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  • Série

    WandaVision ganha data de estreia em janeiro na Disney+ (Disney Plus)

    12 de novembro de 2020 /

    Contrariando especulações e expectativas, a Disney+ (Disney Plus) não vai lançar séries da Marvel neste ano. Com um post no Instagram, a Marvel anunciou a estreia de “WandaVision”, sua primeira série produzida para a plataforma de streaming, no dia 15 de janeiro. A produção é a mais aguardada do Disney+ (Disney Plus). Quando seu trailer foi lançado em setembro, teve 53 milhões de visualizações multiplataforma em seu primeiro dia, tornando-se a prévia de série mais vista em 24 horas de todos os tempos. Com o adiamento do filme da “Viúva Negra”, “WandaVision” ganhou status de “blockbuster” de streaming, assumindo também a responsabilidade de lançar a quarta fase do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). A razão para isto é que será a primeira série produzida pela Marvel Studios, a empresa cinematográfica da Marvel – as anteriores eram feitas pela Marvel Television – , e terá ligação direta com os lançamentos de cinema da empresa, tanto passados quanto futuros. “WandaVision” é estrelada pelos intérpretes dos personagens Wanda (a Feiticeira Escarlate) e Visão nos filmes dos Vingadores, Elizabeth Olsen e Paul Bettany, e foi desenvolvida por Jac Schaeffer, a roteirista do vindouro filme solo da “Viúva Negra”. O elenco também trará de volta Kat Dennings e Randall Park a seus papéis do MCU, respectivamente como Darcy Lewis (vista em “Thor” e “Thor: O Mundo Sombrio”) e o agente Jimmy Woo (“Homem-Formiga e a Vespa”). Além disso, Teyonah Parris (da série “Cara Gente Branca”) aparecerá como Monica Rambeau, que foi introduzida ainda criança em “Capitã Marvel” (passado em 1995), e Kathryn Hahn (“Perfeita é a Mãe!”) está escalada como “uma vizinha barulhenta”. O nome da personagem da atriz não foi revelado, porque, se por acaso fosse Agatha Harkness, confirmaria a trama que muitos imaginam. A trama é envolvida em mistério, mas a primeira prévia rendeu muita discussão online por mostrar a metamorfose ambulante criada por Wanda para sua vida “doméstica” ao lado do androide Visão, como pais suburbanos de um par de gêmeos. A atração foi apresentada como uma sitcom clássica em preto e branco e evoluiu para uma comédia teen dos anos 1990, sem esquecer de evocar as produções de super-heróis mais recentes. Não faltaram sequer cenas de Wanda e Visão com seus trajes clássicos dos quadrinhos, mas em versão caseira. Durante sua participação na CCXP 2019, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, adiantou que a série dará oportunidade para o público “ver mais do que Wanda é capaz de fazer, e mais do que faz o Visão ser o Visão”, e confirmou que “WandaVision” vai “revelar um nome que acho que ainda não falamos no MCU, mas que damos importância na série, que é o fato de Wanda ser a Feiticeira Escarlate, e o que isso significa”. Nunca é demais lembrar também que o Visão morreu em “Vingadores: Guerra Infinita” e, aparentemente, não foi restaurado em “Vingadores: Ultimato”. Ver essa foto no Instagram A new era arrives. Marvel Studios’ #WandaVision, an Original Series, is streaming January 15 on #DisneyPlus. Uma publicação compartilhada por Marvel Entertainment (@marvel) em 12 de Nov, 2020 às 9:00 PST

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  • Etc,  Filme

    Nelly Kaplan (1931 – 2020)

