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    Absentia é renovada para a 2ª temporada

    19 de junho de 2018 /

    A Sony renovou a série “Absentia”, estrelada por Stana Katic (de “Castle”) para sua 2ª temporada. Não houve anúncio oficial, mas o site TVLine garante que a atração recebeu encomenda de mais 10 episódios. Na série, Katic vive uma agente do FBI que desapareceu enquanto caçava um dos serial killers mais notórios de Boston. Seis anos após ter sido declarada morta, ela é encontrada presa em uma cabana na floresta, em situação precária e sem memória dos anos em que ficou desaparecida. Quando retoma sua vida, ela descobre que o marido voltou a se casar e seu filho foi criado por outra mulher. Mas isso não é nada perto de se ver implicada numa série de assassinatos. A série é baseada num roteiro original da estreante Gaia Violo, adaptado por Matthew Cirulnick (criador da série “South Beach”), e foi aprovada sem passar por avaliação de episódio piloto. A produção foi desenvolvida pela Sony para o mercado internacional, visando os canais pagos da grife AXN, mas também outros, como o Showcase no Canadá, o serviço de streaming da Amazon nos Estados Unidos e o Crackle no Brasil. A 1ª temporada também teve 10 episódios, todos dirigidos por Oded Ruskin (da série israelense “False Flag”). Além de Stana Katic o elenco destaca Patrick Heusinger (“Frances Ha”), Cara Theobold (série “Downton Abbey”), Amber Aga (série “Murder City”), Bruno Bichir (série “Narcos”), Angel Bonanni (série “Shots Fired”), Paul Freeman (série “Da Vinci’s Demons”), Ralph Ineson (“A Bruxa”), Neil Jackson (série “Sleepy Hollow”) e Patrick McAuley (“Invocação do Mal 2”).

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  • Filme

    4ª temporada de Lucifer terá apenas 10 episódios

    19 de junho de 2018 /

    Os showrunners de “Lucifer” revelaram os primeiros detalhes da produção da 4ª temporada, a primeira feita para a Netflix, que resgatou a série do cancelamento. Em entrevista ao site TVLine, Joe Henderson e Ildy Modrovich revelaram que o novo ciclo irá contar apenas com 10 episódios, todos inéditos. Mas o número pode aumentar, caso alguns dos dois episódios de bônus – já exibidos na Fox – sejam inseridos na lista de exibição. “O episódio focado em Ella pode se encaixar”, adiantou Henderson. Fora a duração menor, característica das produções em streaming, a série deve permanecer igual à sua versão da TV aberta. Para começar, a história será a mesma que os produtores imaginavam para a primeira metade da 4ª temporada na Fox. Como terão menos episódios para trabalhar, eles decidiram concentrar seus esforços para contar uma história só. Não ficou claro se isso significa abandonar a estrutura de um crime por capítulo, mas não parece ser o caso, uma vez que já planejavam contar a trama desta forma na TV aberta. Anteriormente, Henderson tinha revelado que a ideia da 4ª temporada era explorar como a detetive Chloe Decker lidaria com a descoberta de que Lucifer é realmente o diabo. Além de manter os planos originais, os novos episódios também devem ter a mesma média de duração de 43 minutos, que a série tinha na Fox. A 4ª temporada começará a ser gravada em agosto. Entretanto, os produtores não revelaram se a Netflix vai esperar a produção ser completada para marcar a estreia ou se irá disponibilizar um episódio por semana, o que tornaria “Lucifer” ainda mais parecida com sua versão original. E um detalhe muito importante: os novos episódios não tem a intenção de encerrar a série.

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    Marco Pigossi vai estrelar primeira série australiana da Netflix

