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  • Filme

    Vida de Antônio Carlos Magalhães vai virar filme

    24 de janeiro de 2021 /

    A vida do político Antônio Carlos Magalhães (1927 — 2007), conhecido como ACM, que por décadas foi considerado o “dono” da Bahia e poderoso chefão do PFL (partido que virou o DEM), vai virar filme. A coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, informou que o produtor Roberto Feith (“Century of Cinema”), ex-correspondente internacional da Globo e fundador da editora Objetiva, adquiriu os direitos de uma biografia inédita do ex-governador, ministro e presidente do Senado, atualmente finalizada pelo jornalista Tom Cardoso, para adaptar a obra em um longa-metragem e/ou uma minissérie. Ainda sem título, o livro sobre ACM deve ser lançado no fim do ano, editado pela História Real/Intrínseca

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  • Filme

    Godzilla vs Kong ganha primeiro trailer legendado

    24 de janeiro de 2021 /

    A Warner divulgou o esperado trailer legendado completo de “Godzilla vs. Kong”. A prévia destaca cenas de luta eletrizantes entre os monstros gigantes, que deveriam lotar os cinemas em uma situação normal. Mas a pandemia faz com que o lançamento aconteça simultaneamente em streaming, na plataforma HBO Max. O vídeo dá maior ênfase para Kong. O macaco gigante e seus protetores empreendem uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar, e com eles está Jia (Kaylee Hottle), uma jovem órfã com quem ele formou um vínculo único e poderoso. Mas a viagem marítima é inesperadamente interrompida pelo ataque de um Godzilla enfurecido, abrindo uma trilha de destruição em todo o mundo. O trailer também sugere e a sinopse oficial confirma que o confronto épico entre os dois titãs – instigado por forças desconhecidas – faz parte de um mistério maior, envolvendo outras criaturas. Quarto lançamento do MonsterVerse da produtora Legendary, que começou com “Godzilla” (2014), foi seguido por “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e quase acabou após o desempenho abaixo do esperado de “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019), o novo lançamento ainda acompanha a agência Monarch, vista em todos os longas, em uma nova missão perigosa, que encontra pistas sobre a origem dos Titãs, além de uma conspiração dos humanos para varrer as criaturas, boas e ruins, da face da Terra para sempre. O elenco inclui os atores Alexander Skarsgard (“A Lenda de Tarzan”), Eiza Gonzalez (“Em Ritmo de Fuga”), Julian Dennison (“Deadpool 2”), Demián Bichir (“A Freira”), Brian Tyree Henry (“Atlanta”), Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) e a família remanescente do filme anterior, formada por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) e Kyle Chandler (“Bloodline”). Pronto há meses, “Godzilla vs. Kong” deveria ter estreado em maio passado, mas foi adiado em quase um ano devido à pandemia. Após os últimos remanejamentos, o longa chegará aos cinemas em 26 de março, junto com sua disponibilização para os assinantes da HBO Max. Embora a WarnerMedia não tenha feito um anúncio oficial, a data é próxima da estimativa feita no passado para o lançamento da HBO Max na América Latina.

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  • Filme

    Na Mira do Perigo, com Liam Neeson, lidera bilheterias dos EUA pela segunda semana

    24 de janeiro de 2021 /

    Liam Neeson é o campeão da ação da pandemia. Ele já tinha liderado as bilheterias por duas semanas em outubro com “Legado Explosivo” e agora domina janeiro com “Na Mira do Perigo”, que chega à sua segunda semana no topo da arrecadação da América do Norte. O faturamento, porém, é baixo. A produção da Open Road rendeu US$ 2,03 milhões no fim de semana, o que totaliza US$ 6,09 milhões em dez dias. Este desempenho fraquíssimo reflete as bilheterias minguadas dos últimos dias, quando nem filmes de grandes orçamentos como “Mulher-Maravilha 2020” (lançada simultaneamente em streaming) e “Monster Hunter” (lançado exclusivamente nos cinemas) tiveram boas arrecadações. Com cerca de um mês em cartaz, “Mulher-Maravilha 2020” fez US$ 35 milhões e “Monster Hunter” US$ 10 milhões nos EUA e Canadá. Apenas a Universal está festejando a temporada. Não apenas por “Croods 2: Uma Nova Era” continuar em 2º lugar nas bilheterias e já somar US$ 41 milhões no mercado doméstico, mas porque este filme e outros relativos sucessos da temporada foram disponibilizados em PVOD (locação digital premium), onde lideram o ranking como os mais alugados, rendendo mais dinheiro para o estúdio que nos cinemas. A conta é simples e todos os grandes estúdios já a fizeram, o que explica os recentes adiamentos anunciados por Sony, Disney, Paramount e MGM. Até a Universal, que venceu a disputa histórica com os exibidores para diminuir a janela de exclusividade para lançamentos nos cinemas (faturando com o PVOD), também teve títulos adiados. Apesar do começo da vacinação, ainda vai demorar para a situação se normalizar e o impacto contínuo da pandemia de coronavírus tende a piorar cada vez mais as finanças dos donos de cinema. A expectativa de quebra-quebra só aumentou com o novo recuo dos estúdios, que desistiram de fazer lançamentos de impacto no primeiro semestre de 2021. O pior é que um novo ciclo de adiamentos não está descartado.

