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    Notícia de que Idris Elba deve virar o próximo 007 é mentira plantada por tabloide britânico

    10 de agosto de 2018 /

    A notícia de que Idris Elba (“A Torre Negra”) está cotado para virar o próximo ator a interpretar James Bond é mentirosa. Foi inventada pelo tabloide Daily Star e replicada à exaustão até pela grande imprensa, ampliando o alcance da mentira inglesa para o mundo inteiro. No Brasil, ela foi divulgada por portais como UOL e R7, jornais como O Globo, Estadão e O Tempo, e sites especializados como Omelete, AdoroCinema e CineClick. A mentira original foi escrita de forma a soar convincente. E conseguiu demonstrar como a mídia é vulnerável às fake news, ao propagar sem checar um texto com declarações inventadas sobre uma conversa que nunca aconteceu, testemunhada por uma fonte que nunca existiu. O texto original citava uma fonte que teria ouvido uma conversa de um terceiro sobre o que um quarto achava de Idris Elba como James Bond. Uma construção no mínimo pouco ortodoxa. A suposta notícia trazia uma declaração do diretor americano Anthony Fuqua (“O Protetor”), dita durante um jantar, sobre uma conversa com Barbara Broccoli, produtora da franquia 007, em que ela afirmava que “era hora” do famoso espião ser interpretado por um ator negro. Ele acrescentou: “Idris poderia fazer isso se estiver em forma. Você precisa de um cara com forte presença física. Idris tem isso.” O blog Heat Vision do site da revista The Hollywood Reporter desconfiou e foi checar. E Anthony Fuqua nunca disse isso. “Ele nunca teve uma conversa com Barbara sobre a franquia ou sobre qualquer elenco. É tudo inventado”, disse o representante do ator à publicação. Não é a primeira vez que o nome de Idris Elba é citado como substituto provável de Daniel Craig no papel do agente secreto 007. Os rumores existem há pelo menos cinco anos. Assim como boatos sobre Tom Hiddleston (“Thor”) e Aidan Turner (série “Poldark”) assumirem o papel. Pipoca Moderna não deu esta notícia, como várias outras desmentidas nos últimas dias por serem “rumores” inventados para aumentar a visibilidade de veículos mal-intencionados. Como evitamos a armadilha? A principal regra nesses casos é verificar a fonte. E o Daily Star é o menos confiável dos nada confiáveis tabloides britânicos. O tabloide já sofreu vários processos e pagou milhões em indenizações por inventar escândalos falsos em suas páginas. E isto desde os anos 1980! Por conta disso, absolutamente nada que seja exclusivo do Daily Star – ou da revista da mesma editora, OK! Magazine – é publicado pela Pipoca Moderna. Uma lista negra de publicações e jornalistas é o básico para quem quiser priorizar credibilidade sobre visualizações alimentadas por notícias falsas. Pelo bom funcionamento da imprensa (mesmo a imprensa digital), é preciso dar um basta na manipulação feita pelas fake news.

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    Demi Lovato deixa clínica de reabilitação para se consultar com psiquiatra especializado

    10 de agosto de 2018 /

    A cantora e atriz Demi Lovato já deixou sua clínica de reabilitação. Mas deve voltar. De acordo com o site TMZ, a cantora deixou a clínica em que se encontrava num jatinho particular, por volta das 2 horas da madrugada desta sexta (10/8), e foi para Chicago, numa viagem planejada pelos médicos para que ela continuar seu tratamento com um especialista. Fontes da publicação informaram que a estrela foi se consultar com um psiquiatra especializado em saúde mental, sobriedade e bem-estar geral. O TMZ informou ainda que Demi ficará em Chicago por vários dias para continuar o tratamento, e então voltará para a clínica de reabilitação – o site não informou sua localização – onde se internou o último sábado (4/8). A cantora foi internada por uma suposta overdose de heroína no dia 23 de julho, após ser encontrada quase morta por uma assistente. No domingo (5/8), ela postou um comunicado em seu perfil no Instagram manifestando-se sobre o assunto pela primeira vez. “Eu sempre fui transparente em relação a minha jornada contra o vício. O que aprendi é que essa doença não é algo que desaparece ou enfraquece com o tempo. É algo que eu devo continuar a superar e ainda não o fiz”, escreveu. Não foi revelado quanto tempo ela vai passar em reabilitação, mas a turnê que faria em novembro pela América do Sul foi cancelada. No Brasil, os shows aconteceriam em São Paulo (19/11), Rio de Janeiro (21/11), Recife (24/11) e Fortaleza (27/11).

