Estreias online: The Crown e As Five encabeçam semana de séries imperdíveis
Entre a melhor temporada de “The Crown” e o lançamento de “As Five”, a programação de séries está excepcionalmente caprichada nesta semana, com opções de qualidade para vários gostos. Mas esta qualidade também demanda paciência. Quatro dos títulos da lista estreiam apenas no domingo (15/11). Além disso, metade da lista são produções da Starz Play, Globoplay e HBO Go que chegam a conta-gotas como na TV convencional, no ritmo de um episódio por semana. Confira abaixo mais detalhes do ótimo Top 10 em streaming deste fim de semana. The Crown | Reino Unido | 4ª Temporada A série sobre a família real britânica chega aos anos 1980 de forma impactante, destacando a soberba de Margaret Thatcher, que acredita salvar o Reino Unido enquanto quebra sua economia, e a frustração da princesa Diana ao perceber que seu conto de fadas não termina com um “viveram felizes para sempre”, mas sim com crises de bulimia. Passada entre a ascensão da Primeira Ministra, que chegou ao poder em 1979, e a tragédia da Princesa do Povo, que encanta o país, mas não a monarquia britânica, os novos episódios destacam as estreias de Gillian Anderson (“Arquivo X”) como Thatcher e Emma Corrin (“Pennyworth”) no papel de Diana, e voltam a reunir pela última vez Olivia Colman (“A Favorita”) como a rainha Elizabeth IIª, Helena Bonham Carter (“Oito Mulheres e um Segredo”) no papel da Princesa Margaret, Tobias Menzies (“Outlander”) como o príncipe Philip, Josh O’Connor (“Emma.”) como o príncipe Charles e Emerald Fennell (“Call the Midwife”) na pele de Camilla Parker-Bowles – antes de uma terceira e última troca completa de elenco, para encerrar a série nos próximos dois anos de produção. Disponível em 15/11 na Netflix As Five | Brasil | 1ª Temporada Drama juvenil derivado de “Malhação: Viva a Diferença”, a série retoma os personagens da mais bem-sucedida da novelinha da Globo, premiada com o Emmy Kids Internacional. Concebido pelo cineasta Cao Hamburger (de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias” e “Xingu”), o spin-off é bem mais adulto e mostra o que aconteceu com as “Five”, as cinco protagonistas da história original, após cada uma seguir um rumo diferente no final da trama exibida entre entre 2017 e 2018 – e recentemente reprisada na rede Globo. Algumas mudaram de cidade, outras se casaram e até o bebê que as juntou cresceu. Tina (Ana Hikari) é uma das poucas que continua morando em São Paulo e virou uma produtora musical ao lado do namorado. Quando a notícia da morte de sua mãe chega nas amigas, ela recebe apoio das quatro para superar o momento difícil. Mas logo vai ficar claro que cada uma delas também atravessa uma crise particular. Felizmente, com o reencontro, as amigas vão relembrar da juventude em que eram inseparáveis e, a partir daí, uma vai tentar ajudar a outra. Além de Ana Hikari, o elenco voltará a trazer Daphne Bozaski, Gabriela Medvedovski, Manoela Aliperti e Heslaine Vieira. Disponível na Globoplay, um episódio por semana Gangs of London | Reino Unido | 1ª Temporada Gareth Evans, o cineasta por trás do fenômeno indonésio “The Raid – Operação Invasão” (2011), marco do cinema de ação do século 21, concebeu “Gangs of London” como um videogame, que chegou a ser lançado sem muito alarde em 2006 pela Sony. Só que a série leva a premissa do jogo a um nível mais brutal, mostrando a luta de várias gangues pelo controle do submundo da capital inglesa. A produção causou furor no Reino Unido pelas cenas violentas, a começar pelo assassinato do chefão criminal mais poderoso de Londres. Quando seu filho e herdeiro deixa os negócios de lado para dar prioridade à vingança, tentando descobrir quem orquestrou o crime, uma variedade multicultural de gangues armadas até os dentes se movimenta para tirar proveito do vácuo repentino no submundo inglês. O papel principal é desempenhado por Joe Cole, que ficou conhecido como John Shelby em “Peaky Blinders”, o que rende algumas comparações entre as duas produções. Ambas são centradas em gângsteres britânicos de diferentes culturas e etnias, embora “Peaky Blinders” seja uma série de época e “Gangs of London” se passe nos dias atuais. O elenco ainda destaca Michelle Fairley e David Bradley (que foram inimigos mortais em “Game of Thrones”) e, além do galês Gareth Evans, os 10 episódios da 1ª temporada são dirigidos por mais dois cineastas: o inglês Corin Hardy (“A Freira”) e o francês Xavier Gens (“(A) Fronteira”), ambos especialistas em terrores sangrentos. Disponível em 15/11 na Starzplay, um episódio por semana Alex Rider | Reino Unido | 1ª Temporada Baseada nos famosos best-sellers do espião juvenil criado por Anthony Horowitz, a série traz o britânico Otto