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  • Filme

    Young Hearts: Romance adolescente com atores de Everything Sucks! ganha trailer sensível

    24 de janeiro de 2021 /

    A Blue Fox divulgou o pôster e o trailer de “Young Hearts”, romance indie adolescente que tem première mundial neste domingo (24/1) no Festival Slamdance, nos EUA. O filme é uma história de amor no Ensino Médio, que se diferencia de tantas outras por trazer atores que realmente tem a idade dos personagens. Tilly e Harper acabam se tornando os primeiros namorado e namorada um do outro. Mas quando seu relacionamento de repente se torna o assunto da escola, eles se deparam com uma enorme pressão de seus chamados amigos, que querem vê-los separados – seja por inveja, racismo ou pelo fato de não terem namorados. A sensível produção foi escrita por Sarah Sherman, que estreia na direção em parceria com seu irmão, o ator Zachary Ray Sherman (das séries “90210” e “Everything Sucks!”). A produção é de outro par de irmãos, os atores-cineastas Jay e Mark Duplass (“Togetherness”), e o elenco destaca Quinn Liebling e Anjini Taneja Azhar (ambos também de “Everything Sucks!”) como o casal central. Após a première em Sundance, o longa será lançado em circuito limitado e VOD em 12 de fevereiro nos EUA.

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  • Filme

    Liam Neeson revela planos para remake de Corra que a Polícia Vem Aí

    24 de janeiro de 2021 /

    Ao mesmo tempo em que tem reforçado seu desejo de se aposentar dos filmes de ação, o ator Liam Neeson revelou, numa entrevista à revista People, ter sido “sondado por Seth MacFarlane e pela Paramount Studios para talvez ressuscitar a franquia ‘Corra que a Polícia Vem Aí’”. Neeson trabalhou com MacFarlane em vários filmes, como “Ted 2” (2015) e “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola” (2014), e teve aparições nas séries do produtor-roteirista, como “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e “The Orville”. Além disso, o próprio MacFarlane disse no passado que gostaria de contratar Neeson para uma comédia ao estilo de “Corra que a Polícia Vem Aí” (The Naked Gun: From the Files of Police Squad!). Nascida como uma série de TV em 1982, chamada de “Esquadrão de Polícia” (Police Squad), a franquia foi parar no cinema em 1988 e consagrou o veterano ator Leslie Nielsen no papel de Frank Drebin, um polícia com inaptidões muito especiais, em três longas da saga. Veja abaixo o trailer do filme original, repleto de piadas politicamente incorretas e participação de OJ Simpson.

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  • Etc

    Keira Knightley só voltará a filmar cenas de sexo se forem dirigidas por uma mulher

    24 de janeiro de 2021 /

    Numa entrevista ao podcast Chanel Connects, a atriz Keira Knightley revelou que não fará mais cenas de sexo em filmes dirigidos por homens. Ela já retratou cenas picantes no cinema, como em “Desejo e Reparação”, “A Duquesa”, “Colette” e “Consequências”, mas depois de virar mãe de duas crianças decidiu mudar a sua política. “Eu sou vaidosa demais para mostrar o meu corpo depois de ter dois filhos, especialmente na frente de uma equipe toda masculina”, explicou. Ao detalhar melhor a opção, ela também abriu uma possibilidade. “É parcialmente por vaidade, mas também pelo olhar masculino. Se fosse uma história sobre a jornada da maternidade e de [aceitação do] corpo, eu faria, mas teria que ser feito com uma mulher cineasta“, disse a atriz. “Não quero estar naquelas cenas de sexo horríveis em que passam óleo em você para parecer suada, e você precisa ficar grunhindo. Não estou interessada em fazer isso”, continuou, acrescentando que se sente “muito desconfortável” ao tentar retratar situações onde o olhar masculino impera. “Às vezes leio um roteiro e penso: ‘Sim, dá para entender porque uma cena de sexo se encaixaria aqui, e o diretor vai querer que sua atriz esteja perfeita nela’. Então, nesses casos, acho que eles podem escalar outra pessoa”, completou. Em seu filme mais recente, “Misbehaviour”, Keira Knightley interpretou Sally Alexander, uma ativista feminista conhecida do Reino Unido. Seu próximo trabalho será “Silent Night”, primeiro longa de uma nova cineasta feminina, Camille Griffin, sobre uma família que se reúne para o Natal. Atualmente em pós-produção, a comédia ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Jaimie Alexander confirma viagem à Austrália para novo filme de Thor

