Dave Bautista protesta contra a demissão do diretor de Guardiões da Galáxia
Os fãs não são os únicos a protestarem contra a demissão de James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. O ator Dave Bautista, intérprete do herói Drax, também decidiu se manifestar nas redes sociais contra o que considerou uma injustiça da Disney. James Gunn foi demitido na sexta (20/7) pelo presidente do estúdio, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Integrante proeminente da franquia “Guardiões da Galáxia”, Dave Bautista discorda. “Eu tenho mais a dizer, mas por enquanto tudo o que digo é isso… James Gunn é uma das pessoas mais amorosas, carinhosas, de boa índole que eu já conheci. Ele é gentil e se importa com pessoas e animais. Ele cometeu erros. Todos nós cometemos. NÃO acho certo o que está acontecendo com ele”, escreveu o ator. Ele ecoa o sentimento dos fãs, que criaram uma hashtag em defesa do cineasta (#JamesGunnDidNothingWrong) e um abaixo-assinado para sua recontratação, que reuniu quase 100 mil apoiadores em 48 horas. O próprio James Gunn se manifestou após a demissão, por meio de uma nota em que se diz arrependido: “Minhas palavras de quase uma década atrás eram, na época, esforços infelizes e fracassados de ser provocativo. Me arrependi delas há muito tempo, não apenas por serem idiotas, nada engraçadas, insensíveis e certamente nada provocativas, mas também por não refletirem a pessoa que sou hoje ou que tenho sido há algum tempo”. O pedido de desculpas de Gunn se encerra mostrando resignação com a decisão da Disney: “Independentemente de quanto tempo passou, eu entendo e aceito as decisões tomadas hoje. Mesmo muitos anos depois, assumo total responsabilidade pela maneira como me portei. (…) Para todos na indústria e além dela, eu ofereço minhas mais profundas desculpas. Amor para todos vocês”. Baustista, porém, aponta que a questão é mais ampla que o caso específico de Gunn. Ao ser questionado por um seguidor se filmaria “Guardiões da Galáxia Vol. 3” com outro diretor, ele apontou que a demissão do diretor é maior que o filme, pois foi resultado de um “ataque cibernazista” (cybernazi). “O que aconteceu é muito maior que ‘Guardiões da Galáxia’, James Gunn, eu mesmo, Disney etc. Isto foi um ataque cibernazista bem-sucedido. A menos que comecemos a nos unir para enfrentar essa bosta, estejam as pessoas ofendidas ou não… vai ficar muito pior. E isto pode acontecer a qualquer pessoa”, declarou. Fato. Personalidades da extrema direita americana estão comemorando a vitória contra quem consideravam um “inimigo” do presidente Trump. Além disso, a demissão validou Mike Cernovich, um dos responsáveis por resgatar as “piadas”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e também lançou campanha para que o FBI analise o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. Como a tática deu resultado, Cernovich agora vasculha tuítes antigos de outros “inimigos”. Os comediantes Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) e Michael Ian Black (“Wet Hot American Summer: Ten Years Later”) já foram intimidados pelo fã de Trump. Ele começou a postar tuítes controversos dos dois artistas, escritos há vários anos atrás. Detalhe relevante: se Cernovich não tem piadas de estupro em sua timeline, possui uma condenação criminal. Ele foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques, Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”. I will have more to say but for right now all I will say is this..@JamesGunn is one of the most loving,caring,good natured people I have ever met. He’s gentle and kind and cares deeply for people and animals. He’s made mistakes. We all have. Im NOT ok with what’s happening to him — Dave Bautista (@DaveBautista) July 21, 2018 What happened here is so much bigger then G3, @JamesGunn ,myself,@Disney etc. This was a #cybernazi attack that succeeded. Unless we start to unite together against this crap, whether people are offended are not! …it’s going to get much worse. And it can happen to anyone https://t.co/AMZEd0tfqb — Dave Bautista (@DaveBautista) July 22, 2018
