Roteirista da animação Aladdin reclama do remake e da própria Disney no Twitter
O roteirista Terry Rossio, um dos escritores da animação clássica “Aladdin”, foi ao Twitter reclamar da Disney e detonar o remake, que teve sua primeira prévia divulgada na semana passada. Ele alega que o estúdio simplesmente refilmou sua história sem que ele recebesse nada por isso. “Muito estranho que as únicas palavras do trailer do novo ‘Aladdin’ são rimas que eu e meu parceiro de escrita escrevemos, e a Disney não ofereceu compensação alguma para nós (ou qualquer roteirista desses remakes live action), nem mesmo uma camiseta ou um ingresso para seu parque”. O parceiro a quem ele se refere é Ted Elliott. Os dois também criaram a bem-sucedida franquia “Piratas do Caribe” para a Disney – além de “Shrek” para a DreamWorks Animation. O roteiro do remake é creditado a John August (“Frankenweenie”) e ao diretor Guy Ritchie (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”). No filme, Will Smith viverá o Gênio da lâmpada e contracenará com o pouco conhecido Mena Massoud (da série “Jack Ryan”) no papel de Aladdin, além de Naomi Scott (“Power Rangers”), que vive a Princesa Jasmine, e Marwan Kenzari (“A Múmia”) como o vilão Jafar. O lançamento faz parte da leva de remakes modernos do catálogo de animações da Disney, um filão lucrativo que já rendeu sucessos como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014), “Cinderella” (2015), “Mogli, o Menino Lobo” (2016) e “A Bela e a Fera” (2017), e que tem muitas outras refilmagens em andamento. “Aladdin” tem estreia agendada para 23 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. So strange that literally the only words spoken in the new Aladdin trailer happens to be a rhyme that my writing partner and I wrote, and Disney offers zero compensation to us (or to any screenwriters on any of these live-action re-makes) not even a t-shirt or a pass to the park. — Terry Rossio (@TerryRossio) October 12, 2018
Joaquin Phoenix corre vestido de palhaço em novas fotos das filmagens de Coringa
Os paparazzi registraram filmagens de novas cenas de “Coringa”, em que Joaquin Phoenix (“Ela”) volta a aparecer com visual de palhaço. Ele foi fotografado fazendo propaganda da liquidação de uma loja e, em seguida, correndo nas ruas de Nova York, como se fugisse de alguém – ou tivesse feito algo muito errado com a placa que segurava anteriormente. Não é a primeira vez que Phoenix aparece com essa fantasia, mas ele também já foi flagrado de cara limpa e com uma maquiagem diferente de palhaço. Só não apareceu ainda como o vilão que os fãs conhecem dos quadrinhos. Isto porque o diretor pretende mostrar a história de Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada por Phillips, que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). Além de Joaquin Phoenix, o elenco do longa conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Brett Cullen (“Narcos”) e Shea Whigham (“Agent Carter”). Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para outubro de 2019.
BBC oficializa produção da série Drácula, desenvolvida pelos criadores de Sherlock
A rede BBC e a Netflix se associaram para coproduzir uma série baseada em “Drácula”, desenvolvida pela dupla responsável por “Sherlock”, a aclamada atração que atualizou as histórias de Sherlock Holmes. Os roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat vão escrever todos os episódios e adotarão o mesmo formato de “Sherlock”. Ou seja, será uma temporada curta com episódios de longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. “Sempre existiram histórias sobre o mal. O que é especial em Drácula é que Bram Stoker deu ao mal o seu próprio herói”, dissem Gatiss e Moffat no comunicado que oficializou a produção. A série mais recente de Drácula foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da dupla desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma adaptação da sci-fi “The Time Traveler’s Wife” como série para a HBO.
