PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    The Souvenir: Trailer do filme vencedor do Festival de Sundance destaca filha de Tilda Swinton

    20 de fevereiro de 2019 /

    A A24 divulgou o pôster e o trailer de “The Souvenir”, drama britânico que venceu a mostra competitiva internacional do Festival de Sundance deste ano. A prévia mostra um relacionamento destrutivo, em que um homem manipula uma mulher apaixonada. Mas o destaque principal está na relação entre as intérpretes de mãe e filha. “The Souvenir” marca o primeiro papel de destaque de Honor Swinton Byrne, que contracena com sua mãe de verdade nas cenas, a atriz Tilda Swinton. As duas já tinham trabalhado juntas há dez anos, no único filme anterior de Honor, feito quando ela ainda era criança – “Um Sonho de Amor” (2009). O terceiro nome do elenco é o ator Tom Burke (o Athos da série “The Musketeers” e o Comoran Strike de “Strike”). Tendo como pano de fundo a indústria cinematográfica, “The Souvenir” acompanha uma estudante de cinema (Swinton Byrne) que conhece um homem misterioso (Burke). Em poucos dias, os dois se envolvem num caso de amor sério, mesmo ignorando as preocupações da mãe (Swinton) da jovem e de seus amigos. A estudante passa a tomar grandes quantias de dinheiro de seus pais, entregando-se ao relacionamento e às necessidades de seu novo amor. Por curiosidade, o título se refere a uma pintura de Jean-Honoré Fragonard, feita em 1778, que é vista na cena final da prévia. O filme tem roteiro e direção de Joanna Hogg, diretora de “Aquipélogo” (2010) e “Exibição” (2013), que se baseou numa experiência de sua vida, e deu tanto o que falar durante sua passagem por Sundance que vai ganhar continuação, atualmente em desenvolvimento. Entre os produtores executivos do longa, ainda tem destaque o nome do diretor Martin Scorsese. “The Souvenir” chega aos cinemas americanos em 17 de maio e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Pantera Negra e A Favorita vencem prêmios do Sindicato dos Figurinistas dos EUA

    20 de fevereiro de 2019 /

    O Sindicato dos Figurinistas dos Estados Unidos (conhecido pela sigla GDG, em inglês) realizou sua premiação anual, revelando os vencedores na noite de terça-feira (19/2) em Los Angeles. Os CDG Awards classifica os trabalhos dos figuristas de cinema e TV em três categorias diferentes, premiando os melhores em produções de época, contemporâneas e de ficção científica e fantasia. O filme “A Favorita” venceu o prêmio na categoria de época, em mais uma vitória da veterana Sandy Powell. “Podres de Rico” rendou o troféu a Mary E. Vogt na categoria contemporânea. E “Pantera Negra” consagrou Ruth E. Carter na categoria de ficção científica e fantasia. Tanto “A Favorita” quanto “Pantera Negra” estão na disputa do Oscar 2019 de Melhor Figurino, que será entregue no próximo domingo (24/2). A figurista de “Pantera Negra”, Ruth E. Carter, recebeu ainda outro prêmio, numa homenagem especial por sua carreira. Ela trabalhou como figurinista em vários filmes de Spike Lee desde os anos 1980, incluindo “Malcolm X” (1992), pelo qual foi indicada ao Oscar. Também criou as roupas de “Amistad” (1997), de Steven Spielberg, e “Selma” (2014), de Ava DuVernay. “Pantera Negra” foi seu primeiro filme no gênero da fantasia. Na seção televisiva da cerimônia, Donna Zakowska venceu o prêmio da categoria de época por “A Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel), Lou Eyrich e Allison Leach levaram a categoria contemporânea por “The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story” e Sharen Davis ganhou o prêmio de ficção científica e fantasia por “Westworld”. A premiação também reconheceu o trabalho de Natasha Newman-Thomas, pelo clipe “This is America”, de Childish Gambino, e da figurinista Zaldy Goco na competição de drag queens “RuPaul’s Drag Race”.