    24 de janeiro de 2021 /

    A atriz Jaimie Alexander postou na noite de sábado (23/1) uma foto no avião à caminho de Sydney, na Austrália, que confirma seu retorno em “Thor: Love and Thunder”. O quarto filme de Thor começa a ser filmado nesta semana no país. A participação ainda não foi anunciada oficialmente pela Disney, mas foi apurada pelo site Deadline em dezembro passado. Alexander acabou ficando de fora de “Thor: Ragnarok” (2017) devido a conflitos de agenda com as gravações de sua série “Blindspot”, encerrada em julho passado. Com isso, escapou do destino dos demais coadjuvantes asgardianos da franquia, assassinados por Hela, a Deusa da Morte (vivida por Cate Blanchett). Apesar disso, o público nunca teve uma explicação para a ausência de Sif naquele filme, após a personagem ter grande destaque em “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013). O novo filme deverá servir para esclarecer esse “buraco” narrativo e, quem sabe, formar o primeiro casal lésbico da Marvel. Embora os filmes anteriores indicassem que Sif tinha sentimentos românticos pelo Deus do Trovão (Chris Hemsworth), muitos esperam que ela acabe virando a rainha de Valquíria (Tessa Thompson), após Alexander expressar interesse nessa possibilidade nas redes sociais. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jaimie Alexander (@jaimiealexander)

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  • Série

    Kenneth Branagh viverá Boris Johnson em série sobre a pandemia

    23 de janeiro de 2021 /

    O ator e diretor Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai interpretar o primeiro-ministro britânico Boris Johnson numa minissérie britânica sobre a pandemia global. Intitulada “This Sceptred Isle”, a produção do canal pago Sky irá mapear a reação do governo do Reino Unido ao coronavírus, em meio ao Brexit e à própria infecção de Johnson. A trama de cinco capítulos também vai acompanhar o impacto da pandemia na Grã-Bretanha e a resposta de cientistas, enfermeiras e médicos do serviço público de saúde enquanto trabalham para conter o vírus. A trama de cinco capítulos é baseada no testemunho real de várias pessoas, incluindo integrantes do governo e de médicos na linha de frente na luta contra a doença, e a história ainda contará com consultoria de Tim Shipman, editor político do jornal The Sunday Times. “This Sceptred Isle” tem produção e direção do cineasta Michael Winterbottom (“Greed: A Indústria da Moda”), que também co-escreveu o roteiro com Kieron Quirke (criador de “Cuckoo”). As gravações começarão no início de 2021 e a estreia está prevista para o outono europeu (primavera no Brasil) de 2022.

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  • Etc,  Filme

    Walter Bernstein (1919 – 2021)

