Kitbull: Veja na íntegra um novo e tocante curta animado da Pixar
A Pixar divulgou em sua página no YouTube a íntegra do curta “Kitbull”, primeira animação escrita e dirigida por Rosanna Sullivan, que fez parte das equipes de “Universidade Monstros” e “Os Incríveis 2”. O visual é bem diferente da animação computadorizada que costuma caracterizar as produções do estúdio, mas mantém o tom sensível e tocante da grife Pixar, ao mostrar a improvável amizade entre um gato de rua e um cão de guarda da raça pit bull. Recomenda-se lencinhos para acompanhar. “Kitbull” é o terceiro curta realizado dentro do programa SparkShorts, iniciativa voltada a estimular os funcionários do estúdio a explorar suas próprias ideias em projetos que os inspirem.
Trailer da série de Manto e Adaga traz nova vigilante da Marvel em ação
O canal pago americano Freeform divulgou o trailer da 2ª temporada de “Cloak & Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga. E a grande novidade da prévia é a chegada da nova vigilante conhecida como Mayhem (caos ou desordem, em tradução literal). Como nos quadrinhos da Marvel, Mayhem é o codinome adotado pela detetive Brigid O’Reilly (Emma Lahana), após voltar da morte. Ela ganhou poderes inesperados ao sobreviver a um atentado no final da temporada passada, e passa a querer fazer justiça com as próprias mãos – ou garras. Já os heróis do título são vividos por Aubrey Joseph (da minissérie “The Night Of”) e Olivia Holt (da série “Os Guerreiros Wasabi”), respectivamente como Manto e Adaga. A prévia também revela a data de estreia dos novos episódios: 4 de abril nos Estados Unidos. A série é exibida pelo canal pago Sony no Brasil.
Diretor e ator de Pantera Negra vão filmar história de um Pantera Negra real
Depois do sucesso de “Pantera Negra”, o diretor Ryan Coogler e o ator Daniel Kaluuya vão voltar a trabalhar juntos em outro filme de Pantera Negra. Desta vez, do movimento político que se inspirou no nome do super-herói da Marvel para radicalizar a militância racial. O filme se chama “Jesus Was My Homeboy” e é uma cinebiografia de Fred Hampton, famoso ativista negro dos EUA e um dos líderes mais conhecidos dos Panteras Negras. O grupo Panteras Negras foi formado em 1966 com o objetivo de armar e proteger os bairros negros de Oakland, na California, contra o crime e também contra a violência policial. Mas, a partir de 1969, passou a se dedicar a iniciativas de saúde, educação e alimentação para melhorar a qualidade de vida na região, espalhando-se para outras cidades com reivindicações sociais. Essa proliferação fez o FBI passar a considerar os Panteras Negras subversivos, taxando-os de “maior ameaça para a segurança interna” dos Estados Unidos da época. Como resultado, a polícia promoveu uma campanha de desmoralização, por meio de monitoração, infiltração, assédio a seus líderes e incentivo à denuncias de supostos crimes do grupo. Numa dessas ações “de rotina”, Fred Hampton foi assassinado enquanto dormia em sua casa pela polícia de Chicago. Kaluuya, que viveu o guerreiro W’Kabi em “Pantera Negra” e foi indicado ao Oscar por “Corra!”, vai assumir o papel de Hampton. Além dele, Lakeith Stanfield, que contracenou com Kaluuya em “Corra!”, também está na produção. Ele vai interpretar William O’Neal, um informante do FBI que tinha entrado nos Panteras Negras e traiu Hampton, drogando-o na noite do ataque. Hampton foi executado com dois tiros na cabeça enquanto dormia ao lado da namorada grávida, incapaz de reagir. Ao todo, o FBI e a polícia dispararam 80 balas contra a residência, e receberam de volta apenas um tiro involuntário de um guarda, que apertou o gatilho após levar diversos impactos no peito. Os Panteras Negras que sobreviveram ao massacre foram acusados de disparar contra a polícia e presos, mesmo não tendo tempo de reagir. O assassinato rendeu um documentário, “The Murder of Fred Hampton”, em 1971. E as evidências apuradas pelo filme do diretor Howard Alk ajudaram a levar as autoridades a julgamento pela execução de Hampton. Oito policiais, um promotor público e seu assistente foram condenados por um tribunal do juri por planejar friamente o assassinato do ativista. Mas a sentença acabou revertida. A injustiça só não foi completa porque a família de Hampton venceu uma ação civil e foi indenizada em US$ 1,85 milhão pela cidade de Chicago em 1979. Coogler escreveu o roteiro ao lado de Will Berson (“Scrubs”) e também vai produzir o projeto. Entretanto a direção ficou a cargo de Shaka King, mais conhecido por comandar episódios das séries de comédia “People of the Earth” e “High Maintenance”, e que foi premiado pelo Spirit Awards em sua estreia no cinema, com o filme indie “Newlyweds” (2013).
