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    Johnny Depp é processado por agressão em integrante de seu novo filme

    9 de julho de 2018 /

    O ator Johnny Depp vai enfrentar mais um processo. Um integrante da equipe de seu mais recente filme, “City of Lies”, deu entrada numa ação civil nesta segunda-feira (9/7), acusando-o de tê-lo agredido durante a produção. A agressão vazou para a imprensa em maio e, pelo visto, não houve acordo para manter o caso fora dos tribunais. Gregg “Rocky” Brooks alega que o incidente ocorreu no dia 13 de abril de 2017, quando o astro estava filmando fora do Barclay Hotel, em Los Angeles (EUA). Segundo a vítima, a produção tinha permissão para trabalhar até às 19h fora do hotel, e 22h dentro do estabelecimento. Trabalhando como gerente de locação, Brooks conseguiu permissão duas vezes para que as filmagens seguissem por mais tempo, já que Depp teve a ideia de dirigir uma versão maior da cena com dois amigos. Quando o relógio bateu 23h, o responsável pelo hotel pediu para que a produção fosse embora. O rapaz chegou ao diretor, Brad Furman, e deu a má notícia, recebendo em troca a resposta: “Por que você não fala isso para o Johnny Depp?”. Brooks afirma que tentou convencer um policial que tomava conta da produção para ajudá-lo a dar a notícia ao ator, mas, antes de conseguir, o próprio Depp se aproximou dele gritando: “Quem é você? Você não tem o direito de me falar o que fazer”. Após explicar a situação, a vítima ouviu do ator: “Eu não importo quem você seja e você não pode me falar o que fazer”. Enquanto gritava, Depp deu um soco em Brooks. “Eu vou te dar US$ 100 mil para me dar um soco na cara agora mesmo!”, gritou o ator antes dos seguranças afastarem os dois. O integrante da equipe afirma que foi demitido três dias depois, por se negar a assinar um contrato que pedia para ele não entrar com um processo contra Depp. Quando a notícia vazou, uma testemunha ouvida pelo site Page Six revelou que o Depp tinha bebido o dia inteiro, resultando num ambiente “tóxico” nas filmagens. Já o diretor Brad Furman afirmou na ocasião que o incidente estava sendo exagerado. “Johnny Depp é um profissional consumado, grande colaborador e um defensor de outros artistas”, disse ele em um comunicado. “Ele sempre trata a equipe e as pessoas ao seu redor com o maior respeito. Filmes podem ser estressantes, e eventos não frequentes costumam ser exagerados. Nós todos amamos histórias — mas não há uma aqui.” Entretanto, essa história foi considerada suficiente para um processo. Anteriormente conhecido como “LAbyrinth”, “City of Lies” acompanha a investigação policial do assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur nos anos 1990, mesmo tema da recém-finalizada série “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Na trama, Depp vive Russell Poole, o detetive da polícia de Los Angeles que, ao investigar o assassinato dos rappers, acaba descobrindo que policiais corruptos estavam envolvidos em ambos os crimes e entra em choque com a polícia da cidade. Parte desta história também já foi mostrada em três filmes, “Notorious B.I.G.: Nenhum Sonho é Grande Demais” (2009), “Straight Outta Compton: A História do NWA” (2015) e All Eyez on Me” (2017). E rendeu uma minissérie completa, “Unsolved: The Murders of Tupac & The Notorious B.I.G.”. Além disso, todas as teorias sobre as mortes dos rappers ganharam nova luz com o testemunho voluntário de um cúmplice dos crimes, que se apresentou na semana passada, após ser diagnosticado com câncer terminal. “City of Lies” será lançado nos cinemas americanos no dia 7 de setembro, mas ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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    Tab Hunter (1931 – 2018)