Farrant (das minisséries “Guerra e Paz” e “The White Queen”) como Alex Rider, substituindo Alex Pettyfer (“Magic Mike”), que viveu o agente secreto juvenil na única vez que o personagem foi levado ao cinema (em “Alex Rider Contra o Tempo”). O personagem é um adolescente de Londres que, sem saber, é treinado desde a infância para fazer parte do perigoso mundo da espionagem. Desenvolvida pelo roteirista Guy Burt (de “Os Borgias” e “Beowulf: Return to the Shieldlands”), a adaptação leva a premissa a sério e trata a trama como um thriller de ação, o que resulta bem melhor que o filme de 2006. Aprovada com 86% de críticas positivas no Rotten Tomatoes, a atração já foi renovada para sua 2ª temporada. Disponível na Amazon The Liberator | EUA | 1 Temporada A minissérie animada, adulta e realista dá vida ao aclamado livro de não-ficção de Alex Kershaw sobre a 2ª Guerra Mundial, em que Bradley James (o Arthur da série “Merlin”) vive Felix Sparks, um oficial do Exército dos EUA, que na vida real liderou um dos primeiros batalhões aliados a desembarcar na Itália e marchar em direção à Alemanha. A marcha durou mais de 500 dias, em meio a tiroteios traiçoeiros e explosões, até a liberação do campo de concentração de Dachau, e a minissérie de quatro episódios recria a árdua missão com auxílio de rotoscópio, que transforma a performance dos intérpretes de carne e osso em desenho. Trata-se da mesma técnica visual aplicada em “O Homem Duplo” (2006), de Richard Linklater, e na recente série “Undone”, da Amazon. A adaptação é assinada pelo veterano roteirista Jeb Stuart (“Duro de Matar”) e dirigida pelo aclamado artista de efeitos visuais Grzegorz Jonkajtys (da equipe de “Star Wars: O Despertar da Força” e “Vingadores: Guerra Infinita”). Disponível na Netflix Os Favoritos de Midas | Espanha | 1 Temporada O clássico literário “Os Mascotes de Midas” (1901), de Jack London, é trazido para os dias atuais pelo cineasta espanhol Mateo Gil (“As Leis da Termodinâmica”), numa minissérie de suspense sombrio. Na trama, um grupo misterioso passa a matar pessoas desconhecidas e aleatórias para forçar o sentimento de culpa num empresário que é chantageado a pagar US$ 50 milhões em troca da vida dos inocentes. Nem ele nem a polícia tem a menor ideia de quem está por trás desse golpe macabro, mas as mortes se acumulam sem parar. Primeira série criada por Gil após se consagrar como roteirista de filmes cultuados de Alejandro Amenabar – “Morte ao Vivo” (Tesis, 1996), “Preso na Escuridão” (Abre los Ojos, 1997) e “Mar Adentro” (2004) – , a produção é estrelada por Luis Tosar (“Cela 211”, “Enquanto Você Dorme”), três vezes vencedor do Goya (o Oscar espanhol), e também destaca Guillermo Toledo (“Crime Ferpeito”), Marta Belmonte (“Gente que Vai e Volta”), Marta Milans (“White Lines”) e Bea Segura (“O 3º andar – Terror na Rua Malasaña”). Disponível na Netflix Dignidad | Alemanha, Chile | 1 Temporada A série conta a história real da colônia Dignidad, um acampamento alemão comando por um médico nazista, que existiu no Chile durante o governo do ditador Pinochet. As atrocidades cometidas no local já renderam um filme, “Colônia” (2015), estrelado por Emma Watson. A minissérie oferece uma perspectiva diferente, contando a história em dois tempos, durante o auge dos abusos em 1976 e a investigação dos crimes em 1997, quando o líder da colônia, Paul Schäfer, se tornou foragido, acusado de torturar e matar pessoas enviadas ao local pela ditadura e abusar de pelo menos 200 crianças. Criada por Andreas Gutzeit (do vindouro remake televisivo de “Sissi, a Imperatriz”), a produção destaca Götz Otto (“Deu a Louca nos Nazis”) como Schäfer, além de Antonia Zegers (“Uma Mulher Fantástica”) e Marcel Rodriguez (“7 Days Berlin”) como líderes da investigação. Disponível na Amazon Dash & Lily | EUA | 1ª Temporada Comédia romântica juvenil protagonizada por Austin Abrams (“A Química que Há Entre Nós”) e Midori Francis (“Bons Meninos”), a atração é baseada no best-seller “O Caderninho de Desafios de Dash & Lily”, de Rachel Cohn e David Levithan, que também escreveram o livro que virou o filme “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música” (2008). Na trama, os protagonistas do título não se conhecem, mas conversam por meio de um caderno deixado em uma biblioteca, onde propõem desafios um ao outro, todos baseados em temas natalinos – ele com propostas cínicas, ela com uma visão sonhadora. A adaptação está a cargo de Lauren Moon (editora de textos de “Atypical”), tem direção da dupla Brad Silberling (do clássico “Desventuras em Série”) e Fred Savage (o eterno Kevin de “Dias Incríveis”, que há 21 anos é diretor de séries) e produção do cantor Nick Jonas. Não por acaso, a reta final da série inclui um show