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    Marvel estaria pressionando Disney a recontratar James Gunn para Guardiões da Galáxia Vol. 3

    10 de agosto de 2018 /

    A Marvel Studios estaria fazendo lobby junto à Walt Disney Pictures para recontratar o diretor James Gunn, demitido em 20 de julho de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, quando tuítes de conteúdo ofensivo, publicados há uma década, foram resgatados de sua conta na rede social por militantes da extrema direita dos Estados Unidos. Segundo apurou o site Deadline, a conversa entre Marvel e Disney é consequência da carta aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que professou lealdade ao diretor. Na mensagem, os atores declararam repetidamente que queriam ver Gunn recontratado. O texto foi assinado por todos os protagonistas da franquia – Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Karen Gillan (Nebula), Pom Klementieff (Mantis), Sean Gunn (Kraglin) e Michael Rooker (Yondu). Para completar, os fãs dos filmes dos “Guardiões da Galáxia” lançaram uma petição pedindo a recontratação do diretor, que já registrou mais de 374 mil assinaturas. Gunn, enquanto isso, parou de se manifestar. Ele pediu desculpas e justificou os tuítes, a href=”https://pipocamoderna.com.br/2018/07/direita-americana-resgata-piadas-ofensivas-de-james-gunn-que-se-desculpa-e-explica-o-contexto/”>contextualizando as piadas sobre pedofilia e estupro ao lembrar o tipo de filmes transgressores que fazia na época. O cineasta chegou a dizer que respeitava a decisão da Disney e estava pronto para sofrer as consequências. Ele já havia finalizado o roteiro de “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e estava preparado para começar a pré-produção. Por conta disso, Dave Bautista, o mais inconformado do elenco, avisou que pretende pedir para ser dispensado de seu contrato e substituído na produção, caso o roteiro de Gunn não seja utilizado. O problema é que o diretor foi demitido pelo próprio presidente da Disney, Alan Horn, que classificou as mensagens denunciadas pela direita como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Por outro lado, o fato de a Warner cobiçar Gunn para comandar filmes da DC Comics, como foi revelado na quinta-feira (9/8), pode estar tirando o sono do próprio Horn, e alimentando o empenho de Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, para encontrar uma solução conciliadora que resulte na recontratação do diretor.

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    Vin Diesel anuncia início da produção da adaptação dos quadrinhos de Bloodshot

    9 de agosto de 2018 /

    Vin Diesel publicou um vídeo em seu Instagram para marcar o começo da produção de seu novo filme. Trata-se da adaptação dos quadrinhos de “Bloodshot”, que pode inaugurar um universo de personagens da editora Valiant no cinema, em produções da Sony. No vídeo, ele se apresenta com uma camiseta com o logotipo de “Bloodshot” e revela que já está em Cape Town, na África do Sul, para o começo das filmagens. Com ele, também aparece o diretor Dave Wilson, que vai estrear na função após trabalhar em diversos blockbusters (inclusive da Marvel) como técnico de efeitos visuais. “Bloodshot” foi criado em 1992 por Kevin VanHook e Yvel Guichet, e gira em torno do assassino profissional Angelo Mortalli, ex-capanga de mafiosos que entra em um programa de proteção a testemunhas e acaba traído, virando cobaia de uma experiência para se tornar uma verdadeira máquina de matar. Suas memórias são apagadas e diversos nanocomputadores são implantados em seu corpo. E enquanto tenta recuperar sua memória, Angelo se divide entre batalhas com a polícia e com os bandidos. Há quatro anos, havia um roteiro sendo escrito por Jeff Wadlow (diretor de “Kick-Ass 2”) e Eric Heisserer (“A Chegada”), mas muita coisa mudou desde então – o projeto original seria dirigido por David Leitch e Chad Stahelski (“De Volta ao Jogo”). Além de Diesel, o elenco inclui Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Talulah Riley (“Westworld”), Lamorne Morris (“New Girl”) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (“Os Inocentes”). Para completar, Guy Pearce (também de “Os Inocentes”, da Netflix) negocia viver o vilão da trama. Segundo o site Deadline, o filme deverá seguir o tom de clássicos sci-fi dos anos 1980, como “Robocop”, “O Exterminador do Futuro” e “O Vingador do Futuro”. E há rumores de que será bastante violento e focado num público adulto, como a recente adaptação de “Logan”. #Bloodshot Uma publicação compartilhada por Vin Diesel (@vindiesel) em 5 de Ago, 2018 às 9:51 PDT

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    Adaptação dos quadrinhos de Cowboy Ninja Viking sai do calendário da Universal