    19 de junho de 2018 /

    O ator Marco Pigossi, da atual novela “Onde Nascem os Fortes”, vai estrelar a seguir uma produção da Netflix. O detalhe é que não se trata de uma série brasileira, mas a primeira atração australiana no serviço de streaming. Intitulada “Tidelands”, a série foi desenvolvida por Stephen M. Irwin (criador da versão original de “Secrets and Lies”), tem temática fantástica e inclui sereias. A trama acompanha uma ex-presidiária (Charlotte Best, de “Puberty Blues”), que investiga os mistérios da pequena e perigosa vila de pescadores onde cresceu. Pigossi fará par romântico com a protagonista. O elenco também inclui os australianos Aaron Jakubenko (“The Shannara Chronicles”), Hunter Page-Lochard (“Cleverman”), Mattias Inwood (“Will”), Madeleine Madden (minissérie “Picnic at Hanging Garden”), Caroline Brazier (“Terra Nova”), Peter O’Brien (“X-Men Origens: Wolverine”) e a espanhola Elsa Pataky, estrela da franquia “Velozes e Furiosos” e mulher do astro Chris Hemsworth (o Thor). Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Diretores de Frozen e Divertida Mente são os novos chefes das animações da Disney e Pixar

    19 de junho de 2018 /

    Os cineastas Pete Docter e Jennifer Lee, diretores dos filmes “Divertida Mente” (2015) e “Frozen” (2013), respectivamente, foram anunciados nesta nesta terça-feira (19/6) como os substitutos de John Lasseter na Pixar e na Disney. Diretor do departamento de animações da Disney e responsável pelo primeiro “Toy Story”, Lasseter se afastou de suas funções após ser acusado de assédio e conduta imprópria no ambiente de trabalho, trazidas à tona no bojo do movimento #MeToo. Ele deixará definitivamente o cargo no fim de 2018. Com a mudança, Docter e Lee passam a liderar a área criativa. Anteriormente concentrada em Lasseter, as áreas de animação da Disney e da Pixar voltarão a ter direção independente. A cineasta de “Frozen” foi nomeada chefe de criação dos estúdios Disney, enquanto o diretor de “Divertida Mente” foi escolhido como chefe de criação da Pixar. Jennifer Lee entrou na Disney em 2011 como co-roteirista de “Detona Ralph”. Com seu trabalho como uma das diretoras da animação “Frozen” (função dividida com Chris Buck) levou o Oscar de Melhor Animação. Ela também foi roteirista de “Zootopia” (2016), outra animação premiada com Oscar, e do recente filme “Uma Dobra no Tempo” (2018). Um detalhe interessante é que sua contratação acontece logo após a atriz e roteirista Rashida Jones abandonar seu trabalho no desenvolvimento de “Toy Story 4” acusando a Disney de ser uma empresa sexista. Em seu comunicado sobre as razões que a levaram a desistir do filme, ela descreveu a empresa como um lugar “em que mulheres e pessoas de cor não têm a mesma voz criativa que outros”. Já Pete Docter é um dos mais antigos funcionários da Pixar, que dirigiu “Monstros S.A.” (2001), “Up: Altas Aventuras” (2009) e o mencionado “Divertida Mente”, além de ter escrito “Wall-E” (2008), todos premiados pela Academia. Ele foi um dos primeiros funcionários da Pixar e é um dos membros originais do “brain trust”, como foi batizado o comitê de contadores de histórias que ajudam a moldar os filmes da empresa através de um exaustivo processo de produção. Lee trabalhava atualmente na continuação “Frozen 2”, enquanto Docter assumiu o roteiro de “Toy Story 4” – duas produções com lançamentos marcados para 2019. Os novos chefes das animações da Disney e da Pixar se reportarão a Alan Horn, o presidente do estúdio.

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  • Música

    Beyoncé e Jay-Z lançam clipe gravado entre as obras-primas do museu do Louvre

    19 de junho de 2018 /

    Beyoncé e Jay-Z lançaram de surpresa um clipe rodado no Louvre, em Paris. O vídeo é o primeiro acompanhamento visual do disco “Everything Is Love”, gravado sem o menor alarde pelo casal mais famoso do mundo da música. A tática já é método de trabalho habitual de Beyoncé, que gravou em sigilo e revelou seus dois últimos discos de repente. Intitulada “Apeshit” e identificada como obra da dupla The Carters (sobrenome do casal), a música aborda uma plateia enlouquecida, em contraste com a imagem plácida do casal diante da Mona Lisa. O destaque da produção são as coreografias realizadas nos corredores do museu e diante de obras de arte sem preço, que em alguns momentos aludem às cenas dos quadros e esculturas históricos. O clipe tem direção de Ricky Saiz, que filmou “Yoncé” para a cantora em 2013. É lindo. E uma homenagem sob medida para o tamanho do ego de Jay-Z, que na letra ataca o Grammy por não premiar seu último disco, “4:44”, e revela ter recusado convite para se apresentar no Superbowl, porque se considera maior que o evento esportivo. Obviamente, sua arte só poderia ser digna do Louvre.