    12 de novembro de 2020 /

    A cineasta e escritora franco-argentina Nelly Kaplan, que levou surrealismo e sexualidade à nouvelle vague, faleceu nesta quinta (12/11) aos 89 anos, vítima da covid-19, em um hospital de Genebra. Kaplan tinha viajado à Suíça para acompanhar seu companheiro, o ator e produtor Claude Makowski, que faleceu em agosto em consequência do mal de Parkinson. Desde então, permanecia em uma casa de repouso no país, onde contraiu o coronavírus. Nascida em Buenos Aires em 1931, numa família de judeus russos, ela se mudou para a França aos 22 anos, onde começou a colaborar com o famoso e veterano diretor Abel Gance (“Napoleon”). Ela foi assistente de Gance em vários projetos, incluindo “Austerlitz” (1960), e também o transformou em tema de um de seus primeiros filmes, um curta documental de 1963, além de um programa de TV em 1984. Ela fez uma série de curtas documentais sobre artistas renomados nos anos 1960, chegando a ganhar um prêmio no Festival de Veneza por “Le Regard Picasso” (1967), sobre Pablo Picasso. Paralelamente, começou a escrever ficções eróticas “anarco-feministas”, inicialmente sob pseudônimo, e que causaram tanto alvoroço que acabaram censuradas. Também desenvolveu trabalhos de jornalismo, crítica e teoria do cinema, enquanto a nouvelle vague começava a sacudir o cinema francês. Mas embora seus filmes se encaixassem confortavelmente nos parâmetros do movimento – são engraçados, sexy e politizados – , ela sempre adicionou um toque de surrealismo que os diferenciava. Kaplan ficou famosa com “A Noiva do Pirata”, exibido no Festival de Veneza de 1969. Cult idolatrado pelos cinéfilos de todo mundo, seu primeiro longa estabeleceu sua ambição como diretora e continua, ainda hoje, a ser o filme pelo qual é mais lembrada. A “história de uma bruxa dos tempos modernos”, nas palavras da realizadora, trazia Bernadette Lafont no papel de uma órfã que se vinga da aldeia mesquinha onde sua mãe foi explorada. O filme foi quase banido dos cinemas porque a personagem principal – uma prostituta empoderada – não era punida por suas escolhas. A própria Kaplan lutou contra os censores e acabou aceitando uma classificação para maiores de 18 anos que permitiu que a produção fosse lançada. Sua filmografia cresceu com “Papa les P’tits Bateaux” (1971), “Néa” (1976), “Charles e Lucie” (1979), “Plaisir d’amour” (1991), e o telefilme “Pattes de Velours” (1987). À exceção da comédia de 1979, eram celebrações da sensualidade feminina. Ela também escreveu roteiros para vários projetos do cineasta Jean Chapot (1930–1998), encerrando a carreira com uma minissérie póstuma do diretor, em 1999. Amante de escritores, como o surrealista André Breton, a cineasta teve em Claude Makowski um companheiro para toda a vida. Cinéfilo militante, ele ajudou a escrever, produziu e atuou na maioria de seus filmes, desde o célebre “A Noiva do Pirata”. Nelly Kaplan morreu três meses depois de seu funeral.

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  • Música

    Ludmilla vai da ostentação à ganância em clipe com rainhas do funk carioca

    12 de novembro de 2020 /

    Ludmilla lançou novo clipe, “Rainha da Favela”, em ritmo de ostentação. Ela tem seu próprio refrigerante, avião particular e até uma corte de rainhas do funk, e para não deixar dúvidas de que está podendo, aparece literalmente vestida de dinheiro. “Rainha da Favela” também fatura enquanto destaca o faturamento da cantora, exibindo marcas e produtos. Se a propaganda da Nike é subliminar e integrada, a da LG é constrangedoramente escancarada e implode qualquer ambição criativa do vídeo para transformá-lo num mero comercial de produtos aleatórios. Da ostentação para a ganância é um pulo. E é significativo que até as cenas quentes da funkeira e sua esposa, Brunna Gonçalves, sensualizando em uma cama, também incluam verdinhas. São outras as verdinhas que Ludmilla celebra agora. Curiosamente, o vídeo poderia ter outro rumo, ao exaltar não o dinheiro a qualquer preço, mas a sororidade do funk. Entre notas verdes e notas fiscais de anunciantes, o clipe gravado por Felipe Sassi na Rocinha também destaca as rainhas pioneiras do funk, como Tati Quebra Barraco, Valesca Popozuda, MC Kátia A Fiel e MC Carol de Niterói, num banquete de frango assado e farofa regado por refri de marca diabo. O que é bem mais artístico, autêntico e oposto completo de uma coreografia bancada pela Nike.