    Leia mais
  • Filme

    Amy Poehler vai dirigir comédia feminista juvenil para a Netflix

    20 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Amy Poehler pretende se dedicar à carreira de diretora e já definiu seu próximo projeto nesse sentido. Ela vai comandar “Moxie”, comédia feminista juvenil que adapta o livro de mesmo nome, escrito por Jennifer Mathieu, para a Netflix. “Moxie” acompanha uma jovem que descobre que sua mãe fez parte do movimento punk feminista Riot Grrrl. Inspirada pela rebeldia da mãe nos anos 1990, a garota decide começar uma revolução feminista em sua escola. Uma frase elogiosa de Poehler já ilustra a capa do lançamento de “Moxie” nas livrarias. Veja a reprodução abaixo. A estreante Tamara Chestna assinou o roteiro da adaptação e ainda não há uma data de estreia definida para o filme. O lançamento será o segundo longa dirigido por Poehler, que é mais conhecida como atriz da série “Parks & Recreation”. O primeiro, “Wine Country”, será distribuído ainda este ano, também pela Netflix.

    Leia mais
  • Série

    Audiência de The Walking Dead despenca e atinge pior nível da série

    20 de fevereiro de 2019 /

    “The Walking Dead” continua a perder público. O episódio mais recente, exibido no domingo (17/2), foi visto por 4,52 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. Intitulado “Omega”, incluiu diversos flashbacks com personagens recém-introduzidos, muito falatório e acabou virando marco negativo da série. Os números representam a pior audiência ao vivo de “The Walking Dead” desde sua estreia, inferior aos 4,71 milhões de telespectadores que sintonizaram o segundo episódio da série de zumbis, em novembro de 2010 – até então, o menor público. “Omega” também registrou a pior pontuação da atração na escala Nielsen: 1,7 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Em seu auge, registrado na 5ª temporada, “The Walking Dead” chegou a ser vista por 17,29 milhões de telespectadores. Mas, a partir da 7ª temporada, exibida entre 2017 e 2018, os índices começaram a cair acentuadamente, conforme personagens importantes foram eliminados da trama e o ritmo se tornou mais arrastado. Os episódios da atual fase estão sendo exibidos após a saída de Rick (Andrew Lincoln), Maggie (Lauren Cohan) e Carl (Chandler Riggs), e já foi revelado que Michonne (Danai Gurira) também dará adeus à série na próxima temporada. “The Walking Dead” ainda tem seis episódios para exibir em sua 9ª temporada, a primeira sob comando da showrunner Angela Kang, e já está renovada para seu décimo ano de produção. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Fox.

    Leia mais
  • Filme

    Kevin Costner caça Bonnie e Clyde no primeiro trailer legendado de Estrada sem Lei

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Estrada sem Lei” (The Highwaymen), que traz Kevin Costner de volta à caça aos gângsteres numa produção passada na mesma época de “Os Intocáveis”. Na trama, ele caça ninguém menos que o infame casal Bonnie Parker e Clyde Barrow, ladrões de banco que aterrorizaram os Estados Unidos nos anos 1930. E está acompanhado por Woody Harrelson (“Quase 18”). Baseada em fatos reais, a trama acompanha dois Texas Rangers, Frank Hamer (Costner) e Maney Gault (Harrelson), que abandonam a aposentadoria para caçar Bonnie e Clyde. O projeto é bastante antigo. Para se ter noção, o elenco original seria encabeçado por Paul Newman e Robert Redford, num último filme da famosa parceria, mas a saúde de Newman, que faleceu em 2008 de câncer de pulmão, impediu as filmagens. “Estrada sem Lei” tem roteiro escrito por John Fusco (criador da série “Marco Polo”), Scott Frank (“Logan”) e pelo diretor responsável pelas filmagens, John Lee Hancock (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”). O elenco ainda inclui Kathy Bates (série “American Horror Story”), John Carroll Lynch (também de “American Horror Story”), Kim Dickens (série “Fear the Walking Dead”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”) e William Sadler (série “Power”). A caça ao casal de criminosos já inspirou muitos filmes, séries e até músicas. O longa mais famoso foi “Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas” (1967), um marco do cinema americano, considerado o propulsor de uma nova estética violenta e responsável pela mudança de mentalidade que originou a Nova Hollywood. Além de “Estrada sem Lei”, um novo filme sobre o par está sendo desenvolvido. Intitulado “Love Is a Gun”, traz Chloe Grace Moretz (“Carrie, a Estranha”) e Jack O’Connell (“Invencível”) nos papéis principais e está previsto para março de 2020. Já “Estrada sem Lei” estreia um ano antes, no próximo 29 de março, em streaming.

