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  • Série

    The Mandalorian ganha trailer dublado e legendado para estreia no Brasil

    15 de outubro de 2020 /

    A Disney divulgou um novo comercial de “The Mandalorian”, em versões dublada e legendada, para divulgar a chegada da série ao Brasil. A prévia parte do conflito final da temporada inaugural para revelar que o vilão Moff Gideon (Giancarlo Esposito) não desistiu da “criança” (o Baby Yoda) e vai perseguir o mandaloriano (Pedro Pascal) nos episódios inéditos, que os brasileiros poderão acompanhar junto do público americano, após maratonarem a 1ª temporada completa. Primeira série live-action do universo “Star Wars”, “The Mandalorian” se tornou o principal sucesso da plataforma Disney+ (Disney Plus) e venceu nada menos que 7 prêmios Emmy no mês passado, incluindo Melhores Efeitos Visuais por seu trabalho inovador e revolucionário nesse departamento. Além de trazer Pedro Pascal como o Mandaloriano principal e manter o vilão de Esposito e os aliados vividos por Gina Carano e Carl Weathers, os novos episódios produzidos pelo cineasta Jon Favreau (“Rei Leão”) vão trazer alguns personagens conhecidos do universo “Star Wars”, como Boba Fett, vivido por Temuera Morrison (“Aquaman”), Bo-Katan, interpretada por Katee Sackhoff (“Battlestar Galactica”) e Ahsoka Tano, encarnada por Rosario Dawson (“Luke Cage”). Para completar, a produção contará com novos nomes em seu elenco, como Michael Biehn (astro de “O Exterminador do Futuro” e “Aliens”) e Timothy Olyphant (“Santa Clarita Diet”), em papéis até aqui desconhecidos. A 2ª temporada será lançada em 30 de outubro nos EUA, mas a data que vale para os brasileiros é da estreia da plataforma Disney+ (Disney Plus) no país, marcada para 17 de novembro.

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  • Série

    O Dia em que o Presidente Desapareceu: Coronavírus cancela série sobre livro de Bill Clinton

    15 de outubro de 2020 /

    O canal pago americano Showtime desistiu do projeto de transformar em série o livro de suspense “O Dia em que o Presidente Desapareceu” (The President Is Missing), escrito pelo ex-presidente americano Bill Clinton e o escritor James Patterson (autor das obras que originaram as séries “Zoo”, “Instinct” e filmes como “Beijos Que Matam” e “A Sombra do Inimigo”). Durante uma entrevista sobre o novo filme da Netflix, “Rebecca”, a atriz Ann Dowd (a Tia Lydia de “The Handmaid’s Tale”), que gravou o piloto da série, revelou à revista Variety que a produção foi descartada, explicando que uma combinação de fatores, da pandemia à situação política do país, estariam por trás do fim da série. Outra fonte da publicação teria confirmado que a pandemia teve um papel significativo na decisão do canal. “Por causa da pandemia, as coisas precisaram ser mudadas no roteiro para refletir o que acontece com o presidente. Simplesmente não teria funcionado. Teria que ser re-contextualizada”, disse Dowd. O Showtime perdeu bastante dinheiro com esse projeto. Para começar, teria pago uma fortuna pelos direitos da publicação, lançada em julho de 2018 – valores estimados pelo The Hollywood Reporter em mais de US$ 10 milhões – e ainda liberou um grande orçamento para a produção do piloto, que trazia David Oyelowo (“Selma”) no papel principal. O enredo da série abandonada giraria em torno do desaparecimento de um presidente americano, com níveis de detalhes que só alguém que já ocupou o cargo poderia oferecer. Clinton foi o 42º presidente americano e, antes de “O Dia em que o Presidente Desapareceu”, já tinha publicado livros de não-ficção. Oyelowo viveria o vice-presidente James Martin, que é inesperadamente catapultado ao poder após a presidente Jillian Stroud (Dowd) desaparecer, e caminha direto para uma crise secreta que ameaça o mundo, tanto dentro quanto fora da Casa Branca. Veja o comercial nacional do livro abaixo.

