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  • Paul Walker
    Série

    Trailer de documentário sobre Paul Walker traz depoimentos e imagens raras do ator com a família

    27 de julho de 2018 /

    A Paramount Network divulgou o trailer de “I Am Paul Walker”, documentário que celebra a vida e a carreira do astro da franquia “Velozes e Furiosos”, falecido em 2013. A prévia inclui vídeos de sua infância, declarações da família, amigos, colegas de elenco e diretores importantes em sua trajetória. E o retrato que emerge é de um homem que se importava mais com o surfe e com sua filha, Meadow, do que com a fama, com lembra o diretor Rob Cohen, do primeiro “Velozes e Furiosos” (2001). “Paul sempre dizia: ‘Eu quero trabalhar como um guarda florestal, ganhar o bastante para viver, e morar na selva'”, acrescenta o irmão Caleb, enquanto sua irmã Ashlie recorda os passeios de triciclo com o menino que morreria por seu amor pela velocidade. “Ele gostava de correr!”, ela revela. Paul Walker morreu em 2013, aos 40 anos, em um acidente de carro, enquanto estava de folga das filmagens de “Velozes e Furiosos 7”. A família do ator chegou a processar a Porsche, fabricante do veículo em que ele estava, mas a empresa foi inocentada. A produção faz parte de uma série de documentários sobre personalidades falecidas, todos produzidos por Derik Murray – como “I Am Bruce Lee” (2012), “I Am Steve McQueen” (2014), “I Am Chris Farley” (2015), “I Am JFK Jr.” (2016), etc. A direção é de Adrain Buitenhuis, que antes fez “I Am Heath Ledger” (2017), sobre o também ator Heath Ledger, que igualmente morreu no auge na fama. “I Am Paul Walker” estreia no dia 11 de agosto no canal pago americano, mas ainda não tem previsão para exibição no Brasil.

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  • Filme

    The Affair é renovada para a 5ª e última temporada

    27 de julho de 2018 /

    O canal pago Showtime renovou a série “The Affair” para sua 5ª temporada, que deverá encerrar a produção. O anúncio foi feito após a 4ª temporada chegar na metade de seus episódios. Criada por Hagai Levi e Sarah Treem (série “Em Terapia”), o drama lida com o tema do matrimônio e da infidelidade, acompanhando o desenrolar de um caso que leva os personagens de Dominic West e Ruth Wilson a encerrarem seus casamentos, respectivamente com Maura Tierney e Joshua Jackson. Na nova temporada, o affair original já ficou no passado, mas os danos nos relacionamentos continuam presentes. Ao contrário dos episódios anteriores, que exploraram as complicadas conexões entre os personagens, o quarto ano separou os protagonistas, enviando-os em suas próprias viagens de autodescoberta. Cada personagem está agora envolvido em um novo relacionamento, forçando-os a decidir se estão prontos e dispostos a deixar o passado para trás. A série chegou a ser queridinha da crítica e, como é típico, recebeu prêmios do Globo de Ouro em sua 1ª temporada. Mas não demorou a receber críticas menos empolgadas e atualmente já não desponta entre as listas de melhores séries do ano. Mesmo assim, mantém a audiência na casa dos 500 mil telespectadores por episódios ao vivo, o que é ótimo para o padrão do Showtime. A 4ª temporada vai se encerrar em 19 de agosto nos Estados Unidos e os últimos episódios irão ao ar em 2019. No Brasil, é possível ver apenas as três primeiras temporadas, disponíveis na Netflix.

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  • Série

    Série The Crown define intérprete do Príncipe Charles e da Rainha-Mãe em sua 3ª temporada