    9 de julho de 2018 /

    O ator americano Tab Hunter, galã do cinema dos anos 1950, morreu na noite de domingo (8/7), três dias antes de completar 87 anos, de causa não revelada. Nascido Arthur Andrew Kelm em 11 de julho de 1931, em Nova York, ele era um jovem atlético que, aos 15 anos, conseguiu se alistar na Guarda Costeira da Califórnia, mentindo sua idade. Assumindo o nome artístico de Tab Hunter, fez sua estréia no cinema aos 19 anos no clássico noir “O Fugitivo de Santa Marta” (1950), de Joseph Losey, e logo se tornou uma das estrelas mais populares de Hollywood, com uma aparência que rendia suspiros das meninas – seu apelido era literalmente “o cara dos suspiros”. Louro, de olhos azuis e físico invejável, Hunter era considerado um dos homens mais bonitos que já foram projetados numa tela grande. E os estúdios souberam explorar seus atributos ao estampá-lo descamisado em pôsteres de filmes como “Ilha do Deserto” (1952), “A Volta à Ilha do Tesouro” (1954) e “Montanhas em Fogo” (1956). Entretanto, sua beleza escondia um segredo, e o sucesso em Hollywood fez com que sua verdadeira inclinação sexual passasse décadas trancada num armário. Hunter manteve um relacionamento com o ator Anthony Perkins (de “Psicose”) e foi parceiro de mais de 30 anos do produtor Allan Glaser, mas só foi assumir-se como gay em 2005, ao publicar uma autobiografia, “Tab Hunter Confidential: The Making of a Movie Star”, que se tornou um sucesso de vendas nos EUA. O livro foi transformado num documentário pela Netflix em 2015 e servirá de base para um filme sobre seu romance com Perkins, atualmente em produção. Para entender o tamanho da sua popularidade durante o auge de sua carreira, basta saber que ele desbancou Elvis Presley das paradas de sucesso com sua primeira gravação como cantor. E ele nem era realmente um cantor. Como galã, estrelou dezenas de filmes, mas sua carreira só foi se tornar séria após “Qual Será Nosso Amanhã” (1955), um clássico do mestre Raoul Walsh, que acompanhava um grupo de jovens marines entre cenas românticas na vida civil e dramáticas durante a guerra no Pacífico. O pico veio três anos depois com o musical “O Parceiro de Satanás” (1958), adaptação do fenômeno da Broadway “Damn Yankees!”, em que viveu um jogador de beisebol que fazia um pacto com o diabo. O filme lhe permitiu dançar como secretamente sempre sonhou, e quem ouvir atentamente a produção poderá verificar seu êxtase ao final de uma coreografia, com uma exaltação não cortada ao coreógrafo (“That was wonderful, Fosse!”), o ainda jovem e já genial Bob Fosse. Ao longo de sua filmografia, ele também contracenou com alguns dos maiores machões de Hollywood, como Robert Mitchum (“Dominados pelo Terror”, de 1954), John Wayne (“Mares Violentos”, 1955), Clint Eastwood (“Lutando Só Pela Glória”, 1958) e Gary Cooper (“Heróis de Barro”, 1959), sem esquecer de Van Heflin, com quem apareceu em três dos filmes já listados. E formou par romântico com algumas das mulheres mais desejadas do cinema, como Natalie Wood (“Impulsos da Mocidade”, de 1956) e Sophia Loren (“Mulher Daquela Espécie”, 1959). A Warner chegou a tentar vender Wood e Hunter como um casal, fazendo com que participassem de vários encontros forjados para serem fotografados juntos. Este esforço foi por água abaixo e sua carreira foi colocada em risco depois que a revista Confidential publicou uma reportagem sobre sua prisão em uma festa frequentada por gays logo após sua chegada em Hollywood. A partir desse escândalo, o ator, que chegou a ter seu próprio programa de TV em 1960, “The Tab Hunter Show”, precisou se contentar com papéis menores ou estrelar filmes B. Ele ainda conseguia papéis pequenos em grandes filmes, como a comédia “O Ente Querido” (1965), de Tony Richardson, e o western “Roy Bean – O Homem da Lei!” (1972), estrelado por Paul Newman e dirigido pelo genial John Huston. Mas a maior parte de seus trabalhos passaram mesmo a ser produções independentes. Apesar disso, algumas viraram cult, casos de “Operação Bikini” (1963) e “Mar Raivoso” (1964), repletos de integrantes da Turma da Praia (filmes de surfe da década de 1960), e o terror “Monstros da Cidade Submarina” (1965), com Vincent Price. Já veterano, o astro ressurgiu com tudo nos anos 1980. Foi convidado a participar de “Grease 2: Os Tempos da Brilhantina Voltaram” (1982) e emplacou uma curiosa parceria com a transexual Divine em dois filmes marginais e cultuadíssimos: “Polyester” (1981), do diretor John Waters, e “A Louca Corrida do Ouro” (1985), de Paul Bartel. Seu último trabalho também apresentou um talento que sua época de galã escondia: roteirista. Ele coestrelou e escreveu o filme “Dark Horse” (1992), um melodrama de chorar muito, sobre a amizade entre uma garota rebelde e seu cavalo, que ganhou críticas bastante elogiosas. A esta altura, porém, ele decidiu se afastar dos holofotes para curtir sua relação com o produtor Allan Glaser, com quem trabalhou nas filmagens de “A Louca Corrida do Ouro”. Em uma entrevista do ano passado, Hunter fez uma balanço da carreira e comentou: “Se eu tivesse saído do armário durante minha carreira na década de 1950, eu não teria tido uma carreira. Nada mudou muito em Hollywood em 60 anos. Eu realmente não falei sobre minha sexualidade até escrever minha autobiografia, porque minha carreira cinematográfica já tinha acabado há muito tempo.”