    Leia mais
  • Etc,  Série

    Marta vira a número 10 da família de super-heróis da Umbrella Academy

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou um comercial criativo de “The Umbrella Academy”, que inclui a jogadora de futebol Marta entre cenas da série. Ela aparece na mansão da família Hargreeves como, claro, a número 10. E seus poderes incluem chute perigosíssimo. O vídeo segue ao ​”anúncio” de que a jogadora iria se dedicar à família neste ano. Os fãs da melhor jogadora de futebol do mundo chegaram a especular que ela iria se aposentar, mas tudo não passou de ação promocional da Netflix, que colocou a jogadora na família de super-heróis da série, identificados desde a infância por números ao invés de nomes. Recebida de forma fria pelos “irmãos” ao chegar em casa, Marta logo se vê em meio a um tiroteio promovido pelos assassinos Hazel (Cameron Britton) e Cha-Cha (Mary J. Blige) na mansão onde todos moram. Ao final do vídeo, ela ainda faz uma dancinha com a número 7 (Ellen Page). A Netflix tem se especializado em usar celebridades brasileiras para promover suas séries, como a apresentadora Xuxa em “Stranger Things” e Valesca Popozuda em “Orange Is the New Black”. “The Umbrella Academy” é uma das séries recentes que mais tem sido promovida pela Netflix. Baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (My Chemical Romance) ilustrados pelo brasileiro Gabriel Bá, a série acompanha uma família disfuncional superpoderosa que tem que impedir o fim do mundo em poucos dias, sem saber que um deles próprios será o responsável pelo apocalipse.

    Leia mais
  • Série

    Teaser anuncia a temporada final de The Man in the High Castle

    20 de fevereiro de 2019 /

    A Amazon divulgou o pôster e um teaser para anunciar o final da série “The Man in the High Castle”, que já foi a mais assistida de seu serviço de streaming. Repleta de ação, a prévia e o cartaz avisam que a trama vai acabar na vindoura 4ª temporada. Atualmente em produção, os últimos dez episódios chegarão ainda este ano na plataforma Prime Video para concluir a história, levando a série ao seu desfecho natural. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), bem como no projeto de sua continuação literária, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação é uma história de realidade alternativa, que acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos, após a vitória da Alemanha e do Japão na 2ª Guerra Mundial. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). A produção sofreu com a burocracia da Amazon e amargou atrasos, o que fez com sua 3ª temporada só chegasse em outubro passado, quase dois anos após a exibição dos episódios de seu segundo ano. Mas apesar deste longo hiato, a forma antecipada com que foi renovada para a 4ª temporada gera expectativa de um lançamento mais rápido para o próximo e último arco, previsto para o fim de 2019.