    9 de agosto de 2018 /

    A Universal Pictures retirou “Cowboy Ninja Viking” de seu calendário de lançamentos. Segundo apurou a revista Variety, o estúdio deve marcar uma nova data para a estreia da adaptação de quadrinhos estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”), após resolver problemas de roteiro. A publicação afirma que a Universal não quis apressar a produção para manter o lançamento, previsto anteriormente para 28 de junho de 2019. Este não é o primeiro adiamento sofrido pelo projeto, que está em desenvolvimento há sete anos. Por conta disso, a produção já perdeu três diretores – Marc Forster (“Guerra Mundial Z”) e a dupla David Leitch e Chad Stahelski (“De Volta ao Jogo”) tiveram negociações com o estúdio para filmar os quadrinhos. Com a demora da definição, cada um deles foi filmar outras produções. O projeto já esteve com o estúdio Disney, onde o roteiro de Paul Wernick e Rhett Reese (ambos de “Deadpool”) foi descartado por ser considerado violento demais. Agora, na Universal, a história é assinada por Craig Mazin (de “O Caçador e a Rainha do Gelo”). Na trama dos quadrinhos de AJ Lieberman e Riley Rossmo, o protagonista, chamado de Duncan, é um jovem que sofre de transtorno de múltipla personalidade e, graças a uma experiência secreta do governo, se torna um soldado com habilidades de… cowboy, ninja e viking. Mas cada vez que acessa uma dessas habilidades, ele manifesta uma personalidade diferente. Além de Chris Pratt, a atriz Priyanka Chopra (da série “Quantico”) também foi confirmada no elenco. E a direção está a cargo de Michelle MacLaren, que comandou episódios de algumas das séries mais premiadas dos últimos anos, como “Breaking Bad” e “Game of Thrones”. Além deste projeto, a diretora também está envolvida com a adaptação do romance “The Nightingale”, de Kristin Hannah, passada na 2ª Guerra Mundial. Um dos dois filmes será sua estreia no cinema.

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    Foto de WiFi Ralph mostra as Princesas da Disney como nunca foram vistas antes

    9 de agosto de 2018 /

    A revista Entertainment Weekly divulgou uma nova imagem da animação “WiFi Ralph”, que mostra as princesas Disney como o público nunca tinha visto antes: “desmontadas”. Elas aparecem sem tiaras, vestidos longos e sapatinhos de cristal, relaxando de moletons, camisetas, shorts, jeans e tênis. Se no primeiro filme Ralph (voz original de John C. Reilly) interagia com personagens de videogames clássicos, desta vez ele e sua amiguinha Vanellope (voz de Sarah Silverman) vão viver aventuras na internet – graças à descoberta de um roteador de wi-fi. A ideia da continuação também é uma grande oportunidade de sinergia comercial para a Disney. Agora, em vez de promover videogames clássicos de outras companhias, a trama vai servir para evidenciar franquias do próprio estúdio. Além disso, deverá juntar pela primeira vez personagens da Disney, Pixar, Marvel e Lucasfilm num mesmo filme. Como mostra a foto, Vanellope encontrará princesas encantadas num site que é uma Disneylândia virtual. O detalhe, para os fãs americanos, é que 11 das princesas serão dubladas por suas intérpretes originais nos desenhos da empresa: Jodi Benson (Ariel), Paige O’Hara (Bela), Linda Larkin (Jasmine), Irene Bedard (Pocahontas), Ming-Na Wen (Mulan), Anika Noni Rose (Tiana), Mandy Moore (Rapunzel), Kelly Macdonald (Merida), Auli’i Cravalho (Moana), Kristen Bell (Anna) e Idina Menzel (Elsa). As dubladoras dos desenhos mais antigos foram substituídas, porque Adriana Caselotti (Branca de Neve) e Ilene Woods (Cinderela) já são falecidas e Mary Costa (Aurora) está aposentada. Por sinal, vale lembrar que a animação “Valente” (2012), que traz Merida, é uma produção da Pixar. Novamente dirigido por Rich Moore, agora em parceria com o roteirista Phil Johnston, a sequência de “Detona Ralph” tem estreia marcada para novembro nos Estados Unidos e apenas em janeiro de 2019 no Brasil.

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    Demi Lovato cancela oficialmente shows que faria no Brasil

    9 de agosto de 2018 /

    Era inevitável e agora é oficial. Após sofrer overdose e se internar numa clínica de reabilitação, a equipe de Demi Lovato anunciou que todos os seus shows foram cancelados, inclusiva a turnê sul-americana que passaria pelo Brasil. A atriz e cantora, que quase morreu há poucas semanas, está se focando em sua reabilitação e recuperação. Os shows da turnê latina de “Tell Me You Love Me” estavam marcados para o Brasil, Chile e Argentina. Por aqui, os shows aconteceriam em São Paulo (19/11), Rio de Janeiro (21/11), Recife (24/11) e Fortaleza (27/11).

