspicácia. Eu sei a diferença entre fake news e realidade, e estou muito confortável com a decisão. Nos Estados Unidos, as pessoas são inocentes até que se prove o contrário”, completou o produtor. A permanência de Singer no projeto é uma decisão rara no clima que reina atualmente em Hollywood, considerando os inúmeros atores, produtores e executivos que foram demitidos após acusações menos graves ou similares. Singer fechou um contrato milionário para dirigir “Red Sonja” e deverá receber em torno de US$ 10 milhões pelo trabalho. Ele se defendeu das acusações publicadas nesta semana pela revista The Atlantic acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Responsável pelo sucesso dos filmes dos “X-Men”, Singer pode agora iniciar uma nova franquia baseada em quadrinhos. O filme da “Red Sonja” se tornou prioridade da Millennium após o sucesso de “Mulher-Maravilha” nos cinemas. Apesar das aventuras da guerreira se passarem no mesmo universo hiboriano de Conan, a personagem não é uma criação literária de Robert E. Howard, o autor de Conan. Red Sonja foi criada pelo escritor e editor Roy Thomas, o substituto de Stan Lee na Marvel, como coadjuvante de uma história em quadrinhos de “Conan”, desenhada por Barry Windsor-Smith em 1973. Thomas se inspirou em diferentes personagens femininas de Howard – como a pirata Red Sonya de Rogatino – , mas sua criação é original e também teve grande contribuição do espanhol Esteban Maroto, que mais tarde desenhou o famoso biquíni de metal vestido pela heroína. Sua história pode ser resumida com o texto usado por Roy Thomas para introduzi-la nos anos 1970: “Cerca de 12 mil anos atrás, nos mesmos dias em que Conan da Ciméria caminhava sobre a Terra, surgiu Sonja, a Guerreira Hirkaniana de cabelos cor de fogo. Forçada a abandonar sua nação por ter assassinado um rei, ela fugiu para o leste… Onde tornou sua espada uma lenda e imortalizou seu nome em todos os reinos hiborianos”. Os leitores se apaixonaram e ela acabou promovida a protagonista de sua própria revista, que durou de 1975 a 1986. Neste período, Sonja também ganhou seu primeiro filme, “Guerreiros de Fogo” (Red Sonja) de 1985, vivida por Brigitte Nielsen. Uma personagem com o mesmo nome voltou aos quadrinhos em 2005, editada pela Dynamite Comics. Mas não é a mesma heroína e sim uma parente distante da Red Sonja original. O projeto de refilmar Red Sonja começou a tomar corpo por volta de 2008, quando o cineasta Robert Rodriguez (“Sin City”) escalou sua então namorada Rose McGowan (“Planeta Terror”) como a guerreira. Ilustrações da atriz no biquíni de bolinhas metálicas chegaram a ser divulgadas numa Comic-Con, mas o casal brigou e McGowan virou bruxa, literalmente, em “Conan, o Bárbaro” (2011). Rodriguez tentou manter o filme em pé, com Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”) no papel principal. Mas a Millennium preferiu recomeçar do zero, contratando Simon West (“Lara Croft: Tomb Raider”) como diretor e Amber Heard (“3 Dias para Matar”) como Sonja. Os planos previam começar as filmagens logo após o lançamento de “Conan”, estrelado por Jason Momoa, mas não contavam com o fracasso daquele filme, que fulminou a produção. Uma ironia é que, anos depois, Amber Heard e Jason Momoa foram fazer par em “Liga da Justiça” e estourar juntos em “Aquaman”. Quem está escrevendo a nova versão do roteiro é Ashley Miller, de “Thor” e “X-Men: Primeira Classe”. Fontes ouvidas pelo THR justificaram a insistência da Millennium com Singer por considerarem que ele seja capaz de atrair os fãs dos “X-Men” para “Red Sonja”, apesar dos problemas que cercam o cineasta. Além das denúncias de abuso sexual de menores, o diretor sumiu durante as filmagens de “Bohemian Rhapsody” e foi demitido pela Fox.