HBO divulga primeira foto da série baseada nos quadrinhos de Watchmen
A HBO divulgou a primeira imagem de “Watchmen”, primeira série de super-heróis do canal. A foto revela um policial usando uma máscara amarela e vem acompanhada da frase: “Quem vigia os vigilantes?” (Who Watches the Watchmen?), extraída dos quadrinhos originais de Alan Moore e Dave Gibbons. Publicada originalmente em 1986, “Watchmen” é uma abordagem distópica do gênero dos super-heróis, ambientada em uma linha temporal alternativa, durante o auge da Guerra Fria entre os EUA e União Soviética. Ele gira em torno de um grupo de super-heróis americanos, a maioria aposentada, que investiga o assassinato de um deles e, no processo, descobre uma conspiração que pode mudar o curso da história tal como a conhecemos. Poucos detalhes foram revelados sobre o projeto que está sendo produzido por Damon Lindelof, mas ele já disse que não fará uma adaptação literal dos quadrinhos, preferindo contar uma nova história passada no universo da obra de Moore e Gibbons. Até agora, a única sinopse divulgada afirma que a série é “situada em uma realidade alternativa onde super-heróis são tratados como bandidos”. Além disso, “‘Watchmen’ abraça a nostalgia da graphic novel original inovadora e segue em busca de abrir novos caminhos próprios”. O elenco escalado é vasto. Inclui Tom Mison (estrela da série “Sleepy Hollow”), Jeremy Irons (“Liga da Justiça”), Yahya Abdul-Mateen II (“The Get Down”), Sara Vickers (“Endeavour”), Regina King (“American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (“Extant”), Andrew Howard (“Bates Motel”), Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”), Frances Fisher (“Resurrection”), Jacob Ming-Trent (“White Famous”) e as meninas Dylan Schombing (“Sharp Objects”), Lily Rose Smith (“The Vampire Diaries”), Skylar Brooks (“Saved in the City”) e Adelynn Spoon (estreante). A cineasta Nicole Kassell (de “O Lenhador” e das séries “Westworld” e “The Americans”) comandou o piloto e também será produtora executiva da atração, ao lado de Lindelof. A data da estreia ainda não foi anunciada. Visualizar esta foto no Instagram. Who Watches The Watchmen? #WatchmenHBO Uma publicação compartilhada por Watchmen (@watchmen) em 15 de Out, 2018 às 10:10 PDT
Trilha de Nasce uma Estrela lidera parada de discos da Billboard
Além das boas bilheterias, “Nasce uma Estrela” também está liderando as paradas de sucessos musicais. A trilha sonora do filme, com músicas cantadas por Lady Gaga e Bradley Cooper, abriu em 1ª lugar no ranking dos álbuns mais vendidos da revista Billboard, o Hot 200, publicado nesta terça (16/10). Lançado pela Interscope Records em 5 de outubro, o disco vendeu o equivalente a 231 mil cópias em sua primeira semana de comercialização. Deste total, 162 mil foram vendas de CDs físicos. O resultado é o maior lançamento de uma trilha sonora desde “Cinquenta Tons de Cinza”, que vendeu 258 mil cópias em sua primeira semana em 2013. O desempenho aumenta a façanha de Lady Gaga como cantora mais bem-sucedida da década, já que a trilha conta como seu quinto disco a abrir em 1ª lugar desde 2011. Os demais são “Born This Way” (2011), “Artpop” (2013), “Cheek to Cheek” (2014) e “Joanne” (2016). Nenhuma outra artista feminina emplacou tantos discos em 1º lugar no mesmo período. O sucesso é tanto que cinco canções da trilha sonora emplacaram posições na Billboard Hot 100, principal parada de singles dos EUA. A lista é liderada por “Shallow”, primeiro dueto de Lady Gaga e Bradley Cooper no filme, que está na 5ª posição do ranking.