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  • Filme

    Animação “sem diretor” O Parque dos Sonhos ganha primeiro trailer dublado

    9 de julho de 2018 /

    A Paramount divulgou o primeiro trailer da animação “O Parque dos Sonhos” (Wonder Park), que conta a história de um parque de diversões onde a imaginação de June, uma menina de 12 anos, ganha vida. Escrito pela dupla Josh Appelbaum e André Nemec (de “As Tartarugas Ninja”), o longa curiosamente não teve o nome do diretor divulgado. Isto porque Dylan Brown, animador de “Os Incríveis” e diretor do curta “Festa-Sauro Rex” (da franquia “Toy Story”), foi dispensado da função após surgirem denúncias de comportamento inapropriado. David Feiss (das séries animadas “A Vaca e o Frango” e “Eu Sou o Máximo”) teria assumido a direção, mas o estúdio não fez anúncio oficial. E este não foi o único contratempo da produção, que trocou um dos dubladores, Jeffrey Tambor, após ele ser demitido da série “Transparent” sob acusações de assédio. As vozes remanescentes são dubladas em inglês por Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”), Matthew Broderick (o eterno Ferris Bueller de “Curtindo a Vida Adoidado”), Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe”), Kenan Thompson (da série “Kenan & Kel”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Norbert Leo Butz (série “Bloodline”), Ken Hudson Campbell (“Cruzeiro das Loucas”), o apresentador John Oliver e a menina Brianna Denski (“Desejo e Esperança”) como June. Mas a prévia é dublada em português. Mais que dublada, é “lida”, já que uma narração insistente repete exatamente as palavras escritas em português na tela. Vale comparar abaixo com a versão original, em inglês, onde o reforço redundante é dispensado – aparentemente, as crianças americanas sabem ler. A estreia está marcada para março de 2019 no Brasil, e logo em seguida o filme vai virar uma série no canal pago Nickelodeon.

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  • Série

    Robin Wright aborda pela primeira vez o escândalo sexual de seu colega de House of Cards