dos Jonas Brothers. Disponível na Netflix Industry | Reino Unido | 1ª Temporada Focada nos bastidores do mercado financeiro, a série acompanha uma nova geração em busca de sucesso no mundo dos grandes negócios, que sofre pressão e depressão pelo mau desempenho e receio de desemprego. A personagem central é uma jovem afro-americana idealista (Myha’la Herrold), que acredita que será julgada apenas por seus méritos e capacidade de atingir bons resultados, mas, ao disputar espaço em um dos maiores estabelecimentos financeiros com a elite jovem de Londres, descobre uma cultura de sexo, drogas e conflitos de ego. Criada pelos roteiristas Mickey Down e Konrad Kay (“Hoff the Record”), com produção e direção de Lena Dunham (criadora de “Girls”), “Industry” é gravada no Reino Unido e conta com atores pouco conhecidos, entre eles Myha’la Herrold (“Modern Love”), Marisa Abela (“Cobra”), Harry Lawtey (“Carta ao Rei”), Priyanga Burford (“Avenue 5”), David Jonsson (“Deep State”), Nabhaan Rizwan (“1917”) e Conor MacNeill (“A Batalha das Correntes”). Disponível na HBO Go, um episódio por semana Seduced: Inside the NXIVM Cult | EUA | 1ª Temporada Série documental sobre a jornada real e angustiante de India Oxenberg – filha de uma atriz de Hollywood e descendente da realeza europeia – que foi seduzida pela seita de escravas sexuais NXIVM, onde passou sete anos. Mais de 17 mil pessoas, incluindo India, se inscreveram no “Programa Executivo de Sucesso” da NXIVM, uma fachada para a seita e um campo de caça para o seu líder, o guru Keith Raniere. As mulheres que entravam no DOS, círculo mais privado do suposto grupo de autoajuda, acabavam numa sociedade secreta de escravos, virando vítimas de tráfico sexual e marcadas com ferro de cauterização. Ao contrário da série “The Vow”, da HBO, “Seduced” não perde tempo em preâmbulos, focando a sedução, doutrinação e escravidão de India, a luta de sua mãe para resgatá-la e, finalmente, sua fuga. A produção é assinada pelas cineastas Cecilia Peck e Inbal Lessner, que também fizeram “Brave Miss World”, documentário indicado ao Emmy. Disponível em 15/11 na Starzplay, um episódio por semana
Série do herói Raio Negro pode ganhar derivado centrado em Painkiller
A série “Black Lightning”, do super-herói Raio Negro, pode ganhar um spin-off. O showrunner da atração, Salim Akil, está desenvolvendo um piloto centrado no personagem Painkiller. O piloto será apresentado como um episódio comum da 4ª temporada de “Black Lightning”. Será o sétimo capítulo exibido em 2021, que terá roteiro, produção e direção de Salim Akil, centrando-se no anti-herói vivido por Jordan Calloway. A estratégia é comum na rede The CW, mas não costuma dar muito certo. A série “Supernatural” chegou a plantar dois pilotos desta forma e ambos foram recusados. Mais recentemente, um spin-off de “Arrow”, chamado “Green Arrow and the Black Canaries”, e um projeto derivado de “The 100” foram ao ar como capítulos comuns sem gerar resposta dos executivos do canal – apesar do piloto centrado na filha do Arqueiro Verde ter sido o episódio mais visto da última temporada de “Arrow”. Por outro lado, “Legacies” começou como spin-off de “The Originals”, que, por sua vez, já era um spin-off de “The Vampire Diaries”. Painkiller apareceu pela primeira vez em 1995, criado por Tony Isabella e Eddie Newell numa história em quadrinhos do Raio Negro. A adaptação televisiva tomou muitas liberdades em relação ao personagem original, rendendo um desenvolvimento cheio de idas e vindas. Khalil Payne, o namorado da filha mais nova do herói do título, acabou sofrendo um atentado logo no começo da série, que o paralisou e o tornou amargo. Ao ganhar uma chance de voltar a andar, aceitou virar capanga do vilão Tobias Whale, mas logo se regenerou num sacrifício por amor. Dado como morto, seu corpo foi resgatado, revivido e experimentado por uma agência secreta, que o transformou em Painkiller, um supervilão frio e sem memórias, enviado para atacar seus antigos amigos e matar a própria mãe. Mas a namoradinha poderosa conseguiu ajudá-lo a recuperar seu controle mental, embora a descoberta de seus atos tenha um trauma profundo. Ao final da 3ª temporada, ele se uniu aos heróis da série para acabar com a tal agência e outros inimigos em comum. Caso a série do personagem seja aprovada, vai encontrá-lo ainda atormentado, querendo distanciamento de tudo de todos, em busca de um recomeço numa nova cidade. Mas para isso precisará aprender a controlar seu lado mais sombrio, que luta para dominá-lo, adaptando sua natureza mais violenta e destrutiva para trazer justiça e não apenas dor. A 4ª temporada de “Black Lightning” tem estreia marcada para 8 de fevereiro nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.