    23 de janeiro de 2021 /

    O roteirista Walter Bernstein, que transformou sua amarga experiência na lista negra de Hollywood na comédia “Testa-de-Ferro por Acaso”, morreu na sexta-feira (22/1) aos 101 anos. Nascido no Brooklyn, em Nova York, Bernstein ingressou no Partido Comunista enquanto estudava na universidade de Dartmouth, e esse ímpeto estudantil acabou lhe custando perseguição política e desemprego, mesmo tendo servido, de forma patriótica, no Exército dos Estados Unidos durante a 2ª Guerra Mundial. Depois de escrever um livro sobre suas aventuras na guerra, “Keep Your Head Down”, ele resolveu seguir para Hollywood, onde ajudou na adaptação do clássico noir “Amei um Assassino” (1948). Mas ao mesmo tempo o senador Joseph McCarthy e o Comitê de Atividades Não Americanas da Câmara estavam iniciando uma caça às bruxas para erradicar os comunistas do showbusiness, que atropelaria a carreira nascente do jovem roteirista. “Eu estava escrevendo uma série para a CBS, chamada ‘Danger’, escrevendo muito feliz para eles”, disse o roteirista numa entrevista ao site The Hollywood Reporter. “Até que, um dia, o produtor Charles Russell me disse: ‘Há um problema aqui, você tem que colocar outro nome no roteiro. Eu não sei [o que está acontecendo], eles me disseram lá em cima que não podem usar mais você.” O nome de Bernstein apareceu na lista negra, num boletim com nomes de supostos comunistas que trabalhavam em Hollywood, no verão de 1950. A única maneira de continuar sua carreira seria trair os colegas, testemunhar e apontar outros esquerdistas de Hollywood. Mas ele se recusou. Para sua sorte, o produtor de “Danger” e alguns de seus diretores, como o futuro cineasta Sidney Lumet, decidiram arriscar suas próprias carreiras para lhe oferecer uma saída. Eles permitiram que ele continuasse escrevendo secretamente com um pseudônimo. Um dos produtores da série – e outro futuro cineasta – Martin Ritt também foi mantido na atração desta forma. Charles Russell, inclusive, convidou Bernstein a escrever para outro programa, o jornalístico “You Are There”, apresentado pelo mais famoso telejornalista dos EUA, Walter Cronkite. E assim Bernstein sobreviveu ao desemprego nos anos 1950. Da mesma forma, ele desenvolveu roteiros de filmes sem receber créditos, incluindo o famosíssimo western “Sete Homens e um Destino” (1960). Até que Sidney Lumet resolveu acabar com aquele absurdo. O diretor convenceu o produtor italiano Carlo Ponti que Bernstein era o melhor roteirista para um filme que ele faria com Sofia Loren, “Mulher Daquela Espécie”. Sem se importar com política americana, Ponti autorizou a contratação e os créditos, acabando com o bloqueio da lista negra em 1959. Meses depois, Kirk Douglas fez o mesmo em “Spartacus”, revelando o nome do roteirista Dalton Trumbo, e uma página vergonhosa de cerceamento de direitos e perseguição às liberdades foi superada nos EUA. Livre para trabalhar, Bernstein fez parceria com o colega de lista negra Martin Ritt em “Paris Vive à Noite” (1961), uma ode ao jazz estrelada por Paul Newman, Joanne Woodward e Sidney Poitier. E entregou um de seus melhores roteiros para Sidney Lumet a seguir, “Limite de Segurança” (1964), clássico sobre o perigo nuclear da Guerra Fria, com Henry Fonda no papel de presidente dos EUA. Depois, escreveu o thriller de ação “O Trem” (1964), dirigido por John Frankenheimer, com quem também tinha trabalhado de forma incógnita na série “Danger”. E foi arriscar com Ritt um tema abertamente comunista em “Ver-te-ei no Inferno” (1970), estrelado por Sean Connery, sobre mineiros do século 19 em luta por melhores condições de trabalho. A parceria dos dois ex-integrantes da lista negra chegou ao auge em “Testa-de-Ferro por Acaso” (1976), no qual decidiram contar suas experiências durante o período da caça às bruxas. O filme ainda juntou ao grupo Zero Mostel, ator que sofreu a mesma perseguição política e sentiu o desemprego na pele – algumas das histórias que seu personagem vive, Mostel viveu na vida real. O plano original era apresentar o longa como uma grande tragédia, usando elementos da história de Philip Loeb, um ator na lista negra que cometeu suicídio após ser banido da indústria. Mas os executivos da Columbia Pictures acharam alguns trechos engraçados e decidiram que o filme funcionaria melhor como comédia. Para tanto, sondaram Woody Allen para o papel principal e ele surpreendentemente aceitou, tornando o filme um raro projeto que Allen estrelou sem escrever ou dirigir durante sua ascensão como autor – que lhe daria o Oscar um ano depois. “Testa-de-Ferro por Acaso” foi aclamado pela crítica e rendeu a Bernstein sua única indicação ao Oscar de Melhor Roteiro. O filme também foi indicado ao prêmio do Sindicato dos Roteiristas, assim como o trabalho seguinte do escritor, a comédia “A Disputa dos Sexos” (1977), estrelada por Burt Reynolds. Além disso, Woody Allen gostou tanto do texto de Bernstein que decidiu homenageá-lo, convidando-o a fazer uma participação especial em “Noivo Neurótico, Noiva Nervosa” (1977), grande vencedor do Oscar 1978. Bernstein ainda adaptou o drama de guerra “Os Yankees Estão Voltando” (1979) para o diretor John Schlesinger, antes de decidir dirigir seu próprio filme, a comédia infantil “A Garotinha que Caiu do Céu” (1980). Entretanto, sua carreira cinematográfica não passou dos anos 1980, encerrando-se com o suspense neo-noir “Pesadelo na Rua Carroll” (1987), novamente sobre a lista negra, e a comédia besteirol “Uma Alucinante Viagem” (1988), com Dan Aykroyd e Walter Matthau. Mas ele não se aposentou. Passou a dar aulas de roteiro em três universidades distintas e continuou trabalhando para a TV até ultrapassar os 90 anos de idade. O roteirista voltou a dirigir (o telefilme “Homens e Mulheres 2 – Um Jogo de Sedução”, de 1991), foi indicado ao Emmy (pelo roteiro de “Miss Evers’ Boys”, de 1997) e até criou uma série (“Hidden”, em 2011 no Reino Unido). Sua despedida das telas, porém, foi diante das câmeras. Ele atuou pela segunda vez na vida em “Indignação” (2016), de James Schamus, com 97 anos.