    Leia mais
  • Filme

    Diretor de O Espetacular Homem-Aranha vai filmar versão americana do anime Seu Nome

    20 de fevereiro de 2019 /

    O diretor Marc Webb, de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012) e “(500) Dias com Ela” (2009), vai dirigir a versão live-action do anime “Seu Nome” (Your Name, 2016), maior bilheteria animada da história do cinema japonês. O roteiro está a cargo de Eric Heisserer (“Bird Box”) e a produção é de J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). O filme original conta a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. Taki e Mitsuha vivem as vidas um do outro, deixando notas em seus celulares das experiências, mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, seu destino sofre uma reviravolta fantástica, à medida que o tempo se dobra em realidades alternativas. A versão americana vai transportar a história para os Estados Unidos, acompanhando uma adolescente indígena que mora em uma área rural e um jovem de Chicago, que descobrem que estão magicamente trocando de corpos. Quando um desastre ameaça alterar suas vidas, eles precisam viajar para se encontrar e salvar seus mundos. O produtor Genki Kawamura, responsável pela animação original, disse em comunicado que Marc Webb “foi nossa primeira escolha para dirigir essa interpretação remodelada do filme desde o momento em que exploramos a criação de uma versão americana”. “Como vimos em ‘(500) Dias com Ela’, Marc tem um tremendo talento para contar ótimas histórias de amor e, da mesma forma que os cinéfilos foram cativados pelo filme original, estamos certos de que Marc atrairá fãs do original e um público totalmente novo para a bonita jornada destes personagens. Com a produção de JJ Abrams, roteiro de Eric Heisserer e direção de Marc Webb, este projeto oficialmente tem a equipe com a qual sonhamos”. Ainda sem cronograma de filmagem ou previsão de estreia, a adaptação será produzida após todas as tentativas anteriores de emplacar versões de mangás e animes com atores americanos deram prejuízo, de “Dragon Ball Evolution” (2009) ao recém-lançado “Alita: Anjo de Combate”.

    Leia mais
  • Série

    Ator de Fear the Walking Dead entra na série Batwoman

    20 de fevereiro de 2019 /

    O piloto em desenvolvimento de “Batwoman” acrescentou mais um ator em seu elenco: Dougray Scott, que viveu Thomas Abigail em “Fear the Walking Dead”, Norman Godfrey em “Hemlock Grove” e já foi até vilão da franquia “Missão: Impossível”. Ele interpretará o pai da heroína, Jacob Kane, um ex-militar que comanda a empresa de segurança privada de Gotham, The Crows, e se dedica a proteger sua cidade melhor do que Batman poderia. Desdenhando dos vigilantes mascarados, ele logo entrará em choque com a Batwoman, que na verdade é sua própria filha, Kate Kane – interpretada por Ruby Rose (de “Megatubarão”). Recentemente, a atriz Rachel Skarsten (a rainha Elizabeth de “Reign”) foi escalada como a vilã Alice, líder da Gangue do País das Maravilhas, que tem como único objetivo espalhar o terror por Gotham. Os demais integrantes do elenco são Meagan Tandy (“Teen Wolf”) como a cadete militar Sophie Moore, Camrus Johnson (“Luke Cage”) como Luke, o filho de Lucius Fox, e Nicole Kang (“You”) como a irmã adotiva da heroína, Mary Hamilton. Enquanto o casting se completa, a produção sofreu uma mudança de bastidores. O diretor David Nutter (de “Game of Thrones”) teve problemas de agenda e foi substituído por Marcos Siega, que recentemente comandou os pilotos de “God Friended Me” e “The Passage”. Em “Batwoman”, ele vai dirigir um roteiro de Caroline Dries (“The Vampire Diaries”), que será a showrunner quando a série for oficialmente aprovada. Refletindo a personagem dos quadrinhos, Kate Kane, a Batwoman, será a primeira super-heroína abertamente lésbica a ter sua própria série de TV. E tanto sua intérprete quanto a showrunner da atração compartilham essa mesma orientação sexual. Com grande expectativa de aprovação, a série da heroína deve ir ao ar ainda em 2019.