    9 de julho de 2018 /

    Robin Wright começou a divulgação da 6ª e última temporada de “House of Cards”, tendo que abordar um assunto inevitável em sua primeira entrevista sobre a volta da série: as denúncias de assédio sexual contra seu antigo colega Kevin Spacey, intérprete de seu marido na atração da Netflix. Questionada pela jornalista Savannah Guthrie do programa “Today” sobre possíveis sinais que indicariam o comportamento inadequado do ator, ela afirmou que seu relacionamento se limitava ao trabalho. Na última temporada, a personagem da atriz, Claire Underwood, assumirá o lugar do personagem de Spacey, Frank Underwood, como protagonista da série – e presidente dos Estados Unidos na trama fictícia. E ela já discursa de forma presidencial, ao repetir o que ex-presidentes costumam dizer diante de escândalos: “eu não sabia”. “Nós éramos colegas de trabalho”, falou a atriz. “Nós nunca socializamos fora do trabalho. Era uma relação respeitosa e profissional. Ele foi incrível comigo. Ele nunca foi desrespeitoso comigo. Então, essa é a minha experiência pessoal. É a única coisa que eu sinto que eu tenho direito de dizer a respeito”, afirmou. A atriz reforçou ainda que não conhecia Kevin Spacey fora do set. “Kevin e eu nos conhecíamos entre o ‘ação!’ e o ‘corta!’ e entre as preparações de cena, quando dávamos risadinhas. Não conhecia o homem. Conhecia o incrível ator que ele é”, ela afirmou. “Eu acho que todas ficamos surpresos, é claro, e muito tristes”, disse, sobre o momento em que as denúncias vieram à tona. “Nós avançamos e ficamos muito agradecidas por termos conseguido terminar a série como planejado”. Ela falou também reforçou seu apoio ao movimento #MeToo, que combate o assédio sexual em Hollywood. “Eu não me importo quem é. A questão é sobre poder. E uma vez que você tem poder sobre uma pessoa, essa pessoa fica vulnerável. O último ano nos mostrou um novo caminho que nos permitiu iniciar uma nova conversa. Então, nós precisamos mudar o paradigma”. Kevin Spacey caiu em desgraça e foi demitido da série após uma denúncia do colega Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”) e de atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando ele dirigiu o estabelecimento, definido como ambiente tóxico, graças aos assédios do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey nos bastidores da produção premiada. Diante disso, houve a decisão de cancelar a série, mas após negociações ficou estabelecido que ela teria uma última temporada, com Robin Wright à frente do elenco. A temporada final, porém, será reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. Ainda não há data para o retorno da série. Veja abaixo um vídeo da entrevista de Robin Wright ao programa “Today”, da rede americana NBC.

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  • Série

    Trailer da 6ª temporada de Orange Is The New Black mostra protagonistas em prisão de segurança máxima

    9 de julho de 2018 /

    A Netflix divulgou as primeiras imagens e o primeiro trailer da 6ª temporada de “Orange Is The New Black”. As imagens mostram seis protagonistas trancafiadas e segurando cartazes que foram a palavra “trailer”. Já o vídeo acaba de vez com a dúvida sobre se a série é drama ou comédia, ao mostrar a vida das presidiárias na nova prisão de segurança máxima. Não faltam lágrimas. Após a rebelião ocorrida na 5ª temporada, 10 prisioneiras foram apontadas como líderes e encaminhadas para segurança máxima: Piper (Taylor Schilling), Taystee (Danielle Brooks), Red (Kate Mulgrew), Suzanne (Uzo Aduba), Nicky (Natasha Lyonne), Cindy (Adrienne C. Moore), Gloria (Selenis Leyva), Blanca (Laura Gomez) e Frieda (Dale Soules) aparecem no trailer. Alex (Laura Prepon) também foi transferida, mas não aparece no vídeo, embora seja possível ver Piper perguntando por ela. A sinopse divulgada pela Netflix informa que as mulheres de Litchfield vão testar suas amizades e novas alianças serão formadas na “nova casa”. A 6ª temporada estreia no dia 27 de julho.

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  • Filme

    Rebel Wilson vai estrelar e produzir adaptação de quadrinhos inéditos da Image Comics

    9 de julho de 2018 /

    A atriz Rebel Wilson adquiriu os direitos de “Crowded”, uma publicação em quadrinhos ainda inédita da Image Comics, com o objetivo de estrelar e produzir a adaptação para o cinema. Criado por Christopher Sebela e desenhada por Ro Stein e Ted Brandt, “Crowded” se passa em um futuro próximo, quando a economia mundial é todo a movida a aplicativos e onde uma plataforma de crowdfunding que financia assassinatos chamados Reapr é a última moda. A história começa quando uma mulher chamada Charlie, que leva uma vida normal tranquila, tem seu mundo virado do avesso ao virar um alvo em Reapr, com uma recompensa multimilionária. Desesperada, ela contrata a única pessoa que pode pagar: Vita, a guarda-costas pior avaliada do aplicativo Dfend. As duas têm que trabalhar juntas para derrubar os aspirantes a assassinos e descobrir quem quer Charlie morta antes que o período de 30 dias da campanha termine, ou suas vidas acabem. O escritor dos quadrinhos, Sebela, atuará como consultor da produção, que será realizada pela companhia da atriz, Camp Sugar. O próximo passo é contratar um roteirista para a adaptação. A empresa de Wilson, Camp Sugar, está atualmente em fase de pós-produção em seu primeiro projeto, “The Hustle”, remake de “Os Safados” (1988), estrelado por Wilson e Anne Hathaway. Enquanto isso, o primeiro exemplar de “Crowded” será lançado em agosto nos Estados Unidos. Veja as capas divulgadas abaixo.