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    Trailer de novo documentário de Michael Moore retrata governo Trump como distopia

    9 de agosto de 2018 /

    O cineasta Michael Moore lançou seu novo ataque ao partido republicano, com o trailer de “Fahrenheit 11/9”, seu novo documentário. O título faz referência à data em que Trump venceu a eleição americana, 9 de novembro de 2016, e também ao mais famoso documentário da carreira do diretor, “Fahrenheit 11 de setembro” (Fahrenheit 9/11), em que ele criticava o governo de George W. Bush e sua reação aos atentados de 2001. A prévia mostra que o novo filme não tem nenhum foco, ao entrevistar pessoas aleatórias e mostrar Moore abrindo mangueiras em nome do governador do Michigan Rick Snyder – que enfrentou uma crise de abastecimento de água. Moore também faz uma colagem de declarações polêmicas de Trump para traçar um retrato distópico dos Estados Unidos, um país que não permite mais o chamado “sonho americano” para imigrantes e minorias. Supostamente, o filme examina a investigação que pode render um Impeachment contra Trump, que é acusado de conspirar com autoridades russas para derrotar Hillary Clinton nas eleições de 2016, além de tentar obstruir a justiça para impedir que os fatos fossem averiguados. Mas nenhuma cena ligada a esse escândalo aparece na prévia. “Fahrenheit 11/9” chega aos cinemas norte-americanos em 21 de setembro.

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    Tom Hardy vira Al Capone na primeira foto oficial de Fonzo

    9 de agosto de 2018 /

    O diretor Josh Trank (“Quarteto Fantástico”) divulgou em seu Twitter a primeira foto oficial de Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como Al Capone no filme “Fonzo”. A imagem mostra o ator irreconhecível, de charuto na boca, cicatrizes no rosto, cabelo mais ralo e envelhecido. O título é derivado de um apelido de Capone, cujo nome real era Alphonse Gabriel Capone. A trama vai encontrá-lo no fim da vida, aos 47 anos, já preso há uma década e sofrendo sintomas de demência, quando lembranças de sua origem violenta e brutal sobrepõem-se à sua situação atual. Hardy já tentou viver Al Capone antes, em “Cicero”, filme que nunca chegou a ser produzido. Recentemente, ele também deu vida aos irmãos Kray, célebres gângsteres britânicos dos anos 1960, no filme “Lendas do Crime” (2015). “Fonzo” também é o filme em que o diretor Josh Trank tentará dar a volta por cima após “Quarteto Fantástico” (2015). Além de dirigir, ele assina o roteiro do longa, que ainda traz no elenco Linda Cardellini (série “Bloodline”), Matt Dillon (série “Wayward Pines”), Noel Fisher (série “Shameless”) e Kyle MacLachlan (série “Twin Peaks”). Não há previsão para a estreia.

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    Sony desiste de juntar Gata Negra e Sabre de Prata para priorizar filmes solos de coadjuvantes do Homem-Aranha

    9 de agosto de 2018 /

    A Sony Pictures não vai mais produzir “Silver & Black”, filme que juntaria Gata Negra e Sabre de Prata, coadjuvantes dos quadrinhos do Homem-Aranha. O projeto foi desenvolvido para apresentar as duas personagens, mas o estúdio agora planeja desenvolver filmes solo para elas, apurou a revista Variety. “Acreditamos que a Gata Negra é forte suficiente, com uma ótima história e vasto material, para justificar seu próprio filme”, disse Sanford Panitch, presidente da Columbia Pictures, e o executivo que supervisiona o que está sendo chamado, internamente, de Universo de Personagens Marvel da Sony (SUMC, na sigla em inglês). Embora uma decisão final ainda tenha que ser tomada, a cineasta Gina Prince-Bythewood (“A Vida Secreta das Abelhas”), que faria “Silver & Black”, deverá assumir a produção dos filmes solos das duas personagens, mas se sua agenda não permitir maior envolvimento, ela será substituída na direção por outra mulher. Segundo a reportagem, a Sony também pretende explorar mais personagens femininas dos quadrinhos do Aranha, como Silk, uma super heroína coreana-americana que foi mordida pela mesma aranha que transformou Peter Parker em herói, e Jackpot, uma vigilante mascarada de meia idade, que rompe o padrão de juventude do gênero. “Homem-Aranha se conecta a muitos personagens”, disse Panitch. “Existem vilões, heróis e anti-heróis, e muitas são personagens femininas com boas intenções, conflitos internos e absolutamente únicas.” Entre outros planos para filmes desse universo, Panitch confirmou os projetos de Morbius, o Vampiro Vivo, que será estrelado por Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Kraven, o Caçador, que está sendo escrito pelo roteirista Richard Wenk (“O Protetor”), e Nightwatch, um herói negro que é resultado de um paradoxo, inspirado a virar vigilante ao ser salvo na infância por uma versão adulta de si mesmo, vinda do futuro. Spike Lee estaria negociando dirigir este filme. “Sentimos que não há motivo para os personagens da Marvel não poderem abraçar a diversidade”, acrescentou Panitch. A maioria desses projetos já vinha alimentando rumores na internet (clique em seus títulos para saber mais sobre cada um). De todos, apenas Jackpot não tinha sido aventada anteriormente. Entretanto, a moda dos planos de lançar “universos” de personagens tem rendido enormes fiascos em Hollywood. O chamado “Dark Universe” dos monstros da Universal foi cancelado após o lançamento de seu primeiro filme, “A Múmia”. E apenas o filme solo de Bumblebee sobrou dos planos do “Universo Transformers”. O futuro desse Universo de Personagens Marvel da Sony passa inevitavelmente pelo rendimento nas bilheterias de seu primeiro lançamento, o filme do vilão “Venom”, estrelado por Tom Hardy, que chega aos cinemas em outubro. Caso se comprove um fracasso, todos os planos anunciados da Sony podem seguir o caminho do “Homem Invisível” estrelado por Johnny Depp, na Universal, e literalmente desaparecer em pleno ar.

