Pai e filho se enfrentam em comercial de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”
A Marvel divulgou um comercial de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o filme do Mestre do Kung Fu. A prévia se concentra no conflito entre o protagonista e seu pai. Trata-se da premissa básica dos quadrinhos, centrada na rebelião do filho altruísta contra o pai maligno, fazendo uma simples troca do Fu Manchu das publicações originais pelo vilão Mandarim (ou Wenwu, seu nome civil), mencionado na franquia “Homem de Ferro”. A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu (“Kim’s Convenience”) como o herói do título e o astro de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”) como o pai antagonista, além de Awkwafina (“A Despedida”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Fala Chen (“The Undoing”) e Florian Munteanu (“Creed II”). Além destes, o filme contará com aparições de Wong (Benedict Wong), o assistente de “Doutor Estranho”, e o vilão Abominável, de “O Incrível Hulk” (2008). Sabe-se que o ator Tim Roth vai voltar ao papel da criatura na série da Mulher Hulk. O roteiro foi escrito por Dave Callaham (“Mortal Kombat”), a direção é de Destin Daniel Cretton (“Luta por Justiça”) e a estreia está marcada para 2 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
King Richard: Will Smith vive o pai das tenistas Venus e Serena Williams em trailer dramático
A Warner Bros. divulgou o pôster e o trailer legendado de “King Richard: Criando Campeões”, história real da perseverança do pai que possibilitou o sucesso das irmãs Venus e Serena Williams, primeiras tenistas negras campeãs mundiais. O drama edificante traz Will Smith (“Esquadrão Suicida”) lutando contra todas as expectativas raciais como Richard, Aunjanue Ellis (“Lovecraft Country”) como sua esposa Brandi, Saniyya Sidney (“Um Limite entre Nós”) como Venus e Demi Singleton (“Godfather of Harlem”) como Serena Williams. Dirigido por Reinaldo Marcus Green (“Monstros e Homens”), o filme ainda traz em seu elenco os atores Jon Bernthal (“O Justiceiro”), Tony Goldwyn (“Scandal”), Dylan McDermott (“American Horror Story”) e Judith Chapman (“The Young and the Restless”). A estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
“O Esquadrão Suicida” aparece com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes
A próxima adaptação da DC Comics nos cinemas é a melhor de todas, segundo a crítica norte-americana. As primeiras críticas de “O Esquadrão Suicida” começaram a ser publicadas nesta quarta-feira (28/7) e o consenso inicial é que o filme é totalmente excelente. Escrito e dirigido por James Gunn (de “Guardiões da Galáxia”), o longa atingiu nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, a partir das primeiras 47 resenhas compiladas pelo portal. As notas tendem a cair até o fim do dia, conforme mais resenhas forem computadas, mas não devem ficar abaixo da produção mais bem cotada do DCU, “Mulher-Maravilha”, que teve 93% de críticas positivas. “Depois do horrendo e execrado ‘Esquadrão Suicida’ de 2016, eu não conseguia imaginar que poderia gostar de – mal suportava a ideia de ter que ver – outro filme chamado ‘Esquadrão Suicida’. Como estou feliz por ter errado”, começa a crítica do jornal Los Angeles Times. “Que diferença faz um artigo”, apontou a revista The Hollywood Reporter, referindo-se ao “O” na frente do novo “Esquadrão Suicida”. “Não só encontra a vibe divertida que escapou ao seu antecessor, mas também conta uma história que vale a pena seguir…”, acrescentou a crítica. “A visão distinta e autoconfiante de Gunn, que conseguiu permanecer intocada pela interferência do estúdio, coloca ‘O Esquadrão Suicida’ ao lado do que há de melhor do cinema moderno de quadrinhos”, exaltou o jornal britânico Independent. “Quando Gunn abordou os ‘Guardiões da Galáxia’, ele transformou absurdo em ouro para a Marvel. Ao dar a ‘O Esquadrão Suicida’ a mesma sensação sacana e uma veia igualmente surreal, ele fez o mesmo pela DC”, comparou a revista Empire. “Se o cinema está se matando com excesso de super-heróis, pelo menos ‘O Esquadrão Suicida’ sugere que ele pode morrer de rir”, apontou o site IndieWire. “‘O Esquadrão Suicida’ é desagradável, vergonhoso e astuciosamente divertido”, considerou a revista Variety. “É assim que se faz”, resumiu o jornal britânico The Times sobre a produção. O filme estreia no Brasil na próxima semana, em 5 de agosto, um dia antes do lançamento nos EUA. Aproveite e reveja o trailer legendado abaixo.