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  • Música

    “Hino da vacina” de MC Fioti ganha clipe gravado no Butantan

    23 de janeiro de 2021 /

    O canal Kondzilla lançou neste sábado (23) o clipe de “Bum Bum Tam Tam (Remix Vacina Butantan)”, de MC Fioti. O hit virou o “hino” da vacina CoronaVac, devido à semelhança de seu refrão com o nome do Instituto Butantan, de São Paulo. Mas nem ele sabe como essa relação entre a música e a vacina começou. Vale lembrar que “Bum Bum Tam Tam” já era um sucesso enorme. O clipe original, lançado em 2017, tornou-se o primeiro vídeo brasileiro a registrar 1 bilhão de visualizações no YouTube. Mas nas últimas semanas a música voltou à tona, viralizando em memes pela coincidência entre seu título e o Butantã. Aproveitando a repercussão saudável, o cantor gravou uma variação da letra explicitando a referência: “É a vacina envolvente que mexe com a mente de quem tá presente / É a vacina saliente, que vai curar ‘nóis’ do vírus e salvar muita gente / Aí, eu falei assim pra ela: ‘Vai, vai no Butantan, vai no Bubutantan”. Com isso, Fioti usou seu poder de comunicação para prestar um grande serviço público e ajudar a popularizar a vacinação no Brasil. Pegou tão bem que até o governador João Doria fez questão de ligar para o funkeiro e elogiar seu “sucesso butantante”. “Ele [Doria] me agradeceu pelo apoio que a gente tá dando para a vacina”, disse Fioti ao jornal Folha de S. Paulo. “Foi um papo legal. E eu cantei pra ele a música na versão da vacina.” O clipe, que começa como continuação do vídeo original, foi gravado há oito dias, em 15 de janeiro, na sede do próprio Butantan e com participação de funcionários do Instituto na coreografia coletiva. “Acho que a minha música, o funk, conversa muito com a comunidade. Por meio dessa nova versão e do clipe a gente vai conseguir passar a mensagem e eles vão se conscientizar de que a solução para a gente é se vacinar”, acrescentou Fioti, desta vez em entrevista ao G1. Ele deu várias entrevistas nos últimos dias, inclusive para a imprensa internacional. “Estou feliz de poder ajudar a nossa população através da música”, completou o jovem de 26 anos, filho de doméstica, que trabalhou em lanchonetes, foi ajudante de pedreiro e catou papelão e alumínio na rua, antes de virar um artista de sucesso.

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  • Série

    Invincible: Série animada do autor de The Walking Dead ganha vídeo e data de estreia