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    Estreias de Megatubarão e Vidas à Deriva são as maiores ondas da semana

    9 de agosto de 2018 /

    Maior lançamento da semana, “Megatubarão” chega em 873 salas, mas vai disputar a atenção dos adolescentes dos shopping centers com outra aventura marítima, “Vidas à Deriva”. O filme do tubarão pré-histórico é adaptação de uma franquia literária. Entretanto, parece ter sido concebido como uma mistura de várias outras produções sobre gigantes assassinos do fundo do mar, desde o clássico de Steven Spielberg de 1975 até a sequência trash de 1987 em que o bicho engole o avião de Michael Caine. E tudo começa num clima reminiscente de “Do Fundo do Mar” (1999). Apesar do envolvimento de um elenco multinacional, liderado pelo inglês Jason Statham (“Velozes & Furiosos 7”) e a chinesa Li Bingbing (“Transformers: A Era da Extinção”), a crítica norte-americana considerou o remix apenas medíocre, com 50% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Vidas à Deriva” também vai ao mar, desta vez com um casal de ídolos adolescentes, Shailene Woodley (“Divergente”) e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: Em Chamas”). Os dois embarcam numa viagem romântica, mas que logo vira uma catástrofe, quando o barco é atingido por um enorme furacão e fica, como diz o título, à deriva. O longa tem roteiro dos gêmeos Aaron e Jordan Kandell, responsáveis por “Moana” (2016) – outra aventura marinha – , e direção do islandês Baltasar Kormákur – que volta a enfrentar a natureza, após “Evereste” (2015). Os críticos dos EUA mergulharam na trama, com 75% de aprovação. Melhor que os dois, com 87% de aprovação, o suspense dramático “Você Nunca Esteve Realmente Aqui” desembarca apenas em circuito limitado, mais de um ano após ser premiado no Festival de Cannes 2017 com os troféus de Roteiro e Ator. A obra brutal acompanha Joaquin Phoenix (“O Mestre”) no papel de um ex-militar que aceita a missão de resgatar a filha adolescente de um político das garras de traficantes de mulheres. Baseado no romance homônimo do escritor Martin Amis (criador das séries “Bored to Death” e “Blunt Talk”), o filme tem roteiro e direção da escocesa Lynne Ramsay (“Precisamos Falar sobre o Kevin”), e trilha sonora composta pelo guitarrista do Radiohead Jonny Greenwood (“Sangue Negro”). A programação também inclui várias produções brasileiras, dentre as quais se destaca o suspense “O Animal Cordial”. A história se passa numa única noite no interior de um restaurante de classe média alta em São Paulo, que é invadido no fim do expediente por dois ladrões armados. O dono do estabelecimento, o cozinheiro, uma garçonete e três clientes são rendidos e precisam lidar com a situação. O local torna-se palco dos mais diferentes embates: empregados x patrão; ricos x pobres; homens x mulheres; brancos x negros. Tudo pode se resumir à civilização vs. barbárie, na claustrofobia de um ambiente que vai sendo desconstruído à medida que soluções “cordiais” se tornam impossíveis. Para completar, ainda há uma guinada para o terror. A produção é apresentada como o primeiro slasher movie (subgênero do terror, caracterizado pelo uso de violência extrema) dirigido por uma mulher no Brasil. A direção é de Gabriela Amaral Almeida (da série “Me Chama de Bruna”), que estreia em longas e foi premiada no FantasPoa, festival de cinema fantástico de Porto Alegre. Para completar, o bom desempenho rendeu o prêmio de Melhor Ator para Murilo Benício (“O Homem do Ano”) no Festival do Rio. O elenco ainda inclui Irandhir Santos (“Redemoinho”), Camila Morgado (“Até que a Sorte nos Separe 2”), Luciana Paes (“Divórcio”), Jiddu Pinheiro (“O Uivo da Gaita”) e Humberto Carrão (“Aquarius”), entre outros. Por falar em slasher brasileiro, “Virgens Acorrentadas”, de Paulo Biscaia Filho (da antologia “Histórias Estranhas”), não deixa de ter atrativos, ao buscar uma alternativa metalinguista para o gênero. Trata-se de um trash assumido, rodado nos EUA com elenco americano, sobre a vontade de cineastas iniciantes filmarem um terror sem orçamento. Tudo é fake e barato, com jorros de sangue artificial, gritos exagerados e carnificina tosca, num show de amadorismo tanto diante das câmeras como nas cenas que supostamente se passam atrás delas. O divertido é que o diretor pode dizer que realizou um bom trabalho, justamente porque é ruim. Foi concebido assim e o fato de ter conseguido ficar ainda pior do que a premissa sugere não é exatamente um demérito para sua produção. Mas também é possível elogiar um filme de baixo orçamento por seus méritos artísticos. O drama russo “Tesnota”, vencedor do prêmio da crítica no Festival de Cannes, usa locações reais, elenco amador e câmera na mão – com muitos closes – para extrair o máximo de realismo possível de sua história de rapto, religião, choque