Gotham Awards: Bacurau é indicado a prêmio de cinema indie dos EUA
Tradicionalmente considerado pontapé inicial para a temporada de premiações de cinema dos EUA, o Gotham Awards, evento nova-iorquino que elege os melhores do circuito independente americano, divulgou os indicados de sua edição de 2021 nesta quinta (12/11) com uma surpresa brasileira. Apesar de lançado no ano passado, “Bacurau” emplacou indicação na categoria de Melhor Filme Internacional. O longa de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles vai disputar o troféu com “Lindinhas”, lançamento francês da Netflix que chegou a sofrer tentativa de censura de grupos evangélicos no Brasil e foi chamado de “pornografia infantil” por integrantes do governo Bolsonaro. Ambos os filmes tem credenciais premiadas. O brasileiro ganhou o Prêmio do Júri do Festival de Cannes e o francês rendeu o troféu de Melhor Direção para Maïmouna Doucouré no Festival de Sudance. Os outros filmes da categoria internacional são o russo “Uma Mulher Alta”, de Kantemir Balagov, o irlandês “Wolfwalkers”, de Tomm Moore e Ross Stewart, o italiano “Martin Eden”, de Pietro Marcello, e o mexicano “Identifying Features”, de Fernanda Valadez. A lista americana, por sua vez, destacou “First Cow”, de Kelly Reichardt, com quatro indicações. Mas o que mais chamou atenção foi que todos os cinco filmes selecionados para o prêmio principal tiveram direção feminina. Um feito histórico. Além do longa de Reichardt, a disputa ao prêmio de Melhor Filme Indie do ano inclui “Nunca Raramente Às Vezes Sempre”, de Eliza Hittman, “A Assistente”, de Kitty Green, “Relic”, de Natalie Erika James, e o favorito “Nomadland”, de Chloé Zhao – que já venceu o Leão de Ouro do Festival de Veneza. Vale destacar ainda a nomeação póstuma de Chadwick Boseman a Melhor Ator por “A Voz Suprema do Blues”, drama musical que estreia em 18 de dezembro na Netflix. A premiação vai acontecer em 11 de janeiro em Nova York num formato híbrido, ao estilo dos Emmy Awards, com apresentação presencial e participação virtual dos nomeados. Confira a lista completa dos indicados abaixo. Melhor Filme “Nunca Raramente Às Vezes Sempre” “First Cow” “A Assistente” “Nomadland” “Relic” Melhor Documentário “76 Days” “Time” “City Hall” “Our Time Machine” “A Thousand Cuts” Melhor Ator Riz Ahmed (“Sound of Metal”) Jesse Plemons (“Estou Pensando em Acabar com Tudo”) Chadwick Boseman (“A Voz Suprema do Blues”) John Magaro (“First Cow”) Jude Law (“The Nest”) Melhor Atriz Carrie Coon (“The Nest”) Yuh-Jung Youn (“Minari”) Nicole Beharie (“Miss Juneteenth”) Jessie Buckley (“Estou Pensando em Acabar com Tudo”) Frances McDormand (“Nomadland”) Melhor Ator/Atriz Revelação Sidney Flanigan (“Nunca Raramente Às Vezes Sempre”) Kingsley Ben-Adir (“One Night in Miami”) Jasmine Batchelor (“The Surrogate”) Orion Lee (“First Cow”) Kelly O’Sullivan (“Saint Frances”) Melhor Diretor Revelação Radha Blank (“The Forty-Year-Old Version”) Channing Godfrey Peoples (“Miss Juneteenth”) Alex Thompson (“Saint France”) Carlo Mirabella-Davis (“Swallow”) Andrew Patterson (“A Vastidão da Noite”) Melhor Roteiro “The Forty-Year-Old Version” “First Cow” “Má Educação” “A Vastidão da Noite” “Fourteen” Melhor Filme Internacional “Bacurau” “Uma Mulher Alta” “Lindinhas” “Wolfwalkers” “Martin Eden” “Identifying Features” Melhor Série Estreante de Formato Longo (episódios com mais de 40 min.) “The Great” “Immigration Nation” “P-Valley” “Unorthodox” “Watchmen” Melhor Série Estreante de Formato Curto (episódios com menos de 40 min.) “Betty” “Dave” “I May Destroy You” “Taste the Nation” “Work in Progress”
Reencontro de Friends será gravado em março
A gravação do especial de reunião de “Friends” ganhou nova data para acontecer. O elenco da série clássica deveria ter se juntado diante das câmeras em março passado, visando servir de chamariz para o lançamento da HBO Max (que aconteceu em maio nos EUA), mas os trabalhos foram suspensos devido à pandemia de coronavírus. Nesta quinta (12/11), o ator Matthew Perry tuitou que finalmente vai se reencontrar com seus velhos amigos em março de 2021, um ano completo após a data originalmente prevista para a reunião acontecer. Segundo o site The Hollywood Reporter, os planos para o especial ainda estão sendo finalizados, mas os seis astros da sitcom, Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matthew Perry, Matt LeBlanc e David Schwimmer, bem como os chefões da HBO Max, querem gravar o programa na antiga