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    Trailer de O Rei Leão teria sido visto 224 milhões de vezes em 24 horas

    24 de novembro de 2018 /

    A primeira prévia da nova versão do clássico animado “O Rei Leão” tornou-se o segundo trailer mais visto da internet em todos os tempos. Em apenas 24 horas, o vídeo registrou 224.6 milhões de visualizações. A informação é da Disney, porém não pode ser conferida, já que supostamente inclui visualizações em redes sociais de todo o mundo. No YouTube da Disney americana, o trailer soma “apenas” 29 milhões de views. O recorde de visualizações, pelo mesmo critério, pertence a outro trailer da Disney, o primeiro de “Vingadores: Guerra Infinita”, visto 250 milhões de vezes em apenas um dia. A lista dos trailers mais assistidos em 24 horas inclui ainda “It – A Coisa”, com nada menos que 197 milhões de visualizações e “Velozes e Furiosos 8”, com 139 milhões de visualizações em um dia. Todos os citados viraram blockbusters. O novo “O Rei Leão” tem direção de Jon Favreau (de “Mogli, o Menino Lobo”) e a previsão de estreia é para 18 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Reveja o trailer abaixo, com legendas em português.

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    Jennifer Garner diverte turistas ao dançar em sua estrela na Calçada da Fama

    24 de novembro de 2018 /

    A atriz Jennifer Garner publicou um vídeo divertido em seu Instagram, em que aparece dançando de salto alto sobre sua estrela na Calçada da Fama, em Los Angeles. Ela resolveu fazer graça, imitando um número de sapateado de musical clássico, ao passar pelo Hollywood Boulevard nesta semana. A coreografia encantou os turistas que sempre visitam o local, como pode-se ouvir ao fundo. E ela ainda compartilhou com seus seguidores, que se divertiram junto. “Você já imaginou o que acontece com as estrelas da Calçada da Fama após a cerimônia de inauguração? Você é obrigado a fazer 10 horas por mês de apresentações para manter a sua estrela – está no contrato”, brincou a atriz, na legenda. Ela ainda fez referência a uma parceria com o rapper Snoop Dogg, que recebeu sua estrela na semana passada. A protagonista da série “Alias” (2001-2006) e de filmes tão diferentes quanto “De Repente 30” (2004), “Juno” (2007), “Clube de Compra Dallas” (2013) e “Com Amor, Simon” (2018) ganhou sua estrela na Calçada da Fama em agosto passado. Na ocasião, foi acompanhada pelo ex-marido Ben Affleck e os três filhos do casal. Ela pode ser vista atualmente na série “Camping”, no canal pago HBO, e poderá ser ouvida em breve na animação “O Parque dos Sonhos”, que estreia em março. Visualizar esta foto no Instagram. Do you ever wonder what happens to the Walk of Fame Stars after the ceremony? 10 hours/month performing to keep your spot—it’s in the contract. ??‍♀️ See you on Hollywood Blvd., @snoopdogg— I’ll be the one with the janky time step! (By the way—how fun would this really be?! ♥️♥️) #4millionthankyous #blessyourhearts #butinthenicewaynotthepassiveaggressiveway Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner) em 23 de Nov, 2018 às 8:11 PST

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    Fotos flagram prisão de Jessica Jones durante a gravação da 3ª temporada

    24 de novembro de 2018 /

    Os paparazzi flagraram a gravação de um episódio da 3ª temporada de “Jessica Jones” nas ruas de Nova York. E as imagens mostram a atriz Krysten Ritter, intérprete da protagonista, tendo problemas com a polícia. Uma das fotos registra o momento em que ela é algemada sob a mira de um revólver. Mas há também uma imagem mais alegre, em que Krysten aparece ao lado de Rachael Taylor, intérprete de sua melhor amigo na série, Trish Walker. As gravações da 3ª temporada de “Jessica Jones” começaram em junho e vão marcar a estreia de Krysten Ritter como diretora. Ainda não há previsão de estreia dos novos capítulos, que devem explorar os superpoderes desenvolvidos por Trish na temporada anterior.

