PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Série

    Dead Boy Detectives: Criação de Neil Gaiman na DC Comics vai virar série

    4 de setembro de 2021 /

    A HBO Max está desenvolvendo uma adaptação de “Dead Boy Detectives”, personagens de quadrinhos da DC Comics criados por Neil Gaiman. Introduzidos originalmente nas páginas de “Sandman” em 1991, os detetives mirins mortos são Edwyn e Charles, fantasmas de dois garotos que, após suas mortes, decidiram permanecer na Terra para investigar crimes sobrenaturais. Edwyn e Charles fizeram tanto sucesso que acabaram retornando dois anos depois no crossover “A Cruzada das Crianças” (Children’s Crusade), que juntou vários personagens da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics, antes de ganhar sua própria minissérie em 2001, uma graphic novel em 2005 e uma série mensal em 2014, entre várias participações em outras publicações. Sua trajetória live-action também vai começar no título de outros personagens. Os dois já vão aparecer na 3ª temporada de “Patrulha do Destino”, que estreia dia 23 de setembro, interpretados por Ty Tennant (“War of the Worlds”) e Sebastian Croft (“Game of Thrones”). O roteiro do piloto está sendo escrito por Steve Yockey, criador de um dos maiores sucessos da HBO Max, “The Flight Attendant”. Ele também será um dos produtores executivos ao lado de Jeremy Carver (criador de “Patrulha do Destino”) e Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”). A expectativa é de que o piloto seja gravado em novembro. O resultado precisará agradar aos executivos da HBO Max para virar série. Veja abaixo algumas capas da publicação original da DC/Vertigo.

    Leia mais
  • Série

    “Rick and Morty” ganha versão live-action com Christopher Lloyd e Jaeden Martell

    4 de setembro de 2021 /

    O Adult Swim divulgou no Twitter um curto vídeo que traz Christopher Lloyd, o eterno Doc Brown de “De Volta Para o Futuro”, como a versão live-action do cientista maluco de “Rick and Morty”. O ator aparece ao lado de Jaeden Martell (“It – A Coisa”), intérprete de Morty, numa cena que deve fazer parte de um dos dois episódios finais da 5ª temporada da animação, previstos para ir ao ar neste domingo (5/9) nos EUA. Os criadores de “Rick and Morty”, Dan Harmon e Justin Roiland, nunca esconderam que se inspiraram em Doc Brown para criar Rick Sanchez, nem que a própria animação nasceu como uma paródia de “De Volta para o Futuro”. O detalhe é que Lloyd já havia dito que era fã e adoraria interpretar um papel na série. O episódio com a participação especial poderá ser visto no Brasil pela HBO Max, que tem disponibilizado a série simultaneamente à exibição americana. C-132 #rickandmorty pic.twitter.com/oq54C9C5TW — adult swim (@adultswim) September 3, 2021

    Leia mais
  • Série

    “Law & Order: SVU” vai perder dois integrantes de seu elenco

    4 de setembro de 2021 /

    A duradoura “Law & Order: SVU” vai perder dois integrantes de seu elenco. Jamie Gray Hyder, que vive a oficial Kat Tamin, e Demore Barnes, intérprete do subchefe Christian Garland, estão deixando a série. Segundo o site Deadline, suas saídas vão acontecer durante a estreia da 23ª temporada, que irá ao ar, com a exibição de dois episódios, no dia 23 de setembro nos EUA. Os dois personagens não tem longa história na atração, que começou a ser exibida no século passado. Ambos foram introduzidos no 21º ano da produção como recorrentes e acabaram promovidos a regulares na temporada passada. A personagem Kat foi a primeira oficial lésbica da série e o segundo personagem LGBTQIAP+ desde o Dr. George Huang, interpretado por BD Wong, que saiu na 12ª temporada. O elenco da atração também inclui Mariska Hargitay, Ice T, Peter Scanavino e Kelli Giddish. Série mais antiga da TV americana, “Law & Order: SVU” segue a Unidade de Vítimas Especiais do Departamento de Polícia de Nova York, um esquadrão de elite de detetives que investiga crimes de agressão sexual, abuso infantil e violência doméstica. A 23ª temporada vai começar poucas horas depois das últimas cenas exibidas em junho passado, quando Catalina Machado (Zabryna Guevara) foi presa por tráfico de mães solteiras que viviam em abrigos, em um complexo esquema de moradia para sexo. Ela agora quer atacar seus superiores em troca de um acordo com os federais e nomeia um poderoso congressista como o peixe grande. É um caso decisivo para o NYPD e coloca uma enorme pressão sobre todo o time da SVU para obter uma condenação. A atração já está renovada para sua 24ª temporada