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  • Série

    LA’s Finest é cancelada após duas temporadas

    15 de outubro de 2020 /

    A companhia de TV paga americana Spectrum anunciou o cancelamento de “LA’s Finest”, sua primeira série original, após duas temporadas. Derivada da franquia cinematográfica “Bad Boys” e estrelada por Gabrielle Union e Jessica Alba, a série foi o programa escolhido para lançar a plataforma Spectrum Originals em 2019. A trama era centrada na personagem Syd Burnett, irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence), introduzida em “Bad Boys 2” (2003), que assim como no filme é interpretada por Gabrielle Union. Replicando a dinâmica do cinema, ela ganhou uma parceira na série, propiciando o retorno de Jessica Alba à TV, 17 anos após o final da série sci-fi “Dark Angel” (2000–2002). A decisão de encerrar a produção vem cinco semanas depois do lançamento da 2ª temporada, que teve todos os seus episódios disponibilizados em estilo de maratona na plataforma, e enquanto a 1ª temporada era exibida na Fox, licenciada para a TV aberta para suprir a falta de novos programas, devido à pandemia de coronavírus. A verdade é que “LA’s Finest” teve um histórico problemático desde seu começo. O piloto original chegou a ser rejeitado pela rede americana NBC. Mas a Sony acreditava tanto em seu potencial que foi atrás de parceiros pouco convencionais para reverter a rejeição. Para começar, fechou acordo de coprodução com a Bell Media, dona da rede canadense CTV, e buscou um nova mídia para exibir o programa nos Estados Unidos. As negociações acabaram originando a primeira série da Spectrum, terceira maior empresa provedora de acesso à TV paga, telefonia e banda larga nos Estados Unidos. Desde então, a Spectrum já encomendou mais duas produções. Encontrar um lar não encerrou os problemas da atração, que continuaram durante as gravações da 1ª temporada. Um acidente trágico no set, quando um carro usado numa cena de ação perdeu o controle, levou um dos criadores da série, Brandon Sonnier, a passar por cirurgia de emergência e precisar amputar uma de suas pernas. A tragédia não emocionou a crítica, que odiou a produção. Com apenas 24% de aprovação, “LA’s Finest” tornou-se uma das séries pior avaliadas da história do Rotten Tomatoes. A série é exibida no Brasil pelo canal pago AXN, que pertence à Sony.

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  • Filme

    Um Príncipe em Nova York 2 troca cinemas pelo streaming

    15 de outubro de 2020 /

    A Paramount tirou a comédia “Um Príncipe em Nova York 2” dos cinemas. Segundo a revista Variety, o estúdio vendeu os direitos de distribuição do longa para a Amazon por US$ 125 milhões. Apesar do negócio estar bem encaminhado, o acordo ainda depende da assinatura de Eddie Murphy, que produz e protagoniza o filme. De todo modo, a estreia já está até agendada: para 18 de dezembro em streaming. A nova história vai se passar mais de 30 anos depois do filme original e encontrará o personagem de Murphy de volta aos Estados Unidos para encontrar um filho que não conhecia. A direção é de Craig Brewer (“Meu Nome é Dolemite”), com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”), e o elenco também traz de volta Arsenio Hall e James Earl Jones, do filme original, além de incluir Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”) e Jermaine Fowler (“Superior Donuts”). A venda para a Amazon reflete a estratégia da Paramount para fazer caixa durante a pandemia. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles e Nova York, o estúdio não tem esperado a volta ao “normal” e está fazendo negócios com as plataformas de streaming. Um dos títulos anteriores da Paramount que trocou o lançamento cinematográfico pelo digital foi o esperado “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, que originalmente deveria ter uma distribuição ampla nos cinemas neste mês, mas foi vendido para a Netflix por US$ 56 milhões. O drama baseado numa história real, que tende a ser um forte candidato ao Oscar, será lançado pela Netflix nesta sexta-feira (16/10).

