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  • Filme

    Filmes online: 10 documentários brasileiros para o Dia da Consciência Negra

    20 de novembro de 2021 /

    Celebrado neste sábado (20/11), o Dia da Consciência Negra inspira reflexões. E nada melhor para isso que uma maratona de documentários. Sem exagero, a lista dos 10 títulos abaixo inclui alguns dos mais importantes trabalhos documentais sobre a questão racial já feitos no Brasil.     O Negro da Senzala ao Soul | YouTube   Produzido em 1977, o primeiro documentário televisionado sobte o movimento negro do Brasil foi feito pelo repórter Gabriel Priolli para a TV Cultura, na época em que o Departamento de Jornalismo do canal era comandado por Paulo Roberto Leandro e num momento em que a música soul e ideias de “black power” chegavam ao imaginário popular. Pioneiro, conseguiu driblar a censura para ir ao ar graças ao viés musical, mas foi seu claro engajamento que o fez circular em cópias piratas entre movimentos sociais. Um trecho do filme acabou reaparecendo em outro documentário da lista, “AmarElo”, do rapper Emicida.     Ôri | NOW   Lançado pela socióloga e cineasta Raquel Gerber em 1989, “Ôri” (consciência em Iorubá) documenta os movimentos negros brasileiros dos anos 1970 com comentários de uma mais maiores ativistas e pensadoras negras do país, Beatriz Nascimento (1942-1995). Levou 11 anos para ser concluído, porque parte do seu material foi apreendido pela ditadura militar. E já na época a diretora notou a ausência de imagens sobre a história negra no país, que nunca deixou de ser metodicamente apagada e destruída.     A Negação do Brasil | YouTube   Dirigido por Joel Zito Araújo, um dos maiores cineastas negros do país, “A Negação do Brasil” também é um dos mais importantes documentários da seleção. Lançado no ano 2000, conta a história dos negros na TV brasileira. Ou melhor, da falta de negros na TV brasileira, mostrando como eles foram escanteados, ignorados e até mesmo suprimidos da produção televisiva nacional, que só lhes permitia interpretar estereótipos, quando permitia, raramente reconhecendo o talento dos artistas.     Menino 23 | Globoplay   O filme de Belisário Franca acompanha as investigações de um historiador sobre tijolos marcados com suásticas nazistas, encontrados no interior de São Paulo, e acaba revelando uma história de terror, de meninos órfãos e negros, que foram submetidos a um projeto criminoso de eugenia pela elite política brasileira dos anos 1930.     Falcão – Meninos do Tráfico | YouTube   Produzido pelo rapper MV Bill e pelo centro de audiovisual da Central Única das Favelas, o filme de 2006 faz um relato duro da vida de jovens de favelas brasileiras, que pela falta de perspectivas são facilmente cooptados pelo tráfico de drogas. Durante as gravações, 16 dos 17 meninos entrevistados morreram, vítimas da violência na qual estavam inseridos. Exibido no “Fantástico”, o documentário teve ampla repercussão, mas nem a entrega simbólica de um DVD do filme nas mãos do então presidente Lula mudou a situação de abandono e omissão do Estado sobre o futuro das crianças das favelas brasileiras. Disponível de graça na página de MV Bill no YouTube.     A Última Abolição | Globoplay   O título se refere ao fato de o Brasil ter sido o último país do mundo a abolir a escravidão. O filme de Alice Gomes também lembra que isso não aconteceu por causa de um ato magnânimo da Princesa Isabel, mas por anos de lutas e pelo sacrifício de mulheres negras que conseguiram alforriar uma geração de crianças, tornando a liberdade dos negros irreversível.     Samba de Santo – Resistência Afro-Baiana | Globoplay   A história de três blocos de Carnaval centenários, nascidos em terreiros de candomblé na Bahia, Ilê Aiyê, Cortejo Afro e Bankoma, serve de ponto de partida para explorar a cultura negra, por meio de musicalidade, danças, religiosidade e ancestralidade. E mostram como a tradição carnavalesca politizou-se para ajudar suas comunidades e espalhar brilho no estado mais negro do país, e por isso também mais submetido ao racismo.     AmarElo | Netflix   Dirigido por Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), o documentário estabelece um elo entre o show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, com dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978 – que lutou pela auto-afirmação cultural e o incentivo à cultura de matriz africana, até então estigmatizada no Brasil.     Sementes – Mulheres Pretas No Poder | Globoplay   O filme de Julia Mariano e Éthel Oliveira foi feito sob o impacto do assassinato de Marielle Franco, transformando o luto em luta. Dos protestos às candidaturas políticas, acompanha o efeito multiplicador da luta pela resistência com o surgimento de novas lideranças negras e femininas em meio ao auge opressor do aparato político-miliciano que exterminou Marielle e resultou na eleição de Bolsonaro em 2018.     Dentro Da Minha Pele | Globoplay   O documentário de Toni Venturi conta histórias de 9 pessoas comuns, com diferentes tons de pele negra, que apresentam seu cotidiano na cidade de São Paulo e compartilham situações de racismo, dos velados aos mais explícitos. Entre os relatos há um médico confundido com bandido, uma faxineira tratada como escrava, um garoto assassinado pela polícia e uma funcionária trans que nunca é promovida.

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  • Filme

    Novo “Resident Evil” libera cena tensa de ataque zumbi

    20 de novembro de 2021 /

    A Sony divulgou uma cena tensa de “Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City”, filme que reinicia a franquia baseada nos games da Capcom, que mostra Kaya Scodelario (“Predadores Assassinos”) enfrentando um ataque zumbi. Apresentado como um recomeço completo, o filme adapta os dois primeiros games de “Resident Evil” e acompanha os irmãos Claire e Chris Redfield investigando o que aconteceu com Raccoon City, cidade transformada pela Umbrella Corporation no marco zero de uma epidemia de zumbis – ou de mutantes assemelhados. O elenco destaca Kaya Scodelario e Robbie Amell (“A Babá”) como os irmãos Redfield, além de Hannah John-Kamen (“Homem-Formiga e a Vespa”) como Jill Valentine, Avan Jogia (“Victorious”) como Leon Kennedy e Tom Hopper (o Luther de “The Umbrella Academy”) como Albert Wesker, cientista da temível Umbrella Corporation, todos protagonistas clássicos dos jogos criados há 25 anos. Além deles, o elenco destaca Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”) como o virologista William Birkin, responsável pelas experiências de T-vírus que originaram a infecção mutante. Roteiro e direção estão a cargo de Johannes Roberts (“Medo Profundo”), e a estreia está marcada para 2 de dezembro no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Divórcio tumultuado de Johnny Depp e Amber Heard vai virar documentário

    19 de novembro de 2021 /

    A plataforma Discovery+ está desenvolvendo um documentário sobre o divórcio tumultuado dos atores Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) e Amber Heard (“Aquaman”). Intitulado “Johnny vs. Amber”, a produção terá duas partes, uma dedicada à narrativa de Depp e outra ao ponto de vista de Heard sobre a separação. O caso de enfrentamento de celebridades mais midiático da década mostrará como Depp se sentia casado com uma mentirosa maquiavélica, que o usou para se projetar e destruiu sua imagem, e como Heard acreditou ter se casou com o homem dos seus sonhos apenas para vê-lo transformar-se em um violento monstro movido a drogas. A atração apresentará entrevistas com advogados de ambos os lados, juntamente com pessoas próximas à dupla, e um arquivo extenso de bastidores do relacionamento com fotos, vídeos e áudio. Parte deste material ficou conhecido durante o processo que Depp moveu e perdeu em Londres, querendo indenização do jornal The Sun por chamá-lo de “espancador de esposa”. “Por meio das fitas, vídeos caseiros e mensagens de texto exibidos no tribunal, os filmes oferecem aos espectadores uma visão rara e importante de um casamento que deu errado tragicament, para compreender melhor a questão extremamente importante da violência doméstica”, disse o produtor e roteirista Nick Hornby (“Alta Fidelidade”), no comunicado que apresentou o projeto. O fato de aludir a “violência doméstica” deve preocupar Depp, que perdeu o caso britânico e se tornou juridicamente um “espancador de esposas”. Além disso, ele está processando Heard por sugerir ter sido vítima de agressão durante seu casamento numa coluna publicada no jornal Washington Post. Ele busca US$ 50 milhões de indenização, mas ela contra-atacou com seu próprio processo de US$ 100 milhões por continuar sendo assediada juridicamente após o divórcio.

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  • Filme

    Mother/Android: Chloe Moretz enfrenta robôs assassinos em trailer de sci-fi

    19 de novembro de 2021 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Mother/Android”, sci-fi apocalíptica estrelada por Chloë Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”). Na trama, Moretz vive uma mulher grávida que foge com o namorado (Algee Smith, de “Judas e o Messias Negro”) quando androides (robôs de aparência humana), até recentemente usados em serviços gerais, declaram guerra contra a humanidade. O casal tenta se esconder dos ataques brutais na floresta, com a esperança de encontrar um lugar seguro para dar a luz. O filme, que sugere um mix de “O Exterminador do Futuro: A Salvação” e “Um Lugar Silencioso”, tem direção de Mattson Tomlin, mais conhecido por seu trabalho como roteirista de “Power” (o filme da Netflix) e do novo longa de Batman. Por curiosidade, Tomlin também desenvolve uma série de animação sobre “O Exterminador do Futuro” na Netflix, que ainda não tem previsão de estreia. A produção é do diretor de “Batman”, Matt Reeves, e a estreia está marcada para 17 de dezembro nos EUA, sem previsão para o Brasil.

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  • Série

    Gavião Arqueiro conhece a mãe de Kate Bishop em cena inédita da nova série da Marvel

    19 de novembro de 2021 /

    A Marvel divulgou uma nova cena de “Gavião Arqueiro”, em que Clint Barton (Jeremy Renner) conhece os pais de Kate Bishop (Hailee Steinfeld). A cena divertida explora o clima constrangedor da interação entre a dupla de heróis. Mas como a esta altura os detalhes do enredo ainda não são totalmente conhecidos, chama atenção a presença de uma espada de samurai sobre a mesa de jantar e a participação do ator Tony Dalton, identificado no elenco como Jack Duquesne, ao lado de Vera Farmiga, que interpreta Eleanor Bishop, a mãe de Kate. Nos quadrinhos, Jacques Duquesne é o Espadachim, um anti-herói ligado à origem do Gavião Arqueiro, que surgiu como vilão, mas chegou a virar um dos Vingadores, alcançando a redenção ao se sacrificar para salvar a vida de Mantis durante um ataque de Kang, o Conquistador. A série transcorre em meio às festas de fim de ano e gira em torno da introdução da heroína Kate Bishop, que vira alvo de criminosos após decidir se passar por Ronin. Esta foi a identidade assumida pelo Gavião Arqueiro durante os cinco anos entre o estalar de dedos de Thanos e o retorno de sua família desaparecida. Só que ao decidir ajudá-la, ele acaba arranjando mais problemas que esperava, além de uma inesperada discípula. O elenco também inclui Alaqua Cox como Eco (Echo), heroína surda e nativo-americana, que vai ganhar seu próprio spin-off em 2022 – atualmente em desenvolvimento pelo casal Etan Cohen (“MIB: Homens de Preto III”) e Emily Cohen – , e participação de Florence Pugh no papel de Yelena Belova, dando sequência à trama do filme “Viúva Negra”. Com roteiro e produção de Jonathan Igla (“Mad Men”), “Gavião Arqueiro” chega na próxima quarta (24/11) na plataforma Disney+ com o lançamento de dois episódios.

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  • Filme

    Delroy Lindo entra no novo “Blade” da Marvel

    19 de novembro de 2021 /

    Anunciado há dois anos e meio, o novo filme de “Blade”, o caçador de vampiros da Marvel, finalmente começa a formar seu elenco. A volta de Blade ao cinema, após uma trilogia estrelada por Wesley Snipes na virada do século (entre 1998 e 2004), foi oficializada durante a San Diego Comic-Con de 2019, com a revelação de que Mahershala Ali (“Green Book”) teria o papel principal. Agora, o filme acrescentou seu segundo nome no elenco. Delroy Lindo, astro de “Destacamento Blood” e da série “The Good Fight”, entrou na produção, mas a Marvel não revelou qual papel o ator interpretará. Ainda não há detalhes sobre a produção, que será dirigida por Bassam Tariq (“Mogul Mowgli”) e escrita por Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do Marvel Studios. J “Blade” ainda não tem previsão de estreia, mas fará parte da Fase 5 do estúdio. Para dar noção do quanto isto está distante, “WandaVision” inaugurou a Fase 4, que deve render lançamentos até 2023.

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  • Etc

    Chrissy Teigen é chamada de alienada por fazer festa temática de “Round 6”

    19 de novembro de 2021 /

    A modelo e influencer Chrissy Teigen foi tachada de “sem noção”, “alienada” e outras coisas menos publicáveis após organizar uma festa temática inspirada na série “Round 6” e postar fotos do evento no Instagram. Realizada em parceria com o marido, o músico John Legend, a festa teve competições por prêmios e garçons fantasiados como os seguranças da série. Além disso, a própria anfitriã compareceu vestida como a boneca maligna do “Batatinha 1,2,3”. Os seguidores de Chrissy a chamaram de alienada por não entender que estava recriando cenas que referenciavam abusos contra pessoas pobres. Ela e o marido encarnaram, basicamente, um casal de VIPs americanos, os ricaços milionários da série, que se divertiam ao ver o sofrimento de pobres se matarem por dinheiro. Os comentários da modelo ao lado das fotos não melhorou a situação. “Que noite absolutamente épica. Meu sonho se tornou realidade de assistir meus amigos lutarem até a morte!”, ela escreveu, listando algumas das brincadeiras da festa. “Gente rica brincando de ‘Round 6′”, resumiu um seguidor, ao lado de um emoji de nojo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por chrissy teigen (@chrissyteigen)

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  • Filme

    Chefão da Marvel revela “projeto ultrassecreto” com Scarlett Johansson

    19 de novembro de 2021 /

    O processo aberto por Scarlett Johansson contra a Disney pelo lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e em streaming não abalou o relacionamento da atriz com Kevin Feige, o chefão do Marvel Studios. Depois de circularem rumores de que Faige teria ficado decepcionado com a Disney, pela forma como lidou com a disputa contratual – por sinal, já resolvida – , ele cobriu Johansson de elogios ao homenageá-la durante a entrega do prêmio da Cinemateca Americana na noite de quinta-feira (18/11). E não foi só isso. Feige revelou que está desenvolvendo um projeto ultrassecreto com a atriz. Na cerimônia realizada no hotel Beverly Hilton, Scarlett teve a carreira exaltada por vários colegas, incluindo o diretor Jon Favreau, que a escalou na Marvel, Chris Evans, com quem ela contracenou em oito filmes, e até a jovem Thomasin McKenzie, sua colega em “Jojo Rabbit”. Mas foi Feige quem mais se empolgou, ao exaltar a parceria da intérprete de Viúva Negra com a Marvel. “Scarlett emprestou seu talento e poder de estrela para o universo cinematográfico da Marvel por mais de uma década. Por ela ter escolhido desempenhar um papel fundamental nisso por tantos anos, sou extremamente grato. Trabalhar com [ela] foi realmente uma das colaborações mais memoráveis ​​e gratificantes da minha carreira”, disse Feige ao subir ao palco para prestigiar a atriz. Na emoção do momento, ele adicionou à homenagem o comentário de que está voltando a trabalhar com ela num “projeto ultrassecreto da Marvel Studios”, mas que não seria relacionado à Viúva Negra. Scarlett Johasson fez sua estreia no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) em 2010, aparecendo pela primeira vez em “Homem de Ferro 2” como a espiã da SHIELD Natasha Romanoff, codinome Viúva Negra. A personagem apareceu em mais sete filmes do estúdio – dois do Capitão América e quatro dos Vingadores – encerrando sua jornada com seu filme solo, “Viúva Negra”, lançado em julho passado.

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  • Filme

    Netflix fará comédia de Natal com Vera Fischer, Gkay e Sérgio Malheiros

    19 de novembro de 2021 /

    A Netflix anunciou uma nova comédia natalina com atores brasileiros para 2022. Depois de “Tudo Bem No Natal Que Vem”, protagonizada por Leandro Hassum no ano passado, vem aí uma nova produção, ainda sem título, estrelada por Vera Fischer (“Assédio”), Gkay (“Carnaval”) e Sérgio Malheiros (“Impuros”). O filme vai contar a história de Carlinhos (Sérgio Malheiros), que, após descobrir uma traição da namorada, resolve dispensá-la e levar uma desconhecida como companhia na ceia natalina servida na mansão de sua família. Só que Graça (Gkay) se revela uma convidada capaz de botar a casa abaixo e não agrada nada a matriarca da família, Lady Sofia (Vera Fischer). A publicação da novidade nas redes sociais gerou comentários de famosos. “Louca pra ver a Gessica natalina”, brincou Fernanda Paes Leme. “Que demaisss”, celebrou Maisa. Com produção da Glaz Entretenimento e direção de Pedro Antonio (“Um Tio Quase Perfeito”), o lançamento deve ficar para novembro ou dezembro que vem. Vim anunciar a produção do meu mais novo filme 🇧🇷 brasileiro 🇧🇷 de 🎄 Natal 🎄, uma comédia que estreia em ✨ 2022 ✨. Com @gessicakayane @SergioMalheiros e @VeraFischer. pic.twitter.com/hd7gVwL1vK — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 19, 2021

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  • Etc

    Estrela da série “Veneno” revela ter só mais dois meses de vida

    19 de novembro de 2021 /

    A atriz espanhola Isabel Torres, protagonista da série “Veneno”, disponível na HBO Max, fez um vídeo de despedida em seu perfil no Instagram, revelando ter recebido um diagnóstico de apenas mais dois meses de vida. Ela contou que luta contra um câncer no pulmão, que entrou em metástase. No vídeo, Torres explicou que resolveu se despedir de seus admiradores em vida e deixar claro que os ama muito antes de sair definitivamente do ar. “Este é o último vídeo que farei para os meus seguidores, para todos os meus fãs. Estou muito doente e gostaria de contar como estou me sentindo”, revelou. “No início, eles [os médicos] me deram dois meses de vida. Vamos ver se supero isso. Se eu superar, tudo bem; se não, tudo bem também. O que podemos fazer, a vida é assim”, acrescentou, demonstrando resignação. Ela disse que “este vídeo é para dizer a todos que eu os amo muito” e “agradecer a todos por tudo que vocês fizeram por mim”. E então desabafou: “Vocês não sabem como me dói. A dor é a pior coisa que tenho, mas é o que é”. “A vida é tão linda e precisam vivê-la. Se eu sair dessa, vou me reconectar. Se não, foi um prazer viver essa bela experiência que se chama vida”, concluiu. Mais que atriz, Isabel Torres é uma celebridade na Espanha, conhecida por ser uma presença constante na TV do país. Transexual, ela disputou concursos de beleza e chegou a ter seu próprio programa de entrevistas. A série “Veneno” foi seu maior trabalho como atriz, em que deu vida à vedete transexual Cristina La Veneno, um dos maiores ícones LGBTQIAP+ da Espanha. Pelo papel, recebeu o Prêmio Ondas 2020 na categoria de Melhor Atriz. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Isabel Torres (@isabeltorresofficial)

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  • Filme

    Filmes online: 10 estreias das locadoras digitais

    19 de novembro de 2021 /

    Se os serviços de streaming oferecem vários filmes exclusivos e inéditos para seus assinantes, os grandes lançamentos de cinema sempre chegam antes nas locadoras digitais – plataformas de VOD (video on demand) que funcionam como as antigas videolocadoras, cobrando aluguel por cada filme assistido. Excepcionalmente nesta semana, não há estreia online de blockbusters. Mas a seleção do Top 10 abaixo reúne títulos premiados, a maioria com passagem no circuito cinematográfico, que não estão disponíveis na Netflix, Amazon ou similares.     A Chorona | NOW, Google Play, YouTube   O grande destaque é um dos terrores mais bem-avaliados do ano, com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes. Produção guatemalteca, “A Chorona”, de Jayro Bustamante (“Tremores”), inova ao juntar assombração e política com resultados arrepiantes. Mas mais que a trama sobrenatural, a história real do genocídio indígena que alimenta sua narrativa é que desperta verdadeiro horror. Venceu nada menos que 23 troféus internacionais, inclusive no Festival de Veneza.     Pornô – Sedutora e Fatal | Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Terrir debochado, “Pornô” gira em torno da curiosidade de um grupo de jovens funcionários do cinema de uma cidadezinha conservadora, que, ao projetarem um antigo rolo de filme abandonado, inadvertidamente liberam um súcubo demoníaco em sua comunidade reprimida. Exagerado e adulto (há nudez), mas não pornográfico como o nome pode ser sugerir, é para quem se diverte com produções trash que torram a maior parte do orçamento em sangue falso.     O Homem que Vendeu Sua Pele | NOW   Indicado ao Oscar 2021, “O Homem que Vendeu Sua Pele” foi premiado no Festival de Veneza e tem 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. Dirigido pela tunisiana Kaouther Ben Hania (“A Bela e os Cães”), o filme propõe questionamentos profundos sobre a sociedade moderna, a partir da história de um imigrante sírio que, para ir à Europa, aceita ter suas costas tatuadas por um artista plástico famoso e ser exposto como obra de arte. O processo de desumanização em troca de uma ilusória liberdade faz com que o filme se estenda em discussões após a sessão.     Angelo | Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Depois de estrear na direção com o impactante “Michael” (2011), a história de um pedófilo, o austríaco Markus Schleinzer voltou a provocar o circuito dos festivais com “Angelo”, sobre outro personagem de trajetória polêmica. Trata-se da história real de um menino escravo africano, que foi escolhido por uma condessa europeia para ser batizado e educado, e ao crescer se torna valete pessoal do Príncipe da Áustria no século 18. Angelo Soliman viveu em liberdade, mas sempre foi visto como diferente, exótico e uma espécie de mascote da corte vienense, até decidir se casar secretamente com uma mulher branca. O mais chocante é que, após sua morte, seu status de “curiosidade” foi investigado por “cientistas” da época, que resolveram transformá-lo numa múmia e exibi-lo num museu.     Mate ou Morra | Apple TV, NOW, Sky Play, Vivo Play   Opção mais comercial da semana, “Mate ou Morra” traz Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”) preso num looping temporal, repetindo sem parar o dia de seu assassinato. Por mais que as repetições lhe ensinem a evitar as ameaças, sempre há outra prestes a acontecer, que inevitavelmente leva à sua morte, antes que consiga descobrir porque isso está acontecendo. Com direção de um especialista em filmes de ação, Joe Carnahan (“A Perseguição”, “Esquadrão Classe A”), trata-se de uma produção B caprichada e com bom elenco, que destaca ainda Mel Gibson (“Herança de Sangue”), Naomi Watts (“Diana”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Annabelle Wallis (“A Múmia”) e Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”).     Surto | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   Espécie de “Um Dia de Fúria” (1993) dos dias atuais, “Surto” é frenético como a performance ensandecida de Ben Whishaw (“007 – Sem Tempo para Morrer”), que pelo desempenho foi premiado como Melhor Ator no Festival de Sundance. Como diz o título, o personagem do ator britânico simplesmente surta, sob a pressão do trabalho e da família, e joga tudo para cima. Ele assalta um banco, rouba uma moto e se torna foragido, deixando um rastro de (auto)destruição pelo caminho. O caos é refletido por imagens tremidas, de câmera na mão e planos fechados.     Anna | Apple TV   O diretor Heitor Dhalia (“Tungstênio”) reflete sobre assédio moral em “Anna”, um filme sobre a obsessão de um diretor teatral com uma montagem de “Hamlet” e, em particular, com sua atriz principal. Interpretada por Bela Leindecker (“Desalma”), Anna é uma jovem atriz disposta a fazer esforços emocionais e físicos para representar a frágil Ofélia, e com isso acaba se submetendo ao abuso do diretor tirânico (o argentino Boy Olmi).     A Fuga de Akilla | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   O drama criminal independente “A Fuga de Akilla” traz o poeta Saul Williams (“K-Pax: O Caminho da Luz”) como um O.G. (gângster da velha guarda) que precisa fazer escolhas complexas, ao assumir a responsabilidade de lidar com o roubo de drogas de um traficante poderoso. Recusando a cartilha tradicional dos filmes de guerra de gângsteres, o diretor Charles Officer (“Coroner”) opta por uma via mais dramática, abordando temas como masculinidade, misericórdia e segundas chances. Com este diferencial, conquistou seis prêmios no Canadá.     O Leonardo Perdido | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube     Mothers of the Revolution | Google Play, NOW   O Top 10 da semana se completa com dois documentários: “O Leonardo Perdido”, sobre uma das pinturas mais caras de todos os tempos, que tanto pode ser uma obra-prima como uma falsificação de Leonardo Da Vinci, e “Mothers of the Revolution”, homenagem aos protestos históricos de um grupo de ativistas galesas, que impediu o Reino Unido de manter uma base de mísseis atômicos no País de Gales nos anos 1980.

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  • Filme

    Filmes online: 10 estreias para ver em streaming

    19 de novembro de 2021 /

    O Top 10 está de volta. Com o aumento avassalador de ofertas de filmes para ver em casa, destacar as opções mais relevantes passa a ser a melhor curadoria. Mas as listas também se multiplicaram. Para a refletir a evolução do mercado com a chegada de muitas plataformas novas em 2021, a partir de agora serão duas listas de filmes: uma para as assinaturas de streaming e outras para os lançamentos de VOD (locação digital). E a programação deste fim de semana em streaming é marcada por musicais envolventes, animações de vanguarda, histórias adolescentes e um mergulho no cinema japonês.     Tick Tick… Boom! | Netflix   Lin-Manuel Miranda (o autor de “Hamilton”) trabalhou em nada menos que quatro filmes em 2021. E depois de duas animações e a adaptação de sua peça “Em um Bairro de Nova York”, agora faz sua estreia na direção com “Tick, Tick… Boom!”, em que homenageia outro célebre autor da Broadway. O resultado não é menos que espetacular. O filme adapta a peça homônima de Jonathan Larson e traz Andrew Garfield (“O Espetacular Homem-Aranha”) no papel do dramaturgo antes do sucesso, ansioso pela véspera de seu aniversário de 30 anos e da estreia de seu projeto dos sonhos: “Superbia”, uma ópera rock inspirada em “1984”, de George Orwell – que na vida real nunca foi produzido. O texto é um grande desabafo, dispensando a estrutura grandiosa da Broadway para ser apresentado como show “de bolso” em pequenos palcos. Originalmente estrelado apenas por Larson e uma banda em 1990, a peça foi ampliada após a morte do autor em 1996, fazendo sua estreia como musical off-Broadway em 2001. A versão que chega ao streaming é a póstuma, que incluiu outros personagens além de Larson. E conta com roteiro, por sinal, de mais uma estrela da Broadway: Steven Levenson, responsável por “Querido Evan Hansen” – além de ter vencido o WGA Award (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) pela minissérie “Fosse/Verdon”, homenagem aos musicais. Vale lembrar que, enquanto expressava sua frustração no espetáculo solo, Larson acabou desenvolvendo “Rent”, seu maior sucesso, que infelizmente ele nunca pôde apreciar. O dramaturgo morreu de problemas cardíacos na manhã da première de “Rent”, aos 35 anos, vencendo todos os prêmios possíveis (do Tony ao Pulitzer) postumamente.     Rocketman | Netflix   A Netflix também disponibilizou a premiada cinebiografia do cantor Elton John. Muito diferente de “Bohemian Rhapsody”, ainda que compartilhe o diretor (Dexter Fletcher foi quem salvou o filme do Queen após a demissão de Bryan Singer), tem uma estrutura mais próxima dos espetáculos da Broadway. Só que até seus arroubos de fantasia poética são fiéis à realidade. Taron Egerton, praticamente um menino em “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), surpreende no papel principal. E, claro, não faltam hits. O detalhe é que o próprio ator canta os sucessos, sem fazer lip synch – ao contrário, novamente, de “Bohemian Rhapsody”.     Oitava Série | Netflix   Um dos principais títulos indies recentes, com nada menos que 99% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Oitava Série” marcou a estreia do humorista Bo Burnham como diretor de cinema em 2019 e fez deslanchar a carreira da atriz mirim Elsie Fisher, até então dubladora (é dela a voz original da pequena Agnes de “Meu Malvado Favorito”). A estrelinha interpreta a protagonista, uma menina da 8ª série do Ensino Fundamental que enfrenta as crises de sua idade, como a timidez absurda, a falta de popularidade e a sensação de que sua vida é um fracasso, tudo antes de atingir a puberdade. Combinando drama e humor, o filme é de uma ternura impossível de resistir e somou nada menos que 60 prêmios internacionais.     Stop-Zemlia | Filmicca   Longa de estreia de Kateryna Gornostai, “Stop-Zemlia” tira seu título de uma brincadeira infantil e apresenta uma abordagem contemplativa da adolescência, ao acompanhar uma menina em sua jornada de autodescoberta, rumo à maturidade, com uma fotografia de tirar o fôlego. Venceu 10 prêmios, incluindo o Urso de Cristal do Festival de Berlim, como Melhor Filme da mostra Generation para crianças acima de 14 anos.     Antes que Tudo Desapareça | MUBI   Mais premiado autor japonês do cinema fantástico, Kiyoshi Kurosawa inspira-se no clássico “Vampiros de Almas” para contar uma história de invasão silenciosa da Terra, em que três alienígenas se passam por humanos para abrir caminho para um ataque. Apesar da referência clara, trata-se da adaptação de uma peça japonesa (de Tomohiro Maekawa) e a abordagem se diferencia da trama tradicional de “Invasores de Corpos” por reforçar o humanismo como arma contra a aniquilação.     The Fable | Netflix (Netflix)     The Fable: O Assassino Que Não Podia Matar | Netflix (Netflix)   “The Fable” e sua continuação adaptam o popular mangá homônimo de Katsuhisa Minami, que venceu o Kodansha Manga Award e já vendeu mais de 8 milhões de exemplares. Trata-se de uma comédia de ação sobre um assassino profissional que recebe uma missão incomum: não matar. Ele deve arranjar um emprego normal e viver com uma colega de profissão como se fossem dois irmãos por um ano – ou até receber a ordem de agir, que nunca vem. Entretanto, Akira “The Fable” Sato não consegue manter indiferença quando vê injustiças ao seu redor, o que gera várias complicações – e diversão para o público.     Aya e a Bruxa | Netflix   A primeira animação criada por computação gráfica é também a mais fraca do célebre Studio Ghibli. O filme de Goro Miyazaki, filho do fundador do estúdio, Hayao Miyazaki (“A Viagem de Chihiro”), baseia-se no livro infantil de Diana Wyne Jones (a mesma autora de “O Castelo Animado”) e sua animação é inteiramente digital – como as produções da Pixar, por exemplo. A trama acompanha Aya, uma jovem que cresceu órfã sem saber que é filha de uma bruxa, mas acaba sendo adotada por outra bruxa, indo morar numa casa cheia de magia e coisas assustadoras. Ah, além de bruxa, ela também é roqueira.     Accidental Luxuriance of the Translucent Watery Rebus | MUBI   Altamente estilizada e vanguardista, a animação de Dalibor Baric acompanha um ativista e uma artista conceitual em fuga da lei, mas a verdadeira revolução está menos na história e mais na forma poética e abstrata utilizada para contá-la, lançando mão desde colagens até rotogravura. Um espetáculo visual.     Amor Sem Medida | Netflix   Há dois lançamentos brasileiros em streaming neste fim de semana. Um deles é o filme baseado na série “Garota da Moto” na Amazon Prime Video. O outro é a nova comédia de Leandro Hassum na Netflix. E quase que nenhum entrou no Top 10. “Amor Sem Medida” é segunda comédia de Hassum na plataforma – após “Tudo Bem No Natal Que Vem”, no ano passado, e tem uma premissa típica de comédias americanas dos anos 1990, com Juliana Paes (“A Dona do Pedaço”) se apaixonando pelo médico vivido pelo comediante, após os dois trocarem acidentalmente de celular. Só que, ao se encontrarem ao vivo, ela descobre que ele é baixinho, praticamente anão. O resto da história é um grande clichê com mensagem de superação de preconceitos. Só que a produção não supera seu próprio preconceito. De fato, o uso de efeito visual para diminuir Hassum impede a clara e rara possiblidade de escalar um ator à altura real do papel. E não faltaria candidato. Afinal, Gigante Léo já estrelou história parecida em “Altas Expectativas”, comédia romântica que tratava do mesmo “amor sem medida” em 2017. Vale apontar que “Amor sem Medida” é um remake do filme argentino “Coração de Leão – O Amor Não Tem Tamanho” (2013), que há oito anos usou o mesmo truque com o ator Guillermo Francella. A direção é de Ale McHaddo, que já tinha trabalhado com Hassum em “O Amor Dá Trabalho” (2019) e na série animada “Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma” (2013-2015).

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    Séries online: 10 estreias para o fim de semana

    19 de novembro de 2021 /

    A semana tem fantasia épica, terror sul-coreano, suspense canibal, sci-fi baseada em anime, novas comédias para chamar de favoritas e a volta de Joe Exotic, entre muitos outros lançamentos em streaming. Para não se perder na variedade, as 10 principais estreias podem ser conferidas na seleção abaixo.     A Roda do Tempo | Amazon Prime Video   Estreia mais esperada, “A Roda do Tempo” (The Wheel of Time) adapta a franquia literária homônima do escritor Robert Jordan. A saga de fantasia com muitas batalhas, monstros e efeitos visuais materializa-se com Rosamund Pike (indicada ao Oscar por “Garota Exemplar”) no papel da feiticeira Moiraine, integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai. Na trama, ela parte numa aventura misteriosa com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidade – e a produção já se encontra renovada para sua 2ª temporada.     Profecia do Inferno | Netflix   Depois do sucesso de “Round 6”, as produções sul-coreanas estão ganhando mais atenção das plataformas. E “Profecia do Inferno” (Hellbound) tem como chamariz o fato de ter sido criada por Yeon Sang-ho, diretor do filme “Invasão Zumbi”. Adaptação do popular webtoon (quadrinhos digitais sul-coreanos) “Hell” (Jiok), a série acompanha o caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar pessoas ao inferno, enquanto um novo grupo religioso começa a pregar que esses seres são enviados por Deus. O elenco destaca Ah-in Yoo, astro de outro filme de zumbis, “#Alive” (disponível na Netflix). Todos os seis episódios foram dirigidos por Yeon, que também assina os roteiros em parceria com Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015.     The Sex Lives of College Girls | HBO Max   Nova série de Mindy Kaling (“Projeto Mindy” e “Eu Nunca…”), “The Sex Lives Of College Girls” acompanha jovens estudantes que viram colegas de quarto ao entrar na Universidade. As protagonistas são interpretadas por quatro novatas: Pauline Chalamet (a irmã de Timothée Chalamet), Amrit Kaur (“Star Trek: Short Treks”) e as estreantes Renée Rapp e Alyah Chanelle Scott. E acabaram se provando revelações, capazes de gerar grande química e forte empatia. A crítica norte-americana babou como não costuma fazer. Se você ama “Eu Nunca…” vai adorar e, quem sabe, descobrir uma nova comédia favorita.     Sort of | Canadá | 1ª Temporada (HBO Max)   Uma das comédias menos pretensiosas do ano, “Sort of” surpreende pelo humanismo profundo e por equilibrar empatia bem-humorada com boas doses de drama. A trama gira em torno de uma pessoa não binária, de família tradicional paquistanesa, que resolve virar babá em Toronto, e acaba se envolvendo tão profundamente com a família da patroa que deixa sua própria vida em pausa quando uma tragédia acontece. A série é criada, escrita, produzida e estrelada por Bilal Baig, que ganhou projeção com uma peça sobre sua vida como gay canadense muçulmano.     Yellowjackets | Paramount+   Outra atração que impressionou os críticos dos EUA, “Yellowjackets” combina drama suburbano, história de sobrevivência e canibalismo. A trama tem como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de avião com um time uruguaio de rúgbi, que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que após a queda de seu avião se veem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a atração se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar os desafios após o desastre, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, quando são interpretadas por Christina Ricci (“Z: The Beginning of Everything”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”), ao mesmo tempo em que buscam um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado.     Cowboy Bebop | Netflix   “Cowboy Bebop” foi uma das séries mais marketadas pela Netflix em 2021. Só que a adaptação do cultuadíssimo anime dos anos 1990 pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) acabou rotulada como cópia medíocre (só 49% de aprovação no Rotten Tomatoes) ao fazer de tudo para imitar o original de Shinichirō Watanabe, desde a inclusão da mesma trilha sonora até a reprise de histórias e enquadramentos do desenho animado. Por ironia, a série decidiu ser infiel justamente na hora de definir os intérpretes dos personagens, virando alvo de manifestações dos fãs, que podem ter influenciado a recepção crítica.     Mayor of Kingstown | Paramount+   Uma semana antes de virar Gavião Arqueiro na Disney+, Jeremy Renner também vira saco de pancada da imprensa norte-americana com “Mayor of Kingstown”. As resenhas foram impiedosas (25% no Rotten Tomatoes), mas se trata de uma série criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Vingadores: Ultimato”), Kyle Chandler (“Godzilla vs. Kong”), Dianne Wiest (“A Mula”) e Aidan Gillen (“Game of Thrones”). A equipe chama atenção. Repleta de cenas de ação e violência, que abrangem os dois lados da lei, com enfrentamentos atrás das grades e abusos policiais, a série gira em torno da família McLusky, considerada a verdadeira detentora do poder em Kingstown, Michigan, cidade onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Com 10 episódios, a trama pretende desenvolver temas de racismo sistêmico, corrupção e desigualdade social.     A Pequena Espiã | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+)   Animação estilosa, inspirada no design de desenhos dos anos 1960, “A Pequena Espiã” adapta um clássico da literatura infantil escrito por Louise Fitzhugh. Assim como no livro, a série se passa na Nova York da década de 1960 e acompanha as aventuras de Harriet M. Welsch, uma garotinha precoce de 11 anos que decide ser uma escritora-espiã e passa a observar tudo e todos à sua volta, registrando acontecimentos em seu diário e investigando casos suspeitos da vizinhança. Esta história já virou filme em 1996, estrelado pela então “pequena” Michelle Trachtenberg (depois irmã de “Buffy” e vilã de “Gossip Girl”).     A Máfia dos Tigres 2 | EUA | Netflix   Joe Exotic continua atrás das grades e o que aconteceu com o primeiro marido de Carole Baskin permanece um mistério, mas são exatamente estes os temas principais da 2ª temporada da série documental que virou fenômeno mundial. Sem avançar a trama da vida real, restam as teorias e os personagens bizarros – agora também famosos após o sucesso da produção original.     Power Book II: Ghost 2 | Starzplay   O Top 10 das séries que merecem atenção nesta semana se completa com a volta de “Power Book II: Ghost” no domingo (21/11). Continuação do sucesso “Power”, a atração teve a estreia mais assistida na história do canal pago Starz, com quase 7,5 milhões de visualizações na TV e no aplicativo em sua primeira semana, além do melhor desempenho no Starzplay em vários mercados, incluindo Brasil. “Power Book II: Ghost” é a primeira de quatro séries derivadas de “Power” encomendadas pelo canal, originando um “Power Universe” concebido pela produtora Courtney Kemp. A trama acompanha Tariq St. Patrick (Michael Rainey Jr.), enquanto ele lida com sua nova vida, as consequências de seus atos na série original e a dificuldade de se tornar digno do legado de seu falecido pai (Omari Hardwick), o Ghost do título, protagonista de “Power”. Além dos personagens da série anterior, a produção traz em seu elenco a cantora e atriz Mary J. Blige (indicada ao Oscar por “Mudbound”) e o rapper Method Man (“The Deuce”).

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