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  • Série

    Killing Eve lidera indicações ao prêmio dos críticos de TV dos Estados Unidos

    19 de junho de 2018 /

    A Associação dos Críticos de Televisão dos Estados Unidos, conhecida pela sigla TCA em inglês, anunciou os indicados a seu prêmio anual, que reconhece os melhores da produção televisiva norte-americana na opinião da crítica especializada. Neste ano, os 200 críticos membros da TCA assistiram ao menos 500 séries e um número não revelado de reality shows para chegar na lista dos nomeados. E a produção mais lembrada foi uma série estreante: “Killing Eve”, do canal pago BBC America, que recebeu cinco indicações. Logo em seguida, com uma indicação a menos, destacou-se a veterana “The Americans”, em sua última temporada no FX. O canal pago FX e a plataforma de streaming Netflix lideraram em quantidade de nomeações (10 e 9, respectivamente), mas até emissoras pouco lembradas pelo Emmy e o Globo de Ouro, como Starz, TBS, CNN e The CW também constam na lista. “É um momento empolgante para a televisão e as indicações ao TCA Awards mostram o quanto existe de programação e como ela pode ser encontrada em qualquer lugar e para todos os públicos”, disse Daniel Fienberg, presidente da TCA e crítico de TV da revista The Hollywood Reporter. A 34ª edição dos TCA Awards será apresentada pela comediante Robin Thede no dia 24 de agosto. Confira a lista completa dos indicados abaixo. Indicados ao TCA Awards 2018 Melhor Intérprete em Drama Jodie Komer, por Killing Eve – BBC America Darren Criss, por The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Elisabeth Moss por, The Handmaid’s Tale – Hulu Sandra Oh, por Killing Eve – BBC America Matthew Rhys, por The Americans – FX Keri Russell, por The Americans – FX Melhor Intérprete em Comédia Pamela Adlon, por Better Things – FX Rachel Bloom, por Crazy Ex-Girlfriend – The CW Rachel Brosnahan, por The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Ted Danson, por The Good Place – NBC Donald Glover, por Atlanta – FX Bill Hader, por Barry – HBO Melhor Reality Show The Great British Baking Show – PBS Nailed It! – Netflix Project Runway – Lifetime Queer Eye – Netflix RuPaul’s Drag Race – VH1 Melhor Programa Infantil Daniel Tiger’s Neighborhood – PBS Kids Elena of Avalor – Disney Channel Muppet Babies – Disney Junior Odd Squad – PBS Kids Sesame Street – HBO Sofia the First – Disney Junior Melhor Programa de Variedades Full Frontal with Samantha Bee – TBS Jimmy Kimmel Live – ABC Last Week Tonight with John Oliver – HBO Late Night with Seth Meyers – NBC The Late Show with Stephen Colbert – CBS Saturday Night Live – NBC Melhor Programa de Notícias e Informação Anthony Bourdain: Parts Unknown – CNN 60 Minutes – CBS Blue Planet 2 – BBC America The Rachel Maddow Show – MSNBC The Vietnam War – PBS Wild Wild Country – Netflix Melhor Filme ou Minissérie Alias Grace – Netflix The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story – FX Howards End – Starz Patrick Melrose – Showtime The Tale – HBO Twin Peaks: The Return – Showtime Melhor Drama The Americans – FX The Crown – Netflix The Good Fight – CBS All Access The Handmaid’s Tale– Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC Melhor Comédia Atlanta – FX Barry – HBO GLOW – Netflix The Good Place – NBC The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon One Day at a Time – Netflix Melhor Programa Estreante Barry – HBO Counterpart – Starz GLOW – Netflix Killing Eve – BBC America The Marvelous Mrs. Maisel – Amazon Mindhunter – Netflix Programa do Ano The Americans – FX Atlanta – FX The Good Place – NBC The Handmaid’s Tale – Hulu Killing Eve – BBC America This Is Us – NBC

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    Invencível: Super-herói do autor de The Walking Dead vai virar série animada da Amazon