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  • Série

    This Is Us: Trailer da 5ª temporada revela impacto da pandemia na trama

    15 de outubro de 2020 /

    A rede americana NBC divulgou o pôster e o trailer da 5ª temporada de “This Is Us”. A prévia revela que a trama contemporânea da série vai refletir a pandemia de covid-19 em seus próximos episódios. Uma das cenas mostra Kevin (personagem de Justin Hartley) usando uma máscara de proteção. O vídeo também inclui cenas do aniversário de 40 anos de Randall (Sterling K. Brown) e uma breve aparição de Rebecca (Mandy Moore) declarando que a família Pearson precisa “começar um novo capítulo”. A série volta a ser exibida nos EUA no dia 27 de outubro e chega ao Brasil um dia depois, às 21h30 de 28 de outubro, pela Fox Premium e o aplicativo Fox Play.

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  • Filme

    Sérgio Mallandro testa positivo para covid-19

    15 de outubro de 2020 /

    O humorista Sérgio Mallandro testou positivo para a Covid-19 e teve que cancelar as gravações de uma campanha publicitária que realizaria na sexta-feira passada (14/10). O exame fazia parte dos protocolos de segurança da produção, e foi feito antes do início do trabalho no comercial. O resultado fez o compromisso ser cancelado. A assessoria de Mallandro confirmou o diagnóstico em comunicado, acrescentando que ele está assintomático. “Sérgio testou positivo para a Covid-19, mas está bem e em casa, sem sintomas. Quem estava com ele testou negativo”, disse a nota. O trabalho suspenso eram gravações publicitárias para o banco virtual Nubank, que precisou dispensar toda a equipe técnica por conta do diagnóstico. Na noite desta quarta (14/10), o Instagram de Mallandro republicou o comunicado, revelando que ele está no 12º dia do vírus, sem ter febre ou precisar de oxigênio. Sérgio Mallandro completou 65 anos na segunda-feira (12/10). Ver essa foto no Instagram Sérgio Mallandro testou positivo para o COVID19, mas, passa bem. Ele não está precisando de oxigênio e não está com febre. Ele está no décimo segundo dia do vírus. Todos os compromissos formados foram adiados O Mallandro está sendo assistido pelo Dr José Geraldo Uma publicação compartilhada por Sérgio Mallandro (@serginhomallandro) em 14 de Out, 2020 às 2:40 PDT

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  • Filme

    Buck Rogers vai virar filme e série

    14 de outubro de 2020 /

    A Legendary estaria prestes a anunciar a compra dos direitos de adaptação do herói espacial “Buck Rogers” para uma grande variedade de projetos. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o estúdio tem interesse em desenvolver filmes, séries e até desenhos animados do homem do século 20 que vai parar no futuro, e está há anos negociando com herdeiros e empresas que detém os direitos do personagem e das histórias que ele viveu em diferentes publicações, nos seriados de aventura do cinema e na famosa série de televisão de 1979. A produção dos projetos está a cargo de Don Murphy e Susan Montford, por meio de sua empresa Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. O acordo de direitos envolve uma das últimas propriedades intelectuais da cultura pop do século 20 ainda disponíveis no mercado, permitindo o lançamento de uma franquia inédita. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.