Rogério Samora sofre infarto durante gravação de novela
O ator português Rogério Samora, de 62 anos, está internado em coma em um hospital em Lisboa. Conhecido no Brasil pela novela “Nazaré”, Samora sofreu um infarto nos estúdios da SIC enquanto gravava a novela “Amor Amor”, que está no horário nobre da emissora portuguesa. “O seu estado é grave, o prognóstico mantêm-se reservado”, publicou o jornal O Público. O artista tem um papel importante na trama e, antes de se sentir mal, estava contracenando com Ricardo Pereira, que é o protagonista. Samora foi acudido rapidamente pelos colegas e equipes de produção da novela e levado para o Hospital Amador Sintra. “Estávamos todos lá (nas gravações). A única coisa que desejo agora é receber um telefonema a dizer que o Samora está bem. É o meu desejo e de todos os colegas. Estamos todos a torcer por ele e que recupere rapidamente”, disse Ricardo Pereira, ao site A Televisão. Samora também fez dois filmes brasileiros: “Solidão, Uma Linda História de Amor”, de Victor di Mello, em 1989, contracenando com Tarcísio Meira, Maitê Proença, Nuno Leal Maia, Vera Gimenez e até Pelé, e “Diário de Um Novo Mundo”, de Paulo Nascimento, em 2005, ao lado de Edson Celulari e Daniela Escobar.
Remake de “Amor, Sublime Amor” ganha teaser dramático
O 20th Century Studios divulgou um novo teaser do remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg. Curiosamente, a prévia minimiza coreografias para enfatizar os aspectos dramáticos do famoso musical. Protagonizado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) como Tony e a estreante Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas em testes pelo papel de Maria, “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta” passada em Nova York no final dos anos 1950. Além de locação e época, a trama acrescenta à tragédia shakespeariana de amor proibido elementos de delinquência juvenil, preconceito racial e muita música e dança. A versão original do musical estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e foi levada às telas originalmente em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores filmes musicais de todos os tempos, o longa venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita por Tony Kushner, que trabalhou com Spielberg em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012) e conta com uma integrante do elenco original, Rita Moreno, que também é uma das produtoras executivas do filme. Ela foi a primeira latina a vencer o Oscar, conquistando o troféu de Melhor Atriz Coadjuvante na primeira adaptação cinematográfica do musical. Adiada em um ano pela pandemia de covid-19, a estreia vai acontecer em 9 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Jean-Francois Stévenin (1944–2021)
O ator francês Jean-Francois Stévenin morreu nesta quarta (28/7) aos 77 anos, de causa não divulgada. Segundo informou seu filho, ele estava internado num hospital há alguns dias. Stévenin começou a carreira na virada dos anos 1970 trabalhando em clássicos da nouvelle vague, a maioria dirigidos por François Truffaut, como “O Garoto Selvagem” (1970), “Uma Jovem tão Bela Quanto Eu” (1972), “A Noite Americana” (1973) e “Na Idade da Inocência” (1976). Também filmou com Jacques Rivette obras icônicas como “Não me Toque” (1971), “Out 1: Spectre” (1972) e “Um Passeio por Paris” (1981). A experiência com os gênios a nouvelle vague o inspirou a se aventurar atrás das câmeras. Ele dirigiu três longas de forma bastante espaçada: “Passe Montagne” (1978), “Doubles Messieurs” (1986) e “Mischka” (2002). Todos se tornaram cultuados. A partir dos anos 1980, ele se tornou um coadjuvante bastante requisitado, estrelando muitos filmes franceses populares, que lhe garantiram uma carreira longeva. Entre os trabalhos mais marcantes de sua filmografia, destacam-se ainda “Um Quarto na Cidade” (1982), de Jacques Demy, “Meu Marido de Batom” (1986), de Bertrand Blier, “O Pacto dos Lobos” (2001), de Christophe Gans, e “Uma Passagem para a Vida” (2002), de Patrice Leconte, sem esquecer seu trabalho com o americano Jim Jarmusch em “Os Limites do Controle” (2006). Requisitadíssimo até o final da vida, ele deixa três filmes inéditos no circuito comercial, incluindo “Entre Nous”, que teve première no recente Festival de Cannes.