Marina Ruy Barbosa sofre Sequestro Relâmpago no trailer e fotos do novo filme de Tata Amaral
A Tangerina Filmes divulgou 27 fotos e o trailer de “Sequestro Relâmpago”, novo drama da cineasta Tata Amaral (“Hoje), que traz Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”) sofrendo o crime do título. Na trama apresenta, ela é abordada por dois criminosos armados no caminho para seu carro, que pretendem sacar seu dinheiro num caixa automático. O problema é que o sequestro acontece após o horário permitido para sacar dinheiro e os decidem ficar com a vítima até o amanhecer. Sidney Santiago Kuanza (série “A Vida Secreta dos Casais”) e Daniel Rocha (novela “A Lei do Amor”) vivem os bandidos e o filme ainda conta com participações especiais do rapper Projota (“Carcereiros”) e da cantora Linn da Quebrada (“Corpo Elétrico”). “Sequestro Relâmpago” integra a programação da 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e terá sua première nesta sexta-feira (19/10). A estreia em circuito comercial está marcada para 22 de novembro.
Campanha #EleNão edita filme The Wall do Pink Floyd com discursos e cenas de Bolsonoro
A campanha #EleNão aproveitou a polêmica em torno do show de Roger Waters no Brasil, onde a cenografia do espetáculo alinhou o nome de Jair Bolsonaro a outros políticos de extrema direita do mundo e ainda projetou a hashtag com destaque, para mostrar o que Pink Floyd tem a ver com política. Quem ainda não entendeu a relação precisa apenas ver o vídeo abaixo, que edita cenas do filme “The Wall” (baseado no disco homônimo composto por Waters e gravado pelo Pink Floyd em 1977) com discursos e vídeos de Jair Bolsonaro. O resultado é uma distopia de terror neofascista tropical. Waters chegou a ser vaiado pelos apoiadores do candidato militar direitista, durante show realizado na terça (9/10) em São Paulo. Sua resposta foi ampliar a crítica, projetando, em vez de #EleNão, um Nem F*dendo em letras garrafais no show extra realizado no dia seguinte. Filho de pai militar que morreu lutando contra o nazismo na 2ª Guerra Mundial, Waters sempre abordou as críticas ao fascismo em suas músicas, mas é especialmente contundente em “The Wall”, que virou um filme premiado do cineasta Alan Parker em 1982. Na montagem da campanha #EleNão, Bolsonaro é comparado ao ditador do longa, Pink, um personagem que se aproveita da sua popularidade para assumir o poder, criando uma sociedade de extrema direita com perseguição ultraviolenta à homossexuais, negros, judeus e todas as minorias. No Twitter, o candidato citado também comentou o concerto: “Como se não bastassem os artistas milionários brasileiros a defender o PT, agora temos o milionário artista estrangeiro Roger Waters fazendo campanha a favor do Haddad”. Em entrevista ao Fantástico, no domingo (14/10), Waters explicou seu posicionamento: “Eu acredito que todos os artistas, não interessa qual tipo de arte você faça, todos têm a responsabilidade de usar a arte para expressar ideias políticas e criar demandas em favor dos direitos humanos para todos”.