casa da atração, o Stage 24 no estúdio da Warner Bros. em Burbank, e não pretendem se contentar com uma reunião virtual. “O objetivo disso é juntar todo mundo na mesma sala. Isso não mudou. E a HBO Max está sendo fenomenalmente paciente e compreensiva”, disse Lisa Kudrow ao THR em maio. Em sua proposta original, o especial jamais pretendeu se passar por um novo episódio da série. Seu objetivo era apenas reunir o elenco em uma conversa sobre os bastidores da atração. Mas o tuite de Matthew Perry sugere mais que isso, ao dizer que “parece que teremos um ano ocupado”. Será que a HBO Max prepara alguma surpresa? Veja o tweet original abaixo. Friends reunion being rescheduled for the beginning of March. Looks like we have a busy year coming up. And that's the way I like it! — matthew perry (@MatthewPerry) November 12, 2020
Disney+ (Disney Plus) supera 70 milhões de assinantes antes da estreia no Brasil
A cinco dias de sua inauguração no Brasil e no restante da América Latina, a Disney+ (Disney Plus) festeja a superação da marca de 70 milhões de assinantes mundiais. Chamando a plataforma de um “verdadeiro ponto brilhante” para os negócios da Disney, o CEO do conglomerado de entretenimento, Bob Chapek, destacou o sucesso do streaming em sua apresentação do desempenho da empresa para investidores nesta quinta (12/11). Com um total de 73,7 milhões de assinantes somados, a Disney+ (Disney Plus) superou em muito as projeções mais otimistas do estúdio. Vale lembrar que a meta da Disney era chegar a 60 milhões de assinantes em cinco anos. Tem 13 milhões a mais e nem completou inteiramente seu primeiro ano de atividades. O detalhe mais impressionante é que estes 13 milhões extras foram somados apenas nos últimos três meses, enquanto a projeção da Netflix para o mesmo período foi de 2,5 milhões de novos usuários. O grande atrativo da plataforma, que teve 10 milhões de inscrições nos EUA nas primeiras 24 horas de disponibilidade, é sua vasta biblioteca de programação, com muitas séries e filmes do catálogo da Disney, que só estão disponíveis no serviço. Mas ainda há pouco material criado exclusivamente para o streaming, o que chama atenção em sua comparação inevitável com a Netflix. Por enquanto, o maior atrativo é “The Mandalorian”, primeira série live-action derivada da saga “Star Wars”, e os filmes que a Disney redirecionou do cinema durante a pandemia, em especial “Mulan” e “Hamilton”. Outras produções badaladas, como séries derivadas dos filmes da Marvel, tiveram as gravações suspensas devido à crise sanitária mundial e só vão estrear em 2021. O fato é que a Disney+ (Disney Plus) se tornou mais que um “ponto brilhante”, mas o único ponto brilhante de todo o conglomerado Disney. Seu sucesso foi capaz de fazer subir as ações do estúdio em 5% nesta quinta, mesmo com perdas generalizadas em todas as outras áreas. A empresa está tomando um prejuízo estimado em US$ 6,9 bilhões na área que até então representava sua maior fonte de faturamento, os parques temáticos. Fechados ou com grandes limitações de funcionamento, os parques puxam a maior quantidade de demissões na Disney. Nada menos que 28 mil funcionários do setor já foram demitidos e mais cortes devem ser anunciados diante da falta de atividades da Disneylândia na Califórnia. Mas Chapek, que veio do comando dos parques para a chefia de todo o conglomerado, prefere destacar a capacidade demonstrada pela Disney para crescer diante das adversidades. “Mesmo com a interrupção causada pelo covid-19, fomos capazes de administrar nossos negócios de maneira eficaz e, ao mesmo tempo, tomar medidas ousadas e deliberadas para posicionar nossa empresa para um maior crescimento de longo prazo”, ele disse em um comunicado que acompanhou os números do trimestres. Apesar do otimismo, os números não favorecem o discurso de sucesso, porque o streaming é um negócio que ainda funciona no vermelho. A própria Disney espera que seu investimento na plataforma só comece a dar retorno em 2024. Mas o ritmo de crescimento pode adiantar esse prazo. A Disney planeja revelar mais detalhes sobre a reorganização de seus negócios e como pretende priorizar, impulsionar e investir em seu projeto de streaming em 10 de dezembro, data em que marcou um “Dia do Investidor”. A empresa também tende a usar esse evento para revelar novos detalhes de seu vindouro serviço de streaming internacional, que deverá ter a marca Star – a mesma de uma rede indiana que a Disney adquiriu da Fox.