Sean Penn contracena com a própria filha no trailer de seu novo filme
A MGM divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Flag Day”, novo filme dirigido e estrelado por Sean Penn (“O Gênio e o Louco”). Trata-se de uma produção em família, em que ele dirige e contracena com seus filhos adultos, Dylan e Hopper Penn, frutos de seu matrimônio com Robin Wright (de “House of Cards”). Aos 28 anos, Dylan Penn (figurante em “Elvis & Nixon”) tem o maior destaque de sua carreira como protagonista da trama, uma filha com dificuldades para superar o legado carinhoso, mas sombrio do pai, um vigarista procurado pela polícia. A trama é uma adaptação do livro de memórias “Flim-Flam Man: The True Story of My Father’s Counterfeit Life” (2005), escrito por Jennifer Vogel. A adaptação está a cargo do roteirista Jez Butterworth (criador da série “Britannia”), com quem Penn trabalhou em “Jogo de Poder” (2010). O elenco de “Flag Day” também incluiu, entre outros, Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Ultimato”), Katheryn Winnick (a Lagertha de “Vikings”) e Bailey Noble (a Adilyn de “True Blood”). Como diretor, Sean Penn se destacou em filmes como “A Promessa” (2001) e “Na Natureza Selvagem” (2007), mas seu trabalho anterior atrás das câmaras, “A Última Fronteira” (2016), foi considerado um lixo, com míseros 4% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Por sinal, “A Última Fronteira” também marcou a estreia de Hopper Penn, dois anos mais novo que Dylan, como ator de longa-metragens. Exibido no Festival de Cannes, “Flag Day” também não teve boa acolhida entre a crítica internacional, atingindo apenas 35% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia está marcada para 20 de agosto nos EUA e não há previsão para o lançamento no Brasil.
Festival de Toronto vai exibir “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira
O Festival de Toronto anunciou nesta quarta (28/7) uma nova leva de filmes que serão exibidos em sua edição de 2021, que acontecerá entre os dias 9 e 18 de setembro em formato híbrido. Um dos mais importantes festivais de cinema do mundo, o evento canadense exibirá longas que foram destaque em Cannes, entre eles o brasileiro “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira. Elogiado pela crítica internacional durante a projeção francesa, o filme questiona o extremismo religioso na vida de uma comunidade e será exibido na mostra de Cinema Mundial Contemporâneo (Contemporary World Cinema). O Brasil ainda será representado por duas coproduções internacionais da RT Features, produtora de Rodrigo Teixeira: “Bergman Island”, da francesa Mia Hansen-Love, nas sessões especiais, e “Murina”, da croata Antoneta Alamat Kusijanović, na Contemporary World Cinema. Outros longas que foram destaques no Festival de Cannes também foram confirmados nas mostras paralelas, como “Drive My Car”, de Ryusuke Hamaguchi; “The Worst Person In The World”, de Joachim Trier; “Tre Piani”, de Nanni Moretti, e “Paris, 13th District”, de Jacques Audiard. Já a principal mostra do evento recebeu reforço de “Belfast”, filme de Kenneth Branagh com Judi Dench; “The Electrical Life of Louis Wain”, de Will Sharpe, com Benedict Cumberbatch e Claire Foy; “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, com Anya Taylor-Joy; “The Mad Woman’s Ball”, dirigido e estrelado por Mélanie Laurent; e o documentário “Jagged”, sobre Alanis Morissette. As sessões especiais contarão ainda com “The Power of the Dog”, de Jane Campion, produção da Netflix selecionada para o Festival de Veneza; “Sundown”, do mexicano Michel Franco, também presente em Veneza; “The Eyes of Tammy Faye”, com Andrew Garfield e Jessica Chastain; e “Petite Maman”, da francesa Céline Sciamma. A lista completa de filmes pode ser encontrada no site do Festival de Toronto (https://www.tiff.net/).