Fãs da Marvel lançam petição e hashtag em protesto contra demissão de James Gunn
A demissão do diretor James Gunn de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” na sexta (20/7), após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” sobre pedofilia e estupro, não agradou aos fãs da Marvel. Um abaixo-assinado para sua recontratação reuniu quase 100 mil apoiadores em 48 horas. O criador da petição, Chandler Edwards, justificou a iniciativa com uma comparação. “Concordo que se alguém diz dispartes enquanto trabalha para um estúdio, o estúdio tem todo o direito de demitir esta pessoa. Mas a situação é muito diferente, já que ele fez essas piadas anos antes de trabalhar para a Disney”. Além desta petição, outras iniciativas similares estão se multiplicando. E fãs dos filmes dos “Guardiões da Galáxia” tem subido a hashtag #JamesGunnDidNothingWrong (James Gunn não fez nada errado) nas redes sociais. “Com isso, a Marvel acaba de matar sua melhor série de filmes, por causa do politicamente correto. O cara fez algumas piadas ruins que estavam tentando muito ser iradas e engraçadas, uma DÉCADA atrás. Por favor, me digam que todos vocês percebem o quanto isto é estúpido”, escreveu um internauta. Outro disse: “Imagine demitir um dos melhores diretores do MCU por causa dos tuítes que ele fez 10 ANOS ATRÁS. Enorme prejuízo por iniciativa da Disney, que de repente me fez perder o interesse em ‘Guardiões da Galáxia 3’…” “Isto é ridículo. Ok, são piadas muito difíceis. Mas você não pode demitir um diretor só [por causa] de alguém que decide vasculhar tuítes de 10 anos atrás. A Disney estava ciente de quem era James Gunn e as pessoas podem mudar. A mídia social e politicamente correta matará a todos nós. Estou muito triste”, protestou mais um. O tom se repete em vários tuítes. Por outro lado, personalidades da extrema direita americana estão comemorando a vitória. Afinal, a demissão validou Mike Cernovich, um dos responsáveis por resgatar as “piadas”. Defensor dos “direitos dos homens”, ele é um dos maiores difusores de “fake news” e teorias de conspiração dos Estados Unidos, e também lançou campanha para que o FBI analise o material disponibilizado para prender Gunn por crimes de pedofilia. James Gunn se tornou alvo da direita por suas críticas constantes ao governo de Donald Trump. Como a tática deu resultado, Cernovich agora vasculha tuítes antigos de outros “inimigos”. Os comediantes Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”) e Michael Ian Black (“Wet Hot American Summer: Ten Years Later”) já foram intimidados pelo fã de Trump. Ele começou a postar tuítes controversos dos dois artistas, escritos há vários anos atrás. Detalhe relevante: se Cernovich não tem piadas de estupro em sua timeline, possui uma condenação criminal. Ele foi acusado por estupro em 2003, mas fechou um acordo para ser condenado “apenas” por agressão e cumpriu uma pena de serviços comunitários. Ao responder um dos ataques, Michael Ian Black lembrou do fato: “Há uma diferença qualitativa entre um comediante que faz piadas – mesmo piadas ofensivas (eu) – e alguém acusado de estupro em 2003 (você)”.