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  • Etc

    Filhos de Sarah Michelle Gellar descobrem Buffy e viram fãs

    14 de outubro de 2020 /

    A atriz Sarah Michelle Gellar contou que voltou a assistir “Buffy: A Caça-Vampiros”, para apresentar a série para seus filhos, e eles viraram fãs. Ela fez a revelação ao participar do programa de Kelly Clarkson nesta quarta-feira (14/10). “Eu nunca pensei em mostrar a eles”, disse a atriz de 43 anos, explicando que a ideia surgiu quando eles estavam “tentando encontrar programas para maratonar” e seus filhos perguntaram se eles poderiam assistir “Buffy”. A atriz tem dois filhos com o marido, o ator Freddy Prinze Jr. – os dois se conheceram nos bastidores de “Eu Sei o que Você Fez no Verão Passado”, em 1997. A mais velha, Charlotte, tem 11 anos, e o caçula, Rocky, 8 anos. “Eu nem sabia se eles gostariam disso, mas eles gostaram muito”, disse ela. Apesar de Gellar interpretar o personagem-título, ela admitiu que é a “maior decepção do mundo” para os filhos, porque não consegue se lembrar de muitas coisas da época da série. “Eles sempre fazem perguntas e eu fico tipo ‘Não me lembro. Vou ter que mandar uma mensagem de texto para alguém e perguntar'”, revelou. “Eles acham que sabem mais da série do que eu neste momento.” Assistir ao programa com as crianças também melhorou muito seu Ibope doméstico. “Meu filho finalmente acha que sou cool agora”, disse ela a Clarkson. Embora a série tenha terminado em 2003, “Buffy” continua adorada e citada até hoje em novas séries, como marco do entretenimento de fantasia na TV e pelo pioneirismo de usar monstros como metáfora para os rituais da adolescência. Veja a entrevista abaixo.

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  • Série

    Last Man Standing vai acabar na próxima temporada

    14 de outubro de 2020 /

    A Fox anunciou que a 9ª temporada de “Last Man Standing” será a última da série de comédia estrelada por Tim Allen. Os episódios começaram a ser gravados nesta semana e têm estreia marcada para janeiro. “Tive a sorte de ter feito parte de ‘Last Man Standing'”, disse Allen em comunicado. “Agradeço muito ao apoio incrível de nossos fãs nesta quase década de trabalho. À medida que nos aproximamos da 9ª temporada, eu simplesmente admiro e me sinto grato por todo o trabalho árduo que nosso elenco e equipe realizaram. Todos nós tínhamos pensado em encerrar a série após a última temporada, mas, junto com a Fox, decidimos adicionar um ano para que pudéssemos produzir uma temporada completa e assim criar um adeus gentil e divertido. Estou ansioso por uma temporada final memorável e hilária.” A próxima temporada será apenas a terceira de “Last Man Standing” na Fox, que se mudou para a rede depois de seis temporadas na ABC. Muitos críticos comentaram, na época, que a ABC tinha cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), visto que ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Na série, Tim Allen (a voz de Buzz Lightyear em “Toy Story”) interpreta Mike Baxter, o único homem numa família repleta de mulheres – esposa e três filhas – , que se sente extremamente incomodado pelo crescente empoderamento feminino do mundo atual – ou, como diz a descrição oficial, ele é um homem “que tenta manter sua masculinidade em um mundo cada vez mais dominado por mulheres”. Com o ator principal, também voltaram quase todas as mulheres de sua família televisiva: Nancy Travis (a esposa Vanessa), Amanda Fuller (a filha mais velha Kristin) e Kaitlyn Dever (a caçula Eve), mas Molly Ephraim (a filha do meio Mandy) preferiu não participar do resgate – e foi substituída por Molly McCook (a Darlene da série “The Ranch”). Além delas, também retornaram Jonathan Adams (Chuck), Christoph Sanders (Kyle), Jordan Masterson (Ryan) e Hector Elizondo (Ed). A 7ª temporada manteve uma média de 5,8 milhões de telespectadores ao vivo, excelente para o padrão das comédias da Fox, mas a 8ª caiu para 4,2 milhões. Não deixa de ser simbólico que a decisão de encerrar a produção aconteça na véspera de uma eleição presidencial que demonstra uma nova mudança de rumo nos EUA, com o provável fim do governo Trump. Com o encerramento de “Last Man Standing”, a Fox ficará com apenas duas comédias live-action em sua programação: “The Moodys”, estrelada por Denis Leary e Elizabeth Perkins, e a vindoura “Call Me Kat”, estrelada por Mayim Bialik (“The Big Bang Theory).