Lucasfilm contrata YouTuber que superou efeitos de “The Mandalorian” com deepfake
O YouTuber conhecido como Shammook, que tem um canal dedicado à demonstrar aplicações de “deepfake”, que substitui rostos de personagens da ficção por pessoas reais, usando inteligência artificial, foi contratado pela Lucasfilm após revelar como essa técnica resultaria em efeitos mais realistas que a computação gráfica de “The Mandalorian”. Ele próprio contou, num vídeo recente, que foi procurado pela empresa de efeitos Industrial Light and Magic, criada na Lucasfilm, após lançar um vídeo em que substituía os efeitos de rejuvenescimento de Luke Skywalker, feitos por computador para o final da 2ª temporada de “The Mandalorian”, por um deepfake do ator Mark Hamill jovem. O vídeo de comparação do CGI vs. deepfake mostrou que a tecnologia mais barata teve um resultado superior, mais natural e convincente que o visual apresentado na série. Shamook também demonstrou como o rejuvenescimento de Robert De Niro em “O Irlandês”, de Martin Scorsese, poderia ter sido mais realista se o diretor tivesse usado a técnica de deepfake, em vez de optar por recriar o rosto do astro via CGI. Em comunicado, a conceituada empresa de efeitos visuais confirmou a contratação: “A Industrial Light and Magic (ILM) está sempre buscando por talentosos artistas e de fato contratou o artista que é conhecido pela persona online ‘Shamook'”. O texto também acrescenta o entusiasmo por ver o uso da tecnologia chegar no atual estágio e estar tão acessível. “Ao longo dos últimos anos, a ILM tem investido tanto em machine learning quanto em Inteligência Artificial como formas de produzir efeitos visuais envolventes e tem sido incrível ver isso ganhando força conforme as tecnologias avançam”, completou a nota. Veja abaixo o vídeo que rendeu um novo emprego a Shamook.
“Sex Education” vai virar guia de sexo e romance de ficção
Uma das séries mais populares da Netflix, “Sex Education” vai ganhar dois livros derivados, que já tem publicação garantida no Brasil pela Galera Record. O primeiro se chama “Sex Education: Pé na Estrada”. Trata-se de um romance de autoria de Katy Birchall centrado na personagem Maeve (Emma Mackey), que vai chegar nas livrarias em setembro, mesmo mês de estreia da 3ª temporada da série. O segundo é “Sex Education: Um Guia Para a Vida”, obra de não ficção que trará dicas sobre sexo e relacionamentos com uma linguagem acessível para jovens. Esta publicação está marcada para outubro. Enquanto isso, a 3ª temporada de “Sex Education” estreia na Netflix no dia 17 de setembro, trazendo novidades no elenco e uma guinada conservadora na escola dos personagens. Veja abaixo o primeiro teaser do novo ano de produção, com a introdução de Jemima Kirke (de “Girls”) no papel de nova diretora do Colégio Moordale.