Supergirl faz história ao escalar a primeira super-heroína transexual da TV
A equipe de “Supergirl” anunciou uma grande novidade da 4ª temporada na San Diego Comic-Con: a atriz transexual Nicole Maines (vista num episódio de “Royal Pains”) entrou no elenco da atração no papel de Nia Nal, uma jornalista transsexual, que, segundo os produtores, se tornará uma super-heroína chamada Dreamer. A participação representa mais um avanço da série na opção por tramas inclusivas, após elogiados arcos em que Alex (Chyler Leigh), irmã da heroína, assumiu-se lésbica, o super-herói Caçador de Marte (David Harewood) ilustrou a dificuldade de lidar com a demência de seu velho pai e o Guardião (Mehcad Brooks) refletiu o estigma do racismo. A forma como a série adapta temas relevantes da atualidade em tramas de super-heróis a diferencia de todas as outras produções do Arrowverse. Nas publicações da DC Comics, Dreamer, traduzida no Brasil como Sonhadora, é uma heroína conhecida da Legião dos Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Mas muitos detalhes diferenciam a Sonhadora dos quadrinhos da versão televisiva. A personagem é descrita na série como “confiante e fashionista” e “como uma versão mais jovem de Cat Grant” (Calista Flockhart). “Antes escritora de discursos políticos, Nia é a nova adição à equipe de jornalismo investigativo da CatCo, trazendo com ela astúcia e humor. Sob uma fachada de deboche existe uma jovem mulher com muito a oferecer ao mundo”, diz a sinopse da produção. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada nos quadrinhos, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal e ela vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Ela não é transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro, fato enaltecido pela forma como deixa os legionários a seus pés em sua estreia, conforme pode ser visto na ilustração abaixo. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou o corpo com Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 será personagem fixo dos próximos episódios da série, interpretado por Jesse Rath. Um detalhe nada irrelevante na contratação de Nicole Maines é que ela é bastante conhecida nos Estados Unidos por seu ativismo LGBTQIA+. Em 2013, Maines venceu um processo histórico na justiça americana, pelo direito de frequentar banheiros femininos. A ação virou jurisprudência e a tornou célebre, levando-a a aparecer no documentário da HBO “The Trans List” (2016) e até ter sua vida transformada em livro – “Becoming Nicole” (2015), escrito por Amy Ellis Nutt. Os planos para introduzir uma super-heroína transgênero no Arrowverse foram anunciados dias após a confirmação do projeto de “Batwoman”, que será a primeira série criada em torno de uma super-heroína lésbica – fato que não diminui a importância de Nafessa Williams como Tormenta, a primeira super-heroína lésbica negra da TV, na série “Black Lightning” (Raio Negro). “Supergirl” retorna em 14 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner e também está disponível no catálogo da Netflix. Veja abaixo a hilária introdução da Garota dos Sonhos em 1964 nos quadrinhos da DC Comics.
Vídeo da 4ª temporada de Supergirl mostra nova versão da heroína
A rede CW divulgou um vídeo da 4ª temporada de “Supergirl” produzido para a Comic-Con. A prévia recicla cenas da 3ª temporada, que são acompanhadas por uma narração xenofóbica, que prega o ódio contra alienígenas, e ao final apresenta uma espécie de nova Supergirl, com a identidade escondida sob uma armadura. A cena pode ter relação com o mistério do último episódio, que deixou muitos telespectadores intrigados ao introduzir, nos segundos finais, uma nova versão da heroína interpretada por Melissa Benoist, que chega sem roupas à Sibéria, na Rússia. A cena ambígua foi explicada pelos produtores em entrevistas após a exibição do capítulo. Ela apresenta a vilã da nova temporada, que será a própria Supergirl. Eis o que aconteceu. Durante sua luta final com Régia (Odette Annable), Kara voltou no tempo para impedir a morte de seus amigos e utilizar a Pedra de Yuda Kal para se transportar para uma espécie de mundo subconsciente. Mas isso fez com que uma cópia de Supergirl surgisse na Rússia. Segundo os produtores, essa aparição é inspirada na minissérie “Red Son” da DC Comics, que narrou uma história de origem alternativa para o Superman, escrita em 2003 por Mark Millar, o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”. A publicação de três edições contava o que aconteceria se a nave do bebê Kal-El tivesse descido na Rússia e Superman crescesse como um comunista. A publicação foi lançada no Brasil com o título “Superman – Entre a Foice e o Martelo”. A história de “Red Son” deve ser adaptada para a realidade de Supergirl, que até nos quadrinhos foi separada em duas pessoas diferentes, uma delas maligna, ao entrar em contato com Kryptonita Negra. Vale lembrar que a Pedra de Yuda Kal é um pedaço de rocha preta do planeta Krypton – a definição da Kryptonita Negra. A 4ª temporada de “Supergirl” estreia em 14 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Flash conhece sua filha do futuro e novo supervilão no trailer da 5ª temporada