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  • Série

    The Sinner: Vídeos da 2ª temporada apresentam o novo mistério da série

    8 de julho de 2018 /

    O canal pago americano USA divulgou o pôster, duas fotos e dois novos vídeos da 2ª temporada de “The Sinner”. Um deles é um trailer bastante completo, que apresenta o novo mistério que precisará ser desvendado pelo detetive Harry Ambrose (Bill Pullman). O outro apresenta as cenas com comentários da atriz Jessica Biel, que estrelou a 1ª temporada e exercerá a função de produtora nos novos episódios. Ela também aparece numa das fotos de bastidores da produção. Veja abaixo. Na trama, ainda esgotado pela resolução do caso de Cora Tannetti (Jessica Biel), Ambrose é chamado de volta para sua cidade natal na zona rural de Nova York para investigar um crime perturbador: um garotinho de 13 anos de idade teria assassinado os próprios pais sem motivo aparente. Entretanto, sua investigação o leva diretamente para os mistérios obscuros da cidadezinha e o coloca contra aqueles que não vão medir suas ações para proteger esses segredos. A 2ª temporada terá uma nova protagonista feminina, vivida por Carrie Coon (das séries “The Leftovers” e “Fargo”). Trata-se de Vera, uma mulher misteriosa e formidável, que lidera a comunidade local e luta com toda a força para defender seus ideais, mas também para realizar seus próprios desejos. Além dela, Natalie Paul (série “The Deuce”) e Hannah Gross (série “Mindhunter”) também integram o novo arco dramático. A primeira interpreta Heather, uma detetive iniciante que acaba chamando Ambrose para investigar o duplo homicídio, enquanto a segunda vive Marin, a melhor amiga de Heather, que desapareceu misteriosamente da cidade anos atrás. A 2ª temporada estreia no canal USA no dia 1° de agosto e deve ser disponibilizada logo em seguida pela Netflix no Brasil. “The Sinner” se tornou frisson mundial após ganhar distribuição da plataforma de streaming.