cultural e diferenças geracionais. Com inclusão de cenas de tortura reais – registradas durante o aprisionamento de soldados russos por forças chechenas durante o massacre do Daguestão, em 1999 – , o filme do jovem Kantemir Balagov, de 26 anos, é violento, incômodo e muitas vezes revoltante. Tem 90% de aprovação no Rotten Tomatoes, a nota mais alta dentre todas as estreias desta quinta (9/8). Confira abaixo sinopses e trailers dos filmes mencionados e outros lançamentos menos cotados – como documentários e o filme francês compulsório da semana – para escapar de ciladas ou mergulhar de cabeça, no escuro dos cinemas. Megatubarão | EUA | Aventura A tripulação de um submarino fica presa dentro na fossa mais profunda do Oceano Pacífico, após ser atacada por uma criatura pré-histórica que se acreditava estar extinta, um tubarão de mais de 20 metros de comprimento, o Megalodon. Para salvá-los, o oceanógrafo chinês (Winston Chao) contrata Jonas Taylor (Jason Statham), um mergulhador especializado em resgates em água profundas que precisará ficar frente a frente com o maior predador marinho que já existiu. Vidas à Deriva | EUA | Aventura Apaixonados, os noivos Tami Oldham (Shailene Woodley) e Richard Sharp (Sam Claflin) velejam em mar aberto quando são atingidos por uma terrível tempestade. Passada a tormenta, ela se vê sozinha na embarcação em ruínas e tenta encontrar uma maneira de salvar a própria vida e a do parceiro debilitado. Você Nunca Esteve Realmente Aqui | Reino Unido, EUA | Suspense Joe, um veterano de guerra, ganha a vida resgatando jovens desaparecidas. Quando uma missão fica fora de controle, os pesadelos de Joe o alcançam enquanto uma conspiração é descoberta, levando a uma viagem que pode ser para a sua morte ou para seu despertar. O Animal Cordial | Brasil | Suspense Inácio é o dono de um restaurante de classe média que vivencia um assalto ao seu estabelecimento. Em meio ao tumulto, ele precisa encontrar meios de defender os funcionários e clientes da violência dos invasores. Os Incontestáveis | Brasil | Suspense A bordo de um Opala 73, os irmãos Bel (Fabio Mozine) e Mau (Will Just) pegam a estrada em busca de um Maverick 77, que pertenceu ao pai desaparecido. A jornada leva os dois aventureiros até uma região de conflitos de terras e fronteiras, onde o destino dos dois irmãos entrará em rota de colisão. Virgens Acorrentadas | Brasil, EUA | Terror Uma equipe de filmagem inexperiente vai para uma mansão sinistra para filmar um filme de terror de baixo orçamento. Lá, alguns dos atores demonstram um gosto real pela tortura e violência, colocando a equipe em risco. E os limites entre realidade e ficção começam a se apagar. A Aparição | França | Drama No interior da França, uma jovem de 18 anos alega ter vista a Virgem Maria em pessoa. A notícia do acontecimento logo se espalha e milhares de peregrinos se deslocaram até o local da suposta aparição. Jacques, um repórter cético de um famoso jornal francês, é convidado pelo Vaticano para participar da comissão responsável por investigar o caso. Tesnota | Rússia | Drama A família de Ilana e seus amigos se reúnem para comemorar o noivado de seu irmão mais novo, David. Mas naquela mesma noite, o casal é sequestrado e um pedido de resgate entregue. Ilana e seus pais irão o mais longe possível para conseguir salvar o casal, independente dos riscos. Para Sempre Chape | Brasil | Documentário O filme conta a história do time de futebol de Santa Catarina que tinha conseguido subir da quarta divisão do futebol brasileiro para a primeira do país. Em 28 de novembro de 2016, quando o time voava para a Colômbia para disputar a final da Copa Sul-Americana de futebol, seu avião caiu poucos minutos antes de chegar ao destino. Ser Tão Velho Cerrado | Brasil | Documentário Os moradores da Chapada dos Veadeiros, preocupados com o fim do cerrado em Goiás, procuram novas formas de desenvolver a região sem agredir o meio ambiente em que vivem. Como Fotografei os Yanomami | Brasil | Documentário Road movie que passa por Peru, Buenos Aires, São Tomé das Letras, Recife e São Paulo, mas sem destino definido. Registra o estilo de vida dos que vivem livres no mundo, nômades no sub-continente da América Latina. Estradeiros | Argentina, Brasil | Documentário Road movie que passa por Peru, Buenos Aires, São Tomé das Letras, Recife e São Paulo, mas sem destino definido. Registra o estilo de vida dos que vivem livres no mundo, nômades no sub-continente da América Latina. Fátima, o Último Mistério | Espanha | Documentário Mónica (Eva Higueras) é uma editora em busca de trabalho que recebe uma proposta para montar um documentário sobre as aparições da Nossa Senhora de Fátima. Ainda que em dúvida por sua falta de religiosidade, ela aceita montar o filme e as imagens que ela encontra são extraordinárias, marcando sua vida para sempre.