    27 de julho de 2018 /

    A produção de “The Crown” definiu os novos interpretes do Príncipe Charles e da Rainha-Mãe em sua 3ª temporada. O ator Josh O’Connor (“O Reino de Deus”) viverá a versão jovem do filho da Rainha Elizabeth II. Na temporada anterior, ele apareceu ainda criança, interpretado por Julian Baring. E Marion Bailey (“Aliados”) foi escalada como a mãe da Rainha, substituindo Victoria Hamilton, que viveu a esposa do Rei George VI, também chamada de Elizabeth, nas primeiras temporadas. Todos os atores vão mudar nos novos episódios para refletir a passagem do tempo, pois a série, que iniciou com episódios passados na década de 1950, vai chegar agora aos anos 1970. O elenco central também trará Olivia Colman (série “Broadchurch”) como a rainha Elizabeth II, Tobias Menzies (série “Outlander”) como o príncipe Philip, Helena Bonham Carter (“Cinderela”) como a princesa Margaret, Ben Daniels (série “The Exorcist”) como Antony Armstrong-Jones, o controverso marido da princesa, e Jason Watkins (“A Bússola de Ouro”) no papel do primeiro-ministro Harold Wilson. Falta agora escalar Camilla Parker Bowles e Diana Spencer. A princesa Diana deve aparecer no final do terceiro ano da série para ganhar mais destaque na 4ª temporada, situada uma década depois. Diana conheceu o Príncipe Charles em 1977, quando tinha 16 anos e o herdeiro da coroa britânica namorava sua irmã mais velha, Lady Sarah. Já Camilla Parker Bowles foi a primeira namorada séria do Príncipe Charles e virou sua amante enquanto ele era casado com Lady Di. Após o divórcio de Diana, os dois assumiram o relacionamento, o que gerou grande polêmica na sociedade britânica da época. “The Crown” deve retornar à Netflix apenas em 2019.

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  • Filme

    Terror polêmico do Slender Man ganha trailer em versões dublada e legendada

    27 de julho de 2018 /

    A Sony Pictures divulgou três fotos e um novo trailer de terror “Slender Man – Pesadelo Sem Rosto”, em versões legendada e dublada, retomando o marketing que havia sido interrompido há seis meses, devido à polêmica levantada pelo lançamento da produção. O Slender Man foi criado no Photoshop pelo internauta Erick Knudsen como um meme em 2009, mas ganhou tanta popularidade que se espalhou pela internet e começou a gerar relatos de pessoas que afirmavam tê-lo visto de verdade. Sua lenda atingiu picos de notoriedade em 2014 após duas crianças, Anissa Weier e Morgan Geyser, atraírem a colega de classe Payton Leutner para um parque arborizado de Milwaukee, onde uma delas, Geyser esfaqueou Leutner 19 vezes, enquanto a outra a encorajava. A vítima ainda conseguiu rastejar para fora da floresta onde um ciclista a encontrou. Ela sobreviveu ao ataque. Na época, Weier e Geyser disseram à polícia que elas tinham que matar a colega para provar ao Slender Man que eram dignas de ser suas servas, bem como para proteger suas famílias contra ele. Todas as três meninas tinham 12 anos. A produção da Sony é o primeiro filme do personagem, com direção de Sylvian White (“Assassinato em Quatro Atos”) e roteiro de David Birke, que escreveu o aclamado suspense francês “Elle” (2016), de Paul Verhoeven. Por isso, quando o primeiro trailer chegou na internet com imagens que remetiam ao crime das meninas, o pai de uma das garotas de Wisconsin lançou campanha de boicote ao filme. Bill Weier, pai de Anissa Weier, disse à Associated Press: “É absurdo que eles desejem fazer um filme como este. É popularizar uma tragédia. Não estou surpreso, mas na minha opinião é extremamente desagradável. Tudo o que estão fazendo é ampliar a dor que as três famílias passaram”. O estúdio não respondeu à polêmica, mas adiou a estreia. De todo modo, “Slender Man – Pesadelo Sem Rosto” não é uma recriação do ataque de 2014, embora envolva um grupo de garotas adolescentes, que inclui Joey King (de “A Barraca do Beijo”), Annalise Basso (“Ouija: Origem do Mal”), Julia Goldani Telles (série “The Affair”) e Jaz Sinclair (“Cidades de Papel”). Os fãs de filmes de terror não terão dificuldades em ver que a prévia divulgada mostra o monstro num contexto descaradamente similar ao de “O Chamado”. A estreia está marcada para 23 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Kristen Stewart e Naomi Scott são confirmadas no novo filme de As Panteras