A rede CW divulgou o trailer da 5ª temporada de “The Flash”, que começa do ponto em que os episódios anteriores encerraram, com a revelação de que garota misteriosa (Jessica Parker Kennedy, da série “The Secret Circle”) é na verdade Nora West-Allen, a filha de Barry (Grant Gustin) e Iris (Candice Patton). E ela não herdou a apenas supervelocidade do pai como, aparentemente, sua capacidade para viajar no tempo. O detalhe é que Nora só revelou quem era após admitir ter cometido um “grande erro” em relação ao tempo. E este erro pode ter sido salvar a vida do Flash, como reforça a prévia. FYI: nos quadrinhos, a filha do Flash se chama Dawn Allen. Ela tem um irmão gêmeo chamado Don e ambos vivem no século 30, graças ao fato de Iris ter ido parar no futuro. O detalhe que chama atenção nesta história é que Dawn teve uma filha, Jenni, que virou a integrante da Legião dos Super-Heróis conhecida pelo nome de XS. E é justamente este nome que Nora diz usar como super-heroína no trailer. Mais curioso ainda: enquanto Dawn é ruiva como Barry e Iris nos quadrinhos, XS é negra como seu pai, Jeven Ognats. E o uniforme que Nora vai usar na série é exatamente igual ao de XS nos quadrinhos. Confuso. Afinal, porque não fazer a personagem neta do Flash como a XS dos quadrinhos? Por outro lado, o vídeo também revela uma objeto icônico dos quadrinhos que ainda não tinha aparecido na TV: o anel capaz de conter o traje do Flash. E, como não poderia deixar de ser, também há a chegada de um novo supervilão. Sua identidade não é revelada, mas o painel da série na Comic-Con anunciou que Chris Klein (da franquia “American Pie”) viverá Cicada, cuja origem elétrica coincide com as cenas apresentadas. Introduzido em 2001 por Geoff Johns (cocriador da série) e Scott Kolins, o Cicada dos quadrinhos é David Hersch, que durante um momento de fúria numa noite de tempestade mata a esposa, arrepende-se é atingido por um raio. Neste momento, ele tem uma visão e descobre ter adquirido a capacidade de absorver a força vital das pessoas. A partir daí, torna-se obcecado por raios e forma uma seita, na qual seus seguidores são orientados a matar todas as pessoas já salvas pelo Flash. Isto porque Hersch acredita que se consumir a energia dessas pessoas, além do próprio herói – cujo símbolo é um raio – , poderia virar imortal e ressuscitar sua esposa. O Cicada da TV deverá bem diferente, descrito como “um homem comum, cuja família foi morta por metahumanos, por isso Cicada agora procura exterminar a epidemia – um metahumano de cada vez”. A adaga em forma de raio, que aparece no vídeo, é a mesma utilizada pela seita dos quadrinhos para atacar o Flash. Os próximos episódios também contarão com as promoções de Hartley Sawyer (que vive o Homem-Elástico) e Danielle Nicolet (a promotora Cecile Horton) ao elenco central. A 5ª temporada de “The Flash” vai estrear em 9 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Legends of Tomorrow encontra dragões, unicórnios e Jimi Hendrix no trailer da 4ª temporada
A rede CW divulgou o trailer da 4ª temporada de “Legends of Tomorrow”, que justifica a inclusão de John Constantine (Matt Ryan) entre os personagens regulares da atração. Após salvar o mundo do demônio Mallus no final da temporada passada, os heróis liderados por Sara Lance/Canário Branco (Caity Lotz) inadvertidamente soltaram criaturas mágicas na Terra. Algumas são fofas como um unicórnio, mas também há menções a dragões e monstros, que fazem os protagonistas embarcarem em novas viagens pelo tempo para consertar mais uma bagunça que eles criaram. Com Constantine a bordo, a chance de encontros sobrenaturais se torna maior que a participação de figuras históricas, mas, como mostra o vídeo, sempre é possível esbarrar em Jimi Hendrix numa trip pelos anos 1960. A nova temporada também promoveu ao elenco central as atrizes Jes Macallan, intérprete de Ava Sharp, que lidera a Agência do Tempo, e Courtney Ford, que vive a ex-vilã Nora Darhk, filha de Damien Darhk (Neal McDonough). E apesar do desfecho passado e de não aparecer no trailer, Maisie Richardson-Sellers continua no elenco. Além disso, irá introduzir Ramona Young (“Santa Clarita Diet”) como Alaska Yu, jovem obcecada por livros de fantasia que se torna uma espécie de expert das lendas para criaturas mágicas – personagem sem equivalente nos quadrinhos – e Thomas F. Wilson (“De Volta para o Futuro”) como Hank Heywood, o pai de Nate/Cidadão Gládio (Nick Zano). A 4ª temporada de “Legends of Tomorrow” estreia em 22 de outubro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Trailer da 7ª temporada de Arrow mostra Oliver Queen atrás das grades