Novo filme de Pedro Almodóvar ganha primeiro teaser
A Sony divulgou o primeiro teaser de “Madres Paralelas”, que volta a reunir o diretor Pedro Almodóvar com a atriz Penélope Cruz. A trama gira em torno de mães que dão à luz no mesmo dia. O filme acompanha a vida paralela dos dois primeiros anos de vida de seus filhos. O filme reforça a mudança temática na produção mais recente do diretor, que trocou o desejo, principal manifestação de seus primeiros trabalhos, por histórias de maternidade. A mudança já aconteceu há bastante tempo, como se pode constatar no vencedor do Oscar de 1999 “Tudo Sobre Minha Mãe” e em “Volver”, indicado ao Oscar de 2006 – e que também foi estrelado por Cruz. E esteve presente de forma clara em “Dor e Glória”, o filme mais recente e autobiográfico do diretor, em que Cruz interpretou a mãe do protagonista. No novo longa, Cruz divide o protagonismo com Aitana Sánchez Gijón (“Velvet Colección”) e a novata Milena Smit (“No Matarás”), além de Israel Elejalde (“Veneno”) e de duas colaboradoras de longa data de Almodóvar, Julieta Serrano e Rossy de Palma, que trabalharam juntas em “Mulheres à Beira de um Colapso Nervoso” (1988), primeiro longa do cineasta espanhol a ser indicado ao Oscar. Filme de abertura do Festival de Veneza 2021, em 1 de setembro, “Madres Paralelas” estreia logo em seguida na Espanha e em dezembro nos EUA. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Oscar Isaac é jogador de pôquer em trailer de suspense de Paul Schrader
A Focus Features divulgou o pôster e o trailer de “The Card Counter”, novo filme de Paul Schrader (“Fé Corrompida”), que destaca Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como um jogador de pôquer de passado complicado. Na trama, ele é um ex-interrogador militar que tenta esquecer seus traumas através de jogos de cartas, mas eventualmente encontra a chance de se vingar de seu ex-comandante, interpretado por Willem Dafoe (“Aquaman”). O elenco também traz Tiffany Hadish (“Sócias em Guerra”) e Tye Sheridan (“X-Men: Fênix Negra”). Além disso, a produção marca a retomada da parceria entre Schrader e Martin Scorsese, interrompida após “A Última Tentação de Cristo”, em 1988. O diretor de “The Card Counter” escreveu alguns dos filmes mais famosos de Scorsese, como “Taxi Driver”, “Touro Indomável” e o filme da crucificação, e o famoso cineasta retribui agora como produtor do novo longa. O filme terá sua première mundial no Festival de Veneza antes de entrar no circuito comercial norte-americano em 10 de setembro. Ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.
Noomi Rapace é mãe de uma ovelha em trailer de terror premiado
O estúdio A24, de “A Bruxa” e “Hereditário”, divulgou pôsteres e o trailer de outro terror que está dando o que falar. Trata-se de “Lamb”, premiado na mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes deste ano e com 85% de aprovação no site Rotten Tomatoes, em críticas que usam a palavra “perturbador” de forma elogiosa. A prévia introduz, com pouquíssimas palavras, a trama da produção, que acompanha um casal isolado numa fazenda de ovelhas da Islândia. Durante o parto de um dos animais, um filhote diferente vem à luz e passa a ser criado como filho do casal. Logo, o bebê começa a andar sobre duas patas. Primeiro filme dirigido por Valdimar Jóhannsson, que trabalhou nos efeitos das sci-fi “Prometheus”, “Rogue One” e “Guerra do Amanhã”, “Lamb” é estrelado por Noomi Rapace (também de “Prometheus”) e Hilmir Snaer Gudnason (“O Mar”). A estreia está marcada para 20 de agosto na Islândia, mas ainda não há previsão para o lançamento comercial no resto do mundo.