    19 de junho de 2018 /

    Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead” que virou produtor de TV, vai desenvolver uma série animada para a Amazon. Trata-se da adaptação de outro gibi que ele criou, “Invencível” (Invincible, no original), uma publicação de super-herói. Criada em 2003, mesmo ano do lançamento de “The Walking Dead”, “Invincível” acompanha um adolescente chamado Mark Grayson, que descobre ter superpoderes iguais ao de seu pai, o maior super-herói do planeta. Ele precisa lidar com a responsabilidade de herdar a função do pai e, assim, proteger todo o mundo. A revista foi publicada pela Image Comics até 2017, encerrando sua história com 144 edições nos EUA. A animação terá oito episódios e ainda não tem previsão de estreia. O projeto é a primeira criação de Kirkman para a Amazon, após fechar um acordo milionário para desenvolver séries exclusivas do gênero fantástico para a plataforma de streaming. Kirkman e sua empresa, a produtora Skybound Entertainment, assinaram um contrato de dois anos de exclusividade, após receberem uma oferta considerada irrecusável de Sharon Tal Yguado, contratada pela plataforma especialmente para incrementar a produção de séries de gênero sci-fi, ação, fantasia e terror. Yguado foi ex-chefe da Fox International Channels e diretamente responsável pelo lançamento mundial de “The Walking Dead” e o desenvolvimento de “Outcast”, série baseada em outra revista em quadrinhos de Kirkman, que chegou à TV antes de ser publicada. Além de “The Walking Dead” e “Outcast”, Kirkman também criou “Fear the Walking Dead” e produziu a sci-fi indie “Sem Ar” (2015). Atualmente, ele desenvolve a produção do remake de “Um Lobisomem Americano em Londres” (1981).

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  • Série

    Alex Kurtzman fecha contrato para criar novas séries da franquia Star Trek

    19 de junho de 2018 /

    O cineasta Alex Kurtzman fechou um acordo de exclusividade com o CBS Studios até 2023. Pelo contrato, Kurtzman deve receber US$ 25 milhões e assumir a função de showrunner da 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”, após a demissão dos responsáveis pela 1ª temporada, além de desenvolver novas séries para expandir o universo “Star Trek” por meio de sua produtora, a Secret Hideout. O site The Hollywood Reporter aponta que uma das possibilidades em discussão são um novo desenho animado da atração e um série centrada no Capitão Jean-Luc Picard, de “Star Trek: A Nova Geração”. Este rumor ganhou força após Patrick Stewart dar uma entrevista em que afirmou que ainda não viu “Star Trek: Discovery”, mas pode ter motivos para vê-la em breve. Veja abaixo. Já a Variety aponta que uma das possibilidades pode ser uma série na Academia da Frota Estelar (Starfleet Academy), atualmente em desenvolvimento por Stephanie Savage e Josh Schwartz, criadores de “Gossip Girl” e “Runaways” Kurtzman tem forte ligação com a franquia, tendo escrito os filmes “Star Trek” (2009) e “Além da Escuridão: Star Trek” (2013). Recentemente, ele tentou virar diretor de cinema, mas o fracasso de “A Múmia” (2017) o trouxe de volta ao mundo das séries, onde começou a carreira como roteirista de “Hércules”, “Xena” e “Alias”, antes de criar “Fringe” e “Sleepy Hollow”, sempre em dupla com Roberto Orci. O contrato com a CBS é o maior acordo de Kurtzman desde o final da parceria há dois anos.

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    Michael B. Jordan volta ao ringue no primeiro pôster de Creed II

    19 de junho de 2018 /

    A Warner divulgou o primeiro pôster de “Creed II”, sequência do filme de 2015, que destaca Michael B. Jordan novamente com luvas num ringue de boxe. O drama vai continuar a focar os primeiros passos de Adonis (papel de Jordan), filho de Apollo Creed, para seguir a trajetória vitoriosa de seu pai no boxe. Para isso, ele conta com a ajuda de Rocky Balboa, personagem vivido por Sylvester Stallone há 42 anos, desde “Rocky: Um Lutador” (1976). Desta vez, seu adversário tem uma conexão com a morte de Apollo, o que só vai estimular ainda mais sua vontade de vencer. O roteiro é assinado pelo próprio Stallone em parceria com Cheo Hodari Coker (criador da série “Luke Cage”) e resgata o vilão de “Rocky IV”, Ivan Drago, novamente vivido por Dolph Lundren. A luta de Adonis será contra o filho de Drago, encarnado no longa pelo boxeador romeno Florian Munteanu. O elenco também trará de volta Tessa Thompson como Bianca, a namorada de Adonis. Dirigido por Steven Caple Jr. (“The Land”), “Creed II” tem estreia prevista para novembro.