    23 de janeiro de 2021 /

    A Amazon divulgou um trecho completo de “Invincible”, série animada que adapta os quadrinhos homônimos de Robert Kirkman (o autor de “The Walking Dead”). Além de abordar o relacionamento entre pai e filho protagonistas da trama, a prévia também revela a data de estreia da produção. Lançada como “Invencível” no Brasil, a série reflete o universo dos super-heróis com um olhar sombrio, ao acompanhar Mark Grayson, um jovem aparentemente comum, exceto pelo fato de ser filho do super-herói mais poderoso do planeta, Omni-Man. Durante toda a vida, ele acreditou que seu pai era um alienígena benevolente, vindo do espaço para proteger a Terra, e que havia herdado seus poderes para continuar esse legado. Até o dia em que é convidado a se juntar ao pai em sua verdadeira missão: dominar o mundo. O elenco de dubladores reúne diversos intérpretes “clássicos” de “The Walking Dead”, a começar por Steven Yeun (o Glenn), que dubla o protagonista. Além dele, o elenco também inclui Lauren Cohan (a Maggie), Lennie James (Morgan), Khary Payton (Ezekiel), Ross Marquand (Aaron), Sonequa Martin-Green (Sasha), Michael Cudlitz (Abraham) e Chad Coleman (Tyreese). Além deles, a série também terá as vozes de JK Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”) como Omni-Man e Sandra Oh (vencedora do Globo de Ouro por “Grey’s Anatomy” e “Killing Eve”) como a mãe de Mark, sem esquecer de Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Walton Goggins (“Tomb Raider”), Mark Hamill (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Gillian Jacobs (“Community”) e Seth Rogen (“Vizinhos”), entre outros. Um elenco de superprodução. Os quadrinhos de “Invincible” foram publicados por 15 anos, encerrando sua história em 2018. Neste meio tempo, sua trama já tinha sido transformado em série animada – pela MTV em 2008. Desta vez, a produção é do próprio Kirkman e chegará ao streaming em 26 de março.

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  • Filme

    Ator revela detalhes do primeiro herói gay assumido da Marvel

    23 de janeiro de 2021 /

    Durante uma recente entrevista com o site NewNowNext, o ator libanês Haaz Sleiman (“Jack Ryan”) revelou detalhes sobre seu personagem em “Eternos”, que forma o primeiro casal gay da Marvel com o herói Phastos (Bryan Tyree Henry, de “Brinquedo Assassino”). “Sou o marido dele, um arquiteto; temos um filho. Embora eu desejasse ser o super-herói – porque, quando veremos um ator muçulmano árabe assumidamente gay interpretar um super-herói? – , mal posso esperar para ver”. Ele ainda acrescentou: “Acho que todo mundo vai ficar orgulhoso do filme. A Marvel foi capaz de abordar essa questão [do personagem LGBTQIA+] de forma delicada, e Phastos é um dos maiores heróis do filme”. Sleiman já tinha adiantado que também protagoniza com Henry o primeiro beijo homossexual da Marvel. “É um beijo lindo, muito tocante. Todo mundo chorou no set”, ele contou no ano passado em outra entrevista, também para o NewNowNext. “Para mim, é muito importante mostrar o quão amorosa e bonita uma família queer pode ser”, contou. Após ter a estreia adiada devido à pandemia de coronavírus, “Eternos” tem estreia marcada para novembro de 2021 nos EUA. Dirigido por Chloé Zhao (“Nomadland”), o longa tem um elenco grandioso que ainda inclui Angelina Jolie (“Malévola: Dona do Mal”), Gemma Chan (“Capitã Marvel”), Kit Harington (“Game of Thrones”), Richard Madden (também de “Game of Thrones”), Lia McHugh (“American Woman”), Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”), Lauren Ridloff (“The Walking Dead”), Salma Hayak (“Dupla Explosiva”), Don Lee (“Invasão Zumbi”) e Barry Keoghan (“Dunkirk”).

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  • Série

    Sob Pressão: 4ª temporada começa a ser gravada em fevereiro

    23 de janeiro de 2021 /

    As gravações da 4ª temporada de “Sob Pressão” foram marcadas para fevereiro. Segundo a colunista Patrica Kogut, do jornal O Globo, a atriz Drica Moraes, que gravou remotamente os episódios especiais sobre a covid no ano passado, voltará aos estúdios com o resto do elenco para os novos capítulos. A atriz já teve problemas de saúde no passado e, por isso, a direção optou por poupá-la naquela ocasião. Ela vive a infectologista Vera na trama. Além disso, David Junior, que estreou na série como o neurocirurgião Mauro em “Plantão Covid”, seguirá no elenco. Lucas Paraizo e sua equipe já entregaram os roteiros e um deles vai abordar o incêndio no Hospital Badim, na Tijuca, ocorrido em 2019. De acordo com Kogut, o caso do morador de rua que esfaqueou três pessoas na Lagoa, no mesmo ano, também serviu de inspiração. A estreia ainda não foi marcada, mas a Globo já confirmou a produção da 5ª temporada.

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