    Leia mais
  • Série

    Série Nightflyers é cancelada após 1ª temporada

    19 de fevereiro de 2019 /

    O canal pago SyFy cancelou a série “Nightflyers”. Apesar de contar uma história relativamente completa, os contratos com o elenco e a equipe de produção previam uma 2ª temporada, que não será mais produzida. Baseada no livro de mesmo nome de George R.R. Martin (autor da franquia literária que inspirou “Game of Thrones”), a série recebeu críticas muito negativas – apenas 34% de aprovação no site Rotten Tomatoes – e teve pouco público na televisão – vista por cerca de 400 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, o que não correspondeu ao investimento feito pelo canal. Transportada para as telas com muitos efeitos visuais, a obra se tornou a produção a mais cara já realizada pelo Syfy, que, para cobrir parte dos custos, vendeu os direitos de exibição internacional para a Netflix – plataforma que a lançou no Brasil. “Nightflyers” já tinha rendido um filme trash em 1987. O visual apurado da nova produção não muda o fato de que a trama, originalmente publicada em 1980, é uma mistura requentada de “Viagem ao Fim do Universo” (1963) com “2001: Uma Odisseia no Espaço” (1968), com muitas situações que se tornaram clichês nos últimos 50 anos. Na trama, às vésperas da destruição do planeta Terra, uma tripulação de cientistas e um poderoso telepata embarcam no veículo mais avançado da galáxia, a nave Nightflyer, para interceptar uma misteriosa fonte de sinais do espaço que pode representar uma chance de sobrevivência para a humanidade. Contudo, à medida em que a tripulação se aproxima de seu destino, descobre que a inteligência artificial da nave e seu misterioso capitão estão conduzindo-os para horrores mortais. A adaptação foi feita pelo roteirista Jeff Buhler (“O Último Trem”) e o elenco incluía Eoin Macken (série “The Night Shift”), Gretchen Mol (série “Boardwalk Empire”), David Ajala (“Velozes e Furiosos 6”), Sam Strike (novela britânica “EastEnders”), Maya Eshet (série “Teen Wolf”), Angus Sampson (série “Fargo”), Jodie Turner-Smith (série “The Last Ship”) e Brían F. O’Byrne (série “The Magicians”). Exibida em dezembro nos Estados Unidos, “Nightflyers” chegou ao streaming em 1 de fevereiro.

    Leia mais
  • Série

    Jane Levy vai estrelar série musical do diretor de Missão Madrinha de Casamento

    19 de fevereiro de 2019 /

    A atriz Jane Levy (“O Homem nas Trevas”) vai estrelar o piloto de uma série de comédia musical do cineasta Paul Feig, diretor de “Missão Madrinha de Casamento” (2011), “Caça-Fantasmas” (2015) e “Um Pequeno Favor” (2018). Intitulada “Zoey’s Extraordinary Playlist”, a produção gira em torno de uma garota esperta, mas socialmente deslocada, que de uma hora para outra passa a escutar os pensamentos de todos ao seu redor – mas manifestados de uma forma peculiar: por meio de canções e grandes números musicais. Feig vai produzir o episódio piloto, que tem roteiro de Austin Winsberg, escritor da adaptação do musical “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” (2013). Originalmente, o cineasta também planejava dirigir o episódio, mas seus compromissos de cinema impossibilitaram isso. Assim, o piloto será dirigido por Richard Sherpard (da série “Girls” e do filme “A Recompensa”). Para virar série, “Zoey’s Extraordinary Playlist” precisa ter seu piloto aprovado pela rede NBC. Jane Levy também está nas séries “Castle Rock”, renovada para a 2ª temporada na plataforma Hulu, e em “What/If”, atualmente em produção para a Netflix.