    27 de julho de 2018 /

    A Sony Pictures oficializou a produção da nova versão de “As Panteras”, confirmando alguns dos rumores que já circulavam desde o ano passado sobre o elenco. Conforme especulado, Kristen Stewart (“Branca de Neve e o Caçador”) e Naomi Scott (“Power Rangers”) estão entre as protagonistas, mas Lupita Nyong’o (“Pantera Negra”) não entrou na produção. A terceira pantera será vivida por outra atriz negra, a britânica Ella Balinska, que ainda não estrelou nenhum filme de cinema, apenas séries, curtas e um longa lançado direto na internet. Ironicamente, considerando a série clássica e a versão cinematográfica anterior, só há uma loira na produção e se trata de Bosley. O personagem que sempre foi homem, desta vez será vivido por Elizabeth Banks, que também vai assinar a direção em sua segunda incursão para trás das câmeras de um longa-metragem, após “A Escolha Perfeita 2”. A produção também marcará um reencontro entre Banks e Naomi Scott, já que as duas duelaram em “Power Rangers” – a loira viveu a vilã Rita Repulsa, enquanto a jovem londrina, descendente de indianos, deu vida à Ranger Rosa. A primeira e mais famosa encarnação do trio de detetives surgiu na série de TV de 1976, formada por Farrah Fawcett, Kate Jackson e Jaclyn Smith, contratadas pelo misterioso milionário Charlie como detetives que ajudam clientes contra criminosos perigosos. Imune à passagem do tempo, a atração rendeu duas versões de cinema. “As Panteras” (2000) e “As Panteras: Detonando” (2003) juntaram Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu e somaram uma arrecadação de US$ 523 milhões. Depois disso, a franquia ensaiou voltar para a TV, mas a nova série, de 2011, teve um péssimo desempenho e foi cancelada na metade de sua 1ª temporada. Segundo a sinopse do novo “As Panteras”, o novo remake transportará o conceito das versões anteriores para uma escala global, revelando que a agência do misterioso Charlie, chefe das garotas, tem grupos de espiãs em todos os cantos do mundo. Além de estar na frente e atrás da câmera, Banks também escreveu a versão final do roteiro com Jay Basu (“Millennium: A Garota na Teia da Aranha”). O novo “As Panteras” tem data marcada para 27 setembro de 2019 nos Estados Unidos, três meses mais tarde que o primeiro cronograma apresentado pelo estúdio.

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  • Filme

    Comédia clássica Como Eliminar Seu Chefe terá continuação com elenco original

    27 de julho de 2018 /

    A atriz Jane Fonda confirmou que a comédia clássica “Como Eliminar Seu Chefe” ganhará uma continuação com as protagonistas originais. Conversas sobre projeto começaram assim que a atriz voltou a se juntar com Lily Tomlin na série “Grace and Frankie”, atualmente renovada para sua 5ª temporada na Netflix. E com as duas juntas, não foi difícil convencer Dolly Parton a formar novamente o trio Judy, Violet e Doralee, que fizeram enorme sucesso em 1980 ao enfrentar o chefe machista vivido por Dabney Coleman. Sucesso não apenas no cinema, pois a música-título, “Nine to Five”, tornou-se um dos maiores hits da carreira de Dolly Parton – que na época já era uma das cantoras mais populares do country americano. “Estou atuando como produtora executiva, trabalhando com os roteiristas e com a Lily”, disse Fonda, durante participação no evento de imprensa da TCA (Associação dos Críticos de TV dos EUA), em que apresentou seu novo documentário em desenvolvimento na HBO – “Jane Fonda em Cinco Atos”. A atriz ainda sugeriu que a sequência deve explorar como a tecnologia e o assédio têm complicado a dinâmica de trabalho atualmente, atualizando o tema para os dias do movimento #MeToo. “Lamento que a situação esteja pior agora”, disse a atriz de 80 anos, lembrando que, por causa do grande número de trabalhadores terceirizados, fica ainda mais complicado “eliminar o chefe” como no filme de 38 anos atrás. Mas ela se diz otimista sobre as mudanças que estão por vir para as mulheres no ambiente de trabalho, após o #MeToo ganhar força. “Acredito que o assédio sexual tende a cair”, disse ela, sorrindo. “Os caras estão com medo.” Lembre abaixo a música famosa de Dolly Parton, num clipe com cenas do filme.