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    Críticos condenam criação da categoria de “filmes populares” no Oscar

    8 de agosto de 2018 /

    O anúncio de que o Oscar incluirá uma categoria dedicada a “filmes populares” e entregará prêmios para outras categorias (impopulares) durante os intervalos comerciais da premiação não pegou bem entre jornalistas, críticos de cinema e membros da Academia. Diversos artigos foram escritos em protesto, enquanto o Twitter lotou de posts ironizando e/ou reclamando da decisão, que teria sido resultado de pressão da rede de TV ABC. “A indústria de cinema morreu hoje”, escreveu o ator Rob Lowe na rede social, repercutindo o anúncio feito na quarta-feira (8/8). “Isto significa que filmes como ‘Pantera Negra’ e ‘Missão Impossível’ não podem competir como Melhor Filme?”, questionou Stuart Oldham, editor da revista Variety. “Já existe um prêmio para filmes populares. Chama-se ‘dinheiro'”, lembrou Mark Harris, jornalista do site Vulture, que também roteirizou o documentário “Five Came Back”. Na falta de quem desenhasse, o jornalista Frank Pallotta postou um gráfico no canal de notícias CNN, que apontou que os filmes de maior bilheteria de todos tempos, de “E o Vento Levou” a “Avatar”, foram indicados ao Oscar de Melhor Filme. “Dos dez maiores sucessos do cinema, atualizados pela inflação, apenas um não foi indicado ou venceu o Oscar de Melhor Filme, “Branca de Neve”, que recebeu um Oscar honorário”, ele observou, antes de concluir: “Filmes populares são filmes”. A decisão de incluir uma categoria para filmes populares foi tomada depois que a exibição da premiação deste ano registrou a pior audiência televisiva da história do Oscar nos Estados Unidos. A rede ABC, que fechou contrato para transmitir o Oscar até 2028, teria feito um balanço sobre a transmissão e apontado problemas que a Academia deveria resolver, segundo apurou a revista Variety. O principal era a longa duração. A cerimônia de 2018 durou 3 horas e 53 minutos. Mas também foi considerado significativo o fato de os principais concorrentes serem filmes independentes que pouca gente assistiu. Os nove indicados ao Oscar de Melhor Filme faturaram, em média, US$ 78,7 milhões nas bilheterias dos EUA. A Academia teria incorporado as sugestões em seu pacote de mudanças na premiação, buscando reduzir o evento para 3 horas – com entregas de prêmios durante os intervalos – e incluindo uma categoria exclusiva para blockbusters. Entretanto, seria bem menos controverso estabelecer um limite fixo de 10 títulos na disputa do Oscar. Atualmente, o número de indicados depende de uma avaliação subjetiva da Academia e raramente atinge os 10 permitidos. Esta mudança na regra foi instituída em 2009. Antes disso, apenas cinco filmes concorriam à estatueta de melhor produção do ano. O aumento de indicados já tinha sido uma tentativa de incluir blockbusters entre os finalistas. Mas a própria Academia sabota esta iniciativa ao não preencher todas as vagas. Neste ano, deixou de fora “Logan”, por exemplo, que foi indicado a Melhor Roteiro e poderia muito bem fazer História ao disputar o troféu de Melhor Filme. Nenhum longa de super-herói jamais foi reconhecido pela Academia em sua categoria mais nobre. De todo modo, vale observar que a ideia de dividir a premiação entre filmes de méritos artísticos e filmes de apelo popular não é nova. Ela praticamente nasceu com o Oscar. Em 1928, no primeiro ano da premiação, o Oscar de Melhor Filme foi dividido entre dois vencedores: o épico de guerra “Asas”, de William A. Wellman, venceu o troféu de “Filme Excepcional”, enquanto que o drama “Aurora”, de F.W. Murnau, foi considerado o “Melhor Filme Artístico”. Mas essa divisão foi considerada tão bizarra que acabou extinta já no ano seguinte. Ou seja, o Oscar quer recuperar um formato que já foi testado e reprovado há 90 anos.

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    Warner quer diretor de Guardiões da Galáxia nos filmes da DC Comics

    8 de agosto de 2018 /

    Demitido pela Disney, James Gunn não vai ficar desempregado por muito tempo. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o diretor da franquia “Guardiões da Galáxia” tem sido sondado por vários estúdios, inclusive a Warner, que gostaria de contar com ele em adaptações dos super-herói da DC Comics. O diretor foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis”: “As atitudes ofensivas e as declarações de James no Twitter são indefensáveis e inconsistentes com os valores do nosso estúdio e nós cortamos relações com ele”. Mas os demais estúdios não são tão identificados com o público infantil e estariam dispostos a contratá-lo, especialmente após a manifestação coletiva de apoio do elenco de “Guardiões da Galáxia”, que publicou uma carta aberta conclamando a Disney a recontratá-lo para o terceiro filme da franquia. A revista conversou com alguns executivos e registrou comentários, sem identificar seus autores. “Eu trabalharia com ele em um piscar de olhos”, disse, por exemplo, um executivo sênior de um estúdio identificado como grande rival da Disney. Ofertas oficiais ainda não foram feitas, porque James Gunn não pode discutir com outros estúdios enquanto não terminar de negociar os detalhes de sua demissão com a Disney. Ele ainda tem direito a uma indenização, já que o estúdio quebrou seu contrato. Os tuítes denunciados foram feitos muitos anos antes de Gunn ser contratado para dirigir os filmes da Marvel, por isso sua demissão não tem justificativa legal. Além disso, há boatos de que a Marvel estaria tentando salvar o relacionamento com o diretor, pressionando a Disney a aceitar a filmagem do roteiro que Gunn escreveu para “Guardiões da Galáxia Vol. 3” e mantê-lo sob contrato para um próximo filme. A situação estaria gerando um impasse, que impede maiores definições na carreira do cineasta. “Fui avisado de que não podemos lhe oferecer nada até que a questão da Disney esteja 100% resolvida”, disse outro executivo de estúdio, registrado pelo THR. A publicação confirmou, porém, que a Warner Bros. é um dos principais interessados nos serviços do diretor, mas há também produtoras menores, vencedoras do Oscar, na lista de pretendentes ao talento do cineasta. Vale lembrar, de todo modo, que a Warner tem planos para realizar um filme da Tropa dos Lanternas Verdes, que é basicamente os Guardiões da Galáxia da DC Comics, e este projeto ainda não tem diretor encaixado. Deve demorar alguns meses até um anúncio oficial, mas James Gunn não será renegado por Hollywood, como aconteceu com Roseanne Barr também por conta de tuítes. A grande diferença entre os dois é que o caso do diretor foi instigado por ativistas de extrema direita, que reviraram sua lata de lixo até encontrar seus podres de uma década atrás, enquanto a atriz e produtora manifestou seu racismo de forma espontânea e em período recente. Um executivo chegou a comentar sobre se havia potencial polêmico numa contratação do diretor. “A maioria das pessoas acha que seus comentários eram derivados do estilo de comédia provocativa” que ele fazia na época. “Ter um senso de humor inadequado não deveria ser considerado um crime.”

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