    Leia mais
  • Série

    Yellowstone: Trailer da 4ª temporada mostra atentados contra protagonistas

    4 de setembro de 2021 /

    A Paramount divulgou o trailer impactante da 4ª temporada de “Yellowstone”, série mais vista da TV paga americana. Além de retomar a história após o personagem de Kevin Costner ser baleado e deixado para morrer na beira de uma estrada no final da temporada anterior, a prévia mostra mais atentados e novos integrantes da trama com risco de vida. Filmado em Utah e Montana, “Yellowstone” acompanha John Dutton (Costner), um cowboy moderno, proprietário da maior fazenda contígua dos Estados Unidos, que sofre constante pressão para diminuir suas fronteiras – por parte de desenvolvedores de terras e do governo – e enfrenta seus adversários num mundo violento e corrupto, que resolve seus problemas longe do olhar da mídia, onde envenenamento de poços d’água ou o sumiço de testemunhas não viram notícias. Primeira série semanal estrelada pelo ator Kevin Costner (“Robin Hood”, “Dança com Lobos”), que anteriormente só tinha feito a minissérie premiada “Hatfields & McCoys” (2012) para a TV, “Yellowstone” também foi a primeira atração televisiva criada pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e estreou como diretor com “Terra Selvagem” (2017), vencendo um prêmio no Festival de Cannes. Sheridan assina os roteiros, a produção e a direção da atração, que aborda o mesmo universo de seus filmes premiados: o interior rural dos Estados Unidos, onde os homens ainda usam chapéus de cowboy, andam a cavalo (e helicóptero) e são rápidos no gatilho. Por sinal, o ator indígena Gil Birmingham, que trabalhou nos dois filmes citados de Sheridan, também está no elenco da série. Os demais atores confirmam a ambição cinematográfica da produção, com destaque para Wes Bentley (“Jogos Vorazes”), Kelly Reilly (série “Britannia”), Luke Grimes (“Cinquenta Tons de Liberdade”), Cole Hauser (“Transcendence: A Revolução”), Kelsey Asbille (“Terra Selvagem”), Dave Annable (série “Red Band Society”), Danny Huston (“Mulher-Maravilha”), Josh Lucas (“Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), Jill Hennessey (série “Shots Fired”) e Patrick St. Esprit (“Velozes e Furiosos 8”), além de Josh Holloway (das séries “Colony” e “Lost”) a partir da 3ª temporada. Costner divide a produção executiva com Sheridan, além de John e Art Linson, pai e filho que trabalharam juntos anteriormente na produção do sucesso “Sons of Anarchy”. A série faz tanto sucesso que vai ganhar spin-off, um prólogo chamado “Y: 1883”, focado na origem da fortuna da família Dutton no Velho Oeste. “Yellowstone” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Governo de São Paulo processa Sikêra Júnior e Patricia Abravanel por LGBTQIAP+fobia

    4 de setembro de 2021 /

    A Secretaria da Justiça de São Paulo pretende abrir processos administrativos contra os apresentadores Sikêra Júnior, da RedeTV, e Patricia Abravanel, do SBT, por LGBTQIAP+fobia. As respectivas emissoras de cada apresentador também serão citadas. A intimação para uma audiência de conciliação, mediada pelo Tribunal de Justiça de SP, deve ser publicada nos próximos dias. As ações foram motivadas por manifestações que foram ao ar em junho deste ano, quando Sikêra Júnior se referiu a homossexuais como “raça desgraçada” durante o programa “Alerta Nacional” e Patricia Abravanel afirmou no “Vem pra Cá” que os conservadores têm o direito de serem intolerantes e o segmento tem que compreender quem não o respeita, debochando da sigla LGBTQIAP+. Após a repercussão negativa, a filha de Sílvio Santos se mostrou arrependida e abordou o significado da sigla em seu programa, afirmando que “ninguém quer agredir ninguém, a gente quer aprender e crescer”. Sikêra Júnior, por sua vez, sofreu campanha de boicote e pediu desculpas após perder anunciantes. “Preciso reconhecer que me excedi. No calor do comentário, posso ter usado palavras [de] que me arrependo”, afirmou o apresentador. Além dos apresentadores, também serão processados dois vereadores, um de Itararé e outro de São José do Rio Preto. “O estado de São Paulo não tolera a intolerância”, afirmou o secretário da Justiça e Cidadania, Fernando José da Costa, em comunicado oficial sobre a medida. “Em 2019 instauramos 20 processos administrativos por LGBTfobia. Em 2020 foram 47, um aumento de mais de 130%”, comparou. Lembre abaixo as manifestações que motivaram os processos. Sikeira chamando homossexuais de "raça desgraçada" (2:05) deveria, no MÍNIMO, gerar a perda da concessão pública da Rede TV. pic.twitter.com/Cil2pKVgpm — Bruno Sartori (@brunnosarttori) June 26, 2021 Em pleno mês do orgulho LGBTQIAP+, Patrícia Abravanel defende em rede nacional o direito de ser intolerante e pede compreensão aos conservadores. O Brasil segue lascado! https://t.co/2exnhakfrK pic.twitter.com/sZfwIaYRrb — BCharts (@bchartsnet) June 1, 2021