A rede CW divulgou o trailer da 7ª temporada de “Arrow”, que revela a passagem de tempo desde a exibição do último episódio. Na prévia, Oliver Queen (Stephen Amell) está preso há cinco meses, tornando-se alvo de antigos inimigos que ele próprio prendeu como Arqueiro Verde – como Ben Turner/Tigre de Bronze (Michael Jai White), Derek Sampson (Cody Runnels) e Danny “Brick” Brickwell (Vinnie Jones). Enquanto isso, um novo arqueiro, que usa flechas para matar, chega em Star City, desafiando a lei contra atos de vigilantismo. A identidade do novo personagem, que pode ser um vilão, não é revelada no vídeo. Mas o trailer mostra que a Laurel (Katie Cassidy) da Terra 2 assumiu de vez o papel da personagem original, como promotora de justiça, e que o restante do time Arrow tenta se ajustar à vida civil, com visíveis dificuldades. Para piorar a situação, Ricardo Diaz (Kirk Acevedo) continua seu plano de vingança, prometendo tirar tudo que resta para Oliver – ou seja, a vida dos aliados e do filho do herói. Para isso, ele vai convocar um trio de assassinos mortais, conhecidos como Caçadores (Longbow Hunters, no original), que serão vividos na série por Holly Elissa (da série “Whistler”), Michael Jonsson (“Van Helsing”) e Miranda Edwards (“The Magicians”). A série retorna com o episódio intitulado “Inmate 4587”, escrito por Beth Schwartz. O título se refere à identificação de Oliver Queen (no sistema prisional, como o prisioneiro 4587. A estreia está marcada para 15 de outubro nos Estados Unidos. “Arrow” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Black Lightning promove vilão ao elenco fixo e ganha vídeo-resumão da temporada
A rede CW divulgou um resumão de cinco minutos da 1ª temporada de “Black Lightning”, sua quinta série de super-heróis da DC, produzido para a San Diego Comic-Con. A prévia não traz novidades, mas o painel revelou que o ator Jordan Calloway (Chuck Clayton em “Riverdale”) foi promovido para o elenco fixo. Na 1ª temporada, ele teve aparições recorrentes como Khalil Payne, interesse romântico de Jennifer Pierce (China Anne McClain) até sua vida desmoronar após ficar paraplégico. Inconformado, ele decidiu se tornar leal ao vilão Tobias Whale (Marvin “Krondon” Jones III), em troca de uma “cura”, que o transformou no vilão Painkiller. O vilão será mais um problema para o herói criado por Tony Isabella (roteirista de “Luke Cage”) e Trevor Von Eeden em 1977, e batizado no Brasil como Raio Negro – embora este nome já identificasse um herói da Marvel, o líder dos Inumanos (Black Bolt, no original). O Raio Negro da DC tem poderes elétricos e foi o primeiro herói negro da editora a ter sua própria revista. Desenvolvida pelo casal Salim e Mara Brock Akil (das séries “The Game” e “Being Mary Jane”), a série se diferencia das demais produções da DC não apenas por seu elenco majoritariamente negro, mas porque encontra o herói, em sua identidade de Jefferson Pierce, uma década depois dele se aposentar do combate ao crime para priorizar sua família. Porém, eventos trágicos o trazem de volta à vida de vigilante mascarado. E não demora para ele descobrir que suas duas filhas estão começando a manifestar superpoderes. “Black Lightning” é estrelada por Cress Williams (“Prison Break” e “Code Black”) como Raio Negro, Christine Adams (série “Terra Nova”) como sua ex-esposa, Nafessa Williams (também da série “Code Black”) e China Anne McClain (“Gente Grande”) como suas filhas, conhecidas nos quadrinhos Tormenta (Thunder) e Rajada (Lightning), James Remar (série “Dexter”) como seu mentor Peter Gambi (que é um mix de Alfred e Oráculo), Damon Gupton (série “Bates Motel”) como o policial Bill Henderson, o rapper Marvin ‘Krondon’ Jones III como o vilão Tobias Whale e Charlbi Dean Kriek (“Corrida Mortal 3”) como a capanga top model Syonide. Embora não participe dos crossovers das outras séries de super-heróis da rede CW, “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, a atração compartilha o mesmo produtor, Greg Berlanti. A estreia da 2ª temporada está marcada para 9 de outubro nos Estados Unidos. No Brasil, “Black Lightning” é disponibilizada pela Netflix.