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  • Filme

    Ryan Reynolds vai produzir “versão adulta” de Esqueceram de Mim

    26 de julho de 2018 /

    O ator Ryan Reynolds (“Deadpool”) vai produzir e possivelmente estrelar um filme inspirado na trama da Sessão da Tarde clássica “Esqueceram de Mim”, mas centrada num homem adulto. As referências já começam no título, “Stoned Alone” (algo como “Drogado em Casa”, mas que os tradutores nacionais podem batizar de “Esqueci de Mim”), que é uma alusão óbvia ao nome em inglês do filme de 1990 estrelado por Macaulay Culkin, “Home Alone”. A trama gira em torno de um rapaz que cultiva maconha em casa e perde o avião para uma viagem de férias, quando pretendia esquiar. Entediado, ele é obrigado a ficar enfurnado no lar. E o que ele faz? O óbvio: fuma tudo. É então que, em meio a uma bad trip, o protagonista totalmente chapado começa a entrar em paranoia e imaginar que ladrões estão tentando invadir o local. E aí, ao melhor estilo “Esqueceram de Mim”, passa a criar armadilhas e fazer de tudo para proteger seu “castelo”. Não é brincadeira, este projeto existe mesmo e saiu da cabeça de um executivo da Fox, Matt Reilly. Como a Fox é a dona dos direitos de “Esqueceram de Mim”, o plágio vira homenagem e ninguém vai parar na justiça pelas semelhanças. Kevin Burrows e Matt Mider (criadores da série animada “Gentlemen Lobsters”) estão encarregados de escrever um roteiro a partir dessa premissa, que será dirigido por Agustine Frizzell, da série “Euphoria”, da HBO. Só falta convidar Macaulay Culkin para viver o papel principal, o que seria a cereja do bolo. Ainda em fase inicial, a comédia não tem previsão para o início de suas filmagens.

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  • Série

    Amazon desiste de fazer série produzida por James Gunn

    26 de julho de 2018 /

    A Amazon não vai mais produzir o remake de “Justiça em Dobro” (Starsky & Hutch), série policial dos anos 1970, que tinha como produtor o cineasta James Gunn. Mas a desistência não teria a ver com o fato de que Gunn foi recentemente demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, devido a antigos tuítes ofensivos, trazidos à tona por um grupo da extrema direita dos Estados Unidos. Segundo apurou o Yahoo, o projeto teria sido abandonado bem antes da polêmica. “Nós passamos o projeto há alguns meses”, disse uma fonte ao site. “Não houve comunicado. É o mesmo caso de qualquer outro projeto que a gente não quer fazer”. De acordo com o site The Hollywood Reporter, o contrato original com a Amazon era para o desenvolvimento dos roteiros. O que significa que se os roteiros agradassem, a Amazon encomendaria a 1ª temporada. Mas as histórias precisariam ser aprovadas para o investimento ser concluído. Gunn estava criando o remake da série em família, junto com seu irmão Brian Gunn e seu primo Mark Gunn, que anteriormente escreveram a trama do blockbuster “Viagem 2: A Ilha Misteriosa” (2012). Ele também não descartava dirigir alguns episódios, que seriam produzidos pela Sony Pictures Television. A série original, estrelada por David Soul e Paul Michael Glaser entre 1975 e 1979, marcou época pela violência demonstrada em suas tramas, com policiais que pegavam pesado como Dirty Harry. A produção também ajudou a popularizar o clichê dramático do informante do gueto – encarnado por Branca de Neve (a tradução nacional do personagem Huggy Bear), vivido por Antonio Fargas. A produção já ganhou um remake de cinema. Em 2004, Ben Stiller e Owen Wilson atuaram em uma versão dirigida por Todd Phillips, responsável pela trilogia “Se Beber, Não Case”. Totalmente avacalhada, a produção antecipou a mania de Hollywood de transformar tramas televisas dramáticas em comédias nem sempre engraçadas, tendência que teve seu ponto alto em “Anjos da Lei” e seu ponto baixo em “CHiPS”. Não há informações se a série vai buscar outro distribuidor.

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  • Filme,  Música

    Música da trilha de Alguma Coisa Assim ganha clipe dos diretores do filme

    26 de julho de 2018 /

    Música da trilha de “Alguma Coisa Assim”, de Esmir Filho e Mariana Bastos, a eletrônica “Into Shade” ganhou um clipe, dirigido pelos responsáveis pelo filme. O vídeo mescla cenas do longa com novas gravações realizadas no cenário principal da produção, a Rua Augusta, em São Paulo, por onde aparecem andando os cantores de “Into Shade”, Lucas Santtana e Bárbara Eugênia. E enquanto eles cantam, também replicam algumas cenas do casal central do filme, Mari (Caroline Abras) e Caio (André Antunes). O longa se desenvolve a partir do curta-metragem homônimo premiado em Cannes, em 2006, e acompanha três momentos-chave da vida dos personagens, que se reencontram em 2013 no mesmo cenário e, em 2016, novamente em Berlim. Entre os três períodos, vem à tona a transformação da relação entre os personagens, assim como o mundo a seu redor, numa reflexão sobre temas atuais, como sexualidade, rótulos, aborto e novas formas de família. O filme estreou nesta quinta-feira (26/5) nos cinemas do Brasil. Leia a crítica aqui.