The Man in the High Castle vai acabar em sua 4ª temporada
A Amazon vai encerrar a série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming, na vindoura 4ª temporada. Os últimos dez episódios da produção chegam ainda este ano na plataforma. E eles concluirão a história, que chegará ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.
Netflix divulga teaser de série animada inspirada em clássico infantil de Dr. Seuss
A Netflix divulgou o teaser legendado de “Ovos Verdes e Presunto”. E, se à primeira vista o vídeo parece totalmente aleatório, na verdade ele introduz o universo de Dr. Seuss na plataforma de streaming, por meio de uma série de animação. “Ovos Verdes e Presunto” é um dos livros para “iniciantes” do escritor infantil. O vocabulário do texto consiste de apenas 50 palavras e foi o resultado de uma aposta entre Seuss e seu editor, que duvidou que ele conseguiria escrever um livro com tanta restrição. A história original tem dois personagens e uma enorme obsessão. “Será que gostas de ovos verdes e presunto?”, é esta a pergunta que Sam – ou Sam-Eu-Sou – faz insistentemente ao amigo Guy, procurando levá-lo a provar algo novo que ele recusa por parecer uma combinação muito estranha. Até o ponto que se cansa de ouvir sempre a mesma pergunta, acompanhada por versos rimados, e topa provar o prato para calar o amigo. E é só isso. E também tudo isso: o quarto livro de capa dura mais vendido em inglês de todos os tempos. Na animação, o ator Adam Devine (“A Escolha Perfeita”) faz a voz de Sam e Michael Douglas (“Homem-Formiga e a Vespa”) dubla Guy. Mas eles aparecerão acompanhados por coadjuvantes – Ilana Glazer (“A Noite É Delas”), Diane Keaton (“Do Jeito que Elas Querem”) e Keegan-Michael Key (“Predador”), entre outros – numa história que cresceu para virar série, envolvendo o resgate de um animal de zoológico e um encontro fortuito. A série foi criada pelo roteirista Jared Stern (de “The Lego Batman Movie”) e tem produção da apresentadora Ellen DeGeneres para a Warner Bros. Animation. Ainda não há previsão para sua estreia.
The Dirt: Trailer recria a inacreditável trajetória da banda Mötley Crüe entre sexo, drogas e rock’n’roll
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “The Dirt”, filme que conta a história da banda Mötley Crüe. E a prévia capricha no rastro de destruição e auto-destruição que marcou a trajetória dos músicos, incluindo toda as sujeiras (the dirt), até as letais. O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O elenco traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. A trama relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios, incendiar quartos de hotéis e protagonizar clipes escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee casou com duas das atrizes mais cobiçadas da época. A primeira foi Heather Locklear (de “Melrose”). A segunda foi sua parceira na inauguração do mercado de sex tapes vazadas de celebridades, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”). E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). A estreia está marcada para 22 de março na plataforma de streaming.