Buffy: A Caça-Vampiros vai ganhar nova série com produção de Joss Whedon
Joss Whedon deu o braço a torcer. Após anos se recusando a se envolver em projetos de remake, reboot ou continuação da série “Buffy: A Caça-Vampiros”, o criador da heroína aceitou participar da produção de uma nova versão da série que fez sua carreira deslanchar. A Fox já tinha anunciado planos de reviver “Buffy” em março, quando o presidente do canal e do estúdio de TV, Gary Newman, avisou que só estava a espera do aval de Whedon para iniciar a produção. Na ocasião, ele afirmou que, após “Arquivo X”, “Buffy” era a série clássica da Fox mais próxima do ponto de voltar à televisão. Descrita como uma versão “contemporânea” pelo site The Hollywood Reporter, a atração terá seu piloto co-escrito por Whedon, mas ele não terá participação ativa na produção, supervisionando à distância, como faz com “Agents of SHIELD”, de forma a legitimar o projeto e evitar equívocos muito grandes. A showrunner do revival será Monica Owusu-Breen, criadora da série “Midnight Texas” e conhecida de Whedon por ter trabalhado em “Agents of SHIELD”. Os dois assinam juntos o roteiro do piloto, que terá uma grande mudança em relação ao seriado cultuado: a protagonista será uma adolescente negra. Nenhuma atriz ainda foi definida no papel principal. A produção está em estágios iniciais e ainda não foi apresentada ao mercado. O fato de ser uma série da 20th Century Fox Television não implica, necessariamente, que entrará na programação da rede Fox – ainda mais agora que o canal e o estúdios estão prestes a virar empresas diferentes, com a aquisição da produtora pela Disney. “Buffy” foi originalmente exibida entre 1997 e 2003 e teve enorme influência na cultura pop, inspirando inúmeros personagens e produções diferentes desde então – sem esquecer, claro, que teve seu próprio spin-off, “Angel”, realizado entre 1999 e 2004. A história continuou, anos depois, em quadrinhos escritos pelo próprio Whedon, que, graças à popularidade atingida por sua criação, tornou-se um dos nomes mais famosos do universo das séries. Só não seguiu desenvolvendo muitos projetos porque acabou sendo atraído para Hollywood, onde dirigiu os dois maiores blockbusters da Marvel, “Vingadores” (2012) e “Vingadores: A Era de Ultron” (2015). Em março de 2017, o elenco original voltou a se reunir para comemorar os 20 anos da série, numa entrevista para a revista Entertainment Weekly, e o assunto de um revival foi abordado. Enquanto alguns atores se mostraram entusiasmados, a própria Buffy, Sarah Michelle-Gellar, colocou uma estaca no projeto, com a justificativa que isso arruinaria as lembranças dos fãs. O detalhe é que, na ocasião, Whedon ficou nostálgico… e impressionado pelo fato de todos terem envelhecido muito bem. “É como uma reunião de ensino médio, mas muito pior, porque todos eles ainda estão ótimos. Esperava que alguns deles teriam engordado um pouco, mas isso não aconteceu”, brincou. Atualmente, além da nova “Buffy”, ele está desenvolvendo uma série de super-heroínas para a HBO, “The Nevers”.