Fernanda Gentil descobre que filme não é gravação em sua estreia num set de cinema
O Instagram do filme “Ela Disse, Ele Disse” divulgou perfis de seus personagens, revelando detalhes de cada um deles. E a atriz de primeira viagem Fernanda Gentil aproveitou para extrapolar um pouco mais em sua própria página na rede social, comentando, ao lado da foto de seu perfil, a experiência de estrear no cinema. Além de falar da personagem, ela revelou em seus comentários que sequer sabia que filme se filmava. Só agora, em seu debut num set de cinema, é que foi aprender a diferença entre gravação (vídeo) e filmagem (filme). “Tô amando essa brincadeira séria!!!!!”, ela escreveu, sem economizar exclamações. “Hoje foi o meu primeiro dia de filmagens (eu falava gravação mas aprendi que para filme é ‘filmar’ e acho muito chique portanto usarei sempre) do ‘Ela Disse, Ele Disse’ como Paloma, mãe da Rosa!!!”, acrescentou, pontuando da mesma forma. Ela também falou da personagem: “Paloma é uma mãe protetora/coruja/brincalhona/séria/grude/esforçada-para-ser-moderna-e-acompanhar-o-mundo-da-filha-mas-raramente-consegue-e-quase-sempre-paga-mico e por isso está sendo um enorme desafio porque ela tem muito a ver comigo na primeira parte dessa legenda porém nessa última não mais já que sou realmente moderna antenada e super cool”, completou, engolindo as vírgulas para compensar o excesso de exclamações. Já a ficha original do filme descreve Paloma como uma mãe “que oferece sempre os melhores conselhos e melhores piadinhas, dessas que toda filha fica envergonhada”. Sua filha no filme é vivida por Duda Matte (“Carinha de Anjo”). Rosa é a protagonista da história ao lado de Leo, vivido por Marcos Bessa (também de “Carinha de Anjo”). São os dois que inspiram o título de “Ela Disse, Ele Disse”. Trata-se da quarta adaptação recente de um livro infantil de Thalita Rebouças para o cinema – após “É Fada!” (2016), “Fala Sério, Mãe!” (2017) e “Tudo por um Popstar” (2018). O elenco também destaca Maisa Silva (de “Tudo por um Popstar”) em seu primeiro papel de vilã, além de Maria Clara Gueiros (“Detetives do Prédio Azul – O Filme”) e a blogueira Bianca Andrade. A direção é de Claudia Castro (diretora assistente de “Tim Maia”), que já comandou alguns trabalhos televisivos. E ainda não há previsão de estreia. Visualizar esta foto no Instagram. To A-MAAAANNNNN-DO essa brincadeira seria!!!!! Hoje foi o meu primeiro dia de filmagens (eu falava gravação mas aprendi que para filme é “filmar” e acho muito chique portanto usarei sempre) do @eladisseeledisseofilme como Paloma, mãe da Rosa!!! Paloma é uma mãe protetora/coruja/brincalhona/séria/grude/esforçada-para-ser-moderna-e-acompanhar-o-mundo-da-filha-mas-raramente-consegue-e-quase-sempre-paga-mico e por isso está sendo um enorme desafio porque ela tem muito a ver comigo na primeira parte dessa legenda porém nessa última não mais ja que sou realmente moderna antenada e super cool e in e turblr (tumblr?) das paradas ou seja QUERO VOCÊS NOS CINEMAS em breve obrigada beijo. Uma publicação compartilhada por Fernanda Gentil – Oficial (@gentilfernanda) em 24 de Jan, 2019 às 9:37 PST
Caio Castro é condenado por agressão a fotógrafo
O ator Caio Castro (“Novo Mundo”) foi condenado a pagar R$ 7 mil de indenização para o fotógrafo André Ligeiro, que o processou por agressão durante festa de Réveillon em Trancoso, na Bahia, em 2016. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (24/1) no Diário Oficial do Estado de São Paulo. Segundo o UOL, os advogados do fotógrafo afirmaram que vão recorrer do valor da sentença, por ela não observar “a gravidade da lesão e a capacidade econômica das partes”. Já a assessoria do ator afirmou que ele não vai se manifestar, usando a explicação-padrão de que a ação tramita em segredo de Justiça. O tom do comunicado, porém, foi de ameaça. “A assessoria do ator Caio Castro afirma que a ação tramita em segredo de Justiça e, por isso, respeitando uma decisão judicial, não iremos nos pronunciar sobre o caso e os advogados do ator estão em busca do responsável pelo vazamento das informações que serão responsabilizados nos termos da Lei”, informou o comunicado. Caio Castro agrediu André Ligeiro com um cabeçada ao perceber que estava sendo fotografado durante uma festa de Réveillon em Trancoso, na Bahia, em 2016. O ator teria pedido para que não fosse fotografado, mas André Ligeiro decidiu registrar as imagens. Irritado, ele agrediu o fotógrafo e acabou expulso da festa pelos seguranças do evento. Em vídeo publicado nas redes sociais dias depois do ocorrido, Caio Castro admitiu o erro e se desculpou pela agressão. Na época, o advogado de Ligeiro, Henrique Ventureli, disse que tentou acordo extrajudicial com o ator, mas, como não obteve resposta, abriu o processo judicial.