Foto revela Superman com uniforme preto no crossover de Arrow, Flash e Supergirl
O ator Stephen Amell, intérprete de Oliver Queen/Arqueiro Verde, postou em seu Twitter um novo spoiler do crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Após ter divulgado imagens e curiosidades menos reveladoras da produção, ele divulgou uma foto do ator Tyler Hoechlin com o uniforme de Superman, acompanhado pelo próprio Amell e Grant Gustin, intérprete do Flash. O detalhe é a cor do uniforme do herói: preta. O traje preto foi introduzido na famosa história da volta de Superman após sua “morte” nas mãos de Apocalypse, nos anos 1990. O herói deveria usar esse uniforme no filme “Liga da Justiça”, após sua suposta morte nas mãos do mesmo vilão (que ocorreu no cinema em “Batman vs. Superman”). Mas os planos foram descartados com o afastamento do diretor Zack Snyder. Agora, o uniforme finalmente aparece numa produção com atores, nas séries do canal americano CW. Para deixar os fãs ainda mais desnorteados, o crossover ganhou o título de “Elseworlds”, o mesmo de um selo da DC que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos. Ou seja, o Superman de uniforme preto pode não fazer parte do mesmo universo de Supergirl, onde o ator Tyler Hoechlin já apareceu usando seu traje clássico. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. Mais uma curiosidade relacionada a esta linha editorial é que a nova temporada de “Supergirl” já vai adaptar uma história dos Elseworlds, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”. E a situação gera ainda mais curiosidade diante da escalação do ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor. Ele é descrito como “um ser extraterrestre de poder infinito”, que terá “papel proeminente” na trama do crossover. Nos quadrinhos da DC Comics, os monitores estão encarregados de observar o Multiverso, ocasionalmente intervindo em tempos de crise. O título “Elseworlds” sugere a inclusão de Terras paralelas. Mas é a palavra “infinito” na descrição do personagem que dispara alarmes no fandom. O Monitor foi criado em 1985 pelo escritor Marv Wolfman e pelo artista George Pérez, mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980 – e, segundo a WBTV (Warner Bros Television), Pérez vai, inclusive, ilustrar algumas artes do crossover. A história em que Pérez desenhou o Monitor é, claro, uma das mais conhecidas dos quadrinhos em todos os tempos. O personagem teve “papel proeminente” na célebre “Crise nas Infinitas Terras”, o crossover mais famoso da DC Comics, concebido para materializar o primeiro reboot da História dos quadrinhos, antes disso virar trivialidade. O objetivo da DC com esse lançamento era simplificar sua cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A mesma confusão vem marcando as séries da editora, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. E nunca é demais lembrar que já foram feitas referências ao evento em episódios antigos das atrações: uma Crise com consequências terríveis para o futuro do Flash é anunciada desde a 1ª temporada da série do herói, e um pôster que recria uma famosa – e trágica – capa da minissérie em quadrinhos ilustrou a 2ª temporada de “Supergirl”. “Crise nas Infinitas Terras” ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como Flash (a versão de Barry Allen) e Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque na época para os leitores dos quadrinhos. Os dois super-heróis fazem parte do crossover televisivo – e, alguns reboots depois, também foram resgatados nas publicações da DC. A dúvida é se o uniforme preto de Superman alude à mortes na produção do crossover, que vai ao ar em dezembro nos Estados Unidos. As séries “Arrow, “The Flash” e “Supergirl” são exibidas no Brasil pelo canal pago Warner.
2ª temporada de The Sinner ganha trailer legendado para estreia no Brasil
A 2ª temporada de “The Sinner” ganhou data de estreia no Brasil. A série será retomada em 9 de novembro pela Netflix, que divulgou um trailer legendado focado no novo mistério da atração. A trama encontra o detetive Harry Ambrose (Bill Pullman) ainda esgotado pela resolução do caso de Cora Tannetti (Jessica Biel), quando é convocado para investigar outro crime perturbador na zona rural de Nova York: um garoto de 13 anos de idade teria assassinado os próprios pais sem motivo aparente. Entretanto, sua investigação o leva diretamente para os mistérios obscuros da cidadezinha e o coloca contra aqueles que não vão medir suas ações para proteger esses segredos. A 2ª temporada terá uma nova protagonista feminina, vivida por Carrie Coon (das séries “The Leftovers” e “Fargo”). Trata-se de Vera, uma mulher misteriosa e formidável, que lidera a comunidade local e luta com toda a força para defender seus ideais, mas também para realizar seus próprios desejos. Além dela, Natalie Paul (série “The Deuce”) e Hannah Gross (série “Mindhunter”) também integram o novo arco dramático. A primeira interpreta Heather, uma detetive iniciante que acaba chamando Ambrose para investigar o duplo homicídio, enquanto a segunda vive Marin, a melhor amiga de Heather, que desapareceu misteriosamente da cidade anos atrás. Já a atriz Jessica Biel, que estrelou a 1ª temporada, ficou apenas atrás das câmeras no segundo ano, exercendo a função de produtora nos novos episódios. Coprodução do canal pago americano USA, “The Sinner” já teve todos os oito episódios da 2ª temporada exibidos nos Estados Unidos, entre agosto e setembro. Mas vale lembrar que a série só se tornou frisson mundial após seus episódios inaugurais chegarem na plataforma de streaming.