    Leia mais
  • Série

    “Only Murders in the Building” vira série de comédia mais vista da Hulu

    4 de setembro de 2021 /

    A série “Only Murders in the Building”, estrelada por Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short, tornou-se a comédia mais assistidas da Hulu desde o lançamento da plataforma. Apesar de não revelar nenhum número de visualização específico, como é praxe nos streamings da Disney, a Hulu informou que o resultado vem do “número total de usuários distintos e individuais que assistiram a qualquer episódio da série” em sua estreia, disse um porta-voz. “Only Murders in the Building” estreou na terça passada (31/8) e junta os comediantes veteranos Steve Martin e Martin Short com a cantora Selena Gomez nos papéis de três vizinhos obcecados por documentários criminais que, quando um morador de seu prédio é assassinado, veem-se em meio a um mistério exatamente como aqueles que amam assistir. Animados para criar um podcast sobre o crime, eles começam uma investigação que pode revelar o verdadeiro assassino, mas que acaba lhes colocando em risco. A série foi criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”) e além do trio famoso também inclui Amy Ryan (“The Office”), Aaron Dominguez (“Shaft”), Nathan Lane (“Modern Family”) e até o cantor Sting no elenco. Martin e Short já fizeram vários projetos juntos. Amigos de longa data, estrelaram as comédias “Três Amigos!” (1986) e “O Pai da Noiva” (1991), além de um recente especial da Netflix em 2018. A atração será a primeira série da carreira de Steve Martin e também marcará a volta de Selena Gomez ao formato, quase uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place”, encerrada em 2012 no Disney Channel. Desde então, ela lançou discos de grande sucesso e apareceu em alguns filmes, como “Spring Breakers” (2012), “Vizinhos 2” (2016), “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019) e “Os Mortos Não Morrem” (2019), além de participar da franquia animada “Hotel Transilvânia” e ter produzido a série “13 Reasons Why”. O lançamento no Brasil também aconteceu na terça-feira com a inauguração da plataforma Star+, que é a equivalente nacional da Hulu. Veja abaixo o trailer oficial legendado da série feito para o novo serviço de streaming.

    Leia mais
  • Filme

    Críticos apontam Kristen Stewart como favorita ao Oscar por “Spencer”

    3 de setembro de 2021 /

    A interpretação de Kristen Stewart como a princesa Diana em “Spencer” teve uma recepção entusiasmada no Festival de Veneza, com direito a aplausos demorados do público e elogios rasgados da crítica internacional nesta sexta-feira (3/9). O consenso formado após a exibição é que a jovem estrela sai de Veneza favorita ao Oscar de Melhor Atriz. Dirigido pelo chileno Pablo Larraín, “Spencer” retrata Diana cada vez mais isolada e afastada da família real, à exceção dos filhos William e Harry, levando-a ao ponto da ruptura, que acontece quando ela relutantemente se junta à realeza para uma reunião de Natal de três dias em Sandringham, enquanto seu casamento com o príncipe Charles desmoronava. Até a imprensa britânica, tão reticente com atores americanos em biografias de personalidades britânicas, elogiou a atuação e o sotaque da atriz. O Daily Mail chamou o desempenho simplesmente de “espetacular”. “Kristen Stewart é merecedora do Oscar – e Meghan Markle vai adorar”, tuitou Robbie Collin, crítico do tabloide. O também britânico The Guardian destacou que Stewart “tem uma atuação desajeitada e educada como Diana, e isso é inteiramente como deveria ser quando consideramos que o que Diana fazia era uma representação desajeitada e educada [de seu papel como princesa], com uma altivez galante e finesse estudada.” O New York Times também se empolgou, descrevendo a performance da atriz como perfeita. “Quanto mais o filme continua, mais a escalação [de Stewart] parece um golpe de gênio: Stewart é uma das poucas pessoas no planeta que conheceu o escrutínio dos paparazzi, o qual é até comparável à explosão de flashes que perseguiram Diana até a morte, de certa forma.” A revista Variety foi além nos elogios, afirmando que “Kristen Stewart não faz apenas uma representação (embora no nível da representação ela seja excelente). Ela se transforma. Ela muda seu aspecto, ritmo, carma […] com uma luminosidade que jorra dela”. O Hollywood Reporter seguiu o coro: “O fino trabalho de Stewart no sotaque e nos maneirismos é impecável. A câmera a adora, e ela tem experiência em ser magnética ou devastadoramente frágil”. E o site Deadline aumentou o consenso: “Não há como elogiar o suficiente o desempenho de Stewart, que vai de uma impressão de figura incrivelmente bem narrada para lindamente alcançar a essência de quem Diana era.” “Spencer” é a terceira cinebiografia da carreira de Stewart, que no passado já tinha impressionado como intérprete da atriz Jean Seberg e da roqueira Joan Jett, respectivamente em “Seberg Contra Todos” (2019) e “The Runaways: Garotas do Rock” (2010). A diferença é que, desta vez, ela tem um bom diretor atrás das câmeras. Além disso, Pablo Larrain já tinha experiência de ter filmado, há cinco anos, outra celebridade poderosa, a ex-primeira dama americana Jacqueline Kennedy em “Jackie” (2016). O roteiro é de Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e a produção ainda inclui Jack Farthing (“Poldark”) como o Príncipe Charles, além de Timothy Spall (da franquia “Harry Potter”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Sean Harris (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”) em seu elenco. Após a première de Veneza, “Spencer” será exibido nos festivais de Toronto, no Canadá, e Telluride, nos EUA, antes de fazer sua estreia comercial em 5 de novembro no Reino Unido e na América do Norte. Apesar da repercussão, o filme ainda não entrou na programação dos cinemas do Brasil. Veja abaixo o trailer (sem legendas) da produção.