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  • Filme

    Filmes brasileiros são destaques da semana nos cinemas

    12 de novembro de 2020 /

    Os cinemas já reabriram no Brasil, mas o entusiasmo causado por “Tenet” já começa a dar lugar à nova realidade de lançamentos, que transforma títulos de circuito limitado nas únicas alternativas de projeção. Como os estúdios de Hollywood desistiram de lançar blockbusters durante a pandemia, a programação desta quinta (12/11) tem predomínio de filmes brasileiros, terrores fracos e títulos de festivais europeus. Veja abaixo como é o “novo normal” das estreias cinematográficas no país. A Febre | Brasil | 2019 Exibido pela primeira vez há 15 meses, no Festival Internacional de Locarno, na Suíça, quando Regis Myrupu conquistou o prêmio de Melhor Ator, “A Febre” é o longa de estreia da jovem cineasta Maya Da-Rin e também foi premiado nos festivais de Biarritz (França), IndieLisboa (Portugal), Lima (Peru), Chicago (EUA), Punta del Este (Uruguai), Pingyao (China), Rio e Brasília. Alinhado à tendência do realismo mágico sul-americano, o filme acompanha Justino (Myrupu), um indígena do povo Desana que trabalha como vigia em um porto de cargas e vive na periferia de Manaus. Muito branco para sua tribo, muito índio para os brancos, desde a morte da sua esposa, Justino só tem a companhia da filha Vanessa, que está de partida para estudar Medicina em Brasília. Mas com a expectativa de ficar sozinho, ele é tomado por uma febre forte e passa a acreditar que uma criatura misteriosa segue seus passos. Durante o dia, ele luta para se manter acordado no trabalho. O drama acerca das pressões da vida urbana transforma-se no mínimo num filme incomum. Boca de Ouro | Brasil | 2019 A nova adaptação da peça de Nelson Rodrigues, originalmente filmada em 1963 por Nelson Pereira dos Santos, tem direção de Daniel Filho, que curiosamente participou do filme original como ator. Ex-diretor mais requisitado das novelas da Globo, Daniel Filho também assinou alguns dos filmes mais bem-sucedidos dos últimos tempos, como “Se Eu Fosse Você” (2006) e “Chico Xavier” (2010), que lançaram tendências – besteirol Sessão da Tarde e cinema espírita, respectivamente. Mas aqui opta por uma abordagem mais violenta e perturbadora que o habitual, fazendo justiça à obra original. A trama gira em torno do bicheiro Boca de Ouro, nascido em uma gafieira e abandonado pela mãe numa pia de banheiro. Sua história da vida chama atenção do repórter Caveirinha, que decide entrevistar a ex-amante do bicheiro, que lhe conta três versões diferentes da vida do marginal. Os personagens principais são vividos por Marcos Palmeira (“A Divisão”), Silvio Guindane (“Bom Dia, Verônica”) e Malu Mader (“Haja Coração”). Alice & Só | Brasil | 2019 O primeiro filme do diretor Daniel Lieff (da série “1 Contra Todos”) destaca o contraste entre músicos de gerações distintas. Bruna Linzmeyer (“O Filme da Minha Vida”) vive a Alice do título, uma jovem apaixonada por música, que forma uma banda com seu melhor amigo(Johnny Massaro) e parte em busca do sucesso em uma viagem de carro para tocar no maior festival de covers do mundo. Ao longo da viagem, os dois jovens, acompanhados por um roqueiro veterano (Felipe Camargo), vivem aventuras, descobertas e uma típica Sessão da Tarde. Monos – Entre o Céu e o Inferno | Colômbia | 2019 Vencedor do Festival de Londres, o filme do colombiano Alejandro Landes acompanha oito “soldados” adolescentes numa selva, que têm a missão de cuidar de uma refém norte-americana (Julianne Nicholson, de “Aliança do Crime”), sequestrada por sua organização terrorista. Na sua rotina, os jovens guerrilheiros passam por treinos rigorosos, mas também se divertem e vivem descobertas sexuais. Após uma noite de farra acabar em tragédia, eles sofrem uma emboscada e a refém acredita que esta é a sua grande chance de fugir. A trama evoca a mesma visão pessimista da juventude vislumbrada no clássico “O Senhor das Moscas”. Quarto 212 | França | 2019 O novo filme de Christophe Honoré rendeu o prêmio de Melhor Atriz à Chiara Mastroianni (a filha dos lendários Catherine Deneuve e Marcello Mastroianni) na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes. A parceria entre os dois vem desde “Canções de Amor” (2007) e desta vez inclui o marido da estrela, Benjamin Biolay – e ainda lembra um clássico do Mastroianni pai, “Esposamante” (1977). Na trama, marido e mulher da vida real interpretam um casal que se separa após 20 anos. A mulher, que sempre foi infiel, resolve se mudar para um hotel do outro lado da rua, mas ao observar seu apartamento e seu marido, fica sem saber se tomou a decisão certa. O 3º Andar – Terror na Rua Malasana | Espanha | 2020 A produção espanhola traça paralelos entre o terror sobrenatural e a turbulência da ditadura do general Franco e seus dogmas conservadores, seguindo tendência aberta por “O Labirinto do Fauno” (2006) e “Verônica: Jogo Sobrenatural” (2017). A história apresenta uma família humilde que sai de seu vilarejo para morar num apartamento espaçoso no centro de Madri, sem saber que o local foi palco de assassinatos. Mas se o tema de fundo é um pouco mais desenvolvido que o habitual, os sustos não vão além dos estereótipos das casas mal-assombradas. Possessão: O Último Estágio | Israel, EUA | 2020 Terror convencional de exorcismo feito com baixo orçamento para o mercado de DVD por um diretor que nunca fez um filme capaz de ser considerado minimamente medíocre. A novidade desta oitava tentativa é que Pearry Reginald Teo finalmente conseguiu chegar aos cinemas brasileiros. Mais impressionante ainda: com direito a “pré-estreia”, em sessões pagas convencionais, que começaram uma semana antes da data oficial da “estreia”. Casa | Brasil | 2020 Documentário da diretora Letícia Simões, que mostra situações corriqueiras para refletir a culpa pelo distanciamento de dez anos longe de sua mãe, que, por sua vez, encara sua própria culpa pela decisão de colocar a mãe dela num asilo de idosos.