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    Tau: Terror tecnológico da Netflix ganha primeiro trailer legendado

    19 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Tau”, um terror tecnológico que combina cientista louco, computador cruel e testes sádicos de behaviorismo. A prévia mostra a protagonista, interpretada por Maika Monroe (“Corrente do Mal”), raptada de sua casa pelo cientista vivido por Ed Skrein (“Deadpool”) e levada para um ambiente controlado por uma inteligência artificial, com o objetivo de completar uma experiência. Logo, ela recebe a companhia de outras cobaias e passa a ser torturada cada vez que se recusa a fazer o que lhe é pedido. O elenco ainda destaca Gary Oldman, vencedor do Oscar 2018 por “O Destino de uma Nação” como a voz do computador Tau. “Tau” é o primeiro longa escrito por Noga Landau (roteirista da série “The Magicians”) e dirigido por Federico D’Alessandro (artista de storyboards dos filmes da Marvel). A estreia está marcada para 29 de junho na plataforma de streaming

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    Samantha!: Novo teaser da série de comédia brasileira da Netflix evoca a Turma do Balão Mágico

    19 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou uma arte e um novo teaser de “Samantha!”, sua primeira série de comédia brasileira. A prévia é um clipe flashback da Turminha Plimplom, a versão fictícia da Turma do Balão Mágico da trama. O vídeo traz um trio de crianças cantando e dançando a música “Abraço Infinito”, em meio a dançarinas de maiô num cenário de programa infantil. Arranjo musical, figurino e cenografia localizam a cena nos anos 1980, reforçando a referência – que tem direito até a propaganda subliminar, incluída entre os frames como se acreditava ser efetivo na época, e como Sílvio Santos ainda acredita. Quando foi anunciada, a sinopse de “Samantha!” lembrava bastante a vida da cantora Simony, e pelo vídeo da Turminha Plimplom a produção não parece ter receio nenhum de borrar as fronteiras entre a ficção e a inspiração. A série gira em torno da personagem-título, uma ex-celebridade infantil dos anos 1980 que tenta retornar aos holofotes com planos absurdos. Samantha (vivida por Emanuelle Araújo, a Gretchen de “Bingo: O Rei das Manhãs”) é casada com Dodói (Douglas Silva, o Acerola de “Cidade dos Homens”), um ex-jogador de futebol que acabou de voltar para casa depois de passar mais de dez anos na prisão. O elenco ainda inclui os dois filhos do casal, Cindy (Sabrina Nonato) e Brandon (Cauã Gonçalves). Para quem não lembra, depois da carreira de cantora mirim, Simony se casou com um rapper que passou sete anos preso no Carandiru, e com quem teve dois filhos. Após a separação, ela também teve um romance e uma filha com um jogador de futebol. A série parece um resumo remix dessa história. Criada por Felipe Braga (“Latitudes”), “Samantha!” está sendo produzida pela empresa Losbragas, do cineasta e da atriz Alice Braga. A direção dos episódios também contará com Luis Pinheiro (“Julie e os Fantasmas”) e Julia Jordão (“O Negócio”), e os roteiros estão a cargo de Roberto Vitorino (“Justiça”), Patricia Corso (“Os Homens São de Marte… E é pra Lá que Eu Vou!”), Rafael Lessa (“Vai que Cola”) e Filipe Valerim (“Neymar Jr: A Vida Fora dos Campos”). “Samantha!” estreia no dia 6 de julho na Netflix.

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    Pantera Negra e Stranger Things são os grande vencedores da premiação de cinema e TV da MTV

    19 de junho de 2018 /

    A premiação de cinema e TV da MTV entregou os troféus de sua segunda edição na noite de segunda-feira (18/6), em Santa Monica, Califórnia, após vários anos dedicada apenas aos filmes. E as produções mais premiadas da cerimônia foram “Pantera Negra”, com quatro troféus, e “Stranger Things” com três, entre eles os prêmios principais de suas respectivas categorias, como Melhor Filme e Série. Indicado a cinco prêmios, “Pantera Negra” só perdeu na categoria de Rouba Cena, e foi uma surpresa, já que Letitia Wright, a Shuri, parecia favorita. Mas acabou derrotada por uma atriz de série, a bastante emocionada Madelaine Petsch (Cheryl Blossom em “Riverdale”). Chadwick Boseman foi o intérprete mais premiado individualmente, por Melhor Performance em Filme e Melhor Herói, justamente o Pantera Negra. Mas foi Michael B. Jordan, vencedor da categoria de Melhor Vilão, quem fez o público se dobrar, ao alfinetar em seu agradecimento a humorista Roseanne Barr, que viu sua série ser cancelada após escrever um tuíte racista. “Estou chocado por ter vencido o prêmio de Melhor Vilão, porque tinha certeza que Roseanne já tinha faturado”. Millie Bobby Brown, que sofreu uma fratura recente, enviou por vídeo seu discurso de agradecimento, pela vitória em Melhor Performance em Série. E além de agradecer aos criadores de “Stranger Things” e seus colegas de elenco, ela também aproveitou a oportunidade para mandar uma mensagem especial sobre o bullying. “Como eu sei que há muitos jovens assistindo isso – e até mesmo adultos – eles provavelmente poderiam usar algo que me ensinaram. Se você não tem nada de bom para dizer, apenas não diga nada”, disse Brown. “Não deve haver espaço neste mundo para o bullying, e eu não vou tolerar isso, e nenhum de vocês deve. Se você precisar de um lembrete de como você é digno e capaz de superar o ódio, mande-me uma mensagem no Instagram.” A mensagem foi gravada após a intérprete de Eleven (Onze) em “Stranger Things” deletar sua conta de Twitter em reação a uma brincadeira sem graça, que associava sua imagem à frases homofóbicas. Outros dois colegas da atriz também foram premiados. Noah Schnapp (o Will Byers) pela melhor Performance Assustada, e Finn Wolfhard (o Mike), só que por outro trabalho. Ele venceu (por seu papel de Richie) junto do elenco de “It: A Coisa” na categoria de Melhor Time na tela. O prêmio de melhor beijo ficou com o único casal gay, Nick Robinson (Simon) e Keiynan Lonsdale (Bram) pelo filme “Com Amor, Simon”. E Mulher-Maravilha surpreendeu os heróis da Marvel ao vencer a disputa da categoria de Melhor Briga. O ator Chris Pratt foi homenageado com o troféu Geração MTV pelos personagens populares de sua carreira e fez um discurso escatológico, ensinando como fazer cocô. Não se sabe porquê, mas maldosos sugeriram que foi também uma referência à sua carreira. E, para completar, a apresentadora da noite, Tiffany Haddish, levou para casa o troféu de Melhor Performance em Comédia por “Viagem das Garotas”, grande sucesso do cinema americano, lançado apenas em DVD e streaming no Brasil. Ela até voltou a se reunir com as colegas da comédia na reconstituição de uma cena de luta de “Pantera Negra”, gravada especialmente para o evento e repleta de participações especiais. Além de lutar contra o Pantera Negra, ela ainda flertou com Kylo Ren, o vilão de “Star Wars: Os Últimos Jedi”, numa montagem superproduzida do evento. Confira abaixo estes e outros vídeos da premiação e logo depois a lista completa dos premiados. Vencedores do MTV Movie & TV Award 2018 MELHOR FILME “Pantera Negra” MELHOR SÉRIE “Stranger Things” MELHOR PERFORMANCE EM FILME Chadwick Boseman, “Pantera Negra” MELHOR PERFORMANCE EM SÉRIE Millie Bobby Brown, “Stranger Things” MELHOR HERÓI Chadwick Boseman (Pantera Negra em “Pantera Negra”) MELHOR VILÃO Michael B. Jordan (N’Jadaka em “Pantera Negra”) MELHOR BEIJO “Com Amor, Simon” – Nick Robinson (Simon) e Keiynan Lonsdale (Bram) PERFORMANCE MAIS ASSUSTADA Noah Schnapp (Will Byers em “Stranger Things”) MELHOR TIME “It: A Coisa”: Finn Wolfhard (Richie), Sophia Lillis (Beverly), Jaeden Lieberher (Bill), Jack Dylan Grazer (Eddie), Wyatt Oleff (Stanley), Jeremy Ray Taylor (Ben), Chosen Jacobs (Mike) MELHOR PERFORMANCE DE COMÉDIA Tiffany Haddish em “Viagem das Garotas” ROUBA CENA Madelaine Petsch (Cheryl Blossom em “Riverdale”) MELHOR LUTA “Mulher-Maravilha”: Gal Gadot vs. soldados alemães MELHOR DOCUMENTÁRIO MUSICAL “Gaga: Five Foot Two” MELHOR REALITY SHOW “Keeping Up with the Kardashians” GERAÇÃO MTV Chris Pratt