Denúncias de abuso sexual contra Bryan Singer foram recusadas por outra revista
As novas acusações de abuso de menor publicadas pela revista The Atlantic contra o diretor Bryan Singer são as mesmas que seriam publicadas na Esquire no ano passado, mas a revista acabou vetando seu conteúdo. Em outubro, Singer usou suas redes sociais para se defender a reportagem, ao saber que amigos estavam sendo procurados para dar declarações que o comprometessem. Desde então, a editora da Esquire, Hearst Media, mandou suspender a reportagem. Mas os jornalistas a levaram para outra revista. “A última vez que postei sobre este assunto, a revista Esquire estava se preparando para publicar um artigo escrito por um jornalista homofóbico que tem uma obsessão bizarra por mim desde 1997”, apontou o cineasta em comunicado sobre a reportagem escrita por Alex French e Maximillian Potter. “Após cuidadosa checagem de fatos e, em consideração à falta de fontes confiáveis, a Esquire escolheu não publicar este pedaço de jornalismo vingativo”, acrescentou. “Isso não impediu que este autor vendesse [o conteúdo] para a revista The Atlantic”, continuou a declaração. “É triste que a Atlantic se rebaixe a este baixo padrão de integridade jornalística. Mais uma vez, sou forçado a reiterar que essa história retoma as afirmações de ações judiciais falsas, executada por um elenco de pessoas de má reputação, dispostas a mentir por dinheiro ou atenção.” ‘E não é surpresa que, com ‘Bohemian Rhapsody’ sendo um sucesso premiado, esta peça homofóbica foi convenientemente planejada para tirar proveito de seu sucesso”, completou Singer. A reportagem traz à tona quatro novas acusações contra o diretor, que teria feito sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado. Victor Valdovinos alegou ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores permaneceram anônimos, identificados apenas por pseudônimos, e alegam ter participado de relações sexuais com o diretor quando eram menos, entre 15 e 17 anos. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. A acusação de Guzman coincidiu com a demissão do cineasta na reta final da produção de “Bohemian Rhapsody”, após atrasos, sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção do longa, que foi premiado no Globo de Ouro e indicado na categoria de Melhor Filme no Oscar 2019.