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  • Filme

    Escalação de Gal Gadot como Cleópatra rende polêmica nas redes sociais

    14 de outubro de 2020 /

    Como era previsível e tinha sido antecipado pela Pipoca Moderna, a notícia de que Gal Gadot será a nova Cleópatra do cinema gerou protestos nas redes sociais. As duas situações previstas aconteceram. Em primeiro lugar, a acusação de “whitewashing”, prática cultivada por Hollywood durante décadas para representar pessoas de diferentes etnias com intérpretes brancos. Os filmes mais recentes sobre o Egito antigo, “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) e “Deuses do Egito” (2016), enfrentaram a mesma denúncia, em campanhas cada vez mais fortes para que a prática seja encerrada, sob a ameaça de fracasso nas bilheterias. A segunda polêmica girou em torno da escalação específica de Gadot, uma atriz israelense, país que há 50 anos travou guerra contra o Egito. Opiniões mais radicais consideraram a escolha uma afronta, com usuários muçulmanos das redes sociais lembrando o serviço militar obrigatório cumprido por Gadot nas forças armadas de Israel. Em meio à polêmica, a intérprete de “Mulher-Maravilha” (2017) limitou-se a destacar no Twitter que o filme contará a “história pela primeira vez através dos olhos das mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras”. O longa vai voltar a reunir Gadot com a diretora Patty Jenkins, responsável por “Mulher-Maravilha” e sua continuação, “Mulher-Maravilha 1984”, prevista para dezembro, e tem seu roteiro assinado por Laeta Kalogridis (criadora de “Altered Carbon”). Laeta Kalogridis, por sinal, foi quem se arriscou a acirrar a discussão ao lembrar que Cleópatra não era negra ou, no limite, “africana”. Ela se manifestou após o escritor sul-africano James Hall, um branco que escreveu sete livros e, segundo seu Twitter, 6 mil artigos sobre a África, lamentou o suposto racismo da escalação de Gadot. “Hollywood sempre escala atrizes americanas brancas como a Rainha do Nilo. Pelo menos uma vez, eles não conseguem encontrar uma atriz africana?”, tuitou o autor, que não pesquisou a origem da intérprete da produção, chamando-a de americana. Kalogridis retrucou os comentários com uma constatação óbvia. “Incrivelmente animada para ter a chance de contar a história de Cleópatra, minha faraó ptolemaica favorita e indiscutivelmente a mulher greco-macedônia mais famosa da história”, ela escreveu. E a postagem foi retuitada por Gadot, sem acrescentar comentários sobre o tema. De descendência grega, Kalogridis aprendeu na escola que a governante egípcia do século 1 a.C. era descendente de Ptolomeu, general macedônico do Imperador Alexandre, o Grande. Mais que isso, os homens da dinastia ptolomaica eram obcecados pela Grécia e só se casavam com mulheres gregas, o que garante uma herança genética branca para Cleópatra. De fato, uma das maiores cidades helenistas do mundo antigo, Alexandria, foi fundada no Egito por Alexandre, e abrigou a maior biblioteca, o maior farol e a maior comunidade urbana judaica de sua época. Judeus, gregos e egípcios conviveram simultaneamente no Egito antes e depois de Cleópatra, até a invasão Persa, que só aconteceu cerca de 600 anos após a morte da rainha. A propósito, assim que começaram os argumentos sobre Cleópatra ser grega, as redes sociais também reagiram, reclamando que, então, uma atriz grega devia interpretá-la. Vale lembrar que boa parte dos personagens americanos de Hollywood são interpretados por atores britânicos, inclusive Martin Luther King em “Selma”. E que Chadwick Boseman não é africano, apesar de ter interpretado um rei daquele continente em “Pantera Negra”.