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  • Etc,  Filme

    Nicolas Roeg (1928 – 2018)

    24 de novembro de 2018 /

    Morreu o aclamado diretor inglês Nicolas Roeg, o homem que caiu no cinema com David Bowie e Mick Jagger. Ele faleceu em sua casa, em Londres, na madrugada de sexta (23/11), aos 90 anos de idade. Referenciado por seus clássicos dos anos 1970, Roeg dizia que só tinha ingressado na indústria cinematográfica porque havia um estúdio em frente à sua casa de infância em Marylebone, no centro oeste de Londres, onde conseguiu seu primeiro emprego em 1947. Ele começou como office boy e foi subindo de escalão aos poucos, passando para ajustador de foco, operador de câmera e finalmente assistente de fotografia nos anos 1960, quando comandou a segunda unidade de blockbusters como “Lawrence da Arábia” (1962) e “Doutor Jivago” (1965). Logo, assumiu a direção de fotografia de produções cultuadas como “A Orgia da Morte” (1964), “Fahrenheit 451” (1966), “Longe Deste Insensato Mundo” (1967) e “Petúlia, um Demônio de Mulher” (1968). Sua estreia na direção foi em “Performance” (1970), concebido como veículo promocional para o cantor Mick Jagger, mas que acabou se tornando uma obra tão experimental e complexa que o próprio estúdio relutou em fazer seu lançamento. O longa ficou dois anos guardado antes de chegar às telas, e mesmo após a estreia demorou a ser apreciado, tornando-se um dos primeiros exemplos do que se costuma chamar de “cult movie”. Seu filme seguinte também virou cult, “A Longa Caminhada” (1971), sobre duas crianças perdidas no outback australiano – uma deles, o próprio filho do diretor – , que são salvas por um jovem aborígene em meio a uma caminhada ritualista. O drama de sobrevivência, porém, quase foi proibido pela censura britânica, devido a uma cena de nu frontal da atriz Jenny Agutter, então com apenas 17 anos, que rendeu muita polêmica na época. Da mesma forma, “Inverno de Sangue em Veneza” (1973), suspense estrelado por Donald Sutherland, também enfrentou forte censura por uma cena de sexo entre os protagonistas e só foi ter maior reconhecimento após sair da sombra de “O Exorcista”, o grande lançamento de terror do ano, que o eclipsou completamente. Revisto, passou a ser considerado uma obra-prima por sua edição não convencional, que antecipou o padrão de cortes frenéticos que viriam a ser associados à montagem dos suspenses das décadas seguintes. Por mais celebrados que esses filmes tenham se tornado entre cinéfilos, nenhum atingiu a idolatria gerada pelo quarto longa de Roeg, “O Homem que Caiu na Terra” (1976), que marcou a estreia de David Bowie no cinema. O filme também ajudou a popularizar a persona do cantor como um alienígena disfarçado entre humanos, imagem idealizada pelo próprio Bowie dois anos antes, na época do hit “Ziggy Stardust”. Bowie embarcou tanto no projeto que adotou como nova identidade o visual do filme, incorporando um personagem que batizou de Thin White Duke, além de usar fotos do longa como capas de dois discos, “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Mesmo assim, o impacto de “O Homem que Caiu na Terra” foi maior em circuitos de arte do que como sucesso comercial. Roeg voltou a trabalhar com um “roqueiro”, Art Garfunkel, em “Bad Timing – Contratempo” (1980), filme que venceu o Festival de Toronto, e decidiu tentar o cinema comercial com a comédia “Malícia Atômica” (1985), sobre um suposto encontro entre Marilyn Monroe e Albert Einstein, mas seu filmes dos anos 1980 tiveram ainda menos bilheterias. Em compensação, afetivamente essa foi sua melhor fase, graças à parceria artística e romântica com a atriz Theresa Russell, sua Marilyn Monroe e estrela da maioria de seus filmes do período, com quem se casou em 1986. Por ironia, ele só foi conhecer o êxito financeiro quando sua filmografia começou a estagnar e no primeiro filme sem a participação de sua esposa, desde que começaram a trabalhar juntos. Com “Convenção das Bruxas” (1990), Roeg finalmente atingiu as massas que não o conheciam, ao mesmo tempo em que manteve sua principal característica, ao criar um novo cult. Combinação de aventura e terror infantil, o filme em que Anjelica Huston vive uma bruxa continua a ser reprisado na TV e com grande audiência até hoje. O sucesso, porém, foi efêmero, já que o cineasta fez apenas mais três longas cinematográficos na carreira. O terror “Desejo Selvagem” (1991) marcou o fim de seu casamento com Theresa Russell e os dois últimos nem foram lançados no Brasil, apesar de “Two Deaths” (1995) ter sido estrelado por Sonia Braga. O diretor ainda fez alguns trabalhos na TV, como o telefilme “A Maldição da Selva” (1993), a minissérie “Sansão e Dalila” (1996) e um episódio de “O Jovem Indiana Jones”, que foi considerado o melhor da série, antes de sair de cena com o terror “Puffball” (2007), fracasso de público e crítica. O fato de não ter estudado cinema, mas aprendido na prática, numa escalada de funções ligadas à fotografia, ajudou-o a criar uma linguagem cinematográfica própria, que o tornou um verdadeiro autor e inspiração para gerações seguintes. “Filmes não são roteiros – filmes são filmes”, costumava dizer, para demonstrar a importância das imagens – da colocação das câmeras à edição, passando pela direção de arte e de artistas. Essa capacidade autoral não foi tão reconhecida como merecia. Ao longo da carreira, Nicolas Roeg foi indicado a três prêmios BAFTA (da Academia britânica), competiu três vezes pela Palma de Ouro e uma pelo Urso de Ouro nos festivais de Cannes e Berlim, além de ter vencido Toronto em 1980. Ainda assim, nada do que fez foi suficiente para que a Academia, o Globo de Ouro e sindicatos dos Estados Unidos percebessem que ele existia. Roeg jamais foi apreciado por Hollywood. Mas impactou cinéfilos de todo o mundo, tendo ajudado a formar o olhar cinematográfico de Christopher Nolan, Paul Thomas Anderson, Steven Soderbergh e Danny Boyle, que mais de uma vez assumiram-se influenciados por sua arte. Um diretor, em especial, deve sua paixão pelo cinema literalmente a Roeg, iniciada ainda na infância, no dia em que ele conheceu um set pela primeira vez, ao visitar o pai nas filmagens de “O Homem que Caiu na Terra”. Trata-se do filho de David Bowie e hoje cineasta Duncan Jones, que publicou uma foto no Twitter em que aparece de pijamas e pirulito na mão, ao lado do pai e de Roeg. “Obrigado por fazer tantas escolhas corajosas, e dar a este estranho rapaz de pijama um amor permanente pelo cinema”, ele escreveu, como homenagem. Just heard another great storyteller, the inimitable Nicolas Roeg left us today. What an incredible body of work he’s left us with!All my love to his family.Thank you for making so many brave choices, & giving this strange little lad in pajamas an ongoing love of filmmaking. pic.twitter.com/QVg2znq3Rs — Duncan Jones (@ManMadeMoon) November 24, 2018

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  • Série

    Revival de Veronica Mars ganha teaser oficial e vídeo de bastidores

    24 de novembro de 2018 /

    A atriz Kristen Bell divulgou em seu Instagram o primeiro vídeo de bastidores das gravações do revival de “Veronica Mars”. Deitada num sofá enquanto a equipe prepara o set, ela diz que o cenário lhe traz recordações, nostalgia e sentimentos do tipo “quem na Terra nos deixou fazer isso de novo?”. O vídeo foi seguido por um teaser oficial, divulgado no Twitter da série – que voltou a ser atualizado! Nele, Kristen aparece sentada na cadeira do escritório das investigações Mars. A diferença em relação à série clássica é que não é o nome de seu pai que aparece sobre a mesa, mas o dela própria. Para completar, o criador, produtor e roteirista do programa Rob Thomas postou uma foto com o elenco do primeiro episódio, reunido para uma leitura coletiva do roteiro. O grupo inclui Percy Daggs III, Daran Norris, Jason Dohring, Dawnn Lewis, Patton Oswalt, Enrico Colantoni, Izabela Vidovic, Clifton Collins Jr e David Starzyk, Mas Thomas avisou que não são apenas esses atores que aparecerão na série. J.K. Simmons, que venceu o Oscar por “Whiplash”, está no elenco. Assim como Ryan Hansen, que volta a encarnar Dick Casablancas, com direito a cena de nudez, segundo Thomas adiantou em outro tuíte. Confira abaixo. “Veronica Mars” foi originalmente exibida entre 2004 e 2007 e se tornou cultuadíssima, como uma versão irônica de “Nancy Drew”. O humor ácido e auto-referencial revolucionou as séries de adolescentes, influenciando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor. No Brasil, a série ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai detetive particular, Keith Mars (vivido por Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Para quem não lembra, a intérprete da vítima, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. A maioria do elenco original da série voltou a se juntar num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo, que na época bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse dos fãs num resgate da série e só percebeu o entusiasmo quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming Hulu em 2019. Visualizar esta foto no Instagram. It’s all happening!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Investigate our stories for more from the set of #VeronicaMars ? Uma publicação compartilhada por Veronica Mars (@veronicamars) em 19 de Nov, 2018 às 2:28 PST Your girl’s back and she’s on the set of the new #VeronicaMars. Investigate our new Instagram so you don't miss a single thing: https://t.co/3KQjcIkqSP pic.twitter.com/Zy1KiZCPtn — Veronica Mars (@veronicamars) November 19, 2018 From the #VeronicaMars table read. This is some indication of who is in episode 1. It doesn't mean your fave doesn't come in later. @IMKristenBell @PD3Official @golfstoomuch @jason_dohring @dawnn_lewis @pattonoswalt @ricocolantoni @IzabelaVidovic @ccollinsjr @dstarzyk pic.twitter.com/3dlrVlykqK — Rob Thomas (@RobThomas) November 14, 2018 #VeronicaMars Spoiler Alert:We shot the Dick Casablancas nude scene today. Though it might not be the Dick Casablancas you're thinking of. — Rob Thomas (@RobThomas) November 22, 2018

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  • Série

    Amazon exibe episódio inédito de Doctor Who antes da hora e fura a própria BBC

    24 de novembro de 2018 /

    Os fãs de “Doctor Who” tiveram uma surpresa nessa semana. Em clima de Black Friday, a Amazon divulgou sem querer um episódio inédito da produção, que só deveria ir ao ar no domingo (25/11) na BBC inglesa e americana – e no Crackle no Brasil. A divulgação antecipada deixou a BBC furiosa, já que a Amazon tem direito a exibir os episódios somente com atraso em relação à transmissão televisiva. O correto teria sido divulgar o episódio anterior, intitulado “Kerblam!”, que já foi exibido na televisão. Entretanto, o serviço Prime Video da Amazon americana pulou o episódio. E ainda exibiu a opção de legendagem errada. A legenda disponível era mesmo de “Kerblam!”, enquanto as imagens mostravam outro capítulo. “Estamos investigando como isso aconteceu e tomamos atitudes para tirar esse capítulo do ar”, disse a BBC em comunicado. “O BBC Studios gostaria de se desculpar caso alguém tenha sido afetado por spoiler devido à troca”. Intitulado “The Witchfinders”, o capítulo leva a Doutora e seus amigos para o século 17, em plena época da caça às bruxas. E vai ao ar neste domingo no resto do mundo.

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  • Série

    Pine Gap: Série australiana de espionagem ganha trailer da Netflix

    23 de novembro de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Pine Gap”, série australiana de espionagem adquirida pelo serviço de streaming para o mercado internacional. A série gira em torno do compartilhamento de informações de segurança entre os EUA e a Austrália, centrada na base conjunta dos dois países localizada na Austrália central e batizada de Pine Gap. Quando surge uma ameaça inesperada durante o monitoramento do espaço aéreo americano, a parceria começa a ser questionada, forçando divisões e segredos, que colocam em risco o relacionamento entre os funcionários e seus países. Criada por Greg Haddrick e Felicity Packard, que escreveram a série baseada no terror “Wolf Creek”, a produção inclui em seu elenco Parker Sawyers (“A Múmia”), Tess Haubrich (“Alien: Covenant”), Jacqueline McKenzie (“The 4400”), Steve Toussaint (“Berlin Station”), Stephen Curry (“Predadores do Amor”), Mark Leonard Winter (“A Vingança Está na Moda”) e Sachin Joab (“Lion”). Exibida em outubro na TV australiana, “Pine Gap” estreia no catálogo da Netflix em 7 de dezembro.