Diretor de Bohemian Rhapsody sofre novas denúncias de abuso sexual de menor
O cineasta Bryan Singer, de “X-Men” e “Bohemian Rhapsody”, enfrenta quatro novas acusações de sexo com menores de idade. Apenas um dos acusadores teve seu nome revelado na reportagem que traz as denúncias, publicada nesta quarta-feira (23/1) pela revista The Atlantic, de Boston. Victor Valdovinos alega ter trabalhado como figurante aos 15 anos de idade no filme “O Aprendiz”, dirigido por Singer em 1998. Segundo ele, o cineasta apalpou seus órgãos genitais em um momento das filmagens. Os outros três acusadores são identificados por pseudônimos: um deles, Andy, disse que também tinha 15 anos quando fez sexo com Singer. Outro, Eric, afirma ter começado um caso com o cineasta aos 17. E Ben relatou ter feito sexo oral em Singer quando tinha “17 ou 18 anos”. “Ele enfiava as mãos nas calças das pessoas e apalpava, sem consentimento”, disse o último acusador sobre sua experiência com o cineasta. “Ele era predatório, no sentido que dava álcool e drogas para as pessoas, e então fazia sexo com elas”. Singer respondeu ao artigo através de seu advogado, Andrew Bettler, negando todas as acusações. A denúncia foi publicada um dia depois do último filme dirigido por Singer, “Bohemian Rhapsody”, ser indicado ao Oscar 2019 de Melhor Filme. O cineasta foi demitido na reta final da produção, graças a atrasos, após sumiços e conflitos com a equipe, duas semanas antes do fim das filmagens. Rumores sugerem que teria havido desentendimentos entre o diretor e Rami Malek, o astro da série “Mr. Robot” que vive o cantor Freddie Mercury no filme. Além disso, Singer precisou lidar com o começo de uma nova leva de acusações de abuso sexual de menor. Mas a versão oficial é outra. “Basicamente, Bryan teve alguns problemas pessoais”, se limitou a dizer o produtor ao comentar os motivos que levaram o cineasta da franquia “X-Men” a sair do filme sobre o Queen. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), Singer ficou com o crédito final de direção. O histórico do diretor de acusações de assédio e abuso sexual envolvendo menores de idade data de 2014, quando Michael Egan processou o cineasta, alegando que ele teria o estuprado “diversas vezes” durante uma viagem ao Havaí. A acusação trazia muitas contradições, fatos que foram contestados por provas e acabou sendo retirada. Mais recentemente, em 2017, Cesar Sanchez-Guzman processou o cineasta por tê-lo estuprado em 2003, durante uma festa em um iate. A ação coincide com a época de comportamento errático do diretor em “Bohemian Rhapsody” e ainda tramita na justiça americana.
Caio Junqueira (1976 – 2019)
O ator Caio Junqueira não resistiu e morreu na madrugada desta quarta-feira (23/1), aos 42 anos, uma semana após ter sofrido um grave acidente de carro no Rio de Janeiro. Ele bateu o carro que dirigia no Aterro do Flamengo, na altura do Monumento aos Pracinhas, na zona sul do Rio, no dia 16 de janeiro. Ele estava sozinho no veículo e foi levado ao Hospital Municipal Miguel Couto, onde passou por uma cirurgia de emergência. Caio era filho do ator Fábio Junqueira (1956-2008) e irmão de Jonas Torres, conhecido como o Bacana da série “Armação ilimitada” (1985-1988). Ele deu seus primeiros passos na carreira aos 9 anos, ao participar da série “Tamanho família” (1985-1986), da extinta Rede Manchete. Em 1990 estreou na Globo, participando da minissérie “Desejo” e da novela “Barriga de Aluguel”. Ele fez poucas novelas, entre elas “A Viagem” (1994) e “O Clone” (2001), mas se destacou em minisséries, como “Engraçadinha” (1995), “Hilda Furacão” (1998), “Chiquinha Gonzaga” (1999) e “Um Só Coração” (2004), antes de mudar de canal. Na Record, fez o remake de “Escrava Isaura” (2004), a série “A Lei e o Crime” (2009), protagonizou “Ribeirão do tempo” (2010) e atuou em obras bíblicas como “José do Egito” (2013) e “Milagres de Jesus” (2014). Paralelamente, fez teatro e ainda obteve bastante destaque no cinema, atuando em filmes marcantes como “O aue É Isso Companheiro” (1997), “Central do Brasil” (1998), “Abril Despedaçado” (2001), “Zuzu Angel” (2006) e “Tropa de Elite” (2007), onde viveu Neto, soldado do Bope. Os trabalhos mais recentes foram nas séries “O Mecanismo”, da Netflix, e “Um Contra Todos”, da Fox Brasil.