    Leia mais
  • Filme

    Críticos elogiam visual de “Duna”, mas reclamam da narrativa hermética

    3 de setembro de 2021 /

    A première mundial de “Duna” aconteceu nesta sexta (3/9) no Festival de Veneza, fora de competição, diante de 8 minutos de aplausos efusivos. Integrante do júri do festival, a cineasta Chloe Zhao, vencedora do Oscar por “Nomadland”, resumiu a impressão geral causada pelo épico de ficção científica ao correr pelos corredores da histórica Sala Grande para cumprimentar o diretor Dennis Villeneuve com um grande abraço após a sessão, gritando “fantástico!”. O filme também recebeu suas primeiras críticas internacionais. Algumas resenhas já preveem que “Duna” será indicado à várias categorias técnicas do Oscar, como Fotografia, Som e Efeitos Visuais, mas não deve ir muito além disso, porque se o visual é impressionante, há problemas de roteiro. Mesmo dividindo o livro de Frank Herbert em dois filmes diferentes, Villeneuve teve dificuldades para adaptar a história, sem superar os problemas já detectados na tentativa anterior de adaptar a obra em 1984: a parte arrastada no deserto de Arakis e a quantidade de personagens e nomes citados na trama. “A menos que você esteja suficientemente informado sobre o clássico da ficção científica de Frank Herbert de 1965 para distinguir seus Sardaukars de suas Bene Gesserit, é provável que você não vá não muito longe em ‘Duna'”, observou a revista The Hollywood Reporter. “Apesar de ser parte jornada do herói e parte história de sobrevivência, o filme continua jogando detalhes misteriosos em você, o que pode emocionar os geeks de Herbert, mas fará com que quase todo o resto desista”. “Se você já está mergulhado na mitologia de Herbert, vai se emocionar com cada palavra sussurrada. Mas se entrar sem saber a diferença entre um escudo Holtzman e um buraco no chão, é uma caminhada mais longa”, concordou a revista Entertainment Weekly, numa crítica que deu ao filme uma nota “B”. Não é à toa que Villeneuve reclamou tanto do lançamento híbrido, que levará o longa ao cinema e à HBO Max simultaneamente nos EUA. Segundo as críticas, o forte de “Duna” são as imagens e não a narrativa. “‘Duna’ é um filme que ganha cinco estrelas por sua construção de mundo, mas duas estrelas e meia pela narrativa”, pontuou a revista Variety. Já o visual foi elogiado de forma unânime. O jornal britânico The Guardian estampou que a produção é “cinema blockbuster no seu melhor, estonteante e deslumbrante”. “Villeneuve atrai você para uma visão do futuro surpreendentemente vívida, às vezes plausivelmente enervante”, reforçou o Los Angeles Times. “Tecnicamente brilhante, visualmente maravilhoso, com um elenco de primeira categoria e conceitos profundos de ficção científica. Pena que se arraste tanto em sua segunda metade”, considerou o site IGN. Vale lembrar que, no passado, muitos desistiram de filmar “Duna” porque consideraram impossível condensar o livro de Herbert num único filme. Responsável pela primeira tentativa em 1975, Alejandro Jodorowsky concluiu que a adaptação teria que ter 15 horas. O estúdio, claro, queria um filme de no máximo 1h50. Nove anos depois, David Lynch tentou fazer o que podia com esta limitação de tempo, mas acabou estourando a duração exigida. Por isso, sua obra sofreu vários cortes durante a edição, a mando do produtor Dino De Laurentiis, o que dificultou o entendimento da trama complexa e causou seu fracasso nas bilheterias. Villeneuve acreditava ter encontrado a solução ao dividir a história em duas partes, de modo a apresentar a trama completa com cinco horas de duração. A crítica, pelo visto, achou que isso não ajudou tanto quanto ele imaginava. “Talvez o material base, com o seu interminável glossário de termos que descrevem lugares, pessoas, tradições religiosas e sistemas políticos, seja denso demais para ser traduzido em algo cinematograficamente ágil. O filme de Villeneuve parece apressado e arrastado ao mesmo tempo, com muitos diálogos expositivos e de preparação em torno de seus sets monolíticos”, descreveu a revista Vanity Fair. Apesar de interromper a história antes do fim, a continuação ainda não está confirmada. Por isso, o lançamento acontece sob uma condição preocupante, como lembrou a revista Empire: “Será uma pena se a parte 2 nunca acontecer.” Para quem não conhece, a história se passa no futuro e em outro planeta, um local árido chamado Arrakis, que produz uma matéria essencial às viagens interplanetárias: a Especiaria. Aqueles que controlam a Especiaria têm uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real que supervisiona o local enfrente complôs e sofra um atentado. Apenas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra daquele mundo como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) vive Paul Atreides e o elenco estelar inclui Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”), entre outros. Após a première em Veneza, “Duna” terá sua primeira exibição na América do Norte no próximo fim de semana, durante o Festival de Toronto, no Canadá. O longa também vai passar pelo Festival de Nova York no começo de outubro, antes de estrear em circuito comercial. O lançamento nos cinemas do Brasil está marcado para 21 de outubro, um dia antes dos EUA. Veja abaixo o trailer mais recente da produção.