Novo vídeo legendado de Demolidor destaca bastidores da vingança do Rei do Crime
A Netflix divulgou mais um vídeo da 3ª temporada de “Demolidor” (Daredevil), que traz entrevistas de Charlie Cox e Vincent D’Onofrio sobre o novo confronto entre seus personagens, Matt Murdock e Wilson Fisk, o Rei do Crime. A prévia revela o prazer dos atores ao interpretar seus papéis e retomar a trama da 1ª temporada, bem como imagens inéditas da atração, repletas de violência. Os novos episódios serão continuação da minissérie “Os Defensores”, que terminou com o Demolidor sendo considerado morto na explosão de um prédio. Os instantes finais, porém, revelaram que ele tinha sobrevivido e estava sendo cuidado por freiras, cena que remete diretamente à trama de “Born Again” (1986), arco clássico dos quadrinhos escrito por Frank Miller e desenhado por David Mazzucchelli, que foi lançado no Brasil como “A Queda de Murdock”. Para completar a referência, a série terá a adição da atriz Joanne Whalley (“Os Bórgias”, “White Princess”) no papel da freira Maggie, que cuida dos ferimentos do herói. Originalmente introduzida em “A Queda de Murdock”, ela surgiu nas páginas da Marvel para ajudar o Demolidor após ele ser derrotado pelo Rei do Crime e ficar entre a vida e a morte – quando o vilão descobre sua identidade e destrói todo o que ele tinha conquistado na vida. Ao ajudar sua recuperação, a freira se revela mais do que se poderia imaginar: a mãe de Murdock. Outros vídeos da produção sugeriram que as partes mais polêmicas da trama dos quadrinhos – que tem a ver com Karen Page (Deborah Ann Woll) – ficaram de fora da adaptação. Mas a presença de um falso Demolidor, concebido por Fisk para arruinar a reputação do herói, sai diretamente da vingança do vilão, conforme escrita por Frank Miller. A 3ª temporada de “Demolidor” será disponibilizada na sexta-feira (19/10) em streaming.
Série sobre a juventude de Alfred, o mordomo de Batman, escala seu protagonista
O ator britânico Jack Bannon (“O Jogo da Imitação”) foi escalado como protagonista de “Pennyworth”, série do canal pago americano Epix que mostrará a juventude de Alfred, o mordomo de Bruce Wayne/Batman. A série está sendo desenvolvida por Bruno Heller e Danny Cannon, respectivamente criador e produtor de “Gotham”, série sobre a juventude de Bruce Wayne e os primeiros anos de James Gordon na força policial de Gotham City. Desta vez, eles voltam ainda mais no tempo para mostrar a juventude de Alfred, na época em que ele vivia em Londres, recém-saído do exército britânico, e o começo de seu relacionamento com o pai de Bruce, Thomas Wayne. A série não será relacionada diretamente ao universo de “Gotham”, onde o personagem é vivido pelo ator Sean Pertwee, para mostrar Alfred como “um homem em formação, que acha difícil conciliar sua infância tranquila com sua vida atual”, segundo a sinopse. As gravações da 1ª temporada, que terá dez episódios, começam no próximo dia 22. Ainda não há previsão para a estreia.
Família de Amy Winehouse fecha acordo para produzir cinebiografia da cantora
A família de Amy Winehouse cedeu os direitos da vida da cantora para a produção de um filme biográfico. O contrato foi assinado com a produtora britânica Monumental Pictures (da série “Harlots”) e as filmagens devem começar em 2019. O pai da cantora, Mitch Winehouse, disse que o acordo foi fechado depois de “múltiplas propostas” de outros estúdios. “Nós nunca achávamos que era a hora certa para autorizar a produção. Agora, parece apropriado celebrar a vida e carreira extraordinárias de Amy”, comentou. Mitch ainda destaca que a história de Winehouse, encontrada morta em Londres no dia 23 de julho de 2011, pode ajudar pessoas que estejam passando por problemas com drogas e álcool semelhantes ao que ela viveu. “Como provamos através da Fundação Amy Winehouse, a história da doença dela pode ser uma fonte de força para muitas pessoas”, disse. O roteirista Geoff Deane (“Kinky Boots – Fábrica de Sonhos”) foi contratado para desenvolver a trama cinematográfica e membros da família de Winehouse servirão como produtores executivos. A notícia vem poucos dias depois da família anunciar planos para uma turnê mundial que usaria um holograma simulando a presença da Amy nos palcos. Mitch Winehouse disse que a turnê servirá para arrecadar dinheiro para a fundação em nome da filha. Ele ainda negou que a família considera Lady Gaga como favorita ao papel de Winehouse. “Na verdade, eu gostaria de ver alguém que ainda é desconhecido. Uma atriz jovem, britânica, que se pareça um pouco com Amy. Queremos alguém que possa retratar Amy da forma como ela era: uma pessoa engraçada, brilhante, charmosa, mas também terrível”, refletiu. O filme aprovado pela família deve chegar aos cinemas cinco anos após o documentário “Amy” (2015), de Asif Kapadia, ser chamado de “desgraça” por Mitch Winehouse. Segundo mostra o longa, além de ter abandonado Amy e sua mãe quando ela era uma criança, Mitch passou a explorar a cantora quando ela ficou famosa. O documentário lembra que, quando ela buscou fugir da mídia, ao viajar para a Jamaica, o pai foi visitá-la com uma equipe de reality show para retratar como a filha estava drogada. “Amy”, o filme, venceu o Oscar de Melhor Documentário.
Bryan Singer se defende de reportagem que o acusará de abuso sexual
O diretor Bryan Singer usou o Instagram para se defender de um reportagem da revista Esquire, ainda não publicada, que investiga as acusações de abuso sexual que foram levantadas contra ele em vários pontos de sua carreira. O cineasta deu a entender que a reportagem será lançada momentos antes da estreia do seu próximo filme, “Bohemian Rhapsody”, que conta a história de Freddie Mercury, vocalista do Queen. Singer ficou com o crédito de diretor do filme mesmo após ser demitido da produção e substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), no final das filmagens. “Eu sei há algum tempo que a revista ‘Esquire’ vai publicar um artigo negativo contra mim”, escreveu Singer. “Eles entraram em contato com amigos, colegas e pessoas que eu nem mesmo conheço. Nos dias de hoje, em que as carreiras das pessoas estão sofrendo por conta de meras acusações, o que a Esquire está fazendo é irresponsável. Eles não se importam com a verdade, e fazem acusações que são ficcionais”. “Este artigo vai tentar reviver acusações falsas e processos mentirosos contra mim”, continuou Singer no Instagram. “O texto vai usar de forma equivocada frases de ‘fontes com conhecimento íntimo de minha vida pessoal’, e vai tentar estabelecer a minha culpa a partir da associação com outras pessoas do meu passado. Eles tentarão manchar uma carreira que passei 25 anos construindo”. Singer foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman no ano passado. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. Coincidentemente, o advogado de Cesar Sanchez-Guzman é Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado. Recentemente, ele assinou um contrato de US$ 10 milhões para dirigir uma nova adaptação de quadrinhos, o filme da guerreira “Red Sonja”. Visualizar esta foto no Instagram. Uma publicação compartilhada por Bryan Singer (@bryanjaysinger) em 15 de Out, 2018 às 2:06 PDT