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  • Etc

    Stan Lee consegue nova ordem de restrição contra ex-empresário

    8 de julho de 2018 /

    Um juiz concedeu uma nova ordem de restrição contra Keya Morgan, para proteger Stan Lee e sua família do ex-empresário do artista, que supostamente desviou ativos no valor de mais de US$ 5 milhões. A decisão foi tomada após uma confusão judicial, envolvendo diferentes advogados que diziam representar Lee. A juiza Ruth Kleman rejeitou inicialmente o pedido de renovação da ordem de restrição, porque o advogado Tom Lallas, que tomou a iniciativa original, não era representante legal do criador dos super-heróis da Marvel. Um outro advogado, Robert Reynolds, se apresentou na corte para informar que Lallas foi demitido por Stan Lee em fevereiro. Lallas, por sua vez, disse ter entrado com o pedido de restrição para proteger Lee, que estava sendo controlado por pessoas interesseiras. Agora, um terceiro advogado, Stephen Crump, entrou com um novo pedido, afirmando que Morgan fez comentários maliciosos e falsos sobre a filha de Lee para o artista e impediu que os consultores financeiros de Lee o vissem. A ordem impede que Morgan chegue a 100 metros de Lee, sua filha ou seu irmão, Larry Lieber. “Stan Lee está atualmente se recuperando das graves lesões físicas e emocionais causadas por Keya Morgan durante o período em que Keya Morgan controlou todos e cada um dos atos de Stan Lee, e separou Stan Lee de sua família, amigos e conselheiros próximos”, o documento afirma. De acordo com as alegações, a última interação de Morgan com Lee foi quando ele e sua mãe “sequestraram” Lee de sua casa e o levaram para um apartamento, num “último esforço para completar (sic) o corte de qualquer comunicação com alguém que não seja ele mesmo e aqueles que ele poderia controlar. Crump alega que Morgan está agora fazendo ligações de assédio para JC Lee e Larry Lieber, em um esforço para pressioná-los psicologicamente e para retomar o controle dos assuntos de Lee. “Se Keya Morgan for autorizado a entrar em contato com Stan Lee, teme-se que ele tente novamente remover Stan Lee para local desconhecido para promover suas tentativas anteriores de controlar e manipular Stan Lee, e aliená-lo de sua filha e única herdeira JC Lee”, o advogado alega. O novo pedido de restrição foi concedido sexta-feira, enquanto se aguarda uma audiência definitiva sobre o caso, marcada para o dia 26 de julho. De acordo com a transcrição de uma chamada telefônica feita em 30 de maio da casa de Stan Lee, o empresário ligou para o serviço de emergência afirmando que “três estranhos” tinham invadido a casa do criador dos super-heróis Marvel, bloquearam sua segurança e possivelmente estavam “prejudicando” Lee. Mas documentos do processo contra o empresário revelaram que os estranhos eram na verdade dois policiais de Los Angeles e uma assistente social, que queriam realizar uma verificação do bem-estar do escritor. Morgan supostamente tentou impedir o encontro com Lee por meio da chamada de emergência. Ele não queria que a polícia falasse com o escritor. O empresário ainda fez uma segunda ligação para o 911, de acordo com o Daily News, no dia seguinte, depois que um guarda de segurança se recusou a assinar um acordo de confidencialidade sobre o que teria visto. Morgan teria dito a um operador do 911 que um homem estava armado e sendo agressivo em casa, o que fez com que um helicóptero e cinco carros de patrulha fossem despachados para a propriedade de Lee. Verificada a falsidade das duas denúncias, Morgan foi indiciado e preso, sendo libertado após pagar fiança de US$ 20 mil. Isto aconteceu uma semana após escritor gravar um vídeo e postar nas redes sociais, afirmando que o empresário era o único que o representava e único autorizado a fazer negócios em seu nome. Este vídeo ainda está no ar na conta oficial de Stan Lee, que não é atualizada desde então – por coincidência, desde o período da primeira ordem de restrição.

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  • Filme

    Summer of 84: Crianças investigam serial killer em trailer de homenagem aos terrores dos anos 1980

    8 de julho de 2018 /

    O estúdio indie Gunpowder & Sky divulgou o novo trailer do suspense “Summer of ‘84”, um dos destaques do último Festival de Sundance. A prévia revela o clima de homenagem aos filmes de serial killers dos anos 1980, desta vez com crianças, misturando “A Hora do Espanto” (1985), “Maniac Cop” (1988) e “Goonies” (1985), via “Stranger Things”. Apesar dessas referências, a maior influência do roteiro parece ser uma produção dos anos 2000, “Paranóia” (2007), que por sua vez já era uma versão adolescente do clássico “Janela Indiscreta” (1954). Na trama, depois de suspeitar que seu vizinho policial é um serial killer, um grupo de amigos adolescentes passa o verão espionando-o e coletando evidências, mas à medida que tentam descobrir a verdade, a situação se torna cada vez mais perigosa. O filme tem direção da trupe canadense RKSS (Roadkill Superstar), formada por François Simard e os irmãos Yoann-Karl e Ainouk Whissell, que assinaram o cult “Turbo Kid”, um “Mad Max de bicicletas” lançado em 2015, após diversos curtas focados no universo nerd. O elenco inclui diversos atores mirins já vistos em outras produções, como Graham Verchere (“Pica-Pau: O Filme”), Judah Lewis (“A Babá”), Caleb Emery (“Goosebumps”), Cory Gruter-Andrew (série “Anne with an E”) e Tiera Skovbye (a Polly de “Riverdale”), além de Rich Sommer (série “GLOW”) como o policial suspeito. “Summer of ‘84” será exibido a seguir no Festival Fantasia, no Canadá, e no Frightfest, no Reino Unido, e ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Os Incríveis 2 bate recorde de bilheteria de animação na América do Norte