Chicago Fire paralisa gravações após testes positivos de covid-19
A produção de “Chicago Fire” se tornou a mais recente a ter suas gravações paralisadas pela pandemia de coronavírus. Segundo a Deadline, diversos integrantes da equipe da atração tiveram resultado positivo para os testes de Covid-19, durante a triagem diária que faz parte do protocolo de segurança dos trabalhos. O site apurou que, embora os produtores não tenham revelado os nomes dos infectados, os membros da equipe que foram diagnosticados com o vírus parecem ter contato próximo com o elenco. Deste modo, todas as gravações de “Chicago Fire” estão suspensas por 14 dias, período em toda a equipe e elenco ficarão em quarentena, seguindo as regras de proteção contra a pandemia. A paralisação foi decretada no domingo (8/11) e a nova temporada da atração estreou na quarta (11/11) nos EUA. Ainda não há notícias sobre se a pausa forçada afetará a exibição dos próximos episódios. A série produzida por Dick Wolf é transmitida no Brasil pelo canal pago Universal.
American Horror Stories: Nova série de terror ganha primeiro pôster
Depois de compartilhar o cartaz da 10ª temporada de “American Horror Story”, o produtor Ryan Murphy divulgou em seu Instagram o pôster da 1ª temporada de “American Horror Stories”. A nova série tem um título no plural, mas a diferença entre as duas produções é menos sutil. O derivado também é uma série de terror em formato de antologia, contudo, em vez de contar apenas uma história por temporada, terá histórias diferentes e completas em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”. O pôster não revela a data de estreia, trazendo uma arte de horror com o logotipo da série e do canal FX. Apesar de destacar o FX, a produção não deve ser lançada na TV paga, mas em streaming, dentro da aba do FX na plataforma Hulu – batizada de FX on Hulu. Ainda não foram disponibilizadas outras informações, como elenco, equipe e tramas da nova série, muito menos previsão para seu lançamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ryan Murphy (@mrrpmurphy)
David Fincher revela contrato de exclusividade com a Netflix
Durante a divulgação de seu novo filme “Mank”, que chega na Netflix em três semanas, o diretor David Fincher revelou que assinou um contrato de exclusividade com a plataforma de streaming para os próximos quatro anos. Sem divulgar detalhes de futuros lançamentos, o cineasta disse que os próximos projetos dependerão do desempenho de “Mank” “Dependendo da recepção, ou eu vou vê-los timidamente para perguntar o que posso fazer para me redimir, ou tomar a atitude arrogante de fazer mais filmes em preto e branco”, brincou o diretor, em entrevista à revista francesa Première. “Não, eu estou aqui para entregar conteúdo, não importa o que seja. Provavelmente atrair um público da minha pequena esfera de influência”. Fincher tem uma parceria antiga com a Netflix, tendo dirigido e produzido a primeira série premiada da plataforma, “House of Cards”. Ele também desenvolveu “Mindhunter” e produz “Love, Death & Robots”. Mas “Mank” é seu primeiro longa-metragem na plataforma. “Mank” é a cinebiografia do roteirista Herman J. Mankiewicz e aborda os bastidores das filmagens de “Cidadão Kane”, lançado em 1941. O personagem-título é vivido por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), e o elenco grandioso ainda inclui Tom Burke (“Strike”) como Orson Welles, Charles Dance (“Game of Thrones”) no papel do magnata William Randolph Hearst, Arliss Howard (“True Blood”) como o produtor Louis B. Mayer (o segundo M da MGM), Lily Collins (“Simplesmente Acontece”) como a secretária Rita Alexander, Amanda Seyfried (“Mamma Mia!”) como a atriz Marion Davis, Tuppence Middleton (“Sense8”) como Sara Mankiewicz, a jovem esposa (com 21 anos na época de “Cidadão Kane”) de Mank, além de Toby Leonard Moore (“Billions”) e Ferdinand Kinsley (“Vitória: A Vida de uma Rainha”) como os famosos produtores David O. Selznick e Irving Thalberg, respectivamente. As histórias sobre os bastidores de “Cidadão Kane” são lendárias, porque o filme de Orson Welles era baseada na figura real do magnata da imprensa William Randolph Hearst, um verdadeiro tirano, que tentou de tudo para impedir o lançamento do filme e não parou até sabotar a carreira do diretor, publicando calúnias e espalhando rumores de que ele era comunista, ao mesmo tempo em que manteve Hollywood acuada com ataques contra o excesso de imigrantes (judeus) que empregava. O filme é um projeto pessoal de Fincher. O roteiro foi escrito por seu pai, o jornalista Jack Fincher, que faleceu em 2002. Foi para fazer justiça ao projeto original que o diretor fechou com a Netflix, porque nenhum estúdio tradicional aceitou bancar as filmagens caras do longa com uma fotografia em preto e branco. Por outro lado, a Netflix já tinha investido em “Roma”, drama em preto e branco – e ainda por cima falado em espanhol – de Alfonso Cuarón, que acabou se provando um sucesso no streaming e ainda ganhou três Oscars. A estreia está marcada para 4 de dezembro.