Warner é criticada por aproximar Johnny Depp de sua ex Amber Heard na Comic-Con
Johnny Depp causou sensação, mas também controvérsia, ao fazer uma aparição surpresa na San Diego Comic-Con como o vilão do filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Vestido como o personagem, ele caminhou pelo palco principal do evento declamando alguns dos ideais de Grindelwald, durante curtos dois minutos. Veja abaixo. E em meio ao cair das luzes e aplausos do público, saiu rapidamente de cena. A ideia não é original, lembrando a famosa performance de Loki com que Tom Hiddleston eletrizou a Comic-Con de 2013. Mas foi uma solução estratégica da Warner para, ao mesmo tempo, trazer o ator e evitar que fosse entrevistado. Ao sair de cena, ele não participou do painel com o resto do elenco, evitando perguntas incômodas após a desastrosa entrevista que concedeu à revista Rolling Stone. Entretanto, sua presença causou mal-estar por praticamente reuni-lo com a ex-esposa, Amber Heard, que chegou a obter ordem de restrição contra sua proximidade durante o processo de divórcio, ocasião em que Depp foi acusado de violência doméstica. A atriz participou do painel da Warner logo em seguida, como integrante do elenco de “Aquaman”. Este fato chamou atenção da jornalista Dana Schwartz, da revista Entertainment Weekly, que abriu uma longa lista de protestos no Twitter. “James Gunn é demitido e a Warner traz Johnny Depp ao palco”, ela escreveu, lembrando o que aconteceu com o diretor de “Guardiões da Galáxia” no sábado (20/7). “Como a Warner pode justificar dar um emprego para Johnny Depp quando Amber Heard é uma das estrelas de ‘Aquaman’? Eles apareceram poucos minutos um do outro. Isso faz com que eu me sinta enjoada”, acrescentou a jornalista, que ainda questionou se os dois não se encontraram nos camarins. “É inaceitável que a Warner tenha colocado Amber Heard nesta situação”. Para quem esqueceu, fotos da atriz com machucados no rosto foram publicadas na imprensa em 2016, e ela ainda levou ao tribunal um vídeo de um dos episódios violentos de Depp, em que ele surgia visivelmente bêbado e destruindo coisas. No fim da batalha judicial entre o ex-casal, os atores fizeram um acordo em que reconheciam que “nenhuma das partes fez acusações falsas em troca de ganhos financeiros”. Heard recebeu US$ 7 milhões e doou todo o dinheiro para organizações que auxiliam no combate à violência doméstica. Por conta disso, a Warner foi criticada por fãs de Harry Potter por escalar Depp na produção, mas tanto a autora J.K. Rowling quanto o diretor David Yates saíram em defesa do ator. How does WB justify employing him when Aquaman stars Amber Heard. — Dana Schwartz (@DanaSchwartzzz) 21 de julho de 2018 Were they backstage together? In the green room? It's so unacceptable that WB put Amber Heard in this position. https://t.co/iCWaRvQIL7 — Dana Schwartz (@DanaSchwartzzz) 21 de julho de 2018
Godzilla II: O Rei dos Monstros ganha trailer legendado de grande impacto e destruição
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Godzilla II: O Rei dos Monstros”. Arte e vídeo destacam a atriz Millie Bobby Brown (de “Stranger Things”) em meio à fumaça erguida pela proximidade de algo terrível. A prévia mantém este clima esfumaçado, sem revelar muito da trama, mas caprichando nas cenas de destruição, que criam um grande impacto pela dramaticidade envolvida. O que se percebe, pela narração de Vera Farmiga (“Bates Motel”), intérprete da mãe da adolescente e cientista à frente de um projeto polêmico, é que a Terra está à beira de um colapso e a única salvação reside em se encontrar seus “governantes originais”. Chamados de Titãs pela protagonista, tratam-se na verdade de monstros gigantes, escondidos por milhares de anos, que precisam ser tirados de seus esconderijos naturais para impedir o apocalipse. Mas a chegada das criaturas acaba causando tanta ou até mais destruição, o que faz a personagem de Millie considerar que sua mãe também é um monstro. A sinopse oficial é bem diferente do que mostra o vídeo. Segundo o texto divulgado, a nova história segue os esforços heroicos da agência cripto-zoológica Monarch, enquanto seus membros enfrentam uma bateria de monstros, incluindo o poderoso Godzilla, que colide com Mothra, Rodan e seu inimigo final, o rei de três cabeças Ghidorah. Essas criaturas antigas, que se acreditava serem meros mitos, ressurgem para lutar pela supremacia, deixando a própria existência da humanidade em risco. O novos inimigos gigantes de Godzilla são kaijus conhecidos dos fãs do gênero, que entraram na cultura pop há mais de 50 anos, cada um com seu próprio filme individual no Japão: “Mothra, a Deusa Selvagem” (1961), “Rodan!… O Monstro do Espaço” (1956) e “Ghidrah, O Monstro Tricéfalo” (1964), todos dirigidos pelo mestre Ishirô Honda, o verdadeiro rei dos monstros. Além de Millie Bobby Brown e Vera Farmiga, o elenco inclui Kyle Chandler (“Manchester à Beira-Mar”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton”), Bradley Whitford (série “The Handmaid’s Tale”), Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Charles Dance (“Game of Thrones”), Zhang Ziyi (“O Grande Mestre”), Aisha Hinds (“9-1-1”) e traz de volta os personagens de Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Ken Watanabe (“A Origem”), representantes da Monarch em “Godzilla” (2014). Com roteiro de Zach Shields e direção de Michael Dougherty (ambos de “Krampus: O Terror do Natal”), a estreia está marcada para maio de 2019.