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    Produtora defende decisão polêmica de lançar filme estrelado por Kevin Spacey

    18 de junho de 2018 /

    A produtora Vertical Entertainment emitiu um comunicado para defender sua decisão de lançar nos cinemas o filme “Billionaire Boys Club”, último trabalho estrelado pelo ator Kevin Spacey. A participação do ator, vencedor de dois Oscars, tornou-se um fardo para a produção, após ele ser acusado por diversas pessoas de assédio e abuso sexual. As denúncias acabaram com sua carreira, levando-o a ser demitido da série “House of Cards” e ter sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator. Ao abordar a polêmica, a produtora chamou atenção para o fato de o filme ter envolvido o trabalho de dezenas de outras pessoas, que deram duro para finalizar o produto, e que não mereciam ser penalizadas por conta do mal comportamento de uma pessoa. “Esperamos que essas alegações angustiantes relativas ao comportamento de uma pessoa – que não eram conhecidas publicamente quando o filme foi feito há quase três anos – não manchem o lançamento”, explicou a empresa em nota à imprensa. “Não toleramos o assédio sexual em qualquer nível e apoiamos totalmente as vítimas. Ao mesmo tempo, lançar este filme nos cinemas não é uma decisão fácil nem insensível, mas acreditamos em dar ao elenco, assim como centenas de membros da equipe que trabalharam duro no filme, a chance de ver seu produto final chegar ao público”, completa o curto texto. O filme foi produzido em meados de 2016, quando seus dois outros protagonistas, os jovens Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”), estavam começando a chamar atenção, mas sua estratégia de aproveitar o sucesso da dupla para conseguir maior visibilidade saiu pela culatra com o excesso de visibilidade do caso de Spacey. Sem a mesma verba de Ridley Scott para refilmar “Todo o Dinheiro do Mundo”, os produtores se viram sem alternativas para recuperar o investimento. Na verdade, viram-se numa armadilha não muito diferente da experimentada pelos personagens da trama. Escrito e dirigido por James Cox (“Tudo em Família”), o longa é, ainda por cima, inspirado por um escândalo real, ao narrar como um grupo de estudantes ricos de Los Angeles se deixam engabelar por um golpista nos anos 1980, ao arquitetarem um esquema para ganhar dinheiro de forma fácil, convencendo diversos amigos a investirem em seu negócio. Até que o pilantra que os incentivou some com todo o dinheiro, deixando-os endividados e incriminados. A história virou um caso criminal famoso e não terminou nada bem para nenhum dos personagens reais. Foi tão midiático que chegou a ganhar um telefilme em 1987, estrelado por Judd Nelson, logo após estrelar “O Clube dos Cinco” – no papel agora vivido por Ansel Elgort. O próprio Judd Nelson também integra o elenco da nova versão, numa homenagem, ao lado ainda de Emma Roberts (série “Scream Queens”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Rosanna Arquette (série “Ray Donovan”). É um ótimo elenco. Mas a decisão de ir adiante com um filme que mostra Kevin Spacey abusando de imberbes autodenominados “boys” pode ser considerada indigesta demais, diante das acusações de pedofilia que pesam contra o ator – que, para se defender, resolveu se assumir homossexual, ultrajando também a comunidade LGBT+. Ficou curioso? Veja o trailer aqui. A estreia está marcada para o dia 3 de agosto.

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