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  • Filme

    Missão Impossível é a maior, melhor e mais bem-sucedida estreia de cinema da semana

    26 de julho de 2018 /

    “Missão: Impossível – Operação Fallout” tem a missão mais fácil da semana: lotar os cinema com a melhor aventura da franquia estrelada por Tom Cruise. O filme estreia em 1,3 mil salas no Brasil, um dia antes de chegar nos Estados Unidos, onde conquistou 97% de aprovação da crítica, na média do site Rotten Tomatoes. É disparada a nota mais alta entre todos os demais lançamentos da programação – e uma das mais altas do ano. Só um míssil termonuclear poderá impedir o seu sucesso. Frenético ao extremo, repleto de ação do começo ao fim, o longa explora a coragem suicida de Tom Cruise como nenhum filme antes. O ator, que dispensa dublês e efeitos digitais, vive ele mesmo as situações de perigo, como pilotar helicóptero em fuga, pular de um avião em queda livre, dirigir moto na contra-mão sem capacete ou pular entre prédios distantes. Não foi por acaso que se machucou durante as filmagens, o que o afastou do set por três meses. Por sinal, a cena em que o ator quebra o tornozelo, durante um erro de cálculo num salto entre edifícios em Londres, entrou no filme. Adaptação de best-seller juvenil, o romance adolescente sobrenatural “Todo Dia” tem público cativo em seu nicho. A trama acompanha alguém que acorda todo o dia num corpo diferente, até que se apaixona pela namorada de seu novo corpo. Melhor que a média do gênero, serve metafísica para adolescentes, ainda que de forma superficial. Os encontros de dois jovens também alimentam “Alguma Coisa Assim”, apelidado de “Boyhood” brasileiro por encontrar seus personagens em três momentos diferentes ao longo de uma década. O terceiro personagem é a rua Augusta, em São Paulo, que em dois dos encontros muda mais que o casal, dos neons piscantes das casas de strip e botecos com mesas de plástico aos restaurantes chiques e bares da moda. Trata-se de um trabalho bastante instigante de Esmir Filho e Mariana Bastos, mas também pragmático, por reunir os curtas originais “Alguma Coisa Assim” (2006) e “Sete Anos Depois” (2014) com novas filmagens, desta vez em Berlim, amarrando tudo com ajuda de um quarto personagem: o próprio tempo. A comédia britânica “A Festa” ironiza a esquerda intelectual com humor negro e fotografia em preto e branco, mas divide opiniões – talvez porque a esquerda intelectual não tenha gostado de se reconhecer na tela de Sally Potter. Mesmo quem desdenha, dá o braço a torçar para a interpretação de Patricia Clarkson, que rouba as cenas como convidada da festa do título, realizada pela personagem de Kristin Scott Thomas para comemorar sua indicação a um cargo político. Clarkson ganhou o BIFA, o prêmio do cinema indie britânico. O francês “Promessa ao Amanhecer” é remake do clássico homônimo de Jules Dassin, baseado na autobiografia do escritor Romain Gary, e tem como maior destaque a participação da atriz Charlotte Gainsbourg como mãe do protagonista, num papel que foi interpretado por Melina Mercouri em 1970. Gainsbourg foi indicada ao prêmio César. Por fim, “Lámen Shop” usa culinária para contar sua história e a História de Singapura. Mais fast food que prato gourmet, não repete a receita de qualidade do diretor singapurense Eric Khoo, conhecido pela animação “Tatsumi” (2011), que venceu o Festival de Tóquio ao retratar a vida de um dos pioneiros dos quadrinhos japoneses. Confira abaixo mais detalhes dos filmes, com sinopses oficiais e trailers, para decidir melhor o que assistir. Missão: Impossível – Operação Fallout | EUA | Ação Obrigado a unir forças com o agente especial da CIA August Walker (Henry Cavill) para mais uma missão impossível, Ethan Hunt (Tom Cruise) se vê novamente cara a cara com Solomon Lane (Sean Harris) e preso numa teia que envolve velhos conhecidos movidos por interesses misteriosos e contatos de moral duvidosa. Atormentado por decisões do passado que retornam para assombrá-lo, Hunt precisa se resolver com seus sentimentos e impedir que uma catastrófica explosão ocorra, no que conta com a ajuda dos amigos de IMF. Todo Dia | EUA | Romance A tem o incrível poder de acordar todos os dias em um corpo diferente, independente de gênero, cor ou idade. Sua rotina de constante adaptação, no entanto, ganha ares tristes quando acorda no corpo de Justin (Justice Smith) e acaba se apaixonando perdidamente pela namorada dele, Rhiannon (Angourie Rice). Alguma Coisa Assim | Brasil | Drama Enquanto buscam diversão, os jovens Caio (André Antunes) e Mari (Caroline Abras), vagam pela noite de São Paulo. Nesse contexto, entre o som e os silêncios, os dois vão se conhecendo ainda mais e ao longo de uma década se reencontram em três momentos muito importantes de suas vidas. A Festa | Reino Unido | Comédia Janet (Kristin Scott Thomas), uma política de esquerda, convida os amigos do partido para comemorar a sua escolha para o cargo de Ministra da Saúde britânica, coroando um objetivo que ela perseguia há anos. Os amigos – e penetras – também têm suas revelações, como uma gravidez inesperada. Mas é a surpresa revelada pelo marido de Janet, o intelectual Bill (Timothy Spall), que transforma completamente o clima da celebração. Promessa ao Amanhecer | França | Drama Desde sua infância na Polônia até a adolescência em Nice, de seus anos de estudante em Paris ao período de seu treinamento como piloto durante a 2ª Guerra Mundial, Romain Gary (Pierre Niney) atribui a vontade de viver intensamente à sua mãe, Nina (Charlotte Gainsbourg). É a força desse amor que o consagra como um dos mais famosos romancistas franceses e o único escritor a vencer o Prêmio Goncourt pela literatura francesa duas vezes, porém essa devoção também se torna um fardo em sua vida. Lámen Shop | Singapura, Japão | Drama Masato (Takumi Saitoh) trabalha no restaurante da família, um dos estabelecimentos de lámen mais reputados em todo o Japão. Quando ele perde o pai, o jovem chef decide buscar as raízes culinárias e históricas do pai e da mãe, também falecida. Através de um diário e de cartas, Masato faz um caminho através de China, Japão e Singapura, confrontando-se ao trauma da batalha de Singapura, que mudou para sempre os rumos de seus pais. Ele decide então acertar as contas com o passado. Vinte Anos | Brasil, Costa Rica | Documentário As recentes transformações da sociedade cubana através de histórias de amor de três casais cubanos, filmadas ao longo de vinte anos.

