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  • Série

    2ª temporada de Kakegurui ganha data de estreia na Netflix

    12 de abril de 2019 /

    Com o final de sua exibição no Japão, a 2ª temporada de “Kakegurui” finalmente ganhou data de estreia oficial na Netflix. Intitulada “Kakegurui XX”, o segundo ano da animação estreia em 13 de junho em streaming. O fato da trama de “Kakegurui” ser baseada em apostas em jogos de cartas é algo que o diferencia dos outros animes, já que a popularidade desse tipo de jogo não é vista tão abertamente nos mangás japoneses. No entanto, com sites de apostas cada vez mais populares, como o Sportingbet, a produção acabou chamando atenção e gerou uma franquia com vários produtos. Tudo começou com o mangá homônimo. Criado em 2014 com textos de Homura Kawamoto e ilustrações de Tōru Naomura, a trama tornou-se rapidamente cultuada à particularidade de sua história. No mangá, além das recompensas monetárias obtidas pelas grandes apostas, os vencedores também obtêm o benefício de transformar os perdedores em escravos particulares, mantendo uma certa ordem hierárquica, até que Yumeko Jabami chega para fazer parte das competições e rompe com o status quo, tornando-se a High Roller do lugar. O mangá original já tem 9 volumes, que estão disponíveis na Amazon – o mais recente é do mês passado. Assim como nos quadrinhos, o anime segue a protagonista Yumeko Jabami, recém-chegada no colégio particular Hyakkaou, onde impera um sistema imposto pelo grêmio acadêmico baseado em apostas de jogos de azar. Uma vez endividado, o aluno assume a alcunha de “bicho de estimação”, passando a ser humilhado pelos colegas e obrigado a fazer serviços forçados. A protagonista é uma apostadora compulsiva que sente prazem em se arriscar nestes jogos. Habilidosa, ela passa a incomodar os interesses dos alunos da elite japonesa que formam o conselho do grêmio estudantil. Além do mangá e do anime, “Kakegurui” também inspirou uma série live-action estrelada por Minami Hamabe (“Ace Attorney”), ligeiramente diferente da trama dos desenhos, que durou duas temporadas entre 2017 e 2018 e que será concluída com um filme. O longa encontra-se em desenvolvimento para lançamento em maio no Japão.

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  • Série

    HBO vai abrir sinal na estreia da última temporada de Game of Thrones

    12 de abril de 2019 /

    O canal pago HBO anunciou que vai abrir o seu sinal no fim de semana, visando dar um gostinho do retorno de “Game of Thrones”. O primeiro episódio da 8ª e última temporada da série vai ao ar neste domingo (14/4) às 22h no Brasil. O sinal aberto será disponibilizado entre os dias 12 e 14 de abril para todos os assinantes dos pacotes básicos das operadores NET, Oi TV, Claro, Vivo TV e Sky. A expectativa é de que a exibição registre recordes de audiência. A 8ª e última temporada de “Game of Thrones” será mais curta do que as anteriores, com apenas seis episódios, mas eles serão os mais longos da série, como se fossem filmes semanais. Os episódios poderão ser acompanhados pelo canal televisivo da HBO ou pelo aplicativo de streaming HBO Go.

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  • Filme

    Lando Calrissian pode ter uma filha no novo Star Wars

    12 de abril de 2019 /

    O evento Star Wars Celebration, realizado nesta sexta (12/4) em Chicago, apresentou pela primeira vez uma foto da atriz Naomi Ackie (“Lady Macbeth”) como sua personagem em “Star Wars: The Rise of Skywalker”. Embora não tenha aparecido no trailer divulgado, a misteriosa Jannah já inspira teorias dos fãs, que a imaginam como filha de Lando Calrissian, o personagem de Billy Dee Williams, que retorna à franquia no novo filme. A imagem (veja acima) revela que ela usa uma capa como Lando. O apresentador do painel, Stephen Colbert, chegou a perguntar à atriz se Jannah seria mesmo filha de Calrissian. Ela desconversou: “Lando é um homem charmoso. Ele pode ter muitas filhas por aí!”. De todo modo, Ackie não pode revelar muito sobre seu papel no filme. “Tudo o que eu posso dizer é que o grupo original de heróis vai embarcar em uma aventura épica, e estou animada que Jannah vai cruzar com eles”, comentou. Na trama, ela irá se encontrar com Poe Dameron (Oscar Isaac), Finn (John Boyega), Rey (Daisy Ridley), Chewbacca e os droides BB-8 e C-3PO. Com direção de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”), o filme que vai encerrar a saga original de “Star Wars” estreia em 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Diretor explica como Carrie Fisher aparece no novo Star Wars