    Leia mais
  • Série

    Novos – e provavelmente últimos – episódios de Arrested Development ganham pôster e fotos

    19 de fevereiro de 2019 /

    A Netflix divulgou seis fotos e o pôster dos últimos episódios de “Arrested Development”. As imagens pertencem à segunda metade da 5ª temporada da série, que será exibida dez meses após o lançamento da primeira parte. O grande espaçamento reflete uma tentativa de se distanciar dos problemas envolvendo Jeffrey Tambor, intérprete do trambiqueiro patriarca da família Bluth. O ator não só foi demitido de “Transparent”, na Amazon, como ainda foi acusado de tumultuar as gravações da série da Netflix. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica nos bastidores da nova temporada da atração. Originalmente exibida de 2003 a 2006 na rede americana Fox, “Arrested Development” consagrou-se como uma das séries de comédia mais elogiadas pela crítica na década passada. Mesmo assim – e com um elenco de primeira – nunca conquistou grande audiência. Na verdade, a Fox ensaiou cancelá-la desde o final da 1ª temporada, mas os prêmios do Emmy e Globo de Ouro a mantiveram no ar por três anos. Fora do ar, virou cult. E acabou resgatada pela Netflix para uma 4ª temporada em 2013, seis anos após a exibição de seu último episódio na TV aberta americana. O começo da 5ª temporada, por sua vez, chegou ao streaming após novo hiato de cinco anos. E o final levou mais um ano de “desenvolvimento arrastado”. Os novos episódios continuarão a história de Michael Bluth (Jason Bateman), seu filho George Michael (Michael Cera), dos pais George Bluth Sr. (Jeffrey Tambor) e Lucille (Jessica Walter), dos irmãos George Oscar Bluth II (Will Arnett), Buster Bluth (Tony Hale) e Lindsay Funke (Portia de Rossi), do cunhado Tobias (David Cross) e da sobrinha Maeby (Alia Shawkat). Eles chegam ao streaming em 15 de março.

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Clássico infantil Banana Splits vai voltar como telefilme de “terror”

    19 de fevereiro de 2019 /

    A banda de rock infantil formada por Bingo, Fleegle, Drooper e Snorky vai voltar à atividade. O canal pago SyFy e a Warner Bros Home Entertainment se juntaram para tirar os Banana Splits do limbo. E vai ser um horror – literalmente. Para quem não lembra, “Banana Splits” era o nome de um programa infantil dos anos 1960 apresentado por quatro animais falantes (ou melhor, três, já que Snorky era um elefante de pelúcia que não falava). Eles tocavam rock, liam cartas de fãs e fugiam das menininhas da Turma das Uvas Azedas, em segmentos curtos entre desenhos dos “Cavaleiros das Arábias”, “Os Três Mosqueteiros”, “Microaventuras” e o seriado live-action “Ilha do Perigo” (o “Lost” original). Os personagens foram criados pelos irmãos Krofft (de “O Elo Perdido”) para a produtora Hanna-Barbera e embora a série tenha durado apenas duas temporadas, entre 1968 e 1970, acabou marcando a cultura pop com quadrinhos, brinquedos, discos e a famosa música-chiclete “Tra-la-la Song”. O retorno vai acontecer num telefilme, que será lançado em vídeo pela Warner e exibido pelo Syfy na televisão. E o detalhe mirabolante é que a trama será uma história de terror. Segundo a sinopse divulgada, um garoto chamado Harley é convidado a passar seu aniversário nos bastidores da gravação do programa de TV dos Banana Splits, mas as coisas tomam um rumo inesperado – “e a contagem de corpos aumenta rapidamente”. O roteiro foi escrito por Jed Elinoff e Scott Thomas (criadores da série “A Casa da Raven”) e a direção está a cargo de Danishka Esterhazy (da sci-fi “Level 16”). Já o elenco conta com Dani Kind (“Wyonna Earp”), Finlay Wojtak-Hissong (“The Kindness of Strangers”), Steve Lund (“Schitt’s Creek”) e Sara Canning (“The Vampire Diaries”). Ainda não há previsão para a estreia. Relembre abaixo a abertura da série clássica ao som da “Tra-la-la Song”.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie