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  • Música,  Série

    Kate Bush vira febre com “Stranger Things”. Conheça carreira e hits da artista

    30 de maio de 2022 /

    Lançada em 1985, “Running Up That Hill”, de Kate Bush, voltou a fazer sucesso neste fim de semana. A gravação original foi parar no topo da parada das músicas mais ouvidas do iTunes e disparou em visualizações no YouTube. E o motivo pode ser constatado nos comentários deixados pelo público no portal de vídeos do Google. “Ok, quem mais chorou naquela cena de ‘Stranger Things’? Foi uma tacada de mestre usar esta canção com a história de Max”, escreveu uma usuária em inglês. “‘Stranger Things’ me trouxe aqui! A música ficou ótima na cena da Max. A série nos dá a oportunidade de ouvir e conhecer boas músicas”, comentou outra, em português. “Running Up That Hill” virou o tema de Max, a personagem vivida por Sadie Sink, durante a 4ª temporada de “Stranger Things”. Mais que isso, salvou a vida de Max, literalmente, tornando-se a música mais importante de toda a série. A gravação de 1985 tem uma letra espiritual/fantasmagórica, como boa parte do repertório da cantora inglesa, que se tornou conhecida mundialmente em 1978 com uma música sobre amor assombrado, “Wuthering Heights”, inspirada pelo romance gótico “O Morro dos Ventos Uivantes”. Ela teve muita sorte em seu começo, ao ser descoberta aos 16 anos pelo guitarrista do Pink Floyd David Gilmour, que se impressionou ao ouvir uma fita caseira de suas composições e decidir bancar do próprio bolso uma gravação profissional de três músicas daquele repertório, com o produtor Andrew Powell (do The Alan Parsons Project) e um engenheiro de som que trabalhou com os Beatles. A sessão rendeu um contrato com a gravadora EMI, mas antes de gravar seu primeiro álbum em 1978, Kate Bush precisou esperar a maioridade. Ao mesmo tempo em que se dedicou a se formar na escola, ela formou sua primeira banda e estudou dança interpretativa com uma professora de David Bowie, para criar usa marca registrada: um grande impacto teatral nos palcos. Seu som era considerado altamente experimental, uma espécie de pop operístico de temática sombria, mas na era do rock progressivo as gravadoras eram mais ousadas. E a aposta se pagou de cara, quando Kate Bush emplacou quatro singles no Top 10 da parada de sucessos britânicos logo na estreia. Seu primeiro álbum, “The Kick Inside”, ainda entrou no Livro Guinness dos Recordes por se tornar o primeiro disco composto inteiramente por uma artista feminina a vender mais de 1 milhão de cópias. Em 1980, ela participou do terceiro álbum solo de Peter Gabriel e descobriu os sintetizadores, o que trouxe uma sonoridade mais moderna para seus lançamentos seguintes. Disputas com a gravadora sobre custos de seus discos, cada vez mais ousados, a levou a construir um estúdio em sua própria casa, que resultou em maior liberdade para criar seu álbum de 1985, “Hounds of Love”, o quinto de sua carreira e um dos mais bem-sucedidos, que continha “Running Up That Hill”. Ela venceu o Brit Awards com aquele disco, cuja vendagem inspirou a EMI a lançar a primeira compilação de hits da sua carreira. Mas isso também a acomodou. Ficou quatro anos sem lançar um disco novo e, com a virada de década, seu som vanguardista passou a soar datado, com cada lançamento tendo menos impacto que o anterior. Atualmente com 63 anos, ela não grava há mais de uma década, mas suas músicas nunca foram esquecidas, graças a covers frequentes de artistas das novas gerações. Mas chega de papo, porque agora é hora de aumentar o som. Quem descobriu Kate Bush em “Stranger Things”, tem abaixo a oportunidade de conhecer melhor o repertório clássico da cantora, que apesar de relacionada à turma do rock progressivo era a cantora favorita de Johnny Rotten e também foi pioneira do visual etéreo que marcou a geração indie dos anos 1980. A seleção reúne 15 hits dos dez anos iniciais, a “fase áurea”, e mostra como muitos dos clipes pré-MTV já eram puro “Stranger Things”. Fãs de “The Handmaid’s Tale” também podem reconhecer “Cloudbusting”, que marcou a 3ª temporada dessa série. E fãs da banda brasileira Angra… Ainda está lendo?     | KATE BUSH | 1978 | WUTHERING HEIGHTS     | KATE BUSH | 1979 | WOW     | KATE BUSH | 1979 | THEM HEAVY PEOPLE     | KATE BUSH | 1980 | BABOOSHKA     | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1980 | GAMES WITHOUT FRONTIERS     | KATE BUSH | 1981 | SAT IN YOUR LAP     | KATE BUSH | 1982 | THE DREAMING     | KATE BUSH | 1982 | THERE GOES A TENNER     | KATE BUSH | 1982 | SUSPENDED IN GAFFA     | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL     | KATE BUSH | 1985 | CLOUDBUSTING     | KATE BUSH | 1986 | HOUNDS OF LOVE     | KATE BUSH | 1986 | BIG SKY     | PETER GABRIEL ft. KATE BUSH | 1986 | DON’T GIVE UP     | KATE BUSH | 1989 | THIS WOMAN’S WORK     BÔNUS: 10 COVERS DE KATE BUSH   | WILLIE NELSON ft. SINEAD O’CONNOR | 1993 | DON’T GIVE UP     | ANGRA | 1994 | WUTHERING HEIGHTS     | PLACEBO | 2003 | RUNNING UP THAT HILL     | FUTUREHEADS | 2004 | HOUNDS OF LOVE     | RA RA RIOT | 2009 | SUSPENDED IN GAFFA     | GEMMA HAYES | 2009 | CLOUDBUSTING     | MAXWELL | 2009 | THIS WOMAN’S WORK     | WOLFMOTHER | 2009 | WUTHERING HEIGHTS     | CHROMATICS | 2011 | RUNNING UP THAT HILL     | FIRST AID KIT | 2018 | RUNNING UP THAT HILL    

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  • Reality,  TV

    Rodrigo Mussi detalha seu acidente no “Fantástico” e retorna ao Instagram

    30 de maio de 2022 /

    Rodrigo Mussi, participante do “BBB 22”, deu sua primeira entrevista e voltou a postar vídeos no Instagram no domingo (29/5), pela primeira vez desde o acidente de carro sofrido em março deste ano. Tanto no “Fantástico” quanto na ferramenta Stories, ele destacou estar vivo por um “milagre”, afirmou que ainda está trabalhando em sua recuperação e agradeceu a Deus. “Sou muito grato por essa segunda chance na minha vida. Eu não vou desperdiçar. Quero devolver ao mundo, contribuir de alguma forma após tudo o que aconteceu. E quero viver muito”, ele disse no programa da rede Globo. Em sua rede social, reforçou o agradecimento às orações das pessoas por seu “milagre” e encerrou seu depoimento com a publicação de um texto religioso. Durante a entrevista, o ex-BBB contou detalhes do acidente, reforçando informações colhidas anteriormente e desmentindo algumas das primeiras notícias sobre o caso. Ele não foi arremessado para fora do carro, mesmo assim se machucou muito e chegou desacordado ao Hospital das Clínicas. “Eu sentei atrás. Eu não tinha o costume de sentar atrás. Eu não lembro realmente se eu coloquei [o cinto] ou não”, contou. Por não estar com os documentos, ficou cerca de 10 horas recebendo tratamento como desconhecido, sem que seus familiares soubessem seu paradeiro. “Se eu não fosse bem cuidado nestas primeiras horas de hospital, eu não teria sobrevivido. Fizeram isso sem me conhecer, sem saber quem eu era”, disse Rodrigo. Um dos momentos mais comoventes foi quando ele lembrou da morte do pai em seus braços, também num acidente de carro. Rodrigo contou sua história de vida, de ter sido expulso da casa da mãe e, depois, da casa do pai, precisando lutar muito para conseguir vencer na vida. Por isso, quando acordou no hospital, chegou a pensar a desistir de enfrentar o duro tratamento de reabilitação. “A pergunta que eu fazia era: até quando vou lutar? Tive lutas drásticas e muito fortes. E eu me perguntava: ‘Mas de novo? Logo agora que eu consegui algo que poderia melhorar minha vida'”, afirmou. “Não entendi o que estava fazendo ali quando acordei. Nunca sofri um acidente ou fiz cirurgias pelo corpo. Lutei muito para ser independente na minha vida e logo estava ali, dependente”, lembrou. O “Fantástico” informou que o ex-BBB perdeu 26 kg durante a internação, mas já recuperou 20 kg durante mais de um mês de fisioterapia. Ele ainda está visivelmente magro e trabalhando para recuperar massa. Também ficou com uma cicatriz na testa devido ao cateter e tem falhas no coro cabeludo. Durante a entrevista, Rodrigo disse ter ficado surpreso com a comoção que seu acidente gerou nas redes sociais. “Teve bastante gente orando, os fãs fizeram uma corrente maravilhosa. O milagre foi por essa união. Eu queria devolver esse carinho. Não tinha essa noção”, constatou. O programa da Globo ainda exibiu mensagens de três ex-BBBs que foram seus parceiros durante o reality show, Lucas Bissoli, Eslovênia Marques e Eliezer do Carmo Neto, além de um recado especial do apresentador Tadeu Schmidt. Ex-integrante do “BBB 21”, Vih Tube também participou da reportagem contando que ficou com medo de Rodrigo morrer. Os dois se tornaram amigos após ele sair no segundo paredão do “BBB 22” e essa proximidade fez com que ela pudesse acompanhar de perto todo o drama da família. “Eu tinha medo de não viver isso, a volta dele. Foi desesperador. É muito bom ver ele aparecendo, sorrindo”, afirmou ela, que cuidou das redes sociais de Rodrigo por um período. Os dois atualmente têm o mesmo agente e a entrevista foi feita na casa dela. O acidente envolvendo o ex-participante do “BBB 22” aconteceu por volta das 3h da madrugada do dia 31 de março, na Marginal Pinheiros, próximo à Ponte Eusébio Matoso, em São Paulo. Rodrigo voltava num carro de aplicativo do Estádio Cícero Pompeu de Toledo, o Morumbi, onde assistiu ao primeiro jogo da final do Campeonato Paulista. O motorista confessou ter cochilado e o veículo se chocou contra a traseira de um caminhão, resultando em ferimentos graves para o passageiro, que não usava cinto de segurança. O ex-BBB sofreu traumatismo craniano e fraturas graves na perna, que exigiram mais de uma cirurgia e o deixaram internado no Hospital das Clínicas por praticamente um mês, até 28 de abril, quando passou para outra unidade hospitalar para realizar tratamento intensivo de reabilitação para recuperar todos os movimentos. Ele deixou a clínica de reabilitação motora há nove dias e se recupera em casa, com uma rotina diária de sessões de fisioterapia e exercícios fonoaudiólogos para recuperar a voz. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fantástico (@showdavida)

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  • Música,  Série

    Conheça as músicas da 4ª temporada de “Stranger Things”

    29 de maio de 2022 /

    A trilha sonora da 4ª temporada de “Stranger Things” surpreendeu os fãs que esperavam apenas hits dos anos 1980. Eles estão lá, mas acompanhados até por composições eruditas. A seleção de faixas que sonoriza a produção dos irmãos Duffer inclui ópera, sinfonias, jazz, surf music, funk, rock, synthpop e até rap recente. O mais curioso é que, apesar da trama se passar em 1986, apenas uma gravação presente na seleção foi lançada naquele ano: a versão de “California Dreamin'” dos Beach Boys, ouvida no primeiro episódio. Algumas músicas se repetem, como “Dream a Little Dream of Me”, de Ella Fitzgerald, mas principalmente “Running Up that Hill”, de Kate Bush, transformada numa espécie de tema da personagem Max (Sadie Sink). Veja abaixo, por ordem cronológica de lançamento, as 20 músicas mais importantes dos sete episódios da primeira parte da 4ª temporada da atração, disponíveis desde sexta (27/5) na Netflix. | ELLA FITZGERALD | 1957 | DREAM A LITTLE DREAM OF ME     | RICKY NELSON | 1961 | TRAVELIN’ MAN     | SURFARIS | 1963 | WIPE OUT     | KISS | 1976 | DETROIT ROCK CITY     | TALKING HEADS | 1977 | PSYCHO KILLER     | THE CRAMPS | 1980 | I WAS A TEENAGE WEREWOLF     | THE CRAMPS | 1980 | FEVER     | MUSICAL YOUTH | 1982 | PASS THE DUTCHIE     | DONNELL PITMAN | 1983 | BURNING UP     | PHILIP GLASS | 1983 | PROPHECIES     | PHILIP GLASS | 1984 | AKHNATEN AND NEFERTITI     | KATE BUSH | 1985 | RUNNING UP THAT HILL     | DEAD OR ALIVE | 1985 | YOU SPIN ME ROUND (LIKE A RECORD)     | FALCO | 1985 | ROCK ME AMADEUS     | BALTIMORA | 1985 | TARZAN BOY     | STARPOINT | 1985 | OBJECT OF MY DESIRE     | BEACH BOYS | 1986 | CALIFORNIA DREAMIN’     | EXTREME | 1989 | PLAY WITH ME     | HIPBONE SLIM & HIS FROGMEN | 2013 | LEGLESS     | ABM CUTTHROAT | 2020 | SURVIVE    

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  • Música

    Rapper de 16 anos é assassinado durante gravação de clipe nos EUA

    29 de maio de 2022 /

    O rapper 23 Rackz foi assassinado a tiros enquanto gravava um novo clipe, em Washington, D.C., nos Estados Unidos. Seu nome real era Justin Johnson, tinha 16 anos e estava em ascensão no mercado norte-americano, integrando a nova vertente de rap da região de Maryland e Virginia, batizada de DMV rap, que é marcada por vocais velozes, exaustivos e gritados, além de batidas pesadas e temática gangsta. Segundo a WTTG-TV, o jovem foi baleado próximo das 11h30 da quinta-feira (26), na região sudeste da capital dos EUA, onde ele vivia. Antes de ser morto, o cantor divulgou sua exata localização em um story do Instagram, num vídeo em que aparecia aguardando o começo das gravações. A postagem pode ter sido fatal. Ele tinha o costume de gravar clipes segurando largos maços de dinheiro, característica presente também na capa de seu primeiro disco, “Rookie of the Year”, lançado no ano passado. Até o momento, não se sabe quem foi o autor dos disparos e a polícia está oferecendo US$ 25 mil — mais de R$ 118 mil na cotação atual — por informações que levem à identificação e captura do culpado. Veja abaixo o último clipe do rapper, lançado há um mês, no final de abril passado.

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  • Série

    Chloe: Stalker digital protagoniza trailer de série de suspense

    29 de maio de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado de “Chloe”, minissérie de suspense que foi lançada em fevereiro no Reino Unido com muitos elogios, e vai chegar ao streaming mundial em 24 de junho. Coprodução da Amazon com a BBC, “Chloe” acompanha a história de Becky Green, uma stalker digital, obcecada em acompanhar as redes sociais de sua antiga amiga de infância Chloe Fairbourne. A vida encantadora de Chloe, o marido adorável e o círculo de amigos bem-sucedidos estão sempre a um clique de distância, num grande contraste com a própria vida de Becky cuidando da mãe, que foi diagnosticada com demência precoce. Até que Chloe morre de repente, deixando a stalker em crise de abstinência. Inconformada, ela quer continuar seguindo a vida – ou melhor, a morte – de Chloe. Para isso, assume uma nova identidade e se infiltra no cotidiano invejável dos amigos mais próximos da falecida. Só que seu alter-ego, Sasha, se torna mais popular e bem relacionada que a Becky da vida real. Ao mesmo tempo, ela descobre que a vida instagramável de Chloe era completamente diferente do que percebe ao se aproximar de sua rotina. O contraste levanta suspeitas, mas, para descobrir mais, Becky precisa mentir muito, arriscando-se a se perder em seu próprio jogo. Criada por Alice Seabright (roteirista e diretora de “Sex Education”), a minissérie é estrelada por Erin Doherty (a Princesa Anne de “The Crown”) como Becky e Poppy Gilbert (“Fique Comigo”) como Chloe, além de Billy Howle (“Legítimo Rei”), Pippa Bennett-Warner (“Gangs of London”), Jack Farthing (“Poldark”) e Brandon Micheal Hall (“Search Party”). Em seu lançamento na TV britânica, a atração atingiu 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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  • Série

    2ª temporada de “Star Wars: The Bad Batch” ganha trailer

    29 de maio de 2022 /

    A Disney+ divulgou o trailer da 2ª temporada da série animada “Star Wars: The Bad Batch”. Continuação de “Star Wars: A Guerra dos Clones” (Star Wars: The Clone Wars), a atração animada gira em torno do chamado “bad batch”, um grupo de clones imperiais que se diferencia por conta de falhas no processo de clonagem, que concederam a cada um deles personalidades e habilidades excepcionais. Após o fim da Guerra dos Clones, o grupo identificado como Força Clone 99 passa a ser considerado perigoso por tomar decisões independentes, em vez de apenas seguir ordens, e se torna foragido após resgatar outro clone defeituoso – uma adolescente e única clone feminina conhecida de Jango Fett. A prévia da 2ª temporada mostra como o grupo encontra um novo propósito ajudando vítimas da opressão do Império. O produtor-roteirista Dave Filoni, criador de “Star Wars: A Guerra dos Clones”, é o responsável pela produção da nova série, que foi desenvolvida pela roteirista Jennifer Corbett (“Star Wars Resistance”) e ainda conta com Brad Rau (“Star Wars Rebels”) como diretor principal. A estreia dos novos episódios está prevista para o outono norte-americano (nossa primavera). Veja abaixo o trailer da 2ª temporada em versões legendada e dublada em português.

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  • Etc

    Acusado de assédio e demitido, Noel Clarke vai processar todo mundo por falta de evidências

    29 de maio de 2022 /

    Acusado de assédio sexual, o ator e produtor britânico Noel Clarke teve prêmios rescindidos e séries canceladas. Mas um ano depois do escândalo, a Polícia Metropolitana de Londres anunciou não ter conseguido confirmar nenhuma das denúncias, encerrando as investigações após atingir o limite de tempo para prosseguir sem resultados por falta de evidências. Um dos mais promissores astros do Reino Unido, Clarke foi a falência e fechou sua produtora por causa de um artigo publicado em maio de 2021 pelo jornal The Guardian, com depoimentos nominais e em off de cerca de 20 mulheres que trabalharam com ele em projetos de cinema e TV nos últimos anos. As alegações incluíam desde toques inadequados até a filmagem secreta de uma atriz nua durante um teste de papel. As denúncias assumidas foram feitas por Gina Powell, que trabalhou para Clarke como produtora por três anos, e a atriz Jahannah James, que apareceu no filme “Brotherhood” (2016), final de uma trilogia aclamada que o ator dirigiu e estrelou. Todas as demais acusações foram em “off”, sem identificação. Clarke sempre negou todas as acusações e a investigação policial não conseguiu provar malícia de sua parte. Neste fim de semana, ele desabafou numa entrevista ao jornal Daily Mail: “Não houve prisão, nenhuma acusação, nenhum julgamento, nenhum veredicto, mas fui criminalizado. Esta é uma forma de macarthismo moderno.” “Se não precisamos mais de polícia, juízes e júris, se precisamos apenas das mídias sociais e de declarações na imprensa, então em que mundo vivemos?”, ele continuou. “Em que ponto as emissoras de TV deste país se tornaram juízes, júris e executores de pessoas? Em que ponto a BAFTA (Academia de TV e Cinema do Reino Unido) decidiu que não seu objetivo não é mais sobre filmes, mas julgar a vida das pessoas? Isso não é apenas sobre mim, é maior, é sobre o direito à Justiça. Sim, as pessoas disseram essas coisas sobre mim, mas se eu disser que você é um burro, isso não faz de você um burro, faz?” Sua menção à BAFTA se deve à retirada de um prêmio em homenagem às suas conquistas notáveis na indústria cinematográfica britânica. Já a parte das emissoras refletem o fato de os canais britânicos ITV e Sky terem rompido suas relações profissionais com o ator, levando ao cancelamento da série policial “Bulletproof” e à interrupção da minissérie “Viewpoint”. Ele agora está processando a BAFTA e o jornal The Guardian por difamação. Ele também está processando a editora de revistas Conde Nast, que publicou um artigo sobre a polêmica na revista GQ. “Vinte anos de trabalho se foram em 24 horas”, disse Clarke ao Daily Mail. “Eu perdi tudo. A empresa que construí do zero, meus programas de TV, meus filmes, meus contratos de livros, o respeito da indústria que eu tinha. No meu coração e na minha cabeça, isso me prejudicou de uma forma que não consigo articular.” Clarke diz que seus processos visam criar uma indústria de cinema e TV mais justa, capaz de ter uma estrutura onde “mulheres e pessoas vulneráveis ​​sejam protegidas, mas também que proteja pessoas de condenações sumárias sem provas”. Ele acrescenta que não vê um caminho fácil para retomar sua carreira depois de ter sido “cancelado” pela BAFTA, emissoras de TV e produtoras. “Nenhum deles quer estar errado. Eles fizeram declarações tão grandes e ousadas. Depois, há o clima atual, em que se alguém questiona a opinião da maioria, ‘Espere um segundo, qual é o contexto?’, a sociedade também se volta contra essa pessoa”.

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  • Etc

    Mark Ruffalo e HBO são processados por incêndio em set de minissérie

    29 de maio de 2022 /

    O ator Mark Ruffalo e a HBO estão sendo processados por um acidente inflamável que aconteceu durante as gravações da minissérie “I Know This Much Is True”. Um incêndio de grandes proporções irrompeu na produção em maio de 2019 e, além de destruir o set de gravações, queimou uma concessionária de carros (e 20 veículos) que estava sendo usada como locação no interior de Nova York. Segundo informações obtidas pelo site americano TMZ, diversas pessoas que moram ao redor do local reclamam de terem sido expostos a toxinas e agente cancerígenos, além de terem suas casas danificadas. Os vizinhos ainda acusam a equipe de produção e a HBO de não limparem o local do incêndio. De acordo com relatos, ainda é possível encontrar detritos derivados do incêndio, derramamento de toxinas e poeira, além de gases tóxicos. Eles alegam que o set de filmagem era um “barril de pólvora” devido ao querosene, óleo de aquecimento e outros materiais inflamáveis presentes durante a produção. Como Mark Ruffalo também atuou como produtor executivo da minissérie, o ator foi incluído no processo, em que os moradores da região pedem milhões de dólares em indenização por danos físicos e emocionais resultantes do incêndio. Ruffalo venceu o Emmy de Melhor Ator em Minissérie por seu desempenho em “I Know This Much Is True”, interpretando dois irmãos gêmeos.

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  • Filme

    “Top Gun: Maverick” vira maior bilheteria de estreia de Tom Cruise

    29 de maio de 2022 /

    Se alguém duvidava, “Top Gun: Maverick” confirmou: Tom Cruise é tão poderoso quanto um super-herói. Só o ator que dispensa dublês consegue fazer frente à Marvel e DC nas filas de cinema deste ano. A bilheteria de “Top Gun: Maverick” registrou o recorde de arrecadação da carreira do astro. Ele nunca tinha atingido mais de US$ 100 milhões num fim de semana inaugural e ao voltar ao papel de Maverick faturou US$ 124 milhões entre sexta e este domingo (29/5) na América do Norte, segundo dados da Comscore. O valor é quase o dobro da principal abertura de Cruise no mercado norte-americano: os US$ 64,9 milhões atingidos por “Guerra dos Mundos” em 2005. Como segunda-feira (30/5) é feriado de Memorial Day nos EUA, o faturamento da produção da Paramount tem a estimativa de passar dos US$ 150 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição doméstica. O valor definitivo pode ser outro recorde. O rendimento máximo já atingido num Memorial Day foi de US$ 153 milhões, registrado por “Piratas do Caribe: No Fim do Mundo” em 2007. A continuação de “Top Gun” também voa alto no mercado internacional. Mesmo sem lançamentos na China e na Rússia – afinal, não deixa de ser propaganda do poderio militar dos EUA – , o filme estreou com US$ 124 milhões em 62 mercados. Em 32 países, o desempenho representou a maior estreia de Tom Cruise de todos os tempos, e em 18 foi a maior de uma produção live-action da Paramount. As maiores arrecadações internacionais vieram do Reino Unido (US$ 19,4 milhões), França (US$ 11,7 milhões), Austrália (US$ 10,7 milhões), Japão (US$ 9,7 milhões), Alemanha (US$ 6,5 milhões) e Brasil (US$ 5,3 milhões), todas com recordes para o astro e o estúdio. Rodado com câmeras IMAX, o filme ainda arrecadou US$ 10,4 milhões com o formato no exterior, registrando o maior fim de semana de estreia nesse circuito em 50 mercados. Tudo somado, dá uma arrecadação global de US$ 248 milhões até este domingo. E isto representa a segunda maior abertura live-action da História da Paramount Pictures, atrás apenas de “Transformers: A Era da Extinção” em 2014. O desempenho impressiona especialmente porque, desde o começo da pandemia, apenas filmes de super-heróis vinham conseguindo aberturas desse tamanho. Um detalhe importante é que o público do filme não foi o mesmo dos super-heróis. Não faltaram prognósticos negativos sobre o fato de o “Top Gun” original ser muito antigo para possuir apelo para o público atual. E, de fato, 18% dos ingressos nos EUA foram adquiridos por pessoas com mais de 55 anos. Mais da metade, 55%, por pagantes com mais de 35 anos. E isto significa que o filme foi capaz de atrair uma faixa etária que ainda não tinha ido em peso às salas escuras desde a pandemia. Adultos, quem diria, existem e também podem gerar recordes. O filme chegou às telas cercado de expectativa, após um adiamento de dois anos devido à covid-19 e uma première com muitos aplausos e elogios no Festival de Cannes. A obra do diretor Joseph Kosinski realmente agradou a crítica, atingindo 97% na avaliação registrada pelo Rotten Tomatoes, mas animou ainda mais o público, rendendo um cobiçado A+, a maior nota possível no CinemaScore – pesquisa de qualidade feita na saída dos cinemas dos EUA. Com o estouro supersônico de “Top Gun: Maverick”, “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” caiu para o 2º lugar, após liderar as vendas de ingressos por três fins de semana. Faturou US$ 16,4 milhões entre sexta e domingo para atingir um total de US$ 370 milhões na América do Norte e US$ 873 milhões mundiais – a maior bilheteria de 2022. O Top 3 dos EUA e Canadá completa-se com a estreia da animação “Bob’s Burgers: O Filme”, que abriu com US$ 12,6 milhões no mercado doméstico e, sem previsão de lançamento nos cinemas brasileiros, deve chegar no país em streaming pela Star+.

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  • Filme

    Gostou de “Top Gun: Maverick”? Conheça mais 10 filmes do gênero pra ver em casa

    28 de maio de 2022 /

    Achou os mergulhos dos caças de “Top Gun: Maverick” eletrizantes e quer saber se tem outros filmes com perseguições aéreas e batalhas no ar pra ver em streaming? Selecionamos 10 opções para você se sentir nas nuvens sem sair de casa. A lista tem, claro, o primeiro “Top Gun”, que marcou época ao dar clima de videoclipe para as cenas dos ases indomáveis. Mas o grande destaque é o primeiríssimo filme a vencer o Oscar: “Asas”, em 1927. Sabia que foi “Asas” quem inventou as principais técnicas usadas em “Top Gun: Maverick”? O filme de William A. Wellman foi o primeiro a posicionar a câmera no cockpit para registrar a expressão dos pilotos e o primeiro a filmar suas cenas no ar de verdade, em meio aos aviões. A maioria dos filmes são registros de guerra, e entre os cineastas que assinam as cenas mais bombásticas encontram-se Christopher Nolan, Michael Bay e o rei dos filmes de catástrofe Roland Emmerich. Mas também há um filme de terror passado no interior de um bombardeiro da 2ª Guerra Mundial e um anime impressionante, assinado pelo mestre Mamoru Oshii, diretor de “Ghost in the Shell”. Confira abaixo os 10 títulos recomendados, acompanhados por seus trailers e a indicação de onde assistir. E não esqueça de conferir o bônus “pós-créditos”, com 5 filmes excelentes que infelizmente (ainda) não foram lançados em streaming.     | TOP GUN | 1986 | CLARO TV+, STAR+, TELECINE, VIVO PLAY, VOD*     | MEMPHIS BELLE | 1990 | VOD*     | DUNKIRK | 2017 | GLOBOPLAY, HBO MAX, NETFLIX, VOD*     | ESQUADRÃO RED TAILS | 2012 | DISNEY+     | MISSÃO DE HONRA | 2018 | LOOKE, VOD*     | PEARL HARBOR | 2001 | STAR+     | MIDWAY – BATALHA EM ALTO MAR | 2019 | STAR+     | UMA SOMBRA NA NUVEM | 2020 | TELECINE, VOD*     | ASAS | 1927 | APPLE TV     | THE SKY CRAWLERS: ETERNAMENTE | 2008 | CLARO TV+     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Microsoft Store, Loja Prime e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.     BÔNUS: 5 FILMES INÉDITOS EM STREAMING   | CREPÚSCULO DAS ÁGUIAS | 1966 |     | RETORNO À BASE | 2005 |     | OS CAVALEIROS DO AR | 2012 |     | O BARÃO VERMELHO | 2010 |     | THE ETERNAL ZERO | 2013 |  

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    Bo Hopkins (1942–2022)

    28 de maio de 2022 /

    O ator Bo Hopkins, que participou de vários clássicos, como “Meu Ódio Será Sua Herança” (1969) e “Loucuras de Verão” (1973), morreu neste sábado (28/5) aos 84 anos na Califórnia, 19 dias após sofrer um ataque cardíaco. William Mauldin Hopkins teve uma infância difícil. Ficou órfão de pai, foi abandonado pela mãe e quase foi parar num reformatório na adolescência, só escapando ao se alistar no exército aos 17 anos. Ele chegou a lutar na guerra da Coreia, antes de descobrir que tinha talento para atuar. Conseguiu uma bolsa para estudar teatro e fez algumas peças no interior dos EUA antes de passar num teste para uma montagem de “Bus Stop” em Nova York, que lhe rendeu seu pseudônimo artístico. Bo era o nome de seu personagem. Rebatizado de Bo Hopkins, contratou uma agente e começou a aparecer em séries – “Gunsmoke”, “O Homem de Virgínia”, “Ratos do Deserto”, “The Andy Griffith Show”, etc. Mas foi outra montagem teatral, uma produção de “Picnic”, que lhe rendeu o convite para participar de seu primeiro sucesso de cinema. A adaptação cinematográfica da obra (“Férias de Amor” no Brasil) foi estrelada por William Holden, que ouviu elogios sobre o trabalho de Hopkins e o indicou para trabalhar a seu lado no filme “Meu Ódio Será Sua Herança”, no papel do pistoleiro Crazy Lee. O ator agradou ao diretor Sam Packinpah, que o escalou em mais dois filmes, como um ladrão de banco traído em “Os Implacáveis” (1972) e como um especialista em armas em “Elite de Assassinos” (1975), recrutado por James Caan para impedir um assassinato. Hopkins se destacou rapidamente ao lado de atores identificados por papéis de durões, como Steve McQueen, Lee Marvin, Burt Reynolds, Richard Widmark e outros. Não por acaso, apareceu principalmente em westerns e filmes de guerra – como “O Ataque dos Mil Aviões” (1969), “A Ponte de Remagen” (1969), “Um Homem Dificil de Matar” (1970), “Guerra de Contrabandistas” (1970), “Assim Nasce um Homem” (1972), “Amor Feito de Ódio” (1973) e “Ambição Acima da Lei” (1975). Também marcou thrillers violentos, incluindo “Sob o Signo da Vingança” (1973), com Burt Reynolds, e seu filme favorito, “Jogos de Azar” (1974), de Robert Mulligan. Na maioria desses filmes viveu vilões, situação solidificada pelo sucesso do papel de Joe Young, o líder da gangue de delinquentes The Pharaohs em “Loucuras de Verão” (American Graffiti), de George Lucas. A produção juvenil foi um enorme sucesso de público, inspirando convenções, discos de sucesso e até rendeu uma continuação, novamente estrelada por Hopkins: “E a Festa Acabou” (1979). Antes de terminar os anos 1970, ele ainda estrelou outro clássico dramático, “O Expresso da Meia-Noite” (1978), de Alan Parker, como o homem misterioso que sela o destino do personagem de Brad Davis, condenado a uma prisão turca. À medida que sua carreira evoluiu, também seguiu para o lado da lei. Depois de lutar contra xerifes, ele colocou a estrela no peito numa dezena de filmes, a partir de “Uma Pequena Cidade do Texas” (1976). Mas as novas produções já não tinham direção de mestres como Peckinpah. E aos poucos ele foi mudando seu foco para a TV. Foram muitos telefilmes e até uma longa participação na série “Dinastia” durante os anos 1980, seguidos por diversos thrillers para o mercado de vídeo nos 1990. Um desses vídeos foi a continuação “Um Drink no Inferno 2: Texas Sangrento” (1999), produzida por Quentin Tarantino. O próprio Tarantino lhe ofereceu o papel, como o xerife que persegue assaltantes até um bar amaldiçoado. Entretanto, ele só voltou ser considerado para um filme digno de prêmios em 2020, no último longa que finalizou: “Era uma Vez um Sonho”, produção da Netflix que disputou o Oscar de Melhor Maquiagem e Atriz (Glenn Close). Curiosamente, o filme foi dirigido por Ron Howard, com quem Hopkins contracenou em seu filme mais popular, “Loucuras de Verão”. “Foi uma grande emoção para ele”, disse sua esposa Sian Hopkins, à revista The Hollywood Reporter.

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    Saiba como elenco de “Top Gun: Maverick” voou no filme

    28 de maio de 2022 /

    Todos que se impressionaram com as cenas de voo de “Top Gun: Maverick”, lançado nos cinemas na quinta-feira (25/5), estão se perguntando a mesma coisa: os atores pilotaram mesmo os caças? A resposta para a pergunta é não, mas eles estavam sim nos jatos supersônicos durante todos os momentos do filme. Pilotos treinados comandaram os jatos, que foram adaptados para incluir espaço extra para os intérpretes. Com a ajuda de câmeras bem colocadas, a impressão era que o elenco estava pilotando. Mas todos os atores tiveram que subir a bordo e passar por todas as manobras vistas no filme para a ilusão funcionar. As cenas não foram criadas em estúdio com efeitos especiais. Tom Cruise, conhecido por fazer pessoalmente todas as cenas de ação de seus filmes, queria que seus colegas Miles Teller, Monica Barbaro, Jay Ellis e Glen Powell aprendessem a suportar os voos. Num dos primeiros vídeos de bastidores liberados pela produção, o astro elogiou a dedicação do elenco. “Você simplesmente não poderia evocar esse tipo de experiência a menos que a registrasse de verdade”, disse Cruise. “Para conseguirmos isso, temos os maiores pilotos de caça do mundo trabalhando conosco. Mas o elenco está lá, sofrendo enjoo e a distorção no rosto. Eles estão puxando 7-8 G’s, que são 1.600 libras de força. É um serviço pesado, que me deixou orgulhoso do trabalho dos atores, por tudo o que fizeram”, revelou. O processo que permitiu aos atores voar em jatos supersônicos foi explicado à revista Variety pelo instrutor e coordenador aéreo Kevin LaRosa Jr., responsável por montar um programa de voo intensivo, que começou com o elenco voando em uma aeronave menor. “Começamos com o Cessna 172 e os conduzimos pelo voo básico. Isso permitiu que eles vissem como era decolar, pousar e saber onde olhar e colocar as mãos”, disse LaRosa, explicando que esses voos iniciais também permitiram que os atores sentissem como era sofrer uma pequena força G – a força da gravidade. Assim como em um programa de treinamento real, uma vez que os atores se acostumaram ​​com isso, eles passaram para o próximo nível e seguiram para um avião acrobático, o Extra 300. “Isso foi semelhante ao que o público em geral veria em um show aéreo em que aviões fazem manobras malucas. Pode puxar até oito forças G. É emocionante”, disse LaRosa Jr. O objetivo era aumentar a tolerância à força G. “Se você não voar nessas condições, posso subir e ficar doente. Mas se voar todos os dias e puxar esses Gs, vai se acostumar com isso e passar bem”, disse o instrutor. “Nós os preparamos para que eles não ficassem doentes”. Em seguida, eles progrediram para o L-39 Albatross. “Isso permitiu que eles experimentassem um jato de treinamento de caça. Quando eles se formaram depois desses treinos finais, tínhamos aviadores”, descreveu LaRosa Jr. Assim, quando os atores foram colocados no F/A-18, “eles estavam confiantes e se sentiam bem”, descreveu LaRose. “Eles já estavam acostumados com essas forças G e então puderam se concentrar em trabalhar com Joseph [Kosinski, o diretor] e Tom para contar essa história incrível. Eles simplesmente não precisavam se preocupar por estarem neste caça de alto desempenho voando por cima de cânions”. Como alguém que dedicou sua vida como coordenador aéreo, voando e ensinando, LaRosa elogiou o talento do elenco. E apontou a atriz Monica Barbaro como a mais impressionante. “Ela absolutamente arrasou e fez um bom trabalho ao se ajustar aos efeitos fisiológicos.” Igualmente impressionante foi Powell, que ficou doente enquanto filmava as cenas do F/A-18. “Ele lidava com o enjoo e voltava ao papel, das coisas mais impressionantes foi ver como alguns do elenco foram capazes de processar isso e se recuperar”, completou o instrutor. Depois dessa experiência, alguns membros do elenco se empolgaram e decidiram realizar o número de voos requeridos para obter sua licença de aviação. Glen Powell, que interpreta Hangman, já conseguiu a dele e pode pilotar aviões à vontade. Tom Cruise, claro, tem sua licença desde 1994. Maverick é capaz de pilotar aqueles jatos sem nenhuma ajuda. Veja abaixo dois vídeos sobre os bastidores dos voos da produção.

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    Alexis Bledel anuncia saída de “The Handmaid’s Tale”

    28 de maio de 2022 /

    A atriz Alexis Bledel anunciou sua saída do elenco “The Handmaid’s Tale”. Intérprete de Emily/Ofglen na série premiada desde a 1ª temporada, lançada em 2017, a atriz divulgou um comunicado no fim de semana, sem deixar claro se gravou sua despedida da trama. “Depois de muito pensar, senti que tinha de me afastar de ‘The Handmaid’s Tale’, neste momento”, afirmou Bledel no texto. “Eu serei eternamente grata a Bruce Miller [criador e showrunner] por escrever cenas tão verdadeiras e impactantes para Emily, e à Hulu [que exibe o programa nos EUA], MGM [que produz], o elenco e a equipe, pelo seu apoio”. Durante seus quatro anos em “The Handmaid’s Tale”, Bledel recebeu quatro indicações ao Emmy e conquistou uma vitória por sua atuação na série criada por Bruce Miller, baseada no icônico romance distópico da escritora Margaret Atwood. Na trama, ela deu vida a uma lésbica transformada em escrava sexual para engravidar de homens poderosos da nação fundamentalista de Gilead. Ela conseguiu fugir para o Canadá e, no final da 4ª temporada, juntou-se à protagonista June (Elisabeth Moss) e outras ex-aias para se vingar. A 5ª temporada já foi gravada e Bledel ainda aparece listada como integrante do elenco dos próximos capítulos, que seguem sem previsão de estreia. Além de “The Handmaid’s Tale”, a atriz é conhecida por seu papel como Rory Gilmore na série “Gilmore Girls”, além dos dois filmes de “A Irmandade das Calças Viajantes” e por um arco em “Mad Men”.

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