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  • Série

    Gotham: O Espantalho espalha terror e caos no novo trailer legendado da temporada final

    23 de novembro de 2018 /

    A Fox divulgou um novo trailer da última temporada de “Gotham”, que mostra o vilão Espantalho (David W. Thompson) mergulhando a cidade no terror e no caos. Como reforça a tradução do vídeo, feita por fãs, o arco final da série será baseado em “Terra de Ninguém” (‘No Man’s Land” no original), crossover dos quadrinhos de Batman, que mostrou Gotham City sitiada após a destruição de suas pontes. Nas publicações da DC Comics, a destruição e o isolamento foram consequência de um Terremoto, mas na série resultaram de um ato de terrorismo de Jeremiah Valeska (Cameron Monaghan). Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne (David Mazouz) em Batman. Criada por Bruno Heller (criador também da série “Mentalist”), a produção acompanha o começo da carreira do futuro Comissário Gordon (Ben McKenzie) em seus primeiros dias como detetive policial em Gotham City, e a adolescência de Bruce Wayne (David Mazouz), logo após o assassinato de seus pais. A série também mostra a juventude do Pinguim (Robin Lord Taylor), do Charada (Cory Michael Smith) e da Mulher Gato (Camren Bicondova), revelando os eventos que os transformaram nos vilões dos quadrinhos. Como a série vai acabar na 5ª temporada, os últimos episódios também deverão se focar na transformação do jovem Bruce Wayne em Batman. Originalmente, a temporada final teria apenas 10 episódios, mas a Fox encomendou mais dois, totalizando 12 capítulos para 2019. Os novos episódios estreiam em 3 de janeiro nos Estados Unidos. “Gotham” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Animação dos bichinhos UglyDolls ganha trailer cantado em português

    23 de novembro de 2018 /

    A Diamond Films disponibilizou a versão dublada em português do trailer de “UglyDolls”, animação baseada nos bichinhos de pelúcia de mesmo nome. O material colorido e musical evoca outro longa animado recente, “Trolls” (2016), que também tinha vários cantores famosos em seu elenco de dubladores originais. E assim como naquele desenho, o vídeo nacional de “UglyDolls” também terá dublagem nas canções, entoadas em português. Ainda não foi divulgado quem são os dubladores-cantores brasileiros. Mas o filme original traz as vozes de Kelly Clarkson, Blake Shelton, Nick Jonas, Pitbull, Janelle Monáe, Lizzo e Wang Leehom, além dos atores Emma Roberts (“American Horror Story”), Wanda Sykes (“Black-ish”) e Gabriel Iglesias (“Cristela”). Para quem não sabe, a linha UglyDolls de brinquedos de pelúcia foi criada por Sun-Min Kim e David Horvath no início dos anos 2000, e os “bichinhos” são conhecidos por serem supostamente “feios”, valorizando as diferenças que tornam cada personagem único. Esta premissa vai virar animação com direção de Kelly Asbury (“Gnomeu e Julieta”) e estreia marcada para 16 de maio no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos. Além do filme, também existe o projeto de uma série animada das UglyDolls em desenvolvimento na plataforma de streaming Hulu.

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  • Música

    Luan Santana e DJ Alok viram desenho animado “japonês” em clipe de parceria musical

    23 de novembro de 2018 /

    A parceria entre Luan Santana e o DJ Alok ganhou clipe. A canção “Próximo Amor”, que marca o encontro inusitado entre astros da música eletrônica e sertaneja, passa-se num futuro de desenho animado japonês. Os dois viram personagens de anime e confundem o coração de uma jovem japonesinha, que parece não distinguir quem é quem. Também pudera, já que esses brancos são muito iguais, com o mesmo penteado e barba. A arte da animação é excelente – mas os artistas não foram creditados no vídeo – e consegue, sem querer, simbolizar a homogeneização resultante da parceria. “Próximo Amor” é uma viagem ao lugar-comum musical, que elimina distinções de estilos e tribos em busca de um pastiche de pop eletrônico, em que cabe tanto o sintetizador quanto o vocal chororô, culminando num refrão ôôôôô de boy band. Um hit fabricado em laboratório, sem identidade distinguível entre as barbinhas e penteadinhos iguais. Não será surpresa se Luan Santana lançar uma versão acústica da faixa, já que ela não pertence a nenhum estilo, além daquele que se costuma chamar de música comercial. Já para Alok, a parceria com cantores sertanejos não é novidade, após gravar com Matheus e Kauan e Simone e Simaria. Disponível em todas plataformas digitais, a música será tema do VillaMix Festival 2019.

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  • Filme

    Coringa: Joaquin Phoenix corre da polícia até ser atropelado em vídeo e fotos das filmagens

    23 de novembro de 2018 /

    Joaquin Phoenix nunca deve ter corrido tanto para fazer um filme. Novas fotos e vídeo flagraram mais uma cena das filmagens de “Coringa” em que o ator precisa fugir em disparada enquanto usa maquiagem de palhaço, desta vez perseguido por dois policiais – vividos por Shea Whigham (“O Primeiro Homem”) e Bill Camp (“Operação Red Sparrow”). O filme vai mostrar uma história nunca vista nos quadrinhos, revelando Arthur Fleck sob um ângulo diferente. A começar pelo fato de que ninguém nunca jamais deu nome para a “identidade civil” do Coringa nos quadrinhos. O que já dá mostras da “inovação” planejada pelo diretor Todd Phillips (“Se Beber Não Case”), que também escreveu o roteiro com Scott Silver (“O Vencedor”). O elenco ainda conta com Robert De Niro (“Joy”), Zazie Beetz (“Deadpool 2”), Marc Maron (“GLOW”), Frances Conroy (“American Horror Story”) e Brett Cullen (“Narcos”), Segundo tem sido apurado, Maron interpreta um produtor do programa de TV apresentado pelo personagem de De Niro, que, por sua vez, será um astro de talk show com papel importante na origem do Coringa. Já Frances Conroy seria a mãe do futuro vilão do Batman, enquanto Brett Cullen daria vida a Thomas Wayne, o pai do próprio Batman. “Coringa” será o primeiro filme atual produzido à parte da cronologia do universo cinematográfico da DC Comics. Caso seja bem-sucedido, outros lançamentos “independentes” devem ser produzidos. A estreia está marcada para outubro de 2019.

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    Julie Andrews está no elenco do filme Aquaman

    23 de novembro de 2018 /

    A adaptação de “Aquaman” contará com a participação de uma das atrizes mais queridas de Hollywood. A veterana Julie Andrews vai dublar uma personagem criada por efeitos visuais na produção. Em entrevista para a revista Entertainment Weekly, o produtor Peter Safran revelou que ela emprestará sua voz para a criatura mítica Karathen, que detém a chave para a jornada de Arthur Curry (Jason Momoa), que vai permitir que os mundos de Atlantis e a superfície se unam. “Nós queríamos que a Karathen tivesse a voz de uma atriz britânica clássica, embora um pouco alterada digitalmente. E quando descobrimos que Julie estava interessada e disponível e animada para fazer isso, escalá-la foi algo imediato”, disse o produtor. “Quem sabia que ‘Aquaman’ teria a verdadeira ‘Mary Poppins’ neste Natal?”, acrescentou, jogando lenha na fogueira competitiva entre o filme do super-herói da DC Comics e a produção da Disney “O Retorno de Mary Poppins”, que vão disputar bilheteria mundial. Vale lembrar que Andrews, que interpretou a Mary Poppins original em 1964, recusou-se a aparecer na continuação para não ofuscar a abordagem de Emily Blunt no papel. Entretanto, ela vai competir com “O Retorno de Mary Poppins” ao aparecer em “Aquaman” no mesmo período do lançamento do musical. “Aquaman” estreia em 13 de dezembro e “O Retorno de Mary Poppins” na semana seguinte, em 20 de dezembro no Brasil.

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    Anne Hathaway pode estrelar série do diretor de Sing Street na Amazon

    23 de novembro de 2018 /

    A atriz Anne Hathaway foi flagrada nesta semana em um café de Nova York lendo um roteiro de “Modern Love”, série atualmente em desenvolvimento na Amazon, o que fez com que sua participação na produção fosse especulada por toda a imprensa. Caso isso se concretize, marcará a volta da atriz às séries, após 18 anos focada em trabalhos no cinema. Ela começou a carreira na série “Caia na Real” (Get Real), que durou duas temporadas entre 1999 e 2000. O projeto de “Modern Love” é baseado na famosa coluna homônima do jornal The New York Times, que trata de casos de amor e dilemas de relacionamentos. O ponto de partida, portanto, é similar ao que inspirou a série “Sex and the City” nos anos 1990, baseada nas colunas homônimas de Candance Bushnell no New York Observer. Mas o desenvolvimento será bem diferente, sem personagens fixos. Criada pelo cineasta John Carney (“Sing Street”), a produção deverá ter oito capítulos, cada um focando uma história distinta com diferentes personagens. Ainda não há uma data definida para a estreia.

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