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  • Filme

    Selena Gomez vai viver a montanhista peruana Silvia Vásquez-Lavado no cinema

    12 de novembro de 2020 /

    A cantora Selena Gomez vai estrelar um filme sobre a montanhista e empreendedora social peruana Silvia Vásquez-Lavado, primeira mulher homossexual a completar os Oito Cumes, os pontos mais altos do planeta, incluindo montanhas em cada um dos seis continentes e o maior desafio de todos, o Monte Evereste. Além de montanhista, Vásquez-Lavado também é a fundadora da Courageous Girls, uma organização sem fins lucrativos que ajuda mulheres sobreviventes de abuso e tráfico sexual, e juntou as duas atividades ao organizar excursões para vítimas de abuso ao acampamento base do Monte Everest. O roteiro está a cargo de Elgin James, cocriador da série “Mayans MC”, e será baseado num livro de memórias da peruana, intitulado em inglês “In the Shadow of the Mountain”, que só será lançado em 2022. Selena Gomez vai viver Vásquez-Lavado e também produzir o longa por meio de sua empresa, July Moon Productions, em parceria com a Tempesta Films, da produtora Donna Gigliotti (que já venceu o Oscar de Melhor Filme por “Shakespeare Apaixonado”), e a One Community, do produtor Scott Budnick (da franquia “Se Beber, Não Case!”). “Me sinto humilde e agradecida por compartilhar esta notícia emocionante, que está em andamento nos últimos 10 meses, que uma equipe de estrelas vai adaptar meu vindouro livro de memórias para o cinema”, escreveu Silvia Vásquez-Lavado em seu Instagram na quarta-feira (11/11). “Fico honrada e emocionada pela ousada, talentosa e brilhante Selena Gomez assumir o papel de protagonista e também como produtora”, continuou. “Mal posso esperar para compartilhar mais!” Ver essa foto no Instagram I am so humbled and grateful to share this thrilling news, which has been in the works for the last 10months, that an all-star team has optioned my upcoming memoir In The Shadow of the Mountain (to be published 02-2022 by @madelinecjones Holt/Macmillan) for a movie adaptation. I am so honored and touched for the bold, talented, and brilliant @selenagomez in taking the starring role and as producer; To her incredible team @zackmorgenroth and @aleenkeshishian; Grateful to have the groundbreaking visionary #DonnaGigliotti and her Tempesta films involved; For the talented @elginnjames on the helm for screenplay and direction; And the support of @onecommunity films led by the trailblazer @scottbudnick1 and @lauren_denormandie None of this would have happened without the faith of my amazing family at @ideaarchitects, my incredible agent and dearest friend @laralovehardin, #dougabrams and my sweet family at WME led by #sylvierabineau and #carolinabeltran And to all of my family and friends, thank you for all your words of encouragement and support along this road. I can’t wait to share more! Link on my bio! Uma publicação compartilhada por Silvia Vasquez-Lavado (@silviavasla) em 11 de Nov, 2020 às 2:34 PST