    12 de abril de 2019 /

    A divulgação do primeiro trailer do “Episódio IX” de “Star Wars”, oficialmente intitulado “Star Wars: The Rise of Skywalker”, confirmou a presença de Carrie Fisher no papel da Princesa/General Leia. Durante o evento Star Wars Celebration, em Chicago, o diretor J.J. Abrams contou como fez para incluir a atriz, falecida no final de 2016, na produção. “Não podíamos preencher o vazio deixado por ela, então conversamos sobre como seguir em frente”, relembrou. “Ela era a melhor, era maravilhosa, incrível. O que você vai fazer em uma situação dessas? Você não pode simplesmente escalar outra atriz, e a ideia de recriá-la com efeitos especiais estava totalmente descartada”, ele explicou. A solução se materializou quando a equipe encontrou várias cenas não-usadas de Fisher em “O Despertar da Força”. “Vimos essas cenas e entendemos. Seria ela, e ela estaria no filme. Todo dia eu sinto o baque de não tê-la aqui, mas estamos trabalhando com ela. Ela está em cena, e tem cenas com Billy [Lourd], a filha dela”. “A Princesa Leia vive neste filme de uma forma que é impressionante”, concluiu Abrams.

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  • Série

    NCIS é renovada para sua 17ª temporada

    11 de abril de 2019 /

    A rede americana CBS renovou “NCIS” para sua 17ª temporada. A notícia não surpreende, já que se trata da série dramática de maior audiência da TV americana. Em termos de público geral, só é menos assistida que a sitcom “The Big Bang Theory”. O que surpreende é que o enorme sucesso da série representa uma antítese do formato explorado pelas plataformas de streaming, em que os capítulos continuam/emendam um no outro para inspirar maratona. “NCIS”, ao contrário, segue a fórmula procedimental dos dramas policiais dos anos 1950, em que cada episódio aborda um “caso da semana” diferente. Entretanto, a atração tem se mostrado mais flexível nos últimos tempos ao estender algumas tramas por mais de um episódio. “NCIS tem sido uma força global por quase duas décadas. Seus espectadores são claramente os mais fiéis de qualquer drama na televisão”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “Temos uma enorme dívida de gratidão com a talentosa equipe de produção e o elenco liderado pelo extraordinário Mark Harmon. Estamos muito satisfeitos com o fato de o programa continuar sendo um marco da programação da CBS na próxima temporada.” Originalmente um spin-off de “JAG” (1995–2005), a série estreou em 2003 e desde então tem sido o carro-chefe da programação da emissora, já tendo gerado duas séries derivadas, “NCIS: Los Angeles” (em 2009) e “NCIS: New Orleans” (em 2014). Atualmente, a CBS exibe a reta final da sua 16ª temporada, firme e forte após perder sua intérprete mais querida, atriz Pauley Perrette, que se despediu do papel da nada convencional especialista forense Abby Sciuto no ano passado. No Brasil, “NCIS” faz parte da programação do canal pago AXN.

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  • Filme

    Jake Gyllenhaal vai estrelar minissérie da HBO

    11 de abril de 2019 /

    O ator Jake Gyllenhaal (“O Abutre”) vai estrelar uma nova minissérie do canal pago americano HBO. Trata-se de “Lake Success”, baseada no libro homônimo do escritor Gary Shteyngart. O projeto será a primeira atração televisiva de sua carreira. Até então, Gyllenhaal só tinha feito participações especiais – interpretando a si mesmo num capítulo do humorístico “Inside Amy Schumer”, há três anos, e aparecendo como o filho de Robin Williams em um episódio de “Homicide: Life on the Street” de 1994. Além de estrelar, o astro vai produzir a minissérie que está sendo desenvolvida pelo próprio autor do livro em parceria com o roteirista Tom Spezialy (“The Leftovers”). Em comunicado, Gyllenhall disse estar empolgado em trabalhar com a emissora de conteúdo premium e que “o romance de Gary é um estudo de personagem maravilhosamente executado, que destaca a profundidade da contradição e complicação humana, tendo como pano de fundo os Estados Unidos atuais”. “Lake Success” acompanha Barry Cohen, um administrador de fundos de investimentos narcisista e fora da realidade que foge de sua família, seu passado e da Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos em uma viagem desvairada pelo país em busca de sua antiga namorada de faculdade – e uma última chance de redenção romântica. Enquanto isso, em Manhattan, sua esposa brilhante, Seema, luta para criar seu filho autista e inicia um caso de amor tragicômico próprio. Ainda não há previsão de estreia.