Kate Winslet supera fôlego recorde de Tom Cruise em cena submersa
A atriz Kate Winslet bateu um recorde que pertencia a Tom Cruise. Durante a produção de “Avatar 2”, ela chegou a passar mais de 7 minutos sob água para uma cena submersa, superando os 6 minutos e meio das filmagens de Cruise em “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). Winslet ficou exatamente 7 minutos e 14 segundos submersa, precisando prender a respiração. “Foi brilhante, estou muito orgulhosa de mim mesma, e eu provavelmente nunca mais vou conseguir fazer isso. Aconteceu depois de quatro semanas de treinamento intenso e foi num tanque de mergulho. Mas eu amei”. Uma imagem de Winslet submersa foi compartilhada pelo produtor Jon Landau em outubro, mas só agora a cronometragem foi comparada ao recorde do ator que adora fazer o impossível. Sobre seu personagem, que é novidade na franquia, a atriz contou apenas que interpreta “uma pessoa da água”. Recentemente, o diretor James Cameron revelou que já terminou as filmagens de “Avatar 2” e estaria perto de encerrar “Avatar 3”. Os dois filmes foram rodados simultaneamente para economizar as despesas de orçamento e o tempo de produção. Apesar disso, o trabalho ainda está muito longe de acabar, já que a franquia depende de muitos efeitos visuais, criados na pós-produção. Não por caso, a Disney adiou o lançamento de “Avatar 2” para dezembro de 2022. Isto permite mais de dois anos para aperfeiçoar o visual, com um hiato de mais um par de anos até o lançamento de “Avatar 3”, em dezembro de 2024.
A Desordem que Ficou: Nova série do criador de Elite ganha trailer
A Netflix divulgou os pôsteres, as fotos e o trailer legendado de “A Desordem que Ficou”, nova produção espanhola de Carlos Montero, cocriador de “Elite”, que também se passa no universo escolar e inclui em seu elenco um dos alunos do colégio Las Encinas. A minissérie de suspense acompanha uma professora, vivida por Inma Cuesta (“Todos Já Sabem”), que chega a uma nova cidade para substituir uma mulher que morreu sob circunstâncias suspeitas. Ao ver sua vida ameaçada na escola, ela resolve desvendar o que levou a antiga professor a supostamente se matar. A trama é inspirada num livro de mesmo nome, escrito pelo próprio Montero, e também conta com Bárbara Lennie (“Todos Já Sabem”), Roberto Enríquez (“Vis a Vis”), Tamar Novas (“Alto Mar”) e Arón Piper (o Ander de “Elite”). A estreia está marcada para 11 de dezembro.
Pennyworth: Trailer da 2ª temporada destaca muita ação e novos personagens
O canal pago americano Epix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Pennyworth”, repleto de ação. Criada por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, a série se passa na Inglaterra durante os anos 1960, época da juventude de Alfred Pennyworth (interpretado por Jack Bannon) e mostra como ele se envolveu com Thomas Wayne (Ben Aldridge) e Martha Kane (Emma Paetz), os futuros pais de Batman. A 2ª temporada começa um ano após os eventos explosivos dos primeiros episódios, com a Inglaterra envolvida em uma guerra civil devastadora, graças a uma organização neofacista poderosa, que ameaça controlar todo o país, cabendo a Alfred usar seus anos de experiência no Exército Britânico e seu treinamento com a tropa de elite SAS para liderar a resistência. Infelizmente, os novos episódios não contarão com Emma Corrin como Esmé, o amor da juventude de Alfred. A atriz virou a Princesa Diana da 4ª temporada de “The Crown”. Em compensação, o elenco será reforçado por Jessica de Gouw (a Caçadora do Arrowverso) como Melanie Troy, esposa do ex-capitão de Alfred no SAS, e Simon Manyonda (“His Dark Materials”) no papel de Lucius Fox, que nesta fase é apenas um jovem cientista. O segundo ano de “Pennyworth” estreia em 13 de dezembro nos EUA. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Starz Play.