    Leia mais
  • Música

    Little Mix lança clipe com visual que lembra Beyoncé

    3 de setembro de 2021 /

    O Little Mix lançou um novo clipe nesta sexta-feira (3/9), “Love (Sweet Love)”, em que o agora trio, formado por Perrie Edwards, Leigh-Anne Pinnock e Jade Thirlwell, encarnam semideusas – inspiradas pelo visual da deusa Beyoncé, de quem são súditas declaradas. A direção é de Samuel Douek, que este ano já tinha gravado o clipe “Confetti” para o grupo. O girl group está completando 10 anos e, para comemorar, lançará “Between Us”, que vai juntar seus maiores hits e cinco músicas novas. O disco tem lançamento marcado para 11 de novembro.

    Leia mais
  • TV

    Gil do Vigor gravou participação em “Vai que Cola”

    3 de setembro de 2021 /

    O ex-“BBB” Gil do Vigor gravou uma participação especial na 9ª temporada de “Vai que Cola”, que estreia em novembro no canal pago Multishow. A gravação ocorreu na véspera do economista embarcar para os EUA, onde já começou a estudar para seu PhD. “Por ser um programa que tem todo um envolvimento LGBTQIAP+, ele é de fato representativo. Eu me joguei, me diverti, fiz com muito carinho e espero que o público goste”, disse Gil à coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo. O programa terá ainda uma homenagem a Paulo Gustavo na estreia da temporada. O ator, que morreu de covid-19 em maio passado, interpretou o personagem Valdomiro no humorístico. O Multishow também desenvolve um especial de fim de ano com textos inéditos de Paulo Gustavo para a série baseada no sucesso “Minha Mãe é uma Peça”.

    Leia mais
  • Série

    Pode chorar. “La Casa de Papel” derruba maior teoria dos fãs

    3 de setembro de 2021 /

    A chegada da Parte 5 de “La Casa de Papel” à Netflix nesta sexta (3/9) está causando comoção nas redes sociais. Os primeiros cinco episódios da reta final – que será concluída só em dezembro – derrubaram a maior teoria dos fãs. E é um spoiler que quem não viu não vai querer saber. Não leia abaixo de jeito nenhum. Spoiler monstro: trata-se simplesmente da morte de Tóquio, a personagem icônica de Úrsula Corberó. Narradora da série desde a 1ª temporada, Tóquio era a grande protagonista feminina de “La Casa de Papel”. Por ser quem conta a história, era a única personagem que todos acreditavam que sobreviveria. Mas a sequência que encerra a nova leva de episódios não deixa dúvidas sobre o seu destino, enquanto outros personagens têm a definição de vida e morte suspensa no momento da interrupção da temporada. O episódio 5 é praticamente todo dedicado a ela, com muitos flashbacks, a vingança da morte de sua melhor amiga, Nairóbi (Alba Flores), e uma cena de despedida comovente com Rio (Miguel Herrán). Inconsoláveis, os fãs inundaram as redes sociais de lamentos, memes e spoilers. Veja alguns abaixo. Ainda não tinha superado a Nairobe e agora… I'm devastated #lacasadepapel pic.twitter.com/Dws1iJDDRl — Luciano (@Tiagomael) September 3, 2021 Como eu fiquei depois desse final da primeira parte:#LaCasaDePapael#LCDP5 #LCDP pic.twitter.com/Ok26MHQzAW — Mayara (@comentmayy) September 3, 2021 Netflix, de seus pulos pra reviver ela…. #lacasadepapel pic.twitter.com/DX5lHC3swS — Luciano (@Tiagomael) September 3, 2021 Selfie de quem achou que por narrar a história, a Tokio não ia morrer #LaCasaDePapel pic.twitter.com/KRRODRbLTU — deek (@Carlus_Cs7) September 3, 2021 Teoria: a tokio foi a única sobrevivente e está narrando a série da cadeia Diretor resolve matar a tokio Eu: pic.twitter.com/kkouFgiyHG — Mr Fedr (@MrFedr) September 3, 2021 Estou a chorar 🥲Terminei a 1° da 5° Temporada de La Casa de Papel pic.twitter.com/YI5DjcEHGA — Potatin (de volta) (@MrPotatinBR) September 3, 2021 Este último episódio da temporada 5 da la casa de papel é só uma tortura!!#LCDP5 — 💥𝔅𝔢𝔞𝔱𝔯𝔦𝔷💥 (@la_piquinina) September 3, 2021 ELA FAZIA MERDA? FAZIA! MAS ELA MERECIA MAIS, EU NÃO TO ACREDITO, ERA PRA ELA CASAR E TER FILHOS COM O RIO, EU VIM NESSA VIDA DESTINADA A SOFRER? #LaCasaDePapel #LCDP5 / tokio pic.twitter.com/45jUz2h6wC — tvdxuniverso (@tvdxuniverso) September 3, 2021 Por isso n vou mais assistir, n tem a Tóquio, perdeu a graça — Mari 🌛 (@iStilesgf) September 3, 2021 Eu não tiro dinheiro do meu 🆒️ ,pra pagar Netflix e assistir #LaCasaDePapel e passar pela mesma coisa que eu passei em Ultimato não… pic.twitter.com/0bBqfbnxs8 — mlukaz_ (@lucazmontez_) September 3, 2021 Eu passei só 5 episódios inteiros torcendo pra q não morresse ninguém ,ao menos q matassem os fdp do Gandia e do Arturo ,poderia morrer qualquer um pra matar eles dois ,menos a Tóquio Netlfix ,menos ela…. eu não passo esse pano #LaCasaDePapel #LCDP #tóquio pic.twitter.com/yiX6SpGzmb — mlukaz_ (@lucazmontez_) September 3, 2021 Tomou 17162673 tiros e a mulher ainda ficou viva, pra matar o Gandia e a cambada, vcs podem até não gostar da Tóquio, mas falar que ela não é foda tmlc. Te amo Tóquio! Obrigada por tudo 😭 #LCDP4 pic.twitter.com/Xy6ib10k9J — lu 🌈 (@faxxfa3) September 3, 2021 Que “final” foi esse????????Tokio a melhor. Ninguém acima dela. Tokio pra sempre. Tokio eternamente heroína. #LaCasaDePapel pic.twitter.com/hSrGOw3dr3 — ris (@rismsl) September 3, 2021 quero saber como vai ser a serie agora sem a narração da toquio #LCDP5 #LCDP pic.twitter.com/x0sTPKxWmD — fel¡pe៹ lcdp spoilers (@lovzblake) September 3, 2021