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  • Música

    Bad Guy: Clipe do hit de Billie Eilish atinge 1 bilhão de visualizações

    12 de novembro de 2020 /

    O clipe de maior sucesso da cantora Billie Eilish, “Bad Guy”, ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube na manhã de quarta-feira (11/11). O vídeo entrou no seleto clube dos bilhões pouco mais de um ano e meio após seu lançamento. Enquanto “Bad Guy” é a primeira música da cantora a entrar na prestigiosa lista, o diretor do clipe, Dave Meyers, comemora o ingresso de seu segundo trabalho. No início do ano, “Señorita”, que ele dirigiu para Shawn Mendes e Camila Cabello, também atingiu a marca. Meyers tem vários outros clipes com centenas de milhões de visualizações, incluindo “ME!” de Taylor Swift, “God Is a Woman” de Ariana Grande e “HUMBLE” de Kendrick Lamar. No videoclipe de “Bad Guy”, a então emergente Eilish faz uma entrada triunfal no universo pop, ao estourar uma parede de papel amarelo e dominar as cenas, inclusive sentando-se sobre um homem fazendo flexões, entre outras coisas. A faixa serviu como um dos singles de “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”, o álbum de estreia que deu à cantora um lugar na história do Grammy. Ela ganhou cinco troféus na premiação de 2020, incluindo Melhor Artista Nova, Álbum, Gravação e Música do ano. Assista ao vídeo da música “Bad Guy” abaixo.

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  • Série

    Astro de The Walking Dead vai produzir série baseada no terror Mansão da Morte

    12 de novembro de 2020 /

    O ator Norman Reedus (o Daryl de “The Walking Dead”) vai produzir uma série baseada no terror cult “Mansão da Morte” (Sorority House Massacre), único filme escrito e dirigido por Carol Frank. O longa de 1986, com produção do pioneiro do terror indie Roger Corman, é exatamente o que o título sugere: uma história sobre universitárias de uma irmandade feminina, que são perseguidas por um assassino psicopata em sua mansão. O detalhe é que o assassino compartilha uma ligação telepática com uma das garotas. Considerado um dos melhores filmes do subgênero slasher, apesar de parte da crítica minimizá-lo pelas similaridades com a “Holloween”, “Mansão da Morte” se tornou especialmente popular durante o auge da era do VHS e acabou ganhando duas sequências em 1990. A minissérie está sendo desenvolvida em parceria com Stephen Trask, criador do célebre musical da Broadway “Hedwig and the Angry Inch”, e também vai marcar o primeiro projeto de conteúdo da Utopia, uma empresa de distribuição indie criada no ano passado pelo ator-cineasta-roqueiro Robert Schwartzman, irmão do ator Jason Schwartzman, sobrinho de Francis Ford Coppola, primo de Sofia Coppola e Nicolas Cage, e cantor-guitarrista da banda Rooney. “Eu não poderia estar mais animado para colaborar com Robert e sua incrível equipe da Utopia neste projeto”, disse Reedus, em comunicado. “Seu gosto e visão criativa são inspiradores e exatamente em linha com o tipo de conteúdo que a [produtora de Reedus] bigbaldhead se propôs a desenvolver. Estamos entusiasmados em revisitar este clássico cult e criar algo verdadeiramente único”, completou. Ainda em estágios iniciais, o projeto não tem plataforma ou canal definidos. Veja o trailer do filme original abaixo.

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  • Filme

    Relatos do Mundo: Netflix negocia lançar novo filme de Tom Hanks

    12 de novembro de 2020 /

    Os “Relatos do Mundo” devem chegar ao Brasil pela Netflix. A plataforma negocia um acordo de distribuição com a Universal Pictures para lançar “Relatos do Mundo”, novo filme estrelado por Tom Hanks, no mercado internacional. O estúdio ainda pretende manter a estreia do longa nos cinemas dos EUA, marcada para 25 de dezembro, mas, com o acordo, o lançamento do longa não aconteceria mais entre janeiro e fevereiro no Brasil. O negócio é similar a outros fechados recentemente pela Netflix, como a distribuição internacional de “Bob Esponja: O Incrível Resgate”. “Relatos do Mundo” (em inglês, “News of the World”) marca a segunda parceria entre o ator Tom Hanks e o cineasta Paul Greengrass, que colaboraram no premiado thriller “Capitão Phillips”, lançado em 2013, e deve ser destaque na temporada de premiações do começo de 2021. O filme é uma adaptação do best-seller homônimo de Paulette Jiles, com roteiro de Luke Davies (“Lion”), e se passa no período posterior à Guerra Civil Americana. A trama acompanha o capitão Jefferson Kyle Kidd, que viaja anunciando as notícias da época, de cidade em cidade, num Texas em que a imprensa ainda engatinha. Por sua profissão itinerante, ele aceita o compromisso de levar uma garotinha órfã de 10 anos pelas trilhas selvagens do Velho Oeste para entregá-la a seus parentes. Mas essa missão é posta à prova conforme os dois desenvolvem laços de amizade e ele descobre que os parentes da menina não só não a querem como tem planos perversos para ela. Além de viver Kidd, Hanks é coprodutor do filme e o elenco ainda inclui Elizabeth Marvel (“Homeland”), Mare Winningham (“The Outsider”), Neil Sandilands (“The Flash”), Chukwudi Iwuji (“Olhos que Condenam”), Thomas Francis Murphy (“The Walking Dead”) e a jovem alemã Helena Zengel (“Transtorno Explosivo”) como a menina. Veja abaixo o trailer legendado original da produção.

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  • Etc

    WarnerMedia promove centenas de demissões

    12 de novembro de 2020 /

    A WarnerMedia promoveu uma grande leva de demissões nesta semana. A largada começou com um e-mail do CEO Jason Kilar aos funcionários na manhã de terça (11/11), reconhecendo que o processo era “doloroso”, mas também uma etapa “crítica” na evolução da empresa, que virou uma divisão de entretenimento da AT&T após ser comprada pela companhia de telecomunicações. A Warner sofreu várias reduções de pessoal desde a aquisição de 2018, mas a tendência ganhou maior ênfase neste semestre atual, conforme a AT&T busca reorganizar seus negócios. Historicamente, as três unidades principais da companhia – HBO, Warner Bros e Turner – operavam principalmente como grupos autônomos. Agora, a palavra de ordem é sinergia, com equipes sendo mescladas pela primeira vez em décadas e muitas posições eliminadas no processo. O objetivo é reduzir uma dívida nada desprezível de US$ 151 bilhões, que disparou com a falta de receitas de cinema durante a pandemia de coronavírus e o investimento pesado no lançamento da plataforma HBO Max. Com cinemas fechados e empresas anunciando menos na TV, as demissões levaram em conta a nova realidade da companhia, que passa realmente por priorizar o streaming. A AT&T imagina reduzir entre 20% e 30% dos custos operacionais da WarnerMedia com a nova rodada de demissões, que inclui figurões e promove uma devassa no marketing da empresa. Entre os demitidos, estão Scott Rowe, vice-presidente de marketing da Warner Bros Television, que passou 27 anos na companhia, JP Richards, co-presidente de marketing do estúdio cinematográfico Warner Bros, e Jim Gallagher, vice-presidente de marketing do departamento de animações e filmes infantis. O departamento de recursos humanos da WarnerMedia não revelou números, mas a imprensa americana acredita que centenas de funcionários foram dispensados. Fontes do site Deadline revelaram que o CEO da companhia se dirigiu aos remanescentes numa videoconferência, na tarde de quarta (11/11), visando levantar a moral com um discurso de que, após os cortes, a WarnerMedia se posicionou para vencer no mercado. “Se tivermos convicção e coragem, seremos maiores do que a empresa jamais foi”, disse ele. Jason Kilar voltou a enfatizar a importância da HBO Max para o futuro da empresa, reiterando que “dizer que essa área é importante para nós é um eufemismo”, e confirmou os planos de expansão internacional para o streaming – sem fornecer detalhes. Embora o ritmo de demissões tenha estacionado nos EUA, após esta semana agitada, elas mal começaram no exterior, onde a empresa também passará por grande reformulação para lançar sua plataforma.

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  • Série

    Vigilante vai encontrar o Pacificador na série derivada do Esquadrão Suicida

    11 de novembro de 2020 /

    A HBO Max anunciou o elenco coadjuvante da série derivada do vindouro filme “O Esquadrão Suicida”, revelando que um dos personagens será um herói bastante controvertido dos quadrinhos. Chamada de “Peacemaker”, a atração será uma minissérie de oito episódios centrada no vilão Pacificador (The Peacemaker). Assim como no filme, a atração será estrelada por John Cena, além de ser escrita e dirigida pelo cineasta James Gunn. Os atores anunciados são Danielle Brooks (a Taystee de “Orange is the New Black”), Robert Patrick (até hoje lembrado como vilão T-1000 de “O Exterminador do Futuro 2”), Jennifer Holland (“Brightburn: Filho das Trevas”), Steve Agee (também de “Brightburn”) e Freddie Stroma (“Bridgerton”). Danielle Brooks e Robert Patrick interpretarão personagens inéditos nos quadrinhos, enquanto Jennifer Holland e Steve Agee reprisarão seus papéis do vindouro “O Esquadrão Suicida”, respectivamente como a agente da NSA Emilia Harcourt e o agente penitenciário John Economos. Mas é o papel de Stroma que chama atenção. Ele dará vida a Adrian Chase, que nos quadrinhos virou o herói sanguinário Vigilante. Fãs da série “Arrow” também podem lembrar de Chase como um promotor que se revela um grande vilão, mas a série mudou bastante a história original do personagem para surpreender o público, que esperava que ele fosse a identidade do misterioso Vigilante na 5ª temporada. Criado por Marv Wolfman (o “pai” de Blade, o Caça-Vampiros) e George Pérez em 1983, numa edição anual dos “Jovens Titãs”, o Vigilante chegou a ter uma revista própria, que foi encerrada de forma brutal após 50 exemplares, com a morte do personagem. Concebido como uma espécie de Justiceiro da DC Comics, Vigilante foi a identidade adotada pelo promotor público Adrian Chase após sua família ser assassinada por gângsteres. A diferença para o anti-herói da Marvel estava em seu código moral. A princípio, ele buscava prender, em vez de matar os criminosos. Mas depois que Alan Moore (criador de “Watchmen” e “V de Vingança”) assinou duas edições de sua revista, ele embarcou numa espiral de autodestruição, culpando-se pela morte de um policial e de um amigo próximo, até perder o controle sobre suas ações, tornando-se ainda mais violento, paranoico e cheio de remorsos. Após começar a matar inocentes, ele se tornou o primeiro herói a se suicidar nos quadrinhos. Curiosamente, Pacificador e Vigilante nunca se enfrentaram nos quadrinhos, porque o personagem-título não é um personagem original da DC Comics. Ele foi criado por Joe Gill e Pat Boyette em 1966 na Charlton Comics, editora que mais tarde foi adquirida pela DC. Sua estreia em segundo lar aconteceu numa minissérie lançada apenas em 1988, mesmo ano em que o Vigilante original morreu. Em sua identidade civil, Christopher Smith era originalmente um diplomata pacifista. Mas sua visão da paz logo se revela distorcida, pois, como diz a sinopse de “O Esquadrão Suicida”, ele “acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas tenha que matar para obtê-la”. Mentalmente perturbado, o Pacificador também acredita que as alma das pessoas que mata são coletadas por seu capacete e passam a conversar com ele. Fontes do site The Hollywood Reporter afirmam que a decisão de fazer a série começou com a interpretação de Cena do personagem, que se tornou favorito dos executivos da Warner durante as sessões de teste do filme, ofuscando um elenco extremamente estrelado. “Peacemaker” é a segunda série derivada de um filme da DC Comics na HBO Max. A plataforma também colocou em andamento a produção de um drama policial ambientado na Gotham City do filme “Batman”, de Matt Reeves. A Warner resolveu priorizar a produção de conteúdo premium para o serviço de streaming, após o lançamento da HBO Max decepcionar com pouco material exclusivo, devido à pandemia de coronavírus. A plataforma da WarnerMedia ainda não tem data oficial para chegar no Brasil, mas existe uma expectativa de estreia para breve.