Coisa Mais Linda: Série “bossa nova” da Netflix ganha seu primeiro trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer da nova série brasileira “Coisa Mais Linda”, que se passa num clube carioca de Bossa Nova em 1959. A prévia localiza a época por meio de figurinos, também destaca o cenário central que batiza a trama, mas, curiosamente, não mostra um número musical sequer. Em vez disso, oferece uma dramaturgia de novela das 11h da Globo, com feminismo e liberação sexual anacrônicos – embora o período retratado seja o mesmo em que Nelson Rodrigues concebeu a reprimida “Engraçadinha” e equiparou sexualidade feminina a prostituição em “Os Sete Gatinhos”. Na trama, Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”) interpreta a protagonista da atração, Maria Luiza (Malu), que, após o marido desaparecer com seu dinheiro, resolve se mudar de São Paulo para o Rio, onde ele ia abrir um restaurante, e decide transformar aquela propriedade numa casa noturna dedicada à Bossa Nova. Nesta transformação impulsionada pela paixão, ela será inspirada por novas amigas liberais e feministas, interpretadas por Pathy Dejesus (série “Rua Augusta”), Fernanda Vasconcellos (série “3%”) e Mel Lisboa (“Os Dez Mandamentos – O Filme”). A trama também destaca Leandro Lima (novela “Belaventura”) como Chico, um talentoso músico carioca que compartilha a paixão de Malu pelos sons e estilo de vida de um Rio de Janeiro efervescente. O elenco da atração também conta com Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Ícaro Silva (“Sob Pressão”) em papéis de destaque. Criada por Heather Roth e Giuliano Cedroni (roteirista de “Estação Liberdade” e produtor da série “(fdp)”), a série tem sete episódios e estreia em 22 de março.
Vídeo de Rocketman revela que Taron Egerton canta de verdade na cinebiografia de Elton John
A Paramount divulgou o pôster nacional e um vídeo legendado de bastidores de “Rocketman”, que trazem o ator Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”) como o músico Elton John. E, ao contrário do que aconteceu em “Bohemian Rhapsody”, a prévia com entrevistas revela que o próprio ator canta as músicas no filme. Outra curiosidade é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e conta a trajetória de Elton John desde o começo da carreira até o lançamento de seu disco mais popular, “Goodbye Yellow Brick Road”, em 1973. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) no papel de Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe do cantor e Richard Madden (“Game of Thrones”) na pele do empresário John Reid. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Friends from College é cancelada na 2ª temporada
O cineasta Nicolas Stoller anunciou nas redes sociais que a Netflix cancelou a série “Friends from College”, após o lançamento da 2ª temporada. Num post sucinto, o diretor de “Vizinhos” escreveu que a série não voltaria para uma 3ª temporada e agradeceu a quem assistiu. Veja abaixo. Criada por Stoller e sua mulher Francesca Delbanco, “Friends from College” era considerada uma das piores séries do serviço de streaming, tanto que obteve apenas 24% de aprovação em seu primeiro ano e foi quase que totalmente ignorada pela crítica em seu retorno, durante janeiro. Vale registrar que metade das quatro resenhas compiladas pelo site Rotten Tomatoes considerou que os novos episódios representaram um grande avanço positivo em relação ao desastre inicial. A produção acompanhava um grupo de amigos que estudaram juntos na Universidade de Harvard e, anos depois, reencontram-se para compartilhar seus sucessos e fracassos na vida – tudo isso regado a álcool, drogas, infidelidade e situações bizarras. O destaque da produção era seu elenco, que incluía Cobie Smulders (série “How I Met Your Mother”), Fred Savage (“Era uma Vez um Deadpool”), Nat Faxon (“O Verão da Minha Vida”), Jae Suh Park (“A Grande Aposta”), Keegan-Michael Key (“Predador”), Billy Eichner (“Vizinhos 2”) e Annie Parisse (“The Following”). Friends from College will not be returning for a third season. Thanks to everyone who watched it. Happy Presidents’ Day! — nicholasstoller ?? (@nicholasstoller) February 19, 2019
Marvel diz que séries canceladas pela Netflix “continuarão…”
A Marvel emitiu um comunicado sobre o cancelamento das séries “Justiceiro” e “Jessica Jones”. A notícia, vazada no começo da segunda (18/2) pelo site Deadline, foi oficialmente confirmado pela Netflix. O fim das duas produções também encerra a parceria entre o estúdio e a plataforma. Assinada pelo presidente da Marvel Television, Jeph Loeb, o texto celebra o que o estúdio de super-heróis realizou na Netflix, agradece aos fãs por seu apoio e, ao final, afirma que as séries do Justiceiro, Jessica Jones, Demolidor, Luke Cage e Punho de Ferro vão continuar. A expressão usada, “to be continued”, faz parte do jargão dos quadrinhos e se refere a algo que “continua no próximo capítulo”. Leia a íntegra do comunicado abaixo. “Isso nunca tinha sido feito antes. Quatro séries de televisão, cada uma com sua própria equipe criativa e elenco, sendo lançadas com poucos meses de diferença. E elas ainda se juntariam em um grande evento, que se passaria no coração de Nova York. Nós os chamamos de ‘Os Defensores’. E estávamos animados com as histórias do Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage, Punho de Ferro, e até mesmo o Justiceiro, que se juntou a eles. Disseram que não tinha como isso ser feito, mas a Marvel reuniu um time incrível de roteiristas, diretores, editores e conseguiu fazer 13 temporadas e 148 horas de episódios. Tire um momento e procure a lista de atores, roteiristas, diretores e compositores que nós deu o melhor de seus trabalhos. Nós amamos cada minuto. E nós fizemos tudo por vocês – os fãs –, que torceram por nós em todo o mundo e nos fizeram trabalhar duro para tudo valer a pena. Então, obrigado a todos vocês! Em nome de todos na Marvel TV, não poderíamos estar mais agradecidos a nossa audiência. Nosso parceiro pode ter decidido não mais contar essas histórias com esses personagens incríveis… mas vocês conhecem a Marvel melhor que isso. Como o pai de Matthew Murdock disse uma vez, ‘A medida do homem não é como ele é derrubado na lona, mas sim como ele se levanta’. Continuará…!”
Alita: Anjo de Combate estreia em 1º lugar no Brasil
Assim como aconteceu nos Estados Unidos, “Alita: Anjo de Combate”, adaptação cinematográfica do mangá homônimo de Yukito Kishiro, liderou as bilheterias do Brasil em seu fim de semana de estreia nos cinemas, mas com um desempenho abaixo do esperado. Ao todo, levou 316 mil espectadores e arrecadou RS$ 5,8 milhões entre quinta-feira e domingo (17/2) no Brasil, segundo dados do comScore. Em 2º lugar, ficou a animação “Como Treinar o Seu Dragão 3”, que ainda não foi lançada nos Estados Unidos. O longa foi visto por 185,4 mil pessoas em seu quinto fim de semana semana em cartaz. O Top 3 se completa com a comédia nacional “Minha Vida em Marte”, com público de 142,8 mil pessoas. A produção brasileira é um fenômeno e já foi vista por 4,9 milhões de espectadores, rendendo uma bilheteria de mais de RS$ 76 milhões desde sua estreia em dezembro. Em compensação, a grande estreia brasileira do fim de semana decepcionou. Cinebiografia de Erasmo Carlos repleta de nostalgia da Jovem Guarda, “Minha Fama de Mau” teve público de 51,3 mil pessoas e arrecadação de R$ 913,8 mil, abrindo em 7º lugar no ranking geral.
Banda Mötley Crüe divulga teaser de sua cinebiografia na Netflix
O Twitter da banda Mötley Crüe divulgou o teaser de “The Dirt”, filme da Netflix que conta a história da banda. O vídeo também revela a data de estreia da produção e adianta que um trailer completo será disponibilizado na terça (19/2). O filme é baseado na biografia “The Dirt: Confessions of the World’s Most Notorious Rock Band”, escrita pelo célebre jornalista de rock Neil Strauss em parceria com os próprios membros do Mötley Crüe. O elenco traz o ator Iwan Rheon (que viveu Ramsey Bolton em “Game of Thrones”) no papel do guitarrista Mick Mars, Douglas Booth (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”) como o baixista Nikki Sixx, Machine Gun Kelly (série “Roadies”) como o baterista Tommy Lee e Daniel Webber (série “The Punisher/O Justiceiro”) como o vocalista Vince Neil. “The Dirt” relata a ascensão da lendária banda dos anos 1980, que vendeu mais de 100 milhões de discos enquanto seus integrantes levavam ao extremo o modo de vida roqueiro, ao ponto de ficarem mais conhecidos por seus excessos do que por sua música, o que eventualmente causou a implosão do grupo. Depois de lotar estádios e protagonizar vídeos escandalosos com mulheres seminuas, a situação começou a sair de controle em 1984, quando Vince Neil destruiu seu carro numa colisão frontal e foi acusado de dirigir sob influência de drogas e de homicídio – seu passageiro, o baterista da banda Hanoi Rocks, Nicholas “Razzle” Dingley, morreu no acidente. Três anos depois, Nikki Sixx sofreu uma overdose de heroína e foi declarado legalmente morto por dois minutos. O paramédico, um fã de Motley Crue, o reanimou, gerando inspiração para o sucesso de 1989 “Kickstart My Heart”. Já Tommy Lee inaugurou o mercado de sex tapes de celebridades com o vazamento do vídeo de sexo que ele gravou com sua mulher, a atriz Pamela Anderson (de “SOS Malibu”), em 1998. E isto é só uma pequena mostra das confusões que os integrantes da banda aprontaram, antes e após a separação da banda, que ainda experimentou um retorno em 2005. O roteiro de “Dirt” foi escrito por Rich Wilkes (“Triplo X”) e Tom Kapinos (criador das séries “Californication” e “Lucifer”) e a direção está a cargo de Jeff Tremaine (dos filmes da franquia “Jackass”). A estreia está marcada para 22 de março na plataforma de streaming. Based on a Crüe story #TheDirt pic.twitter.com/1uv1OCFTmB — Mötley Crüe (@MotleyCrue) February 18, 2019
Jon Bernthal se despede do Justiceiro com post de agradecimentos nas redes sociais
O ator Jon Bernthal, protagonista de “O Justiceiro”, escreveu um post de despedida para a série em seu Instagram, refletindo o cancelamento da produção pela Netflix. Ao lado de um desenho do Justiceiro, ele escreveu: “Para todos que serviram. Para todos que perderam. Todos que amaram e entenderam Frank e sua dor. Foi uma honra calçar suas botas. Sou eternamente grato aos fãs de quadrinhos e a todos os homens e mulheres das Forças Armadas e das comunidades policiais, para quem Frank significa tanto. Obrigado aos fuzileiros navais dos Estados Unidos e aos maravilhosos soldados que me treinaram. Vão com força. Fiquem seguros”. O post foi seguido de diversos comentários agradecendo ao ator pelo papel e também protestando contra a decisão da plataforma. No Twitter, onde foi reproduzido, o ator recebeu juras de amor, com centenas de seguidores declarando-o o melhor Justiceiro das telas. E também inspirou algumas juras de vingança contra a Netflix dignas de Frank Castle. “Amo o que você fez como Frank! Não se preocupe, você vai voltar. O Justiceiro é imortal”, disse uma fã mais amistosa. Além da série do Justiceiro, a Netflix cancelou “Jessica Jones”, que ainda exibirá os episódios produzidos para sua 3ª temporada, em data ainda não revelada. Com isso, encerrou a parceria com a Marvel, inaugurada em 2015 com o lançamento da série “Demolidor”. Embora nada seja oficialmente assumido, a decisão de interromper a produção das séries da Marvel coincide com os planos da Disney de lançar seu próprio serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Os cancelamentos sugerem retaliação. Além disso, a Netflix imobilizou contratualmente a Disney, ao incluir uma cláusula no negócio que impede o relançamento imediato das séries por outra plataforma ou canal, incluindo uma período de latência após seus cancelamentos. Este prazo seria de dois anos. Embora seja difícil imaginar esses “heróis de rua”, mais violentos, no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, um dos chefes da plataforma Hulu já demonstrou interesse em resgatar os personagens. “A Marvel tem muitos títulos nos quais estaríamos interessados”, disse o vice-presidente de conteúdo Craig Erwich. “Tudo depende de quando eles estarão disponíveis, e quem estaria por trás dessas séries”. Visualizar esta foto no Instagram. To all who have served. All who know loss. All who love and understand Frank and his pain. It has been an honor to walk in his boots. I’m endlessly grateful to the comic fans and the men and women of the Armed Services and law enforcement community who Frank means so much to. Thank you to the USMC and all the wonderful soldiers who trained me. Go Hard. Be safe. Uma publicação compartilhada por Jon Bernthal (@jonnybernthal) em 18 de Fev, 2019 às 7:49 PST <