    Leia mais
  • Série

    Séries online: “La Casa de Papel” e muitas novidades da Star+ pra maratonar

    3 de setembro de 2021 /

    O lançamento da Parte 5 de “La Casa de Papel” domina as atenções dos assinantes da Netflix nesta sexta (3/9). Série não americana mais vista da plataforma, a produção espanhola retoma a história num momento de grande tensão, com os protagonistas há 100 horas cercados dentro do Banco da Espanha por forças militares. Para complicar ainda mais, encontram-se sem o comando do Professor (Álvaro Morte), que é capturado justamente quando eles precisam enfrentar o exército espanhol. A ansiedade dos fãs é tão grande que os cinco episódios disponibilizados devem ser consumidos a jato – e às lágrimas, quando certa personagem morrer. E enquanto a Netflix não libera os cinco capítulos restantes para encerrar a trama – previstos só para dezembro – , sobra muito tempo para maratonar as outras opções da semana. A própria Netflix zera mais duas séries, a sci-fi “The 100” – preparem os lenços – e a dramédia “Good Girls” – controlem a frustração, porque foi cancelada antes do planejado. Para as crianças, a Disney+ apresenta “A Vida de Dug” (Dug Days), série centrada no divertido cachorro falante do filme “Up – Altas Aventuras”, da Pixar, que também marca a despedida do veteraníssimo Ed Asner, falecido no domingo passado (29/8), que deixou como último trabalho seu retorno à dublagem do velhinho Carl Fredriksen. Mas as principais novidades estão no catálogo da plataforma Star+, inaugurada na terça passada (31/8) no Brasil. Há muitas séries exclusivas em streaming, que vão além dos destaques apresentados pelo marketing do serviço. Já falamos aqui de “Only Murders in the Bulding”, com Selena Gomez e Steve Martin, de “Love, Victor”, derivada do filme “Com Amor, Simon” de 2018, da minissérie dramática “A Teacher” com Kate Mara, de “Genius: Aretha”, em que Cynthia Erivo vive a cantora Aretha Franklin, e da animação adulta “Solar Opposites”, do cocriador de “Rick & Morty” Justin Roiland, sem esquecer das novas temporadas inéditas de “The Walking Dead”, “American Horror Story”, “Impuros” e “Os Simpsons”. Para começar, há duas adaptações de quadrinhos. “Helstrom” é até da Marvel. Uma série de terror que abria um universo inexplorado dos quadrinhos da editora, mas que, infelizmente, foi dano colateral da decisão de encerrar a Marvel Television, numa queda de braços que empoderou ainda mais o Marvel Studios, de Kevin Feige, como único estúdio da editora. A 1ª temporada serve como minissérie, pois conta uma história completa, repleta de possessões demoníacas, sobre a luta de dois irmãos para controlar seus impulsos sombrios e impedir a criatura que vive trancada num hospício, no interior do corpo de sua mãe, de causar o fim da humanidade. A outra adaptação, “Resident Alien”, é baseada em quadrinhos da Dark Horse Comics e traz o ator Alan Tudyk (o Sr. Ninguém da série “Patrulha do Destino”) como um extraterrestre que cai em uma pequena cidade do Colorado, onde assume o corpo de um médico recluso recém-assassinado. Tudo o que ele quer é ser deixado em paz enquanto aguarda um resgate que nunca vem. Mas as circunstâncias o forçam a sair de seu esconderijo remoto para resolver crimes como médico legista – e a questionar se a raça humana merece ser salva ou destruída. A comédia funciona e a série já está renovada para novas aventuras. Três outras comédias, “Dave”, criada e estrelada pelo comediante e rapper branco conhecido como Lil Dickie, “Breeders”, com Martin Freeman (“Pantera Negra”), e “Dollface”, com Kat Dennings (a Darcy de “WandaVision”), também merecem atenção. E ainda há duas minisséries originais: “Devs”, sci-fi criada por Alex Garland (diretor de “Ex-Machina” e “Aniquilação”), e “Narciso Negro”, drama de época já levado ao cinema em 1947, em que um grupo de freiras tenta transformar um antigo e remoto palácio dos Himalaias num convento. Confira abaixo todas as dicas com trailers numa dúzia de estreias para conferir em streaming neste fim de semana.     La Casa de Papel | Espanha | Parte 5 – Volume 1 (Netflix)     The 100 | EUA | 7ª Temporada (Netflix)     Helstrom | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Resident Alien | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Devs | EUA | Minissérie (Star+)     Narciso Negro | EUA | Minissérie (Star+)     Dave | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Breeders | Reino Unido, EUA | 1ª Temporada (Star+)     Dollface | EUA | 1ª Temporada (Star+)     Antidistúrbios | EUA | 1ª Temporada (HBO Max)     A Vida de Dug | EUA | 1ª Temporada (Disney+)     Good Girls | EUA | 4ª Temporada (Netflix)

    Leia mais
  • Filme

    Filmes online: “Os Croods 2”, “Cinderela” e mais 10 dicas pra ver em casa

    3 de setembro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” é a principal estreia da semana. Opção para entreter as crianças no feriadão da Independência, o segundo filme da família pré-histórica da DreamWorks Animation é melhor que o primeiro lançamento de 2013, além de ter sido um dos raros sucessos de cinema da pandemia. Na trama, a família cro-magnon original encontra a primeira família metrossexual (na verdade, neolítica), que é bem mais avançada, com conhecimentos agrícolas, mas também preocupações com a aparência – da barba hipster bem cultivada aos chinelos de estilo havaianas. A versão em português traz as vozes de Juliana Paes e Rodrigo Lombardi, enquanto a dublagem original em inglês volta a reunir o elenco formado por Nicolas Cage (“A Cor que Caiu do Espaço”), Emma Stone (“La La Land”) e Ryan Reynolds (“Deadpool”), além de Cloris Leachman (“Eu Só Posso Imaginar”) em seu último papel, como a vovó. As crianças também têm o musical de “Cinderela” estrelado pela cantora Camila Cabello. Mas apesar do elenco incluir Billy Porter (“Pose”) como Fada Madrinha e Idina Menzel (a dubladora de Elsa em “Frozen”) como a Madrasta, vale observar que a produção não empolgou a crítica. As resenhas são bastante desfavoráveis na comparação com as adaptações live-action da Disney, inclusive a versão musical de 1997, feita para a TV com a cantora Brandy no papel principal. Combinando musical e animação, há uma legítima produção da Disney, o híbrido de fantasia e documentário de Billie Eilish, em que ela canta o repertório de seu novo disco, “Happier Than Ever”, no palco do famoso Hollywood Bowl sem plateia e com direção do cineasta Robert Rodriguez (“Alita: Anjo de Combate”). Recém-lançada, a plataforma adulta da Disney, a Star+, também oferece uma comédia exclusiva em streaming, em que um casal branco sem noção invade a festa de casamento de um casal negro recatado após conhecê-los durante as férias. Geralmente comportado, o segundo casal saiu do sério durante o último verão no México e agora precisa conviver com as consequências – dois novos melhores amigos brancos e aloprados – , em meio a convidados e familiares de seu matrimônio. O elenco destaca uma inesperada boa combinação de John Cena (“O Esquadrão Suicida”) e Lil Rel Howery (“Corra!”). Há ainda duas produções adolescentes razoáveis: uma comédia com Victoria Justice (“Brilhante Victória”) e uma sci-fi com Lily-Rose Depp (a filha de Johnny). Mas o jovem ator que se sai melhor na semana é Jack Dylan Glazer (“Shazam!”) no suspense “Don’t Tell a Soul”. Para os adultos, as opções incluem “Quanto Vale?”, lançamento da Netflix que lembra os 20 anos da tragédia de 11 de setembro de 2001, e mais quatro dramas. O destaque cinéfilo, porém, fica com “A Verdade”, primeiro filme ocidental do premiado cineasta japonês Hirokazu Koreeda, vencedor da Palma de Ouro do Festival de Cannes em 2018 com “Assunto de Família”. O filme acompanha o encontro do personagem do americano Ethan Hawke (“Juliet, Nua e Crua”) com sua sogra francesa venenosa, vivida por Catherine Deneuve (“Potiche – Esposa Troféu”). Curiosamente, os dois também interpretam atores na trama. Apresentada como uma diva, Deneuve tem uma relação conflituosa com a filha, encarnada por outra grande estrela francesa, Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”). Paralelamente ao enredo central, a trama ainda presta homenagem à carreira de Deneuve, ao longo de várias reminiscências. Confira abaixo uma dúzia de dicas (com os trailers) de estreias para conferir nas plataformas digitais neste fim de semana.     Os Croods 2: Uma Nova Era | EUA | Animação (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Cinderela | EUA | Musical (Amazon Prime Video)     Happier Than Ever: Uma Carta de Amor para Los Angeles | EUA | Musical (Disney+)     Amizade de Férias | EUA | Comédia (Star+)     Esticando a Festa | EUA | Comédia (Netflix)     Don’t Tell a Soul | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, Vivo Play, YouTube Filmes)     Viajantes – Instinto e Desejo | EUA | Sci-Fi (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     Quanto Vale? | EUA | Drama (Netflix)     A Verdade | França, Japão | Drama (Apple TV, Google Play, YouTube Filmes)     A Princesa da Rua | EUA | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     O Confeiteiro | Israel, Alemanha | Drama (Reserva Imovision)     Eu Estava em Casa, Mas… | Alemanha, Sérvia | Drama (MUBI, Vivo Play)

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie