M. Night Shyamalan revela que sequência de Fragmentado teve cena filmada no Brasil
O diretor M. Night Shyamalan fez uma surpresa para seus fãs brasileiros. Ele postou uma foto no Twitter que mostra a equipe da sequência de “Fragmentado” reunida no Brasil. Veja abaixo. “Terminamos de filmar uma cena para ‘Glass’ no Brasil. Amei a equipe, o elenco e as pessoas. Se tiver espaço, conto sobre o que é a cena. É sobre um…”, escreveu, sem completar. A localização automática da rede social identificou a imagem como sendo de Guarulhos, na grande São Paulo. “Glass” irá reunir os personagens de Samuel L. Jackson e Bruce Willis em “Corpo Fechado” (2000) e de James McAvoy e Anya Taylor-Joy do recente “Fragmentado” (2017). O título é uma referência ao apelido do vilão vivido por Jackson em “Corpo Fechado”, o Sr. Vidro (Mr. Glass). O lançamento está marcado para 18 de janeiro de 2019 e, devido ao elenco, deve ter um orçamento um pouco maior do que os US$ 5 milhões de “Fragmentado”. Vale lembrar que este filme, lançado em janeiro de 2017, rendeu US$ 276,9 milhões em todo o mundo. Finished shooting a scene for #Glass in Brazil. Loved the crew & cast & people.If I have room I’ll tell you what the scene is. It’s about a- pic.twitter.com/O0P0E7SFra — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) March 22, 2018
Guerra inicia em 17 fotos e cena inédita de The Walking Dead
O canal pago americano AMC divulgou 17 fotos e uma cena inédita do próximo episódio da série “The Walking Dead”, que finalmente mostra um confronto entre os Salvadores e a resistência dos sobreviventes de Hilltop. A batalha começa com Daryl (Norman Reedus) descarregando sua metralhadora nos inimigos, que se precipitam em persegui-lo e acabam caindo numa armadilha de Maggie (Lauren Cohan). Apesar do arco atual ser conhecido nos quadrinhos como “Guerra Total”, poucas batalhas vinham sendo registradas. A cena confirma que vai mudar no próximo domingo (25 de março). Intitulado “Do Not Send Us Astray”, o próximo episódio também vai ao ar no domingo no Brasil, exibido pelos canais Fox e Fox Premium (sem intervalos).
Selton Mello promete não dormir até desvendar todo o Mecanismo, em comercial da série
A Netflix divulgou um novo comercial de “O Mecanismo”, série inspirada pela Operação Lava-Jato, narrado por Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). Ele interpreta um policial e promete não dormir até desvendar o mecanismo do título, que mantém o funcionamento da corrupção do país. Criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”), a série contrasta com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos” pela opção por se identificar como ficção e dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção. Por conta disso, todos os nomes dos noticiários da Lava-Jato foram alterados. Não apenas dos delegados, mas também dos juízes, políticos, empresários e doleiros. E mais: Petrobras virou PetroBrasil e até a Polícia Federal é identificada como Polícia Federativa. Só faltou chamar o Brasil de… Patópolis. Além de Selton Mello no papel de um delegado à frente das investigações, o elenco destaca Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”), Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série tem oito episódios, disponibilizados nesta sexta-feira (23/3). Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” é a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.
Spice Girls planejam virar super-heroínas em desenho animado
As Spice Girls vão voltar a trabalhar juntas. Mas não vai ser em shows. Após aparecerem reunidas em fotos, havia especulação de uma turnê comemorativa ou até de uma apresentação única no casamento do príncipe Harry. Entretanto, os planos são para uma volta ao cinema. Refletindo o sucesso dos filmes de super-heróis, elas vão ganhar superpoderes num longa animado. Segundo a revista Variety, o projeto não foi encomendado por nenhum estúdio, mas desenvolvido de forma independente para ser oferecido a interessados. Todas as cinco integrantes originais do grupo assinaram um acordo, concordando em liberar o uso de suas imagens para o desenho e também para dar voz às suas personagens. Victoria Beckham, Mel B, Mel C, Emma Bunton e Geri Halliwell devem ter um superpoder particular, de acordo com suas personalidades. Caso o projeto vá adiante, este será o segundo longa do grupo. Há 20 anos, no auge do sucesso, o quinteto estrelou “O Mundo das Spice Girls” (Spice World), também baseado numa ideia de suas integrantes. Foi um fracasso de público e crítica. E poucos meses depois, Geri Halliwell anunciou que estava deixando as Spice Girls. A Variety também informou que não há planos para uma turnê musical, pois Victoria Beckham rejeitou essa possibilidade. Entretanto, isso pode mudar se o filme fizer sucesso. Uma fonte disse ao site que as Spice Girls vão tentar virar “uma franquia de escala global”. “Elas foram o grupo feminino de maior sucesso do mundo. São o que a Marvel ou a Disney precisa”, acredita o porta-voz anônimo. Os representantes oficiais do grupo ainda não confirmaram o projeto.
Atriz de Esquadrão Suicida voltará a viver super-heroína em série dos criadores de Preacher
A atriz Karen Fukuhara, que interpretou a heroína Katana em “Esquadrão Suicida”, vai voltar a viver uma super-heroína na série “The Boys”. Adaptação dos quadrinhos homônimos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”, a série acompanha um grupo encarregado de colocar super-heróis renegados na linha. Fukuhara vai viver “A Fêmea” (Female, no original), uma das cinco integrantes da turma que batiza a produção. A personagem é uma jovem assassina asiática com habilidades de lutas marciais e superpoderes, capaz de causar evisceração explosiva. Quando os demais “boys” a encontram, ela é uma selvagem, que não fala e é um completo mistério. Mas, aos poucos, aprende o que significa ser humano, graças a seu relacionamento com “O Francês” (Frenchie). Ao conceber “The Boys”, Ennis declarou que pretendia superar as situações ultrajantes que ele consagrou em “Preacher”. E o resultado é barra-pesada, marcado por cenas de ultraviolência, estupros e ilustrações das piores tendências da humanidade. A ideia por trás da publicação consiste em examinar o que pessoas comuns fariam se ganhassem super-poderes. A conclusão é que virariam babacas. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo resolve contratar pessoas insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. A trama é protagonizada por um personagem chamado Billy Carniceiro, que vigia a atividade dos super-heróis para a CIA. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada (Hughie Mijão, Leite Materno, O Francês e A Fêmea). Além de Fukuhara, agora a produção já contratou Jack Quaid (“Jogos Vorazes”) como Hughie e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como Leite. Ainda falta o Francês. Mas vários super-heróis estão definidos, com Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”). Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver a produção na Amazon. A atração ganhou encomenda de oito episódios para a temporada inaugural e os primeiros episódios serão dirigidos por Rogen e Goldberg. Além de assinar os roteiros, Kripke será o showrunner. A 1ª temporada de “The Boys” ainda não tem previsão de estreia.
Novo trailer do revival de Roseanne revela participação de Johnny Galecki
A rede ABC divulgou um novo trailer do revival de “Roseanne”, que retorna à TV em meio a atual onda nostálgica de resgates de séries clássicas. A prévia confirma que até Johnny Galecki, um dos atores mais bem-pagos da TV graças ao sucesso “The Big Bang Theory”, fez questão de retomar seu velho personagem dos anos 1990 numa participação simbólica. Ele aparece brevemente, fazendo piada com o cenário antiquado. Via Instagram, Galecki definiu sua volta ao papel de David Healy como “talvez a experiência mais surreal da minha vida”. Mas para realizar essa viagem no tempo precisou convencer os produtores de “The Big Bang Theory” e a rede CBS do quanto isso era importante para sua realização pessoal. Não por acaso, ele foi o último nome do elenco clássico confirmado, o que acabou evitando malabarismos dos produtores, já que David se casou com Darlene, a personagem vivida por Sara Gilbert, com quem tem dois filhos. Exibida na rede ABC entre 1988 e 1997, “Roseanne” foi um sucesso imenso de público e crítica, e grande influência nas sitcoms que a sucederam. Vencedora de três Globos de Ouro e quatro Emmys, a série acompanhava a família Conner e os problemas de seu cotidiano de classe trabalhadora: casamento, filhos, dinheiro etc. Enquanto as famílias televisivas anteriores eram todas certinhas, os episódios de “Roseanne” refletiam a realidade vivida pela audiência, como dificuldades para pagar contas e criar os filhos. A produção também foi responsável por popularizar o astro John Goodman (visto mais recentemente em “Kong: A Ilha da Caveira”), que literalmente precisará ressuscitar seu personagem para participar do revival. Fãs da série devem lembrar que seu personagem, Dan, havia morrido de ataque cardíaco. Na prévia, Roseanne Barr (que além de protagonista é a criadora da série) faz piada com sua morte. Os intérpretes dos filhos originais do casal eram Sara Gilbert, Alicia Goranson e Michael Fishman, que hoje são adultos com seus próprios problemas financeiros e familiares para lidar. Além deles, quem também volta é Laurie Metcalf, irmã de Roseanne na trama. De novidade, a série traz justamente os filhos de David (Galecki) e Darlene (Gilbert). Apenas Harris, que será interpretada por Emma Kenney (série “Shameless”), foi vista ainda bebê na série clássica. Ela nasceu na 9ª e última temporada. Já seu irmãozinho Mark, personagem do estreante Ames McNamara, foi concebido “fora do ar”. Ele é um menino pequeno, que foi batizado em homenagem ao irmão de David, originalmente interpretado pelo falecido Glenn Quinn (1970–2002). “Roseanne” vai se juntar a “Twin Peaks”, “Arquivo X”, “Fuller House”, “Prison Break”, “Heroes”, “Gilmore Girls” e “Will & Grace” na lista das séries que sacudiram a poeira dos arquivos para voltar ao ar. A estreia acontece na terça-feira, dia 27 de março, nos Estados Unidos.
The Rain: Novo trailer revela data de estreia da série pós-apocalíptica
A Netflix divulgou um novo trailer legendado de “The Rain”, que revela a data de estreia da série europeia pós-apocalíptica. A prévia traz pessoas com trajes de proteção contra ameaças biológicas e avisa que, para sobreviver, é preciso evitar se molhar. “The Rain” é a primeira produção dinamarquesa da Netflix. A trama se passa seis anos depois de um vírus mortal dizimar a maior parte da população e segue dois irmãos que, ao saírem de seu abrigo protegido, se juntam a um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de vida e segurança. A série foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A aposta da plataforma é que a atração repita o sucesso de “Dark”, série alemã de suspense que virou frisson mundial. A estreia está marcada para 4 de maio na plataforma de streaming.
20 fotos e vídeo legendado apresentam a 2ª temporada de Desventuras em Série
A Netflix divulgou 20 fotos inéditas e um vídeo legendado de bastidores da 2ª temporada de “Desventuras em Série” (Lemony Snicket’s A Series Of Unfortunate Events), que promete que tudo ficará ainda pior para os orfãos Violet (Malina Weissman), Klaus (Louis Hynes) e o bebê Sunny Baudelaire. Como descreve o ator Neil Patrick Harris, intérprete do vilão Conde Olaf, desta vez eles vão parar com novos adultos, envolvem-se em mais problemas e a cada desventura precisam ter que escapar novamente de Olaf, num ciclo terrível de repetições. A prévia também dá uma mostra das participações de Nathan Fillion (série “Castle”), Tony Hale (série “Veep”), Sara Rue (série “Bones”), Lucy Punch (“Professora sem Classe”) e Roger Bart (série “Revenge”). A série é baseada nos livros homônimos escritos por Daniel Handler sob o nome Lemony Snicket, que mostram como os irmãos Baudelaire enfrentam provações, tribulações, infortúnios e um tio maldoso que quer se apoderar de sua fortuna. Tudo isso enquanto buscam descobrir o segredo da morte de seus pais. Embora a plataforma não divulgue seus dados, a Symphony Advanced Media, empresa que usa um mecanismo de reconhecimento de dados através de celulares de usuários registrados, revelou que a 1ª temporada de “Desventuras em Série” foi um dos maiores sucessos da Netflix. Criada pelo roteirista Mark Hudis (série “True Blood”), a série tem produção e direção do cineasta Barry Sonnenfeld (“A Família Addams”, “Os Homens de Preto”). A 2ª temporada estreia em 30 de março – e a série já garantiu seu terceiro ano de produção, que deve ser encerrar a trama.
Fotos das gravações de Gotham podem ter revelado a estreia do Coringa
Fotos das gravações de “Gotham” estão alimentando o rumor da estreia do Coringa na série. O elenco já tinha mencionado que ele iria aparecer na atual 4ª temporada. E as novas imagens que vazaram das gravações mostram o ator Cameron Monaghan com uma roupa reminiscente do tradicional traje do vilão, conforme desenhado por Bob Kane em 1940 e famosamente envergado por Jack Nicholson no filme “Batman” de 1989 – em particular o chapéu e o casaco de coloração roxa. Embora a série pareça insistir que Jerome é a versão jovem do arqui-inimigo de Batman, em várias ocasiões o elenco e os produtores negaram a comparação. Na verdade, o produtor-executivo Bryan Wynbrandt chegou a dizer que Jerome implantaria as bases para o vilão vir mais tarde, enquanto David Mazouz, intérprete de Bruce Wayne, assegurou que ele não é Jerome, embora a trajetória do personagem vivido por Cameron Monaghan seja vital para a chegada do perigoso vilão. “Ele não é o Coringa, é tudo o que eu posso falar. A forma como o Coringa entra na série é uma das coisas mais brilhantes que ‘Gotham’ já fez”, disse o ator em janeiro. Com isso, alguns já especulam que Cameron pode interpretar dois personagens diferentes. Afinal, o vilão enchapelado das fotos não tem as cicatrizes que marcam o rosto de Jerome. Restam apenas sete episódios para o final da 4ª temporada de “Gotham” na rede americana Fox. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.
Crossover de Supernatural e Scooby-Doo ganha novo trailer e data de estreia no Brasil
O canal pago Warner divulgou um trailer legendado do episódio de “Supernatural” em que Sam e Dean encontram Scooby-Doo. A prévia mostra como os personagens se tornam animados (dublados por seus intérpretes, os atores Jared Padalecki e Jensen Ackles) e se juntam à turma do Scooby para resolver um mistério. Além disso, deixa claro que, apesar de ser basicamente um desenho animado, o capítulo não é para crianças. Ele mantém a violência e o linguajar característicos de “Supernatural”. De fato, tende a ser a aventura mais adulta e sanguinária em que a turma da Máquina do Mistério já se envolveu. Intitulado “ScoobyNatural”, o episódio animado da 13ª temporada estreia em 29 de março nos Estados Unidos. E a expectativa para a exibição é tão grande que ele já tem data definida para ir ao ar no Brasil: 10 de Abril, no canal pago Warner.
Chris Evans confirma que refilmagens de Vingadores 4 marcam sua despedida da Marvel
O ator Chris Evans confirmou ao jornal The New York Times que irá despedir da Marvel nas refilmagens de “Vingadores 4”, marcadas para o outono norte-americano (entre setembro e novembro). “É melhor sair do trem antes que te empurrem”, ele disse, resumindo a situação. O contrato do ator ia até “Vingadores: Guerra Infinita”, mas ele aceitou estendê-lo para levar Steve Rogers/Capitão América até a conclusão de sua trajetória cinematográfica num quarto filme dos Vingadores, ainda sem título oficial. Por conta disso, muitos suspeitam que o herói será uma das vítimas dos roteiristas, que prometeram grandes perdas ao final dos dois lançamentos. Vale lembrar que, nos quadrinhos, Capitão América foi “assassinado” após os eventos de “Guerra Civil”, levando seu amigo Bucky Barnes a assumir o escudo do herói por um certo período. Mas se nos quadrinhos há o costume de reviver personagens como se fosse algo banal, uma eventual volta do Capitão América aos cinemas só se daria com outro intérprete. Caso isso aconteça, será difícil para qualquer substituto superar Evans, que conseguiu transformar o herói menos empolgante da Marvel no protagonista dos filmes mais eletrizantes do estúdio.
Deadpool forma o grupo X-Force no trailer legendado da continuação
A Fox divulgou o trailer legendado de “Deadpool 2”, que mostra o herói vivido por Ryan Reynolds juntando um grupo de heróis para combater Cable (Josh Brolin). Ele batiza o grupo de X-Force. Simples assim. Afinal, os detalhes da trama ainda não foram revelados. E é só pelo trailer que se percebe que Deadpool vai enfrentar Cable, que banca o Exterminador do Futuro com a missão de eliminar um menino (Julian Dennison, de “A Incrível Aventura de Rick Baker”). Para impedir isso, o protagonista volta a chamar Colossus (agora vivido por Stefan Kapicic) e Míssil Adolescente Megassônico (Brianna Hildebrand), além de outros heróis. A única estreante que teve apresentação oficial até o momento foi a mutante Dominó (Zazie Beetz, vinda da série “Atlanta”). Mas a prévia revela as participações uniformizadas de Terry Crews (“Os Mercenários”), Bill Skarsgard (“It – A Coisa”) e Shioli Kutsuna (“The Outsider”). Não faltam teorias sobre quem eles interpretam, é claro. Mas é possível aproximar os visuais da prévia aos seguintes personagens: Bedlam, Zeitgeist e Faísca (Surge). E ainda há Shatterstar, aparentemente. De resto, há várias referências, do traje cinza usado pelo herói nos quadrinhos de “X-Force” à música “All Out of Love”, do Air Supply, que Reynolds cantarolava em “O Dono da Festa” (2002). Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.
Programação de cinema mais fraca do ano destaca estreias com robôs gigantes e bichos falantes
Robôs gigantes e bichos falantes ocupam os cinemas dos shopping centers, enquanto outros sete lançamentos buscam espaço no circuito limitado. Mesmo com nove filmes, a programação é das mais fracas do ano. Por isso, as opções recomendadas são exclusivamente documentários. Clique nos títulos abaixo para ver os trailers de todas as estreias. “Círculo de Fogo: A Revolta” é a maior estreia, quase do tamanho de um kaiju, com projeção em 846 salas. Trata-se da continuação do filme que Guillermo del Toro lançou em 2013, antes de se dedicar ao longa que venceu o Oscar 2018, “A Forma da Água”. Mas ele não comanda a sequência, que marca a estreia na direção de Steven S. DeKnight após uma longa carreira como roteirista e produtor de séries, como “Buffy”, “Spartacus” e “Demolidor”. E a diferença é gritante. O primeiro filme não fez grande sucesso de bilheterias, mas agradou a crítica pela disposição de criar uma nova mitologia a partir da cultura de monstros e robôs gigantes do entretenimento pop japonês, mostrando grande paixão pelo gênero. Já o segundo é assumidamente infantilizado como as imitações ocidentais de Hollywood, um cruzamento de “Power Rangers” com “Transformers”. E virou metal retorcido nas mãos da imprensa americana, com 46% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Apesar de estrelado por John Boyega (“Star Wars: O Despertar da Força”), no papel do filho do personagem de Idris Elba no longa de 2013, os verdadeiros astros da produção são os robôs, chamados de Jaggers, que inclusive ocuparam todos os pôsteres divulgados da produção. Isto já devia servir de alerta. “Círculo de Fogo: A Revolta” é candidato a ocupar a vaga de “Transformers” na premiação do próximo Framboesa de Ouro. “Pedro Coelho” (Peter Rabbit) é um híbrido de animação e live action, que combina os famosos bichinhos falantes criados pela escritora britânica Beatrix Potter com humanos interpretados por atores de carne e osso. O ponto alto é a qualidade dos efeitos, que misturam perfeitamente digital e real. Já o ponto baixo fica por conta da alteração no tom das aventuras do coelho antropomórfico. Na “atualização” da trama do começo do século 20 para os dias de hoje, o coelho antropomórfico virou personagem de “Jackass”. Uma pena que Will Gluck, que escreve e dirige a adaptação, não tenha aprendido nada com o fracasso do remake de “Annie”, sua outra atualização frustrante de um clássico da literatura infantil (quadrinhos) dos primeiros anos 1900. A média da crítica americana ficou em 59% de aprovação, mas as crianças que gostam de histeria, cores, música alta e tombos, muitos tombos, podem gostar. Americanos limitados Há opções piores vindo de Hollywood nesta semana. Escrito e dirigido por Marc Forster (“Guerra Mundial Z”), o suspense “Por Trás dos Seus Olhos” traz Blake Lively (“Águas Rasas”) numa premissa de thriller doméstico dos anos 1990. Quando uma jovem cega passa por uma cirurgia e recupera a visão, seu marido começa a dar sinais de que a súbita independência dela ameaça o relacionamento. A metáfora não é sutil, mas o diretor tenta aplicar uma abordagem surreal, com imagens oníricas inspiradas na situação visual da protagonista. A mistura de convencional e experimental resulta em rejeição dupla, com apenas 28% de aprovação no Rotten Tomatoes. “A Melhor Escolha” é o novo drama de Richard Linklater (“Boyhood”) e reúne um trio de peso: Bryan Cranston (“Trumbo”), Steve Carell (“A Grande Aposta”) e Laurence Fishburne (“John Wick: Um Novo Dia Para Matar”). Na trama, os três se reencontram, 30 anos depois de servirem juntos na Guerra do Vietnã, para o enterro do filho de um deles, morto durante um novo conflito, na Guerra do Iraque. Como se pode imaginar, trata-se de um filme muito falado, lento, depressivo e politicamente engajado em sua crítica contra as guerras. Isto agradou a crítica americana, que lhe rendeu 76% de aprovação, mas, para o público brasileiro, sua exaltação do patriotismo “estadunidense” (como escreve a “esquerda”) pode ser mais difícil de suportar que o tom fúnebre da produção, baseada em livro de Darryl Ponicsan (autor do romance que virou o clássico “A Última Missão”). Europeus superestimados Estreia mais superestimada da semana, “A Livraria” venceu o Goya (o Oscar espanhol) de Melhor Filme, Direção e Roteiro Adaptado, os dois últimos prêmios conquistados pela cineasta Isabel Coixet. Apesar desse incensamento espanhol, o longa se projeta como um filme britânico antiquado. Elenco, locação, língua e texto original são ingleses. Trata-se de uma adaptação da obra homônima de Penelope Fitzgerald, publicada em 1978, mas passada nos anos 1950, sobre uma mulher que resolve abrir uma livraria numa cidadezinha conservadora e cria controvérsia ao vender exemplares de “Lolita”. Os espanhóis adoraram o retrato intimista da época. Os ingleses odiaram os clichês de drama lento britânico, cheio de diálogos pausados, surtos passivos e elenco de meia idade – Emily Mortimer (“A Invenção de Hugo Cabret”), Bill Nighy (“Uma Questão de Tempo”) e a americana Patricia Clarkson (“Maze Runner: A Cura Mortal”). Com as opiniões literalmente divididas, a aprovação ficou em 50%. O que também significa “medíocre”. “A Odisseia” é a cinebiografia do oceanólogo francês Jacques Custeau, cujos registros marinhos marcaram gerações. Não por acaso, o destaque do filme de Jérôme Salle (“Anthony Zimmer – A Caçada”) é justamente a fotografia submarina, algo aperfeiçoado por Custeau, inventor de equipamentos capazes de registrar a vida no fundo dos oceanos, que revelaram mundos desconhecidos numa série de documentários revolucionários. Mas a história de sua vida é narrada com a convencionalidade dos filmes biográficos que Hollywood faz para o Oscar. Para cada sequência fotográfica de tirar o fôlego, há o dobro de situações melodramáticas de telenovela, que nem o bom elenco – Lambert Wilson (“Homens e Deuses”), Pierre Niney (“Yves Saint Laurent”) e Audrey Tautou (a eterna “Amelie”) – consegue sustentar. 61% de aprovação no Rotten Tomatoes. Outra produção comercial francesa, “Chateau – Paris” explora comédia num bairro de imigrantes em Paris, evocando filmes americanos sobre salões de beleza, como a franquia “Uma Turma do Barulho”. O diferencial da malandragem francesa é a “cor local” da produção, com personagens das mais diferentes culturas, que cria uma atmosfera cosmopolitana para sua versão cor-de-rosa do “gueto”. Brasileiros relevantes Assim, as melhores opções da semana são os documentários brasileiros “Soldados do Araguaia” e “O Jabuti e a Anta”. Como os grandes exemplares do gênero, ambos abordam temas relevantes e inspiram bastante reflexão. O primeiro presta contas de uma história que a História oficial busca esconder, enquanto o segundo chama atenção para um drama em desenvolvimento, que também sofre pressão poderosa para permanecer desconhecido. O diretor Belisario Franca já tinha provocado uma reavaliação histórica da influência nazista no Brasil com seu premiado “Menino 23” (2016). Agora, encontra antigos soldados que combateram na Guerra do Araguaia, um conflito que simplesmente não existe nos livros didáticos, para revelar o enfrentamento entre militantes de esquerda e o exército brasileiro na floresta amazônica, na fronteira paraense do Rio Araguaia. A maioria dos combatentes comunistas foi morta ou executada durante a expedição militar que durou dois anos, entre 1972 e 1974, enquanto os soldados receberam ordens para esquecer o que viram. O outro documentário também se passa em rios amazônicos. O título com bichos silvestres evoca espécies ameaçadas pelo homem. Mas o próprio homem corre risco de extinção na região, graças à obra da Usina de Belo Monte, uma construção que impactou o meio-ambiente e ocasionou mudanças de locação da população ribeirinha e de tribos ali estabelecidas desde antes das caravelas. Uma das vitrines do PAC, o plano de aceleração da corrupção de governos recentes, rendeu fortunas a empreiteiras e incentivou a especulação imobiliária, à revelia do interesse dos habitantes locais. A documentarista Eliza Capai (“Tão Longe É Aqui”) também navegou pelos rios amazônicos até o Peru, onde a população indígena conseguiu impedir obra similar, mostrando os contrastes ambientais dos dois lugares.