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  • Filme

    Rocket se impressiona com liderança do Capitão América em novo vídeo legendado dos Vingadores

    11 de abril de 2019 /

    A Marvel divulgou um novo vídeo legendado do filme “Vingadores: Ultimato”, aguardada superprodução que vai bater todos os recordes de bilheteria imagináveis daqui a duas semanas. A prévia traz diversas cenas de ação amarradas por um discurso motivacional do Capitão América (Chris Evans), que prepara os heróis para sua missão. Mas o melhor fica para o final, quando Rocket (voz de Bradley Cooper) expressa sua admiração diante do discurso, ao afirmar que o Capitão é um líder muito bom, inspirando concordância do Homem-Formiga (Paul Rudd). Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo, “Vingadores: Ultimato” estreia em 25 de abril nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Emily Bett Rickards se despede de Arrow levando elenco às lágrimas

    11 de abril de 2019 /

    Emily Bett Rickards encerrou nesta semana as gravações de seu último episódio em “Arrow”, após interpretar a heroína Felicity Smoak por sete temporadas. Como não poderia deixar de ser, o final de sua participação na série gerou reações emocionadas do elenco e da própria atriz nas redes sociais. O protagonista Stephen Amell disse em seu Twitter que “há dias em que atores derramam uma única lágrima nobre, e há dias em que eles choram tão feio que embaçam os óculos de sua companheira de cena. Hoje foi a segunda opção”. O intérprete de Oliver Queen também publicou um vídeo de sua filha cantando “A Million Dreams” (do musical “O Rei do Show”) para a atriz após as filmagens da sua última cena. Outros atores e a showrunner Beth Schwartz se manifestaram, como pode ser visto abaixo. Um dos mais emocionados, Rick Gonzalez, o Rene, publicou um vídeo ao lado de uma Emily Bett em que os dois se desmancham em lágrimas. A atriz saiu de “Arrow” para se dedicar ao teatro. Ela começa a agora a ensaiar para a estreia da peça “Reborning”, que ela apresentará em Nova York. E, pelas datas (de julho a agosto), fica claro que os ensaios e apresentações coincidiriam com as gravações da última temporada da série no Canadá. A saída da personagem Felicity deve acontecer no último episódio da 7ª temporada, cuja trama está sendo mantida em mistério. Apesar disso, Felicity não deve morrer, já que apareceu recentemente num flashforward, revelando sua presença no futuro. Ainda sem título, o final da temporada será exibido em 13 de maio nos Estados Unidos. “Arrow” é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner. There are days when actors shed a noble tear in a scene and there are days when they ugly cry to the point of fogging up their scene partners glasses. Today was the latter. — Stephen Amell (@StephenAmell) April 10, 2019 Our kiddo wanted to sing @emilybett a song on her last day. pic.twitter.com/DxlkShd2H6 — Stephen Amell (@StephenAmell) April 10, 2019 It’s @EmilyBett’s last day. ??? What a ride! #Arrow #BlondieAndRene pic.twitter.com/LwzaZ6sVVQ — Rick Gonzalez (@officialrickg) April 9, 2019 GIRL, @EmilyBett You are an amazing woman! Thank You for sharing your love & light with ALL OF US over the years! #Arrow You are a TRUE inspiration; as an artist, as an individual, and as a dear friend. Now, go move mountains girl! I ❤️ U — Katie Cassidy (@MzKatieCassidy) April 9, 2019 In major denial that this is @EmilyBett last day. So many feelings. So many memories. So much love. Can’t wait to see you take over the world! ? — Beth Schwartz (@SchwartzApprovd) April 10, 2019

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  • Filme

    CEO da Disney diz que Hitler adoraria as redes sociais

    11 de abril de 2019 /

    CEO da Disney e um dos homens mais poderosos da indústria do entretenimento mundial, Bob Iger fez um discurso duro contra a popularidade das redes sociais nesta quinta (11/4), durante uma cerimônia do Centro Simon Wiesenthal, em Los Angeles, em que foi homenageado com um prêmio humanitário. Ele disse que Hitler adoraria as ferramentas das mídias sociais e faria uso incendiário delas para propagar suas ideias, se vivesse nos dias de hoje. “Esta é a ferramenta promocional mais eficaz com a qual um extremista pode sonhar porque, em seu design, as redes sociais oferecem uma visão estreita do mundo, filtrando tudo o que parece questionar nossas crenças enquanto validamos nossas convicções e ampliando nossos medos mais profundos”, disse o empresário responsável pela aquisição da Pixar, Marvel, Lucasfilm e Fox pela Disney. “O ódio e a raiva estão nos levando novamente ao abismo”, continuou Iger. “E a apatia está crescendo, consumindo nosso discurso público e transformando nosso país em algo irreconhecível” para aqueles que ainda acreditam na civilidade e nos direitos humanos. Recentemente, a Disney reconsiderou a demissão do diretor James Gunn (da franquia “Guardiões da Galáxia”), após reagir de forma automática a uma campanha de ódio da direita americana, que buscou posts antigos do Twitter com piadas polêmicas do cineasta para exigir sua cabeça. O ator Dave Bautista, que encabeçou protestos contra a demissão, divulgou um vídeo revelando que o responsável pela campanha contra Gunn se gabava de mentir para destruir carreiras usando o poder manipulativo das redes sociais.

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  • Série

    Ator de Game of Thrones vai viver Bruce Wayne na série dos Titãs

    11 de abril de 2019 /

    O ator Iain Glen, intérprete de Jorah Mormont em “Game of Thrones”, vai viver Bruce Wayne, o Batman, na 2ª temporada de “Titãs”. Segundo o site Deadline, Glen viverá uma versão mais experiente de Wayne, que passou décadas lutando contra o crime em Gotham City. Agora, o bilionário tenta reparar o seu difícil relacionamento com o ex-pupilo Dick Grayson (Brenton Thwaites), o Robin, e ajudar os Titãs em suas missões. Glen completa 58 anos em junho e é 16 anos mais velho que Ben Afleck, até então o ator mais velho a viver Bruce Wayne. O serviço de streaming DC Universe, que exibe “Titãs” nos EUA, não divulgou se ele vai chegar a vestir o icônico uniforme do Batman na série. O herói chegou a aparecer em flashbacks e numa cena de delírio de Dick Grayson durante a 1ª temporada, mas foi vivido por um dublê nessas ocasiões. “Titãs” segue o time de jovens super-heróis liderados pelo Robin, que inclui a alienígena Estelar (Anna Diop), a demoníaca Ravena (Teagan Croft) e o metamorfo Mutano (Ryan Potter). A 2ª temporada da série, que ainda não teve data de estreia divulgada, trará outras novidades no elenco, como Esai Morales (“How to Get Away with Murder”) no papel do vilão Exterminador e o novato australiano Joshua Orpin como Superboy. A série é disponibilizada no Brasil pela Netflix.

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  • Filme

    As Panteras ganha primeiras fotos e se assume como continuação da franquia

    11 de abril de 2019 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou as primeiras fotos do novo filme de “As Panteras”. E além de apresentar as imagens com seu logotipo (que podem ser vistas abaixo), a publicação também fez algumas revelações sobre a produção. Para começar, o longa não é um reboot da franquia. Trata-se de uma continuação, que leva em conta a série dos anos 1970 e também os dois filmes da década passada. A premissa indica que o novo trio feminino, formado por Kristen Stewart (“Crepúsculo”), Naomi Scott (“Power Rangers”) e Ella Balinska (“The Athena”), é apenas uma das muitas equipes comandadas pelo misterioso Charlie. Além disso, a agência original de detetives virou uma operação de espionagem internacional, expandindo-se para acompanhar a evolução do mundo. As personagens centrais também ganharam nome. Stewart vive Sabina, a festeira imprevisível do grupo, Balinska é Jane, ex-agente do MI6 que serve como os “músculos” do trio, e Scott é Elena, a cientista que representa o “coração” do grupo. Além delas, o filme vai explicar que Bosley, o assistente de Charlie na série clássica, não é um nome, mas um “cargo”. Por isso, atores diferentes puderam interpretá-lo no cinema – enquanto cada Pantera nova tinha seu próprio nome individual. “As Panteras sempre trocaram de nome entre um reboot e outro, mas Bosley sempre foi Bosley. Pensamos, então: ‘Não é um nome, é um cargo'”, disse a diretora Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”). Ela própria vai acumular funções atrás e na frente das câmeras como um dos Bosleys do filme. Além dela, a produção mostrará outros dois, vividos por Patrick Stewart (“Logan”) e Djimon Hounsou (“Capitã Marvel”). Banks também disse que optou por fazer um filme mais parecido com a franquia “Missão Impossível” do que uma produção ao estilo dos dois filmes das “Panteras”, dirigidos por McG nos anos 2000. “Aqueles filmes funcionam melhor quando o time todo está junto, e há esta mistura de humor e ação. Ving Rhames, Simon Pegg, Rebecca Ferguson. Pensamos muito nisso durante as filmagens”, ela revelou, ressaltando a questão da irmandade feminina como tema central. “Era importante, para mim, fazer um filme sobre mulheres trabalhando juntas, apoiando umas às outras”. Durante sua entrevista com a publicação, Banks não quis revelar nada sobre o papel de Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) no filme. O ator aparece ao lado de Ella Balinska em uma das fotos divulgadas, mas a diretora adianta que “ele é um amigo da personagem de Naomi [Scott]”. As Panteras do novo filme tem muitos aliados, diz Banks, mas isso não significa que não consigam completar suas missões sozinhas: “Mulheres podem fazer o que quiserem. Isso não é só a minha opinião, é a filosofia de toda esta franquia”.

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  • Filme

    Hellboy é destruído pela crítica americana: “Um dos piores filmes do ano”

    11 de abril de 2019 /

    O novo filme do herói “Hellboy” foi eviscerado pela crítica norte-americana. A distribuidora Lionsgate já sabia que tinha uma bomba nas mãos e estabeleceu um longo embargo, liberando as publicações das resenhas apenas na quarta-feira (10/4), dois dias antes da estreia do filme nos Estados Unidos. Entretanto, a tática se provou suicida, já que concentrou a dose de negatividade, que irrompeu de uma só vez em toda a imprensa. O resultado foi uma “nota” abaixo da média “Transformers”, de apenas 13% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes para o longa de Neil Marshall (“Game of Thrones”). O filme foi enterrado com comparações desfavoráveis às adaptações anteriores dos quadrinhos para o cinema, feitas em 2004 e 2008 pelo cineasta Guillermo Del Toro (“A Forma da Água”) e estreladas por Ron Perlman. Del Toro queria fazer um terceiro filme, mas o estúdio preferiu um reboot para relançar a franquia. Se arrependimento matasse… “Você percebe o quanto precisa de Guillermo del Toro quando vê o reboot de ‘Hellboy”, publicou o site do crítico Roger Ebert. O reboot foi considerado genérico, com muita violência gratuita, efeitos visuais baratos, roteiro pavoroso, elenco inexpressivo e nenhuma criatividade. “Um dos piores filmes que você verá este ano”, decretou o site World of Reel. “A corrida para o pior filme do ano está esquentando. Você poderia até dizer que está mais quente que o inferno, agora que ‘Hellboy’ assumiu a liderança”, ecoou o jornal New York Post. “Por toda a sua atitude durona e pelos mini-apocalipses de CGI no qual ele luta, está faltando algo neste Hellboy. Ele é uma figura banal de filme de ação, sem o carisma de sua versão anterior”, descreveu o jornal britânico The Guardian. “São duas horas que parecem três, e a impressão é que ainda assim tem algo faltando”, concordou o jornal San Francisco Chronicle, que ainda lamentou a violência gratuita da produção. “É assim que os filmes de Hollywood seriam se o sindicato de diretores calculasse os salários dos seus profissionais pelo número de cabeças decapitadas”. “Enquanto Del Toro trouxe muito charme, Marshall entrega tripas, cartilagens e monstros saídos do inferno do CGI. O filme tem duas horas, mas parece uma eternidade, se arrastando incoerentemente de uma cena de ação barulhenta para outra”, descreveu a revista Time Out. “Violência e vulgaridade substituem o humor e a poesia de Guillermo Del Toro”, descreveu a revista Newsday. “Até os fãs de Hellboy provavelmente desejarão que esta versão do personagem volte para o lugar de onde veio [o inferno]”. “Marshall e o roteirista Andrew Cosby foram fundo com sua classificação R-Rated (para maiores), apresentando tanto sangue e palavrões que, francamente, fica monótono. As performances fracas e a história incoerente não ajudam em nada”, apontou o jornal The Washington Post. “Há pouca tensão ou química e o CGI parece barato – deixando esse filme mais parecido com o purgatório do que com uma diversão infernal”, lamentou o jornal britânico Daily Mirror. “Apesar de seus visuais horripilantes, o verdadeiro vilão do filme é sua escrita podre, que transforma ‘Hellboy’ em sequências de ação constantes costuradas por duas ou três frases e uma vaga sugestão de narrativa”, resumiu o site Vox. “Feio, desagradável e totalmente sem graça, sem nada a dizer que não comece com um palavrão”, lamentou o jornal inglês Telegraph. “O fim está chegando”, diz um amigo moribundo de Hellboy quase no começo do filme, e a esta altura eu já estava pensando: ‘Ah, sim, por favor'”, clamou a crítica do New York Times, desejando que tudo acabasse mais rápido. “Quem, exatamente, estava clamando por um reboot de Hellboy?”, indagou, retoricamente, a revista The Hollywood Reporter. A resposta, claro, eram os fãs de Guillermo Del Toro. “Já ouviu a frase: ‘Se não está quebrado, não faça um reboot’?”, reforçou o blogue Randy Reviews. “A única coisa positiva que sobra desse filme é o reconhecimento da visão original de Guillermo del Toro”, concluiu o site We Live Entertainment. A estreia está marcada para 16 de maio no Brasil, um mês depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Danilo Gentili é condenado a quase sete meses de prisão por injúria

    10 de abril de 2019 /

    O ator e apresentador Danilo Gentili foi condenado a seis meses e 28 dias de detenção, em regime semiaberto, pelo crime de injúria praticado contra a deputada federal Maria do Rosário Nunes (PT-RS). Ele ainda poderá recorrer da sentença da 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo em liberdade. A condenação se refere a mensagens ofensivas de 2016, em que Gentili chamou a deputada de “nojenta”, “falsa” e “cínica”. Em resposta, Maria do Rosário processou o apresentador do programa “The Noite” e criador da série “Politicamente Incorreto”. A situação se agravou em maio de 2017, quando Gentili recebeu a notificação extrajudicial do processo e postou um vídeo em que aparecia rasgando e esfregou os papéis nas partes íntimas. Ao fazer isso, ele ainda destacou o termo “puta” da palavra deputada. A defesa alegou que o humorista não teve a intenção de atacar Maria do Rosário, mas a juíza Maria Isabel do Prado não reconheceu o argumento. Em sua decisão, ela ressaltou o direito à liberdade de expressão, mas lembra que quando alguém ultrapassa a linha da ética, “surge no Estado de Direito a tutela penal como legítimo instrumento de contenção contra o uso abusivo da liberdade de expressão.” “Verifico que o humorista e apresentador dolosamente injuriou através da internet a deputada federal, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, atribuindo-lhe a alcunha de ‘puta'”, escreveu a magistrada na sentença. Após a publicação da sentença, Gentili voltou a usar as redes sociais para ironizar a Justiça. “Quem vai me levar cigarro?”, ele escreveu para seus seguidores. Por sua vez, Maria do Rosário comemorou a sentença através de nota enviada à imprensa. “A sentença da 5° Vara Federal Criminal de São Paulo deve ser lida como uma convocação à sociedade brasileira de que é necessário retomar o respeito, o bom senso no debate público, nas redes sociais e na vida. Não pode haver impunidade, cabendo ao Judiciário definir os termos da condenação. Considero a decisão um símbolo de que é possível preservar a liberdade de expressão e garantir a dignidade humana. Esta é uma vitória da democracia e da justiça.”

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