Luana Piovani vence processo contra Pânico na Band em segunda instância
Luana Piovani venceu em segunda instância o processo que moveu contra a rede Bandeirantes, o programa e humoristas do “Pânico na Band”. O Tribunal de Justiça de São Paulo concluiu que houve uso indevido da imagem da atriz e os réus foram condenadas a pagar, solidariamente, indenização de R$ 100 mil. A defesa dos condenados, que incluem os humoristas Rodrigo Scarpa (Vesgo) e Marcelo Picón (Bolinha), o apresentador Emilio Surita e o ex-diretor Alan Rapp, informou que recorrerá, novamente, da decisão. A atriz processou o programa após ser importunada na praia do Leblon, no Rio de Janeiro, quando estava descansando com o marido Pedro Scooby. O humorista Rodrigo Vesgo recebeu a missão entregar um buquê de flores ao casal na areia. Mas a atriz não gostou e pediu para Vesgo sair. Em vez disso, o programa focou Luana por vários minutos, exibido o resultado de forma não lisonjeira em 3 de agosto de 2014. “Foram 14 minutos de programa depreciando a imagem da Luana. [A imagem dela] não foi para uso jornalístico. Ela estava trabalhando na Globo. Não tinha contrato com o ‘Pânico’. Essa nova condenação contra o Pânico é mais uma em meio a dezenas de outras em que o Judiciário pune o uso comercial da imagem e nome das pessoas famosas sem autorização”, declarou ao UOL o advogado da atriz, Ricardo Brajterman. Apesar da vitória em segunda instância, a Justiça acabou quebrando o galho dos integrantes do programa, ao baixar dramaticamente os valores da condenação original. Em primeira instância, os réus haviam sido condenados a pagar R$ 300 mil. Mas o advogado dos integrantes do Pânico, Sylvio Guerra, não quer pagar nada e informou que recorrerá ao STJ (Superior Tribunal de Justiça). A indenização não se deve à ofensa moral, que foi indeferida, mas à exploração indevida da imagem de Piovani pelo “Pânico na Band”. “A decisão foi reformada [de R$ 300 mil para R$ 100 mil] porque a Justiça concluiu que não houve dano moral. Caíram por terra várias coisas que ela queria. Ficou provado que não houve ofensa. A indenização foi somente por não ter pedido autorização a ela, o que ela logicamente não aceitaria. A sentença inicial ficou fragilizada e acreditamos que será reformada novamente”, declarou Guerra ao UOL.
A Garota Invisível: Filme estrelado por Sophia Valverde ganha trailer
A Santa Rita Filmes divulgou o pôster e o trailer de “A Garota Invisível”, primeiro filme protagonizado por Sophia Valverde, a Poliana de “As Aventuras de Poliana”. Ela já tinha aparecido antes no cinema, como coadjuvante de “Como Nossos Pais” (2017), mas sua estreia como protagonista vai acontecer apenas em locação digital. A prévia, inclusive, revela várias cenas que refletem o isolamento social causado pela pandemia de coronavírus, com gravações à distância, utilizando ligações de celular e computador como conexões. Com poucas externas, é uma produção bem barata. O vídeo também é cheio de cenas já vistas em diversos filmes, apresentando uma história típica de comédias de adolescentes de Hollywood, de “A Garota de Rosa Schocking” (1986) a “Para Todos os Garotos que Já Amei” (2018). Na trama, Sophia vive a “garota invisível”, que não é a filha do Homem Invisível, apenas uma garota que ninguém nota na escola, exceto seu melhor amigo – que ela tampouco repara como ele gostaria. Um dia, vaza na internet um vídeo em que ela se declara para o garoto mais popular do colégio. Mas em vez de passar vergonha, ela se dá bem. O garoto a convida para sair, deixando a ex-namorada dele furiosa e o melhor amigo dela enciumado. O filme é dirigido por Maurício Eça (dos filmes “Carrossel”) e também inclui outros teens do SBT, como Matheus Ueta (“Carrossel”), Mharessa Fernanda (“Cúmplices de um Resgate”), Bia Jordão (“Cúmplices de um Resgate”) e Kaik Pereira (“Chiquititas”), além de Bianca Paiva (“Escola de Gênios”) e os mais novatos Clarinha Jordão e Guilherme Brumatti, intérprete do galã. “A Garota Invisível” vai estrear em 22 de dezembro nas plataformas iTunes/Apple TV, Google Play, Now, Sky Play, Vivo Play e YouTube Filmes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por S A N T A R I T A Filmes (@santaritafilmes)