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  • Série

    Série Dexter vai voltar com episódios inéditos

    14 de outubro de 2020 /

    O canal pago Showtime anunciou a volta da cultuada série “Dexter”, com novos episódios estrelados por Michael C. Hall. A trama será uma continuação da série original, que durou oito temporadas e terminou em 2013 com Dexter Morgan, o psicopata “bonzinho” vivido por Hall, optando por se afastar de todos. A última cena revelava que ele tinha assumido a identidade de um lenhador e se escondido numa floresta, vivendo uma vida solitária. A produção terá formato de minissérie e contará com apenas 10 capítulos, comandados pelo showrunner original da atração, Clyde Phillips. E já tem previsão para começar suas gravações no início do próximo ano, com uma estreia planejada para o outono de 2021 (entre setembro e novembro). “‘Dexter’ é uma série especial, tanto para seus milhões de fãs quanto para a Showtime, já que esse programa inovador ajudou a colocar nosso canal no mapa há muitos anos”, disse o presidente da Showtime Entertainment, Gary Levine. “Só revisitaríamos esse personagem único se pudéssemos encontrar uma abordagem criativa que fosse verdadeiramente digna da série original e brilhante. Bem, estou feliz em informar que Clyde Phillips e Michael C. Hall encontraram isso, e mal podemos esperar para gravá-la e mostrá-la ao mundo. ” A conclusão aberta da série chegou a render a especulações sobre um spin-off, com o então chefe da Showtime, David Nevins, dizendo o canal chegou a discutir isso, mas só avançaria se Hall estivesse envolvido. Phillips atuou como showrunner nas primeiras quatro temporadas de “Dexter”, saindo em 2009. Foi sob comando que a atração virou um fenômeno, ganhando três indicações ao Emmy de Melhor Série de Drama e quatro indicações no troféu do Sindicato dos Roteiristas (WGA Awards) na mesma categoria. Hall, por sua vez, recebeu cinco indicações consecutivas ao Emmy por interpretar Dexter, vindo a ganhar o Globo de Ouro e o prêmio do Sindicato dos Atores (SAG Awards) pelo papel em 2010. Depois da série, nenhum dos novos projetos do ator teve o mesmo sucesso. Seus créditos mais recentes incluem a série “Safe” (2018), na Netflix, e o thriller “O Relatório” (2019), na Amazon. A volta de “Dexter” integra uma linha de revivals que a Showtime vem explorando nos últimos anos, entre eles “Twin Peaks: The Return”, “The L Word: Generation Q” e “Penny Dreadful: City of Angels”.

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  • Série

    Final de Supernatural ganha data de exibição no Brasil

    14 de outubro de 2020 /

    O canal pago Warner anunciou a data de estreia dos episódios finais de “Supernatural” no Brasil. Os sete capítulos da reta final começam a ser exibidos às 21h40 do dia 27 de outubro, com novas transmissões da fase inédita nas terças-feiras seguintes. Deste modo, a programação nacional terá uma defasagem de duas semanas e meia em relação aos EUA, onde a série retornou na quinta-feira passada (8/10). Com essa diferença, a data de exibição do último capítulo ficou marcada para o dia 6 de dezembro no Brasil – enquanto a rede americana CW fará a transmissão em 19 de novembro. Lançada em 2005, “Supernatural” está em sua 15ª temporada e é a série mais longeva da CW. Entretanto, já deveria ter acabado. A despedida dos irmãos caçadores de monstros vividos foi adiada por alguns meses devido à pandemia, que impediu as gravações de três capítulos e a pós-produção de mais quatro. Com a retomada dos trabalhos em agosto passado, no Canadá, os capítulos que faltaram já foram totalmente gravados.

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  • Filme

    Leonardo DiCaprio e Meryl Streep se juntam a Jennifer Lawrence em comédia da Netflix

    14 de outubro de 2020 /

    O diretor Adam McKay (“Vice”) juntou um elenco de peso para sua estreia na Netflix, com muitos oscarizados que também nunca tinham trabalhado antes numa produção da plataforma de streaming. Depois de definir Jennifer Lawrence (“Mãe!”) no papel principal da comédia “Don’t Look Up”, ele acrescentou Rob Morgan (“A Fotografia”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), e agora chutou as expectativas para o infinito, com o anúncio dos nomes de – ninguém menos que – Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Himesh Patel (“Yesterday”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega são recebidos com desdém e descrença. DiCaprio foi confirmado como o outro cientista. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro. As filmagens estão marcadas para começar no dia 19 de novembro, mas ainda não há uma previsão para a estreia.

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