    8 de julho de 2018 /

    Além de comemorar o sucesso de mais um filme da Marvel, a Disney também celebrou o feito histórico de uma produção da Pixar neste fim de semana. “Os Incríveis 2” bateu recorde de arrecadação, ao se tornou a primeira animação a render mais de US$ 500m (milhões) nas bilheterias de cinema da América do Norte, em todos os tempos. O longa somou mais US$ 29m no fim de semana para atingir US$ 504,3m no mercado doméstico, deixando muito para trás o antigo recordista “Procurando Dory”, também da Pixar, que fez US$ 486,2m há dois anos. A elogiada sequência já soma mais de US$ 772,7 milhões em todo mundo, enquanto a produção original fez US$ 633 milhões em 2004. Como o longa ainda não foi lançado em 20 países, incluindo Reino Unido, Alemanha, Japão e Coreia do Sul, seu desempenho ainda vai crescer muito no mercado internacional.

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    Novo comercial de Homem-Formiga e a Vespa celebra sucesso do filme “número 1 do mundo”

    8 de julho de 2018 /

    A Marvel aproveitou a liderança nas bilheterias de “Homem-Formiga e a Vespa” para incrementar a divulgação, com um novo comercial que celebra o fato de que o filme é “o número 1 do mundo”. O filme estrelado por Paul Rudd e Evangeline Lilly, intérpretes dos personagens do título, estreou em 1º lugar no fim de semana na América do Norte com uma arrecadação de US$ 76m (milhões), quase US$ 20m a mais que o “Homem-Formiga” (US$ 57,2m) em seu lançamento de 2015. “Homem-Formiga e a Vespa” também fez mais sucesso no exterior que o longa original, com US$ 85m no mercado internacional, 45% acima da bilheteria de estreia de 2015. O total mundial é de US$ 161m, o que o torna realmente o filme “número 1 do mundo” neste fim de semana. Terceiro lançamento da Marvel consecutivo em 1º lugar nas bilheterias em 2018, “Homem-Formiga e a Vespa” também já está em cartaz no Brasil.

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    Homem-Formiga e a Vespa estreia em 1º lugar na América do Norte