Johnny Depp vira malvadão no novo trailer legendado de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald
A Warner divulgou um novo pôster e o segundo trailer legendado de “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, continuação da saga “Animais Fantásticos”, que por sua vez é um prólogo da franquia “Harry Potter”. A prévia traz Hogwarts de volta ao cinema, destacando o jovem professor Alvo Dumbledore, além da convocação feita pelo vilão do título para que todos os bruxos saiam das sombras e conquistem seus lugares de direito, como mestres do mundo dos trouxas. Ao explorar a ligação de Dumbledore com seu antigo aluno Newt Scamander, o trailer indica que apenas o protagonista do filme anterior será capaz de derrotar o perigoso Grindelwald. Além de Eddie Redmayne, que retoma o papel de Newt Scamander, a continuação traz de volta diversos integrantes de “Animais Fantásticos e Onde Habitam”, como Alison Sudol (Queenie Goldstein), Dan Fogler (Jacob Kowalski), Katherine Waterston (Tina Goldstein), Zoe Kravitz (Leta Lestrange) e Ezra Miller (Credence Barebone). Mas os destaques são mesmo para Johnny Depp (“Piratas do Caribe”) no papel de Gellert Grindelwald e Jude Law (“Sherlock Holmes”) como Dumbledore. Novamente escrito por J.K. Rowling e dirigido por David Yates, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” vai chegar aos cinemas em novembro.
Trailer legendado de Aquaman conta origem do herói em clima épico
A Warner divulgou o primeiro trailer legendado de “Aquaman”, que apresenta a produção como uma história de origem. As cenas abrangem desde o nascimento do herói, filho de um homem comum e da rainha dos mares, até sua luta contra seu meio-irmão pelo trono de Atlantis. Passado e presente são ancorados pela aparição de Mera, uma atlante que procura Arthur/Aquaman na superfície para impedir os planos de Orin, o Mestre dos Oceanos, de declarar guerra à civilização terrestre. A prévia é marcada por muitos efeitos digitais, que dão às cenas de Atlantis uma aparência épica, ao estilo das filmagens de Asgard nas produções de Thor, na Marvel. Por outro lado, a miríade de criaturas marinhas de várias espécies, que se movimentam feito cardumes durante sequências de batalha, também sugerem a overdose visual de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. Não faltam também cenas de lutas e ação, além de um vilão humano, o Arraia Negra. Mas nada parece incluído na trama de forma gratuita, indicando outro acerto da DC Comics. Além de Jason Momoa no papel-título, o filme traz Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) no papel de Mera, Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) como o maligno Mestre dos Oceanos, Yahya Abdul-Mateen II (da série “The Get Down”) na armadura do vilão Arraia Negra (também chamado de Manta Negra na tradução nacional), Nicole Kidman (“Lion”) como a rainha Atlanna, Temuera Morrison (“Lanterna Verde”) como o pai do herói, Thomas Curry, e Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) como o conselheiro Vulko. Com direção de James Wan (“Invocação do Mal”), “Aquaman” é o próximo filme de super-herói da DC Comics a chegar aos cinemas, com estreia marcada para dezembro.