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  • Série

    Frasier pode ser a próxima série clássica a ganhar revival

    26 de julho de 2018 /

    Uma das séries de comédia mais premiadas da história do Emmy pode voltar a ser produzida. Segundo o site Deadline, o ator Kelsey Grammer estaria negociando com a CBS, emissora que exibiu a série originalmente, para voltar ao papel do Dr. Frasier Crane, personagem-título de “Frasier”. Sucesso absoluto entre 1993 e 2004, a série acompanhava a comédia da vida do psicólogo Frasier e sua família disfuncional. O revival o mostraria em novo endereço, morando na cidade de Seattle, o que justificaria a presença de outros coadjuvantes para suas trapalhadas. Alguma mudança seria necessária, já que John Mahoney, intérprete de seu pai na série, faleceu em fevereiro, aos 77 anos. De todo modo, não seria a primeira vez que o personagem mudaria de cenário, pois ele foi introduzido originalmente em “Cheers” (1982-1993), outra sitcom clássica. “Fraser” era, na verdade, um spin-off. A atração venceu cinco vezes consecutivas o Emmy de Melhor Série Cômica, entre 1994 e 1998, um recorde que só foi ser igualado recentemente por “Modern Family”. E Grammer conquistou quatro troféus de Melhor Ator em Série Cômica durante as 11 temporadas da série.