    8 de julho de 2018 /

    A Marvel emplacou seu terceiro filme consecutivo em 1º lugar nas bilheterias norte-americanas em 2018. Embora “Homem-Formiga e a Vespa” tenha arrecado muito menos que “Pantera Negra” e “Vingadores: Guerra Infinita” em sua estreia, o desempenho representou mais um sucesso do estúdio, pois rendeu um significativo avanço em relação ao primeiro “Homem-Formiga”, que é o principal parâmetro para a produção. O filme dos super-heróis diminutos arrecadou US$ 76m (milhões) nos Estados Unidos e no Canadá, quase US$ 20m a mais que o “Homem-Formiga” (US$ 57,2m) em seu lançamento de 2015. E isto com recordes de temperaturas no sul dos Estados Unidos, que ajudaram a prolongar viagens do feriadão do Dia da Independência. “Homem-Formiga e a Vespa” também fez mais sucesso no exterior que o longa original, com US$ 85m no mercado internacional, 45% acima da bilheteria de estreia de 2015. O total mundial é de US$ 161m. “‘Homem-Formiga e a Vespa’ não podem ser comparados as Vingadores ou a um fenômeno cultural como o Pantera Negra, e estamos entusiasmados com o desempenho do filme”, disse Cathleen Taff, chefe de distribuição da Disney, em comunicado. De acordo com a Disney, 45% do público da estreia pertence ao sexo feminino, uma fatia maior do que a habitual para o gênero super-heróis. E isso ganhou destaque na avaliação de Taff. “De uma perspectiva de diversidade, Kevin [Feige] e sua equipe na Marvel continuaram a representar todos os tipos de personagens e todos os diferentes tipos de histórias. A diversidade em seu cinema ressoa com o público”, ela comentou. O império da Disney agora reivindica cinco das sete maiores aberturas do ano até hoje, enquanto os super-heróis em geral mantém sua dominação nas bilheterias de 2018. Por sinal, outro “filme de super-heróis” do estúdio também ocupa o 2º lugar. A animação “Os Incríveis 2” somou mais US$ 29m para atingir US$ 504,3m na América do Norte, novo recorde de arrecadação para um desenho animado no mercado doméstico em todos os tempos. Leia mais sobre este recorde histórico aqui. Em 3º lugar, “Jurassic World: Reino Ameaçado” chegou bem perto, com cerca de US$ 28,5m. Em seu terceiro fim de semana nos Estados Unidos e Canadá, os rendimentos do longa da Universal alcançaram o número primo de 333,3m. Entretanto, os dinossauros já passaram de US$ 1b (bilhão) em todo o mundo. Segunda maior estreia da semana, “A Primeira Noite de Crime”, quarto filme e prólogo da franquia “Purge” (Uma Noite de Crime), abriu em 4º com US$ 18m no fim de semana, mas já soma US$ 31 milhões, uma vez que foi lançado na quarta-feira, o que lhe deu tempo de fazer caixa antes de disputar o público com “Homem-Formiga e a Vespa”. A crítica achou medíocre, com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além disso, “A Primeira Noite de Crime” é o único título da lista inédito no Brasil – e não tem previsão para desembarcar nos cinemas nacionais. O Top 5 se encerra com “Sicario: Dia do Soldado”, que caiu do 3º para o 5º lugar em sua segunda semana em cartaz, num desempenho que deve jogar areia nos planos de uma nova continuação. Confira abaixo os rendimentos dos demais filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para ler sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Formiga e a Vespa Fim de semana: US$ 76m Total EUA e Canadá: US$ 76m Total Mundo: US$ 161m 2. Os Incríveis 2 Fim de semana: US$ 29m Total EUA e Canadá: US$ 504,3m Total Mundo: US$ 772,7m 3. Jurassic World: Reino Ameaçado Fim de semana: US$ 28,5m Total EUA e Canadá: 333,3m Total Mundo: 1b 4. A Primeira Noite de Crime Fim de semana: US$ 17,1m Total EUA e Canadá: US$ 31m Total Mundo: US$ 41,9m 5. Sicário: Dia do Soldado Fim de semana: US$ 7,3m Total EUA e Canadá: US$ 35,3m Total Mundo: US$ 43,5m 6. Tio Drew Fim de semana: US$ 6,6m Total EUA e Canadá: US$ 29,9m Total Mundo: US$ 30,5m 7. Oito Mulheres e um Segredo Fim de semana: US$ 5,2m Total EUA e Canadá: US$ 126,7m Total Mundo: US$ 236,8m 8. Te Peguei! Fim de semana: US$ 3,1m Total EUA e Canadá: US$ 48,3m Total Mundo: US$ 60,8m 9. Won’t You Be My Neighbor? Fim de semana: US$ 2,5m Total EUA e Canadá: US$ 12,3m Total Mundo: US$ 12,3m 10. Deadpool 2 Fim de semana: US$ 1,6m Total EUA e Canadá: US$ 314,5m Total Mundo: US$ 727,2m

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    O Predador ataca em novas fotos da volta do monstro alienígena ao cinema

    8 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou novas fotos de “O Predador”, resgate da franquia de alienígenas caçadores de humanos, que fez sucesso nos anos 1980. As imagens reforçam que, assim como no primeiro longa estrelado por Arnold Schwarzenegger, a trama envolve combate entre um Predador de outro mundo e um grupo militar. A diferença é que agora a ação se passa nos Estados Unidos e não numa selva centro-americana, e com direito a civis. O filme é estrelado por Boyd Holbrook (“Logan”), Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Jacob Tremblay (“O Quarto de Jack”), Sterling K. Brown (série “This Is Us”), Yvonne Strahovski (série “The Handmaid’s Tale”), Alfie Allen (série “Game of Thrones”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Keegan-Michael Key (“Tinha Que Ser Ele?”), Thomas Jane (série “The Expanse”), Jake Busey (série “From Dusk Till Dawn”) e Augusto Aguilera (série “Chasing Life”). O roteiro é de Fred Dekker (“RoboCop 3”) e, para quem não lembra, o trabalho marcará a volta do diretor Shane Black (“Homem de Ferro 3”) à franquia. Ele participou como ator, num papel secundário, do filme original de 1987. A estreia do novo “Predador” está marcada para 13 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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