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    Jake Gyllenhaal e Dylan O’Brien negociam estrelar thriller de Michael Bay

    11 de novembro de 2020 /

    Os atores Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Dylan O’Brien (“Maze Runner”) estão negociando viver irmãos em “Ambulance”, o próximo thriller de ação do diretor Michael Bay (da franquia “Transformers”). A informação é do site The Hollywood Reportar, que alerta que nenhum dos dois ainda fechou contrato. A trama vai acompanhar dois irmãos que roubam uma ambulância, dentro da qual estão uma paramédica e um paciente em estado crítico. Além de Gyllenhaal como o irmão mais velho e O’Brien como o caçula, a atriz Eiza Gonzalez (“Em Ritmo De Fuga”) foi contatada para viver a paramédica. O roteiro é de Chris Fedak, criador das séries “Chuck” e “Prodigal Son”, que faz sua estreia em longa-metragem. O tom da produção seria inspirado em thrillers dos anos 1990, como “Velocidade Máxima” e “Bad Boys”. Este último foi a estreia de Bay no cinema, em 1995, após dirigir uma porção de bandas cabeludas em clipes esquecidos e raramente reprisados pela MTV.

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    Millie Bobby Brown vai estrelar mais um filme na Netflix

    11 de novembro de 2020 /

    Depois do sucesso de “Enola Holmes”, Millie Bobby Brown emplacou mais um filme na Netflix como produtora e protagonista. A produção de “Damsel” (Donzela, em tradução literal) também marcará o primeiro papel de princesa da atriz. Na trama da fantasia, ela viverá a princesa Elodie, que acredita que vai se casar com um príncipe, mas descobre que, na verdade, será sacrificada para um dragão. O filme tem roteiro de Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”) e será dirigido pelo espanhol Juan Carlos Fresnadillo, especializado em longas de terror, como “Extermínio 2” (2007) e “Intrusos” (2011), e que também está à frente do remake live-action de “A Espada Era a Lei”, da Disney. Millie Bobby Brown, por sua vez, ainda vai aparecer em 2021 na 4ª temporada da série “Stranger Things” como a poderosa Eleven (Onze) e estará nos cinemas em “Godzilla vs. Kong”, a sequência de “Godzilla II: Rei dos Monstros”.

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    Netflix vai lançar primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger

    11 de novembro de 2020 /

    A Netflix fechou contrato para exibir a primeira série estrelada por Arnold Schwarzenegger, superando vários candidatos interessados em transmitir a atração produzida pela Skydance Television. Ainda sem título, a série foi criada por Nick Santora (criador de “Scorpion”), e trará o astro de 73 anos como um pai de família que se envolve em uma trama global de espionagem ao lado da filha. A personagem feminina será vivida por Monica Barbaro, que estrela a vindoura continuação de “Top Gun”. O negócio foi fechado apenas com uma apresentação preliminar e antes do roteiro do piloto ser finalizado, apurou o site The Hollywood Reporter. Além de estrelar, Schwarzenegger é um dos produtores da atração, ao lado de Santora e executivos da Skydance. A Skydance já tem uma tradição de parceria com Schwarzenegger. Juntos, fizeram os dois últimos filmes da franquia “O Exterminador do Futuro” – “Gênesis” (2015) e “Futuro Sombro” (2019). Ainda em fase de desenvolvimento, a série só deve estrear em 2022.

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