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  • Filme,  Série

    HBO confirma telefilme baseada na série clássica Deadwood

    25 de julho de 2018 /

    Depois de anos de especulação e desenvolvimento, a HBO confirmou nesta quarta-feira (25/7) que a série “Deadwood” vai ganhar um telefilme, que voltará a reunir o elenco original. O chefe de programação da HBO, Casey Bloys, confirmou a produção durante o evento semestral da TCA (Associação de Críticos de TV dos Estados Unidos), ao comentar os projetos do canal para 2019. “Deadwood” narrava a origem de uma cidade no Velho Oeste americano, mostrando seus moradores implacáveis e violentos na tentativa de estabelecer uma comunidade. A série era protagonizada por Timothy Olyphant (hoje em “Santa Clarita Diet”) como o xerife brutal Seth Bullock e Ian McShane (hoje em “Deuses Americanos”) como o dono de saloonAl Swearengen, que marcou os telespectadores com seu jeito irascível e palavrões constantes. A série durou três temporadas, entre 2004 e 2006, e seu cancelamento foi marcado por protestos dos fãs. O criador da série, David Milch (de “Nova Iorque Contra o Crime”), será o responsável pelo roteiro do telefilme. Ainda não há confirmação de quais atores da série voltarão para seus personagens, mas Bloys revelou que a demora para colocar o projeto em produção foi justamente para “conciliar as agendas” do elenco, que inclui ainda atores como Molly Parker (hoje em “Perdidos no Espaço”), Jim Beaver (hoje em “Supernatural”), Titus Welliver (hoje em “Bosch”), Paula Malcomson (até recentemente em “Ray Donovan”), Kim Dickens (até recentemente em “Fear the Walking Dead”), Dayton Callie (idem) e Garret Dillahunt (hoje em “Fear the Walking Dead”), entre outros. Dillahunt, por sinal, estava em campanha desde 2016 pelo filme do western e chegou postar no seu Twitter a seguinte mensagem: “Vamos HBO, vocês fizeram o filme de ‘Entourage’… Deem um encerramento aos fãs de ‘Deadwood’, vocês podem”. As filmagens vão começar em outubro para uma estreia estre entre março e junho nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Disputa do Leão de Ouro do Festival de Veneza 2018 inclui produções da Netflix

    25 de julho de 2018 /

    O Festival de Veneza 2018 divulgou a lista dos filmes que participarão de sua competição e de algumas mostras paralelas. E ao contrário do Festival de Cannes, que impediu produções da Netflix de competir sem estrear nos cinemas, a seleção italiana destaca seis obras originais do serviço de streaming. São elas “22 July”, novo thriller de Paul Greengrass (“James Bourne”), “Roma”, retorno de Alfonso Cuarón (“Gravidade”) aos filmes falados em espanhol, a restauração de “The Other Side of the Wind”, “filme perdido” de Orson Welles (“Cidadão Kane”) – que Cannes sonhava em exibir – , o documentário sobre Welles “They’ll Love Me When I’m Dead”, a produção italiana “On My Skin”, de Alessio Cremonini, que vai abrir a mostra Horizontes, e a maior surpresa da seleção: “The Ballad of Buster Scruggs”, nova obra dos irmãos Joel e Ethan Coen (“Onde os Fracos Não Tem Vez”), inicialmente anunciada como uma série, que vai disputar o Leão de Ouro. A presença destes longas demonstra que a necessidade de Veneza de disputar atenção da mídia, causada por conflitos de calendário com eventos norte-americanos – festivais de Toronto e Telluride – , não permite ignorar o estúdio que mais produz filmes no mundo. Ao se focar na programação, em vez de proibições de selfies, streaming e outras regras elitistas, Veneza faz a clara opção por se tornar a vitrine europeia dos lançamentos autorais da Netflix. E essa iniciativa inevitavelmente faz sombra à Cannes, que neste ano trouxe uma programação sem peso e premiou filmes de pouca repercussão. Veneza já é o mais hollywoodiano dos festivais europeus, graças à recente tradição de exibir as premières mundiais dos futuros vencedores do Oscar, situação que culminou no ano passado com a vitória de “A Forma da Água”, de Guillermo del Torno, meses antes de ser consagrado pela Academia em Los Angeles – o que também foi uma volta olímpica sobre Toronto, que premiou “Três Anúncios para um Crime”. O fato de ser o festival de cinema mais antigo do mundo, que por sinal completa 75 anos, não torna Veneza antiquado. Ao contrário, só aumenta seu status, ecoando uma seleção repleta de estrelas do universo cinéfilo em 2018, que será aberta pela première mundial de “O Primeiro Homem”, do diretor Damien Chazelle (“La La Land”), sobre a viagem de Neil Armstrong (Ryan Gosling) à Lua. Outros filmes badalados da programação incluem o musical “Nasce Uma Estrela”, dirigido e estrelado por Bradley Cooper (“Sniper Americano) e com participação de Lady Gaga, “Shadow”, do mestre chinês Zhang Yimou (“O Clã das Adagas Voadoras”), “Suspiria”, remake do clássico de terror realizado por Luca Guadagnino (“Me Chame Pelo Seu Nome”), “Dragged Across Concrete”, em que S. Craig Zahler (“Confronto no Pavilhão 99″) dirige Mel Gibson, sem esquecer obras de cineastas renomados como Mike Leigh (“Peterloo”), Amos Gitai (“A Tramway in Jerusalem” e “A Letter To A Friend In Gaza”), Emir Kusturica (“El Pepe, Una Vida Suprema”), Jacques Audiard (“The Sisters Brothers”), Yorgos Lanthimose (“The Favorite”), Julian Schnabel (“At Eternity’s Gate”) e Sergei Loznitsa (“Process”). Por outro lado, pelo segundo ano seguido, apenas um dos 21 filmes selecionados para a competição principal é dirigido por uma mulher: “The Nightingale”, faroeste da australiana Jennifer Kent (“O Babadook”). A relação completa também inclui três produções brasileiras nas mostras paralelas: “Deslembro”, de Flavia Castro, na mostra Horizontes, “Domingo”, de Clara Linhart e Fellipe Barbosa, na Venice Days, e “Humberto Mauro”, de André di Mauro na Venice Classic Documentary. O principal evento de cinema da Itália acontece entre os dias 19 de agosto e 8 de setembro, e terá Guillermo Del Toro como presidente do júri responsável por premiar o vencedor do Leão do Ouro. Confira abaixo a lista das obras anunciadas. COMPETIÇÃO OFICIAL O Primeiro Homem, de Damien Chazelle The Mountain, de Rick Alverson Doubles Vies, de Olivier Assayas The Sisters Brothers, de Jacques Audiard The Ballad Of Buster Scruggs, de Ethan Coen, Joel Coen Vox Lux, de Brady Corbet 22 July, de Paul Greengrass Roma, de Alfonso Cuaron Suspiria, de Luca Guadagnino Werk Ohne Autor, de Florian Henckel Von Donnersmarck The Nightingale, de Jennifer Kent The Favourite, de Yorgos Lanthimos Peterloo, de Mike Leigh Capri-Revolution, de Mario Martone What You Gonna Do When The World’s On Fire?, de Roberto Minervini Sunset, de Laszlo Nemes Frères Ennemis, de David Oelhoffen Nuestro Tiempo, de Carlos Reygadas At Eternity’s Gate, de Julian Schnabel Acusada, de Gonzalo Tobal Killing, de Shinya Tsukamoto FORA DE COMPETIÇÃO – FICÇÃO Nasce Uma Estrela, de Bradley Cooper Mi Obra Maestra, de Gaston Duprat Un Peuple Et Son Roi, de Pierre Schoeller A Tramway In Jerusalem, de Amos Gitai La Quietud, de Pablo Trapero Shadow, de Zhang Yimou Dragged Across Concrete, de S Craig Zahler EVENTOS ESPECIAIS The Other Side Of The Wind, de Orson Welles They’ll Love Me When I’m Dead, de Morgan Neville EXIBIÇÕES ESPECIAIS L’Amica Geniale, de Saverio Costanza Il Diario Di Angela – Noi Due Cineasti, de Yervant Gianikian FORA DE COMPETIÇÃO – NÃO-FICÇÃO A Letter To A Friend In Gaza, de Amos Gitai Aquarela, de Victor Kossakovsky El Pepe, Una Vida Suprema, de Emir Kusturica Process, de Sergei Loznitsa Carmine Street Guitars, de Ron Mann Isis, Tomorrow. The Lost Souls Of Mosul., de Francesca Mannocchi, Alessio Romenzi American Dharma, de Errol Morris Introduzione All’Oscuro, de Gaston Solnicki Your Face, de Tsai Ming-Liang 1938 Diversi, de Giorgi Treves Monrovia, Indiana, de Frederick Wiseman Una Storia Senza Nome, de Roberto Ando Les Estivants, de Valeria Bruni Tedeschi MOSTRA HORIZONTES Sulla Mia Pelle, de Alessio Cremonini Manta Ray, de Phuttiphong Aroonpheng Soni, de Ivan Ayr The River, de Emir Baigazin La Noche De 12 Anos, de Alvaro Brechner Deslembro, de Flavia Castro The Announcement, de Mahmut Fazil Coskun Un Giorno All’Improvviso, de Ciro D’Emilio Charlie Says, de Mary Harron Amanda, de Mikhael Hers The Day I Lost My Shadow, de Soudade Kaadan L’Enkas, de Sarah Marx The Man Who Surprised Everyone, de Natasha Merkulova, Aleksy Chupov Memories Of My Body, de Garin Nugroho As I Lay Dying, de Mostafa Sayyari La Profezia Dell’Armadillo, de Emanuele Scaringi Tel Aviv On Fire, de Sameh Zoabi Jinpa, de Pema Tseden Stripped, de Yaron Shani

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